Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

lavagem de dinheiro

Investigação revela esquemão do jogo do bicho entre Espírito Santo, interior do RJ e SP

Investigações revelam a relação entre o jogo do bicho do Espírito Santo com o do Noroeste Fluminense e o Estrado de São Paulo Segundo a denúncia ofertada pelo Ministério Público as bancas de jogo do bicho situadas nos municípios de Vitória, Cachoeiro do Itapemirim e Itaperuna agiam diretamente interligadas, na seguinte forma: todas as “descargas” (apostas de risco) das bancas situadas em Vitória e Cachoeiro do Itapemirim eram direcionadas para a Banca de Itaperuna, que além de dar o suporte financeiro para as bancas capixabas, também seria a responsável pela difusão dos resultados decorrentes dos sorteios do jogo do bicho, tendo em vista que a mesma estava diretamente ligada ao Estado de São Paulo, de onde emanava os resultados para os Estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais”. Os envolvidos movimentavam uma grande quantidade de dinheiro. Um deles adquiriu a propriedade de 15 imóveis de alto padrão no montante de R$ 5.400.000,00 e três veículos, oriundos também da atividade do jogo do bicho e outros crimes como agiotagem. Eles lavavam dinheiro também em cavalos. O chefe da quadrilha seria proprietário de 112 animais, além de 3 cavalos em condomínio. fonte: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja detalhes da investigação que apontou lavagem de dinheiro do CV entre o Rio e Amazonas. Chefão do crime no Norte do país se esconde na Nova Holanda

A investigação da Polícia Civil que resultou na deflagração ontem de uma operação contra a a lavagem de dinheiro da facção crminosa Comando Vermelho aponta que o dinheiro obtido com o tráfico da organização” no Rio de Janeiro seria lavado por intermédio de depósitos bancários em favor de contas tituladas por pessoas jurídicas localizadas em regiões de fronteira do Estado do Amazonas. As pessoas jurídicas beneficiadas seriam fictícias ou reais, mas que emprestariam suas contas para a passagem do dinheiro sujo, valor dissociado de sua atividade-fim, de forma a ocultar sua origem. Os traficantes Mano Kaio e Silvinho seriam líderes do Comando Vermelho do Amazonas no Rio de Janeiro. Rafael, Manoel, Ednelson, Felipe e Luciana seriam traficantes colaboradores depositantes dos valores oriundos do tráfico. Antônio, Raimundo, Alcides, André Luiz, Andre Luis, Maria de Fátima, Antônio Carlos, Patrick, Francisco, Simone, Valmir, Tatiane e Kássia seriam donos ou gestores das empresas destinatárias dos depósitos. Pablo e Flor seriam destinatários finais dos valores. Joseane, Maria do Socorro e Lilian seriam familiares colaboradores ou “laranjas”. Mano Kaio seria fugitivo da Justiça do Estado do Amazonas e estaria escondido na Comunidade “Nova Holanda”, aderindo ao tráfico local.Teria se utilizado de terceiros para a dissimulação da origem do dinheiro oriundo do tráfico. Sua participação e liderança estão indiciadas pela quebra telemática retratada, exemplificativamente, com fotografias indicando que ele seria líder do tráfico armado local. A quebra telemática de sua companheira teria revelado movimentação de altas quantias, além de fotografias que indiciam o papel de liderança de Kaio no tráfico e o elo do casal nas atividades. Dados retratados às da denúncia indiciam a complexidade das operações realizadas por ambos Silvinho também usaria terceiros para a prática do crime de lavagem. Rafael seria outro intermediário nos depósitos dos valores, tendo, em tese, adquirido veículos em valores muito acima de sua capacidade financeira. Há planilhas de transações financeiras indicando movimentações suspeitas de vultosas quantias. Ednelson também teria realizado inúmeros depósitos em prol de pessoas jurídicas e outras contas vinculadas aos envolvidos. As transações dele foram superiores a R$ 170.000. A empresa de Alcides recebido depósitos em valores superiores a R$ 640.000,00 de traficantes. Os dois Andrés (um deles policial) atuariam igualmente, como gestores de empresas destinatárias de depósitos oriundos do tráfico, cobrando uma taxa de 2% por essa atividade, dividida entre os dois. Luciana teria sido responsável por 10 (dez) depósitos em espécie oriundos de Rafael e Ednelson. Patrick seria responsável por empresa sediada em Cascavel/PR, destinatária de depósitos realizados por traficantes fluminenses. Simone utilizava de empresa de colchões, também com sede em Cascavel/PR, para fazer movimentações bancárias atípicas. Os depósitos em espécie na empresa gerida por Pablo chegariam a valores superiores a R$ 2.724.000,00. Kássia teria, inclusive, emprestado seu nome para que ele comprasse motocicleta, Joseane, companheira de Mano Kaio, auxiliaria na transmissão de ordens de seu marido, bem como especificaria as contas participantes do esquema de lavagem, contando com transações financeiras atípicas A empresa de Antônio e Maria do Socorro teria movimentado, em cinco meses, valores superiores a R$ 3.000.000,00. Dibh seria depositante de valores, tendo realizado ao menos dois depósitos em espécie em prol de pessoas jurídicas implicadas, em tese, no esquema criminoso. A investigação aponta indícios da prática de graves crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, tendo como crimes antecedentes o tráfico interestadual de drogas e sua associação. A apuração aponta para mais de 20 envolvidos e uma complexidade do esquema de lavagem de dinheiro com múltiplas transações financeiras, envolvendo cifras milionárias, utilização de várias pessoas jurídicas distintas, em diversos estados federados, como Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Amazonas, além do envolvimento de cidadãos estrangeiros e líderes do tráfico com atuação nacional (ao menos nas regiões sudeste, sul e norte) FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro e Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Chefão da Cidade de Deus (CV) montou esquema de lavagem de dinheiro em estados fora do RJ onde ficou preso que tinha como laranjas até advogados de Fernandinho Beira Mar

Inquérito policial aponta para suposta prática de lavagem de dinheiro perpetrada pelos integrantes do Comando Vermelho, associação criminosa para o tráfico atuante na comunidade da Cidade de Deus. Foram apurados diversos atos cartorários realizados por Ederson José Gonçalves Leite, vulgo Sam, líder da facção na Cidade de Deus, e por seus procuradores e pessoas do seu relacionamento, nos estados do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte e Rondônia, locais em que o bandido esteve aprisionado em estabelecimentos federais. A partir disso elaborou-se relatório de análise de vínculos criminais, familiares, empresariais, imobiliários, procuratórios e de visitação penitenciária, no qual foi possível verificar o modus operandi da organização criminosa na ocultação e dissimulação de capitais provenientes do tráfico de drogas. Um homem nomeado procurador de Sam foi Sócio Administrador de de um posto de gasolina , cuja sociedade era composta por familiares, entre eles advogados do megatraficante Luiz Fernando da Costa, vulgo Fernandinho Beira-Mar e de Marcos Marinho dos Santos, vulgo Chapolin, também integrantes do Comando Vermelho. Sam nomeou uma mulher como sua procuradora para cuidar das questões envolvendo seu casamento e, por óbvio, as questões patrimoniais dele decorrente, apesar do bandido manter uma união estável com outra. Conforme resposta do 3º Serviço Notarial de Mato Grosso do Sul/Campo Grande, um cunhado de Sam. era sócio de uma empresa fornecedora de sinal de internet. Essa firma presta serviço de internet dentro da Comunidade dominada por Sam e seus comparsas, Verificou-se ainda que um sobrinho de Sam é ligado a uma empresa de comércio de alimentos (um açougue), que tinha um capital social de R$ 20,000,00. A empresa era de fachada para emissão de notas fiscais e movimentação financeira da quadrilha investigada, eis que sequer declarava qualquer transação, lucros e dividendos etc. A sociedade movimentou R$ 522.666,74 em transações financeiras com notas fiscais que alcançaram a soma de R$522.666,74. O relatório aponta ainda um imóvel na Taquara em nome de uma ex companheira de Sam, adquirido pelo valor de R$ 350.000,00. O A ex-mulher do criminoso ainda seria proprietária de um bar e restaurante, , com capital social de R$ 10,000,00. No mesmo endereço do imóvel funcionaria uma outra empresa. O local foi usado para dezenas de transações e aquisições de bens. Sam também adquiriu um imóvel em Senador Camará no valor de R$ 100 mil, colocado em nome de uma outra ex-mulher dele. A filha de Sam registrou ainda em nome de outras pessoas, um imóvel no Mato Grosso do Sul onde o traficante ficou preso. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima