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guerra de facções

CV perdeu armas e também teria perdido homens na guerra em Curicica. ENTENDA A DISPUTA

Há relatos que circulam nas redes sociais que o Comando Vermelho teve um grande prejuízo na operação de ontem do BOPE e nos ataques dos milicianos na comunidade Dois Irmãos, em Curicica. Além dos três fuzis que foram apreendidos, há a informação de que quatro traficantes foram mortos. Entre os mortos está o traficante conhecido como Madureira que parte do Bonde do 31, um dos puxadores de guerra da comunidade Santa Maria, na Taquara, e os outros mortos são os traficantes PDF, KM e Samuca. A guerra na Dois Irmãos começou depois que o miliciano Fabi tentou invadir a comunidade que era reduto do também miliciano André Boto (preso). Fabi acabou morto pela polícia mas os remanescentes da sua tropa teriam se unido ao CV para continuar a guerra. Do outro lado, Boto contaria com a ajuda de milicianos do Rio das Pedras. Apesar do prejuízo que teria tomado, os traficantes ficaram na área de mata da comunidade e tendo ajuda dos ex milicianos do Fabi.

Traficantes invadiram UPA de Costa Barros atrás de rivais e levaram dois pacientes (um deles foi espancado) que depois foram liberados

A coordenação da UPA Costa Barros informa que, às 5h45 desta terça-feira (30), homens armados invadiram a unidade atrás de dois feridos por arma de fogo que tinham dado entrada pouco antes. Depois de ameaçarem a equipe, levaram os dois pacientes, que algum tempo depois foram liberados e retornaram à UPA. Um dos raptados foi espancado. Os dois pacientes foram atendidos, passaram por curativo e medicação, e deixaram a unidade à revelia, antes da alta médica. A unidade de saúde será fechada. A região vive uma guerra permanente entre traficantes dos complexos do Chapadão (CV) e Pedrrira (TCP).

Traficante da Paraíba escondido no Rio está envolvido em guerra de facções no estado nordestino. SAIBA DETALHES

As investigações da polícia da Paraíba revelam que o traficante conhecido como Fatoka que está escondido no Rio de Janeiro mas comanda crimes em cidades do estado nordestino está envolvido em uma disputa com a facção Nova Okaida. O inquérito apura a atuação de organizações criminosas na região metropolitana de João Pessoa, com especial atenção aos municípios de Santa Rita e Cruz do Espírito Santo. As investigações revelaram a existência de facções fortemente estruturadas e armadas, que disputam, de forma violenta, o domínio territorial dos pontos de tráfico de entorpecentes. A Nova Okaida vem se consolidando nos bairros de Plano de Vida, Augustolândia, Bica, Mumbaba e demais áreas periféricas de Santa Rita/PB. As ações criminosas praticadas por seus integrantes compreendem tráfico de drogas, porte e uso de armas de fogo, homicídios e tentativa de assassinato de desafetos e rivais. As provas colhidas ao longo do processo demonstraram a existência de uma divisão interna de funções entre os membros da organização, a estabilidade da associação e o uso da violência como ferramenta de dominação territorial. Além disso, as investigações evidenciaram o vínculo entre o crescimento dessa organização criminosa e o conflito com a facção rival “Comando Vermelho”, cujos membros tentaram expandir seu território por meio da coação de integrantes da Nova Okaida e de ataques armados. Em resposta, a facção denunciada intensificou suas operações, inclusive com planejamento de atentados e investidas armadas. No decorrer da investigação conduzida no âmbito da Operação Bellum, a qual desvendou a existência de núcleos territoriais das facções  atuando de maneira violenta e organizada, também, no município de Bayeux/PB. Ambas as organizações disputam o controle armado de áreas estratégicas para o tráfico de drogas, utilizando armas de fogo, ameaças, execuções sumárias e intimidação sistemática da população local como forma de manter sua hegemonia. As diligências empreendidas revelaram que os denunciados Nando), Pitota e Léo Porco integram a facção Nova Okaida, com atuação armada voltada ao controle territorial dos pontos de venda de drogas no bairro Mário Andreazza e áreas adjacentes. Exercem atividades de liderança local, segurança armada, distribuição de entorpecentes e intimidação de moradores. Paralelamente, constatou-se a estruturação de um núcleo do Comando Vermelho, composto pelos denunciados Conrado, Neguinho, Patinha, Robinho Beira da Linha, Nego, Redondo e Fatoka  . Esses indivíduos, igualmente armados, disputam com violência o domínio da mesma região, impondo terror à população local, ameaçando moradores, e atuando no abastecimento de armas e drogas para a sustentação da facção rival. As condutas criminosas de todos os denunciados se interligam por força da conexão territorial e da disputa armada existente entre os dois grupos, estando todos vinculados à prática de crimes permanentes no mesmo espaço geográfico, com modus operandi semelhante, estrutura organizacional estável e divisão de funções internas. No curso da investigação que originou o presente feito, foram apreendidos materiais de elevado potencial ofensivo e grande quantidade de substância entorpecente, consistindo em uma submetralhadora Taurus, modelo CTT, calibre .40, com numeração visível, 32 munições calibre .40, 68 munições calibre 5.56, três carregadores de carabina calibre .40, três carregadores de fuzil calibre 5.56, seis acessórios de fuzil (guarda-mão, grips, alça e massa), além de 278 tabletes de substância semelhante à maconha, devidamente acondicionados e com constatação pericial já formalizada nos autos. Tais elementos reforçam, de modo inequívoco, a materialidade dos crimes denunciados.

Após tiroteio da manhã, Curicica tem anúncio de toque de recolher e aviso de guerra a qualquer momento

Circula na Internet agora de noite um comunicado supostamente da Associação devMoradores da comunidade Dois Irmãos, em Curicica, anunciando um toque de recolher no local porque estaria para estourar uma guerra a qualquer momento. Pela manhâ, um intenso tiroteio apavorou os moradores. Após tentativa de retomada dos milicianos, a Tropa do 31 (CV) com apoio de traficantes da Cidade de Deus e Gardênia Azul (CV) conseguiram manter a comunidade do Dois irmãos. Os traficantes postaram fotos exibindo seu poder bélico desafiando os paramilitares, que contam com o.apoio de Rio das Pedras. Ha relatos de que três traficantes teriam morrido nos confrontos.

Moradora foi morta na frente dos filhos em ataque do TCP ao CV em Caxias

Traficantes da comunidade do Barro Três (TCP), em Duque de Caxias, atacaram neste fim de semana a Favela do DIck (CV), no mesmo município. O fato terminou em tragédia: uma moradora acabou morta na frente dos filhos. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Sumara Oliveira de Araujo, de 28 anos. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A comunidade do Dick agora está em clima de guerra. Ao que parece os traficante do TCP estão na mata esperando a poeira abaixar para poder voltar ao interior da comunidade que se encontra vazia, já que os traficantes do CV fugiram.

Traficantes do CV mataram rival do TCP em plena luz do dia no Andaraí. Cena foi filmada e divulgada na Internet

Traficantes do Morro do Andaraí (CV) conseguiram matar o traficante do TCP mais conhecido como ‘Magal’. Magal era cria do Morro dos Macacos na época em que a comunidade era dominada pelo TCP.. A ação ocorreu na Rua Leopoldo no Andaraí (próximo a um dos acessos ao Morro do Cruz). Circula um vídeo na Internet mostrando Magal caído no chão e um homem efetuando disparos na cabeça da vítima em plena luz do dia. (Cena chocante, não vamos divulgar o video).

Suposta guerra entre milicianos provocou mortes em Guaratiba e Sepetiba

Nos últimos dias, dois integrantes da maior milícia do Rio de Janeiro comandada por PL foram mortos em Guaratiba e Sepetiba. Segundo relatos, os ataques teriam partido do grupo paramilitar liderado por Juninho Varão. Hoje, um miliciano foi executado pela manhã na Rua da Feira, em Sepetiba. Ele tinha o vulgo de Mimi e era chefe da cobrança. Ontem, um miliciano conhecido como Beto Negão foi morto na comunidade de Piraquê, em Guaratiba.

Guerra do tráfico continua em Caxias

Três dias seguidos de confrontos em Duque de Caxias Criminosos do TCP e do CV continuam em guerra nas comunidades do Parque Paulista e Nova Campinas. Após o CV executar um rival do TCP na última quinta-feira, ontem à noite foi a vez do TCP reagir, matando um envolvido com o tráfico na Nova Campinas. O ataque teve um agravante: traficantes do TCP, subordinados a Peixão (chefe da comunidade), usaram drones com granadas por volta das 22h. O clima segue extremamente tenso na região.

Estudante foi baleado em guerra do tráfico em Costa Barros

[Um estudante foi baleado na Estrada do Camboatá, no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, ontem de tarde. A vítima foi atingida durante um ataque traficantes do Terceiro Comando Puro. A princípio, o projétil teria ficado alojado na perna da criança. Ela está fora de perigo. Questionadas, a PM e a Polícia Civil nada sabem sobre o caso.

GUERRA NA ZONA SUL: Traficante do TCP teria expulsado famílias de morros do Leme por desconfiar de contatos com o CV

Após o baque envolvendo traficantes da Ladeira dos Tabajaras, Pavâo-Pavâozinho Santa Marta e ex-integrantes do tráfico no Leme — atualmente ligados ao Comando Vermelho (CV) — que resultou na execução de dois “crias” do Chapéu Mangueira (TCP) na madrugada de ontem, a situação voltou a se agravar. Segundo relatos, na noite de ontem , o traficante conhecido como Natural teria expulsado 12 famílias dos morros do Chapéu Mangueira e Babilônia. O motivo seria o fato de alguns desses moradores terem ou ainda manterem parentes em comunidades dominadas pelo CV, principalmente as da zona sul. Pois os mesmos poderiam estar passando informações sobre o tráfico local para pessoas com contatos com traficantes do CV. Clima segue tenso na região e por conta disso o veículo blindado da PM está posicionado na principal entrada das comunidades. O traficante de vulgo ‘Du Leme’, que era Chapéu-Mangueira (TCP) teria sido um dos executados após um baque dos traficantes do Morro dos Tabajaras (CV), na Zona Sul do Rio.

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