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investigação

Escândalo de corrupção no Detran de Friburgo terá 23 denunciados. LEMBRE COMO FUNCIONAVA

Investigação revelou esquema de corrupção no posto do Detran, em Nova Friburgo, na Região Serrana Ao todo, 23 pessoas, entre servidores e despachantes, serão denuncados à Justiça por crimes de corrupção ativa e passiva, inserção de dados falsos e associação criminosa. De acordo com a investigação, servidores públicos recebiam propina de despachantes para aprovar vistorias veiculares, inclusive de automóveis com irregularidades. Os pagamentos eram feitos diretamente em espécie ou por transferência bancária via PIX. Proprietários que tentavam realizar o serviço sem intermediação enfrentavam exigências sucessivas e injustificadas até que contratassem um despachante, para possibilitar a cobrança indevida. Com autorização da Justiça, o MPRJ realizou busca e apreensão dos celulares dos servidores investigados e analisou os dados extraídos, conseguindo identificar 14 servidores e 41 despachantes envolvidos no esquema. FONTE: Ministério Público do RJ

Mulher que levantava informações de vítimas para o ‘Escritório do Crime’ é alvo de operação do MP

Uma mulher que fazia levantamentos de informações de vítimas para o grupo de extermínio ‘Escritório do Crime’ é alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio. A ação faz parte do inquérito que apura os homicídios de José Luiz de Barros Lopes, conhecido como Zé Personal, e Jocimar Soares de Oliveira, o PH, mortos a tiros em 2011. O crime está ligado à disputa de pontos da contravenção do jogo do bicho e de máquinas caça-níqueis. As investigações indicam a participação dos já falecidos Adriano Magalhães da Nóbrega, o Capitão Adriano, e Luiz Carlos Felipe Martins, o Orelha, a mando de Bernardo Bello Pimentel Barboza, atualmente foragido. Zé Personal era casado com Shanna Garcia – neta de Miro Garcia e filha de Waldomiro Paes Garcia, o Maninho. Também foi identificado o vínculo entre a investigada e Leonardo Gouvêa da Silva, o Mad, outro integrante da quadrilha. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca da Capital a pedido do GAECO/MPRJ, foram cumpridos em endereços localizados nos bairros de Marechal Hermes e Quintino Bocaiúva. FONTE: Ministério Público do RJ

Churrasco da milícia em Nova Iguaçu em fevereiro que terminou com cerca de 40 pessoas detidas, 16 ficaram presos na época mas depois 14 foram soltos

Em 24 de fevereiro, a polícia invadiu um churrasco da milícia em um sítio no bairro de Austin, em Queimados, e levou cerca de 40 pessoas para a delegacia. Na época, 16 deles ficaram presos, entretanto, a Justiça concedeu alvará de soltura para 14 deles ficando apenas dois deles na cadeia. Sete deles acabaram liberados porque foram encontrados na área de matagal, local onde foram dispensados aparelhos celulares e armas de fogo. É um nada, face o natural corre-corre diante do aparecimento da polícia no evento festivo. Os outros cinco foram soltos porque os autos não descrevem qualquer conduta criminosa, apenas, de forma genérica, imputa fatos criminosos. Aqui a inferência hospeda-se pelo simples comparecimento ao evento. Quanto aos outros dois, um foi encontrado próximo de 01 (um) revólver calibre .38mm com 04 (quatro) munições intactas no banco do motorista do Honda Civic branco, placa KPS5H08 e anotações de cobranças típicas da milícia privada. O outro, os fatos merecem um maior aprofundamento investigativo. Mas a Justiça argumentou que a denúncia não descreve qualquer comportamento dos denunciados que demonstre domínio ou posse consciente do conteúdo da bolsa ou material encontrado no veículo, tampouco registra que os denunciados tenham sido visto portando ou manipulando as armas ali encontradas. A simples presença dos documentos de identificação, por si só, não foi suficiente para presumir a posse ou propriedade das armas de fogo, carecendo mesmo a hipótese de melhores elementos informativos. A Justiça alegou ainda que ocorria um evento festivo, com inúmeras pessoas e que teria inclusive, ocorrido cobrança de ingressos dos participantes. Existe indícios que a festa realizada reunia diversos integrantes da organização criminosa. Sem embargo, via de regra, a apuração deste delito permanente exige aprofundamento investigatório. É claro que no evento havia milicianos, mas a estrutura criminosa hospeda a necessidade da inicial penal descrever minimamente a conduta do integrante. Cobrador, gerente financeiro, chefe, de que área, qual a conduta imputada, afinal não se pode descartar que nem todos que estavam na festa não integre a organização criminosa. Quanto aos dois que ficaram preso justifica-se em razão dos indícios de que os réus integrem organização criminosa, eis que que foram apreendidos além de grande quantidade de armas de fogo, veículos que haviam sido roubados, devendo-se salientar que houve apreensão de papéis da contabilidade referentes à cobrança da conhecida “taxa de segurança. Os autos apontam que parte do grupo fazia parte da milícia de Queimados e foram apreendidos no local uma arma de fogo Taurus, calibre .38mm, (ii) uma arma de fogo Taurus, calibre 40.mm, um revólver calibre .38mm uma arma de fogo Taurus, calibre .9mm, número de série ADE291808 (fls. 201); (v) uma arma de fogo Taurus, calibre .32mm, número de série 666846, (vi) uma arma de fogo Taurus, calibre .38mm, ; (vii) uma arma de fogo Taurus, calibre .380mm, (viii) uma arma de fogo Taurus, calibre .40mm; (ix) uma arma de fogo Taurus, calibre .9mm, (x) uma arma de fogo Glock, calibre .40mm, número de série AAMV324 (fls. 212); (xi) uma arma de fogo Glock, calibre .9mm, número de série ACLN381 (fls. 213); (xii) uma arma de fogo calibre .9mm, fabricante Emtan, modelo Ramon), além de 20 (vinte) munições calibre .38mm, 38 (trinta e oito) munições calibre .38mm, 81 (oitenta e uma) munições calibre .9mm, 125 (cento e vinte e cinco) munições calibre .40mm, 3 (três) munições calibre .32mm. e 69 (sessenta e nove) munições calibre .9mm, 5 (cinco) carregadores calibre .380mm, 9 (nove) carregadores calibre .40mm, 3 (três) carregadores de calibre não identificado. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Na guerra de facções no Morro dos Macacos (CV x TCP), pessoas foram executadas e os corpos não apareceram. Vítimas são dadas como vivas ainda no banco de dados da polícia

Responsável pela operação ocorrida na última semana no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, a delegada Camila Lourenço, da 20ª DP, afirmou que em razão da guerra entre facções na comunidade pessoas foram executadas e os corpos não foram encontrados, ficando por lá pela localidade. “Há mortes que foram sequer documentadas. Se formos consultar na nossa base de dados, há pessoas que constam como vivas ainda”, declarou. A policial afirmou que existe no morro um tribunal de execução formado pela cúpula do tráfico que mata desafetos e também parentes de traficantes que migraram de facção, saindo do Terceiro Comando Puro e indo para o Comando Vermelho. A delegada falou ainda que, em razão dos confrontos, a quadrilha do Morro dos Macacos sofreu um abalo financeiro, houve um aumento da prática de roubos de veículos na região. Na operação de sexta-feira, a polícia apreendeu um fuzil, carregadores, munições, drogas, roupas táticas, levou um suspeito para averigação e descobriu um cartaz com os preços das drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

CV assumiu as cobranças de taxas a moradores e comerciantes na Taquara

Segundo a Polícia Civil, traficantes do Comando Vermelho estão realizando extorsões contra comerciantes e moradores da região da Taquara, em Jacarepaguá. A investigação aponta que alguns criminosos integravam a milícia que atua na “Comunidade Meringuava” e, após a facção do “Comando Vermelho” ter avançado para a região, migraram para o grupo criminoso. Ficou constatado que esses integrantes do “Comando Vermelho” costumam realizar essas cobranças todas as sextas-feiras e policiais foram ao local, para tentar capturar os criminosos. Com.isso, foi preso Matheus Santos da Silva. Ele foi visto saindo de um bar e, após ter recebido voz de prisão, o narcoterrorista se evadiu, utilizando um veículo roubado. Os policiais civis iniciaram a perseguição e o bandido atentou contra a vida dos agentes, que utilizaram dos meios necessários, de maneira moderada, para repelir a injusta agressão. O criminoso foi alvejado de raspão, bateu com o veículo, foi preso e socorrido pelos policiais civis. Com o criminoso, foi apreendido uma pistola calibre 9mm. Contra ele, também foi cumprido um mandsdo de prisão condenatória pelo crime de roubo. Ele estava foragido da Justiça desde Junho de 2024. O veículo utilizado pelo criminoso foi roubado por integrantes do Comando Vermelho no início de março, em uma rua próxima aonde o criminoso foi abordado pelos policiais. Certa quantia em espécie oriunda das cobranças realizadas também foi apreendida. FONTE: Polícia Civil do RJ

Apenas de 10% a 15% do faturamento do CV advém da venda de drogas. O restante é proveniente da cobrança de taxas a moradores e exploração de serviços, além dos roubos de cargas e veículos, disse secretário da Polícia Civil do RJ

Em entrevista a uma emissora de rádio nesta semana, o secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, delegado Felipe Curi, afirmou que apenas de 10% a 15% do faturamento do Comando Vermelho provém da venda de drogas. O restante, segundo ele, é proveniente da exploração de serviços como gás, internet, TV a cabo, além da cobrança de taxas de comerciantes e moradores, no que ele chamou de miliciazação do tráfico de drogas. Os bandidos também faturam alto com os roubos de cargas e de veículos. 90% dos roubos de cargas e 80% dos veículos sãon praticados por facções criminosas. “Não são quadrilhas especializadas. As próprias facções têm entre seus integrantes pessoas que cortam os veículos que clonam ou que destinam as cargas. O roubo de cargas traz liquidez imediata já que as mercadorias são repassadas para comerciantes dentro das próprias comunidades”, disse. Sobre o esquema de lavagem de dinheiro do CV com o PCC, ele explicou que os valores saíam do banco digital criado pelas duas facções e ia para regiões da fronteira com o Paraguai e a Bolívia e voltava por emio de empresas de fachada, sendo revertido para a compra de armas e drogas e também para a caixinha do CV que é uma espécie de poupança da facção para financiar a compra de armas, drogas e uma espécie de previdência que sustentava parentes de presos e parentes de lideranças do grupo. O dinheiro movimentado neste esquema de lavagem era proveniente da venda de drogas e também da cobrança de taxas de moradores e comerciantes,. Os depósitos eram feitos sempre com notas de pequeno valor, FONTE: Polícia Civil do RJ

Operação no Morro dos Macacos (TCP) para desarticular ‘tribunal do tráfico’ tem detido, fuzil e munições apreendidos

Um suspeito foi detido, fuzil e munições apreendidos durante uma operação da Polícia Civil contra traficantes do Terceiro Comando Puro que atuam no Morro dos Macacos, na Zona Norte do Rio. Segundo a Polícia Civil, policiais foram atacadas por bandidos na entrada do Morro dos Macacos. Por conta da tensão na região, a Secretaria Municipal de Saúde informou que duas unidades da rede municipal de saúde em Vila Isabel suspenderam as atividades externas na manhã desta sexta-feira. A operação busca cumprir mandados de prisão contra criminosos envolvidos em roubo, tráfico, homicídios e tentativas de homicídios. As investigações duraram seis meses e apontaram um grupo dentro da facção responsável por executar criminosos rivais, bem como impor terror a familiares deles e moradores da comunidade. De acordo com os agentes, a operação tem como objetivo desarticular a narcotraficância da localidade e o tribunal de execução imposto pela quadrilha. FONTE: Polícia Civil do RJ

Banco digital criado pelo PCC e o CV para lavar o dinheiro do crime movimentou mais de R$ 1,7 bilhão em cinco meses

O banco digital criado pelas facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho para lavar o dinheiro ilícito movimentou R$ 1,7 bilhão entre janeiro e maio de 2024, segundo investigações da Polícia Civil fluminense A instituição financeira tinha como sócio oculto um cunhado de um integrante do PCC, que está preso . A polícia identificou a participação de diversos indivíduos, muitos deles sem antecedentes criminais, que atuariam como mulas financeiras, fazendo depósitos em espécie para empresas suspesitas. Os depósitos eram fracionados possivelmente para evitar a detecção. Eles eram feitos em diferentes agências bancárias para dificultar o rastreamento. A polícia considera a investigação a maior já deflagrada no Rio em termos de lavagem de dinheiro. A movimentação total chegou a R$ 6 bilhões em um ano, A operação de ontem para desarticular o esquema visava cumprir 46 mandados de busca e tanto na capital fluminense quanto em municípios do estado de São Paulo. Duas pessoas foram presas. Uma mulher foi presa em flagrante com uma celular roubado. Em São Paulo, um homem foi preso em cumprimento de mandado prisão por organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, evasão de dívidas, uso de documento falso e operação de instituição financeira ilegal. FONTE:> Polícia Civil do RJ

PCC e CV criaram banco digital para lavar o dinheiro do crime. Valores depositados eram mofados e tinham cheiro de droga

As facções criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital criaram um banco digital para lavar dinheiro ilícito, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro. De acordo com a investigação, uma jovem fez saques nesta instituição financeira, que já havia sofrido intervenção do Banco Central, no valor de R$ 15 milhões em apenas três dias. O dinheiro depositado no banco era mofado com cheiro de drogas. O PCC foi pioneiro neste tipo de engenharia financeira que acabou sendo abarcada pelo CV que, antigamente, esses valores movimentados pela facção carioca eram levados fisicamente ate a fronteira com outros países correndo risco de perdas. O CV passou então a depositar o dinheiro neste banco para evitar perdas e refoçar para a aquisição de cada vez mais de drogas e armas. Segundo delegados que participaram da investigação, os operadores financeiros recebiam valores proporocioanais aos depositados. Participavam também do esquema empresários e empresas. Seriam cerca de 30 firmas de fachada de diversos ramos como floricultura, portal contábil, empresas de transporte, de publicidade, que tinham como destinatário esse banco iegal. Foi preso em São Paulo de um operador financeiro, que já tinha mandado de prisão oriundo da Justiça Federal. Sobre a aliança entre o CV e o PCC, o chefe da Polícia Civil do RJ, delegadio Felipe Curi, afirmou que ela é estratégica e logística para fins de lavagem de dinheiro e aquisição de armas e drogas. Segundo ele, não há questão territorial em jogo, como por exemplo o PCC vir para o Rio e ocupar alguma comunidade. FONTE: Polícia Civil do RJ

Bandidos de Arraial do Cabo que participavam do ‘tribunal do tráfico’ tinham inquérito informal que apurava se a vítima merecia morrer ou não

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro faz operação hoje contra envolvidos em homicídios praticados na cidade de Arraial do Cabo.  A ação visa acabar com o “tribunal do tráfico”, na localidade de Monte Alto. Os alvos da operação são o chefe do tráfico na região e os principais executores dos homicídios. Os bandidos seriam responsáveis pela realização da chamada “prova dos cem” — uma espécie de inquérito informal conduzido pela facção para decidir se a vítima mereceria ser executada, com base em supostos delitos cometidos. Aa investigações apuram homicídios praticados contra moradores supostamente por não cumprirem às regras impostas pela facção. As vítimas teriam sido “julgadas” pelo tráfico e executadas com extrema crueldade. Os corpos eram ocultados e destruídos, com o objetivo de dificultar sua identificação e a elucidação dos crimes. O inquérito apura a tentativa de assassinato contra policiais militares, que realizavam patrulhamento na localidade no momento de uma das execuções. Os agentes foram alvo de disparos. FONTE: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro

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