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jogo do bicho

Preso mais um envolvido em atentado contra contraventor

A Polícia Civil prendeu Adriano Carvalho de Araújo, suspeito de envolvimento no atentado contra o contraventor Vinicius Drumond. A operação também resultou em mandados de busca e apreensão contra outros quatro investigados um homem que está foragido e teria monitorado a vítima utilizando carros clonados. O ataque ocorreu em 11 de julho, na Barra da Tijuca, quando o carro blindado de Drumond foi alvo de cerca de 30 disparos de fuzil calibre 7,62 mm, efetuados de um Honda HR-V blindado e adaptado com seteiras. Com a prisão de Adriano, já são três os suspeitos detidos, e as investigações continuam para identificar todos os envolvidos no crime, incluindo executores, mandantes e a motivação por trás da tentativa de homicídio.

Ex-deputado estadual é suspeito de envolvimento em exploração de máquinas caça-níqueis na Região dos Lagos

O Ministério Público Estadual do Rio cumpre hoje seis mandados de busca e apreensão contra supostos integrantes de uma organização criminosa voltada à exploração de jogos ilegais (caça-níqueis) e à lavagem de dinheiro. A Operação Sete da Sorte tem como alvos endereços localizados no município de Saquarema, na Região dos Lagos. Entre os investigados estão o ex-deputado estadual Paulo Melo e um empresário do ramo de bares. As investigações do GAECO/MPRJ tiveram início a partir de denúncia que apontava a atuação de um conhecido político da Região dos Lagos no arrendamento de diversas máquinas caça-níqueis para exploração em estabelecimentos de uma rede de bares em Saquarema. O objetivo das diligências é apreender dispositivos eletrônicos e documentos relacionados à prática de jogos de azar, visando ao aprofundamento das apurações. Os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara de Organização Criminosa da Capital.

PM suspeito de envolvimento em atentado a bicheiro se entregou à polícia

O policial militar Luiz César Cunha, suspeito de participar do atentado contra o bicheiro Vinicius Drumond, no último dia 11, se entregou na manhã desta segunda na 22ª DP (Penha). Ele será encaminhado para a Delegacia de Homicídios da Capital, na Barra da Tijuca, para ser interrogado. A polícia já tinha prendido o ex-PM Deivyd Bruno Nogueira Vieira, o Piloto, e pediu a prisão de outros investigados: Adriano Carvalho e Rafael Ferreira, conhecido como Cachoeira. Ambos são considerados foragidos. Vinicius Drumond é apontado como um dos membros da nova cúpula do jogo do bicho do RJ. O ataque ocorreu por volta das 11h na Avenida das Américas, a principal do bairro, perto da Estação Ricardo Marinho do BRT. De acordo com as investigações, depois do atentado, os automóveis envolvidos na ação criminosa seguiram pela Avenida das Américas e acessaram a Avenida Lúcio Costa, a partir de onde passaram a traçar caminhos distintos. O carro de onde partiram os tiros foi encontrado no bairro de Guaratiba, abandonado, com um dos pneus estourado, enquanto o outro foi para o município de Duque de Caxias. Segundo a Polícia, após abandonarem o automóvel em Guaratiba, seus ocupantes, todos portando armas longas e balaclavas, abordaram a proprietária de um outro veículo e a obrigaram a transportá-los até Nova Iguaçu, às margens da Rodovia Presidente Dutra. Lá, eles foram “resgatados” por outro integrante da organização criminosa. Deivyd Bruno Nogueira Vieira, vulgo “Piloto”, de 38 anos, foi localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No ano passado, o suspeito foi expulso da PMERJ após ficar comprovado o seu envolvimento nos crimes de receptação de veículo roubado e tráfico de drogas. Além do cumprimento do mandado de prisão temporária expedido a partir da investigação da DHC, ele também foi autuado em flagrante por porte de arma de uso restrito, já que portava uma pistola calibre 9mm sem autorização. Deivyd, o “Piloto” e Rafael Ferreira, o Cachoeira, também seriam suspeitos de participação do assassinato do advogado Rodrigo Marinho Crespo, no Centro do Rio em fevereiro de 2024, e fazem parte de uma organização criminosa atuante em Duque de Caxias, Cachoeira chegou a ser preso em 2022 por participar do sequestro de uma mulher, em Nilópolis. A vítima era parente de um homem que atuava no comércio de cigarros ilegais — negócio dominado pelo contraventor “Adilsinho” (que possui dois mandados de prisão, sendo um por Organização Criminosa e outro por Homicídio). Cachoeira também é citado num funk criado por integrantes da quadrilha de Adilsinho para comemorar o homicídio de Marquinhos Catiri, miliciano que era rival do bicheiro.

Como a quadrilha de contraventor fez parcerias com a milícia e o tráfico no Rio

Saiba agora como anos atrás a quadrilha do contraventor Adilsinho buscou aproximação com milicianos e traficantes de drogas. O bando se valia da estrutura de medo e coação que tais grupos exercem em suas áreas de domínio para conseguir obrigar os comerciantes daquelas áreas a, apenas, venderem as marcas e cigarros da organização. Sobre a milícia, o conluio foi com bandidos da comunidade do Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes. Em uma mensagem, um integrante da quadrilha, vulgo Serginoh, Francisco Sergio Simões deixou evidente que havia se reunido com o responsável da área conhecida como “Terreirão” e negociado a inclusão do cigarro Club One. Há menção de que na Avenida Gilka Machado, que margeia a comunidade do “Terreirão” tudo seria Club One. “Ae, hoje eu fui no terreirão lá, eu, Renata. A gente conversou com o cara lá, o p… lá. O cara vai botar o onix lá mané, esse Club One lá. Entendeu? Porque lá, na Gilka Machado, é tudo Club One. Eu acho que a gente vai começar o seguinte, a levar para ele lá, entendeu? Ele disse que vai começar com pouca, vai começar com umas dez, quinze, entendeu?! Para começar. Depois ele vai ver se amplia lá, entendeu? Mas o … esse Club One é o seguinte, é só lá mesmo, entendeu? Esse outro aí, em Curicica, nego só quer esse outro aí mané, não tem jeito” Os integrantes do bando de Adilsinho que exploravam máquinas caça-níqueis também buscaram aproximação com os milicianosEm uma situação, um homem chegou a uma comunidade da milícia e perguntou quem era o dono ou o frente. Um outro respondeu que não era o dono que eram dois policiais. O mensageiro, porém, havia ido propor a eles um negócio que poderia aumentar as receitas da milícia. E fez a oferta: “Seguinte, a gente quer colocar umas maquininhas de caça-níquel aqui. Vocês fazem o recolhe, ganham um porcentual”. Em relação ao tráfico de drogas, a aproximação foi com bandidos da comunidade Nova Campinas, em Duque de Caxias. No começo, os traficantes não deixaram os cigarros entrarem lá. Houve atrito mas entrarem em um acordo e botaram um membro lá para fazer o trâmite de buscar mercadoria e levar o dinheiro. FONTE: MPRJ

Coronel e dois majores da PM são suspeitos de ligação com bicheiro recentemente preso no Rio

Um coronel da PM é suspeito de ligação com a quadrilha do bicheiro Marcelo Cupim, que foi preso recentemente no Rio de Janeiro. Segundo informações da Justiça fluminense, no processo que vai julgar integrantes do bando, foram decretados mandados de busca e apreensão no endereço do oficial bem como de dois majores da PMERJ Outros locais que fizeram buscas foram nos bingos Cascadura, Valadão e Botafogo. Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas por fazerem parte da organização criminosa comandada por Cupim. Chegou-se a ser pedida até ajuda da Interpol para captuar os envolvidos. Cupim comandava uma estruturada e perene organização criminosa em atuação no Estado do Rio de Janeiro que explora jogos de azar através de específico modus operandi, fundamentado em dois pilares essenciais, a saber, a corrupção de agentes públicos e a violência contra opositores e concorrentes. Cupim se autointitulava dono” da área onde se situava o Bingo Nova Cascadura explorado pela quadrilha, e que receberia da organização criminosa o pagamento de taxa denominada “chão” para a exploração de jogos de azar na citada região do bairro de Cascadura, responsabilizando-se, em contrapartida, por interceder junto a policiais civis e militares corruptos para a liberação de tais estabelecimentos. Cupim arrendou parte da região de Cascadura, a qual, originariamente, pertenceria ao contraventor Piruinha (já falecido). Ele passou a ser responsável pela exploração dos pontos de jogo de bicho na Zona Norte do Rio de Janeiro, principalmente nos bairros: Madureira, Cascadura e Pilares. FONTE: TJ-RJ

Como a máfia dos cigarros corrompia policiais no Rio

Uma investigação antiga revelou que a quadrilha do contraventor Adilsinho estabeleceu relações promíscuas com agentes públicos incumbidos do setor de segurança pública. Segundo a apuração, o estabelecimento de vínculos ilícitos com agentes do Poder Público foi essencial para que o engenho criminoso pudesse ser desenvolvido de forma frutífera, mas com agentes públicos fazendo “olhos cegos e ouvidos moucos” para as infrações penais cometidas Tal inércia estatal foi conseguida mediante o pagamento de valores a título de corrupção a agentes públicos. O pagamento de quantias para que agentes públicos deixassem de reprimir os delitos praticados pela quadrilha chegou a ser inserido nas despesas do faturamento do bando. Em uma conversa interceptada, um membro da quadrilha orientou o pagamento de R$ 12.000,00 para o “batalhão” (PMERJ) e de R$ 3.000,00 para “DP” (Delegacia de Polícia – PCERJ). “Pede para pegar o valor de quinze mil, Doze mil ele vai botar em despesa, que é o batalhão, e três mil DP. Vai ter que pegar quinze mil e mandar para mim”. Em outro diálogo, um integrante falou expressamente sobre pagamento de doze mil reais para membros da polícia militar (mencionada como “carro azul”, em referência a uma das cores dos veículos padrões da PMERJ) e três mil reais para integrantes da polícia civi (mencionada como “carro preto”, em referência a uma das cores dos. “Cara, eu coloquei doze mil carro azul e três mil carro preto”veículos padrões da PCERJ) Um homem conhecido como Cabeça fazia a linha de frente com a integrantes corruptos da Polícia Militar e da Polícia Civil, sendo o responsável pela entrega dos valores pagos a título de corrupção. Embora embora não houvesse uma correspondência imediata entre “casa amarela” e Delegacia de Polícia Civil, esta ficou muito evidente quando se constata que os prédios da 59a Delegacia de Polícia e 62a Delegacia de Polícia – situadas no Município de Duque de Caxias/RJ – são amarelos, ou seja, “casas amarelas ]E era justamente na 59ª DP que Cabeça possuía contato com policiais civis intermediar a liberação de cigarros apreendidos. Mesmo com o pagamento de verbas espúrias a agentes públicos, por vezes cigarros do bando eram apreendidos e membros da quadrilha eram abordados por policiais. Quando a apreensão de cigarros era realizada por policiais civis da 59a DP ou da 62a DP, Cabeça era acionado para que pudesse fazer contato com agentes público e, assim, obter a ilegal liberação da mercadoria. Em uma situação, Cabeça foi acionado em razão de uma apreensão de cigarros e da necessidade de liberação das respectivas caixas. Na troca de mensagens, Cabeça chegou a falar que deveriam procurar um policial lotado na 59ª DP. Ao menos outras duas situações de apreensão de mercadoria por policiais civis – desta vez da 62a DP – foram relatadas pelo colaborador premiado. Em tais situações, o colaborador premiado narrou que teve cigarros apreendidos por policiais civis e que, por conta disso, buscou a um comparsa para saber como deveria proceder. Naquelas oportunidades, esse comparsa determinou que o colaborador premiado entrasse em contato Cabeça, que este guiaria o segundo na recuperação dos cigarros apreendidos. Em ambas as oportunidades, Cabeça orientou o colaborador premiado a procurar pelo policial civil então lotado na 62a DP. O colaborador premiado teve contato pessoal com o citado policial civil e, nas duas oportunidades, obteve a devolução dos bens apreendidos, mas sem qualquer formalização da restituição. Em uma das situações o colaborador chegou a pagar uma “cerveja” (pagamento de dinheiro) para o policial.Houve um caso que dois integrantes da quadrilha sofreram abordagem policial quando estavam descarregando cigarros com milciianos. Eles estavam armados e com muito dinheiro. Mas os envolvidos não tiveram qualquer anotação criminal, o que o que indica a realização de “acerto” entre os policiais e tais increpados.O pagamento de verbas ilícitas à integrantes da polícia militar também permitia que a ORCRIM obtivesse um tratamento ilícito privilegiado quando seus membros sofressem abordagem por tais agentes de segurança pública, sem que fossem realizadas as devidas prisões em flagrante e apreensão de mercadorias Essa conclusão fica evidente quando se analisa conversa entre um membro da quadrilha e uma PM na qual esta orienta ao primeiro sobre como os “operadores” devem proceder ao serem abordados em policiamento ostensivo . “porque o pessoal do Caxias Presente, a gente trabalha Junto com o SEGOV, que são uns malucos que tem um sistema lá, que joga o nome da pessoa e busca tudo que a pessoa tem, na hora pô, on line. E depois que jogado filho, a gente não tem o que fazer não. Que vai ficar no sistema lá que a gente consultou. Fala: consultou e aí? Entendeu? Liberou? Perdeu um dinheiro para liberar? A culpa vai cair em cima da gente. Então fala que, quando for assim, nem entregar o documento, desenrolar antes, dar o papo antes” FONTE MPRJ

Ex-PM foi preso suspeito de participar de atentado contra bicheiro

A Policia Civil prendeu um suspeito do atentado contra o contraventor Vinicius Drumond. Deivyd Bruno Nogueira Vieira que é ex-policial militar, foi localizado em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Ele foi expulso da corporação após praticar receptação de veículo roubado e tráfico de drogas. Além do cumprimento do mandado de prisão temporária expedido a partir da investigação da DHC, ele também foi autuado em flagrante por porte de arma de uso restrito. De acordo com investigações da Delegacia de Homicídios da Capital, também participaram do atentado Rafael Ferreira Silva, o Cachoeira, Adriano Carvalho de Araújo, e o policial militar da ativa Luís César da Cunha, lotado no 15º BPM. De acordo com as investigações, dois veículos seguiram o carro do contraventor após ele deixar um shopping center da Barra. Enquanto transitava pela Avenida das Américas, o carro da vítima foi atacado por pelo menos 30 disparos de fuzil. Os tiros partiram do interior de um automóvel blindado, com estrutura especialmente preparada para ação, incluindo “seteiras” nos vidros das quatro portas. A vítima do atentado sofreu apenas lesões leves, devido à blindagem do veículo que conduzia. Os automóveis diretamente envolvidos na ação criminosa seguiram pela Avenida das Américas e acessaram a Avenida Lúcio Costa, a partir de onde passaram a traçar caminhos distintos. O carro de onde partiram os tiros foi encontrado no bairro de Guaratiba, abandonado, com um dos pneus estourado, enquanto o outro foi para o município de Duque de Caxias. Após abandonarem o automóvel em Guaratiba, seus ocupantes, todos portando armas longas e balaclavas, abordaram a proprietária de um outro veículo e a obrigaram a transportá-los até Nova Iguaçu, às margens da Rodovia Presidente Dutra .Lá, eles foram “resgatados” por outro integrante da organização criminosa.  A investigação demonstrou que os autores iniciaram a empreitada criminosa em Duque de Caxias e para lá retornaram, percorrendo uma distância superior a 60 quilômetros. Houve a arrecadação e análise de diversas imagens de câmeras de segurança, que permitiram demonstrar, até o momento, que os envolvidos monitoraram a vítima nos dias que antecederam à ação, e permitiram, também, refazer todo o percurso dos veículos antes e após o crime. Identificou-se, ainda, que dois dos indivíduos alvos da ação deste sábado fazem parte de uma organização criminosa atuante em Caxias, sendo ambos investigados também pela participação na execução do advogado Rodrigo Marinho Crespo, ocorrida em fevereiro de 2024, no Centro do Rio.

Chegou para o MP denúncia de que contraventor alvo de atentado ontem na Barra teria supostamente se reunido com outros bicheiros em março para tramar mortes e atrapalhar investigações da DH sobre homicídios. Caso, no entanto, foi arquivado

O MPRJ recebeu uma denúncia (Notícia de Fato (Peça de Informação) nº 02.22.0010.0027033/2025-21) que foi arquivada de que no dia 10 de março deste ano o contraventor Vinicius Drumond teria participado de uma reunião na Barra da Tijuca com outros bicheiros. Ele foi alvo de atentado ontem na Barra da Tijuca. Na ocasião, todos teriam chegado acompanhados de muitos carros com muitos seguranças, sendo muitos deles supostos matadores de aluguel. A suposta reunião teria sido para tratar sobre como atrapalhar e ter mais acesso pra travar mais as investigações dos homicidios do grupo na Delegacia de Homicídios e tambem trataram sobre matar outros desafetos da quadrilha. A denúncia diz que no encontro teria ocorrido um desentedimento entre Drumond e um bicheiro por causa das cobranças sobre postura que esta trazendo exposição para o grupo e riscos de prisões pelas mortes que eles teriam cometido. O MP recebeu ainda que o grupo teria conversado tambem sobre alguns desafetos que poderiam estar atrapalhando e o bando estaria organizando as mortes destes opositores. O denunciante disse que se a delegacia e o MP fosse rápido até o condomínio poderia pegar as câmeras de acesso e filmagem de dentro do conjunto e confirmar que essas informações eram verdadeiras e ver o grupo todo junto se reunindo para tramar novas mortes Segundo os autos, o Ministério Público disse ter verificado que a dinâmica dos fatos não se baseou em nenhum elemento que permita a verificação da materialidade, com ausência de testemunhas. Assim, o comunicante não conseguiu estabelecer uma narrativa coerente e lógica, nem apresentou elementos mínimos que permitissem definir um ponto de partida para a persecução penal. Além disso, a notícia-crime é anônima; portanto, devido à ausência de dados qualificativos do denunciante, não foi possível localizá-lo. Por isso, a Ouvidoria não recebeu a denúncia anônima quando esta for desprovida de elementos probatórios mínimos e carecer de fundamentação. Deixo de cumprir o disposto na Resolução GPGJ n. 2.573/2024 pelas seguintes razões: 1. Noticiante anônimo; 2. Não há vinculação com qualquer registro de ocorrência/delegacia; 3. Não há indiciamento formal, tampouco investigação instaurada que justifique ciência das pessoas citadas. Rio de Janeiro, 19 de março de 2025 FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Carro blindado de bicheiro foi atingido por mais de 50 tiros de fuzil e ele só sofreu escoriações

O carro blindado do contraventior Vinicius Drumond foi atingido por mais de 50 tiros de fuzil no final da manhã de hoje na Barra da Tijuca O veículo ficou destruído pela lateral e vidros estourados. Vinícius teve apenas escoriações leves. Já um segurança ficou ferido. A pista foi fechada por 40 minutos e causou pânico entre os motoristas. A Polícia Civil investiga o caso; DHC já fez perícia no local. O carro usado no atentado foi achado em Guaratiba e tinha seteiras (buracos no vidro para posicionar fuzis) Vinícius integra a “Santíssima Trindade” do bicho, junto com Rogério Andrade e Adilsinho, e é apontado como o cérebro das operações ilegais da nova cúpula da contravenção no estado. Os três estavam avançando sobre áreas da família Garcia. Já dizem por aí que pode ter ocorrido um racha nesta aliança. Vinicius herdou do pai Luisinho pontos do bicho na Zona da Leopoldina, que compreende bairros como Ramos, Manguinhos, Maré, Bonsucesso, Complexo do Alemão, Penha, Parada de Lucas e Vigário Geral.

Contraventor é alvo de atentado na Barra

O contraventor Vinicius Drumond foi alvo de atentado na Barra da Tijuca, no final da manhã de hoje. O carro blindado do bicheiro foi alvo de vários disparos na Avenida das Américas, que chegou a ter um trecho fechado. Ainda não há informações se Vinicius foi ferido. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), embora não tenha havido vítima fatal na ação criminosa. A perícia foi feita no local e o veículo será levado para a sede da DHC. O alvo do ataque foi identificado e será ouvido. Agentes realizam diligências para apurar a autoria e a motivação do crime. Vinciius é filho do falecido bicheiro Luisinho Drumond, um dos maiores contraventores da história do Rio de Janeiro e durante anos patrono da escola de samba Imperatriz Leopoldinense. Recentemente, teve seu nome ligado à investigação da morte do advogado Rodrigo Marinho Crespo, assassinado no ano passado no Centro do Rio. Ele adquiria carros na mesma locadora de onde saíram automóveis usados no crime. Ele também é investigado pela morte de um homem envolvido com a contravenção em Del Castilho em 2024. Vinicius teve seu nome envolvido há alguns meses também em uma investigação sobre furto de petróleo.

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