Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

guerra de facções

Suposto acordo entre as milícias volta a ser especulado nas redes

Pela rede social, foi anunciado um suposto acordo entre as milícias de Rio das Pedras e do Zinho, que já vinha sendo costurado há muito tempo, para conter o avanço do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. Os bastidores apontam que, pelo acordo, as milícias tentariam tomar as comunidades do Terreirão e do Cesar Maia. Atualmente, elas estão sob o domínio do Comando Vermelho, e se reconquistadas, ficariam sob o poder do grupo de Zinho. Foi noticiado em uma emissora de televisão de que o CV estaria pretendendo atacar Rio das Pedras nos próximos dias.e que a milícia iria baquear o Morro do Jordão, no Tanque. O suposto acerto das milícias não incluiria os paramilitares ligados a Waguinho que está em guerra com Zinho em Santa Cruz nem Juninho Varão, que comanda áreas na Baixada Fluminense, e é aliado de Waguinho. Os milicianos de Curicica também teriam ficado de fora já que estariam próximos de traficantes da facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) que, inclusive, foram presos na Vila Sapê esta semana. Os milicianos de Vargem Grande, comandados por Nicássio, também fariam parte do pacto. A conferir. FONTE: Milícia RJ News (twitter)

CV e Sindicato do Crime (RN) teriam rompido aliança. VEJA COMUNICADOS

Circulam informações nas redes sociais que o Comando Vermelho teria rompido com a facção criminosa Sindicato do Crime, no Rio Grande do Norte.  Apareceram comunicados de ambas facções relatando sobre o suposto racha. Na mensagem, o Sindicato chamou atenção para essa suposta aliança entre o PCC e o CV que, segundo eles, seria para dominar os estados. A conferir. FONTE: Submundo Criminal (Twitter)

Milicianos voltaram a se enfrentar em Santa Cruz

Milicianos voltaram a se enfrentar na noite de ontem no Conjunto João 23, em Santa Cruz. Video do confronto foi divulgado na Internet. Relatos de muitos tiros. Segundo informações que circulam nascredes sociais, mais cedo, o bando de Zinho e Naval havia entrado no local sem encontrar qualquer resistência por parte dos rivais do grupo paramilitar dominado por Waguinho. A disputa entre as duas quadrilhas vem desde o ano passado quando o líder da milícia rival de Zinho, vulgo Jacão, foi morto. Em dezembro, a disputa se acirrou com a morte de outro integrante do grupo de Waguinho, Zé Carlos, vulgo PQD. A partir daí, foi uma sequência de ataques de ambos os lados, inclusive com mortes. Leia comentários “Sabia, ouvi aqui da reta da base. Moro na rua do cemitério, e não foi pouco”. “Todo dia agora é isso na reta da João 23 e no guandu” “Com a luz fraca com um calor desses não podemos nem sentar no portão pra tomar uma fresca logo vem o aviso pra todos entrarem .todos dia agora é isso”. OTT 360 INFORMA: 25/02 – 20h31 Tiros em Santa Cruz, na comunidade João 23. Atenção na região FONTE: Baú do Rio ofc (Telegram), página Milícia RJ News (Twitter) e Santa Cruz News (Facebook).

Traballhador oriundo da Bahia foi morto por traficantes do TCP em Resende porque eles viram uma foto em seu celular fazendo gestos do CV com as mãos

Oriundo da Bahia, Edelson Santos Portela, de 32 anos, foi morto no último dia 26 de janeiro no bairro Paraíso, em Resende, por envolvidos com a facção criminosa Terceiro Comando Puro. No corpo da vítima foram encontradas múltiplas perfurações nas costas, glúteos e parte de trás da cabeça. ,  Segundo as investigações, o crime teria sido praticado porque autores teriam visto no celular da vítima, Edelson fazendo gestos com as mãos em alusão à facção criminosa Comando Vermelho. Edelson teria ido até o local se encontrar com uma mulher pela qual mantinha relacionamento afetivo. Informações indicam que ele era trabalhador. Atuava em uma empresa há aproximadamente dois anos e tinha a função de lider de produção. Diziam que era um excelente funcionário e nunca ninguém soube que ele tinha qualquer envolvimento com o tráfico de drogas. A mulher com quem Edelson estava envolvido viu ele discutindo com quatro homens armados que tinham miras vermelhas. Edelson levantou a camisa para mostrar que não estava armado. Estava muito nervoso e tentando explicar que era trabalhador. A moça tentou intervir mas os suspeitos mandaram ela ir embora senão também iria morrer. Disseram que se chamasse a polícia iria morrer. Insistiu para liberarem o rapaz mas os bandidos mandaram ela meter o pé senão seria morta. Os criminosos roubaram o celular de Edelson e viram a tal foto. Ouro fato que chamou a atenção da polícia foi que Edelson rabalhava e residia no Bairro Fazenda da Barra 3, local também dominado pela facção criminosa Comando Vermelho. Dois suspeitos estão com a prisão temporária decretada, um deles tem o vulgo de Zangão. FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Relatório confirma ordens de traficantes do CV da Penha e do Quitungo para execuções de pessoas suspeitas de serem informantes de facção rival. Veja quem comete esses crimes

Um relatório da Justiça confirma que traficantes do Comando Vermelho que agem no Complexo da Penha e na comunidade do Quitungo, em Brás de Pina, têm ordenado e realizado diversas execuções a indivíduos tidos como integrantes e/ou informantes da facção rival intitulada Terceiro Comando Puro (T.C.P), com o fim de expandir seus domínios para prática de ilícitos penais que habitualmente cometem. Segundo o documento, por meio de relatos de moradores das regiões dominadas pelo tráfico, além de diversas reportagens jornalísticas, é de conhecimento público que os criminosos mantêm um “poder paralelo” de julgamento de condutas, denominado “Tribunal do Tráfico” (fazendo uma alusão ao Poder Judiciário do Estado), onde eles, na posição de “juízes”, analisam a conduta de pessoas e a submetem a um julgamento (nada justo), onde decidem qual será a sentença daquele indivíduo (sentença de morte, em sua maioria). Os bandidos fazem uso de técnicas para se desfazer e ocultar os corpos das pessoas que são executadas (carbonizam, esquartejam, transportam para lugares de difícil acesso – como o interior de rios, canais, valas), com o intuito de inviabilizar a localização e identificação dos cadáveres e vestígios do crime, e, consequentemente, dos autores dos fatos delituosos, tolhendo as chances de elucidação por parte da polícia judiciária Os moradores de comunidades espalhadas pelo Estado, que, por vezes, se veem impedidos de transitar em algumas regiões ou até mesmo de visitarem parentes ou amigos que residem em “comunidades rivais”, sob pena de serem executados por criminosos de outra facção, sob alegação de serem X-9 informantes, delatores). A região tem como principais crimnosos, Doca e Pedro Bala, no comando do Complexo da Penha, e Belão, no Quitungo. Eles são detentores de grande poder bélico hierárquico dentro da traficância em que atuam e que dispõe de um alto número de criminosos que executam as ordens dadas por eles, dentre eles Charuto, Pitbull, Samuquinha e Gardenal. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Milicianos de Rio das Pedras são suspeitos de matarem homem por acreditar que ele repassava informações da quadrilha para o CV por ser cunhado de traficante

Os milicianos Gerlan, qtualmente preso, e Tipa, ambos de Rio das Pedras, tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de cometer um homicídio contra um homem que acreditavam ser informante do Comando Vermelho só porque ele era cunhado de um traficante. A vítima Emerson foi executada com diversos disparos de armas de fogo em plena luz do dia só porque os autores acreditavam que o rapaz repassava informações da milícia para o Comando Vermelho já que era cunhado do traficante Cenoura, da Cidade de Deus. Testemunhas disseram que os acusados são os assassinos porque quando cometeram o crime não estavam de rostos cobertos. Gerlan e Tipa são conhecidos na área como os executores da milícia. . O primeiro pilotava a moto usada no crime e Tipa, que estava na garupal desceu do veículo e efetuou os disparos que mataram Emerson. Logo depois, os autores fugiram FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)

Doca (CV) tem mais uma prisão preventiva decretada por homicídio de rival do TCP que caiu no ‘Tribunal do Tráfico’ em Belford Roxo

O chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca ou o Urso, teve mais uma prisão preventiva decretada essa semana por conta de um homicídio cometido na comunidade do Castelar, em Belford Roxo. Outros cinco bandidos também são suspeitos do crime, entre eles, Soró, apontado como o frente da localidade. O crime em questão foi praticado em 30 de dezembro de 2023. A vítima foi José Cleiton Nunes Pereira. Consta da denúncia que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que serviu para demonstrar a força e o poder da facção criminosa Comando Vermelho, sendo que a vítima foi identificada como ligada à facção rival denominada Terceiro Comando Puro, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, a qual foi surpreendida quando estava próximo a uma “boca de fumo”, pela superioridade numérica e armada dos denunciados, os quais o levaram para ser submetido ao Tribunal do Tráfico e executado, sem quaisquer chances de defesa. Consta, ainda, que no mesmo dia os denunciados e um adolescente já falecido ocultaram e destruíram o cadáver da vítima, o qual não foi encontrado até a presente data. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça Federal condenou a até 20 anos 15 milicianos do bando de Zinho que trocaram tiros com PRFs na Avenida Brasil ano passado. Veja o papel de cada um no grupo e detalhes da investigação

A Justiça Federal do Rio condenou 15 milicianos do “Bonde do Zinho” que trocaram tiros com agentes da PRF na Avenida Brasil, em março do ano passado. Na ocasião, nove milicianos foram presos e outros seis baleados. As penas variam de 15 a 20 anos de prisão. Segundo a denúncia, na madrugada do dia 7 de março de 2024, por volta das 4h, os denunciados foram flagrados, por policiais rodoviários federais, com as armas e munições pelo menos, 12 fuzis, 7 pistolas, 2 granadas e milhares de munições, além de coldres, camisas, calças e cintos táticos com a inscrição “Polícia”, balaclavas e rádios comunicadores, quando trafegavam pela Avenida Brasil (BR-101), sentido Centro, na altura do Viaduto Eng. Oscar Brito, em Campo Grande, nesta cidade. Os acusados e resistiram, com violência, à ordem de parada policial, bem como dirigiam,na oportunidade, 3 veículos clonado sendo tal forma de deslocamento conhecida vulgarmentecomo “bonde”, além de que constituíam milícia privada voltada à prática de delitos como extorsão, receptação, ameaça e homicídio Um dos bandidos presos afirmou que um dos comparsas foi lhe buscar para r para ir para a Carobinha a pedido do Pipito, para ajudarem na “contenção” na comunidade porque o Comando Vermelho iria tentar invadir o local. Um outro também confirmou que foram para a Carobinha fazer a segurança para evitar uma suposta invasão do Comando Vermelho. Um terceiro contou que eles estavam voltando da Carobinha; que tinham ido para apoio, pois a localidade estava em guerra contra o Comando Vermelho; que foi acionado para evitar a invasão dos bandidos do Comando Vermelho, como não houve invasão foram liberados Um delegado afirmou que quando o falecido Pipito assumiu o comando da milícia de Zinho, houve um período de instabilidade e o Comando Vermelho aproveitou para retomar algumas áreas de domínio. Ao receber ainformação de que haveria uma investida na Carobinha, em Campo Grande, na passou-se a investigar tanto os traficantes que iriam retomar o poder sobre a comunidade quanto os milicianos da região; que conseguiu com essa investigação informações sobre dois veículos utilizados em deslocamentos da milícia; que esses veículos eram usados também pela milícia para deslocamento de homens e reforços para determinada região;que houve algumas tentativas de interceptação desses veículos sem sucesso até o dia que, com auxílio da PRF e do 27° Batalhão de Santa Cruz, logrou interceptar o comboio e apreender os materiais que estão nos autos; que a Polícia Civil agiu em viaturas descaracterizadas, posicionados em locais indicados pela PRF para que não fossem descobertos por olheiros; que a PRF, estando em viaturas ostensivas, foi quem ficou responsável pela abordagem. Segundo ele, a milícia do Zinho cobra taxa, exerce o monopólio na venda de serviços e produtos; que, diferente de outras milícias, o grupo criminoso de Zinho tem, como atividade não tolerada, o tráfico de drogas, apesar de alguns de seus integrantes responderem por tráfico de entorpecentes. O delegado afirmou que havia a monitoração tanto dos milicianos quanto dos traficantes com intenção de impum grande confronto na localidade; que as informações são obtidas por compartilhamento de agências de inteligência; que informações sobre a movimentação miliciana em questão estava, inclusive, em redes sociais de pessoas da região. O policial falou que um dos emvlvidos, Driel, exercia a função de liderança, detinha a confiança do Zinho e era o responsável pela administração miliciana de uma comunidade na região de Paciência; que os outros integram o Grupo de Ações Táticas da milícia (GAT), imitando a estrutura da Polícia Militar, são os combatentes que possuem os melhoresarmamentos, responsáveis por fazer a segurança em territórios já integrados pelo grupo criminoso e tomada de territórios de grupos criminosos rivais Ela disse que a milícia que a milícia em questão, do Zinho e do Pipito, não firma nenhum pacto com o tráfico; que o lucro da milícia em questão vem da exploração de serviços, venda da gás, taxa para circulação de transporte alternativo; que as informações analisadas. Uma policial afirmou que possuía informações de dois veículos utilizados pelos criminosos e que estariam em deslocamento para uma disputa territorial entre a milícia e o Comando Vermelho na localidade da Vila Kennedy; que contou com o auxílio da PRF por questões logísticas de deslocamento e possível perda da oportunidade de confirmação das informações; Falou que Driel era uma das sub-lideranças da milícia e responsável por uma regiãohabitacional de Paciência; que os criminosos presos integravam os grupos de ação tática da milícia e são responsáveis pela segurança dos territórios já tomados e pela tomada de novas localidades em disputas territoriais; que a milicia atua tanto na cobrança de “gato net”, quanto na cobrança de taxa de segurança da região e domina determinada região; que as milícias começaram com policiais desviados de suas funções combatendo o crime. Um outro policial falou que todos os denunciados confessaram, em sede de interrogatório em Juízo, que pertenciam ao grupo criminoso armado liderado por Luis Antônio da Silva Braga, vulgo “Zinho”, liderança que teria sido sucedida por Rui Paulo Gonçalves Estevão, vulgo “Pipito”. Admitiram, ainda, que atuavam na “segurança” dos locais determinados pela organização criminosa,sendo integrantes do grupo de ações táticas conhecido como “GAT da milícia, que recebiam remuneração semanal ou mensal por isso, além de terem esclarecido há quanto tempo se dedicavam às atividades no grupo. Veja o papel de cada um na milícia ALEXANDRO DOS ANJOS GARCIA: “… que ia ganhar R$ 200,00 (duzentos) reais e uma cesta básica; que já participou 6 (seis) ou 7 (sete) vezes de serviços como esse; … que não costumava a realizar outras funções, como cobrança; que só costumava fazer o “serviço de patrulhamento” nas áreas de Paciência, Santa Cruz; que o intuito desses patrulhamentos era fazer a segurança da área; que não levava o armamento nem o colete para casa; que, após o serviço, entregava os equipamentos para o Buiu, recebia o dinheiro e ia para casa …”; DRIEL AZEVEDO DE ARAÚJO: “…que já serviu ao quartel, onde aprendeu a atirar; que trabalhava em uma ótica e sofreu um atentado contra sua vida,

Relatório da Polícia Civil destrincha guerra entre CV e TCP na Ilha do Governador

Um relatório da Polícia Civil obtido pela reportagem revela como é a guerra do tráfico na Ilha do Governador.  No bairro, pode-se apontar a presença do tráfico de drogas de duas facções rivais: Terceiro Comando Puro (TCP) e Comando Vermelho (CV), que constantemente entram em conflito por tomada de território.  Há registros de ocorrência que narram ataques “surpresas” entre as facções, onde dois ou três elementos, passando-se por usuários, se aproximam da boca de fumo e entram em rápido confronto com finalidade de se apoderarem dos fuzis que são utilizados na “contenção”.  Como consequência e reação, uma “boca de fumo” na área da outra facção, sofre o mesmo tipo de ataque, ambas causando morte e feridos em sua maioria.  Tais ataques são pontuais e não visam imediatamente a tomada do território, mas sim, se apropriar das armas utilizadas pela facção rival, tais ações deixam feridos e mortos entre membros das facções.  O Terceiro Comando Puro (TCP) tem por domínio territorial, cerca de 80% do Complexo do Dendê e Morro do Boogie Woogie, que avança geograficamente por toda parte central da Ilha do Governador e por toda sua extensão. O Comando Vermelho (CV) possui como domínio de território principal as comunidades: Comunidade do Barbante e Vila Joaniza, localizadas na entrada da Ilha do Governador, posicionadas aos redores das bases militares da Aeronáutica.  O traficante Chapola,  preso  no Estado de Minas Gerais, fpo apontado nas investigações como líder da facção criminosa local, com domínio territorial do complexo do Dendê, responsável pela exploração do crime de tráfico de drogas, extorsão, distribuição de sinal ilegal (gatonet) dentre outros. Com a sua prisão, assumiu o comando o bandido vulgo Neves que tem como principais assessores Neguinho, Flamengo, Pepa, Bomba,  As comunidades Barbante e Vila Joaniza, localizadas na entrada da Ilha do Governador, possuem estreita ligação com as lideranças do Complexo da Maré, formando um pool na prática de crimes.  Com as análises das ocorrências, pode-se afirmar, que em sua maioria os crimes de Roubo de Veículo, Roubo com retenção de vítima e de carga, além do Tráfico de Drogas, são praticados por elementos destas comunidades, assim como, do Complexo da Maré, esta, tendo em vista as rotas de fuga facilitadas pelas vias Linha Amarela e Linha Vermelha.  Em sua maioria, os crimes praticados por esta facção, limitam-se territorialmente suas práticas até a Praça do Avião, localizada na Estrada do Galeão, provavelmente em razão do rápido retorno ou saída da Iha do Governador.  As investigações apontam o elemento de vulgo “Cachulé, atualmente evadido do sistema penitenciário, como sendo líder do tráfico de drogas destas comunidades. Ambas as facções realizam a defesa de “seus territórios” fazendo uso de armas e barreiras físicas que impeçam a entrada da força policial, visando a manutenção e domínio na venda de drogas em toda sua área. As análises demonstram que tais territórios vem se expandido e tais facções a cada dia reforçam seu poderio bélico.   Na circunscrição desta unidade, notadamente pode-se verificar o aumento dos conflitos armados entre traficantes e policiais, assim como o aumento dos pontos de venda de drogas.  Há investigações em curso, demonstrando a existência do “disque-drogas”, serviço disponibilizado pelo tráfico para entrega delivery de drogas,Em outro curso da investigação, identificou-se o uso de máquinas de debito e crédito em vários pontos de venda de drogas, cuja finalidade seria a lavagem de capitais dos lucros obtidos com a ações criminosas.  Observa-se também, que as “bocas de fumo” passaram a ser posicionadas nas entradas das comunidades, mais próximas a “pista” e não mais no centro ou no alto da comunidade, e estas protegidas por elementos fortemente armados. Toda força armada do tráfico, assim como o gerenciamento na venda de drogas, é comandada a “longa manus” pelos líderes locais, que nunca se expõem diretamente em tais conflitos, mantendo se em segurança e ocultos no interior da comunidade. Devendo citar, que mesmo quando encarcerados, mantêm seus domínios através de contatos e ordem enviadas por linhas telefônicas celulares.  Em razão das facções possuírem delimitação territorial, pode-se facilmente identificar a “propriedade” e origem das drogas apreendidas ou vendidas, bem como dos armamentos utilizados nos conflitos, ou seja, por possuírem natureza territorialista e sendo facções rivais, pode-se atribuir por região, o controle, gerenciamento e o poder de mando de cada um dos identificados. Em conclusão, é possível afirmar que a venda, a estocagem, o uso dos armamentos, o posicionamento das “bocas de fumo”, o controle financeiro, assim como a aquisição de novas drogas a serem preparadas para a venda, somente é possível ocorrer em uma área delimitada, sob o comando e controle dos “líderes” locais FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

Veja como Beira Mar (CV) tomou um golpe e perdeu áreas para o TCP em Caxias. Traficantes receberam apoio de Peixão e hoje brigam com a milícia por territórios na cidade

Segundo um relatório da Polícia Civil da qual a reportagem teve acesso, em 2018, o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, teria enviado uma carta ao criminoso vulgo Corinthians ou Di Austin, pedindo para que ele matasse o bandido vulgo Trem ou Flamengo. A carta, no entanto, caiu nas mãos de Trem. Após lerem a carta, Trem e Di Austin se juntaram e deram um golpe de estado em áres de Beira-Mar como o Barro Vermelho e passaram a integrar a facção criminosa Terceiro Comando Puro. O traficante Peixão deu suporte a Trem com armamentos e homens para evitar a retomada da comunidade por parte do Comando Vermelho. Na época de mudança da facção, havia cerca de 40 fuzis no Barro Vermelho, que mudou seu nome para Barro 3 e os próprios traficantes mudaram seus vulgos passando a se chamar Flamengo e Corinthians. Os vulgos de vários traficantes foram citados por uma testemunha como participantes da quadrilha como Baleado, Diamante (gerente geral),MT (vapor), LC, Xexa (gerente da boca de fumo da Marquesa),, Patinho, Yuri (vapor), Matheus (vapor), Amendoim (roubos de carga), Léo Morango (roubos de carga), Lilica (tesoureira), Monstrão (gerente da boca da Jerusa e tesoureiro de Flamengo),. Segundo as informações da testemunha, o TCP vem tentando expandir seu território na região e por isso estaria em guerra com milicianos que agem no Santo Antônio, Pilar, Vila Rosário, Morro do Sossego e Morro do Cacareco. Flamengo e Corinthians deram ordens para a tomada dos territórios com apoio de Peixão. Os bandidos inclusive teriam matado o miliciano vulgo Bruxo. Os assassinos seriam homens que trabalham para Flamengo e Corinthians. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

CATEGORIA:

copyright © 2025 Fatos Policiais. todos os direitos reservados

Rolar para cima