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denúncia

De dentro de presídio, dono das bocas de fumo do Complexo de São Carlos (TCP) articulava união com facção criminosa mineira. VEJA TRECHO DE ESCUTA

Denúncia contra 36 traficantes, entre eles Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, dono das bocas de fumo do Complexo de São Carlos, no Estácio, Região Central do Rio, revela a atuação de uma quadrilha nas capitais mineira e fluminense, bem como em outras localidades das regiões Sul e Sudeste do país. A investigação inciiada em 2022 apontou que o bando praticava interestadual de drogas, lavagem de capitais, posse irregular de armas de fogo de uso permitido e restrito. O bando se intitulava Sala Vip” e tinha estreitos vínculos com outra organização criminosai ndependente sediada no Estado do Rio de Janeiro, o Terceiro Comando Puro (TCP), bem como utilizava serviços de branqueamento de capitais advindos sobretudo do tráfico de drogas interestadual promovidos por associações criminosas especializadas na dissimulação e ocultação de valores e bens produtos de crime. Ao longo das investigações, apurou-se que a organização criminosa conhecida como “Sala Vip” tinha como líder o denunciado Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo Paraíba, que comandava o tráfico de drogas no aglomerado Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte, em estreita cooperação no comércio de entorpecentes com o TCP que domina o território do Complexo do São Carlos, na capital fluminense. O vínculo de Paraíba, com a facção carioca era mantido com Coelho, que mesmo preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, no Estado Fluminense, tinha acesso a telefones celulares. Consta no inquérito policial que Coelho tinha como um de seus interlocutores extramuros com Paraíba, a denunciada Bruna Neiva Clem Galdino, que recebia informações via aplicativo de mensageria de Anderson orientando como Rafael Carlos deveria agir com pessoas que desafiavam a liderança deste no aglomerado Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte/MG e no Morro da Mineira, no Rio de Janeiro/RJ, dando a este liberdade para atuação no tráfico de drogas na localidade carioca, bem como prestando apoio financeiro e logístico da facção. Bruna foi presa no Rio em janeiro. Veja áudios, primeiro de Bruna e depois de Coelho. Em apoio às atividades criminosas capitaneadas pelo vulgo Paraíba no aglomerado Cabana do Pai Tomás, em Belo Horizonte/MG tomava parte seu irmão e codenunciado Maurício da Silva Ferreira, vulgo Maumau. Ele era visto como o “número 02” da organização criminosa “Sala Vip” Mamau passou a ser sinônimo do poder do tráfico de drogas no aglomerado Cabana do Pai Tomás após Paraíba, que era foragido, ter deixado a comunidade visando evitar ser preso pelas forças de segurança e homiziar-se no Morro da Mineira, Rio de Janeiro/RJ,uma das favelas que compõem o Complexo do São Carlos, área dominada pelo Terceiro Comando Puro – TCP, cujo líder é o já mencionado Anderson Rosa Mendonça, vulgo CoelhoDouglas Henrique Mattos de Jesus, vulgo Predestinado, atuava de forma incessante na venda de maconha, cocaína, ecstasy e lança-perfume na capital mineira e, em duas ocasiões, foi preso em ocorrências com natureza de “tráfico de drogas. Ele criou uma rede de “mulas” para realizar o transporte de entorpecentes entre Belo Horizonte/MG e o Rio de Janeiro/RJ, abastecendo a organização criminosa “Sala Vip” com drogas adquiridas em parceria com a facção Terceiro Comando Puro. Competia a André Vinícius de Souza Cezário, vulgo Mantega, a negociação e venda de cocaína, crack (referido nas conversas como “gordura” ou “óleo”) e drogas sintéticas (“K4” e “K9”). Detectou-se, ainda, nas referidas conversas, a venda de armas de fogo curtas, tratadas como “oitão” Ele tinha também por hábito auxiliar os membros da organização criminosa em ações assistenciais promovidas no aglomerado Cabana do Pai Tomás, como aquela que ocorreu no Natal de 2023, quando centenas de aves “Chester foram distribuídos à população local. Ele também custeava as despesas de outros integrantes da organização criminosa com honorários advocatícios e com aluguel de telefones celulares dentro de unidades prisionais. Manteiga também monitorava a atividade de empresas que disponibilizam serviços de internet no aglomerado Cabana do Pai Tomás e impedia que estas concorressem com a pessoa jurídica Top Net Telecom Vista Alegre Ltda, em cujo quadro societário figurava o pai de Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo Paraíba. A quadrilha tinha também Gabriel Pereira de Oliveira, vulgo Chavosinho, realizar o comércio de drogas, a quem eram confiados a atos violentos destinados a aterrorizar a população ordeira, como incêndio de ônibus do transporte público de passageiros que acessavam o aglomerado Cabana do Pai Tomás, em retaliação a ações policiais. Gabriel passou a ser presença constante no Morro da Mineira, no Rio de Janeiro/RJ, área dominada pelo Terceiro Comando Puro – TCP, onde Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo Paraíba, foragido da capital mineira, encabeçava o tráfico de drogas, sob autorização de Anderson Rosa Mendonça, vulgo Coelho.O criminoso foi preso em flagrante no dia 03/09/2024 durante uma operação da Polícia Militar no Complexo da Maré, Rio de Janeiro/RJ, região de domínio do Terceiro Comando Puro. Na ocasião Gabriel encontrava-se na companhia de comparsas e as forças de segurança lograram apreender com os presos 07 (sete) fuzis, 05 (cinco) pistolas, drogas, carregadores, celulares e granadas. Presa no Rio, Bruna Neiva Clem Galdino era tesoureira da quadrilha. Sob ordens de Paraíba, ela agoa efetuando depósitos bancários relativos a produto da venda de entorpecentes, utilizando a própria conta bancária para movimentar valores da organização criminosa e realizando pagamentos em espécie para fornecedores de drogas ilícitas. Ela atuava diretamente na comercialização de entorpecentes e outras substâncias proscritas como lança-perfume, não se limitando a exercer a contabilidade do tráfico de drogas. O maior operador financeiro do bando era Judeudson Cleves Andrade. Suas ovimentações financeiras ao longo dos últimos anos alcançaram mais de R$12.000.000,00 (doze milhões de reais), sem que houvesse qualquer justificativa legal ou fática para tanto. FONTE: Relatório da Polícia Civil de Minas Gerais disponível no site Jusbrasil

Doca (CV) tem mais uma prisão preventiva decretada por homicídio de rival do TCP que caiu no ‘Tribunal do Tráfico’ em Belford Roxo

O chefão do Complexo da Penha, Edgar Alves de Andrade, o Doca ou o Urso, teve mais uma prisão preventiva decretada essa semana por conta de um homicídio cometido na comunidade do Castelar, em Belford Roxo. Outros cinco bandidos também são suspeitos do crime, entre eles, Soró, apontado como o frente da localidade. O crime em questão foi praticado em 30 de dezembro de 2023. A vítima foi José Cleiton Nunes Pereira. Consta da denúncia que o crime foi praticado por motivo torpe, na medida em que serviu para demonstrar a força e o poder da facção criminosa Comando Vermelho, sendo que a vítima foi identificada como ligada à facção rival denominada Terceiro Comando Puro, e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, a qual foi surpreendida quando estava próximo a uma “boca de fumo”, pela superioridade numérica e armada dos denunciados, os quais o levaram para ser submetido ao Tribunal do Tráfico e executado, sem quaisquer chances de defesa. Consta, ainda, que no mesmo dia os denunciados e um adolescente já falecido ocultaram e destruíram o cadáver da vítima, o qual não foi encontrado até a presente data. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Relatório policial dá mais detalhes sobre atuação de quadrilha capixaba baseada no Rio alvo de operação hoje no Complexo da Maré (TCP). COMO FUNCIONAVA A LAVAGEM DE DINHEIRO

Segundo mais um relatório da Justiça obtido pela reportagem sobre a quadrilha capixaba alvo de operação hoje no Complexo da Maré, , os líderes do bando, os Irmãos Vera” auxiliaram no desenvolvimento do Terceiro Comando Puro (TCP) no Espírito Santo.tendo como pressuposto a atuação baseada no tráfico ilícito de entorpecentes. Em razão da forte influência existente a partir do Estado do Rio de Janeiro, local em que o TCP surgiu, os Irmãos Vera passaram a extorquir de empresas locais prestadoras de serviços de internet e de fornecimento de água e gás o pagamento de valores como condição de atuação e, em alguns casos, até mesmo avocar, sob coação, violência e ameaça, a administração desses provedores e empresas, fundamentados e justificados pela condição de liderança do tráfico ilícito de entorpecentes. Tal fato, de extrema gravidade, demonstrou novo viés da influência do tráfico carioca no Espírito Santo, indicando que a criminalidade tem avançado cada vez mais na ocupação dos espaços socais, se inserindo na prestação de serviços gerais, como ocorre no estado do Rio de Janeiro, tendo o tráfico e as milícias se colocado como fornecedores de internet, gás, dentre outros, à comunidade sobre sua influência e em situação de vulnerabilidade social Foi possível extrair do aparelho de celular de investigados informações sobre a existência de contas bancárias utilizadas por um dos irmãos Vera para receber os valores ilícitos provenientes do tráfico de drogas e das extorsões praticadas, sendo então solicitado ao COAF (Conselho de Controle de Atividade Financeiras) o encaminhamento de Relatório de Inteligência Financeira vinculado ao investigado. foi possível constatar indícios concretos da participação dos investigados e de pessoas jurídicas a eles vinculadas em sofisticada rede de lavagem de capitais, existindo inclusive aparente “banco paralelo” com a finalidade de dar aparência lícita aos valores advindos da prática delitiva. Um dos envolvidos era parte fundamental no esquema de lavagem de dinheiro, sendo o responsável por receber valores decorrentes de extorsão a empresários, que implicam em uma rede de financiamento associada ao tráfico de drogas, além de possuir endereço no Rio de Janeiro, no local onde Nomeficou escondido antes de sua prisão. A análise de suas movimentações financeiras não deixou dúvida acerca da procedência ilícita dos valores movimentados em suas contas bancárias, tendo em vista a incompatibilidade com sua renda declarada. Essa pessoa era companheira do traficante Kamu e parte fundamental do esquema, auxiliando seu companheiro no recebimento de valores decorrentes de extorsão do tráfico de drogas, sendo sua conta uma das mais utilizadas pela ORCRIM para inserção do dinheiro no sistema financeiro.Uma outra mulher d dona da uma casa lotérica situada na região da Maré, no Rio de Janeiro/RJ (local onde um dos irmãos Vera estava homiziado), sendo esse estabelecimento uma das pessoas jurídicas que, em razão de seu fluxo de dinheiro em espécie, recebia depósitos de valores da ORCRIM. Consta nos autos que, apesar de ter recebido auxílio emergencial durante o período de pandemia, apresentou intensa movimentação financeira com valores absolutamente incompatíveis com sua renda, se utilizando de um esquema de lavagem de dinheiro por meio de pagamento de boletos.Outros dois participantes do bando verifica-se que ambos, utilizando de suas contas pessoais e de suas pessoas jurídicas, criaram uma instituição financeira que operava de forma paralela ao sistema bancário e ligado à facção TCP, lavando dinheiro ilícito do tráfico do ES e RJ, com um complexo esquema para diversificar as formas de introdução dos valores ilícitos no sistema financeiro. Para dissimular valores ilícitos, também utilizam a conta da filha menor tendo os relatórios de inteligência financeira apontado movimentação de milhões de reais. O dono de um provedor de internet se alinhou aos interesses da ORCRIM e se tornado parte dela, sendo o responsável por interferir deliberadamente no serviço de Internet das regiões sobre a influência do TCP e extorquir empresários, usando ainda métodos de sabotagem, como cortes de fiação, para forçar clientes a migrar para sua empresa. Além disso, o investigado estava auxiliando um dos irmãos Vera na aquisição de equipamentos para monitoramento, como câmeras, como forma de evitar as ações policiais e exercer controle nas comunidades em que estão inseridos Mais quatro citados na investigação integram a organização criminosa emprestando suas contas bancárias para recebimento de valores ilícitos, decorrentes de extorsão e tráfico de drogas, tanto aquelas cometidos sendo que os investigados residem no ES, em áreas dominadas pelo TCP. Sócios de uma loteria uanto receberam, por meio da pessoa jurídica, valores expressivos dos representados Nomee Nome, utilizando do fato de que casas lotéricas são negócios frequentemente utilizados na lavagem de dinheiro ilícito por lidarem com grande fluxo de dinheiro em espécie. Retira-se dos relatórios de inteligência financeira que a movimentação da lotérica é totalmente incompatível com sua renda declarada, bem como de seus sócios, chegando a movimentar, em um curto período (01/02/23 a 31/07/23), mais de 27 milhões de reais. FONTE: Relatório da Justiça do Espírito Santo disponível no site Jusbrasil

Carne podre que ficou submersa nas enchentes do RS adquirida por empresa do RJ era para ser usada para fabricar graxa e ração animal mas foi revendida para ser comercializada para consumo humano. VEJA DETALHES

A empresa Tem Di Tudo de Três Rios adquiriu de uma firma de Canoas (RS) carne NA condição ‘imprópria para consumo humano’ que ficou submersa durante as enchentes no Rio Grande do Sul que, pelo contrato, deveria ser destinada a produção de ração animal e graxas. No entanto, segundo investigação da Decon/RS, a firma deu destinação diversa para a mercadoria, revendendo para outras empresas, incluindo para uma de Cachoeirinha, cidade gaúcha, “A Tem di Tudo adquiru cerca de 800 toneladas de carnes de uma empresa sediada na cidade de Porto Alegre e a empresa da qual adquiriram as carnes ainda tinha na sua área de operação alagamentos de 30 a 40 cm e diversos cortes de carne estavam acondicionadas em pallets submersos. Parte dessa carne foi transportada para a cidade de Três Rios/RJ e outra parte foi revendida para outras empresas. Além disso, a carne levada para a cidade de Três Rios foi reaproveitada pela empresa, sendo revendida para comerciantes”, revelam os autos. Em 03/06/2024, foi recebida a notícia de que o alimento estava sendo comercializado para consumo humano, sendo que circulou uma fotografia de um alimento que estava sendo ofertado no Paraná e que foi identificado pelo código de barras como sendo parte dos produtos impróprios. Quando a carne chegou na empresa de Cachoeirinha, o sócio notou que ela possuía aspecto de estragada. Após, verificou que nas caixas tinha a inscrição da distribuidora PMI, de Canoas, fato este que despertou a sua desconfiança de que poderia ser produto da enchente. Em contato com a empresa PMI, eles confirmaram que a mercadoria havia sido vendida para fazer ração animal; Na operação realizada pela Delegacia do Consumidor do Rio de Janeiro na empresa Tem diTudo, os agentes apreenderam produtos femininos, detergentes, outros produtos de limpeza, óleos lubrificantes, frascos de álcool 70% e carne bovina com aproximadamente duas toneladas. As condições eram muito precárias aduzindo sujidades, embalagens amassadas e fracionadas e a carne estava podre embora acondicionada em câmara refrigerada. . Em uma câmara fria, foi encontrada grande quantidade de peças de carne bovina ainda com ossos, que exalavam forte odor pútrido. No local, também foi encontrada peça de carne oriunda do frigorifico de Canoas (RS), a empresa que comprova que a Tem di Tudo adquiriu mercadorias impróprias naquela da empresa gaúcha e mesmo depois de seis meses ainda mantinha em seu poder exemplar da carne adquirida como imprópria, mas acondicionada junto a outras carnes que no local foi dito estarem em boas condições. Segundo investigadores, a Tem di Tudo teria adquirido em junho de 2024 800 toneladas de carnes de sediada na cidade de Canoas e conseguiu tal mercadoria na condição de “imprópria ao consumo humano” pelo valor de aproximadamente R$ 0,97 por quilo. Após comprar a carga, a Tem di Tudo se comprometeu a fazer rapidamente a coleta, nesse sentido, a partir do dia 23/05/2024 começaram a retirada de aproximadamente 800 toneladas de produto, a retirada demorou 9 dias para ser concluída e foram necessárias 32 carretas. Uma testemunha confirmou que a Tem di Tudo adquiriu muitas toneladas de carnes de uma empresa do Rio Grande do Sul e constatou que diversos cortes de carne estavam condicionadas em pallet e estes estavam submersos; que parte dessa carne, considerada boa pelos sócios da empresa foi transportada para a cidade de Três Rios e outro tanto foi revendido para outras empresas, Segundo a declarante, a carne trazida para Três Rios foi reaproveitada pela empresa que a revendeu para comerciantes. FONTE: TJ-RJ

PM envolvido em sequestro poderá ser excluído da corporação

Um PM da Recom está sendo submetido a conselho disciplinar, que pode levá-lo a ser expulso da corporação, suspeito de participar de um sequestro. O fato ocorreu em julho de 2023, em Parada de Lucas. Na ocasião, o policial, na companhia de dois comparsas, constrangeou a vítima M.S.S a permanecer no interior do veículo Ford Ka, cor branca, ano 2018 a realizar uma transferência bancária, via PIX,, no valor de R$ 2.733,52 para uma conta corrente da empresa de um de seus cúmplices. O PM foi o responsável por atrair a vítima para o ingresso no veículo. Na ocasião, portava uma arma de fogo, fato de conhecimento da vítima, e com a sua presença armada, concorreu para a manutenção da vítima em poder dos três denunciados, mantida privada de sua liberdade no banco traseiro do veículo, Após a vítima embarcar no carro, os suspeitos indagaram. “Cadê o dinheiro? Você não sabe, mas quem colocou o dinheiro no carro fui eu!. Você está me devendo! eu quero meu dinheiro hoje!”. O comparsa do PM chegou a dizer. “Iria colocar uma bala na sua cabeça”. Os envolvidos pararam o veículo em uma praça, em local não precisado, ocasião em que o comparsa do PM e a vítima saíram do carro.Em seguida, já do lado de fora, o criminoso agrediu a vítima com um chute e um tapa no rosto. Ainda fora do automóvel, ele determinou que a vítima abrisse o aplicativo do Banco Itaú e, após, obrigou-a novamente a embarcar no carro.Em seguida, mediante ameaças proferidas verbalmente pelo bandido, a vítima foi obrigada a realizar uma transferência via PIX, no valor de R$ 2.733,52, para uma conta corrente de sua empresa. Realizada a transferência, os envolvidso ainda em poder da vítima, pararam em um posto de combustível para abastecer o veículo. Na ocasião, a vítima solicitou autorização para desembarcar para comprar água, mas foi impedida pelo bandido, o qual novamente a constrangeu a permanecer no carro, dizendo: “Não tem água aqui não. Você não vai descer”. A trama só foi descoberta depois que os envovlidos passaram com a vítima dentro do automóvel pela Rua Álvaro de Macedo, local onde estava ocorrendo uma operação AREP 3. Foi então que a vítima conseguiu abrir a porta do veículo e pedir ajuda aos policiais militares do 16o BPM, que prenderam os autores. FONTE: Boletim interno da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Veja como funciona o esquema da ‘caixinha’ do Comando Vermelho

As investigações do MPRJ e da Polícia Civil revelam como funciona o esquema da ‘caixinha’ do Comando Vermelho. O sistema opera por meio de taxas cobradas de forma mensal de líderes de pontos de venda de drogas nas comunidades controladas pela facção. Em troca, os responsáveis pelas “bocas de fumo” têm acesso à marca da organização, fornecedores de entorpecentes, suporte logístico e apoio bélico. Os valores arrecadados são centralizados e utilizados para financiar ações como compra de drogas e armamentos, expansão territorial, pagamento de propinas, assistência a membros presos e crimes conexos, como extorsões, roubos de cargas e veículos, além da exploração monopolizada de serviços de internet. Nesta fase da operação, os principais alvos são familiares e operadores do fundo financeiro da facção criminosa. Os alvos foram denunciados pelo GAECO/MPRJ à Justiça pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro, relacionados ao tráfico de drogas e à ocultação de valores ilícitos em mais de 4.888 operações financeiras, totalizando aproximadamente R$ 21.521.290,38. Os agentes estão cumprindo mandados contra suspeitos em Bangu, Jacarepaguá, Engenho da Rainha, Nova Iguaçu, Ramos, Copacabana, Cordovil, Santo Cristo e no Instituto Penal Vicente Piragibe. Também há mandados sendo cumpridos nos estados da Bahia e Paraíba. A polícia e o MP começaram a investigar a caixinha em 21 de maio de 2019, com a prisão em flagrante de Elton da Conceição, conhecido como “PQD da CDD”, na Cidade de Deus, em Jacarepaguá. Na ocasião, foram apreendidas armas, munições e documentos que revelaram um esquema estruturado de lavagem de dinheiro operado pelo Comando Vermelho. Entre os materiais recolhidos, destacaram-se comprovantes de depósitos bancários, que permitiram rastrear movimentações financeiras ilícitas utilizadas para financiar as atividades da facção criminosa. A primeira fase da operação, deflagrada em 2020, concentrou-se na identificação do fluxo financeiro vinculado ao Comando Vermelho. Essa etapa resultou no indiciamento de 84 pessoas e na apreensão de documentos que detalhavam o funcionamento da “Caixinha”, o fundo financeiro que sustenta a organização criminosa. ]FONTE: Ministério Público e Polícia Civil

Traficantes Doca e Gardenal do CV tiveram as prisões temporárias decretadas por morte de turista que entrou por engano em comunidade do Rio

Tiveram as prisões temporárias decretadas pela morte de Diely Silva, a turista de Jundiaí (SP) que foi baleada após o motorista de aplicativo ter entrado por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena, Edgar Alves de Andrade, o Doca, Carlos da Costa Neves, o Gardenal, Antonio Styff Robert Santana Teixeira, vulgo Paraíba e José da Paixão Agostinho Filho, o Meio Quilo. Segundo a polícia,, Paraíba e Meio Quilo, estavam juntos do autor, um adolescente de 16 anos, em um ponto de venda de drogas, quando o carro das vítimas se aproximou. De acordo com a apuração policial, a dupla contribuiu “igualmente para impedir a passagem e alvejar o veículo” onde estava a turista. O menor que atirou na mulher já foi detido. As investigações apontaram que o crime foi motivado pelo suposto descumprimento de normas impostas pela facção Comando Vermelho. Doca e Gardenal foram os responsáveis por estabelecer a norma para tráfego na comunidade. A ordem teria sido fundamentada para impedir invasões de facções rivais na comunidade. Um deles reúne 262 anotações criminais, além de 26 mandados de prisão As diligências seguem para localizar e prender os identificados. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação sigilosa apura se PMs vazavam operações para traficantes do TCP

A Polícia Militar informou em seu boletim que há uma investigação sigilosa desde 2020 denúncia que apura se PMs repassavam as informações acerca das operações aos traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em troca de propina. Foi instaurada a Verificação Preliminar n.o 072/063/2020, No decurso desta investigação, foram adotadas diligências com a finalidade de identificar os policiais militares responsáveis pela prática.Desse modo, com base no Organograma de Desvio de Conduta e Vazamento de Operações Policiais da AIB/BPCHQ alguns policiais, praças e oficiais, foram apontados como possíveis contatos de vazamento de informações. Nessa toada foi requisitado ao Douto Juízo da Auditoria da Justiça Militar a quebra de sigilo de dados, interceptação telefônica/telemática e de ação controlada, a qual foi deferi- da nos autos do processo no. 0139875-79.2020.8.19.0001. Em decorrência do Ofício no. 1059/2020OF expedido pela AJMERJ, a interceptação em referência foi desenvolvida e operacionalizada pelo GAESP/MPRJ. A PM diz de aguardar o deslinde da investigação criminal e caso sobrevenha o oferecimento de denúncia e/ou à inauguração de um processo criminal com consequente sentença condenatória, esta possibilitará a apreciação da Administração Pública. FONTE: Boletim interno da PMERJ disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Primeiro preso pela morte de Fernando Iggnácio já havia dito que comparsas haviam fugido para o Paraguai. RELEMBRE DETALHES DO CRIME

O primeiro dos envolvidos no assassinato do contraventor Fernando Iggnácio que foi preso, Rodrigo da Silva das Neves relatou em 2021 que os comparsas foragidos haviam fugido para o Paraguai. Quase quatro anos depois, o último dos suspeitos que estava solto, o ex-PM Pedro Emanuel D´Onofre Andrade Silva Cordeiro acabou preso no país vizinho. Desde o o falecimento de Castor de Andrade (ano 1997), houve uma cisão na sua família decorrente da disputa entre os seus filhos e o seu sobrinho Rogério de Andrade pelo controle dos negócios ilícitos deixados, tendo ocorrido diversos homicídios ao longo de mais de 20 anos. Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, respectivamente, genro e sobrinho do falecido contraventor Castor de Andrade, disputavam controle de pontos de exploração do jogo do bicho, videopõquer e máquinas caça -níquel, fato que teria dado ensejo à contratação de Rodrigo Silva das Neves, Ygor Rodrigues Santos da Cruz, vulgo Farofa, Pedro Emanuel e seu irmão Otto para a execução do crime de homicídio de que foi vítima Fernando Iggnacio. Farofa já está morto. Segundo a investigação, o PM Araújo, responsável pela segurança pessoal de Rogério Andrade. foi o responsável por contratar, a mando do contraventor,, os demais criminosos para executarem o crime. Rodrigo e Ygor já haviam trabalhado como seguranças da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, cujo patrono é Rogério de Andrade, que está preso apontado como o mandante . Registre-se que o fato da contratação dos executores por Araújo encontra respaldo em declarações prestadas por uma testemunha em sede policial. Neste diapasão, tem-se que o modus operandi, a natureza do crime, as circunstâncias em que se deram, a motivação, a quantidade e natureza do armamento apreendido (fuzis calibre 7,62 mm). O crime foi cometido através de emboscada, haja vista que os executores se colocaram em tocaia, de maneira camuflada com a extensa vegetação que ladeava o muro do heliporto, e escolhido de modo preciso o local e o momento em que ela estaria desprotegida. Além disto, foram utilizadas armas de alta energia cinética (fuzis calibre 7,62 mm), o que, indubitavelmente, demonstra a periculosidade em concreto da conduta imputada aos réus. No que tange aos executores, verifica-se dos autos a estrita vigilância mantida sobre a rotina da vítima, inclusive com a ida de dois dos acusados ao heliporto por ela utilizado a fim de estudar o local e certificar-se da localização do veículo da vítima, local em que seria alvejada, o que remete a um grupo integrado por indivíduos extremamente organizados, com alto poder ofensivo, cuja letalidade de suas ações pode ser verificada no resultado morte de Iggnácio. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Conheça a quadrilha de Taz, traficante do CV que se esconde no Complexo da Penha mas domina áreas em Caxias e rouba cargas

Investigação revela que as comunidades do Rasta, Colúmbia e Conjunto, em Duque de Caxias, dominadas pelo Comando Vermelho, são comandadas pelo traficante TH ou Taz, que se esconde no Complexo da Penha. É ele quem decide quem morre, quem pode roubar. O número 2 nas localidades é o vulgo Cachoeira. É ele quem executa as ordens emanadas pelo seu líder TH, principalmente os homicídios que ocorrem dentro das comunidades como foi o caso do Jonathan ( um moreno, gordinho ) que apanhou de madeira por vários criminosos, inclusive o Cachoeira. Cachoeira estaria envolvido em todos homicídios que ocorrem na comunidade do Rasta. Orelha é ladrão de carga e veículos. Ele rouba com anuência do líder da comunidade do Rasta, TH, com quem divide os lucros. Índio é o comparsa de Orelha nos roubos Di Ouro é o frente do Conjunto, ficando responsável pela comunidade na ausência do líder, porém nenhuma decisão pode ser tomada sem anuência do líder do tráfico. TH dificilmente aparece na comunidade do Rasta. Jefferson é vapor na Columbia. Goiabada pertence a uma quadrilha de roubo de carga. Sua tropa conta com Da Honda, Nino, Cocão, Menor Rei, JV, Chiquinho e Orelha. A quadrilha de roubo de cargas do Rasta se utiliza de motocicletas, veículos, armas de fogo e bloqueadores de sinais para fazer abordagens aos caminhões que estão com a carga. Em seguida, essa quadrilha leva o caminhão junto com a carga e as vítimas para o interior da comunidade do Rasta, especificamente, no Cruzamento da Rua Tebas com Jamaica em uma casa de cor amarela de dois andares. O baile do Rasta é todos os domingos e é chamado baile do Irã. O Rasta possui as seguintes bocas de fumo, quais sejam, Pontilhão, Morro do Padre, Ponto Final do Verdinho, Valão e Columbia. TH mandou acabar com a feira popular que é realizada todo domingo na Rua 2 pois havia acontecido algum problema com os seguranças dela; FONTE: Relatório da Polícia Civil disponivel no site jurídico Jusbrasil

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