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denúncia

Integrantes do PCC disponibilizaram no Whatsapp lista de facções pelo Brasil consideradas amigas pelo grupo paulista. VEJA QUAIS

Uma mensagem encaminhada em um grupo de Whatsapp que reunia integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) apontou as facções/bondes/grupos amigos da organização paulista no Brasil. De acordo com a mensagem, as facções/bondes/grupos amigas do PCC seriam: BONDE DO TUCA (Rio Grande do Sul);BONDE DOS CACHORROS (Pernambuco);BONDE DO CANGAÇO (Pernambuco);BONDE DO OZAMA (Goiás); BONDE DONA MARIA (Bahia);BONDE 8 DE OURO (Bahia);BONDE DO TERCEIRO (Bahia);BONDE DO ALTO (Bahia);BONDE DO JUNINHO (Bahia);BONDE FEIRA DE SANTANA (Bahia);BONDE DO AJEITA (Bahia);CORÉIA (Minas Gerais);EUA ESTADOS UNIDOS (Paraíba);OS ABERTOS (Rio Grande do Sul);ANTI BALA (Rio Grande do Sul);COMANDO PELO CERTO (Rio Grande do Sul);FAMÍLIA 33 (Rio Grande do Sul);OS ALEMAO (Rio Grande do Sul);OS KALANGO (Pernambuco);CSP (Pernambuco);FMV – FAMÍLIA MATIAS VELHO (Rio Grande do Sul);OS MILHÃO (Rio Grande do Sul);CK2 (Rio Grande do Sul);OS TREZENTOS (Rio Grande do Sul);CEBOLA (Rio Grande do Sul);OS QUINQUIM (Rio Grande do Sul);ZOREIA (Rio Grande do Sul);OS REFORÇADOS (Rio Grande do Sul);ADE – AMIGOS DO ESTADO (Goiás e Tocantins);B13 – BONDE DOS 13 (Acre, Tocantins, Pará, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rondônia);BDM – BONDE DO MALUCO (Bahia, Tocantins e Sergipe);TCP – TERCEIRO COMANDO PURO (Rio de Janeiro);FTA TERROR (Amapá e Mato Grosso do Sul);CCA – COMAMDO CLASSE A (Pará, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Acre); INFARA – (Acre) – PCRC – PRIMEIRO COMANDO REVOLUCIONÁRIO CATARINENSE (Santa Catarina);PCV PRIMEIRO COMANDO DE VITORIA (Espirito Santo e Rondônia);OS MANOS (Rio Grande do Sul);TAURUS (Rio Grande do Sul); V7 (Rio Grande do Sul);UCA – UNIÃO CRIMINOSA DO AMAPA (Amapá) Esse núcleo do PCC que disponibilizou a lista era comandado por uma mulher conhecida como Biaba do Crime e atuava nos estados do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Rio de Janeiro, Mato Grosso e Rio Grande do Sul . FONTE: STJ e MP-SC

Suposto miliciano envolvido em tiroteio e acidente invadiu quartel do Exército em Santa Cruz

A Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Leste (CML) informa que, na tarde do dia 21 de outubro de 2025, um indivíduo identificado como Luiz Gustavo da Silva, pulou um muro e adentrou, indevidamente, as dependências do 1º Batalhão de Engenharia de Combate (1º BE Cmb), localizado na Avenida Padre Guilherme Decaminada, em Santa Cruz, após se envolver em um acidente de trânsito nas imediações da Organização Militar (OM) O.suspeito teria participado também de um tiroteio entre milicianos. O militar sentinela de serviço na OM realizou a abordagem imediata do cidadão que foi detido pela guarnição de servido do Batalhão. Ato contínuo, a Polícia Militar foi acionada para conduzir o cidadão à delegacia para a adoção dos procedimentos legais cabíveis. FONTE: Comando Mikitar do Leste

O poder que Beira-Mar (CV) exerce dentro do cárcere

Relatório do TRF 3ª Região mostra o poder que o traficante Fernandinho Beira-Mar exerce dentro do cárcere. O documento aponta que Beira-Mar exerce mesmo comportamento de influência negativa sobre a massa carcerária.  Ele tenta manipular, mediante pagamento de advogados, coagir a diversos outros internos a se voltarem contra a administração da unidade onde está preso (a Penitenciária Federal de Campo Grande) e contra o juiz corregedor.  Tenta, via seus advogados, tirarem o juiz de suas funções correicionais. –  Agressivo, permanece com comportamento apresentando raiva, aversão/nojo e desprezo contra os servidores (análise comportamental). –  Ele exerceria liderança negativa, manipulando outros internos e até mesmo seus advogados para seus intentos imorais e ilegais. O interno tem comportamento incompatível com as normas disciplinares do sistema federal e de forma intermitente se envolve em atos de indisciplina. Tem dificuldades no trato com outros presos e com os servidores. Beira-Mar já moveu diversas denúncias e pedidos de providências em face de autoridades administrativas da PFCG perante o Ministério Público Federal, Corregedoria do DEPEN, Juiz Corregedor e Polícia Federal, relatando gravíssimos fatos que ocorrem no interior da Unidade Prisional (denúncias de maus tratos e violações de Direitos Humanos). Tais postulações geraram represálias e reclamam imediata intervenção das autoridades competentes. Para a sua defesa, deveria haver o mínimo para assegurar a ele o direito de dialogar com seus advogados, mantidas obviamente as gravações em áudio e vídeo de todas as conversas.    Beira-Mar tem perfil de liderança, tanto no Comando Vermelho, como a qualquer preso que fica próximo do mesmo, atua dentro do Sistema Penitenciário Federal no sentido de arregimentar aliados para continuar no seu intento criminoso, sistematicamente tenta enviar recados extra-muros aos seus subordinados de atividade criminosa, através de outros presos e até dos familiares destes.-  Quando estava preso em Porto Velho, enviava bilhetes aos presos próximos, para que estes repassassem aos seus familares, para transmitirem as ordens aos seus comparsas de crime.-   Beira-Mar teve sua revolta exacerbada e ocorreu atritos com alguns agentes federais por sua insubordinação por ele acreditar fielmente que estava sendo perseguido pelo sistema. O traficante trata-se de um preso que possuí elevadas condições financeiras, tendo uma gama enorme de advogados, assim coloca os seus causídicos para solicitar diversos pedidos ao SPF, alguns com o intuito de desestabilizar o sistema, bem como atentar contra o manual de procedimentos do SPF, etc.-  Desde o seu retorno para Campo Grande, Beira-Mar tem gerando inúmeros relatórios de inteligência, tratando-se de um preso que demanda um grande trabalho de vários setores do presídio. Apontado como liderança da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Também executa o papel de articulador –fornecedor ou relações públicas do tráfico– dentro do Sistema Penitenciário Federal (SPF).  O interno também financia honorários de advogados para outros presos; além de ‘casas de apoio’ e passagens aéreas para familiares dos detentos e, ainda, custearia despesas com remédios e consultas médicas de familiares dos internos. Anos atrás, o bandido tinha o desejo de realizar fuga bem como informações que o envolvem em ameaças a autoridades do Depen.  Durante seus atendimentos advocatícios o interno demonstra muita insatisfação em relação a alguns envolvidos em seus processos e chega a falar abertamente que quem delata deve morrer, o interno chegou também a fazer ameaças veladas contra sua ex-esposa.  Beira-Mar se mostrou bastante articulado na tentativa de ajudar seus parentes envolvidos na operação “Epístola”. Durante atendimento com advogado passou orientações para que aqueles pudessem colaborar com a justiça.  Se utilizou também de outro interno custodiado na mesma ala para repassar mais orientações para sua irmã sobre o acordo de delação com o MPF em Porto Velho.  Em outra ocasião foi possível observar que Fernandinho tinha muito prestígio e respeito perante os presos ligados ao CV, quando lhes deu o conselho de que aqui devem conviver de forma respeitosa e harmoniosa mesmo com os presos ligados a facções rivais.  Ele também pôde se aproximar de liderança de facção rival enquanto esteve custodiado no isolamento da unidade, cumprindo RDD, e lá puderam conversar, dentre outros assuntos, sobre fabricação e venda de drogas bem como sobre a organização hierárquica das facções comando vermelho e primeiro comando da capital, citando inclusive algumas alcunhas de membros ocupantes de cargos.  Beira-Mar se valia do seu prestígio para, em troca de favores oferecidos a outros internos como o pagamento de dinheiro para eles e seus respectivos familiares, cooptá-los e influenciá-los de modo que as condutas deles permitam a gestão da sua organização criminosa fora do ambiente prisional, o tráfico de drogas e a lavagem do dinheiro oriundo dessas atividades ilícitas.  A subserviência dos internos cooptados por Beira Mar é resultado, basicamente, do custeio de despesas com honorários advocatícios e consultas médicas deles e de seus familiares, bem como do pagamento mensal de dinheiro e a distribuição de funções na organização criminosa, o que denota uma relação habitual, onerosa e com grau de subordinação.  É perceptível que a organização criminosa liderada por Beira Mar está ativa diante do volume de dinheiro movimentado nos pagamentos supracitados, todos efetuados, por ordem sua, a advogados e visitantes, seus e de outros internos, mesmo durante atendimentos monitorados em parlatório.  Utilizar apenas presos do CV e seus respectivos familiares não é a única estratégia de Beira-Mar para dar prosseguimento às suas articulações criminosas dentro das penitenciárias federais.  Em 2017, ele foi flagrado em conversas com internos da organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), sugerindo aliança entre as duas facções e incentivando a prática de crimes, como sequestro de autoridades e atentados à bomba. FONTE: TRF 3ª Região

Mulher que foi expulsa da milícia foi morta com pelo menos seis tiros na cabeça

A Polícia Civil investiga a morte de Marta Silva de Oliveira, de 36 anos, a Martinha Sapatão, em Cabo Frio, na região dos Lagos, na madrugada de sábado (18). Marta foi morta no bairro Gravatá, em Unamar, com pelo menos seis tiros na cabeça por um homem que invadiu sua residência utilizando uma touca ninja. O caso foi registrado na 126ª DP (Cabo Frio). A suspeita é que o crime tenha sido praticado pela milícia liderada por PL, que expulsou Martinha da quadrilha. O que circula era que ela ettaria buscando aproximação com o Comando Vermelho e a milícia liderada por Juninho Varão. O local do assassinato, onde também estavam um irmão e a companheira de Martinha Sapatão, já foi submetido a uma perícia. Os agentes também apreenderam dois celulares que pertenciam à vítima. Ela foi enterrada no cemitério Jardim da Saudade, em Paciência, Zona Oeste do Rio. Ela era prima de Ecko e Zinho, ex-líderes da maior milícia do Rio, e chegou a ocupar um posto de liderança na organização paramilitar. Após a prisão de Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, que se entregou à Polícia Federal em dezembro de 2023, Martinha Sapatão chegou a chefiar a milícia, herdando o posto do primo. FONTE: Polícia Civil do RJ e Milícia RJ News (Twitter)

Peixão (TCP) teria participado pessoalmente de um ‘tribunal do tráfico’ que decretou fim na vida de um barbeiro só por este ter se negado a deixar seu gerente a passar na frente na fila

O traficante Peixão comandou pessoalmente um ”tribunal’ que resultou na morte de um barbeir que teria supostamente afrontado um de seus comparsas. No dia 27 de janeiro de 2022, por volta de 01h, no interior da Comunidade de Vigário Geral, , indivíduos mataram Gabriel Batista de Souza. Consta dos autos que a vítima trabalhava em uma barbearia situada na Cidade Alta, dominada pela facção criminosa autodenominada Terceiro Comando Puro (TCP) quando, em determinado dia, um comparsa de Peixão de nome Yuri se dirigiu a tal estabelecimento para ser atendido e, valendo-se de sua notoriedade na localidade, uma vez que ocupava o posto de “gerente” da boca de fumo, manifestou querer ser atendido antes dos demais clientes que ali se encontravam aguardando. Diante da pretensão manifestada por Yuri a vítima Gabriel lhe disse que ele deveria aguardar na fila sua vez para atendimento, o que causou a insatisfação de tal denunciado, tendo ele deixado o local jurando a vítima de morte. Assim, no dia 26/01/2022, próximo da meia noite, após deixar seu irmãonas proximidades da Padaria do Flamengo, na localidade conhecida como “Pé Sujo”, Cidade Alta/Cordovil, enquanto conduzia sua motocicleta, a vítima foi abordada por Yuri juntamente com o criminoso identificado apenas como “Farinha Tais criminosos forçaram a vítima a ingressar no interior de um veículo e a levaram para a Comunidade de Vigário Geral, onde ficava PeixãoLá chegando, a vítima foi submetida ao denominado “tribunal do tráfico”, comandado pelo Peixão ocasião em que foi decretada a sua morte de forma cruel. Há informações dando conta que à época dos fatos o denunciado Yuri exercia grande influência sobre Peixão e que Yuri conhecia bem a localidade Cidade Alta, por ser antigo morador da região, razão pela qual compareceu, juntamente com “Farinha”, para levar seu desafeto à liderança criminosa da facção que ali domina, sabendo do iminente decreto de morte. O crime foi cometido por motivo fútil, em razão de o denunciado Yuri ter se sentido afrontado pela vítima em sua liderança na localidade, uma vez que a vítima se recusou a privilegiá-lo no atendimento da barbearia. O crime foi cometido, ainda, de modo que impossibilitou a defesa da vítima, uma vez que esta foi surpreendida por seus algozes em superioridade numérica e conduzida a local em que demais traficantes armados a aguardavam. Após o homicídio, indivíduos ainda não identificados, , ocultaram o cadáver da vítima, evando-o para local ainda desconhecido. Consta nos autos informações no sentido de que após executar a vítima, os criminosos, a mando dos denunciados, esquartejaram o corpo da vítima e teriam despojado os restos mortais em um valão situado em Vigário Geral, local conhecido como sendo utilizado pelos traficantes para essa finalidade.Peixão é considerado o dono do morro exercendo a liderança maior dentro da estrutura. criminosa, estabelecendo os objetivos da organização e investindo de poderes os seus comandados. É responsável pela organização de ataques e execuções, e ainda controlando o comércio de drogas, a distribuição de armas de fogo entre os seus comandados, a realização de roubos de cargas, extorsões e lavagem de dinheiro, bem como pelas decisões do tráfico atinentes aos seus alvos, que são deliberadamente escolhidos para servirem de exemplo ao restante da comunidade, tudo com a intenção de demonstrar a dominância e poderio da organização, de modo a incutir medo na população. FONTE: TJ-RJ

Justiça arquivou processo em que Peixão (TCP) era acusado de tentar matar policiais

A Justiça arquivou processo contra o traficante Peixão que foi suspeito de tentar matar policiais militares em 2022. O Inquérito Policial nº 038-03360/2022, apurava a suposta prática dos crimes de tentativa de homicídio qualificado, resistência qualificada e associação para o tráfico de drogas, imputados, em tese, a Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como ‘Peixão’, tendo como vítimas os policiais militar W.P.S e M.R.S.S que teriam sofrido disparos de arma de fogo efetuados por traficantes não identificados, vinculados à facção criminosa Terceiro Comando Puro. Contudo, o MP determinou o arquivamento dos autos, diante da ausência de elementos probatórios capazes de demonstrar a coautoria ou participação do indiciado nas ações descritas. FONTE: TJ-RJ

Fernandinho Beira-Mar (CV) volta a ser assunto na imprensa. Veja porque as autoridades querem mantê-lo longe do RJ

Preso há vários anos, o narcotraficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar voltou a ser assunto da imprensa carioca nesta semana falando sobre a influência que ele ainda exerce no mundo do crime mas o jornal apresentou dados de um processo de 2017. Em 2022, um extrato de inteligência da Polícia Ciivl do Rio revelou o poder que o bandido ainda tinha no narcotráfico, informações que sustentaram mais um pedido de renovação da permanência do criminoso em penitenciária federal fora do Estado do Rio. “Beira-Mar” foi preso em uma operação internacional empreendida em território colombiano, tendo ingressado no sistema penitenciário fluminense em abril de 2002. Foi transferido para a penitenciária estadual de segurança máxima Laércio da Costa Pellegrino em 30 de abril de 2002. Nessa unidade prisional liderou, em 11 de setembro de 2002, uma rebelião que durou vinte e três horas e terminou com a morte de três internos, dentre eles Ernaldo Pinto de Medeiros, vulgo “Uê”, seu rival na estrutura do tráfico de drogas. Tais acontecimentos determinaram a sua transferência do Estado do Rio de Janeiro em fevereiro de 2003. O pedido de renovação do período de permanência do apenado no Presídio Federal se sustenta em informações coletadas pelo Serviço de Inteligência do Estado do Rio de Janeiro que comprovam que os motivos que deram ensejo à sua transferência para o referido presídio federal persistem. Com efeito, os dados contidos no relatório encaminhado pela Secretaria de Estado de Polícia Civil,, apontou indícios suficientes que demonstram a extrema periculosidade do apenado, além de apresentar fatos novos que comprovam que o agravante mantém seu poder de influência na facção criminosa da qual faz parte, o “Comando Vermelho” (CV). Senão, vejamos: “(…) No caso em concreto, a autoridade administrativa trouxe elementos aptos à demonstração de participação do preso relacionado no expediente com a organização criminosa responsável pelas ações criminosas desenvolvidas, especialmente, quanto a alteração dos fatos trazidos ao conhecimento do Juízo Executório e que culminaram com a prolação da decisão pugnando a inclusão do penitente no sistema prisional federal. Diz o extrato de inteligência, que Luiz Fernando da Costa, também conhecido como” Beira-Mar “compõe a mais alta cúpula da OrCrim denominada Comando Vermelho, conhecida como comissão, conselho ou colegiado, ressaltando que o histórico do apenado já seria conhecido em razão dos extratos formulados nos períodos anteriores, discorrendo brevemente acerca da trajetória do mesmo no seio da organização criminosa, ressaltando-se os fatos que culminaram com seu ingresso em unidade federal. Diz ainda a Secretaria de Polícia Civil que: ” Diversos procedimentos policiais têm sido instaurados para apurar a prática de diversos crimes perpetrados por Luiz Fernando Moares da Costa, o que corrobora para o fato de que, mesmo estando acautelado em Presídio de Segurança Máxima Federal, com a máxima restrição de comunicação com o mundo extra cárcere, Luiz Fernando continua a praticar diversos ilícitos e a comandar celerados pertencentes ao seu grupo criminoso. Somente no ano de 2020, 8 (oito) Inquéritos Policiais (IP) foram instaurados para apurar diversas práticas criminosas pelo citado interno, bem como 37 (trinta e sete) IP instaurados no ano de 2019, dos quais 33 (trinta e três) relatados, corroborando para a prática de ilícitos penais, como tráfico, associação criminosa, roubo de carga, dentre outros, por parte de Luiz Fernando. De acordo com representação por prisão preventiva nos autos do Inquérito Policial 062 -02010/2020, o qual apura a prática dos crimes de associação para o tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, Luiz Fernando exerce o comando central de atividades ilícitas em diversas comunidades em Duque de Caxias, baixada fluminense, dentre as quais a Comunidade de Parada Angélica, da qual toda a atividade mercantil de drogas ilícitas praticadas nas citadas localidade devem ter sua prestação de contas voltadas a “Fernandinho Beira-Mar”, o que o coloca como principal liderança do tráfico ilícito de entorpecentes nas localidades que historicamente estão sob seu jugo. Como citado anteriormente, a orcrim Comando Vermelho baseia-se em posições hierárquicas internas, e transmissões de ordens verticalizadas, sendo certo que nenhuma atividade ilícita é praticada sem o consentimento, aval ou simples anuência da principal liderança da localidade”. Ressalta que: “Luiz Fernando goza de grande prestígio entre os criminosos, atingindo inclusive os criminosos acautelados, tanto no sistema penitenciário Estadual, quanto no Federal. O interno em referência é considerado um grande articulador, sendo apontado como um dos principais responsáveis por pagamentos de gastos com advogados, medicamentos, consultas médicas particulares, entre outras despesas de outros apenados pertencentes à sua orcrim e seus familiares.” “No ano de 2021, uma operação policial no Rio de Janeiro visou a prisão de diversos membros pertencentes à orcrim Comando Vermelho que atuam em outros estados na federação, como Amazonas, Pará, Ceará, dentre outros, e que estariam homiziados no Rio de Janeiro. O intuito desses foragidos, além de se esquivar da justiça de seus estados, seria estreitar acordos financeiros e de fornecimentos de armas e drogas para seus estados, ampliando o alcance de atuação de OrCrim CV no Brasil, fortalecendo o poderio bélico e capacidade de comercialização de drogas ilícitas, bem como garantir rotas de entrada de drogas no Brasil advindas de outros países. Informações apontam para uma possível participação de Luiz Fernando Moraes da Costa em tratativas, acordos de comércio de produtos ilícitos e assistência jurídica a integrantes do CV advindo de diversos estados com a intenção de apoiar a execução de ações criminosas perpetradas, o que corrobora com sua participação na organização para as principais ações criminosas envolvendo a orcrim a que pertence, mesmo estando acautelado”.Necessário destacar ainda, conforme pontuado pela Secretaria de Estado de Polícia Civil, que o apenado recebeu um total de 43 visitas no ano de 2017, 61 visitas no ano de 2018, 61 visitas no ano de 2019, 22 visitas em 2020 e 05 visitas em 2021. E, no período entre 01 janeiro de 2020 a 29 de janeiro de 2021, o apenado recebeu um total de 20 atendimentos com 06 advogados diferentes. Ressalta-se que quase todos os seus visitantes residiriam no Estado

Além de perder comunidades para o CV, chefão da Serrinha (TCP) se revolta com comparsas da facção

O traficante Wallace de Brito Trindade, conhecido como Salomão ou Lacoste, um dos principais nomes do TCP no estado do Rio de Janeiro, não está nada satisfeito com outras lideranças da facção no Morro da Primavera, comunidade vizinha ao Complexo da Serrinha, em Madureira. De acordo com relatos a principal suspeita é que o aumento nos roubos de carros e motos esteja prejudicando a gestão de Lacoste, atraindo operações policiais para a área sob seu controle. Em poucos meses, ele perdeu três grandes comunidades antes dominadas pelo TCP. O CV tomou a favela do Campinho e, logo depois, a comunidade vizinha conhecida como Morro do Fubá, ambas na Zona Norte do Rio. Bem mais distante dali, na Baixada Fluminense, a facção voltou a agir e assumiu o controle da favela Gogó de Belford Roxo, praticamente da noite para o dia. FONTE: Redes sociais do jornalista Brumo Assunção

Após tomar favela do TCP em Belford Roxo no golpe, CV reforçou local com mais 60 homens

O Comando Vermelho reforçou o domínio na favela Gogó de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, com a chegada de ao menos 60 homens armados. Imagens registradas pelos próprios criminosos foram divulgadas nas redes sociais. Sem encontrar resistência, o grupo não teve dificuldades para ocupar a área. Isso porque, na última quinta-feira, o traficante conhecido como Esquilo, apontado como liderança no Gogó do Bom Pastor, teria dado um “golpe de estado” contra Lacosta da Serrinha, então chefe do tráfico na região, e transferido o controle da comunidade para o Comando Vermelho. A nova liderança ficou com cerca de 40 fuzis que pertenciam ao antigo grupo, agora sob o domínio do CV. FONTE: Redes sociais do jornalista Brumo Assunção

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