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lavagem de dinheiro

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao CV que teve 240 armas e 48 mil munições apreendidas na semana passada em residência de luxo na Barra da Tijuca

Saiba agora a função de cada um na quadrilha ligada ao Comando Vermelho que foi alvo de operação na semana passada do Ministério Público e da Polícia Civil que culminou com a apreensão de 240 armas e 48 mil munições em uma residência de luxo na Barra da Tijuca., Zeus ou Da Roça – elementos sugerem sua possível posição de liderança no Comando Vermelho, com atuação estratégica e estruturante no financiamento e operacionalização das atividades ilícitas da facção. Conforme narrado na denúncia, trata-se, em tese, de figura central no tráfico de drogas e armas, com possível domínio territorial da comunidade da Muzema e participação ativa na guerra de expansão contra milicianos, circunstâncias que indicam elevado grau de periculosidade e capacidade de desestabilização da ordem pública. Há indícios de que sua influência ultrapasse a atuação local, intermediando grandes volumes financeiros, logísticos e operacionais, movimentando cifras milionárias, como sugerido pelos registros de compra de mais de R$ 5 milhões em drogas e armamentos em período inferior a um mês. Zeus encontra-se foragido da Justiça, homiziado no Complexo do Alemão, utilizando-se, em tese, de terceiros e de empresas para fins de lavagem de dinheiro, dificultando o rastreio patrimonial e a execução de medidas judiciais. As provas extraídas da nuvem de seus dispositivos apontam para o exercício de função de comando e coordenação sobre outros denunciados, atuando como elo entre fornecedores, operadores logísticos e agentes financeiros da organização. Doca ou Urso – ocupa liderança de alto escalão do tráfico de drogas no Complexo da Penha. Ele mantém Edgar mantém vínculo direto com o também denunciado Zeus”, o qual é apontado nas investigações como um dos principais responsáveis pela logística de aquisição e distribuição de armas e entorpecentes em larga escala no Estado do Rio de Janeiro. O conteúdo das conversas interceptadas e documentadas nos autos aponta indícios de que “Doca” possa integrar o núcleo de comando da organização criminosa, figurando em tese como destinatário direto de materiais bélicos e entorpecentes, bem como devedor de valores relacionados a transações ilícitas. Tais elementos sugerem que o denunciado poderia manter ativa e relevante participação nas atividades do grupo, inclusive com possível articulação de abastecimento de seus redutos. Dom ou Baixinho do Mato – exerça liderança direta em uma célula interestadual da organização, sendo possivelmente responsável por articular o transporte e a distribuição de drogas e armas, ordenar atos de violência e manter comunicações com diversos subordinados – ao menos 11 denunciados sob sua influência direta. Tal poder de comando seria evidenciado, inclusive, em episódios como a suposta ordem para queimar um ônibus, resultando na morte do motorista, com o intuito de desviar ações policiais, circunstância que evidenciaria sua periculosidade e absoluto desprezo pela vida humana e pela ordem institucional. Ele encontra-se foragido da Justiça, ocultando-se no Complexo do Alemão e utilizando identidade falsa com documentos emitidos em nome de “Júlio Renner de Lima Ferreira”, Cupim – exerce a função de transportar drogas e armas de fogo a mando de liderança hierárquica superior, como o denunciado Jonathan (“Dom”).As interceptações apontam para uma atuação reiterada no transporte de armamentos, inclusive com a aceitação de valores por quilo transportado, sugerindo uma ação profissionalizada e estável na prática criminosa. Em um dos diálogos captados, o denunciado teria admitido estar encarregado pelo fretamento de três carabinas, o que evidencia risco concreto à segurança pública, diante da natureza do armamento em circulação. Zebete – ocupa posição estratégica e de confiança na facção Comando Vermelho, sendo, em tese, responsável por acautelar grandes quantias em espécie, oriundas do tráfico de drogas e do comércio ilícito de armas. As provas colhidas sugerem que o denunciado atue como tesoureiro informal do denunciado Jonathan (“Dom”), com atribuições consistentes em guardar valores, realizar pagamentos por determinação da liderança e negociar carregadores de armamento com outros traficantes, afigurando-se, em tese, como elo financeiro relevante na engrenagem da facção. Ademais, a movimentação de valores vultosos, como os R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) possivelmente arrecadados em nome da organização criminosa, reforça os indícios de envolvimento direto e permanente com o financiamento das ações do tráfico Mototáxi Manguinhos – atua na logística armamentista do grupo, sendo possivelmente responsável pelo transporte clandestino de armas de fogo, inclusive fuzis desmontados, com o objetivo de dificultar a ação policial e assegurar o abastecimento bélico da facção. Ainda segundo a denúncia, há indícios de que ele não se limita ao transporte, mas também comercializa armamentos, tendo, em tese, oferecido 40 carregadores de fuzil, o que, se confirmado, indica sua participação ativa no núcleo operacional e comercial do arsenal da organização. Armeiro Salgueiro – responsável direto pela manutenção e conserto de armamento pesado (incluindo fuzis), supostamente pertencente ao denunciado Jonathan, vulgo “Dom”. Os elementos colhidos na investigação, como áudios, vídeos e mensagens trocadas por aplicativos, indicam que o denunciado atua como armeiro de confiança do tráfico há pelo menos um ano, tendo sob sua responsabilidade um acervo rotativo de armamento de guerra, essencial para manter o poder bélico da facção nas comunidades dominadas. Leda – responsaãvel pelo transporte e guarda de valores em espécie provenientes da venda de entorpecentes, além de gerenciar repasses destinados à chamada “caixinha do tráfico”. Sua eventual ligação com supostas lideranças da facção, como os denunciados Zeus e Xurupita sugere um papel ativo e permanente na estrutura criminosa, não se limitando a atos isolados, mas indicando um comprometimento duradouro com os objetivos ilícitos da facção.JC – atuação direta no comércio ilícito de armas e drogas, em parceria com outros integrantes da organização, incluindo o suposto líder, ora denunciado, “Dom”. Além disso, segundo a denúncia, há indícios de que JC teria solicitado ajuda de “Dom” para a confecção de documento falso, o que reforçaria sua intenção de se ocultar da persecução penal.Locco – Xurupita – é supostamente responsável por transações de grande porte, como a negociação de 100 kg de entorpecentes diretamente com outro possível membro de alta hierarquia da organização criminosa, o denunciado “Dom”. Além disso, há indícios de sua forte inserção na estrutura da facção, com articulação direta na distribuição de drogas

Quadrilha de Adilsinho chegou a movimentar anualmente R$ 280 milhões. Polícia acionou EUA e República Dominicana para investigar patrimônio do bando

A quadrilha do contraventor Adilsinho, especializada em venda de cigarros, chegou a movimentar anualmente mais de R$ 280 milhões, segundo informações divulgadas em um processo no Superior Tribunal de Justiça. O bando usava de um estratagema para fugir ao sistema bancário e para maquiar a titularidade da movimentação financeira nas vezes em que ele é utilizado. Um deles era usar cartões de crédito em nome de outras pessoas. Os líderes do grupo tinham suas despesas custeadas por cartões de crédito de terceiros e se utilizam da estrutura do bando para realização dos pagamentos. Essas, aliás, não são as únicas” maquiagens “financeiras realizadas pela organização. Havia evidente emissão de notas fiscais com informações falsas, que não correspondiam às transações comerciais efetivamente realizadas e indicativas da prática de delitos tributários. O cigarro comercializado pela quadrilha é adquirido da Cia Sulamericana de Tabacos por empresas ligadas aos” patrões “. Em razão dessas vendas eram emitidas notas fiscais. Ocorre que o valor de venda declarado em tais notas fiscais não correspondia aquele efetivamente é praticado pela Cia Sulamericana de Tabacos. O preço de venda de cada caixa de cigarros inserido nas notas fiscais era de R$ 1.440,00214, mas o efetivamente pago pelo bando era de R$ 800,00 em 2019 e R$ 900,00 em 2020. O grupo atua em cartelização violenta de pontos de venda de cigarros, lavagem de dinheiro e falsidades há bastante tempo, ainda se encontrando em plena atividade”. E, ainda, que”Sem dúvida o objetivo do bando é gerar monopólio com práticas violentas e, bem como, saldo contábil para lavagem de dinheiro. Seriam três os cabeças da organização: Adilsinho, seu irmão Carlos e um homem chamado Pedro Henrique. As ordens e determinações de opressão aos comerciantes partem dos três. A Polícia Federal chegou a representar pelo compartilhamento de dados com a Receita Federal e com as Agências Investigativas da República Dominicana e dos Estados Unidos da América, formulada com o propósito de obter informações sobre os dados fiscais por meio da análise pela Receita Federal e desvendar o patrimônio dos investigados no exterior por meio de diligências policiais promovidas pelas Agência de Inteligência.Adilsinho e sua trupe são acusados de vários crimes como falsificação de notas fiscais; não emissão de nota fiscal na operação de venda de mercadoria tabagista; o não desconto, nem o recolhimento de ICMS incidente, oque causou prejuízo à ordem tributária e ao patrimônio público federal e estadual; a comercialização de cigarro produto de crime de sonegação fiscal e duplicata simulada; corrupção da policial federal e policiais militares para vazarem informações sigilosas e deixarem de executar dever de ofício (efetuar prisão e apreensão); aliança com facções criminosas para comercializar a mercadoria do grupo nos territórios dominados; õ envio de valores ao exterior (através de dólar-cabo) sem declaração; prática de atos de branqueamento de capital no país e no exterior. FONTE: STJ e Justiça Federal do Rio

Doze PMs e dois bombeiros faziam escolta armada dos cigarros distribuídos pelo contraventor Adilsinho. Veja os vulgos

Denúncia do Ministério Público Federal aponta os nomes de 12 PMs e dois bombeiros vinculados a uma empresa que fazia a escolta armada das cargas de cigarros distribuídos pela empresa do contraventor Adilsinho em diversos pontos do Rio de Janeiro. Alguns dos PMs têm vulgos como Velho do Rio, Marreco, Morenão Topa Tudo, Coquinho da VK, Alvinho, Jajá, Shampoo, Max, Bonfim, Maromba, Stive e Baiano (bombeiro) A produtora dos cigarros repassava os cigarros para a empresa de Adilsinho no valor de R$ 2,40 e eles eram comercializados cada um ao preço de R$ 3,00 por ambulantes, ressaltando-se que tais valores estão em desacordo com a política nacional de preços mínimos para cigarros que exige o comércio de cada maço de cigarro por pelo menos R$ 5,00. A investigação revelou, em seu relatório, que havia diversos nichos dentro da quadrilha que opera a distribuição ilícita de cigarros no RJ, sendo: núcleo da liderança, núcleo da gerência, núcleo dos operadores, núcleo dos seguranças e núcleo exclusivo de lavagem. Adilsinho, seu irmão e um sobrinho eram líderes Haviam cinco gerentes, entre eles o sócio majoritário da empresa de vigilância. Os PMs e bombeiros faziam parte do núcleo da segurança E os representantes da lavagem de dinheiro tinha um CEO de um cassino na República Dominicana. Segundo a investigação, a quadrilha era armada e especializada na prática de crimes de sonegação fiscal, duplicata simulada, lavagem de capital e evasão de divisas. Aponta, inclusive, para a prática de diversos ilícitos, tais como: falsificação de notas fiscais; não emissão de nota fiscal na operação de venda de mercadoria tabagista; o não desconto, nem o recolhimento de ICMS incidente, oque causou prejuízo à ordem tributária e ao patrimônio público federal e estadual; a comercialização de cigarro produto de crime de sonegação fiscal e duplicata simulada; corrupção da policial federal e policiais militares para vazarem informações sigilosas e deixarem de executar dever de ofício (efetuar prisão e apreensão); aliança com facções criminosas para comercializar a mercadoria do grupo nos territórios dominados; õ envio de valores ao exterior (através de dólar-cabo) sem declaração; prática de atos de branqueamento de capital no país e no exterior, movimentando, de forma dissimulada e oculta. FONTE: Ministério Público Federal

Polícia tenta prende chefão do CV na Região Central do Rio

A Polícia Ciivl do Rio faz uma operação para prender o líder do tráfico de drogas nos morros do Fallet-Fogueteiro, na Região Central do Rio,, Paulo César Baptista de Castro, o Paulinhozinho ou Joaquim, e desarticular o sistema financeiro da facção Comando Vermelho (CV).   Investigações apontam que o traficante que tem 93 anotações criminais, estaria escondido em um imóvel no bairro do Rio Comprido. A investigação aponta que o local também seria utilizado como ponto de armazenamento de drogas e armamento pesado, pertencentes à facção criminosa. Foi achada uma casa com itens de luxo como uma banheira de hidromassagem . Além de chefiar o tráfico de drogas na comunidade do Fallet-Fogueteiro, o criminoso exerce papel de liderança estratégica e financeira na organização, sendo um dos responsáveis pela chamada “caixinha do Comando Vermelho”, que financia invasões armadas, aquisição de armamento e manutenção da estrutura criminosa. As três pessoas foram presas durante a operação . A investigação aponta, que o trio é oriundo do estado do Amazonas e atuava como elo entre os traficantes da região Norte e membros do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Os aparelhos celulares e notebook apreendidos, nesta segunda, passarão por perícia. As investigações continuam para desarticular a facção e localizar todas suas lideranças. FONTE: Polícia Civil do RJ

Suspeitos de movimentar R$ 1,5 milhão do CV para financiar caixinha da facção tentaram ser soltos alegando doenças e até tentativa de suicídio mas não conseguiram

Dois suspeitos que movimentaram juntos cerca de R$ 1,5 milhão para o COmando Vermelho tentaram se livrar da prisão mas não conseguiram. Um deles praticou 1.068 vezes o crime de associação para o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro e alega que enfrenta problemas psiquiátricos e tentativas de suicídio. Já o outro, praticou esses crimes 1.144 vezes mas diz que é idoso e com comorbidades (ferida no pé decorrente da diabetes e sem tratamento adequado), sustenta esposa, filha e três netos menores. Segundo as investigações, que geraram processo sigiloso em 2024, os dois teriam realizado atividades de branqueamento de capitais, movimentando R$ 1.573.950,77, oriundo de crimes praticados pelo Comando Vermelho. Atuação que teria, em princípio, viabilizado o abastecimento financeiro da organização, bem como da denominada “Caixinha do CV” – fundo coletivo composto por repasses periódicos efetuados pelos responsáveis pelos pontos de venda de drogas, as chamadas “bocas de fumo”. Ressalta-se que este fundo teria por finalidade financiar a expansão territorial da facção criminosa e sustentar atividades ilícitas, incluindo “(i) a compra e financiamento de armas de fogo, munições e drogas; (ii) a concessão de empréstimos e investimento em tomada de território e/ou recomposição financeira; (iii) o pagamento de “pensão” aos membros da facção privados de liberdade; e, ainda, (iv) o pagamento de propinas a agentes públicos. A prisão deles foi decretada no dia 18.12.24, e cumprida na data de 15.01.25. Segundo a Justiça, não foi evidenciada estarem os indiciados com extrema debilidade motivada por doença grave, na forma do permissivo legal. Impetração que igualmente não logrou demonstrar eventual deficiência quanto ao tratamento médico por parte da SEAP. FONTE: TJ-RJ

Polícia Federal apreendeu bens de luxo em operação contra quadrilha que aplicou golpe milionário da pirâmide financeira (VEJA FOTOS DOS CARRÕES)

Policiais federais apreenderam embarcações; veículos de luxo;, relógios, joias; dinheiro, em espécie;, criptomoedas; computadores; celulares; em operação Fantasos para reprimir golpes financeiros e lavagem de dinheiro por meio de criptoativos. Policiais federais cumprem 11 mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Petrópolis/RJ e Angra dos Reis/RJ. Além das ordens judiciais em questão, a Justiça Federal também determinou o sequestro de bens e valores até o montante de R$ 1,6 bilhão. O principal investigado foi apontado como articulador de um esquema fraudulento internacional do tipo Ponzi, por meio de uma empresa que arrecadou mais de US$ 295 milhões entre dezembro de 2016 e maio de 2018, lesando milhares de investidores ao redor do mundo. As investigações contaram com o apoio das agências estadunidenses FBI (Federal Bureau of Investigation), HSI (Homeland Security Investigations) e IRS-CI (Internal Revenue Service Criminal Investigation). A ação de hoje visa a coleta de provas para reforçar a investigação, a identificação de outros envolvidos no esquema criminoso e a recuperação de bens e ativos adquiridos com o proveito dos crimes. FONTE; Polícia Federal

Milicia de Belford Roxo alvo de operação hoje movimentou R$ 8 milhões em pouco mais de um ano

A Policia Civil do Rio faz hoje operacão contra lavagem de dinheiro de uma milicia de Belford Roxo. As investigações descobriram grandes movimentações financeiras incompatíveis com as rendas declaradas dos investigados e realizadas em um curto período. O esquema era comandado pelo líder da milícia dos bairros Babi e Sargento Roncalli.os Os criminosos usavam distribuidoras de gás e empresas de internet como fachada para inserir no mercado formal recursos oriundos de extorsões, tráfico de drogas e homicídios praticados pela milícia. O esquema movimentou mais de R$ 8 milhões em pouco mais de um ano, sem apresentar capacidade financeira lícita para justificar os valores. Outro ponto que chamou atenção dos agentes foi a descoberta da participação de ex-militares das Forças Armadas, que, apesar de declararem rendas de R$ 1,6 mil a R$ 3 mil, realizaram operações bancárias que ultrapassaram centenas de milhares de reais, com repasses diretos a membros ligados ao chefe miliciano. O esquema envolvia familiares próximos e diversos laranjas, que receberam valores e contribuíram para a ocultação dos recursos ilegais. Parte da receita da venda de gás na região e da prestação de serviços de internet banda larga eram usadas para financiar crimes. A milicia táticas sofisticadas de lavagem de dinheiro, pulverizando os valores ilícitos em contas diversas, realizando depósitos fracionados, utilizando empresas, parentes e terceiros para mascarar a origem e destino dos recursos. Os negócios se apresentavam como atividades comerciais legítimas, dificultando a identificação dos fluxos ilícitos. FONTE: Polícia Civil do RJ

PCC lava dinheiro em postos de gasolina no RJ

A Policia Civil.do Rio interditou postos de gasolina na capital e São Gonçalo usados para lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) De acordo com as investigações, os estabelecimentos fiscalizados fazem parte de um esquema mais amplo e articulado da facção. O mercado de combustível é utilizado como pano de fundo para práticas criminosas, como a lavagem de dinheiro e a expansão das operações no estado do Rio. Segundo os agentes, além da ausência de licença para operar, foi identificada a venda de combustíveis adulterados. Durante as diligências, dois postos de combustíveis foram interditados e lacrados, sendo um em Cascadura, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e outro em São Gonçalo, na Região Metropolitana. A interdição ocorreu pelo funcionamento sem licença da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e comercialização de combustíveis adulterados. Os funcionários dos estabelecimentos foram conduzidos para prestar esclarecimentos e os proprietários responderão por crime contra a ordem econômica e contra as relações de consumo. FONTE: Polícia Civil do RJ

Apenas de 10% a 15% do faturamento do CV advém da venda de drogas. O restante é proveniente da cobrança de taxas a moradores e exploração de serviços, além dos roubos de cargas e veículos, disse secretário da Polícia Civil do RJ

Em entrevista a uma emissora de rádio nesta semana, o secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, afirmou que apenas de 10% a 15% do faturamento do Comando Vermelho provém da venda de drogas. O restante, segundo ele, é proveniente da exploração de serviços como gás, internet, TV a cabo, além da cobrança de taxas de comerciantes e moradores, no que ele chamou de miliciazação do tráfico de drogas. Os bandidos também faturam alto com os roubos de cargas e de veículos. 90% dos roubos de cargas e 80% dos veículos sãon praticados por facções criminosas. “Não são quadrilhas especializadas. As próprias facções têm entre seus integrantes pessoas que cortam os veículos que clonam ou que destinam as cargas. O roubo de cargas traz liquidez imediata já que as mercadorias são repassadas para comerciantes dentro das próprias comunidades”, disse. Sobre o esquema de lavagem de dinheiro do CV com o PCC, ele explicou que os valores saíam do banco digital criado pelas duas facções e ia para regiões da fronteira com o Paraguai e a Bolívia e voltava por emio de empresas de fachada, sendo revertido para a compra de armas e drogas e também para a caixinha do CV que é uma espécie de poupança da facção para financiar a compra de armas, drogas e uma espécie de previdência que sustentava parentes de presos e parentes de lideranças do grupo. O dinheiro movimentado neste esquema de lavagem era proveniente da venda de drogas e também da cobrança de taxas de moradores e comerciantes,. Os depósitos eram feitos sempre com notas de pequeno valor, FONTE: Polícia Civil do RJ

Banco digital criado pelo PCC e o CV para lavar o dinheiro do crime movimentou mais de R$ 1,7 bilhão em cinco meses

O banco digital criado pelas facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho para lavar o dinheiro ilícito movimentou R$ 1,7 bilhão entre janeiro e maio de 2024, segundo investigações da Polícia Civil fluminense A instituição financeira tinha como sócio oculto um cunhado de um integrante do PCC, que está preso . A polícia identificou a participação de diversos indivíduos, muitos deles sem antecedentes criminais, que atuariam como mulas financeiras, fazendo depósitos em espécie para empresas suspesitas. Os depósitos eram fracionados possivelmente para evitar a detecção. Eles eram feitos em diferentes agências bancárias para dificultar o rastreamento. A polícia considera a investigação a maior já deflagrada no Rio em termos de lavagem de dinheiro. A movimentação total chegou a R$ 6 bilhões em um ano, A operação de ontem para desarticular o esquema visava cumprir 46 mandados de busca e tanto na capital fluminense quanto em municípios do estado de São Paulo. Duas pessoas foram presas. Uma mulher foi presa em flagrante com uma celular roubado. Em São Paulo, um homem foi preso em cumprimento de mandado prisão por organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, evasão de dívidas, uso de documento falso e operação de instituição financeira ilegal. FONTE:> Polícia Civil do RJ

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