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Justiça do RJ divulgou em seu site oficial investigação de parte do funcionamento do tráfico no Complexo do Chapadão (CV)

A Justiça do RJ divulgou em seu site em dezembro detalhes de uma investigação de anos atrás sobre o funcionamento de parte do tráfico de drogsa no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, e decretou a prisão preventiva de três suspeitos, entre eles uma mulher. A apuração revelou que o bandido vulgo Índio ou 2D era  um dos líderes do Comando Vermelho, responsável pelo comando da mercancia de entorpecentes na Comunidade do Chapadão.  Ele exercia sua autoridade sobre outros criminosos, orientando-os por meio mensagens nos grupos de WhatsApp “Cpx Chp Luto” e Família BC FB”  Ele determinou que nesses grupos que seus comandados intensificassem o comércio de drogas, com escopo de repor o dinheiro perdido em razão das operações policiais ocorridas na comunidade.  O criminoso também aparecia em fotografias portando fuzis, sendo responsável, ainda, por agendar reuniões com gerentes do tráfico local.  Pará era o homem de confiança de Índio, sendo o segundo na hierarquia do Comando Vermelho atuante no Complexo do Chapadão.  Ele tinha a função de repassar diversas ordens de Índio nos grupos de Whatsapp supramencionados e, em razão da privilegiada posição na hierarquia do bando, exercia posto de liderança na estrutura da associação criminosa, conforme evidenciado nas diversas mensagens por ele enviadas 2 .  Além disso foi obtida no sistema cloud computing de Índio fotografia deste em companhia de Pará em um evento na Comunidade, onde podem ser observados diversos traficantes (seus comandados) armados.  Testa por sua vez, exercia a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. “Testa” supervisiona as “bocas de fumo” locais, sendo responsável pela logística e abastecimento destas.  Nas conversas interceptadas restou evidente seu envolvimento com o tráfico no Complexo do Chapadão, conflagrado pelo Comando Vermelho.  Além disso consta dos autos fotografias enviadas pelo denunciado “Testa” de um fuzil com a inscrição “Terror da Pavuna” no grupo de WhatsApp “Família Chapadão BC FB”, e de uma mesa com drogas à venda na comunidade com a mensagem “Brilho tá daquele jeitão”. Biel  é irmão de Igor Testa e, assim como ele, exerce a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. Da mesma maneira, há diversas mensagens enviadas pelo denunciado nos grupos de WhatsApp, que indicam seu envolvimento na gestão da mercancia de entorpecentes no Complexo do Chapadão  Ademais constam dos autos fotografias de Biel empunhando armas diversas, a exemplo de um fuzil e duas pistolas com carregador alongado, estas últimas com a seguinte legenda: “Segue a paz o 20 (boca de fumo).  Douglas por sua vez, exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo.  Da Tola atuava como gerente do tráfico no complexo do Chapadão, ostentando armamento de grosso calibre e, assim como “Testa” e “Biel”, controla a venda de drogas na localidade. Tomate exercia a função de vapor do tráfico no complexo do Chapadão, sendo responsável pela venda varejo de drogas nas bocas de fumo da localidade  Além da venda de entorpecentes, Tomate participa de roubos de carga nas imediações do Complexo do Chapadão.  Manga exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo  Tio Phil atuava na estrutura do Comando Vermelho do Complexo do Chapadão na função de “vapor do tráfico” sendo responsável pela venda de drogas nas bocas de fumo da localidade.  Mangueirinha exerce a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  Gato exerce a função de gerente do tráfico no complexo do Chapadão, monitorando a movimentação de policiais e traficantes era responsável pela logística das bocas de fumo, intermediando, inclusive, compras de arma de fogo.  O vulgo “Panikin Himalaia”, atua como “soldado do tráfico”, tendo como atribuições garantir a segurança das bocas de fumo no Complexo do Chapadão, sendo tal fato confirmado pelas diversas mensagens que “Panikin Himalaia” enviou nos grupos de WhatsApp  Lukaku do Egitoé gerente do tráfico responsável pela logística das bocas de fumo.  Barrama do Egito, Camilo, José Nicolas, Bode, Da Tribo, Lapinho, Daniel da gatonet e Xandinha exerciam a função de olheiros do tráfico no Complexo do Chapadão, sendo responsáveis por alertar seus comparsas sobre eventual movimentação de grupos rivais, bem como de agentes públicos nas imediações da Comunidade  Tom exercia a função de “soldado do tráfico”, sendo responsável por realizar a segurança das bocas de fumo nas imediações do Complexo do Chapadão.  Bombeirinho atuava na estrutura organizacional do Comando Vermelho no Complexo do Chapadão como “vapor do tráfico”, sendo assim responsável pela mercancia de drogas.  Atuavam também na função de “vapor do tráfico” Maurício Wesley sendo designado pelas lideranças do Comando Vermelho para realizar o varejo de entorpecentes  Arley exercia também a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  .  Du Rodo e Nk do Cava atuavam diretamente nas vendas de material entorpecente nas “bocas de fumo” na função de “vapores do tráfico”  Hugo exercia a função de soldado do tráfico, sendo responsável pela força armada apta a oferecer segurança às bocas de fumo do Complexo do Chapadão. Arrascaeta  atuava na contenção armada das bocas de fumo, oferecendo segurança à venda de entorpecentes  Nego Drama era outro soldado do tráfico. Americano exercoa a função de vapor do tráfico no Complexo do Chapadão, embalando e distribuindo drogas nas bocas de fumo da localidade 23 .  Seu irmão Rafael também exercia a função de vapor do tráfico, sendo responsável por embalar e pela mercancia de entorpecentes  Tinha ainda um menor, M.V  A polícia realizou a infiltração virtual em grupos de WhatsApp, teriam sido identificados grupos relacionados ao Complexo do Chapadão, comunidade vinculada à facção criminosa Comando Vermelho, com fotografias dos traficantes com armas, drogas, além de conversas que evidenciavam o monitoramento constante das vias de acesso das comunidades do Complexo do Chapadão, com o objetivo de alertar e repelir incursões policiais e possíveis

Testemunha deu detalhes sobre o assassinato de jovem de 18 anos morta pelo ex-namorado em Meriti no último fim de semana. Suspeito disse que estaria no Paraguai

Segundo informações obtidas pela Justiça do Rio, o suspeito de matar a jovem Evelyn Cristina, de 18 anos, no último fim de semana, em São João de Meriti, vulgo Júnior Sara, a vítima morava com o acusado há quatro meses. O suspeito pode estar escondido no Paraguai. De acordo com uma testemunha, Júnior bateu em Evelyn e depois disso, a jovem  ficou uma semana sem ir pra casa e que após esse período não voltou a residir com ele, passando apenas os finais de semana na casa do acusado. A testemunha contou que no dia do crime, viu os dois discutindo mas não achou que seria algo grave. Falou que viu Júnior indo até a cozinha e voltando para o quarto com um objeto, mas não conseguiu identificar o que era;  Ficou assustada e em seguida ouviu gritos de Evelyn pedindo ajuda.  Evelyn começou a gritar, dizendo ” Me ajuda”. Ela foi até o quarto e viu Júnior deitado em cima de Evelyn e apertando seu pescoço, enquanto a vítima suplicava por ajuda;  Júnior mandou a declarante sair do quarto.  Após os gritos, o homem saiu do quarto enrolado em um cobertor e com o rosto sujo de sangue. A testemunha começou a questionar o que havia acontecido e ele lhe disse ” Eu fiz besteira, mas te amo, vou fugir, pega suas coisas, vai para a casa da sua mãe e não volta aqui, não fala nada para ninguém, fala que eu briguei na rua”. Em seguida, a testemunha pegou suas coisas e deixou na casa de sua tia, mas não contou nada a ninguém. Depois foi para casa de sua amiga, pois estava muito assustada e não sabia o que fazer. Por volta de 14:00h, foi para casa de sua mãe, mas não contou a verdade por medo;  Pediu para ir até a casa de Júnior, buscar sua televisão e o restante de suas roupas. Ao chegar no local , a televisão não estava mais lá;  Ela não teve coragem de entrar no quarto e pediu para que sua mãe fosse, para buscar seu uniforme do colégio. Ao entrar no quarto, a mãe da testemunha viu Evelyn sem vida, enrolada em um cobertor, cheio de sangue;  Disse não tem ideia do paradeiro de Júnior. Falou que ele tem uma irmã e primas que moram em Recife, mas não sabe precisar o local;  No sábado a noite, recebeu um mensagem temporária dele, dizendo que estava no Paraguai e sem dinheiro.  Diante dos fatos, o delegado titular da DHBF, requereu junto à Justiça a prisão de Hamilton Ranulfo, que foi deferida na noite desta segunda (10), pelo Plantão Judiciário/Tribunal de Justiça do Rio, com pedido de prisão temporária, pelo crime de Feminicídio.  FOTO: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Saiba o modus operandi de mais uma milícia que atua em Belford Roxo

Tivemos acesso a informações sobre a atuação de uma terceira milícia em Belford Roxo O grupo atua nos bairros Wona, Vale das Mangueiras, Luz, Parque Esperança e Parque dos Ferreiras. A quadrilha é liderada por um indivíduo conhecido cono Cabeça de Ouro. Os milicianos realizavam cobranças semanalmente, aos sábados, em estabelecimentos, entre 10h e 12h, Em janeiro, dois paramilitares foram presos fazendo cobranças e admtiram aos policiais que recebiam como pagamento pela prática do crime a quantia de R$ 400,00 semanais para realizarem as extorsões; Os valores cobrados variavam entre R$ 25,00 e R$ 90,00 semanais, à depender do tamanho da loja. Um estabelecimento de materiais de construção, por exemplo, tinha que pagarR$ 50. O Serviço Reservado do batalhão da área levantou que o modus operandi do grupo consiste em dois indivíduos desarmados cobrando os comerciantes, porém informando a quem não pagar que o mal maior vai acontecer. Através da inteligência, PMs obtiveram de forma anônima vídeos que mostraram a atuação dos dois milicianos extorquindo comerciantes na região dos estabelecimentos citados; estando estes vídeos retidos na inteligência provavelmente para preservação da identidade e da própria vida dos cinegrafistas. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Em outras regiões de Belford Roxo, comerciantes admitiram pagar taxas variadas a milícia

Em outra região de Belford Roxo, age a milícia do Xavantes. O proprietário de uma barbearia que ficava no bairro mas já deixou o local, disse que a milícia cobra dinheiro na localidade. Eram R$ 30 por semana. Contou que geralmente, vai um cobrador sozinho, de moto ou de carro, e nem sempre ia a mesma pessoa ; que não se recorda do dia em específico. Segundo seu relato, a milícia cobrava lá semanalmente, em dias diferentes; que a pessoa se identificava e dizia que estava ali cobrando a taxa da milicia.O dono de uma loja de rações disse que pagava segurança para a milicia, no valor de R$ 35,00 por semana. Disse que os bandidos passvaam em dias alternados; que paga a quantia em espécie; que são vários homens que passam cobrando. Contou sobre os vulgos dos milcianos que cobravam: Gordão, Orelha, Pim e Pulga. O dono de uma papelaria disse que pagava taxa para a milícia de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) por semana. Falou que não tem dia certo para as cobranças; que paga em dinheiro em espécie; que as cobranças são realizadas por pessoas diferentes. O proprietário de um sacolão disse que continua pagando, R$ 60,00 por semana para a milícia ; que varia muito as pessoas que vão realizar as cobranças, pois tem uns que acabam presos, e vão outros; que sai um e entra outro; que eles não têm dia certo para cobrar; que quando não estava na loja, seus funcionários já ficavam sabendo que tinham que pagar; que um dos cobradores, certa vez, foi preso dentro de seu sacolão; ele tinha o vulgo de Dudu; que o acusado já tinha passado na área lá cobrando; que ao ver a foto do acusado, o reconhece como uma das pessoas que passavam fazendo cobranças “. Segundo um PM, essa milícia atua no Xavantes, Farrula, Vila Entre Rios e Heliopolis. Seria liderada por um indivíduo de vulgo Kibe. Como alguns milicianos que agiam no grupo tinham passagem na polícia e tinham medo de serem presos, a quadrilha buscou uma pessoa com ficha limpa, para realizar as cobranças. Recebiam R$ 400 por semana para realizar as cobranças FONTE: Trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Em Belford Roxo, comerciantes têm que pagar a milícia para se protegerem da própria milícia

Em Belford Roxo, os comerciantes pagam taxas à milícia do Babi para se protegerem dos próprios criminosos que exitem a quantia. Os milicianos passam uma desinformação para os comerciantes. ELes passam uma informação para um [comerciante] falando que é uma taxa de segurança para evitar roubos no local. Outros informaram que é uma contribuição exigida pela milícia para que eles consigam atuar no bairro. E outros informam que apenas são ameaçados, que se não pagarem vai ter que fechar o comércio porque, entre aspas, quem manda na área são eles. Os valores oscilam de acordo com a rentabilidade da loja , então eles oscilam de 20 a 60 reais, podendo passar um pouco mais desse valor; a cobrança é feita semanalmente; Os paramilitares extorquem todos, até os catadores de latinhas; é cobrada pela milícia qualquer atividade comercial que gere algum lucro. Essa milícia é chefiada por Jefferson da Mata Luquete, conhecido como ‘Kim Aleijado’ ou ‘K10’; o segundo na hierarquia, salvo engano, é ‘Jef Sombra’, Rodrigo Leite; e o terceiro homem ‘Carlinhos’, O padrão de cobrança é sempre o mesmo: eles iam de moto com camisa preta, boné preto. A vítima vai até a delegacia para poder registrar denúncia logo depois o comércio tem o assaltado ou o carro é vandalizado, ou a loja é pichada. Por isos, por medo, os comerciantes não vão até a polícia. A área de cobrança é vasta, o Babi, por exemplo, que é o primeiro ponto de cobrança, até o São Bernardo, que é o último ponto de cobrança, é uma distância considerável, tanto que é feita com uma moto, que é o veículo mais rápido, até mesmo para fugir da viatura policial, na medida em que eles vêem a viatura é o veículo mais fácil de se evadir Os milicianos recebem de remuneração pagamento quinzenal, de 600 ou 700 reais, FONTE: Trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Moradores de bairro que sofre influência do tráfico (TCP) em Caxias fizeram abaixo assinado pedindo reforço na segurança

Moradores do bairro Pantanal, em Duuqe de Caxias, que sofre a infuência do tráficante Flamengo, fizeram um abaixo assinado pedindo mais segurança na região. Veja o documento: SOLICITAÇÃO SERÁ ENVIADA AO COMANDO DA PMERJ/3°COMANDO DE POLICIAMENTO DE AREA/15°BPM/CORREGEDORIA DA PMERJ/POLÍCIA CIVIL/GAECO.ÓRGÃOS DE IMPRENSA E MINISTÉRIO PÚBLICO abaixo assinado pedindo segurança pública para o bairro do pantanal Duque de Caxias, Rio de Janeiro Abaixo-assinado por mais segurança pública no bairro do Pantanal, Duque de Caxias, RJPrezados(as) moradores(as) do bairro do Pantanal, Nós, abaixo-assinados, manifestamos nossa profunda preocupação com a crescente onda de violência e criminalidade que assola nosso bairro. A falta de segurança pública tem gerado um clima de medo e insegurança, prejudicando a qualidade de vida de todos os moradores. Considerando: Com a expansão do *tráfico de drogas*,o aumento do número de *homicídios*,*assaltos*, *furtos* e outros crimes na região;A sensação de insegurança que impede os moradores de transitarem livremente pelas ruas;A necessidade urgente de medidas eficazes para garantir a segurança de todos.Solicitamos às autoridades competentes: 1 *Reforço do policiamento:* Aumento do número de policiais nas ruas, com patrulhamento ostensivo e frequente, especialmente nos horários de maior incidência de crimes.2 *Iluminação pública adequada:*Instalação e manutenção de postes de luz em todas as ruas do bairro, para garantir a visibilidade e segurança durante a noite.3 *Instalação de câmeras de segurança:*Implementação de um sistema de monitoramento por câmeras em pontos estratégicos do bairro, para auxiliar na identificação e prisão de criminosos.4 *Ações sociais:* Desenvolvimento de projetos sociais que visem a inclusão social e a prevenção da violência, especialmente entre os jovens.5 *Diálogo com a comunidade:*Criação de canais de comunicação entre a polícia e os moradores, para que as demandas da população sejam ouvidas e atendidas.Acreditamos que, com a união de esforços entre a comunidade e as autoridades, será possível construir um bairro mais seguro e tranquilo para todos. FONTE: Site Petição Púbica e Página Reage Jaqueira (Twitter)

Jovem de 18 anos foi assassinada em Meriti

Uma jovem de 18 anos chamada Evelyn Cristina foi assassinada na noite de ontem em São João de Meriti. Segundo informações preliminares, um homem conhecido pelo apelido “Sára”, teria sido o autor do crime. A vítima teve o pescoço decepado na sua casa. Hoje, houve uma manifestação em Vila Tiradentes por causa do crime. Evelyn deixou uma criança de quatro anos. FONTE: Páginas Meriti TV e Ui Meriti (Facebook)

Chefões do crime que estavam presos fora do RJ voltaram para o Estado

Por decisão da Justiça do Rio de Janeiro, três chefes do tráfico de drogas que estavam em presídios federais, estão voltando para o Rio de Janeiro: São Eles: Edmilson Ferreira dos Santos, vulgo “Sassá”, um dos principais traficantes que agiam no Complexo da Pedreira e Complexo da Maré, Ele teria trocado a ADA pelo CV Luiz Carlos Moraes de Souza, vulgo “Monstrão”, chefe do tráfico de drogas de favelas de Macaé e do Morro do Urubu, com atuação também na Favela das Malvinas e na Nova Holanda. Cláudio Henrique Mendes dos Santos, vulgo “DR Santos ou Tchuca”, lider em comunidades em Niterói. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

A imprensa requentou o caso e a gente explica como foram os bastidores da guerra que fez o CV tomar a Gardênia Azul da milícia em 2023, segundo a Justiça

A imprensa do Rio de Janeiro requentou hoje a história da guerra na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, em 2023, entre o Comando Vermelho e milicianos.Um relatório da Justiça apontou como tudo aconteceu. Segundo o documento, no final do ano de 2022, o então miliciano André Boto”, por intermédio de “Playboy da Curicica, expandiu sua influência para Gardênia Azul, comunidade situada geograficamente próxima da região de Curicica, reduto de Boto. Após o avanço de “Boto” para a região, os líderes milicianos que ali atuavam, conhecidos como Lesk e Gargalhone, foram buscar auxílio da milícia de “Zinho” para retomarem as localidades. Depois de algumas semanas de confrontos na Gardênia Azul, Zinho retirou seus “soldados”, deixando “Lesk e Gargalhone” sem apoio na guerra contra o “Bonde do Boto, porém ambos os lados sofreram perdas de material humano Com a falta de apoio de “Zinho, Lesk e Gargalhone”, para retomarem acomunidade Gardênia Azul, acabaram por procurar o Comando Vermelho. A aliança teria sido costurado por “Lesk”, já que o mesmo, antes de integrar a milícia, possuiu vínculos com o tráfico de drogas. O CV então passou a realizar uma série de ataques na Gardênia Azul aproveitando-se dos confrontos prévios entre milicianos, o que, como mencionado, enfraqueceu a orcrim paramilitar “Bonde do Boto, que, até então, detinha a influência da região. Com o avanço do CV, os milicianos integrantes do “Bonde do Boto recuaram para Curicica porém, agora, além de confrontar com os milicianos do“Bonde do Zinho”, eles teriam que fazer oposição ao CV na época. Tanto Lesk como Gargalhone já estão mortos. FONTE: Relatório do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro disponível no site jurídico Jusbrasil

Justiça do RJ arquivou investigação grande sobre atuação do CV sem revelar motivo

A Justiça arquivou um inquérito que estava esmiuçando a forma de atuar da facção criminosa Comando Vermelho. Não foi explicado no site do órgão o motivo. A investigação começou logo após a invasão do CV ao Complexo de Favelas de São Carlos, no Estácio, em agosto de 2020. O trabalho policial apontou para empresas de fachada registradas em nome da esposa de um dos líderes do tráfico, para o monopólio do comércio de botijões de gás, furto de sinal de tv a cabo e de internet, confisco e administração de imóveis de moradores, entre outras atividades ilícitas A investigação chegou a nomes de procurados e relevantes criminosos, tais como Pédro Bala considerado como” braço direito “do traficante conhecido como” FB “, marginal oriundo do Complexo do Alemão e uma das lideranças do Comando Vermelho, que encontra-se atualmente encarcerado na Penitenciária Federal de Mossoró-RN; Doca,” frente do tráfico “da Vila Cruzeiro, que atua como uma espécie de administrador dos pontos de venda de drogas da região para o traficante Marcinho VP, líder maior e principal expoente da organização criminosa,” dono do tráfico “do Complexo do Alemão, atualmente preso. Outro bandido descoberto foi o de vulgo Paulista, identificado como fornecedor da facção. Segundo relatório da Justiça., os crimes cometidos pelos envovlidos geram receitas ilícitas e atemorizam os moradores das comunidades citadas e arredores, utilizando-se de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao esquema criminoso para” lavarem “os recursos obtidos com o tráfico de drogas em diferentes comunidades do Estado. Os parentes de Paulista, por exemplo, estariam envolvidos no esquema e, apesar de cientes do procedimento investigatório, não compareceram em sede policial para prestar esclarecimentos. Paulista ostenta luxuosa vida nas redes sociais com o nome de @felipecinquine,. Apesar de natural do Município de Volta Redonda- RJ, mudou-se para o Estado de São Paulo ainda muito jovem, onde inclusive tirou sua primeira identidade em 2011, e cumpriu pena no Sistema Penitenciário daquele estado durante anos. Ao retornar ao Rio de Janeiro,” Paulista “aparentemente emitiu nova identidade, na data de 03/09/2020, e atualmente não se observa nenhuma anotação criminal A esposa de Doca constituíiu pessoa jurídica para uma empresa de refrigeração, que, até os dias atuais, não se tem notícia de nenhum funcionário registrado sequer, conforme consulta ao banco de dados oficial da INFOSEG. As investigações ainda apontam que, na mundialmente conhecida comunidade da Rocinha, há verdadeiro monopólio do comércio dos botijões de gás exercido pelo indivíduo que atende pela alcunha de” Waldemar do Gás “, tudo com a ordem e anuência dos principais líderes do”CV”. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídicio Jusbrasil

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