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Homem acusado de assaltar bocas de fumo do CV em São Gonçalo foi condenado a 26 anos de prisão. Pelo menos dois casos terminaram em mortes, segundo relatos à Justiça

Marllon Gonçalves Lima de Luna acusado de participar de botes para assaltar bocas de fumo do Comando Vermelho em São Gonçalo foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão. PMs são suspeitos de participarem do esquema. Um dos botes terminou em morte. O processo do caso é o Nº 0006970-62.2024.8.19.0004 Um dos casos que chegou a Justiça ocorreu no bairro Miriambi em junho de 2024 onde os autores roubaram da boca uma pistola 9mm Canik, chave de motocicleta, mochila com drogas e o valor aproximado de R$ 400,00 de um traficante, vulgo “Neguete” e de terceiro não identificado. No dia 02 de julho de 2024, por volta das 17:00 horas, na esquina da Rua Jequitibá com a Rua Sucupira, no bairro Arsenal, aconteceu um outro bote onde os autores subtraíram pertences da vítima Leonardo de Jesus, vulgo “Choque” ou “super choque”, dentre eles um rádio transmissor. A vítima foi alvejada por disparos de arma de fogo e foi conduzida ao Hospital Alberto Torres mas chegou na unidade de saúde em óbito.Segundo as investigações, os envolvidos praticavam o que popularmente se chama de “bote” em boca de fumo, que nada mais é do que assaltar boca de fumo para arrecadar dinheiro, drogas e armas, para depois revender e auferir lucro. De acordo com seu depoimento no processo, Negueba afirmou que os envolvidos nos botes teriam sido os responsáveis pelo homicídio de um traficante vulgo Sorriso, frente do Complexo da Alma. O fuzil dele desapareceu após a morte. Segundo o seu relato, o tráfico tinha conhecimento que o fuzil estava na casa do “TH do Gebara” em Guaxindiba. Os integrantes do tráfico foram até a casa do “TH” e cercaram a região. “TH” chegou a disparar o fuzil para repelir a ameaça dos traficantes. Após o cerco, o declarante sabe informar que policiais do 7º BPM teriam ido até o local para socorrer “TH”; é amplamente conhecido como bandido que dá “bote em bocas. As armas subtraídas nos botes eram revendidas; que todas as bocas de fumo assaltadas, de acordo com o mapeamento, eram do Comando Vermelho, pois em São Gonçalo a hegemonia é do Comando Vermelho;

Cúpula do CV teria mandado dois para o ‘tribunal do tráfico’

Segundo informações que circulam nas redes sociais, a cúpula do Comando Vermelho teria levado dois de seus integrantes para serem executados no ‘tribunal do tráfico nos últimos dias. Um deles pode ter sido o traficante vugo RF, homem de confiança de BMW, chefão da Gardênia Azul, em Jacarepaguá, Ele teria sido acusado de desviar dinheiro da quadrilha. Há relatos extra-oficiais de que teria sido levado para a Pedra da Panela, espancado e esquartejado. O outro caso relatado pelo jornalista Bruno Assunção aponta que o traficante Chel, que seria um dos principais puxadores de guerra do CV para o Catiri, em Bangu, teria ca[ido no ‘tribunal da facção” no Complexo da Penha. Segundo o repórter, o motivo seria porque ele teria mandado roubar o cordão de ouro de um soldado da facção.

Facções e milícias punem com morte ou surra integrantes que se envolvem em crimes de grande repercussão. RELEMBRE CASOS EMBLEMÁTICOS

Não é a primeira vez em poucos anos que traficantes do Comando Vermelho punem seus intgrantes com a morte após eles se envolverem em crimes de grande repercussão. Na madrugada de hoje, três suspeitos de envolvimento na morte da menina Valentina, de oito anos, foram achados mortos em Nova Igauçu. Segundo o chefe da Polícai Civil, delegado Felipe Curi, eles foram mortos por ordem da cúpula da facção Em 2023, a cúpula da facção determinou a morte de Philip Mota Pereira, o Lesk, acusado de ser um dos responsáveis pela execução de três médicos na orla da Barra da Tijuca após um deles ser confundido com o miliciano Taillon Alcântara Pereira Barbosa, líder da mlícia de Rio das Pedras Embora não tenha confriamção oficial até hoje, a imprensa noticiou na época que a cúpula da facção teria determinado a morte de envolvidos no desaparecimento e morte de três meninos em Belford Roxo em dezembro de 2020. Entre os que teriam pago com a vida estária José Carlos Prazeres Silva, o Piranha, que comandava a comunidade do Castelar e Wiler Castro da Silva, conhecido como “Stala”, gerente da comunidade., além de Tia Paula. Recentemente, um criminoso suspeito de participar de um estupro coletivo contra uma adolescente de 13 anos em São João de Meriti que foi confudida com a namorada de um bandido rival acabou sendo morto por traficantes do Terceiro Comando Puro. Um outro que também teria participado do crime foi encontrado ferido em um hospital e acabou preso. A morte de uma mulher que foi esfaqueada dentro de um BRT na Zona Norte também teve punção, Um dos envolvidos foi espancado por traficantes do Parque União no Complexo da Maré e foi preso em um hospital. Um outro foi castigado e passou dez dias dentro de um caixote apenas com a cabeça para fora sem se alimentar direito. Também acabou preso. A milícia também pune seus integrantes envolvidos em casos que ganham a mídia. Fo o caso do criminoso Erlan Oliveira de Araújo,  conhecido como Orelha apontado como o mandante da invasão ao Hospital Pedro II, em Santa Cruz, no ano pasasado, para matar um paciente que foi baleado.; Orelha acabou morto por milicianos, segundo a própria polícia.

Suspeitos da morte ða menina Valentina foram mortos a mando do CV, diz chefe da polícia

O chefe da Policia Civil do Rio, Felipe Curi anunciou em suas redes sociais que os três homens suspeitos de envolvimento na morte da menina Valentina, de oito anos, foram mortos por ordem da cúpula do Comando Vermelh O delegado disse que os traficantes teriam matado os criminosos para evitar que fosse feita operação onde eles têm base Os corpos foram deixados no centro de Nova Iguacu , na Baixada Fluminense. Fotos e vídeos já circulam nas redes sociais De acordo com a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), os corpos foram identificados como João Vitor Teixeira Araújo, Lucas Pereira dos Santos Plínio e Weslley Oliveira de Souza, investigados pelo latrocínio que vitimou Valentina Santos, de 8 anos. O quarto foi identificado como Wilson de Oliveira de Santana Adriano que, segundo as apurações, costumava praticar roubos com o grupo, mas, até o momento, não há indícios de sua participação no crime contra a criança. Os três eram considerados foragidos desde o início da semana, após representação da DHBF pela prisão junto ao Poder Judiciário. Todos possuíam anotações criminais anteriores e já haviam sido presos em outras ocasiões, o que evidencia o desafio enfrentado pela Polícia Civil diante de leis brandas e lenientes que contribuem para a reincidência e a permanência de criminosos nas ruas. As circunstâncias das mortes são apuradas. As investigações prosseguem para esclarecer todos os fatos e responsabilizar criminalmente os envolvidos. Não é a primeira vez em poucos anos que traficantes do Comando Vermelho punem seus intgrantes com a morte após eles se envolverem em crimes de grande repercussão. Em 2023, a cúpula da facção determinou a morte de Philip Mota Pereira, o Lesk, acusado de ser um dos responsáveis pela execução de três médicos na orla da Barra da Tijuca após um deles ser confundido com o miliciano Taillon Alcântara Pereira Barbosa, líder da mlícia de Rio das Pedras

Briga de bate-bolas que deixou um homem morto e outro baleado neste carnaval já fez outras vítimas no Rio. Relembre

Brigas de turmas de bate-bolas rivais que terminou com a morte de um homem e deixou outro baleado neste Carnaval em Rocha Miranda e Irajá ocorreram em outras ocasiões no Rio não tem muito tempo e deixaram vítimas. Na noite de 08 de janeiro de 2023, por volta de 20h30min, na Rua Andaluzia, em Bento Ribeiro, homens vestidos de bate-bolas efetuaram disparos de arma de fogo contra Ryan do Nascimento Silva Santos, provocando nele as lesões corporais  que foram a causa de sua morte. Consta na investigação que,  pouco tempo antes,  integrantes de grupos de bate-bolas, tomavam parte em uma confraternização e montaram um comboio de carros e motos para percorrer as ruas dos bairros de Rocha Miranda, Bento Ribeiro e Marechal Hermes. No percurso, os denunciados e seus comparsas se depararam com a vítima fatal e seu amigo H.L.C que guiava uma motocicleta, fazendo entregas em domicílios. Ambos foram perseguidos e abordados pelos algozes. Logo em seguida, Ryan do Nascimento, que ocupava a garupa da moto, foi reconhecido como integrante de um grupo rival e submetido a agressões físicas. Durante a sova, um dos suspeitos deu dois tiros na vítima, que suportou ferimentos transfixantes de tórax com hemorragia interna. Apesar de ter sido levada ao Hospital Carlos Chagas e recebido atendimento médico, a jovem vítima não resistiu aos ferimentos e acabou falecendo. Em 2023, dois rapazes chamados Ramon e Bruno foram golpeados com pedaços de madeira e garrafadas no bairro de Marechal Hermes, no Rio em contexto de briga de bate–bolas rivais. Em 2025, houve briga de bate bolas que terminou em tiroteio no bairro do Cacuia, na Ilha do Governador. Em 2019, houve uma briga entre bate bolas também em Marechal Hermes que deixou dois mortos e seis baleados. No caso de agora, Fábio Pereira Rangel, de 48 anos, estava com o filho de 4 anos e foi atingido por disparos.  De acordo com testemunhas, uma briga entre o grupo fantasiado provocou uma troca de tiros no momento em que fogos de artifício eram acionados. Durante a confusão, um homem começou a atirar. Fábio, que estava no local com o filho, de 4 anos, acabou atingido quando tentava apaziguar a situação. Segundo relatos, os tiros acertaram nas pernas, nos braços e no peito da vítima, que chegou a ser levada para o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na segunda-feira (16). A criança foi retirada às pressas por outra pessoa e não ficou ferida. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Também neste Carnaval um homem foi baleado durante uma briga entre turmas de bate-bolas na Praça Nossa Senhora da Apresentação, em Irajá, Zona Norte do Rio. Ele procurou atendimento médico após perceber que havia sido atingido durante a correria provocada pela confusão.

Depois de quase três anos, Justiça decretou prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos em sequestro com eles. Autos apontam que um dos acusados após cometer o crime teria dito. “Agora estou satisfeito que bebi sangue”

Depois de quase três anos, a Justiça decretou esse mês a prisão preventiva de três homens suspeitos de matarem dois comparsas envolvidos com eles em um sequestro em 2023, em Belford Roxo, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio. De acordo com os autos disponíveis, a testemunha N.S;B disse em depoimento em sede policial (id. 82) afirma que:” …foi vitima de um sequestro no dia 14/05/2023 juntamente com outras pessoas. O crime foi nvestigado posteriormente pela Delegacia Anti-Sequestro; O processo diz que ela contou que,durante o período que esteve em poder dos sequestradores, houve uma desavença entre ele. Com isso, os criminosos algemaram e amordaçaram os outros sequestradores chamados Luís André e Bismark, Os autos apontam que dois foram jogados no banheiro da casa e começaram a tortura los com com vários objetos além de chutes e socos; Eles assaram horas sendo torturados, e a declarante assistindo a tudo; No final da tarde, a vítima viu Bismark e Luís André sendo levados para fora da casa todos bem machucados e com os rostos bem desfigurados.Segundo o relato da testemunha que consta no processo, um dos sequestradores disse aos gritos ao mesmo tempo que chutava os comparsas. “Hoje, eu vou beber sangue”. Os agressores levaram Luiz André e Bismark para outro local e deixaram um sequestrador tomando conta das vitimas. Que passado uma hora aproximadamente voltaram os agressores sem os dois comparsas que apanharam, Um deles falou para outro comparsa que era para ele lavar o veículo, pois estava todo sujo de sangue; A testemunha, segundo os autos, ouviu um sequestrador dizer: “Agora estou satisfeito que bebi sangue”. Após isso, a declarante não viu mais Bismark ou Luís André. Após o pagamento de resgate, as vítimas do sequestro foram liberadas. Um dos acusados que teve a prisão decretada disse, segundo os autos, que suspeitava que Bismark poderia ter subtraído alguma quantia de uma das vítimas do sequestro e a orientou a verificar seus aplicativos bancários; … Disse que ele e um outro comparsa ficaram indignados com a situação e decidiram que Bismark e Luís André seriam mortos, consta nos autos. Contou que os dois foram algemados e levados para um mangue, em Duque de Caxias. No local, eles foram mortos a tiros de revólver calibre 38, segundo seu depoimento que consta no processo. Falou ainda que ele e o comparsa ficaram com os telefones e os pertences dos mortos Consta nos autos que outra testemunha afirmou que os agressores consideraram Luiz André e Bismark como traidores e que eles foram algemados e amordaçados com fitas nas bocas e colocados no banheiro,. Passado um tempo, ela disse acreditar que mataram esses dois homens. Segundo ela, os próprios bandidos diziam que mataram. Contou ainda ter visto um vídeo em que um deles aparentava estar morto; Chegou a ouvir gritos. Falou ainda que os criminosos nesse instante, já estavam com o dinheiro, transferido para uma conta PIX e TED de contas enviadas pelos criminosos; … Os mandados de prisão contra os suspeitos têm prazo de cumprimento até o dia 02.02.2046.

Moradores relataram tiros em Vicente de Carvalho. Seria uma suposta invasão do TCP ao Morro do Juramento (CV)

“Evitem Vicente de Carvalho TCP invadiu o Juramento muito tiro evitem a região”; Essa foi a mensagem divulgada na rede social agora de noiteMoradores repercutiram “Do largo do bicão deu pra ouvir as rajadas!! Muito cuidado quem estiver pela região,” “Foi muito tiro mesmo,armas pesadas” A reportagem conversou com um morador que disse que ouviu dizer que haveria mortos na guerra, todos do Comando Vermelho, mas essa informação não é oficial. Segundo relatos, a invasão partiu mais uma vez de traficantes do Complexo da Serrinha que tiveram a suposta ajuda de bandidos do Complexo de São Carlos, no Estácio. Há a informação ainda que circulou nas redes que homens ligados ao traficante Bamba do Para-Pedro também teriam participado da guerra. Oa traficantes do TCP tentaram avançar na comunidade e os bandidos do Complexo da Penha, presentes no Juramento, tentaram eveitar. As redes sociais também relatam guerra no Morro do Chaves, em Barros Filho, com informações extra-oficiais de dois mortos pelo lado do TCP.

Denúncia do MPF ao STF explica como delegados da Polícia Civil do RJ obstruíam investigações de homicídios, inclusive o de Marielle, cometidos por bicheiros, políticos e milicianos

A reportagem teve acesso ao documento da denúncia do Ministério Público Federal ao Supremo Tribunal Federal contra os delegados Rivaldo Barbosa e Genilton Lages por atos de obstrução de investigação sobre crimes praticados por meio de organização criminosa principalmente em relação aos homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, cometidos em março de 2018. Segundo o documento, a associação funcionava essencialmente por possuir e manter controle, direto ou indireto, sobre as investigações relacionadas aos crimes de homicídio praticados no Estado por milicianos ou por contraventores, no contexto de disputas por domínio territorial ou pelo gerenciamento de determinados segmentos de mercado ilícito, tais como a exploração de jogos ilegais. Eles cometiam as irregularidades da seguinte forma a)desaparecimento ou destruição de autos físicos e documentos;b) avocação de inquéritos policiais que se encontravam em poder de delegados que não haviam aderido ao modelo de funcionamento da associação criminosa;c) ocultação de provas;d) ausência de preservação dos elementos probatórios que poderiam viabilizar o esclarecimento do crime e de sua autoria, para que os vestígios desaparecessem com o decurso do tempo;e) utilização de testemunhos falsos;f) incriminação de terceiros sabidamente inocentes;f) realização de diligências inócuas, que geravam volume grande de informações, embaraçando o regular andamento das investigações. Segundo os autos, dirigida por Rivaldo Barbosa de Araújo Junior, a associação aproveitou-se de um contexto de mercantilização de homicídios existente no Rio de Janeiro, caracterizado pela existência de grupos de pistoleiros, que matavam sob encomenda, e por disputas territoriais entre milicianos e criminosos organizados, com relevantes consequências patrimoniais Diante de um “mercado de homicídios”, a deliberada ineficiência da Divisão de Homicídios foi precificada pela associação, que assegurava impunidade tanto aos mandantes quanto aos executores materiais de crimes contra a vida, revela o documento do MPF. São diversos os elementos dos autos que dão conta de que os codenunciados exigiam desses agrupamentos ilícitos vantagens indevidas, para deixar de investigar crimes ou para obstruir investigações em andamento. de acordo com a denúncia. O resultado dessa associação entre criminosos habitualmente dedicados à prática de homicídios e os denunciados, para lhes garantir impunidade, foi o crescimento significativo de homicídios não esclarecidos na cidade do Rio de Janeiro, de modo similar ao que ocorreu no “Caso Marielle, aponta o relatório do MPF, Com carreira sólida na Polícia Civil e ostentando a posição da mais elevada hierarquia na Divisão de Homicídios, Rivaldo Barbosa se associou a Giniton Lages, a Marco Antonio de Barros Pinto, bem como a outros policiais, com a finalidade de obstruir ativamente as investigações que envolviam homicídios praticados por criminosos organizados, milicianos e contraventores no Estado, bem como para sabotar as investigações por conduta omissiva imprópria, segundo a denúncia, Essa associação passou a representar o que o colaborador Ronnie Lessa chamou de modelo estrutural de corrupção na Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, aponta o relatório do MPF. Criminosos associados à exploração de jogos de azar e às milícias efetuavam pagamentos mensais à Polícia para que os seus homicídios não fossem adequadamente investigados, revela o documento do MPF. Rivaldo era o líder do esquema com a implementação da unificação das Delegacias de Homicídios, Rivaldo Barbosa, na condição de Diretor da Divisão de Homicídios, foi erigido a um patamar de destaque na estrutura da PCERJ. Entretanto, o poder advindo do cargo o alçou a responsável pelo balcão de negócios homicidas instalado na Divisão, uma vez queseria o responsável por coordenar a investigação de toda Região Metropolitana do Rio de Janeiro” Se apurou acerca do modo como os denunciados agiam para obstruir as investigações dos homicídios submetidos à Divisão da qual faziam parte, foi tornar prática comum o desaparecimento de autos físicos de inquéritos policiais e documentos que lhes interessassem, a avocação de procedimentos em poder de delegados que não participavam do grupo, e a omissão na preservação dos elementos probatórios necessários ao esclarecimento dos crimes. Outra linha de atuação se operava por meio da utilização de testemunhos falsos, pela incriminação de terceiros sabidamente inocentes e pela realização de diligências inócuas, Tome-se como primeiro exemplo o homicídio de Marcos “Falcon”. Marcos Vieira de Souza, conhecido como Marcos Falcon, era Policial Militar com atuação na região de Osvaldo Cruz. Obteve notoriedade por atuar como miliciano e justiceiro na região. Valendo-se de sua influência crescente, tornou-se Presidente da Escola de Samba Portela. Anunciou sua candidatura ao cargo de vereador no Município do Rio de Janeiro, mas foi executado. A investigação coube ao Delegado Brenno Carnevale, que não aderiu ao modelo de obstrução de investigações estruturado pela associação criminosa. Notando que Carnevale atuaria com eficiência e, provavelmente, chegaria aos mandantes e executores do crime, Rivaldo Barbosa interferiu diretamente no trabalho do policial, determinando que nenhuma providência fosse tomada sem que fosse direta e pessoalmente informado. Não satisfeito, Rivaldo e seus comparsas promoveram o extravio dos autos em que se apurava o crime, mesmo destino que foi dado a arquivos correlatos à investigação do homicídio praticado contra Geraldo Pereira, igualmenteligado a milícias e a organizações criminosas dedicadas à exploração de jogos ilegais. Em seu depoimento, o delegado Brenno Carnevale revelou que procedimentos investigatórios distribuídos à sua presidência desapareciam, assim como provas e elementos de convicção. Relatou, ainda, que o excesso de exigências burocráticas inviabilizava a realização de diligências importantes. Disse, mais especificamente, que durante as investigações para apurar a morte de André Serralho e após direcioná-las a um grupo de milicianos, se deu conta de que os autos haviam sido extraviados, sempre sob o absoluto controle da associação criminosa denunciada Os episódios não se encerram aí. Ao investigar o homicídio de Haylton Scafura, filho de José Caruzzo Scafura, o “Piruinha”, um dos líderes da antiga “cúpula do jogo do bicho”, Carnevale foi surpreendido por uma decisão proferida pelo titular da Delegacia da Capital, Fabio Cardoso, subordinado a Rivaldo Barbosa, quelhe retirou, sem nenhuma justificativa, a atribuição para o caso. Carnevale identificou que o homicídio de Marcos Falcon apresentava características de execução muito similares aos crimes anteriormente praticados contra Pereira e André Serralho, homicídios que ocorreram anteriormente à sua

Um dos corpos achados em cemitério clandestino no Catiri já foi identificado e tem mais dois desaparecidos no local

A reportagem teve acesso aos nomes de pessoas que constam como desaparecidas na comunidade do Catiri, em Bangu. Uma delas já foi encontrada. Na última quarta-feira (11/02), um cemitério clandestino foi localizado na região do Catiri, em Bangu, Zona Oeste do Rio, após um minucioso trabalho de investigação e inteligência conduzido pela Delegacia de Descoberta de Paradeiros. A apuração teve início a partir de denúncias e de inquéritos relacionados a pessoas desaparecidas na região. Com base no cruzamento de dados, análise de informações e levantamentos de campo, os agentes identificaram o local  usado para ocultação de cadáveres .Durante as buscas, nesta quarta, dois corpos foram encontrados . Eles foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para identificação e realização dos exames periciais. O nome de um.deles ja foi. confirmado A ação contou com o apoio do Corpo de Bombeiros. Lembrando que a foto que divulgamos é de uma pessoa que ainda consta como desaparecida e não do que já foi identificado. Os desaparecidos no Catiri são FABRYCIO BARBOSA RAMOS – 01/04/2024 NATAN DE OLIVEIRA DA SILVA – 19/09/2025 LEONARDO DE SOUZA MENDONÇA – 05/02/2026 -desaparecido que teve o corpo encontrado na quarta-feira segundo laudo necropapiloscopico do IIFP As circunstâncias dos desaparecimentos ainda não foram divulgadas porque.as investigações estão em andamento e a policia quer avançar e conseguir prisões pela justiça.

Um dos traficantes do CV que responde a processo por mortes de médicos na Barra instigou facção a matar pai e filho que comandavam milícia de Rio das Pedras, diz Justiça

Segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o traficante Francisco Glauber Costa de Oliveira, vulgo GL, instigou os integrantes da facção criminosa Comando Vermelho a executarem tão logo possível os líderes da milícia de Rio das Pedras, em Jacarepaguá, Dalmir Barbosa e seu filho Taillon Barbosa. GL responde processo pelas mortes de médicos na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeeste do Rio de Janeiro, em outubro de 2023. De acordo com os autuos, evento criminoso ocorreu em 05/10/2023, no “Quiosque do Naná 2”, ocasião em que foram efetuados diversos disparos de arma de fogo contra as vítimas Marcos Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf de Souza Bomfim, resultando em óbito, e contra Daniel Sonnewend Proença, sobrevivente, em típico ato de execução sumária, por erro na pessoa, já que o alvo pretendido seria o miliciano Taillon. Segundo relatório da Justilça, os bandidos iriam executar Taillon a mando de Juan Breno Malta Ramos Rodrigues, o BMW que é subordinado aos traficantes Doca e Gadernal,. chefes da facção criminosa atuante no Complexo da Penha e em Jacarepaguá, e de quem partiriam as autorizações para as práticas de extermínio de milicianos, com vistas à expansão do domínio da organização criminosa “Comando Vermelho”), Duas das vítimas fatais tinham características muito semelhantes às de Taillon (porte corpulento, pele clara, cabelo curto e preto, barba e óculos – sendo ele o verdadeiro alvo dos executores, integrantes da facção criminosa “Comando Vermelho”.

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