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denúncia

Bandidos de Arraial do Cabo que participavam do ‘tribunal do tráfico’ tinham inquérito informal que apurava se a vítima merecia morrer ou não

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro faz operação hoje contra envolvidos em homicídios praticados na cidade de Arraial do Cabo.  A ação visa acabar com o “tribunal do tráfico”, na localidade de Monte Alto. Os alvos da operação são o chefe do tráfico na região e os principais executores dos homicídios. Os bandidos seriam responsáveis pela realização da chamada “prova dos cem” — uma espécie de inquérito informal conduzido pela facção para decidir se a vítima mereceria ser executada, com base em supostos delitos cometidos. Aa investigações apuram homicídios praticados contra moradores supostamente por não cumprirem às regras impostas pela facção. As vítimas teriam sido “julgadas” pelo tráfico e executadas com extrema crueldade. Os corpos eram ocultados e destruídos, com o objetivo de dificultar sua identificação e a elucidação dos crimes. O inquérito apura a tentativa de assassinato contra policiais militares, que realizavam patrulhamento na localidade no momento de uma das execuções. Os agentes foram alvo de disparos. FONTE: Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro

Polícia pediu a prisão de nove traficantes da Serrinha (TCP) por homicídio. Justiça negou

A polícia pediu a prisão de nove traficanres do Complexo da Serrinha, em Madureira, peo homicídio de Gustavo Manuel Manso Candeia mas a Justiça rejeitou. Foram indiciados os bandidos vulgos Lacoste, Coelhão, Bonitão, Boneco da Serrinha, Cocáo, Atentado, Da Fazer, LO e HG. O MPRJ opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados por ausência de indícios mínimos de autoria. Segundo os autos, a polícia tem que apresentar provas que apontem o nexo causal entre as condutas dos investigados e o resultado fático. Gustavo quando adolescente havia sido atingido por bala perdida em 2003 na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão. Posteriormente, foi réu em processo de 2014 que envolvia traficantes do Comando Vermelho. Em outro processo por homicídio, a Justiça já havia negado a prisão em fevereiro de alguns deles. Na ocasião, o MP entendeu que ainda havia novas diligências, FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Peixão (TCP) tem prisão preventiva decretada suspeito de duplo homicídio

A Justiça decretou a prisão preventiva do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, e de seu comparsa vulgo Nem Malucão por um duplo homicídio. Segundo os autos, Nem Malucão, junto a outros bandidos, efetuou disparos de arma de fogo contra as vítimas Romário Souza de Oliveira e Paulo Henrique Andrade Ramos, que morreram. A denúncia diz que Peixão , na condição de liderança do tráfico de drogas da Comunidade do Dourado, nesta Comarca, determinou a conduta dos executores do crime, ordenando que matassem as vítimas , além de prestar o auxílio necessário para a consumação dos delitos. Os autos dizem que a vida pregressa dos denunciados é marcada por várias anotações por crimes de natureza violenta, incluindo homicídios, porte de armas e tráfico de drogas, sendo ambos reincidentes e identificados como figuras centrais nas ações da facção TCP. Só este ano, a Justiça abriu seis processos por homicídio contra Peixão FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mortes e rompimentos promoveram formação de novas milícias na Zona Oeste e Baixada. CONFIRA EXPLICAÇÃO DE DELEGADO

Um delegado da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense explicou à Justiça detalhes sobre a formação da milícia na Baixada Fluminense. Ele conta que o grupo era controlado pelo bonde do Zinho mas se dividiu depois que Tandera rompeu com o chefe. Tandera se afastou da milícia e ela se dividu entre “Juninho Varão” e “Tubarão”, este neutralizado em operação da Polícia Civil, O grupo de Nanam pasou a ser chefiado por Jacão que morreu e o comando passou a ser de Waguinho, que está em guerra com Zinho atualmente, Parte das áreas do Varão foi comandada por “Chica”, também preso. Com isso, Varão assumiu todo esse controle. O delegado destacou a importância da prisão do miliciano Dick, que tinha proximidade com miliciano de vulgo “Nanam” ou “Malvadão” que era ligado ao“Zinho mas rompeu com ele também” e coordenava parte da milícia de Santa Cruz. Com a morte de “Nanam”, seu grupo enfraqueceu e isso levou Dick a se juntar com o “Varão” para conseguir proteção. Dick era homem de guerra e puxava os confrontos entre diversos grupos criminosos rivais, ele ganhou força na milícia do “Varão”. Havia duas fotografias mostrando a ligação dele com miliciano “Nanam”, O delegado afirmou que a milicia do Varão que em Nova Iguaçu voltou a agir no km 39 de Seropédica. O grupo praticava crimes de homicídio, extorsão, lesão corporal, gatonet, venda de botijão de gás e controla transporte alternativo, Na época, o pessoal do “Varão” planejava fazer ataque ao “Pipito” que substituiu o “Zinho” e sua milícia e que veio a falecer também em operação da polícia civil. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Tráfico explora lixões no Caju (TCP)

Narcotraficantes e empresas exploram e utilizam uma área da comunidade do Caju de maneira irregular para descarte de resíduos. A Polícia Civil e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) fazem operação no.local. Segundo investigacões , os criminosos se associaram a diversas empresas de resíduos e passaram a cobrar taxas para permitir os descartes. O recebimento de resíduos ilegais na região do Caju tornou-se uma nova forma de exploração econômica da facção Terceiro Comando Puro , e que também é muito lucrativa às empresas, que pagam aos narcotraficantes valores abaixo dos cobrados pelos Centros de Tratamento de Resíduos credenciados pela prefeitura do Rio de Janeiro. No Natal do ano passado, um homem foi resgatado do “tribunal do tráfico”. Ele tinha sido capturado por cinco traficantes armados, que o torturaram. O trabalho rápido da Polícia Civil garantiu que ele fosse retirado da comunidade com vida. Na ação, um criminoso foi alvejado em confronto e morreu. Com ele, foram apreendidos um fuzil, farta quantidade de munição, um cinto tático e rádio comunicador. Pelo menos 10 empresas praticaram de forma reiterada crimes ambientais na região. Além disso, uma companhia que possui contrato com a prefeitura também é alvo da operação, pois foi apurado que seus funcionários vêm desviando maquinários e equipamentos para auxiliar o esvaziamento destes lixões clandestinos explorados economicamente pelo tráfico de drogas  e assim manter a permanência da atividade criminosa. A polícia representou pela medida cautelar de sequestro de 17 caminhões destas empresas. A Justiça irá se manifestar quanto ao pedido após a operação. O aterramento ilegal vem criando grandes lixões, que contaminam o lençol freático, suprimem a vegetação de mangue e geram prejuízo ambiental estimado em quase R$ 5 milhões. Parte desse resíduo vem sendo também usado para aterrar uma grande área desocupada, que permite triplicar a comunidade do Parque Alegria. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Mulher teve prisão preventiva decretada acusada de atrair homem para ser morto por traficantes em Caxias. Chefão do TCP foi denunciado mas Justiça rejeitou

Uma mulher teve a prisão preventiva decretada essa semana suspeita de atrair um homem para ser morto por traficantes no Gramacho, em Duque de Caxias, no ano passado. O traficante Corinthians, um dos líderes do Terceiro Comando Puro na cidade, foi denunciado pelo crime mas a Justiça rejeitou. A denúncia diz que Corinthians concorreu eficazmente para a prática do crime acima descrito, na medida em que a conduta dos traficantes somente poderia ser realizada com a sua autorização e determinação, já que ocupa posição hierárquica de liderança da facção criminosa que atua na localidade onde o fato ocorreu. Entretanto, a Justiça argumentou que a denúncia não diz como e de que forma o denunciado praticou as conduta a ele imputada, muito menos a individualização de suas condutas e nem se tem nos autos do inquérito tais apontamentos. O crime aconteceu no dia 16 de setembro de 2024, em horário não precisado, em local denominado “Favelinha”, situado no interior da Comunidade do Barro Vermelho, Gramacho, Duque de Caxias/RJ, foram efetuados, por indivíduos ainda não identificados, com ânimo de matar, diversos golpes contra a vítima André Luís Silva de Melo, Declarações de testemunhas ouvidas apontam que a mulher acusada, se valeu do fato de manter um relacionamento amoroso com a vítima para atraí-la até o local onde ela foi executada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Testemunhas disseram que PM que atirou e matou feirante na Penha tinha sinais de embriaguez e que mulher dele chamou vítima de ‘cracudo’. LEIA DETALHES DO CRIME

O policial militar suspeito de atirar e mataar um feirante no último domingo na Penha estava embriagado, segundo os autos do processo que responde pelo crime. Ele teve a prisão preventiva decretada. Consta do auto de prisão em flagrante que, no dia 06/04/2025, por volta das 05h45min, na Praça Panamericana, policiais foram acionados para verificar disparos de arma de fogo na Penha. Aproximando-se do local, os policiais ouviram novos disparos e, ao chegarem na, encontraram um homem baleado no chão, identificado posteriormente como Pedro Henrique Morato Dantas. Populares indicaram um veículo Fox prata, como sendo o do autor dos disparos. O carro foi abordado e o condutor, que saiu com uma arma em punho, se identificou como 3º Sargento PM Fernando Ribeiro Baraúna, Ele alegou ter reagido a facadas desferidas pela vítima. Segundo testemunhos policiais, o policial apresentava sinais de embriaguez, assim como sua esposa, que o acompanhava.Testemunhas afirmaram que o PM entrou na feira em contramão, efetuando disparos, e que sua esposa teria apontado a vítima como suspeito de roubo, o que o levou a abordá-lo. O jovem, assustado, teria fugido e foi então atingido pelos disparos. Relatos também indicam que outros tiros foram disparados antes de chegar até a vítima, inclusive atingindo uma Kombi estacionada. Uma colega de trabalho de Pedro presenciou o momento do crime. Disse que que não houve qualquer discussão, ameaça ou agressão por parte da vítima. Falou que o autor apenas disse para “não correr”, sem qualquer advertência prévia, o que levou a declarante a acreditar que se tratava de um assalto. Contou que ouviu cinco ou seis disparos, em sequência, e que a vítima não teve qualquer chance de defesa. Ela afirmou que o autor apontou a arma na direção da vítima dentro da própria barraca de feira que estava sendo montada. Falou que o PM chegou a entrar na barraca para mirar a arma. Pedro, ao perceber a abordagem, se assustou e correu atravessando a rua, sendo alvejado enquanto fugia. A vítima caiu a cerca de 50 metros de distância do ponto inicial da abordagem. Disse qcreditar que tanto ela quanto a vítima imaginaram se tratar de um assalto, o que justificaria a reação de fuga; Afirmou categoricamente que a vítima não estava armada e jamais andava armada. Disse que o autor tentou fugir, mas foi impedido por feirantes, que fizeram sinal para a viatura da PMERJ interceptá-lo. Contou ainda que em nenhum momento o autor prestou socorro à vítima ou procurou identificá-la. Falou ainda que a mulher do PM disse que a vítima era quem havia a roubado, o que, segundo a declarante, pareceu incentivar a ação do autor. Contou também o autor e sua companheira agiram com frieza e deboche, referindo-se à vítima como “cracudo” e alegando que ele teria cometido um roubo. Prima de Pedro falou que a abordagem do PM ocorreu sem qualquer justificativa, com o autor dizendo apenas para a vítima “não correr. Disse que Pedro foi atingido pelas costas e caiu a cerca de 50 metros do local onde começou a correr. Ao ver a esposa do PM chamando Pedro de cracudo passou a discutir com a mulher, chamando-a de “piranha” e “assassina. Chegou a partir para cima dela. Falou que o PM tinha sinais de embriaguez e a mulher dele também.. Contou ainda que foi ameaçada pelo policial que teria dito grando o seu rosto e iria pegá-la. Falou que teme pela sua vida. Uma outra feirante disse que visualizou o autor disparando pelas costas da vítima, de forma rápida e sem qualquer cuidado. Teria visto o PM agredindo sua colega após esta protestar contra a morte de seu primo. A mulher do PM negou todas as acusações. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Justiça negou recurso de coronel da PM suspeito de envolvimento com a milícia e manteve suspensa função pública

A Justiça negou recurso de um coronel da PMERJ investigado por envolvimento com a milícia da Praça Seca. O oficial recorreu da decisão de suspender a função pública dele., com com proibição de frequência a locais sob administração militar. O processo contra o coronel tramita de forma sigilosa. Outros 16 PMs também foram denunciados imputando-lhes a suposta prática dos crimes de constituição de milícia privada. Segundo a denúncia, o oficial, juntamente com os demais denunciados na ação penal de origem e, além de indivíduos ainda não identificados, teria integrado, pessoalmente, organização paramilitar, no formato de milícia privada, que exercia influência em comunidade situada no bairro Praça Seca, com a finalidade de praticar, dentre outros, crimes de extorsão, receptação, corrupção ativa, porte ilegal de armas de fogo, bem como solicitou e recebeu, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, mas em razão da função policial militar, vantagem indevida, motivo pelo qual retardou ou deixou de praticar atos de ofício (prisões em flagrante e demais providências em relação aos integrantes da milícia da qual tinha plena ciência) ou o praticou infringindo dever funcional (determinando operações policiais realizadas por indivíduos dos batalhões sob seu comando, com o objetivo de afastar a invasão de traficantes para facilitar a livre atividade criminosa da milícia nas localidades). Além disso, por diversas vezes, o coronel revelou fato de que tem ciência em razão do cargo ou função e que deva permanecer em segredo, ou facilitou-lhe a revelação, em prejuízo da administração militar. Ressalte-se que o repasse indevido das informações causou dano efetivo tanto à administração militar quanto à sociedade, tendo em vista que as ações de repressão do crime na localidade dominada pelo grupo autodenominado milícia não se efetivaram. A denúncia indica, ainda, com base em indícios extraídos de relatórios investigativos, de análise de extrações telefônicas e telemáticas, judicialmente autorizadas, inclusive, reproduzidas partes de seus conteúdos, na peça exordial, uma estreita relação entre o coronel e as lideranças da súcia e demais integrantes civis, tendo como elo o corréu, Cláudio Rodrigo Monteiro, vulgo ¿Ceta¿. “a suspensão do exercício da função pública e correlatas não está fundada em meras ilações, mas em fatos concretos que demonstram a gravidade real das condutas imputadas e, por consequência, a necessidade das medidas cautelares, ante o justo receio de reiteração delitiva, notadamente diante da existência de vínculo entre as supostas práticas delitivas e a função pública exercida pelo paciente”, dizem os autos. Segundo os autos, a medida se baseou-se em extensa investigação promovida pelo órgão do Ministério Público e as forças de Segurança Pública deste Estado, que contou com a autorização judicial de diversos procedimentos, como interceptações telefônicas e telemáticas, nas quais se logrou êxito em angariar robusto acervo indiciário, a corroborar a persecutio criminis em face dos denunciados. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Depois de quase seis anos do crime, Justiça aceitou denúncia de homicídio contra traficante irmão do dono das bocas de fumo da Cidade de Deus (CV)

Depois de quase seis anos, a Justiça aceitou denúncia contra o traficante Deco ou Velho, irmão de Sam, dono das bocas de fumo da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, por homicídio cometido em 2019. O bandido está preso. A vítima foi Yan de Souza Correa. Ele e um amigo chamado Pitoco teriam ido até a “Boca do Treze”, local onde adquiriram “maconha” e, em seguida, teriam ido para a Praça de Lazer, local onde usaram a substância entorpecente. [ Em determinado momento, por volta das 24 horas, os traficantes conhecidos como “X..” e “Cabelinho”, seguindo as ordens do denunciado, abordaram a vítima e a levaram para local ainda não identificado dentro da comunidade da Cidade de Deus. A vítima teria sido executada por determinação do denunciado, uma vez que agiu de forma a desagradar a autoridade do tráfico na localidade. Em seguida, os criminosos a mando do denunciado, teriam ocultado o cadáver. Em sede policial a informante relatou que seu filho foi até a Cidade de Deus, em localidade conhecida como “Boca do 13” e esteve na presença de traficantes onde obteve a informação, pelo próprio traficante de vulgo “Cabelinho”, de que teria levado o seu filho para a localidade denominada “Karatê”, “para desenrolar uma situação”, sendo certo que após esse fato nunca mais se soube falar da vítima. Por sua vez, o irmão da vítima prestou declarações corroborando as informações obtidas por sua genitora no sentido de que a vítima teria sido morta e arrastada por dois traficantes, dentre eles o vulgo “Cabelinho”, tendo eles jogado o corpo da vítima em área conhecida como “Brejo”, para ocultar o cadáver, tudo a mando de “Velho”. A partir de tais informações, o setor de inteligência da polícia dá conta de que “Velho” é mais um vulgo do recorrido conhecido traficante tambémidentificado como “Deco”, chefe da localidade “Karatê”, na Cidade de Deus, local para onde a vítima teria sido levada para ser executada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

CACHOEIRAS DE MACACU: Homem mandou comparsa estrangular e estuprar enteada por ter sido expulso de morro por causa dela

Um homem vulgo Cigano mandou um comparsa conhecido como Paulinho estuprar a enteada como vingança por ter sido expulso do Morro do Boqueirão, em Cachoeiras de Macacu. A vítima estava em seu quarto dormindo quando foi surpreendida por Paulinho que passou a agredi-la, tendo arrancado o seu short e iniciado a penetração. Utilizando-se de um fio, o criminoso passou a tentar estrangular a vítima, que entrou em luta corporal com o suspeito, quando conseguiu pedir ajuda de vizinhos, tendo sido encaminhada ao Hospital Municipal. Segundo consta nos autos, o crime teria sido praticado por motivo torpe, visto que um mês antes dos fatos, Baiano teria deixado o morro do Boqueirão, por ter agredido a vítima, que era sua enteada. Baiano e Paulinho tiveram as prisões preventivas decretadas no dia 1º . Os mandados de prisão foram expedidos com prazo validade até 30/03/2045, sendo encaminhados à Polícia Federal, ao 35º BPM e a 159ª DP para cumprimento. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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