O estupro coletivo contra uma adolescente no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio, ganhou grande repercussão. Quatro homens e um menor foram acusados do crime sendo que três deles já se apresentaram à polícia. Casos semelhantes como esse se espalham pelo Brasil. Nossa reportagem teve acesso a alguns que chegaram à Justiça. Um deles foi o caso de um adolescente de 14 anos que vendia chocolates em Porto Velho, Rondõnia. Ele recebeu a promessa de dois homens que adquiririam toda mercadoria que ele comercializasse. Os suspeitos o convidaram para ir ao apartamento de uma amiga. O garoto pernoitou no local e quando acordou, viu um dos homens lhe fazendo sexo oral e o outro tapando sua boca para que não gritasse. Depois, os acusados trocaram de posição. A própria vítima chamou a polícia e deu o flagrante, No Amazonas, uma garota de 15 anos também foi vítima. Um dos autores a puxou. tirou sua roupa a força, mandou-a virar de frente e consumou o estupro. Em seguida, o outro autor fez o mesmo, tendo este último ejaculado na vagina da vítima. Em São Paulo, uma menina de 14 anos embriagada foi arrastada a um local ermo sem seu consentimento. PMs foram acionados e encontraram ela com seios e genitália de fora e um homem a apalpando. O autor e um outro estavam com o pênis a mostra. O ato sexual foi cometido sem a permissão da vítima. Em Campina Grande, na Paraíba, uma mulher foi vítima de estupro coletivo apontou um homem a quem conhecia pelo apelido de “dente de coelho”, como o primeiro autor do abuso. Ela descreveu com precisão as tatuagens que ele possuía: “uma tatuagem no peito com um nome escrito, uma tatuagem de um crucifixo na barriga e uma tatuagem de tio patinhas na panturrilha”. Após o crime, a vítima tentou o suicídio e teve que ser internada para tratamento psiquiátrico. No Rio Grande do Sul, uma garota de 11 anos, ao pernoitar na residência de uma amiga , teria sido induzida ao consumo de bebida alcoólica (vodca com energético) e substância entorpecente (maconha), fornecidas por dois irmãos. Aproveitando-se do estado de vulnerabilidade e embriaguez da criança, os suspeitos teriam praticado com ela atos libidinosos diversos da conjunção carnal, consistentes em sexo oral recíproco. O relato da vítima, transmitido por sua mãe é rico em detalhes, indicando a participação ativa de ambos os irmãos nos atos de abuso, descrevendo inclusive os locais da casa onde ocorreram, como a garagem e a sala, e a omissão do genitor dos suspeitos, que teria presenciado parte da cena sem intervir. No Pará, uma adolescentese encontrava na casa de sua madrinha quando dois homens foram buscá-la para ir a casa de um deles. A vítima disse que no meio do percurso se arrependeu e pediu para voltar para a casa da madrinha, foi quando um dos autores falou que se ela nunca tivesse ficado com mais de uma pessoa agora ela ficaria. A vítima narrou ainda que, quando chegou no local, três homens trancaram o portão, e um deles lhe empurrou para o quarto e começou a tirar as roupas da mesma. A vítima disse ainda que, tentou se esquivar mas não adiantou, e que enquanto um deles a abusava os outros ficavam batendo na porta pedindo para entrar. Em sequência, outro entrou no quarto e abusou a vítima, logo depois o terceiro também entrou e abusou a mesma. Em dado momento a adolescente disse que não aguentava mais e começou a empurrar os autores e correu para o banheiro, se vestiu e foi embora.No Espírito Santo, homens constrangeram uma mulher mediante violência e grave ameaça a ter com eles conjunção carnal, bem como a praticar atos libidinosos, os quais não se concretizaram. Um dos bandidos mantinha em sua residência uma pistola .40. Na ocasião dos fatos, a vítima e seu marido estavam no interior do seu veículo, quando passaram pela Rua Falcão foram abordados por um bandido vulgo Tubala”, que estava armado e acompanhado por outro indivíduo que não foi identificado, também armado, tendo ambos ordenado o marido da vítima. que parasse o carro e, assim que ele. parou o veículo, os denunciados retiraram a vítima do automóvel, à força. Outro bandido pegou a vítima pelos cabelos e a levou para dentro da favela. Ato contínuo, outros suspeito arrastaram a vítima para um local ermo, momento em que chegaram os demais denunciados acompanhados de alguns indivíduos não identificados, totalizando aproximadamente quinze homens, tendo eles dito: “Como da última vez não te estupramos, agora nós vamos”, se referindo no fato ocorrido anteriormente, Na sequência, um dos bandidos desferiu um soco no rosto da vítima e determinou que os demais indivíduos continuassem agressões.Os criminosos passaram a agredir a vítima com socos e pontapés rasgando a blusa que usava, ficando os seios à mostra, ocasião em que, como haviam anunciado à vítima, tinham a nítida intenção de estuprá-la. Assim, deram início à prática de atos libidinosos, passando as mãos pelos seios e corpo de I. O estupro, entretanto, não se concretizou porque a vítima passou a gritou por socorro e foi ouvida e auxiliada por uma senhora, não identificada, que mandou que os denunciados parassem e entrou no meio dos agressores tentando contê-los, oportunidade em que a ofendida correu, porém, os denunciados lhe deram uma “rasteira”, vindo a vítima a cair ao solo, mas se levantou, correu, encontrando o seu marido, o qual já havia acionado a polícia militar. A vítima apresentava lesões no corpo, sendo que estava com olhos e os lábios inchados, com uma grande lesão na região superior das nádegas e foi levada para o Hospital João XXIII. No Rio de Janeiro, houve um caso em que um homem junto com dez outros submeteram por diversas vezes, duas crianças à prática de conjunção carnal, coito anal e diferentes atos libidinosos, sendo que dois dos acusados eram pai e avô das vítimas. Também no Pará, um instrutor de karatê, valendo-se da manipulação psicológica, praticou múltiplos atos libidinosos