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Comando Vermelho

Consórcio entre o CV e o PCC movimentou mais de R$ 250 milhões

Um consórcio das organizações criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital voltado para o abastecimento de armas de fogo e drogas para o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio , movimentou mais de R$ 250 milhões. O esquema é alvo de operação hoje da Policia Civil. Os dois alvos da ação foram capturados, nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A investigação revelou uma rede de pessoas interpostas, empresas de fachada, contas bancárias de laranjas e logística interestadual para mobilização e dissimulação dos produtos e ativos ilícitos, com núcleos na capital fluminense e no Mato Grosso do Sul. A apuração contou com análise de conversas telemáticas, dados financeiros e laudos periciais. Foi constatado que Fhillip da Silva Gregório, o “Professor”, morto no início de junho, estava envolvido no esquema. Um dos alvos capturados, em Taubaté, interior de São Paulo, é uma mulher com ligações estreitas com o PCC. Com uma grande rede de contatos, ela era a interface do Professor com fornecedores de armas do Mato Grosso do Sul. A autora é também ex-esposa de um chefe da facção, preso no Rio em 2020, que atuaria diretamente na fronteira do Brasil com o Paraguai. O outro preso é o homem que atuava na mobilização dos recursos financeiros oriundos de transações ilícitas do CV. Ele coordenava pessoalmente a realização de eventos em comunidades, que eram uma maneira de mesclar ativos de origem lícita com outros advindos do tráfico, possibilitando a inserção no sistema financeiro sobre a aparência de receitas ilícitas.  A operação tem ainda o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão contra outros investigados, a fim de reunir elementos que possam auxiliar no inquérito. FONTE: PCERJ

CV atacou a Pedreira (TCP)

Traficantes do Comando Vermelho atacaram o Complexo da Pedreira (TCP), em Costa Barros, durante a madrugada. O baque partiu de integrantes da chamada Tropa do Arrascaeta do vizinho Complexo do Chapadão. Pelas redes sociais, foram divulgados áudios, vídeos e fala dos moradores sobre os tiros. O ataque ocorreu nas localidades da Casinhas, Terra Nostra e Bairro 13. FONTE: Realidade da Favela (Whatsapp)

Em áudio, traficantes da Serrinha (TCP) mandaram recado para PMs em operação. “Vocês fazem o de vocês e a gente o nosso. Não queremos machucar ninguém. Nossa guerra não é com o Estado e sim com o CV”

Áudio que circula nas redes sociais mostra supostos traficantes do Complexo da Serrinha (TCP) mandando recado para policiais que fizeram operação na comunidade neste fim de semana. Eles dizem que os PMs têm que fazer o deles e a “gente o nosso”, que não queriam “machucar ningué,m” e que a “guerra deles não é com o Estado e sim com o Comando Vermelho”. que estariam negociando a remoção de tropas policiais por rádio com supostos militares. Leia trechos Vocês estão fazendo de vocês, a gente está fazendo o nosso, monitorandoIsso aí, volta, volta , ah lá, o outro voltou,Isso aí mané, a gente não quer guerra com vocês não, isso aí volta, voltaAh lá, um, dois, três, quatro, cinco canasAh lá, levantando o braço. É para voltar irmão, a gente não quer guerra com vocês não;Pega o café de vocês aí, e sobeParou na padaria, parou na porta,É só subir irmão, pegou a visão, é só subir, sobe, sobePapo que a gente não quer machucar vocês, a gente tá tudo monitorando vocêsBagulho é vocês fazer de vocês e a gente o nosso, é só subir, pega essa rua, sobe, até o blindadoEles estão subindo aí, Estão me vendo aqui falando com eles, papo de homemBagulho é fazer de vocês e a gente o nosso,Se a gente quisesse machucar eles, machucava , a guerra não é com o governo não, nossa guerra é com o Comando Vermelho FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Relatório traz breve histórico do CV, sua estrutura, conselho (veja quem faz parte), regras (estatuto), caixinha, tráfico de drogas, armas, roubos e ações dos donos das favelas

Um relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro descreve como funciona a facção criminosa Comando Vermelho. O CV nada mais é do que um grupo de indivíduos que se organizam de forma paramilitar, com hierarquia e disciplina para a prática de um crime, geralmente o tráfico de drogas. Mas o comando vai muito além desse conceito sucinto de facção. Com divisão de tarefas bem definidas, estruturalmente ordenada, objetivando auferir vantagens mediante a prática de infrações penais que vão muito além do tráfico de drogas, o CV retrata uma organização criminosa muito bem delineada. Fundada por Rogério Lemgruber, no presídio Candido Mendes, na Ilha Grande e criada sob a égide do lema “Paz, Justiça e Liberdade”, a facção teve como um de suas primeiras medidas a instituição do caixa comum, alimentado pelos proventos arrecadados pelas atividades criminosas isoladas, um “dízimo”, que serviria para financiar fugas, custear advogados e amenizar as duras condições de vida dos presos, reforçando a autoridade e respeito do CV no seio da massa carcerária. A estrutura básica da organização assemelha-se a uma forma empresarial no que tange aos lideres que são verdadeiros gestores das condutas criminosas desenvolvidas por todo território do Estado do Rio de Janeiro. Neste sentido, é importante observar o conceito do “Conceito do Conselho do CV9(50(/+2·que é um corpo de membros eleitos ou designados que, conjuntamente, supervisiona as atividades da organização, zela pelo estatuto adotado e após opinião de todos toma as decisões de forma colegiada. Segundo investigação já realizada, a última formação que se tem conhecimento do Conselho seria composto (sua alta cúpula) por Marcio dos Santos Nepomuceno, Marcinho VP, Luiz Fernando da Costa, o “Fernandinho Beira Mar” e Ricardo Chaves de Castro Lima, também conhecido pelos codinomes de “Fu”, “Fu da Mineira” ou “Playboy” também estaria na cúpula da organização. Para fazer com que suas decisões sejam respeitadas, os membros do dito conselho que integram o topo da hierarquia da facção se preocupam em se fortalecer também no aspecto financeiro. Assim, deve se destacar o conceito da caixinha do CV que é a formação de um verdadeiro “caixa forte” da facção e que se perfaz pela contribuição, em dinheiro, dada pelos líderes das favelas dominadas pelo comando vermelho. Tal caixa, tem como objetivos principais: a compra de armas, munições, drogas, financiamento de guerras, custeio de honorários advocatícios, custeio de despesas de visitas de presos, principalmente em presídios federais, dentre outros. Diante de tudo, nota-se que o berço histórico do CV se deu numa penitenciária e que, na atualidade, ainda são das penitenciárias de segurança máxima, que partem as ordens relativas a como os membros da facção em liberdade devem agir. Assim, é inevitável a constatação de que nada acontece nas ruas sem a aquiescência dos líderes das respectivas comunidades, bem como dos membros do conselho da facção que, quando presos, encontrar-se-ão acautelados nas penitenciárias federais bem como Penitenciária Gabriel Ferreira de Castilho (Bangu 3). Por fim, destaca-se que, para efeito de organização, a facção criou uma norma que nada mais são do que regras básicas de atuação e convivência. Com perfil expansionista e de repercussão internacional, a Organização Criminosa que domina o tráfico em diversas Comunidades, não para de crescer. Esse perfil é característica de suas origens. Na década de 90, o CV dominava 90% das favelas do Rio de Janeiro, Em nível Brasil, o Narcotráfico tem movimentações financeiras significativas e números de violência alarmantes. Podemos afirmar que o Comando Vermelho é uma das Facções mais violentas que atuam no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro atualmente. Durante anos de atuação das Forças de Segurança no combate ao narcotráfico observou-se que as Comunidades do CV contam com um enorme aparato de fornecedores de armas, munições e drogas. Estes fornecedores possuem rotas de entrada e distribuição para os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espirito Santo muito bem estruturadas. Estes fornecedores são os responsáveis em trazer armas e drogas dos Países fronteiriços e fazerem a distribuição para os grandes centros como o Rio de Janeiro onde estão localizadas as maiores Organizações Criminosas do País. Cabe ressaltar aqui que, um grande entreposto dos “importadores” das drogas e armas é o Estado do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Estes chamados “importadores” são os criminosos que possuem alta influências nos Países fronteiriços negociando com os traficantes internacionais de armas e drogas, alguns daqueles auferem tanto lucro que ampliam seus negócios adquirindo fazendas e propriedades naqueles Países e iniciam sua própria produção. São Paulo é a rota comum dos matutos para que a mercadoria chegue até o Rio de Janeiro. Chegando ao Rio de Janeiro através das vias principais, Av. Brasil; Linha Vermelha proveniente da Presidente Dutra e Washington Luis, as drogas e armas também chegam por via marítima. Essa grande importação faz com que o narcotráfico necessite de uma maior liquidez para comprar a mercadoria, suprir as perdas e para manter a caixinha da Facção, o que causou aumentos das modalidades criminosas nas quais o tráfico atua. Os líderes das favelas auferem lucros primordialmente com o tráfico de drogas e secundariamente com os delitos de roubo de cargas e roubo de carros. Os roubos de carros e de cargas são um “negócio” que traz apenas vantagens à organização criminosa, uma vez que não dispende de grandes investimentos e os lucros são garantidos, tendo em vista que, via de regra, já se forma uma relação de receptadores que sempre estão dispostos a pagar pelo produto roubado.Os fuzis utilizados pelos traficantes são comprados em sua grande maioria nos Países fronteiriços ao Brasil e são utilizados para isto o dinheiro oriundo da venda de drogas, da venda de cargas roubadas, veículos roubados semi-novos e veículos 0km (modalidade em crescimento no estado com o roubo de caminhões cegonha). O tráfico de armas é um negócio que também movimenta milhões de dólares, só perdendo para o de drogas. Calcula-se que das 17 milhões de armas que existem no país, 4 milhões estejam nas mãos do crime organizado. Tanto as drogas como as armas

Operação na Serrinha (TCP) afugentou traficantes do TCP e CV voltou a ocupar todo o Juramento

Segundo relatos nas redesvsociais, os traficantes do TCP sabiam da operação ocorrida ontem no Complexo da Serrinha, em Madureira, e que ela poderia se estender para as comunidades da Primavera e do.Morro do Juramento, Por conta disso, eles saíram das localidades ocupadas e teriam ido para outras comunidades da mesma facção, como as favelas de Acari, Amarelinho e Complexo da Pedreira, para evitar possíveis perdas de armamentos e criminosos que estão participando das invasões ao Juramento. Devido a esse deslocamento de criminosos, os traficantes do CV conseguiram retomar algumasl ocalidades que estavam em poder de criminosos do TCP no morro do Juramento. Segundo informações, durante a noite , alguns criminosos já voltaram para as comunidades de Vaz Lobo, Madureira, e Cavalcante, podendo haver novos confrontos na região pois o TCP ainda não teria desistido do Juramento.

TCP da Maré estaria fornecendo parte do arsenal para guerra de facção contra o CV no Ceará

Membros da Guardiões do Estado (GDE) divulgaram foto exibindo seu arsenal e fazendo ameaças aos rivais do Alvorada (CV). O clima tá tenso nas regiões de Maracanaú e Pacatuba, no Ceará. .Segundo informações, parte do arsenal estaria sendo fornecido pela cúpula do Terceiro Comando Puro (TCP) do Complexo da Maré, no Rio de Janeiro. Essa semana membros da Guardiões do Estado (GDE) abordaram esse rapaz que estava andando no bairro Alto da Paz, em Vicente Pinzon. Verificaram o celular dele e acharam grupos de WhatsApp e Instagram ligados ao Comando Vermelho (CV), os criminosos executaram o rapaz no local. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Polícia descobre que mais três bandidos de Goiás estão escondidos na Rocinha (CV)

As Forças de Segurança do Rio de Janeiro buscam obter informações que levem à localização e prisão de três criminosos foragidos da Justiça do Estado de Goiás. São eles: Yuri Alexandre Sousa Andrade, vulgo “Cerradão”, de 22 anos, Everton da Mota Leda, de 43 e Rafael Costa Lagoa, vulgo “Lagoa CV”, de 43. Todos são ligados à facção criminosa Comando Vermelho (CV), e estariam se escondendo na Comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio.  Yuri Alexandre, é um dos mandantes e um dos envolvidos em um homicídio praticado em dezembro de 2024, no brutal assassinato do jovem Lucas André Xavier de Oliveira, de 23 anos, no Setor Vera Cruz, em Goiânia. A vítima foi atraída por Yuri e outros quatro comparsas depois de perder 2 kg de maconha da facção, avaliados em mais de R$ 3 mil. Depois do crime, ele fugiu para o Rio e passou a se esconder na Favela da Rocinha.  Contra ele constam cinco mandados de prisão e possui anotações criminais por homicídio, tráfico de drogas, ocultação e vilipêndio de cadáver .  Evadido do Sistema Penitenciário, Everton Leda, chegou a ser preso maio de 2011, quando de uma operação conjunta da Polícia Federal com a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar dos estados de Alagoas e Pernambuco que desarticulou uma quadrilha que atuava no arrombamento de caixas eletrônicos que agia nos estados de Alagoas, Pernambuco e Goiás. Everton da Leda, era apontado pela polícia como um dos mais conhecidos ladrões de banco do país e condenado a 71 anos de prisão. Ele estava foragido desde março de 2011, quando fugiu do Presídio de Segurança Máxima de Papuda, no Distrito Federal.  Em dezembro de 2021, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou 26 pessoas – entre elas um agente penitenciário federal, advogados de presos e várias lideranças do Comando Vermelho – pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico de drogas. desdobramento da Operação Efialtes, que desvendou esquema de rede de transmissão de ordens de líderes da organização criminosa presos na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), tanto para integrantes que estão em liberdade, quanto para outros presos internos. Dados colhidos em investigações da Polícia Federal, entre eles diversas filmagens realizadas em 2020 e 2021, mostram que presos foram beneficiados pelo esquema criminoso, entre eles Márcio Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, famosa liderança do Comando Vermelho. Entre os beneficiados  pelo esquema estavam, Everton Mota Leda, e traficantes do Rio de Janeiro como Fabiano Atanásio da Silva, o “FB”, Carlos Eduardo Rocha Freire Barboza (vulgo “Cadu Playboy”), Charles Silva Batista (vulgo “Charles do Lixão”), Luiz Cláudio Machado (vulgo “Marreta”), entre outros.  Contra Everton Leda constam dois mandados de prisão, sendo um por Órgão Judicial: Seção de Execução Penal de Catanduvas – TRF4 e outro pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, com pedido de Recaptura, pelos crimes de organização Criminosa, Roubo e Tráfico de Drogas.  Rafael Lagoa, chegou a ser preso em janeiro de 2014, onde através de uma denúncia anônima, equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar e o Serviço de Inteligência do Comando da Capital (CPC/2/Goiás) apreenderam aproximadamente 80 kg de maconha em uma residência, na Rua Presidente Harrison, no Jardim Presidente, em Goiânia. Rafael, estava na casa e foi preso. Ele já possuía passagens por homicídio, roubo, receptação e formação de quadrilha. Segundo informações da PM, a droga era oriunda do Paraguai. Contra ele consta um mandado de prisão, da 2ª Vara de Execução Penal/Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Espécie de prisão: Por condenação transitada em julgado, Tipificação Penal: Roubo, com condenação: 23 anos, em Regime Prisional: Fechado. Quem tiver informações sobre sobre a localização desses três foragidos da Justiça do estado de Goiás, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

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