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investigação

Veja como agia quadrilha da Vila Aliança (TCP) que roubava vans na Avenida Brasil. Gerente do grupo foi preso essa semana

O traficante vulgo Foguinho, preso na última quarta-feira (12), era o gerente de roubos na Vila Aliança, em Bangu. Ele fornecia as armas e os carros para as ações criminosas. Segundo invetsigações, ele chegava a pagar R$ 1.000 para os executores a cada van roubada. Era ele mesmo que realiza o pagamento. O destino final dos veículos roubados era desmanches na Vila Aliança e em outro município. Um dos membros da quadrilha disse a policiais civis que chegava a roubar duas vans por semana. Todos os veículos eram entregues na Vila Aliança. O bando trabalhava em esquema de escala. Que a área de atuação do grupo é na Av. Brasil, nas alturas de Itaguaí, Campo Grande, Bangu e Realengo. Acima de Foguinho, o responsável por todo os roubos de carro, van e cargas da Vila Aliança é o elemento de vulgo TH, TH circula na comunidade de fuzil sendo escoltado por seguranças armados com fuzis; Que TH é o terceiro da hierarquia da Comunidade da Vila Aliança; O segundo elemento forte da Comunidade é o irmão do chefão Peixe, conhecido pelo vulgo Galo. O traficante Peixe é o cabeça da comunidade de Vila Aliança, estando no topo da cadeia hierárquica, coordenando as ações dos demais integrantes do grupo criminoso, de modo a manter o domínio territorial. Outros dois bandidos ficavam incumbidos de abordar as vítimas, subtrair seus pertences, ou seja, ficavam na linha de frente, na execução dos roubos planejados pelos outros integrantes do grupo criminoso. O grupo comercializava os veículos inteiros ou os desmontava para revenda das peças. Cada motor e caixa de câmbio era comercializado por valores entre R$ 30 mil e R$ 50 mil. Em 2024, a ação do grupo causou prejuízo estimado em mais de R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico. Foguinho participou diretamente de ao menos 15 desses roubos. O Setor de Inteligência da DRFA monitorava o suspeito havia três meses. Ele estava foragido desde abril do ano passado. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Investigação revela extorsão a presos no Rio para obtenção de laudos e atestados médicos

Investigações da Corregedoria da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio revelam que havia dentro do sistema prisional fluminense um esquema de extorsão de presos para a obtenção de laudos e atestados médicos. Os internos com maior poder aquisitivo eram identificados por Inspetores Policiais Penais e, sempre que era exigida a emissão de um laudo médico ou nutricional, o grupo criminoso entrava em ação para cobrar valores ilícitos. Segundo as investigações, uma advogada também estaria envolvida no esquema, atuando como intermediária entre os internos e seus familiares para a exigência dos pagamentos. Os alvos da operação desempenhavam funções específicas no esquema criminoso, exigindo quantias elevadas para fornecer documentos médicos que favorecessem os detentos. Hoje, o Miniztério Público Estadual faz operação para cumprir 10 mandados de busca e apreensão contra o grupo criminoso que atua na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu – Hospital Penitenciário Hamilton Agostinho (SEAP/HA). FONTE: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro

Peixão tinha lucro milionário com provedor de internet no Complexo de Israel (TCP)

Policiais civis fecharam um provedor clandestino de internet, durante operação no Complexo de Israel, Zona Norte do Rio. Segundo levantamento, a firma era comandada diretamente pelo traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”. As investigações apontam que Peixão tinha lucros milionários com o negócio e utilizava o dinheiro para bancar o tráfico de drogas e consolidar o domínio territorial. O homem que adminiistrava o provedor foi preso em flagrante e responderá pelo crime de receptação qualificada. Diversos equipamentos furtados de concessionárias foram apreendidos e passarão por perícia para identificar a origem e os envolvidos no esquema, incluindo fornecedores, financiadores e distribuidores. Equipes do 16BPM e do BAC, após o recebimento de informações de inteligência da DGPC/SEPOL, acabam prender dois criminosos em flagrante, durante operação conjunta no Complexo de Israel. Na ação, 02 fuzis, diversos carregadores e munições foram apreendidos. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro e PMERJ

Justiça do RJ divulgou em seu site oficial investigação de parte do funcionamento do tráfico no Complexo do Chapadão (CV)

A Justiça do RJ divulgou em seu site em dezembro detalhes de uma investigação de anos atrás sobre o funcionamento de parte do tráfico de drogsa no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, e decretou a prisão preventiva de três suspeitos, entre eles uma mulher. A apuração revelou que o bandido vulgo Índio ou 2D era  um dos líderes do Comando Vermelho, responsável pelo comando da mercancia de entorpecentes na Comunidade do Chapadão.  Ele exercia sua autoridade sobre outros criminosos, orientando-os por meio mensagens nos grupos de WhatsApp “Cpx Chp Luto” e Família BC FB”  Ele determinou que nesses grupos que seus comandados intensificassem o comércio de drogas, com escopo de repor o dinheiro perdido em razão das operações policiais ocorridas na comunidade.  O criminoso também aparecia em fotografias portando fuzis, sendo responsável, ainda, por agendar reuniões com gerentes do tráfico local.  Pará era o homem de confiança de Índio, sendo o segundo na hierarquia do Comando Vermelho atuante no Complexo do Chapadão.  Ele tinha a função de repassar diversas ordens de Índio nos grupos de Whatsapp supramencionados e, em razão da privilegiada posição na hierarquia do bando, exercia posto de liderança na estrutura da associação criminosa, conforme evidenciado nas diversas mensagens por ele enviadas 2 .  Além disso foi obtida no sistema cloud computing de Índio fotografia deste em companhia de Pará em um evento na Comunidade, onde podem ser observados diversos traficantes (seus comandados) armados.  Testa por sua vez, exercia a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. “Testa” supervisiona as “bocas de fumo” locais, sendo responsável pela logística e abastecimento destas.  Nas conversas interceptadas restou evidente seu envolvimento com o tráfico no Complexo do Chapadão, conflagrado pelo Comando Vermelho.  Além disso consta dos autos fotografias enviadas pelo denunciado “Testa” de um fuzil com a inscrição “Terror da Pavuna” no grupo de WhatsApp “Família Chapadão BC FB”, e de uma mesa com drogas à venda na comunidade com a mensagem “Brilho tá daquele jeitão”. Biel  é irmão de Igor Testa e, assim como ele, exerce a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. Da mesma maneira, há diversas mensagens enviadas pelo denunciado nos grupos de WhatsApp, que indicam seu envolvimento na gestão da mercancia de entorpecentes no Complexo do Chapadão  Ademais constam dos autos fotografias de Biel empunhando armas diversas, a exemplo de um fuzil e duas pistolas com carregador alongado, estas últimas com a seguinte legenda: “Segue a paz o 20 (boca de fumo).  Douglas por sua vez, exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo.  Da Tola atuava como gerente do tráfico no complexo do Chapadão, ostentando armamento de grosso calibre e, assim como “Testa” e “Biel”, controla a venda de drogas na localidade. Tomate exercia a função de vapor do tráfico no complexo do Chapadão, sendo responsável pela venda varejo de drogas nas bocas de fumo da localidade  Além da venda de entorpecentes, Tomate participa de roubos de carga nas imediações do Complexo do Chapadão.  Manga exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo  Tio Phil atuava na estrutura do Comando Vermelho do Complexo do Chapadão na função de “vapor do tráfico” sendo responsável pela venda de drogas nas bocas de fumo da localidade.  Mangueirinha exerce a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  Gato exerce a função de gerente do tráfico no complexo do Chapadão, monitorando a movimentação de policiais e traficantes era responsável pela logística das bocas de fumo, intermediando, inclusive, compras de arma de fogo.  O vulgo “Panikin Himalaia”, atua como “soldado do tráfico”, tendo como atribuições garantir a segurança das bocas de fumo no Complexo do Chapadão, sendo tal fato confirmado pelas diversas mensagens que “Panikin Himalaia” enviou nos grupos de WhatsApp  Lukaku do Egitoé gerente do tráfico responsável pela logística das bocas de fumo.  Barrama do Egito, Camilo, José Nicolas, Bode, Da Tribo, Lapinho, Daniel da gatonet e Xandinha exerciam a função de olheiros do tráfico no Complexo do Chapadão, sendo responsáveis por alertar seus comparsas sobre eventual movimentação de grupos rivais, bem como de agentes públicos nas imediações da Comunidade  Tom exercia a função de “soldado do tráfico”, sendo responsável por realizar a segurança das bocas de fumo nas imediações do Complexo do Chapadão.  Bombeirinho atuava na estrutura organizacional do Comando Vermelho no Complexo do Chapadão como “vapor do tráfico”, sendo assim responsável pela mercancia de drogas.  Atuavam também na função de “vapor do tráfico” Maurício Wesley sendo designado pelas lideranças do Comando Vermelho para realizar o varejo de entorpecentes  Arley exercia também a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  .  Du Rodo e Nk do Cava atuavam diretamente nas vendas de material entorpecente nas “bocas de fumo” na função de “vapores do tráfico”  Hugo exercia a função de soldado do tráfico, sendo responsável pela força armada apta a oferecer segurança às bocas de fumo do Complexo do Chapadão. Arrascaeta  atuava na contenção armada das bocas de fumo, oferecendo segurança à venda de entorpecentes  Nego Drama era outro soldado do tráfico. Americano exercoa a função de vapor do tráfico no Complexo do Chapadão, embalando e distribuindo drogas nas bocas de fumo da localidade 23 .  Seu irmão Rafael também exercia a função de vapor do tráfico, sendo responsável por embalar e pela mercancia de entorpecentes  Tinha ainda um menor, M.V  A polícia realizou a infiltração virtual em grupos de WhatsApp, teriam sido identificados grupos relacionados ao Complexo do Chapadão, comunidade vinculada à facção criminosa Comando Vermelho, com fotografias dos traficantes com armas, drogas, além de conversas que evidenciavam o monitoramento constante das vias de acesso das comunidades do Complexo do Chapadão, com o objetivo de alertar e repelir incursões policiais e possíveis

Bandido preso explicou a polícia como funcionava um esquema de furto de veículos dentro do campus de uma das maiores universidades públicas do país (UFRJ)

Bandidos presos revelaram como funciona um esquema de furtos de veículos na região da Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, onde funciona o campus da UFRJ, uma das maiores universidades públicas do país. Um deles relatou que ele e seu comparsa  recebiam a quantia de R$ 1,5 mil por veículo furtado, levando os automóveis para a Baixada Fluminense, onde eram deixados “esfriando” até serem entregues a outros membros da quadrilha.  O preso contou, ainda, que o grupo é estruturado, com divisão clara de funções, sendo que os veículos são posteriormente encaminhados para desmanche ou revenda de peças. O criminoso falou que há cerca de três meses, praticavam furtos frequentes na Cidade Universitária. Segundo ele, os alvos preferenciais são veículos populares e toda a ação criminosa, desde o arrombamento até a subtração do carro, leva menos de dois minutos. Os policiais conseguiram chegar até aos criminosos após monitorar e rastrear um dos veículos utilizados, que foi flagrado trafegando pela Cidade Universitária.  Os agentes conseguiram interceptar os criminosos após observá-los tentando  furtar veículos nos estacionamentos no local.  Com os siuspeitos, foram apreendidos diversas ferramentas utilizadas para a prática dos furtos, incluindo chaves de fenda, módulos de ignição de veículos, celulares e um grampo. usaso para destravar portas. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Operação policial no Complexo de Israel (TCP) mira imóveis de luxo do traficante Peixão

Uma grande operação está sendo realizada no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio. O objetivo é écumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”, um dos líderes da facção Terceiro Comando Puro. A investigação da Delegacia de Entorpeecentes aponta que os locais foram construídos e são utilizados por Peixão para armazenamento de armas e drogas. Um dos endereços, em Parada de Lucas, abriga um imóvel de alto padrão, financiado com dinheiro ilegal, e utilizado como esconderijo e base operacional do chefão. O outro local é uma academia de musculação, também utilizada pelo bando, sendo identificada como um dos pontos de encontro da facção. Ficou comprovado também que o “resort de luxo” do traficante foi construído irregularmente, em área de preservação ambiental, com vasta supressão de vegetação nativa e alteração do curso d’água. A operação visa obter provas sobre a associação criminosa, bem como apreender armas de fogo, equipamentos eletrônicos e documentos que possam contribuir para a elucidação de crimes praticados pelo grupo. Chegando no local, os policiais encontraram barricadas com fogos colocadas no meio da rua. Por conta do tiroteio, a Avenida Brasil chegou a ser fechada nos dois sentidos na altura da Cidade Alta. No sentido Centro, os bloqueios começam na altura de Vigário Geral. No sentido Zona Oeste, nterdições no trecho da Penha. FONTE: Polícia Civil do RJ, PMERJ e Centro de Operações Rio

Saiba o modus operandi de mais uma milícia que atua em Belford Roxo

Tivemos acesso a informações sobre a atuação de uma terceira milícia em Belford Roxo O grupo atua nos bairros Wona, Vale das Mangueiras, Luz, Parque Esperança e Parque dos Ferreiras. A quadrilha é liderada por um indivíduo conhecido cono Cabeça de Ouro. Os milicianos realizavam cobranças semanalmente, aos sábados, em estabelecimentos, entre 10h e 12h, Em janeiro, dois paramilitares foram presos fazendo cobranças e admtiram aos policiais que recebiam como pagamento pela prática do crime a quantia de R$ 400,00 semanais para realizarem as extorsões; Os valores cobrados variavam entre R$ 25,00 e R$ 90,00 semanais, à depender do tamanho da loja. Um estabelecimento de materiais de construção, por exemplo, tinha que pagarR$ 50. O Serviço Reservado do batalhão da área levantou que o modus operandi do grupo consiste em dois indivíduos desarmados cobrando os comerciantes, porém informando a quem não pagar que o mal maior vai acontecer. Através da inteligência, PMs obtiveram de forma anônima vídeos que mostraram a atuação dos dois milicianos extorquindo comerciantes na região dos estabelecimentos citados; estando estes vídeos retidos na inteligência provavelmente para preservação da identidade e da própria vida dos cinegrafistas. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Em Belford Roxo, comerciantes têm que pagar a milícia para se protegerem da própria milícia

Em Belford Roxo, os comerciantes pagam taxas à milícia do Babi para se protegerem dos próprios criminosos que exitem a quantia. Os milicianos passam uma desinformação para os comerciantes. ELes passam uma informação para um [comerciante] falando que é uma taxa de segurança para evitar roubos no local. Outros informaram que é uma contribuição exigida pela milícia para que eles consigam atuar no bairro. E outros informam que apenas são ameaçados, que se não pagarem vai ter que fechar o comércio porque, entre aspas, quem manda na área são eles. Os valores oscilam de acordo com a rentabilidade da loja , então eles oscilam de 20 a 60 reais, podendo passar um pouco mais desse valor; a cobrança é feita semanalmente; Os paramilitares extorquem todos, até os catadores de latinhas; é cobrada pela milícia qualquer atividade comercial que gere algum lucro. Essa milícia é chefiada por Jefferson da Mata Luquete, conhecido como ‘Kim Aleijado’ ou ‘K10’; o segundo na hierarquia, salvo engano, é ‘Jef Sombra’, Rodrigo Leite; e o terceiro homem ‘Carlinhos’, O padrão de cobrança é sempre o mesmo: eles iam de moto com camisa preta, boné preto. A vítima vai até a delegacia para poder registrar denúncia logo depois o comércio tem o assaltado ou o carro é vandalizado, ou a loja é pichada. Por isos, por medo, os comerciantes não vão até a polícia. A área de cobrança é vasta, o Babi, por exemplo, que é o primeiro ponto de cobrança, até o São Bernardo, que é o último ponto de cobrança, é uma distância considerável, tanto que é feita com uma moto, que é o veículo mais rápido, até mesmo para fugir da viatura policial, na medida em que eles vêem a viatura é o veículo mais fácil de se evadir Os milicianos recebem de remuneração pagamento quinzenal, de 600 ou 700 reais, FONTE: Trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Justiça do RJ arquivou investigação grande sobre atuação do CV sem revelar motivo

A Justiça arquivou um inquérito que estava esmiuçando a forma de atuar da facção criminosa Comando Vermelho. Não foi explicado no site do órgão o motivo. A investigação começou logo após a invasão do CV ao Complexo de Favelas de São Carlos, no Estácio, em agosto de 2020. O trabalho policial apontou para empresas de fachada registradas em nome da esposa de um dos líderes do tráfico, para o monopólio do comércio de botijões de gás, furto de sinal de tv a cabo e de internet, confisco e administração de imóveis de moradores, entre outras atividades ilícitas A investigação chegou a nomes de procurados e relevantes criminosos, tais como Pédro Bala considerado como” braço direito “do traficante conhecido como” FB “, marginal oriundo do Complexo do Alemão e uma das lideranças do Comando Vermelho, que encontra-se atualmente encarcerado na Penitenciária Federal de Mossoró-RN; Doca,” frente do tráfico “da Vila Cruzeiro, que atua como uma espécie de administrador dos pontos de venda de drogas da região para o traficante Marcinho VP, líder maior e principal expoente da organização criminosa,” dono do tráfico “do Complexo do Alemão, atualmente preso. Outro bandido descoberto foi o de vulgo Paulista, identificado como fornecedor da facção. Segundo relatório da Justiça., os crimes cometidos pelos envovlidos geram receitas ilícitas e atemorizam os moradores das comunidades citadas e arredores, utilizando-se de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao esquema criminoso para” lavarem “os recursos obtidos com o tráfico de drogas em diferentes comunidades do Estado. Os parentes de Paulista, por exemplo, estariam envolvidos no esquema e, apesar de cientes do procedimento investigatório, não compareceram em sede policial para prestar esclarecimentos. Paulista ostenta luxuosa vida nas redes sociais com o nome de @felipecinquine,. Apesar de natural do Município de Volta Redonda- RJ, mudou-se para o Estado de São Paulo ainda muito jovem, onde inclusive tirou sua primeira identidade em 2011, e cumpriu pena no Sistema Penitenciário daquele estado durante anos. Ao retornar ao Rio de Janeiro,” Paulista “aparentemente emitiu nova identidade, na data de 03/09/2020, e atualmente não se observa nenhuma anotação criminal A esposa de Doca constituíiu pessoa jurídica para uma empresa de refrigeração, que, até os dias atuais, não se tem notícia de nenhum funcionário registrado sequer, conforme consulta ao banco de dados oficial da INFOSEG. As investigações ainda apontam que, na mundialmente conhecida comunidade da Rocinha, há verdadeiro monopólio do comércio dos botijões de gás exercido pelo indivíduo que atende pela alcunha de” Waldemar do Gás “, tudo com a ordem e anuência dos principais líderes do”CV”. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídicio Jusbrasil

Veja os negócios do gerente do Chapadão (CV) em Brasília, segundo o MPDF

A denúncia do Ministério Público do Distrito Federal revela a atuação do traficante Denis Rodrigues de Farias, o Limão, preso hoje, em Cabo Frio, em Brasília Limão ocultou a origem e a movimentação da propriedade de bens, direitos ou valores provenientes na capital federal. O criminoso era proprietário de uma loja em Sobradinho/DF, outra em Águas Lindas/GO, além de ser dono do estabelecimento Casa dos Reboques, em Santa Maria/DF, todas adquiridas com recursos provenientes de atividades ilícitas e abertas em nomes de outras pessoas. Tinha também três veículos, todos em nomes de terceiros, além de joias e relógios. Em diálogos captados pela polícia, seus subordinados o chamavam de chefe. sendo elogiado por eles por compra de um fuzil que fortaleceu a quadrilha. Em dados extraídos de celulares, foram identificadas fotos de um fuzil com diversos carregadores e um print de conversa de WhatsApp em que é noticiado para Limão a chegada de suportes para fuzil Fal, AR FONTE: Denúncia do Ministério Público do DF disponível no site jurídicio Jusbrasil

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