Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

homicidio

Justiça decretou a prisão preventiva de quatro integrantes da Força Jovem do Vasco suspeitos de matarem membro da Young Flu em Mesquita em dezembro. Vítima levou pedradas, pauladas, facadas e tiros. LEIA OS DETALHES DO CRIME

A Justiça decretou essa semana a prisão preventiva de integrantes da torcida Força Jovem do Vasco suspeitos do homicídio de um membro da Young Flu, que foi jogado dentro de um rio e agredido a pedradas, pauladas, facadse e tiros em dezembro, em Mesquita. Respondem pelo crime Nando Suicida, DN e outros dois homens chamados Rayan e Fagner. Narra a denúncia que “no dia 14 de dezembro de 2025, entre 12h e 13h, na Rua Magno de Carvalho, bairro Chatuba, os suspeitos agindo com intenção de matar, atacaram violentamente integrantes da torcida ‘Young Flu’, ocasionando a morte de Gabriel Pereira Costa. Segundo consta dos autos, durante confronto entre membros da torcida Força Jovem do Vasco (8ª Família) e da Young Flu, a vítima Gabriel Pereira Costa foi isolado do grupo, cercado pelos suspeitos e por diversos indivíduos não identificados e empurrado para o leito de um rio, ficando em situação de absoluta vulnerabilidade. Nesse contexto, DN foi o primeiro a pular no rio, iniciando as agressões aplicando diversos socos na vítima. Em seguida, Raya A também pulou leito do rio, passando a desferir pauladas e pedradas contra Gabriel, intensificando as agressões físicas. Na sequência, Nando Suicida, portando arma branca, pulou no rio e desferiu diversos golpes de faca contra o corpo na vítima. Paralelamente à execução da vítima Gabriel, Fagner com intenção de matar, efetuou disparos de arma de fogo contra quatro torcedores do Fluminense,impedindo qualquer tentativa de aproximação ou socorro à vítima, garantindo, assim, a consumação do homicídio. Os quatro não foram atingidos. Os os disparos ocorreram em via pública, local com grande aglomeração de pessoas, expondo número indeterminado de indivíduos a uma situação de perigo.” A agressão somente cessou após a intervenção da Polícia Militar, ocasião em que os autores se dispersaram. A vítima chegou a ser socorrida, contudo, não resistiu à gravidade das múltiplas lesões sofridas, falecendo em razão do espancamento associado aos ferimentos provocados por arma branca. Um torcedor da Young Flu disse em depoimento qur ficou sabendo que as torcidas organizadas 8ª Família do Vasco, 6ª Família da Leopoldina, Ira do Vasco e a Torcida Jovem do Botafogo Baixada, estavam se juntando para realizar um ” ataque ” na torcida Yong Flu núcleo de Nilópolis no domingo antes do jogo Vasco e Fluminense; Segundo o declarante os componentes da torcida Yong Flu núcleo Nilópolis e 13 Nova Iguaçu se antecipou e se dirigiram para Mesquita em Edson Passos, quando iniciou-se uma briga. Assim que chegaram próximo ao rio, uma pessoa não identificada juntamente com o alcunha Vega começaram a efetuar disparos de arma de fogo em direção ao declarante e os componentes de sua torcida do Fluminense; Vega ” é conhecido entre as torcidas organizadas pelas suas covardias; Os disparos fizeram o declarante e os demais componentes da torcida recuar esse abrigar; Havia mais um homem realizando disparos juntamente com ” Vega”, mas a testemunha não sabe informar a sua identificação; O declarante disse que Gabriel estava com ele desde o ponto de encontro na padaria em Nilópolis até o momento dos tiros. No momento do disparos, Gabriel se dispersou do grupo e ficou para trás;. O declarante abrigado dos tiros viu o Gabriel ser empurrado no rio por uma pessoa desconhecida que saiu correndo e não sabe informar a identificação desse indivíduo; Após a queda da vítima Gabriel no Rio o primeiro a pular no rio e começar a agredir GABRIEL com socos foi DN que usava uma camisa branca na cabeça e bermuda preta. Um segundo homem a pular no rio atrás de da vítima Gabriel, usando um chapéu de pescador australiano de cor preta, sem camisa e com pedaço de madeira e pedra e o declarante reconhece esse segundo agressor como sendo Rayan, que deu pauladas e pedradas na vítima; Segundo o depoimento, um terceiro elemento, Nando Suicida pulou no rio atrás de Gabriel e com uma faca começou a efetuar diversas facadas na vítima, que ainda tentou colocar a mão na frente para tentar evitar as facadas; O declarante juntamente com os demais componentes da torcida do fluminense começou a gritar ” Pô covardia não, covardia não, solta o moleque”.Mesmo assim, Nando Suicida continuou a dar as facadas. Somente quando a policil militar chegou e trocou tiros e que o alcunha ” Vega e o desconhecido pararam de efetuar disparos e correu para dentro da favela da Chatuba; O declarante e demais amigos devido a intervenção da Polícia Militar conseguiram entrar no rio para prestar os primeiros socorros a vítima Gabriel. A testemunha e seus amigos conseguiram tirar a vítima Gabriel do Rio e colocaram na Viatura da PMERJ que socorreu o Gabriel para a UPA de Edson Passos; Disse que Gabriel estava muito ferido no momento em que a policia militar o socorreu para a UPA. A testemunha disse informar estar sendo ameaçado por ” Vega “; Que pelas redes sociais Vega disses que ia invadir sua casa e se não o encontrar, vai pegar seus familliares Devido a essa ameaça o declarante não está mais dormindo em casa”

CAMPOS (RJ): Polícia diz que casal está envolvido na morte de uma cuidadora de idosos que moveu contra eles ação trabalhista. Vítima foi estrangulada e ainda atearam fogo no corpo

Um casal foi apontado em investigação como autor do assassinato de uma cuidadora de idosos em Campos dos Goytacazes, por conta de um processo trabalhista. A vítima tinha cinco filhos e estava grávida de cinco meses. Seu corpo ainda não foi oficialmente encontrado., A informação é do portal NF Notícias. A mulher foi estrangulada e depois teve o corpo queimado. Um dos suspeitos foi preso essa semana e confessou o crime. Já a mulher teria funcionado como álibi dele. Ela também foi presa. Greice Kelly Gomes do Nascimento, de 31 anos, havia trabalhado como cuidadora para os sogros do homem suspeito e ajuizou uma ação contra a esposa do acusado no valor de R$ 52, 7 mil. Segundo a polícia, o homem passou a enviar mensagens intimidatórias para a vítima Chegou a ameaçar procurar os caras da boca para resolver a situação. No dia 17 de novembro, Greice entrou no carro do autor achando que receberia um dinheiro mas o homem já estava com tudo preparado, tinha gasolina. Ele parou o carro em um posto próximo, estrangulou a vítima e ateou fogo. Uma ossada foi achada no dia 30 de novembro justamente no local onde ela sumiu mas até hoje não foi feito exame de DNA para identificar se ela é de Greice.

Homem acusado de matar rapaz durante Carnaval de rua em Guadalupe deu sua versão para os fatos. Disse que a vítima foi para cima dele com suposta intenção de agredir, por isso atirou

Com prisão temporária decretada pela morte de José Ailton de Sales Júnior durante uma festa de Carnaval em Guadalupe, Carlos Alberto Ribeiro Júnior deu à polícia sua versão para ter cometido o homicídio. Segundo os autos, Carlos compareceu espontaneamente à delegacia, acompanhado de advogado, para confessar a autoria desse delito.Ele informou que, no dia 18/02/2026, por volta das 02:00h, chegou sozinho à Rua Marcos de Macedo, próximo à Lona Cultura de Guadalupe, onde estava ocorrendo uma festa de rua de carnaval. Afirmou que, enquanto bebia cerveja em um dos quiosques, a vítima, que conduzia uma motocicleta em alta velocidade, teria passado por ele, quase o atropelando. Em razão disso, uma discussão teria sido iniciada entre os dois, ocasião em que a vítima o ameaçou. Nesse momento, afirmou que se formou uma aglomeração de pessoas ao redor de ambos, momento em que “resolveu dar um tiro para o alto”, afastando-as. Contudo, informou que a vítima “veio em sua direção como se fosse lhe agredir”, motivo pelo qual “efetuou um disparo na direção de Ailton com a intenção de pará-lo e na altura dos pés”. Acrescentou que, logo após o disparo, evadiu do local, pois “populares vieram em sua direção para lhe agredir fisicamente”. A mãe do rapaz afirmou que reconheceu o corpo de seu filho no Instituto Médico Legal (IML). Além disso, informa que José Ailton “fora baleado e socorrido para o Hospital Carlos Chagas (…) porém quando lá chegou já era cadáver.

Mulher foi morta e três pessoas baleadas em roubo a residência na zona rural de São Jose de Ubá

Uma mulher foi morta e três pessoas baleadas durante um roubo a uma residência na madrugada do último sábado (28) na localidade de Vila Mangueira, zona rural de São José de Ubá, no Noroeste Fluminense. Segundo informações, quatro homens encapuzados chegaram ao imóvel e renderam as vítimas. Durante a ação, os criminosos atiraram contra as vítimas. Uma mulher foi baleada na cabeça e não resistiu aos ferimentos. Os criminosos procuravam por dinheiro. Eles arrombaram uma espécie de cofre, de onde levaram uma certa quantia em dinheiro, além de celulares e outros objetos.

Após vítima lhe dar um beijo na bochecha durante uma festa familiar de Carnaval e disse que ia pegá-lo, homem ameaçou esfaqueá-la e depois a atropelou e a matou com golpes na cabeça em Nova Iguaçu. LEIA DIÁLOGOS QUE CONFIRMAM O CRIME

A Justiça decretou ontem a prisão preventiva de Luiz Augusto Barbosa Mendonça. Segundo o TJ-RJ, ele é acusado de matar um homem por atropelamento e pancadas na cabeça em Nova Iguaçu depois de uma discussão banal durante uma confraternização de Carnaval. Narra a denúncia que “no dia 15 de fevereiro de 2026, por volta das 02:30, na Estrada Francisco Amorim Viana, Prados Verdes em Nova Iguaçu, o suspeito atropelou e depois golpeou a vítima Edivaldo dos Santos na cabeça, provocando-lhe as lesões que foram a causa de sua morte, .Consta nos autos que após um desentendimento banal ocorrido em uma confraternização familiar de carnaval, o acusado pegou o seu veículo e atropelou a vítima que estava andando na rua. Ato contínuo, o denunciado desceu do carro, pegou a chave de rodas, e com a vítima caída no chão, golpeou sua cabeça diversas vezes, causando extensa desestruturação craniofacial e evisceração encefálica, provocando a sua morte. O crime foi praticado por motivo fútil, em razão de um desentendimento ocorrido entre autor e vítima, motivado por falas e atitudes desta que se encontrava em estado de embriaguez. O crime foi praticado de forma que impossibilitou a defesa da vítima, uma vez que o denunciado utilizou seu veículo automotor para perseguir e surpreender a vítima, que caminhava sozinha, desarmada e totalmente desprevenida rumo à sua residência. Após, com ela caída no chão, ainda a golpeou diversas vezes, sem que esta pudesse se defender da injusta agressão. O crime foi praticado de forma cruel, com sofrimento desnecessário à vítima, diante da multiplicidade dos atos executórios, iniciados com o atropelamento intencional do ofendido em via pública e consumados com reiterados golpes na cabeça utilizando uma chave de roda metálica. Uma testemunha narrou que o suspeito de ser o autor do crime faz uso de cocaína e maconha. Ela disse que Luiz e Edivaldo tiveram qualquer tipo discussão e aparentemente se davam bem. Segundo ela, na madrugada do crime, Luís entrou em sua residência e após alguns minutos, voltou totalmente transtornado e com uma faca. Edivaldo não entendeu o que acontecia porque eles estavam conversando antes do aujtor entrar em casa. As pessoas foram para cima de Luiz e conseguiram tirar a faca dele. Depois disso, ele disse que ia dormir. Depois de alguns minutos, Luiz pegou seu carro, saiu cantando pneu e foi na direção em que Edivaldo havia ido embora. Minutos depois, ele retornou com o para-brisa dianteiro rachado e disse” pode ir lá no ponto azul que eu matei o Deco. O autor não informou porque matou Edivaldo. As pessoas foram até o ponto azul e viram a vítima morta, Uma outra testemunha disse que enviou uma mensagem para Luiz após o crime. “Cara que merda vocês fez? Você tem uma filha pequena. Nem pensou nelas” e o suspeito respondeu. “Cara, ele falou que ia pegar”. A testemunha retornou dizendo. “Tu é doido? Estragou sua vida, sua família, ele ia te pegar nada, só falava besteria quando estava doidão, bêbado. Você acha que ele bêbado ia fazer alguma coisa com você?” Luiz voltou a responder. “Cara, ele sentou no meu colo, depois ele levantou, me deu um beijo na bochecha e falou no meu ouvido. Na hora que ele falou no meu ouvido, ele falou. Vou te pegar. E falou que o santo dele, não sei quem, que vai te pegar, e falei eh. Depois disso, dei um empurrão nele, e tomei minhas providências, poh. Vou ficar esperando o cara me pegar? Antes ele do que eu”. A mulher de Luiz disse que após ingerir bebida alcoólica e possivelmente algum tipo de droga alucinógena, que não sabe especificar, seu esposo saiu de casa portando uma faca e dizia: “Eu vou matar ele, eu vou matar ele”. Ela contou que o esposo, após cometer o crime, voltou ao local da festa conduzindo o carro em alta velocidade e disse. “Matei teu tio lá no ponto azulPosteriormente, o acusado foi ouvido na delegacia e disse que quatro meses antes do crime, a vítima passou a implicar com ele , afirmando reiteradamente que iria “pegá-lo”. O primo da vítima passou a alertá-la do perigo. Ele disse que durante a festa, Edivaldo teria sentado ao seu lado, lhe deu um beijo na bochecha e disse. “Eu vou te pegar, você não vai ver mais suas filhas”. Diante disso, levantou-se e foi buscar uma faca. Posteriormente, pegou seu veículo e foi ao encontro da vítima. Que, de imediato, atropelou Edivaldo fazendo com que este caísse ao solo; Logo após, pegou uma chave de roda e desferiu alguns golpes na cabeça da vítima; Em seguida, retornou à sua residência com o objetivo de buscar sua habilitação e cartão de crédito. Ao retornar, informou às pessoas que estavam no local que havia matado Edivaldo; Posteriormente, dirigiu-se até a ponte do Rio Grandu, onde arremessou a chave de roda no rio. Disse que permaneceu escondido em área de mata próxima ao Rio Grandu até o dia 17 de fevereiro; Entrou em contato com sua irmã, solicitando que esta providenciasse advogado para sua defesa. Disse que razão de ameaças proferidas por familiares da vítima, não retornou à sua residência.

Mãe disse acreditar que filho desaparecido há quase três anos e que morava na Gardênia Azul (CV) teria sido morto por traficantes por supostamente se envolver com milicianos de Rio das Pedras

Depois de quase três anos, a Justiça abriu processo que vai julgar suspeitos do desaparecimento de um rapaz chamado Bruno, então com 24 anos, que sumiu na comunidade Rio das Pedras, em Jacarepaguá, no dia 1 de abril de 2023. Segundo os autos disponíveis, a mãe do rapaz relatou à polícia que acreditava que aconteceu algo com seu filho, porque Bruno nunca ficou sem se comunicar mais de dois dias com sua mãe. Ela conversou com a namorada do filho e ouviu que Bruno nteria sido vítima de homicídio e enterrado na localidade conhecida como “Areinha”., de acordo com o TJ-RJ. Segundo o processo, a namorada do rapaz enviou um “print” com um perfil de instagram (@cristian_cardoso97) informando que Bruno era “cria daqui” ,”fechou com os meleca da RP” “já sabe o fim”, ou seja, era morador da comunidade da Gardênia Azul, e estava envolvido com a milicia da Comunidade de Rio das Pedras. Os autos revelam que a mãe soube por boatos que Bruno foi vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado; A Justiça diz que ela recebeu uma informação de que um homem cujo vulgo é “Jota”, não gostava de Bruno e que teria sido ele quem matou seu fillo. A mãe do rapaz disse acreditar que Jota faça parte da quadrilha de traficantes da Gardênia e executou Bruno por estar envovldio com os milicianos de Rio das Pedras, local onde estava residindo há pouco tempo, cerca de três meses. Consta dos autos também que Bruno teria sido vítima de uma covardia, que forjaram uma situação em que não teve envolvimento para que fosse executado. Uma testemunha que trabalhava em uma imobiliária informou que ficou sabendo do desaparecimento de Bruno através da mãe do mesmo, que mandou mensagem no domingo 02/04/2023. Ele disse que viu Bruno algumas vezes reunido com milicianos de Rio das Pedras. Na página do TJ-RJ, pelo número do processo, porém, não há dados ainda sobre os suspeitos do crime. No item autor do fato, consta como ignorado. A Polícia Civil representou pelo afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos. O fato é apurado no IP 957-00401/2023 da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA).

Mulher está presa preventivamente suspeita de matar o marido a facada em Niterói

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, está presa preventivamente decretada Andreza Cores Lima. Ela é suspeita de matar o companheiro a facada no dia 7 de fevereiro deste ano, em Niterói. Conforme auto de prisão em flagrante, apurou-se que, naquela data, de madrugada, na Travessa do Holofote, bairro Santana, Niterói/RJ, ocorreu a morte de Levemberg Futuroso da Costa, cujo corpo foi encontrado em via pública, em decúbito dorsal, apresentando ferimento perfurocortante na região do tórax, provocado por arma branca. Consta que a autora dos fatos, Andreza Cores Lima, companheira da vítima, encontrava-se no local e assumiu ter desferido o golpe de faca que ocasionou o óbito, após discussão entre o casal. As diligências iniciais e os relatos colhidos indicam que a relação entre autora e vítima era marcada por desentendimentos frequentes, brigas e agressões recíprocas. Não foram constatadas lesões corporais na autora quando submetida a exame específico. Após os trabalhos preliminares no local, a autora e as testemunhas foram conduzidas à unidade policial, onde se formalizou a prisão em flagrante, diante da presença de indícios suficientes de autoria e materialidade delitiva, enquadrando-se a conduta, em tese, no crime de homicídio qualificado. Em síntese, de acordo com as informações do caderno policial, Andreza Cores Lima, após discussão com Levemberg Futuroso da Costa, desferiu contra este um golpe de faca na região torácica, causando-lhe ferimento grave que resultou em sua morte, fato ocorrido logo após o evento, com a autora ainda presente no local, assumindo a prática do ato, circunstância que caracterizou a situação de flagrância.

Justiça decretou a prisão preventiva de Doca, chefão do CV, pelo homicídio de líder comunitário em Bangu

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca, apontado como principal líder do Comando Vermelho em liberdade e chefe do Complexo da Penha, pelo homicídio de um líder comunitário de comunidades de Bangu, na Zona Oeste do Rio, de acordo com o TJ-RJ. Segundo consta do inquérito, Doca”, teria determinado a conduta de um comparsa conhecido como Lanterna Verde “, suposto executor do crime, além de mais dois comparsas não identificados, já que, sem sua anuência, nenhuma atitude é praticada por seus comandados. De acordo com o depoimento da testemunha ocular, amigo da vítima, no dia dos fatos, ele e Lucas estavam em uma lanchonete localizada próxima da Comunidade do 48, quando desembarcaram três indivíduos de um carro branco, dois deles armados, que efetuaram mais de uma dezena de disparos de arma de fogo contra a vítima – presidente da Associação de Moradores do 48 e Santo André, área dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro (TCP) -, que ainda tentou correr para dentro da lanchonete, mas logo caiu ao chão, alvejada. A testemunha também relatou ter ouvido um dos executores afirmar que eram “A Tropa do Urso” grupo de extermínio pertencente ao Comando Vermelho – e que, após executarem Lucas, um dos atiradores apontou a arma em sua direção, mas outro executor disse: “Ele não… ele não”. Lanterna Verde também está com a prisão decretada. Informações constam em Processo Nº 0073947-11.2025.8.19.0001

Justiça decretou a prisão preventiva de cinco supostos integrantes do CV suspeitos de levar rapaz ao ‘tribunal do tráfico’ no Ipase. Vítima foi torturada e morta acusada de praticar roubos, segundo a denúncia

A Justiça decretou hoje a prisão preventiva dos traficantes do Comando Vermelho vulgos Chapadinho, Darlanzinho, Pânico, Tubarão ou Bradock, Rogerinho e FN, suspeito de terem levado um rapaz ao ‘tribunal do tráfico’ na comunidade do Ipase, em Vila Kosmos. Lá, a vítima foi torturada até a morte ao ser acusada de praticar roubos nos arredores da localidade, segundo o TJ-RJ. O corpo até hoje não foi encontrado,. Segundo os autos, o crime foi cometido em dia 23 de Julho de 2025. Naquela data, por volta das 12h50min, na Avenida Vicente de Carvalho, nas proximidades do nº 1235, esquina com a Rua Flamínia, altura do nº 400, no bairro de Vicente de Carvalho, Chapadinho portando arma de fogo, auxiliado por Darlanzinho e Bolinho (já falecido) abordaram a vítima Kawã Santos De Oliveira, que se encontrava na via pública, imediações da Comunidade do Ipase, em uma motocicleta Honda Titan CG 150, cor vermelha, aguardando falar com uma menina (não identificada) com quem estaria mantendo uma relação amorosa, e A denúncia diz que mediante violência e grave ameaça de morte pelo emprego de arma de fogo, os suspeitos privaram-na de sua liberdade mediante sequestro e a conduziram coercitivamente para a boca de fumo da localidade conhecida como Telhadão, situada na Rua II, esquina com a Rua Soldado Bernardino da Silva, onde funciona o denominado “Tribunal do Crime”. O sequestro foi captado pelo circuito externo de câmeras de segurança (“câmera Gabriel”), No local, a vítima foi “julgada” e “condenada” à morte. Os autos dizem que os envolvidos com vontade de matar, desferiram golpes com pedaços de madeira, pedradas e coronhadas por longo período de tempo contra Kawã O processo diz que o crime foi praticado porque os bandidos teriam recebido a informação de que a vítima supostamente estaria praticando roubos próximo da região da Comunidade do Ipase, prática esta vedada pelas normas internas estabelecidas pelo grupo criminoso. A vítima foi mantida sob a mira de arma de fogo, com mínimas chances de defesa. Ainda, imputa aos acusados a conduta de “Após eliminarem a vida da vítima, ainda no interior da Comunidade da Ipase, porém em localidade não precisada nos autos, os DENUNCIADOS, de forma livre e consciente, agindo em comunhão de ações e desígnios criminosos entre si, ocultaram o cadáver da vítima em local até os dias de hoje desconhecido.” Um dos envolvidos foi preso e prestou depoimento . Disse que no dia, 28 de janeiro de 2026, quarta-feira, por volta da 06:00 horas, estava em sua residência localizada na rua A, bloco B, aptº 202- Vila Kosmos, quando foi surpreendido por quatro policiais civis que bateram em sua porta, Disse os policiais pediram sua identificação e ao fornecê-la, foi algemado. Contou que é integrante da facção criminosa Comando Vermelho a qual domina a região de Vila Kosmos e ocupava o cargo de “vapor, vendedor de drogas da boca localizada na rua 9 Falou que o “vapor” da boca não porta arma de fogo, somente os seguranças as têm. No entanto, durante os bailes ocorridos na Vila Kosmos o declarante tinha o hábito de frequentà-las portando fuzil, pistola e rádio comunicador; Sobre a morte de Kawa, disse que o rapaz era cria de Vila Kosmos e estava roubando com frequência na área da comunidade. Segundo o depoiente, Kawã, conhecedor da “Lei do Tráfico” de não permitir roubos na região, ainda assim praticava roubos a poucos metros da “boca e utilizava-se de seu conhecimento da área para, logo em seguida ao crime, evadir-se pelas ruas mais internas, local onde havia o domínio do tráfico; No dia do crime, o suspeito ainda não estava de plantão na boca assumir o horário apenas as 20:00 horas;. Ao assumir o plantão as 20:00 horas tomou conhecimento de que os “amigos da boca” Bidu, Bolinho”, ambos já falecidos em operação policial, tomaram conhecimento de que Kawâ está numa motocicleta, a qual tinha o tanque de combustível coberto, estacionado próximo a um posto de bebida, de nome ora não lembrado ( de propriedade de um policial civil de nome Ricardo) localizado na rua Flamínia próximo ao ponto de mototáxi, por volta das 13:30min; Diante desta informação, os comparsas foram armados e de motocicleta ao encontro de da vítima. O depoiente disse que Bidu e Bolinho ordenaram Kawã sentar na moto dos traficantes e logo em seguida o conduziram para o interior da comunidade Vila Kosmos; Contou que não participou da execução de Kawã, que foi morto no turno da tarde por Bolinho e Bidu As imagens de redes sociais demonstram 3 homens portando arma de fogo, rendendo e dominando a vítima, que foi obrigada a subir em uma motocicleta. Nestas imagens, através de confronto com imagens de arquivos de Identificação Civil, foi possível identificar Chapadinho, Darlanzinho e Bolinho.Segundo outros depoimentos, os executores seriam subordinados a Pânico, Rogerinho e FN nas bocas de fumo do “Telhadão” e da “Rua 9” e teriam levado a vítima diretamente à primeira localidade, onde foi morta.

Ex-miliciano Naldo da Carobinha foi morto em Magé

O ex-miliciano Reginaldo Martins do Nascimento, vulgo Naldo, foi morto na última noite, em Magé, na Baixada Fluminense. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense confirmou o fato e investiga o caso. Naldo durante anos comandou a comunidade da Carobinha, em Campo Grande. No entanto, após ser expulso do local, teria se aliado às facções criminosas Amigos dos Amigos (ADA) e Comando Vermelho. Há relatos de que ele estaria participando das últimas guerras ocorridas na Carobinha, que continua sob o domínio da milícia, cujo chefe é Cara de Égua. O jornalista Bruno Assunção informou que a milícia da Carobinha foi até Magé no local onde Naldo estava escondido. Houve um cerco e troca de tiros.

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima