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denúncia

Quatro PMs do BPRv envolvidos em sequestro poderao ser expulsos da corporação. CONFIRA O CASO

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho de disciplina que pode resultar na expulsão de seus quadros de quatro PMs do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv) supostamente envolvidos em um caso de sequestro em fevereiro deste ano. Trata-se de Inquérito Policial Militar inaugurado com a finalidade de apurar  escalados de serviço no dia 03 de fevereiro de 2025. No dia 3 daquele mês, por volta das 11h, a Divisão Antissequestro (DAS) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, recebeu comunicado do Delegado Helton Cota, da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, relatando possível crime de extorsão mediante sequestro em curso no Município de Rio Bonito/RJ. Na ocasião, a vítima tratava-se de Gabriel A. F, cidadão de dupla nacionalidade Brasileira/Americana) recém-chegado ao Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o qual se deslocava em um veículo locado com destino ao Município de Búzios/RJ. Contudo, de forma inesperada, Gabriel realizou contato com familiares, alegando que teria sido interceptado na estrada, sem poder fornecer detalhes, limitando-se a informar problemas no veículo e a necessidade de uma transferência de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por meio de Pix para sua conta. Momentos depois, Gabriel A.F realizou novo contato com os familiares e com a Autoridade Policial da DAS/PCERJ, esclarecendo que, na verdade, havia sido abordado por Policiais Militares no Posto de Polícia de Boa Esperança de Rio Bonito, os quais durante revista no automóvel, localizaram remédios e alguns suplementos polivitamínicos, e sob alegação de que aqueles tipos de produtos seriam ilícitos no Brasil e passível de prisão. Assim, exigiram o pagamento de R$ 30.000,00 (trinta mil reais) como condição de não reter seu passaporte e tampouco efetuar sua prisão emflagrante. A vítima relata que estava acompanhada de um amigo, o qual não fala o idioma português, que foram levados para o  interior do Posto de Policiamento, onde permaneceu conversando com os agentes durante aproximadamente quarenta e cinco minutos. Na ocasião, em inglês, falou o que estava ocorrendo de fato e pediu para que seu companheiro, de forma discreta, iniciasse gravação das conversas. Em seguida, foi apresentado, por um policial, uma espécie de “Boletim” com seus dados do passaporte, e informado por um dos agentes, que somente o Delegado da Polícia Federal,. João Pedro, poderia resolver o seu problema, visto que a referida Autoridade já tinha ciência da situação irregular e sua saída do país estaria sendo monitorada, que os policiais militares atuariam como facilitador junto à referida Autoridade. No desencadeamento dos fatos, a vítima conseguiu realizar a transferência do valor, de R$ 10.000,00 (dez mil reais), por meio de Pix, em nome do suposto Delegado da Polícia Federal. Contudo, o ofendido deixou de seguir para Búzios e se deslocou para o Estado de Minas Gerais, onde encontravam-se seus familiares. Os fatos em questão foram repassados ao Delegado da Divisão Antissequestro da PCERJ, o qual, incontinente, determinou diligências na Rua Rodrigues Coelho, Rio Bonito/RJ, no endereço do nacional João Pedro dos Santos Carvalho, suposto Delegado Federal e titular da contacorrente, destinatária da indevida vantagem econômica.

Traficante do CV que foi responsável por ataque à delegacia em Caxias comanda esquema de extorsão a empresas que atuam no entorno da Reduc. Ele conta com o apoio de um líder comunitário que é pastor

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP), da Baixada Fluminense (DRE-BF) e da 60ª DP (Campos Elíseos) deflagraram, nesta quinta-feira (27/11), a “Operação Refinaria Livre”, para desarticular uma associação criminosa responsável por extorsões sistemáticas contra empresas que atuam no entorno da Refinaria Duque de Caxias (Reduc). O grupo é liderado pelo chefe do tráfico de drogas na região, o narcoterrorista Joab da Conceição Silva, integrante da facção Comando Vermelho, e por um pastor que se apresenta como líder comunitário e religioso, mas atuava como intermediador do tráfico nas ações de coação empresarial. Até o momento, três criminosos foram presos. J oab foi apontado como o mentor do ataque à 60° DP, em Campos Elíseos, em fevereiro, quando dois policiais civis ficaram feridos. Os agentes foram para as ruas para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão, expedidos a partir de investigação da DRE-CAP, a fim de aprofundar a colheita de provas, impedir a coação de testemunhas, frear a interferência criminosa sobre empresários e trabalhadores, e evitar a destruição de evidências essenciais. O inquérito revelou que empresas instaladas na área industrial da Reduc eram forçadas a pagar valores mensais ao tráfico, sob ameaça de incêndio de caminhões, agressões a funcionários, interrupção violenta das atividades produtivas e impedimento de acesso às instalações industriais. O pastor comparecia pessoalmente às empresas apresentando-se como representante comunitário, mas impondo regras ditadas por Joab. Ele citava proibição de permanência de caminhões nos pátios, imposição de contratação de moradores específicos, ligados aos traficantes, e oferta de “mediação” para evitar represálias. Segundo os agentes, isso era uma fachada para a prática de extorsão. Relatos formais de representantes empresariais, termos de declaração e atas do Ministério do Trabalho demonstram que empresas foram obrigadas a interromper suas atividades por diversos dias, em razão das ameaças feitas pelo grupo criminoso. A investigação identificou que sindicatos e associações de fachada vinham sendo instrumentalizados pelo tráfico para pressionar as empresas. Segundo os agentes, integrantes da associação criminosa infiltravam-se em setores industriais, controlando ilegalmente processos de contratação, indicando candidatos sem qualificação, interferindo em processos seletivos, e cobrando vantagens indevidas em troca de vagas de emprego. O grupo também impunha a contratação de parentes e aliados do tráfico, garantindo presença e controle direto dentro do polo industrial. Entre os contratados identificados está a companheira de Joab, que atuava em uma empresa sem critérios técnicos e por imposição territorial. Ela ingressou na companhia poucos dias antes do ataque criminoso à 60ª DP ocorrido em fevereiro de 2025, ordenado e comandado por Joab da Conceição Silva. O pastor também já foi alvo das forças de segurança. No início desse mês, ele foi preso em Betim, no estado de Minas Gerais, durante a ” Operação Aves de Rapina”. Ele estava transportando uma pistola e seis granadas artesanais, além de munições e valores em espécie. O homem admitiu ter levado os artefatos explosivos desde Duque de Caxias para realizar ações de intimidação e interrupção de serviços na Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Minas Gerais, a pretexto de atender a um “movimento grevista” organizado por sindicatos alinhados ao grupo criminoso. No veículo, também estava o presidente de uma associação de empresas de transporte de combustível, evidenciando a participação direta de sindicatos e entidades formais na estrutura criminosa. A presença de explosivos reforça o modus operandi de ameaçar empresas e trabalhadores por meio de atentados, inclusive com possível risco ao transporte nacional de combustíveis.

Jacarepaguá volta a sofrer com guerra entre milícias e com o CV

Depois dos confrontos pelo controle da Gardênia Azul e na Muzema, Jacarepaguá voltou a ter guerra. Entre as milícias e com o Comando Vermelho também. A disputa começou depois que o miliciano Fabi, integrante do antigo grupo de Orlando Curicica, tentou invadir a comunidade do Dois Irmãos, em Curicica, área comandada por André Boto e Capitão América. Ele teve o apoio do Comando Vermelho. Depois de semanas de confronto em que uma mulher acabou baleada e seis corpos foram encontrados dentro de um carro, Fabi foi morto em confronto com PMs quando se preparava para invadir a Dois Irmãos com cerca de 30 homens. Boto nesta guerra passou a contar com o apoio de milicianos de Rio das Pedras. Uma nova guerra se iniciou na Taquara mais especificamente na comunidade dos 700. Boto e Capitão América junto com Rio das Pedras passaram a investir no local que é comandado por Play do Jordão e Léo Problema que tomaram todas as áreas do antigo dono, Nem da Malvina e contam com o apoio das milícias do Catiri e Santa Cruz. Agora quem entrou na guerra foi a milícia de Rodrigo Barraca, que comanda o Camorim, que está junto com Boto e Rio das Pedras. Havia grande movimentação de homens na Dois Irmãos. Ontem houve Intenso tiroteio nos 700 com uso de granadas e drones. Os invasores foram recebidos a tiros pelos milicianos locais que já aguardavam pelo ataque. . Segundo informações, esse ataque teria partido desta vez de traficantes do Comando Vermelho da comunidade do Teixeiras, também na Taquara. Por conta desta guerra, foram registrados dois homicídios em um mesmo dia na região na semana passada. Um deles de um homem vulgo TH que chegou a ir até a DRACO fazer denúncias contra milicianos. A outra morte ocorreu no Anil. Além disso, tem havido confrontos esporádicos entre Rio das Pedras e Gardênia Azul com mortes.

Cúpula do CV teria proibido soldados de postar fotos de armas e drogas

Todos os soldados do Comando Vermelho estão proibidos de postar fotos e vídeos exibindo armas ou drogas nas mais de mil comunidades dominadas pela facção no estado do Rio de Janeiro. A determinação consta em um comunicado Segundo o texto: “Está proibida a postagem de vídeos em todas as áreas do Comando Vermelho — L.R.L.J.U. Obs.: vídeos de armas, bancas de drogas ou qualquer situação relacionada ao crime. Obs.: Cabe aos irmãos das áreas fazerem valer essa determinação. Cabe aos irmãos das áreas punirem quem não cumprir.” FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunçâo

Traficantes teriam pulado do TCP para o CV em Belford Roxo matando ex-aliados e levando fuzis

Segundo informações que circulam nas redes sociais, ao menos três traficantes oriundos do Gogó do Bom Pastor (TCP) pularam pro Comando Vermelho que atua na favela do Castelar, também em Belford Roxo. Relatos apontam que o trio matou cinco ex-aliados e levaram dois fuzis e pistolas para provar “lealdade” a nova facção. O jornalista Bruno Assunção escreveu em suas redes sociais que o chefe do TCP conhecido como Lacoste, da comunidade da Serrinha, estaria há cerca de dois meses sem realizar pagamentos aos seus soldados no Gogó, o que teria motivado a ruptura. As imagens dos armamentos foram divulgadas logo depois em páginas ligadas ao CV. Ao todo, Lacoste perdeu 8 soldados somente nesta sexta-feira. FONTE: Baú do Rio OFC (Telegram) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Bandido morto ontem na Cidade de Deus (CV) recebia R$ 350 por semana e se vangloriou da morte de policial

Morto em confronto com a CORE na Cidade de Deus ontem, Luiz Felipe Silva Romão, o Mangabinha recebia cerca de R$ 350,00 reais por semana para ficar na contenç4o do tr4fico. Ele morreu no dia do pagamento. Mensagens extraídas do celular dele revelaram que ele se vangloriou de ter participado do confronto que matou o agente da Core José Antônio Lourenço Júnior, em maio. Em diálogos de 19 de maio, ele admite o ataque, descreve a fuga e comemora a morte do policial, dizendo: “Rodou um só” e “Fiz meu nome. De 62”.O conteúdo está no relatório telemático da Delegacia de Homicídios da Capital. Mangabinh havia publicado fotos com granadas e armas um dia antes, desafiando: “Entra pra ver”.”. A polícia aponta que ele deixou a Cidade de Deus após o crime e fugiu para o Bateau Mouche, na Praça Seca. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Tiros e fogos para comemorar aniversários de traficantes (inclusive que já morreu) do TCP nas zonas Norte e Oeste do Rio

Moradores de comunidades das zonas Norte e Oeste do Rio acordaram com tiros e foguetório durante a madrugada por conta de aniversários de traficantes, inclusive do que já morreu. Uma das comemorações foi no Complexo da Maré em homenagem ao traficante Gotinha da Maré, que faria aniversário hoje. Moradores informaram que, a partir das 20h, um telão seria instalado na comunidade para exibir imagens em homenagem, permanecendo ligado até a manhã de sábado. Daniel Falcão morreu durante uma operação do Bope e era investigado por envolvimento com o tr4fico de drog4s na região. O chefe do TCP, conhecido como “TH da Maré”, apontado como liderança do grup também morreu no mesmo confronto no Morro docr!m!noso, Timbau. A outra festa foi em Senador Camará onde fogos lembraram o anivesário do chefão do tráfico local, vulgo Sabão, El Chapo ou 31.

Mais um boato de guerra interna no TCP na região de Madureira

Informaações que circulam nas redes sociais voltam a falar sobre uma suposta desavença entre traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira, e do Morro da Primavera, em Cavalcanti, ambos dominados pela facção criminosa Terceiro Comando Puro 9TCP). Mensagens captadas de rádios comunicadores indicam uma bria interna na facção. Moradores relataram que houve até troca de tiros entre os dois grupos, com disparos direcionados de um lado para o outro. De acordo com relatos, alguns integrantes da Primavera estariam insatisfeitos com supostas ameaças atribuídas a “Lacoste”, apontado como liderança da Serrrinha. Ainda segundo essas informações, ele teria enviado recados para que os “crias” da Primavera mudassem de lado e se unissem ao seu grupo, em uma tentativa de pôr fim ao que classificam como “opressão”. Há informaações de que pode estar se formando um golpe interno. Segundo esses relatos, tudo o que Lacoste, teria conquistado seus territórios por por meio de articulações internas — o que eles chamam de “golpe” e “judaria”. Os mesmos relatos apontam que ele estaria planejando repetir a estratégia no Morro da Primavera. Integrantes da região também alegam que Wallace vem acusando o grupo da Primavera de atrair operações policiais por conta de roubos praticados nas proximidades, o que teria reflexos negativos em seus domínios. Em uma das mensagens atribuídas ao traficante conhecido como “Fumaça”, ele afirma que realiza roubos para conseguir comprar fuzis e pagar os soldados. FONTE: Canal Plantão baixada.(Telegram)

Outro morto em Nova Iguaçu matou casal de irmãos na cidade

Outro morto em Nova Iguacu, Antony Cruz, foi acusado das mortes de um casal de irmâos em 2017, em Santa Rita, Nova Iguaçu. As vítimas foram Alice Maria da Silva e Gilvan Ricardo da Silva. O crime foi praticado por motivo torpe, impulsionado pela vingança, uma vez que o denunciado possuía inimizade com J.R.S já tendo o ameaçado de morte, sendo certo que Joelson é irmão das vítimas Alice e Gilvan. O crime de homicídio foi praticado com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas que, surpreendidas pelo atuar repentino de Antony no interior de suas residências, foram atingidas em regiões vitais. Segundo consta dos autos, no dia do fato o desafeto de Antony, J.R.S anunciou em rede social que iria visitar as vítimas Alice e Gilvan, sua genitora e irmão, respectivamente. O denunciado ao tomar conhecimento que J estaria em sua cidade partiu para o local do fato, na companhia de outros indivíduos ainda não identificados. Ao chegar na referida residência, o criminoso constatou que  havia ido embora, e que se encontravam na casa apenas as vítimas. Em seguida, o denunciado efetuou disparos de arma de fogo contra Alice e Gilvan, atingindo-os em regiões vitais, que resultaram nas suas mortes. Após a prática criminosa, o denunciado empreendeu fuga.  FONTE:TJ-RJ

Um dos três mortos em Nova Iguaçu foi um dos matadores da milícia

Um dos três mortos em um bar em Nova Iguaçu na noite de ontem, Luiz Carlos Pereira dos Santos Cruz foi acusado em 2019 dos assassinatos de Maicon José Jovem de Oliveira e Bruno Tavares Ribeiro na mesma cidade. .  Constou nos autos, que ele e comparsas eram integrantes de organização criminosa que era responsável por vários homicídios na localidade, além do cometimento de outros delitos não menos gravosos que atemorizam os moradores da região, que intimidados, temiam por suas vidas e tem medo de prestarem seus depoimentos .  Conhecido como Nem Corolla, sua quadrilha cometia também roubo, usura, de interceptação e distribuição clandestina de sinal de TV a cabo e de extorsão. O grupo atuava na localidade Parque da Biquinha, situada no bairro de Austin, Nova Iguaçu, Corolla  era apontado como o indivíduo que dava ordens aos demais integrantes do grupo, “Ele ia para eliminar os desafetos; que era ele o cara para matar; que até em desavenças pequenas de bairro que ocorriam, era ele que matava, mesmo pessoas que não tinham nem relação com crime; que acha que o Nem Corolla perdeu a mão e começou a matar, porque não havia uma repressão à altura do que eles estavam fazendo, que grande parte dos homicídios era por determinação da organização criminosa, mas, os do “Nem Corolla” nem tanto, pois ele já estava perdendo a noção do que podia fazer e do que não podia fazer”, diz trecho de investigação.  FONTE: TJ-RJ

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