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corrupção policial

Investigação sigilosa apura se PMs vazavam operações para traficantes do TCP

A Polícia Militar informou em seu boletim que há uma investigação sigilosa desde 2020 denúncia que apura se PMs repassavam as informações acerca das operações aos traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em troca de propina. Foi instaurada a Verificação Preliminar n.o 072/063/2020, No decurso desta investigação, foram adotadas diligências com a finalidade de identificar os policiais militares responsáveis pela prática.Desse modo, com base no Organograma de Desvio de Conduta e Vazamento de Operações Policiais da AIB/BPCHQ alguns policiais, praças e oficiais, foram apontados como possíveis contatos de vazamento de informações. Nessa toada foi requisitado ao Douto Juízo da Auditoria da Justiça Militar a quebra de sigilo de dados, interceptação telefônica/telemática e de ação controlada, a qual foi deferi- da nos autos do processo no. 0139875-79.2020.8.19.0001. Em decorrência do Ofício no. 1059/2020OF expedido pela AJMERJ, a interceptação em referência foi desenvolvida e operacionalizada pelo GAESP/MPRJ. A PM diz de aguardar o deslinde da investigação criminal e caso sobrevenha o oferecimento de denúncia e/ou à inauguração de um processo criminal com consequente sentença condenatória, esta possibilitará a apreciação da Administração Pública. FONTE: Boletim interno da PMERJ disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Veja quem são alguns dos homens fortes de Beira-Mar (CV) em Caxias. Quadrilha é suspeita de pagar arrego a PMs

Mesmo encarcerado há décadas, o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar mantem seus redutos, através do império do medo as novas gerações das comunidades em Duque de Caxias. Um de seus mais importantes subordinados é o bandido vulgo Cara de Mau, que desempenha uma função estratégica de homem de confiança dos superiores no tráfico de entorpecentes vulgos Zé Galinha, Grego ou Papai Zé e G ou Malvadão, atualmente em liberdade, atuando como gerente geral do tráfico na comunidade da Ana Clara., dando o aval para compra de munições,rádios transmissores e administra os plantões de mercancia de drogas nas alternâncias dos seus soldados no tráfico e roubos, fornecendo armas para ações delituosas, impondo como condições as assunções nos plantões. Foi Beira-Mar que determinou que Malvadão assumisse a liderança na Ana Clara com a prisão de Zé Galinha., Como um verdadeiro guerrilheiro, “Cara de Mau surgiu em várias fotos fardado, em pontos de vendas de drogas, na função de segurança, portando pistolas e rádiostransmissores, conforme diversas fotos e vídeos constantes em seu aparelho. Cara de Mau exercia funções de extrema confiança das lideranças do tráfico, que otem como olhos fiéis no que tange à comercialização de drogas, armas, munições e diretrizessobre as ordens autorizativas para o cometimento de crimes. Qualquer passo dado na comunidade é previamente comunicado aos chefes. No grupo de Whatsapp denominado “Família Ana Clara “ Cara de Mau nas folgas dos plantões da boca de fumo, frequentemente passava a arquitetar roubos a veículos de transporte de cargas, junto a criminosos da comunidade ou de outras regiões subjugadas pela facção criminosa Comando Vermelho. ]O traficante Zé Galinha, mesmo encarcerado, monitorava de perto seu reduto e as forças de segurança nas cercanias da favela, por meio dos seus subordinados Participam do tráfico também na Ana Clara os traficantes BRT, Zé Neguinho, Atanásio e Tartaruga. Geraldão era o frente deo roubo de cargas da comunidade. Outro importante destaque na quadrilha de Beira-Mar é o traficante Zangado, que tomava conta da comunidade do Cangulo. Ele autorizava o roubo de cargas fornecendo armas, veículos e permitindo o transbordo das cargas na favela mas exigindo 50% dos lucros. Tanto o Cangulo como a Ana Clara recebem ordens diretas da Favela Parque das Missões, cujo frente é o vulgo Coroa. Arrego de PMs Segundo relatos à polícia, haveria uma guarnição da PMERJ que receberia arrego para avisar sobre operações nas comunidades comandadas por Beira-Mar. Quando eles avisam das operações, os agentes suspeitos ligariam para os telefones das lideranças ou falam no radiotransmissor na frequência do Canal 4. Os policiais corruptos buscariam os arregos em uma viatura ou então em um carro Honda Civic prata. Se os traficantes não pagarem a propina, os PMs os matam, segundo a denúncia, Há também o tráfico na comunidade do Badu, liderado pelo vulgo Girafa, no Rasta, cujo frente é o TH, que se esconde no Complexo da Penha, Na Vila Urussaí, o líder é Cachorro Louco ou CH, Há até uma música; soldado do “beira Mar”, gosta muito de roubar! Cara de Mau pit bul do zé galinha, vai na pista roubar carga, o bagulho fica tenso FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

PM manda para conselho disciplinar (que pode expulsar) 22 policiais envolvidos no esquema conhecido como ‘Tour da Propina’

A Polícia Militar decidiu submeter a conselho disciplinar, que pode levar a expulsão, de 22 PMs envolvidos no esquema chamado de ‘Tour da Propina’. A deflagração da investigação teve como ponto de partida uma denúncia anônima recebidapela 3a Delegacia de Polícia Judiciária Militar (3a DPJM) em 30 de junho de 2023. A denúncia alegava o pagamento ilícito de valores a policiais militares do 20o Batalhão de Polícia Militar por parte de um ferro velho situado na Rua Caminho da Piteira, em Nova Iguaçu/RJ. A fim de corroborar as informações contidas na denúncia, foram realizadas ações controladas que resultaram na constatação da presença recorrente de viaturas policiais no estabelecimento comercial em questão. Além disso, diligências realizadas em outros estabelecimentos comerciais revelaram que asuposta prática criminosa não se limitava ao local inicialmente denunciado, uma vez que, as guarnições policiais demonstravam um comportamento recorrente nas manhãs de sexta-feira. Ao estacionarem em frente aos estabelecimentos comerciais, um funcionário se aproximava das viaturas, realizava uma rápida entrega e retornava ao interior do prédio. Em algumas ocasiões, um policial desembarcava e adentrava ao estabelecimento, permanecendo lá por poucos minutos antes de retornar à viatura, que, em seguida, se re-tirava do local. Durante as investigações, constatou-se que algumas guarnições tentaram obstruir ou mani- pular as imagens das Câmeras Operacionais Portáteis (COP), posicionando-as de forma inadequada, em desacordo com as normas internas da corporação, a fim de dificultar a fiscalização. A ferro velho, alvo da denúncia, não possui inscrição estadual nem alvará de funcionamento, conforme consultas realizadas na Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro e na Prefeitura Municipal de Nova Iguaçu, respectivamente. Além disso, a empresa não possui licença ambiental. No intuito de aprofundar as investigações, foi deflagrada, em 11 de agosto de 2023, umaação controlada direcionada ao ferro-velhoDurante um período de três meses, compreendido entre os dias 11, 18 e 25 de agosto; 1o, 8, 15, 22 e 29 de setembro; e 6, 13, 20 e 27 de outubro de 2023, foram realizadas diligências em 12 (doze) sextas-feiras consecutivas. As investigações permitiram identificar a presença recorrente de viaturas pertencentes aos Destacamentos de Policiamento Ostensivo (DPOs) de Vila de Cava, Miguel Couto e Austin, bem como, dos setores “I” e “K” da Rádio Patrulha, todos vinculados ao 20o Batalhão de Polícia Militar. Observou-se que todas as guarnições monitoradas seguiam um padrão de “roteiro de visi-tas” em estabelecimentos comerciais, como centros de reciclagem, lojas de materiais de construção, depósitos de gás, entre outros, nos quais arrecadavam valores provenientes de corrupção passiva.Muitos desses locais foram visitados por mais de uma guarnição, como no caso do ferro-velho da Rua Caminho da Piteira, onde as guarnições compareceram pelo menos duas vezes ao dia. Ao longo do monitoramento, constatou-se que as guarnições fizeram contato com 54locais distintos, listados na representação. Em todos esses estabelecimentos, foram identificados indícios consistentes de crimes militares, como corrupção passiva, concussão e descumprimento de ordens. A corporação concluiu que os autos praticados pelos acusados revelam atitudes incompatíveis com a condição de policial militar. Segundo a PM, adotaram, ter adotado conduta oposta àquela esperada de cada membro da Corporação, ferindo preceitos estatutários em vigor e configurando transgressão disciplinar de natureza grave, Durante as investigações, foi captada uma conversa bastante esclarecedora, pois nela eles declaram de forma espontâneas como fazem para cometer crimes quando estão utilizando a COP, no diálogo eles falam exatamente como é seu modus operandi, para a prática de corrupção passiva, qual seja, sempre que vão cometer o crime a COP é retirada, embora fique claro que eles também se utilizam da prática criminosas de obstrução de lente, pra mim cobrar alguém eu tenho que andar certo, pra mim falar que eu vou usar câmera, eu tenho que tá certo, ciente que não tôcometendo nenhum crime, entendeu, senão se eu vou fazer m…, eu não vou usar a câmera, eu vou filmar o meu próprio crime. Que p… essa. Idiotice cara não tem coerência.” Por isso que eu to usando câmera, eu não tô cometendo nenhum crime, o dia que eu for cometerum crime eu não vou usar câmera, que pô idiotice, não tem coerência. Entendeu as coisa incoerente cara, vou usar câmera sempre que eu não tiver cometendo crime, vou usar, vou trocar a câmerasempre que eu não tiver cometendo crime. : é pra eles que eu tô falando, tem que saber essa p…, que a gente não é idiota, acha que o policial é idiota, pior que tem, pior que tem Eles podem até parar de ficar me olhando, que não adianta, que eles olhar eu não vou estar cometendo crime. Eu não vou cometer crime com eles me olhando. (Pausa) Isso aí, esse negócio aí, que ficam olhando lá no monitor olham por amostragem po, não tem como olhar cinquenta mil, vamo bota vinte mil polícia, dez mil, não tem como olhar dez mil polícia. FONTE: Boletim interno da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Povo de Israel passou a distribuir drogas em grande escala nos presídios e pode ter contato com grandes fornecedores. Vejas as unidades que essa facção se encontra no RJ e assassinatos cometidos pelo grupo e as lideranças do bando. Como funcionava o esquema de extorsão

MARIO HUGO MONKEN Até o ano de 2022, a Subsecretaria de Inteligência vinha acompanhando ocorrências indicando que a facção criminosa Povo de Israel praticava o tráfico de drogas intramuros em pequenas quantidades. Porém, as recentes apreensões demonstraram que a cúpula do grupo estaria se dedicando ao tráfico em grandes proporções, tendo por finalidade adistribuição e venda de entorpecentes para consumo no cárcere entre os próprios internos. O quantitativo de drogas apreendidas poderia demonstrar que eles podem estar estreitando relacionamento com grandes fornecedores dedrogas, assim se relacionando com o tráfico de drogas. Em 16 de setembro de 2023, no Presídio Nelson Hungria foram apreendidos por policias penais, dentro de um caminhão que iria entregarrefeições para os internos, os seguintes ilícitos: Em 20 de setembro de 2023, no Presídio Romeiro Neto (SEAPRN), em uma operação conjunta entre policias penais e a polícia civil, prenderam em flagrante, dois Inspetores de Polícia Penal que estariam em posse de aproximadamente posse de 200 (duzentos) tabletes de maconha escondidos no teto de um banheiro, pesando aproximadamente 3,5 (três quilos e meio) de erva seca O Povo de Israel vem conseguindo cada vez mais se estruturar, aumentando o quantitativo de integrantes e oprimindo outros internos que se oponham a seus mandos e com grande poder aquisitivo. Verifica-se um expressivo efetivo de internos que a cúpula desse grupo criminoso teria arregimentado durante os últimos anos, mantendo um controle das práticas de crimes e lucros obtidos intramuros por seus membros, motivo pelo qual outras Organizações Criminosas(Orcrim) teriam tentado se aliar ao PVI. Com base no efetivo carcerário de 19 de agosto de 2023, o soma do efetivo das unidades prisionais (UP) citadas, 18.030 (dezoito mil e trinta),corresponde a 42,09% do efetivo total, que era 42.828 (quarenta e dois mil oitocentos e vinte e oito). O efetivo de internos com perfil neutro, que estaria sob influência desse grupo criminoso, teria ultrapassado o percentual de presos faccionados, da orcrim apontada como a maior na capital fluminense. O grupo criminoso denominado “PVI” teria surgido através de um efetivo carcerário de presos sem facção (neutros) que almejavam um isolamento de seus integrantes em uma unidade prisional de alocação exclusiva, tal como ocorre com as organizações criminosas (Orcrim) Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), e sua primeira tentativa nesse sentido teria se dado com o pleito de transferência detodos os presos denominados neutros para o Presídio Hélio Gomes (SEAPHG), em 2004. À época dos fatos, o pleito não foi atendido pela Seap e o PVI deflagrou uma rebelião no Presídio Ary Franco (SEAPAF), que resultou na morte de 08 (oito) presos. Com o passar dos anos foram implementadas novas logísticas operacionais no Sistema Prisional Fluminense que consideraram o ingressosignificativo de presos denominados sem facção (neutros), o que resultou na atual realocação de 13 (treze) unidades prisionais (UP) para esteefetivo carcerário (neutros). Assim sendo, passaram a custodiar presos neutros as seguintes unidades prisionais: Presídio Diomedes Vinhosa Muniz (SEAPVM). Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (SEAPPO); Presídio Nelson Hungria (SEAPNH); Cadeia Pública Inspetor José Antônio da Costa Barros (SEAPJB); Cadeia Pública Joaquim Ferreira (SEAPJFS); Instituto Penal Plácido Sá Carvalho (SEAPPC); Instituto Penal Benjamin de Morais Filho (SEAPBM); Presídio Evaristo de Morais (SEAPEM); Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM); Cadeia Pública Cotrin Neto (SEAPCN); Cadeia Pública Inspetor Luis Fernandes Bandeira Duarte(SEAPBD); Presídio Tiago Teles de Castro Domingues (SEAPTD); Cadeia Pública Juíza de Direito Patrícia Lourival Acioli (SEAPJP); Instituto Penal Edgard Costa (SEAPEC); Presídio Hélio Gomes (SEAPHG); Presídio Romeiro Neto (SEAPRN) O grupo criminoso PVI teria encontrado a oportunidade de arregimentar para o seu grupo, além dos presos sem facção, outrospresos expulsos de facções (principalmente do CV), valendo-se daquelas unidades prisionais designadas para a custódia de presos sem facção,denominados neutros. A estrutura hierárquica no âmbito do PVI, tem a presença de presos apontados como lideranças do grupo criminoso, que no PVI são identificados como “primeira voz”, suposto detentor de poder de mando, e demais presos identificados como “comissões”, porta-vozes das lideranças nos desígnios do grupo criminoso no âmbito de cada unidade prisional Alvinho é um dos chefões do grupo. Ele ingressou no Sistema Penitenciário Fluminense em 19 JUL 1999, e em 05 DEZ 2007 obteve decisão favorável ao gozo de benefício de Visita Periódica Familiar (VPF), ocasião em que não regressou ao estabelecimento penitenciário que estaria recolhido, passando a ser considerado evadido. Foi recapturado, em 13 de novembro de 2009, e permanece preso até a presente data. . Enquanto custodiado no Sistema Prisional Fluminense apresentou comportamento indisciplinar, tendo em seu desfavor 13 (treze) partes disciplinares. Possui 09 (nove) anotações criminais pela suposta prática dos crimes de homicídio, roubo simples e majorado e estupro Alvinho teria amplo prestígio junto aos asseclas faccionados deste grupo criminoso e poder de mando junto a todo efetivo carcerário dasunidades prisionais destinadas ao PVI, deliberando sobre o ingresso ou expulsão de membros, rebeliões, tentativas de fugas, interrupções dodenominado “disque extorsão” e aplicação de punições a integrantes, que teria resultado em lesões corporais, morte, resistência ou uso da força contra policiais penais. Sobre a expulsão do grupo do criminoso conhecido como Chadeia pontado como segundo na hierarquia do PVI em 2021. Na oportunidade, Alvinho teria tomado conhecimento de suposta tentativa de sequestro de sua família por “Chadeia”, em 2020, e teria identificadovínculos deste com a facção milícia de Macaquinho, Em relação ao ingresso de novos membros, tanto os presos sem facção criminosa como também presos ex-integrantes de facções criminosasexpulsos de suas facções, tal como identificou-se com o apenado Lorde, outrora integrante do Comando Vermelho (CV), atuante no Morro da Fé. Lord teria sido apontado como mandante do ataque ao ônibus linha 350 em novembro de 2005, que lhe teria resultado em supostas ameaças pelo CV, fazendo com que este migrasse para o PVI. Supostamente Alvinho teria autorizado que presos do PVI alocados no Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM) empreendessem em fuga em 2018. O fato envolveu a utilização de armas de fogo por presos daquela UP, que embora frustrada, resultou que policiais penais permanecessem reféns de presos. À época foi deflagrada uma operação que

Seis PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de serem laranjas de Zinho

Seis policiais militares estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina da corporação suspeitos de serem laranjas do chefe da maior milícia do Estado do Rio de Janeiro, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. Foram identificados expressivos depósitos de recursos dos agentes suspeitos na conta de empresas de um homem investigado como sendo o braço financeiro de Zinho. Segundo as investigações, foram feitos depósitos pelos PMs suspeitos nos valores de R$ 414.618, 493.987, 296,881, 491.350, 349.000, 997.888 946.609 e vários outros entre 2019 e 2021. Outros cinco PMs também são investigados por efetuarem depósitos suspeitos, que iam para contas de postos de gasolina. Os policiais faziam parte do Núcleo de Depositantes, do quais se incluíam também outros 15 civis. FONTE: Boletim interno da PMERJ disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Relatório do caso Marielle cita estudo que denuncia que PMs faziam operações em favelas para abrir caminho para a ocupação do TCP e da milícia. Moradores denunciaram que eram abordados por policiais para saber qual facção eles apoiavam e quem declarasse CV eram entregues para ser mortos

No relatório sobre a investigação sobre o caso Marielle Franco, a Justiça cita um trecho do estudo “Expansão das Milícia” feito pelo GENI/UFF que cita existência de denúncias de que policiais estariam realizando operações a fim de abrir caminho para a ocupação de territórios pelas milícias e pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Relatam as denúncias que, em alguns territórios, o TCP teria se aliado a milícias para conquistar territórios para a venda dedrogas com a ajuda da polícia. Segundo alguns relatos encontrados, num território em disputa entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro, agentes policiais estariam abordando os moradores que transitavam na localidade para os interrogar sobre qual facção eles apoiavam e entregando aos criminosos do TCP, para serem executados, aqueles que declarassem apoio ao CV. Houve um relato de relato de parceria entre milícia e Polícia Militar para a ocupação de um condomínio do Programa Minha Casa, MinhaVida que ilustraria perfeitamente esse tipo de favorecimento político-coercitivo e sua indissociabilidade com os processos de formação das bases econômicas para a reprodução das milícias Em uma unidade na zona oeste da cidade, a milícia passou a dominar o conjunto do MCMV por conta de um cabo da PM que se tornou síndicoe tornou a milícia local um ente permanente da administração condominial. Segundo relatos, o policial expulsou diversos moradores, se apropriou dos apartamentos e os vendeu com “contratos de gaveta” providenciados pelos milicianos. Em uma outra unidade, após um um confronto com os membros do Comando Vermelho, os traficantes retomaram o território. No mês seguinte, algumas denúncias alertavam que os milicianos estavam recebendo suporte do BPM local, no intuito deexpulsar o Comando Vermelho da região. Segundo relatos, os policiais chegaram inclusive a transportar os milicianos para pontos estratégicos dentro dos veículos blindados do batalhão. Após nova expulsão dos traficantes, moradores denunciaram que os milicianos passaram a contar com o apoio direto dos policiais militares para realizar suas cobranças e que estes também mantiveram uma viatura da PM na portaria do condomínio em tempo Integral FONTE: Relatório da Polícia Federal no caso Marielle disponível no site do STF

Quatro PMs poderão ser excluídos do órgão acusados de receberem propina de R$ 1.000 cada para não reprimir transporte irregular de combustível no Sul Fluminense

Quatro PMs estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina, que poderá excluí-los da corporação suspeitos de, em dezembro de 2019, nos municípios de Piraí e Barra Mansa, por receberem cada um deles, vantagem indevida consistente em R$ 1.000,00 para não reprimir o transporte irregular de combustível. Conforme revelou o monitoramento das comunicações telefônicas, na madrugada do dia 10/12/2019, no Auto Posto Ted de Piraí – RJ, dois homens tinham sob sua posse caminhão carregado de combustível quando foram abordados por policiais militares. Na ocasião, PMs suspeitos, ao constatarem irregularidade na documentação da carga de combustível, determinaram a condução dos envolvidos à delegacia de polícia. Para evitar a condução até a unidade, a prisão em flagrante e a apreensão da carga, os agentes negociaram com as vítimas, que seguiam ordens de um terceiro homem. Os PMs aceitaram receber cada um a quantia de R$1.000,00. Em contrapartida, os militares deixaram de praticar ato de ofício, a saber, a prisão e condução dos responsáveis pela carga para a delegacia de polícia. fonte: Boletim interno da Polícia Militar do Rio de Janeiro disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

Investigação mostra o quem é quem da milícia alvo de operação ontem. Escutas mostram planos para morte, homicídio de líder, negociação para compra de armas, encomenda de roubos de veículos, pagamento de propinas a PMs e policiais e uso do sistema da Civil para descobrir investigações com grupo. Um dos milicianos negociou até com coronel. VEJA OS DETALHES

Veja o quem é quem na milícia que agia na comunidade Bateau Mouche, na Praça Seca, que foi alvo ontem de operação do Ministério Público Estadual. A reportagem teve acesso a trechos de escuta que mostram conversas sobre pagamento de propinas a PMs e policiais civis, negociação de armas, encomenda de roubos de veículos, informações sobre operações policiais e uso do sistema da Polícia Civil para descobrir investigações sobre os milicianos., Negão – Exerceu função de liderança, até o final do ano de 2021. Após o desligamento desse grupo criminoso, passou a fazer parte da “Milícia do Zinho”, que atua em outras localidades da Zona Oeste.Negão foi identificado no início das investigações, porquanto, de acordo com um relatório formulado pela CSI/MPRJ (Coordenadoria de Segurança e Inteligência do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro), ele teria sido alertado, no dia 09 de junho de 2021, por um policial militar lotado no BOPE, sobre uma incursão policial de agentes do batalhão especial na comunidade Bateau Mouche, o que fez com que o miliciano avisasse seus comparsas, determinando que se escondessem. No período de 1 ano e 4 meses, Negão foi o responsável pela milícia da comunidade Bateau Mouche, envolvendo a prática de crimes de cobranças de “taxa de segurança” mediante o crime de extorsão. Após esse período, Negão, ao saber que milicianos da área em que atuava estavam planejando sua morte. Em uma escuta, ele disse que Evaristo estava tramando sua morte e que “Panda” deu o aval para isso acontecer. A partir daí, passou a integrar a milícia do “Zinho. Ele “aceitou o convite da rapaziada do “Ecko” e do “Zinho”” para administrar a localidade de Guaratiba. Júnior – foi executado poucas semanas antes do oferecimento da Denúncia. Tratava-se de líder da milícia, que dominava as comunidades do Bateau Mouche, Campinho, Chacrinha e Praça Seca/RJ. Tendo sucedido a Negão na liderança da milícia. Ocupou a posição de liderança, pelo menos entre dezembro de 2021 até a data de sua morte, em setembro de 2023. Registre-se terem sido obtidas fotografias de julho de 2022, por meio da quebra de dados da conta as quais são referentes a listas e planilhas relacionadas ao controle da cobrança de taxas realizada pela milícia. Além de imagens diretamente ligadas aos irmãos Braga (“Carlinhos Três Pontes”, “Ecko” e “Zinho”). Mencionem-se, ainda, as fotografias de diversas armas, munições e materiais bélicos, produtos esses utilizados pelo grupo criminoso em suas “tarefas” rotineiras.Leleo ou Panda – era um dos líderes do grupo e responsável por ordenar execuções de indivíduos e distribuir cargos de gerência dentro da organização criminosa.Nesse sentido, inclusive, os dados obtidos demonstram que Leleo “nomeou” Júnior como sucessor como Negão na “direção” da milícia do Bateau Mouche. Leleo determinou a execução de Negão por meio de Júnior. Seita ou Ceta – foram identificadas conversas dele em que há sinais da manutenção de estreita ligação com policiais militares, com o objetivo de intermediar a relação desses com os criminosos. Há conversas dele com dois capitães, um coronel e um tenente. Ele se intitulava amigo do 2L ou Panda. Na quebra de dados de suas contas, também foram obtidas imagens relativas a armas de fogo, acessórios ou munições: Federal ou Mano – irmão de Júnior. Era homem de confiança do líder, tendo sido determinada sua participação em importante reunião criminosa. Seu irmão falou em um áudio que é na Baixada. Fala ainda que o “cara” não falou onde é, pois o “cara” é “mundial” (“possivelmente algum miliciano bastante conhecido e relatou ainda que virá 2 (dois) “carteiras” (possivelmente policiais) amigos do “cara” buscá-los e o pessoal no meio do caminho. Os “carteiras” irão conduzi-los até o local de encontro. Júnior ainda disse que os garotos ficarão lá (Baixada), fala que Telmo deve ir junto também Júnior disse que Negão da 18 (PM) irá com eles e poderá levar um amigo (possivelmente policial). Júnior disse que “ele” (possivelmente o miliciano da baixada) irá falar umas “paradas” (conversar) e explicou ainda que era para Federal ir também. Negão 18 – policial militar tendo sido denunciado perante o juízo da Auditoria Militar. Assim, as mensagens analisadas pela investigação demonstram que Federal também mantinha ligações com policiais, de forma a intermediar relação entre esses e o grupo miliciano. Também há elementos que indicam a sua amizade com Ceta Merece destaque a conversa mantida entre Federa e Júnior sobre valores de armas de fogo, a serem adquiridas pelo grupo: Telmo – integrante da milícia que atua nos bairros localizados na Zona Oeste e adjacências. Há indícios de sua atuação como auxiliar de Júnior. Trata-se de pessoa de confiança dele e foi identificado como responsável por realizar e gerenciar as cobranças das taxas devidas ao grupo criminoso e, ainda, resolver questões decorrentes do pagamento de propinas a policiais militares. Há conversas entre Telmo e Júnior em que citam um possível miliciano de vulgo “Semente. Júnior pediu a Telmo avisar lá (provavelmente aos comparsas) para começarem cedo. Telmo perguntou se pode cadastrar na frente do “bt” (possivelmente cadastrar moradores que residam em frente a comunidade do Bateau Mouche), o que é prontamente autorizado por Júnior.Além de merecer relevo as conversas relacionadas ao pagamento de propinas a policiais militares e civis. Em uma delas, Telmo disse que irá pagar aquele “pessoal”, complementa que “eles” mandaram mensagem falando um “monte”. Em outro áudio, Telmo disse para Júnior que irá fazer isso mesmo, irá pagar um pedaço de 1 (um) e um pedaço da outra, não irá sobrar nada. Telmo complementoou que os “caras” estão perturbando demais, diz que já está com nojo desses “caras”. Em seguida, Telmo falou que o “cara” da Patamo não lhe respondeu hoje, e o “cara” do GAT “entrou para dentro” de Telmo falando um monte de besteira. O miliciano menciona que já falou com o GAT de amanhã. Em mais uma escuta, Telmo falou que foi na Albano (rua), conforme pedido de Júnior, porém ninguém abriu a porta. Telmo falou ainda que precisa ir durante o dia para recadastrar (possivelmente os

DELEGACIA DE HOMICÍDIOS ERA UM ANTRO DE CORRUPÇÃO NA ÉPOCA DE RIVALDO BARBOSA, APONTA PF. VEJA DENÚNCIAS. INQUÉRITOS SUMIAM

Além da acusação de obstrução das investigações do caso Marielle Franco, o relatório da PF traz muitas denúncias contra o delegado Rivaldo Barbosa.O documento cita o relato do miliciano Orlando Curicica qie disse que ele e sua esposa teriam sofrido uma extorsão da Delegacia de Homicídios, na época que Rivaldo era chefe da DH, para que um crime de porte de arma de fogo não fosse a ela imputado. A quantia de R$20.000,00 teria sido entregue a um subordinado de Rivaldo. Curicica explanou que existia um sistema de pagamento mensal realizado pelas milícias para as delegacias. A DH, por exemplo, recebia mensalmente em torno de R$60.000,00/R$80.000,00, isso quando não auferia uma remessa adicional em razão dos crimes que deixavamprovas/rastros. O miliciano citou os exemplos das investigações envolvendo os assassinatos do policial militar Pereira e do contraventor Haylton Escafura. O documento da PF cita que Curicica relatou que a DH teria recebido de pessoa ligada ao contraventor Rogério Andrade cerca de R$300.000,00 paranão “perturbar” os prováveis envolvidos na execução de Pereira. A filha de Marcos Falcon, que foi assassinado pelo Escritório do Crime, ,revelou que o delegado responsável pelo caso do assassinato de seu pai, Brenno Carnevale, externou certo descontentamento com as ingerências praticadas por Rivaldo Barbosa na investigação, sendo certo que ele teria lhe dito que, diante de novas descobertas sobre o caso, era para “não mexer em nada e passar diretamente para ele”. Carnevale teria revelado a moça o sumiço repentino dos procedimentos apuratórios atrelados a Falcon e Pereira que estavam em sua carga de inquéritos. A filha de Falcon ressaltou que todos com quem conversava sobre a morte de seu pai, sobretudo policiais, desestimulavam-na a procurar a DH, pois esta delegaciaestaria “comprada” e de nada adiantaria o seu empenho. A DH chefiada por Rivaldo, além de ser conivente com os homicídios envolvendo a participação de milicianos e contraventores, dos quais recebiavantagens indevidas, alertava alvos de investigação quando da menção de seus nomes em procedimentos criminais ou quando da existência de medidas restritivas em desfavor deles, como ocorreu com Falcon. Brenno Carnevale narrou sumiço de outros inquéritos, de materiais apreendidos, excesso de exigências burocráticas que inviabilizavam diligênciasimportantes, e súbitas trocas de presidências de inquéritos. Um desses casos de troca inopinada de presidente de inquérito foi a retirada de sua carga, sem quaisquer explicações, do apuratório envolvendo a morte de Escafura, filho do contraventor conhecido como Piruinha. FONTE: Relatório da PF sobre investigação do caso Marielle disponível no site do STF

Favela onde ocorreram as mortes de sete jovens em Nova Iguaçu teve 42 traficantes identificados durante investigação. Confira o quem é quem

MARIO HUGO MONKEN Investigação feita há alguns anos revelou quem eram todos os integrantes do tráfico na comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, local onde sete pessoas teriam sido assassinadas há duas semanas, conforme denúncias recebidas pelo Fórum Grita Baixada. Ao todo, são 42 bandidos, muitos já presos ou que abandonaram o crime. Alguns têm ligações com comunidades de Angra, Magé e da Zona Oeste do Rio. Há menção a propinas pagas a policiais, negociações sobre venda de armas e o pagamento de uma pensão a traficantes presos. Veja a relação. Confira: Peixão – é apontado como o verdadeiro controlador do tráfico na comunidade do Buraco do Boi, ocupando posição hierárquica superior aos chamados “frentes”, que são por ele nomeados apenas para gerir o tráfico local. Seu nome – e sua autoridade hierárquica – são explicitados em vários dos diálogos dos demais membros do grupo, que também costumam ostentar símbolos alusivos ao peixe em suas redes sociais. De acordo com as investigações, o tráfico do Buraco do Boi é historicamente controlado por Parada de Lucas – que é a principal base de Peixão -, havendo várias menções e registros de deslocamentos de membros do grupo criminoso entre as duas comunidades Bigode – era o “gerente geral” da comunidade do Buraco do Boi, tendo exercido a função de “frente” do tráfico até ser preso, em 01/07/2019. Mesmo depois de preso, segue recebendo participação nos lucros do tráfico. Foi citado como líder por outros membros do grupo. 3K – foi apontado como um dos “frentes” do tráfico local, tendo assumido esse posto após a prisão de Bigode. Ostentava fotos portando fuzis em perfis de redes sociais. Tratava explicitamente de atividades relacionadas à distribuição de cargas de drogas e pagamentos, monitoramento da atividade policial e compra de armas. Era mencionado e tratado como líder por outros membros do grupo. É suspeito de ter ordenado o homicídio do motorista de aplicativo Jonahan Camilo Correa da Silva, sem a autorização do traficante Peixão, o que fez com que fosse destituído do posto de “Frente” no Buraco do Boi e retornasse para Parada de Lucas. Michele -também é apontada como “Frente” do tráfico, tendo assumido a função após a destituição de 3K. Em vários diálogos, trata explicitamente de atividades relacionadas ao comando do tráfico de drogas, ao emprego de armas de fogo e ao monitoramento da atividade policial. Foi presa em 19/12/2019, em razão de mandados de prisão pendentes e na posse de um celular roubado (RO 040-07083/2019); Aliciane – esposa de Bigode. Em um deseus diálogos interceptados, diálogos em trata de assuntos do interesse de seu marido, então preso, demonstrando terenvolvimento em suas atividades. Além disso, afirma explicitamente que, após a prisão de Bigode, ficou encarregada de receber a participação nos lucros do tráfico a que ele fazia jus; Astronauta – era apontado como “ex-frente” do tráfico na comunidade, em razão de afirmações feitas por ele mesmo em diálogos interceptados, nos quais se vangloria de sua atuação na atividade, mas diz preferir uma vida normal. Conversou com Peixão para deixar o tráfico e entregou a ele seu fuzil e suas cargas . Afirmou manter boas relações com membros do tráfico e diz que Bigode não permitiria que sua casa na comunidade fosse invadida; Manteve diversos diálogos sobre os acontecimentos envolvendo os membros do grupo. Segundo as investigações, sua saída do tráfico se deu em janeiro de 2019; Romarinho -também é apontado como “Frente” do tráfico, tendo assumido a função após a prisão de Michele. Possui histórico de prisões anteriores. Antes de assumir como Frente, trabalhava na segurança de Michele. Mantém diálogos Rabetão – foi apontada como uma espécie de assistente pessoal da acusada Michele. Em vários diálogos interceptados, aparece como intermediária das comunicações entre Michele e outros bandidos. Manteve diálogos sobre o monitoramento de guarnições policiais Mexicano – foi apontado como gerente das bocas de fumo. Em vários diálogos, trata explicitamente de atividades relacionadas à venda de entorpecentes, bem como sobre distribuição de cargas e prestação de contas Juliana – Namorada de Mexicano, exercia a função de “vapor” em uma das bocas de fumo. Ostenta a imagem de um peixe segurando um fuzil em seu perfil do Facebook (em clara alusão ao traficante Peixão ). Mantém diálogos explícitos sobre cargas de entorpecentes e sobre a rotina dos plantões nas bocas de fumo Nescau – irmão de Mexicano. Deixou de ser gerente para ser vapor. Manteve diálogo com DL e Seringuinha, no qual comenta sobre o fato de Seringuinha ter sido solto no “dia do PG” e afirma “três forte”, fazendo alusão ao Terceiro  Comando Puro. DL – Gerente do tráfico. Em uma escuta, tratou diretamente de uma carga de drogas com Michele Wendel ou WD – um dos gerentes do tráfico e segurança do frente da comunidade. Manteve diálogos em que menciona o nome do acusado 3K tenta conseguir um ônibus com o objetivo de transportar moradores do Buraco do Boi para um baile funk em Parada de Lucas, que diz se tratar de “festa do patrão” RD – “gerente dos radinhos”, além de “prestar favores pessoais” ao acusado 3K. Mantém diálogo em que trata explicitamente do “recrutamento de Deltas” (radinhos) e do carregamento de baterias (fl. Mantém diálogos em que atua como batedor em situações de deslocamento do acusado 3K e também trata da compra de um cordão a pedido  dele , afirmando ao joalheiro que seria bom manter contato com 3K, pois assim também poderia a fazer jóias para “o cara lá em Lucas” (em aparente alusão ao traficante Peixão). Mantém diálogo em que comenta detalhes sobre a substituição de 3K por Michele e indaga à sua interlocutora se “foram buscar os fuzil e a mochila” na casa dela (fl. 200). Bê – Mantee diálogo com o acusado RD, no qual falam sobre questões relativas à logística dos radinhos. Foi o responsável por socorrer o acusado GB, após ele ter sido baleado em uma troca de tiros. Mantém diálogos sobre o monitoramento de viaturas e sobre uma moto roubada que

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