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denúncia

Militares do Exército do RS foram expulsos da corporação por se envolverem em golpe da falsa venda de fuzis para uma organização criminosa do Norte do país e também do RJ. Cada arma seria negociada a R$ 100 mil. Eles mandaram colega tirar fotos de peças do quartel para mostrar aos compradores

Bandidos gaúchos usaram militares do Exército para enganar uma organização criminosa no Norte do Brasil e também facção do Rio de Janeiro através do chamado ‘golpe do pix’, cuja síntese, consistiria na retirada de fotografias de armamentos militares (quatro fuzis) com o subsequente envio desses registros fotográficos à quadrilha interessada nas armas. Os envolvidos fariam e falsa venda do armamento ao grupo criminoso interessado, venderiam, porém não entregariam o produto -, situação que lhes permitiriam obtervantagem financeira correspondente a R$ 400.000,00 (quatrocentos mil reais), R$ 100.000,00 (cem mil reais), para cada fuzil. Um militar que era motorista do comandante de um quartel abordou o responsável pela sala de armas do Esquadrão de Comando e Apoio do 6º Regimento de Cavalaria Blindado e disse que seu chefe havia determinado arealização de fotografias de armamentos do tipo Fuzil Automático Leve – FAL, calibre 7.62mm, obtendo, assim, o acesso às armas e permissão para o registro fotográfico. No dia seguinte, um outro militar procurou o armeiro sob a alegação de conversarem sobre assunto urgente que beneficiaria a ambos. Encontraram-se por volta das 22 horas no interior do veículo do superior, restando a conversação gravada, ocasião em que o militar, em tese, ofereceu-lhe vantagem econômica no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais) e, em seguida, R$ 1.000,00 (um mil reais), em troca da obtenção de fotografias de fuzis, armamentos restritos e de uso exclusivo do Exército Brasileiro. Diante da resistência do armeiro em efetuar os registros fotográficos, o militar teria mencionado que mantinha contato com pessoa que lidava com venda de armas e as fotografias seriam encaminhadas “lá para cima” por tal pessoa. Afirmou, ainda, que este “contato” havia vendido fuzis e precisava da fotografia para comprovação da existência do material e recebimento do pagamento por meio de PIX O militar ainda ameaçou o colega. ” o papo é entre eu e tu. A gente pode se matar, pode se quebrar, dar facada, se dar tiro um no outro e ninguém sabe de nada, ninguém conta segredo dos outros” Contudo, após a conversa, o responsável pela sala de armas ao invés de sucumbir-se à oferta de vantagem econômica, reportou os fatos aos superiores hierárquicos, o que deflagrou as investigações, que culminaram com a expulsão dos dois militares. FONTE: Superior Tribunal Militar

Faltam dois envolvidos para serem presos no caso do espancamento na Lagoa. SAIBA QUEM SÃO

Faltam dois envolvidos no espancamento de dois homens na saída de uma boate na Lagoa para a polícia prender, São eles Jacobo Pareja Rodriguez, de 26 anos e de Felipe de Souza Monteiro, de 24. Eles foram denunciados pelo Ministério Público (MPRJ) por tentativa de homicídio qualificado contra um estudante de Direito. Os dois já são considerados foragidos da Justiça.  Jacobo é apontado como um dos que chutaram a cabeça da vítima e, segundo a polícia, filho de um traficante colombiano e que teria fugido para o Paraguai após o crime . Felipe tem passagens por tráfico e posse de arma, e que teria fugido para o Rio Grande do Sul, foi expedido um Mandado de Prisão, pela 4ª Vara Criminal da Capital, pelo crime de Tentativa de Homicídio Qualificado, e foi cometido por motivo cruel e torpe e não se consumou por circunstâncias alheias à vontade dos acusados.  O crime ocorreu na madrugada do dia 23/05/2025, em um bar localizado na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio, onde houve um desentendimento entre a vítima e um dos envolvidos, Pedro Vasconcelos do Amaral Sodré, conhecido como “Rebordão”, de 26 anos, Quando pegava o carro para ir embora, a vítima foi cercada pelo grupo de agressores com chutes e socos na cabeça, ficando desacordado. Bruno Fernandes Moreira Krupp, segundo as investigações, incentivou as agressões gritando para que os integrantes do grupo continuassem a chutar a vítima violentamente.  De acordo com as investigações da 15ª DP, “Rebordão” foi quem deu início a confusão ainda no interior da boate, e foi apontado como o autor dos 22 golpes na cabeça do estudante.  De acordo com os agentes da 15ª DP (Gávea), ao menos nove pessoas espancaram as vítimas. A investigação aponta que o ataque foi motivado por um desentendimento que começou em uma casa noturna, que também fica na Lagoa.  Entre os presos está o casal Pedro Vasconcellos do Amaral Sodré de Mello, que tem nove anotações criminais e é investigado por tráfico de drogas, clonagem de cartões e roubo, e sua  namorada e estudante de direito, Luma Melo Rajão, de 20 anos, que disse ser chamada pelo apelido  ‘Maria Manicômio’, o modelo Bruno Fernandes Moreira Krupp, de 29 anos, que em 2022, ele atropelou e matou o adolescente João Gabriel Cardim Guimarães, de 16 anos, na Barra da Tijuca, enquanto pilotava uma moto sem habilitação a mais de 150 km/h. Em março de 2023, Krupp deixou a a prisão após ser beneficiado por um habeas-corpus concedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e, Artur Velloso Araújo, de 18 anos, que  aparece nas imagens também desferindo chutes e socos na vítima já caída e foi preso em São Paulo. Todos são de classe social alta”, disse a delegada Daniela Terra, da 15ª DP.   Quem tiver informações sobre sobre a localização desses dois foragidos da Justiça, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido

Estudante envolvida em espancamento na Lagoa se gabou do que fez nas redes sociais

Estudante de Direito, Luma Rajão usou suas redes sociais para se gabar do que fazia com o namorado. Após a confusão, ela publicou um vídeo se autodenominando “Maria Manicômio” e chamando o namorado de “dono do hospício”, em tom de deboche. Ela é uma das envolvidas e denunciadas pelo MP por suspeita de tentativa de homicídio qualificado por motivo torpe e meio cruel, contra um estudante de direito, quando após uma brigas na porta de bar na Lagoa, Zona Sul do Rio, a vítima levou 22 chutes na cabeça. Com ela, foi preso seu namorado, Pedro Vasconcellos do Amaral Sodré de Mello, de 26 anos, conhecido como Rebordão,Apontado como o autor dos 22 golpes na cabeça da vítima, Pedro Sodré, conhecido como Rebordão, é considerado o mais violento do grupo. Segundo a Polícia Civil, ele tem nove anotações criminais, incluindo roubo, tráfico de drogas, violência doméstica e organização criminosa. Ele é investigado por traficar drogas sintéticas, clonar de cartões e carros. De acordo com as investigações da 15ª DP (Gávea), Rebordão foi quem deu início a confusão ainda no interior da boate.. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Após o TCP ir no Divino e pichar grafite de urso gigante, suposto traficante do CV mandou áudio determinando toque de recolher no Campinho, proibindo mototáxi de funcionar e ameaçando matar quem descumprir

Após traficantes do Terceiro Comando Puro irem até o Morro do Divino, no Campinho, pichar o grafite de um urso gigante que foi feito por rivais do Comando Vermelho, um suposto integrante do CV mandou um áudio nas redes sociais determinando toque de recolher na região, proibindo mototáxis de funcionar e ameaçou matar quem descumprisse a ordem “Toque de recolher, Madureira, Campinho. Todos os mototáxis que é inflitrado, fechamento dos polícia aí nós tá ligado. Sai da pista, não quero ninguém na pista, não quero nenhum mototáxi funcionando, quero todos os mototáxis fechado, ninguém trabalhando na região de Campinho e Madureira. Quem estiver trabalhando, fazendo visão, vou matar. Vocês foram lá na comunidade, esculacharam, tacaram fogo no carro de morador, progresso nenhum. Então resumindo, sobrou para morador, toque de recolher, não quero ninguém na pista, quem estiver na pista é porque é envolvido. Vamos fechar a p… toda. A guerra é de quadrilha, vocês querem ficar nessa aí, esculachando morador, os menos favorecidos. Tem papo não. Pode fechar tudo, lacrar tudo. Quero ninguém na posta, quem nós pegar, vamos chutar igual a cachorro na pista” FONTE: Alerta Jacarepaguá (Whatsapp)

Membro da quadrilha de Peixão (TCP) tentou matar homem porque ele teria terminado relacionamento com sua prima

Um membro da quadrilha de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, tentou matar um homem só porque ele terminou o relacionamento com sua prima. O fato ocorreu em agosto de 2023 em Cordovil. Na ocasião, M.A.L supostamente teve que se retirar às pressas da Comunidade onde residia, uma vez que um indivíduo que era gerente do tráfico de drogas da comunidade Cidade Alta, situada no Bairro Cordovil, seria primo de sua ex-namorada e estaria constantemente o perseguindo, bem como teria desferido diversos disparos de tiros contra seu carro, tendo em vista que a moça não teria aceitado o fim do relacionamento com o rapaz. O caso foi remetido a um dos Tribunais do Júri da Comarca da Capital, para os devidos fins de direito e com vistas ao prosseguimento na forma da lei. Proceda a Serventia às diligências e comunicações necessárias. FONTE: TJ-RJ

Chefão da Rocinha (CV) comprometeu segurança da sua base ao dar abrigo a bandidos do Ceará

O que começou como uma forma de ampliar os lucros do tráfico na Rocinha pode ter se tornado um problema para John Wallace da Silva Viana, o Johnny Bravo, chefe do Comando Vermelho (CV) na favela carioca, Segundo o Ministério Público do Ceará, ao oferecer abrigo a líderes da facção vindos de outros estados, Johnny Bravo não apenas arriscou a segurança de sua base, como também comprometeu o funcionamento do próprio comércio de drogas na região. De acordo com o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP do Ceará, os chefes do tráfico pagavam R$ 100 mil para se esconder na parte alta da Rocinha. Não se sabe, no entanto, se o valor era cobrado por semana ou por mês. Durante a operação, agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), na Rocinha, encontraram uma mansão de alto padrão, com piscina aquecida, cascata, área gourmet, academia, sinuca e deck com vista panorâmica. O imóvel pertenceria a Anastácio Pereira Paiva, conhecido como Doze ou Paizão, de 36 anos. Segundo o Gaeco, ele é o número dois na hierarquia do CV no Ceará, responsável pela região de Santa Quitéria, o maior município em extensão territorial do estado. Outros líderes cearenses com posições intermediárias no CV também estariam refugiados na Rocinha, entre eles Bruno Félix Castro, Carlos Luiz da Costa, Jairo Morais de Vasconcelos e Álvaro Luiz Martins. A inteligência do governo fluminense também aponta a presença de criminosos de estados como Goiás e Pará abrigados na comunidade. da Zona Sul. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denuncia

Motorista de aplicativo morto em Bangu pode ter sido confundido com algum miliciano

A Delegacia de Homicídios da Capital investiga se o motorista de aplicativo Esuardo de Assis Barreto, de 43 anos, morto ontem em Bangu, na Zona Oeste do Rio, tenha sido confundido pelos traficantes com um miliciano da região. Câmeras de segurança da Avenida Raúl Barros Vieira mostraram o momento em que a vítima passa em um carro branco, na tarde desta quinta-feira(05), quando dois bandidos em uma moto emparelham ao lado do veículo e já atiram. A vítima foi atingida, perdeu controle e bateu com o carro contra uma árvore. Os assassinos fugiram Eduardo morreu na hora. Ele tinha acabado de aceitar uma corrida para Bangu e depois ia buscar o filho na escola. Eduardo tinha casado há duas semanas. A Policia Civil esta analisando as câmeras de segurança para identificar e prender os envolvidos. FONTE: PCERJ

Traficantes fizeram imenso grafite de urso para homenagear chefe do CV após retomar favela no Campinho

Traficantes dos morros da Barão, Menezes com reforços do Complexo da Penha, todos CV, retomaram o controle do Morro do Divino, no bairro do Campinho, que estava com o TCP. Os invasores teriam feito um novo grafite imenso de um Urso, outro vulgo de Doca, chefão da facção, para mostrar uma forma de quem está mandando na comunidade. No final do ano passado, após investidas do TCP na região, os criminosos picharam todos desenhos em alusão ao Doca. FONTE: Voz das Favelas RJ (Whatsapp) e Baú do.Rio OFC (Telegram)

Do Complexo do Alemão (CV), traficante ordenou queima de ônibus na Paraíba

Do Complexo do Alemão, traficante vulgo Dom comandou queima de ônibus na Paráiba em 2023, quando um motorista morreu queimado. Na favela carioca, o criminoso articulava a compra de armas e ddrogas além de comandar de longe o seu grupo criminoso na Paraíba. Ele suava documento falso para ocultar sua verdadeira identidade. Dom planejou com outros criminosos, em especial um bandido de vulgo Galo (também escondido no Alemão) a queima simultânea de ônibus em várias cidades do seu estado como forma de fazer o Poder Público ceder aos apelos da facção e de demonstrar hegemonia. Tudo isso para amenizar a presença de forças policiais do Município de Bayeux, no estado da promovendo a queima de ônibus em outras localidades como forma de tirar o foco de operações policiais que estavam sendo realizadas naquela cidade. “Mano a gente nós tem que tacar fogo em pelo menos um ônibus para os canas lá botar fé naquele projeto”, disse um dos traficantes, “Vou ver se oby de patos consegue queimar um lá” Havia várias conversas mantidas por ele com outras pessoas, nas quais o investigado cita por diversas vezes a comunidade do Complexo do Alemão.Segundo as investigações, lideranças do tráfico de drogas utilizam a estratégia de controlar áreas sob seus domínios de dentro do Complexo do Alemão, que atualmente se tornaram verdadeiros banques, quase que intransponíveis, diante da burocratização e a necessidade de enormes aparatos policiais para a realização de quaisquer diligência. A comunidade se tornou um porto seguro para essas lideranças, oriundas de outros estados da federação, articularem conexões para compra e venda de armas e drogas, além de determinarem de longe ações que impactam a segurança pública de vários estados da nação. Dom manteve conversas com Zebet, que atua como seu fiel, nomenclatura usada por traficantes para denominar seus subordinados, que são responsáveis por guardar seus pertences de valor e ajudar no controle do recebimento e pagamento de dinheiro oriundo das atividades criminosas, além de outras funções de confiança. Hávia nos diálogos referências aos traficantes Doca (Urso) e Sombrão da VK , entre outros chefes do Comando Vermelho. Houve uma escuta que mostrou um traficante oferecendo 40 carregadores de fuzil para DOm As interceptações mostraram que o bandido também contratou serviços de um armeiro para conserto de fuzis. Dom negociava também a venda de maconha para traficantes do Chapadão e da CIdade de Deus. FONTE: Polícia Civil do RJ

Justiça decretou prisão preventiva de bandidos que uniram a ADA, o CV e a milícia para tomar a Zona Oeste do Rio

A Justiça decretou a prisão preventiva dos traficantes Celso Luiz Rodrigues, o Celsinho da VIla Vintém (ADA), Edgar Alves de Andrade, o Doca, (CV) e do miliciano André Costa Bastos, o Boto. A reaproximação de Celsinho, preso em amio, das dinâmicas do crime organizado envolveu duas figuras centrais do submundo carioca: Doca e Boto. A aliança, segundo a Polícia Civil, foi estratégica para ampliar o domínio de territórios na Zona Oeste do Rio, especialmente na região de Curicica, sem provocar confrontos diretos entre facções rivais e milicianos. O pacto entre os três revelou uma rara convergência entre milícia e tráfico, marcada por interesses territoriais e econômicos em comum. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro denunciou Celsinho pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. A denúncia foi recebida pelo Juízo da 2ª Vara Criminal Regional de Jacarepaguá, que também decretou a prisão preventiva do réu. Segundo a denúncia do MPRJ, Celsinho teria retomado a aliança com o Comando Vermelho — facção da qual havia se desligado no passado — com o objetivo de reconquistar comunidades que haviam sido dominadas por milicianos. As investigações apontam que ele negociou diretamente com um grupo paramilitar e “comprou” o controle da Vila Sapê, em Curicica. A aliança integrou um pacto entre o Comando Vermelho, uma milícia local e membros da facção Amigos dos Amigos (ADA), visando à retomada de territórios perdidos para grupos paramilitares, sobretudo na região de Santa Cruz. No dia 10 de março de 2025, conforme apurado pelo MPRJ e pela Polícia Civil, Celsinho teria ordenado a ocupação da Comunidade Dois Irmãos, também em Curicica. Já no dia 17 do mesmo mês, outros traficantes se dirigiram à Comunidade Gardênia Azul para reforçar a tomada do território. A mobilização foi articulada após Celso solicitar apoio a Edgar Alves de Andrade, com quem chegou a se reunir por videoconferência. O suporte foi viabilizado antes da formalização do acordo entre Celsinho e a milícia local, intermediado por André Costa Barros. FONTE: TJ-RJ e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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