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homicidio

Veja como atuava um dos suspeitos presos pela morte de policial civil no Maracanã. Ele estava com prisão temporária decretada por um outro roubo na Tijuca

Preso por envolvimento na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor, Kauan Ezedim Alves atuava como batedor para os criminosos, ou seja, era o responsável, por sem levantar suspeitas, permanecer no local para realizar a escolha das vítimas e informar os alvos aos comparsas, que ficavam escondidos em ruas próximas e chegavam armados para a realização do crime a partir do aviso, segundo informações do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Ele teve a prisão temporária decretada por um roubo ocorrido no dia 4 de janeiro na Rua Almirante João Cândido Brasil, na Tijuca, perto de onde o agente foi morto. O assalto teve como vítimas A.G.S e D.G.C Diligências investigatórias foram realizadas desde então, sendo possível extrair, de imagens de câmeras, que “o batedor passa 24 segundos antes pelo mesmo ponto, e que ele traja camisa cinza e bermuda clara com detalhes e capacete preto com detalhe branco (mesmos Em outra imagem destacada, a autoridade policial afirma ser possível observar “as passagens seguidas, demonstrando que não são coincidência de trajeto, mas sim que o trio segue de forma coordenada, com Kauan seguindo à frente”. E conclui: “é possível ver com muita nitidez todas as características físicas de Kauan e da moto que nos dão a certeza de que ele tinha a função de batedor e a função de analisar e escolher as vítimas para a dupla da outra moto praticar o roubo”. Foram realizadas diversas diligências de campo e cruzamento de informações, dentre as quais a análise do local do crime, relatório de imagens de câmeras de segurança, e a oitiva de testemunhas. Outrossim, consta do procedimento que após a realização de levantamento dos registros de ocorrência envolvendo roubos e latrocínios na localidade e entornos, teria sido identificado o Registro de Ocorrência n. 901-00040/2026 elaborado no dia 11/01/2026, relativo a um latrocínio cometido com o mesmo modus operandi do que ora se investiga. Informa a autoridade que, em colaboração, a Delegacia de Homicídios da Capital teria enviado a qualificação do sujeito flagrado nas imagens, vindo a ser identificado e qualificado como Kauan, ora representado, um dos agentes em ambas as ocorrências.

Suspeito de envolvimento na morte de policial civil que foi morto em operação hoje em Senador Camará havia participado de tentativa de roubo a celulares em loja da Barra da Tijuca em 2019 mas conseguiu escapar

O suspeito de envolvimento na morte do policial civil Paulo Vitor Silva Heitor que foi morto hoje durante operação da Polícia Civil em Senador Camará partiicpou de um roubo a Americana Express em 2019, na Barra da Tijuca. Lucas teria sido o autor do disparo que matou o agente. Ele tinha 20 anotações criminais. Na ocasião, Lucas do Nascimento da Conceição junto de um comparsa tentou subtrair todos os aparelhos de telefone celular que ali estavam guardados, em depósito, para venda mediante grave ameaça no emprego de uma arma de fogo, apontada para o gerente do estabelecimento, Na ocasião, eles adentraram na loja e abordarm o gerente revelando um revólver que um deles trazia na cintura, sob o casaco, enquanto anunciavam o assalto, dizendo: ‘É um assalto, onde fica o estoque da telefonia celular” Ocorre que a subtração apenas não se consumo uma vez que diversos clientes ali presentes notaram a ação criminosa e começaram uma espécie de tumulto, alardeando a ocorrência do roubo. Em razão disso, os roubadores empreenderam fuga correndo, sendo perseguidos por populares até que, pouco tempo depois, um policial militar à paisana interveio e conseguiu capturar o comparsa de Lucas, o qual ainda estava em poder da arma de fogo utilizada na empreitada criminosa, de numeração de série raspada, devidamente municiada e pronta para emprego. O funcionário do estabelecimento comercial reconheceu o preso como autor do delito mas Lucas, no entanto, evadiu-se do local…”O preso foi condenado a três anos e quatro meses de prisão. Lucas foi morto após atacar policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP. Ele chegou a ser socorrido, mas acabou morrendo. A operação contou ainda com agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), 18ª DP (Praça da Bandeira) e Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), com apoio de outras unidades. Este é o terceiro e último criminoso envolvido no latrocínio localizado pelas forças de segurança. O primeiro teve mandado de prisão cumprido pela DHC — que identificou todos — e o segundo pela Polícia Militar. Com a ação desta sexta, todos os autores do crime foram tirados de circulação. Paulo Vitor, conhecido pelos colegas como “PV”, foi morto em uma tentativa de assalto, no Maracanã. Na ação criminosa, a esposa dele também foi ferida. Dois envolvidos na morte do policial.civul.Paulo.Viyor Silva Heitor já estavam presos: Márcio Rogério Miranda Rondon, apontado como condutor da motocicleta, e Kauan Ezedim Alves, responsável por escolher a vítima.

PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de sequestrar dois homens em Queimados e exigir R$ 5 mil das famílias. Um deles não pagou e acabou morto

Depois de quase quatro anos do fato, a PM decidiu levar a conselho de disciplina que pode decidir pela expulsão de seus quadros de dois agentes da lei suspeitos de sequestro de dois homens em Queimados durante uma operação polciial em 2022. Eles exigiram R$ 5.000 das famílias das vítimas e que não pagou, a pessoa acabou executada. Uma das extorsões foi contra um suspeito vulgo Padaria em Queimados.. Os PMs, segundo a investigaçao, teriam exigido R$ 5.000 do avõ e da mãe da vítima. Eles também teriam sequestrado outro homem, vulgo Nenéu, e também teriam exigido R$ 5 mil do pai dele. Na época dos fatos, os PMs procederam na viatura no 52-2892, juntamente com outros policiais militares que, até o presente momento, não figuram como réus na Ação Penal, até a localidade conhecida como Morro do Cocô para realização de operaçãopolicial visando a “retirada de barricadas para desobstrução de vias públicas”, conforme a Ordem de Policiamento no 243/22. Após chegarem ao acesso pela Rua Itaquatia, os acusados desembarcaram e procederam a pé ao interior da comunidade onde, já próximo a um comércio localizado na Estrada Carlos Sampaio, abordar e deter as vítimas. Ato contínuo, o subtenente e o cabo começaram a exigir primeiramente da facção criminosa local, sem sucesso, e, em seguida, dos familiares das vítimas a quantia de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) sob a promessa de que iriam liberá-los caso obtivessem a vantagem econômica indevida. Após o recebimento da vantagem indevida correspondente a uma das vítimas., esta foi liberada pelos acusados que, não logrando obter a quantia correspondente à liberdade do outro suspeito, que acabou morto. Para assegurar a impunidade do crime, diante do não recebimento da vantagem indevidaum dos PMs, mediante violência consubstanciada em disparo de arma de fogo, utilizando fuzil calibre 7,62, marca Imbel, patrimônio da PMERJ, série no 21991, efetuou, em tese,disparo que ocasionou a morte da vítima Padaria. Foi aberto o processo criminal 0093712-65.2025.8.19.0001, em trâmite perante a Auditoria de Justiça Militar do Estado do Rio de Janeiro (AJMERJ), e ainda, foi decretada, em desfavor dos referidos policiais militares, a suspensão do exercício de função pública a fim de que os mesmos, até a sentença definitiva ou ordem de contracautela, não sejam escalados na atividade policial (atividade-fim). Segundo a PMERJ, espera-se do militar estadual, em serviço ou fora dele, ativo ou inativo, em formação ou já formado, a manutenção do elevado padrão de disciplina e dignidade, assim sua conduta moral deve ser pautada em função dos objetivos da Corporação. Um desses objetivos é a virtude moral, em razão disso, todo policial militar deve zelar por uma conduta elogiável, cumprindo com retidão todas as suas obrigações e deveres para com a sociedade. De acordo com a PMERJ, cumpre citar que o póstero processo disciplinar não terá o escopo de avaliar a existência e as circunstâncias do cometimento de crime, o que é da alçada do Poder Judiciário, mas sim os aspectos ético-disciplinares da conduta do militar em questões circundantes do ocorrido, o que demanda uma análise factual do episódio. O mérito em questão será avaliar, dentro dos atos praticados pelo policial, se o mesmo reúne condições ético-morais de permanecer nas fileiras da Corporação.

Após três dias internado, morreu PM baleado na cabeça em São Gonçalo

Após três dias internado, morreu hoje o sargento da PM Elder Carlos Costa, de 42 anos. Ele foi baleado na cabeça no último domingo no Jardim Catarina, em São Gonçalo0 em ação atribuída ao Comando Vermelho. O policial estava sendo atendido no Hospital Estadual Albetto Torres Em nota, a direção do Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT) informa que o paciente veio a óbito nesta quarta-feira (21/01). E .

Traficantes mandaram fechar o comércio em Rio das Ostras

Segundó informação divulgada na página Rio das Ostras em Foco, traficantes mandaram fechar o comércio nos bairros Âncora e Nova Cidade na manhã de hoje. isso porque um homem foi morto na noite de ontem durante um intenso tiroteio na região. . Segundo moradores, muitos tiros foram disparados na localidade da Síria A página informou ainda que a PM ainda não se pronunciou sobre o caso, e não confirmou, até o momento, qualquer operação dentro do bairro. Procurada pela reportagem, a Polícia Militar informou que segue com o policiamento intensificado na região. Há relatos que o homem morto se chamava Lucas e era catador de reciclagem que estava saindo para trabalhar. A 143ª DP (Rio das Ostras) foi acionada e investiga a morte de um homem, ainda não identificado. Diligências estão em andamento para identificar a autoria do crime. A respeito desse suposto aviso do tráfico, nesta quarta-feira (21/01), um homem foi conduzido à delegacia por policiais militares. De acordo com informações preliminares, ele é um morador de rua que, agindo sozinho, entrou em contato com comerciantes. Agentes realizam trabalhos de inteligência para apurar os fatos. Veja vídeo que mostra as lojas fechadas. https://www.facebook.com/share/v/1DyzbfsP4Y2m9 Rio das Ostras Em Foco

PM foi assassinado em Japeri

Um policial militar de nome Charles, morador de Japeri, foi assassinado a tiros hoje por volta das 5h15 da manhã desta quarta-feira, próximo ao Campo do Canarinho, no bairro Beira Rio, em Japeri. A Assessoria de Imprensa da SEPM informa que, nesta quarta-feira (21/1), um policial militar se deslocava de motocicleta para o 24º BPM (Queimados) quando foi atingido por disparos de arma de fogo na Estrada Miguel Pereira, em Nova Belém, Japeri. O militar não resistiu aos ferimentos. Até o momento, crime de autoria e motivação desconhecidas. A área foi isolada e a perícia acionada. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Charles Alves de Maria, de 41 anos. A perícia foi realizada no local e outras diligências estão em andamento para apurar a autoria e circunstâncias do crime. Charles é citado em vários processos por participar de prisões de suspeitos em Bangu, Paracambi e Japeri.

Mulher jogada morta de um carro ontem em Meriti foi presa em 2013 suspeita de tentar vender a própria filha em troca de drogas

A mulher que foi morta e teve o corpo jogado de um carro em Vilar dos Teles, em São João de Meriti na manhã de ontem havia sido tema de reportagens da imprensa do Rio em 2013 quando foi acusada de vender a própria filha de 13 anos em troca de drogas. A identificação da vítima foi confirmada pela Polícia Civil. A partir do nome completo, a reportagem localizou notícias publicadas em 2013 pelos portais UOL e Terra, que relatam a prisão de uma mulher com o mesmo nome, idade compatível e circunstâncias coincidentes, suspeita de tentar vender a própria filha em troca de drogas.” Na época com 34 anos, Ana Paula da Silva Vichi foi capturada por policiais da Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV) no centro de Duque de Caxias, na quinta-feira. De acordo com o titular da delegacia na ocasiãpo , Marcello Maia, a mulher contou ao pai da vítima que a filha havia sumido com um traficante e que estaria morta. Ele procurou ajuda policial e estranhou quando Ana Paula pediu para que não registrasse a ocorrência. O pai, então, entrou em contato com a irmã de Ana Paula, e descobriu que a criança estava escondida na casa de uma moradora do morro do Urubu, em Pilares. Em depoimento, a vítima afirmou que fugiu de casa, pois a mãe a agredia fisicamente. Ana Paula responderá por maus tratos, promessa de entrega de filho a terceiros mediante recompensa e coação no curso do processo. A morte de Ana Paula é investigado pela Delegacia de HOmicídios da Baixada Fluminense. Circulou nas redes sociais a informação, que carece de confirmação oficial, que ela teria sido atingida por bala perdida na Vila Ruth. Segundo o que foi publicado, os bandidos atiraram em um caror de aplicativo e Ana Paula estava na frente e acabou alvejada. Os atiradores teriam pego o corpo e desovado em outro local. Mas essa história ´é extra-oficial.

Após desaparecimentos de trabalhadores por aplicativo em Santa Cruz, milícia deseja boas vindas aos motoristas

Após dois motoristas de aplicativo desaparecerem quando acessaram a comunidade Joâo 23, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, os milicianos da região passaram a instalar faixas e divulgar dizeres na internet com o título “sejam bem vindos” para motoristas que circulam na área . A iniciativa ocorre após cobranças de jornalistas e autoridades diante de uma sequência de sequestros e assassinatos registrados no local. Os bandidos tentam na verdade evitarem operações policiais previstas para áreas dominadas pela milícia em Santa Cruz. Um.dos casos foi o do do motorista de aplicativo Carlos Gilberto Ferreira de Queiroz, de 30 anos, encontrado morto na Baía de Sepetiba após desaparecer no sábado (10). Ele havia saído de casa, em Campo Grande, para trabalhar e, na madrugada de domingo, aceitou uma corrida da Comunidade da Carobinha até o Conjunto Liberdade, em Santa Cruz. Depois disso, não manteve mais contato, e horas depois o carro foi localizado queimado. Segundo relatos, a intensificação da cobertura da mídia teria levado milicianos a desovarem o corpo da vítima na Baia de Sepetiba na tentativa de evitar uma operação policial. Outro caso que causa apreensão é o desaparecimento de Deivison da Silva, morador do KM 34, em Nova Iguaçu, que saiu para buscar uma encomenda na região da João XXIII, em Santa Cruz, e não retornou. Em mensagens enviadas a um primo, ele relatou medo após ser abordado por homens armados e agressivos que o mandaram aguardar. Pouco depois, a família perdeu contato com o jovem, que não é o primeiro motorista a desaparecer na região, marcada por sucessivos crimes atribuídos à atuação da milícia.

Justiça havia decidido em 2024 que homem que matou padrasto no ultimo fim de semana em Niterói iria a júri popular por provocar morte de carteiro em acidente de trânsito ao dirigir embriagado

A Justica decidiu em 2024 que Oldenir de Almeida Filho iria  a juri popular acusado de provocar a morte de um funcionário dos Correios durante um acidente de trânsito por supostamente dirigir embriagado  A informação consta no.processo 0016652-20.2022.8.19.0066 do TJ-RJ. Oldenir foi preso ontem suspeito de matar o padrasto a tiros e balear a própria irmã no ultimo fim.de semana, em Niterói. Consta da denúncia: “No dia 27 de dezembro de 2022, por volta das 09h30min, na Rodovia RJ 127, altura do bairro Gonzalez, o denunciado na condução do veículo Fiat Toro , cor branca assumindo o risco de produzir o resultado morte, eis que dirigia o veículo sob efeito de álcool, em alta velocidade e sem a devida habilitação para condução de automóveis, Ele colidiu com a motocicleta Honda NXR 160, pilotada  por  vítima Laércio da Silva Ribas. Em decorrência da batida, a vítima Laércio da Silva Ribas sofreu lesões que  foram a causa única de sua morre . Logo após causar o acidente que culminou na morte de Laércio Ribas, Oldenir deixou de prestar imediato socorro à  vítima. Por fim, após fugir do local do acidente e seguir em direção ao Rio de Janeiro, na Rua Capitão Júlio Vieira, bairro Centro, em frente ao DPO da cidade, o denunciado, de forma livre e consciente, trazia consigo, para consumo pessoal, 4,4 g (quatro gramas e quatro decigramas) da substância entorpecente Cannabis sativa L. (maconha), acondicionados em 01 (um) pequeno invólucro plástico e em 1 (um) cigarro artesanal,  Após a colisão pela traseira da motocicleta, a vítima foi arremessada, caindo próximo a uma borracharia, Comunicados do acidente e da fuga sem prestar auxílio à vítima, policiais militares lograram êxito em abordar o denunciado próximo ao DPO da cidade, oportunidade em que apreenderam maconha no interior do aram sua prisão. Conduzido à Delegacia Policial, foi o denunciado submetido à exame de alcoolemia, oportunidade em que foi constatado que conduzia o veículo Fiat Toro  embriagado. Por tais razões, foi o denunciado preso em flagrante. Um.PM que participou da ocorrência disse que ouviu Oldenir falando que tinha dinheiro para pagar o dano ao veículo da vítima a quem ele chamava de “motoboy” que tinha esbarrado em seu carro. Com a voz de prisão pelo homicídio, o acusado  se alterou e tentou fugir da delegacia. O depoente se dirigiu ao local do crime, após sair da delegacia, oportunidade em que apurou que o réu, conduzindo o veículo em alta velocidade, atingiu a moto conduzida pela vítima pelas costas, saindo do local sem prestar socorro.  Uma testemunha narrou quev viu a vítima, transitando no sentido centro da cidade, quando foi atingida pelo veículo Toro, conduzido por Oldenir , de forma violenta. A vítima foi arremessada e caiu próxima ao acusado, tendo o condutor do veículo atropelador “ameaçado dar uma parada”, acelerando, em seguida, mesmo diante dos acenos do depoente. Laércio ltinha 2 filhos e netos e tinha a fama de ser o carteiro mais responsável da empresa, na direção do veículo e nos cuidados com a manutenção da moto. Oldenir afirmou que sofria desde a sua adolescência, com distúrbios psiquiátricos e psicológicos que fazem com que sua vida “seja vivida de maneira artificial sob a dependência de medicamentos muito fortes que o deixam fora da realidade”. Assevera que no “dia do acontecimento,  estava sob efeito de remédios e isso, em nenhum momento, foi levado em consideração pelo simples fato de alegarem, erroneamente, que o mesmo estava alcoolizado e drogado”. Sustenta que ele  não conduzia o veículo em excesso de velocidade e que estava dopado de substância medicamentosa que faz uso há anos. Assevera que o réu teria sido vítima de espancamento na Delegacia de Polícia Civil, sendo vítima de agressões severas, fato que teria sido ignorado pelo Juízo.

Homem preso suspeito de matar padrasto em Niterói responde a processo na Justiça do Rio acusado de envolvimento em acidente de trânsito com vítima fatal. Polícia alegou embriaguez ao volante mas defesa argumentou que ele estava sob efeito de remédios e que foi agredido por policiais e agentes penais

Preso suspeito de matar o padrasto no último fim de semana em Niterói, Oldenir de Almeida Fiho responde a processo na Justiça acusado de ter provocado um acidente de trânsito com vítima fatal na cidasde de Mendes, no interior do Rio. No dia 27 de dezembro de 2022, por volta das 10hs da manhã, policiais militares realizavam abordagem do veículo conduzido por Oldenir envolvido em um acidente de trânsito com vítima fatal. Segundo os policiais, notaram sinais de embriaguez e na delegacia, Oldenir foi submetido ao exame de alcoolemia. Diante disso, fora autuado em flagrante, como incurso nas sanções previstas no art. 306, do Código de Trânsito Brasileiro. Na época, Oldenir tinha 21 anos e segundo os autos, desde sua adolescência, sofria com distúrbios psiquiátricos e psicológicos que, faziam com que sua vida fosse vivida de maneira artificial sob a dependência de medicamentos muito fortes que o deixavam fora da realidade. Segundo sua defesa, no dia do acontecimento, Oldenir estava sob efeito de remédios e isso, em nenhum momento, foi levado em consideração pelo simples fato de alegarem, erroneamente, que o mesmo estava alcoolizado e drogado. A defesa argumentou que ele preso, só iria trazer piores consequências para todo mundo, inclusive para o sistema penal, pois, o mesmo, dependia totalmente dos cuidados familiares o que sabemos que a estrutura do sistema prisional não é suficiente para determinadas situações de tratamento. Alegou a família dele que Oldenir jamais faria algo parecido em sã consciência e sim totalmente dopado como estava. Argumentou ainda que os trâmites da delegacia de Mendes/RJ, não foram condizentes com a realidade, tendo várias falhas no momento da lavratura do auto de prisão em flagrante, até a apreensão da moto (veículo que estava com a vítima na hora da colisão). A defesa disse nos autos que Oldenir foi para o hospital penitenciário de Bangu/RJ, por conta que foi covardemente agredido e ficou muito ferido pelas atitudes violentas dos policiais e agentes penitenciários. A defesa informou ainda na época que a família se comprometeu com toda a parição do mesmo perante a justiça e a qualquer juízo que for recrutado para prestar quaisquer depoimento o que não teve a oportunidade digna na delegacia onde foi lavrado o flagrante. Suspeito de matar padrasto e balear a irmã em Niterói é preso Segundo a Polícia Civil, Oldenir matou o padrasto Rudson Fernando da Silva Barreto e baleou a própria irmã em Niterói. Ele foi preso nesta segunda-feira (19) pela Delegacia de Homicídios de Niteríoi e São Gonçalo. Ele estava com uma arma. O corpo de Rudson foi levado para o IML de Tribobó. Ainda não há informações sobre horário e local de enterro. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. Oldenir já cumpriu prisão domiciliar por atropelar PMs no Distrito Federal após ser abordado quando estava no carro com uma menor de idade em 2024. Ele também respondia por atropelar e matar um entregador dos Correios em 2022. Caso no DF Em 2024, Oldenir foi preso depois que tentar atropelar dois PMs, bater no carro dos agentes e tentar fugir. Os policiais o abordaram quando ele estava no carro com uma menor de idade. O homem tentou escapar, mas os policiais atiraram diversas vezes no veículo até conseguirem prendê-lo. Oldenir foi autuado por tentativa de homicídio, porte de substância entorpecente para consumo pessoal, corrupção de menores, resistência e embriaguez ao volante. Naquela época, ele já era foragido da Justiça por causar a morte de um entregador dos Correios ao atingir, com sua caminhonete, a moto pilotada por um homem de 56 anos

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