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Comando Vermelho

Traficante do CV preso hoje usava equipamentos que detectam drones da polícia

Preso hoje por policiais do 39º BPM/3º CPA o tr traficante RF uma das principais lideranças CV na comunidade do Castelar em Belford Roxo, usava equipamentos eletrônicos que detectam a presença de aeronaves remotamente pilotadas (drones) utilizadas pelas forças de segurança, com o objetivo de antecipar e frustrar ações policiais. RF” ocupa uma posição de liderança na organização criminosa Comando Vermelho (CV), sendo identificado pelos setores de inteligência como um dos principais responsáveis pelo planejamento e pela coordenação de ações criminosas voltadas à expansão territorial da facção, especialmente nas comunidades do Gogó da Ema e São Leopoldo, reduto da facção Terceiro Comando Puro (TCP). Também há informações que o associam à coordenação de ataques armados contra membros da facção rival, além do monitoramento de áreas de interesse do CV, e no comando de equipes envolvidas nessas ações. Ele foi preso na Rodovia Presidente Dutra, na Vila Santo Antônio da Prata, em Belford Roxo, Na operação, outro criminoso foi preso, e estava na condição de evadido do sistema penitenciário. Munidos de informações, policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT), se deslocaram para o local indicado, onde avistaram RF dirigindo uma motocicleta, acompanhado de “Mumu”, que pilotava outra motocicleta. Quando foi dada a ordem legal de parada, os ocupantes não a seguiram, iniciando uma fuga que se prolongou até a Rodovia Presidente Dutra, onde ambos foram alcançados e abordados. Com “RF”, foram apreendidos os seguintes itens: uma pistola Glock Gen 17, calibre 9 mm, carregada, com dois carregadores e 49 munições do mesmo calibre. De acordo com as investigações, “RF” é subordinado diretamente aos traficantes José Severino da Silva Júnior, conhecido como “Soró do Castelar” ou “Jetta”, e Raphael Linhares Chagas, que é conhecido como “Esquilo”. Em consulta aos sistemas de segurança pública, foi verificado que a motocicleta que “RF” conduzia pertencia a um veículo clonado, cujo original era produto de roubo, registrado na área da 61ª DP (Xerém). Tanto os criminosos quanto a arma de fogo, munições e a motocicleta clonada, foram levados à 54ª DP (Belford Roxo) para a adoção das medidas legais cabíveis. Na delegacia, foi constatado que “Mumu” possuía uma extensa ficha criminal e estava evadido do sistema prisional, desde março de 2025, com um mandado de recaptura da Vara de Execuções Penais (VEP), pelo crime de tráfico de drogas, onde fora condenado a uma pena de 19 anos, em regime semiaberto. Após a apreciação da Autoridade Policial, ambos permaneceram detidos, incluindo todo o material apreendido e, posteriormente, foram conduzidos a uma unidade prisional da SEPPENRJ, onde já estão sob custódia à disposição da Justiça. O Disque Denúncia solicita que, quem tiver informações sobre o paradeiro de foragidos da justiça, entre em contato através dos seguintes canais de atendimento: Central de Atendimento/Call Center do DD: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado/DD: (021) – 2253-1177 (utilizando uma técnica de processamento de dados que elimina ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato garantido.

NARRATIVA FANTASIOSA”: PM filmado em conversa amistosa com chefe do tráfico na Ilha foi expulso da corporação

O policial militar Eduardo Félix da Silva foi expulso da corporação em junho, após ser filmado conversando com Wagner Barreto de Alencar, conhecido como “Cachulé”, apontado como chefe do tráfico de drogas no Morro do Barbante, na Ilha do Governador. As imagens, divulgadas em maio de 2025, mostram o PM dentro da comunidade conversando com o traficante. Os dois aparecem sorrindo e demonstrando intimidade, enquanto outros dois homens armados permanecem próximos. Segundo a investigação, os indivíduos seriam seguranças pessoais de Cachulé. De acordo com o Termo de Análise Técnica de Vídeo elaborado pela Polícia Militar, o cabo Eduardo Félix aparece usando uma camisa regata preta e conversando com Cachulé, que vestia uma camisa amarela. O policial carregava uma sacola verde, cujo conteúdo não foi identificado. Após o diálogo, Cachulé aparece deixando o local com um fuzil. Na sequência, as imagens mostram outros traficantes no mesmo local. Eduardo permanece com a sacola nas mãos e aparece usando óculos. Em outro momento, Cachulé pega um fuzil, uma mochila e uma bolsa e deixa o local acompanhado do policial militar. Cachulé morreu em operação policial Segundo os documentos do processo disciplinar, Wagner Barreto de Alencar morreu em 16 de janeiro de 2026, durante uma operação realizada por policiais militares do 17º BPM, com apoio do Grupamento Aeromóvel, no Morro do Barbante. Cachulé possuía duas condenações por tráfico de drogas e respondia a outras ações penais por homicídio. PM negou envolvimento com o tráfico Durante o processo disciplinar, Eduardo Félix negou qualquer envolvimento com o grupo criminoso que atuava no Morro do Barbante. O policial afirmou que morava na comunidade havia aproximadamente 42 anos, desde o nascimento. Questionado sobre há quanto tempo o crime organizado dominava a região, respondeu que as facções se alternavam no controle da localidade desde que ele era criança. Eduardo também negou ter proximidade com pessoas ligadas ao crime organizado. No entanto, ao ser questionado se as lideranças do tráfico costumavam abordar policiais militares que moravam na comunidade, respondeu que sim. Segundo ele, os criminosos costumavam abordar os PMs residentes e, quando descobriam que se tratava de policiais militares, não ofereciam resistência. Sobre o encontro registrado nas imagens, o policial afirmou que o vídeo mostrava apenas parte do que aconteceu. Segundo Eduardo, ele teria chegado ao local preocupado e nervoso, pois não sabia o motivo pelo qual havia sido chamado. Questionado sobre a razão do encontro, o PM afirmou que Cachulé teria informado que dois policiais militares seriam expulsos da comunidade. Segundo sua versão, ele próprio não seria expulso por ser morador antigo e não ter provocado problemas na região. O policial também declarou que já havia demonstrado vontade de deixar a Vila Juaniza, nome oficial da localidade conhecida como Morro do Barbante. No entanto, afirmou que não conseguiu se mudar porque possui imóvel próprio na comunidade e não teria condições financeiras de pagar aluguel em outro local. Eduardo negou ainda que tivesse mantido qualquer contato com integrantes do crime organizado antes do episódio registrado no vídeo. O policial afirmou que já morava na comunidade quando prestou concurso para ingressar na Polícia Militar. Questionado sobre a realização de visitas de equipes do setor de inteligência da PM, a P/2, à sua residência, disse que não tinha conhecimento de qualquer visita. Afirmou, entretanto, que recebeu uma ligação telefônica solicitando seu comparecimento ao setor de inteligência do 17º BPM. PM disse que não tinha noção dos riscos Durante o interrogatório, Eduardo também foi questionado sobre os riscos de um policial militar morar em uma comunidade dominada por traficantes. O PM afirmou que, quando ingressou na corporação, não tinha noção da exposição e dos riscos que enfrentaria. Segundo ele, desde a infância convivia com policiais militares que moravam na região e trabalhavam no antigo PPC Juaniza, atualmente sede da 1ª Companhia. Na época, afirmou, o ambiente era mais tranquilo. Eduardo também destacou que havia servido durante sete anos no Exército e que mantinha um comportamento discreto no cotidiano. Segundo sua declaração, a criminalidade na região não era tão influente e perigosa quanto nos dias atuais, razão pela qual não teria compreendido, quando ingressou na PM, a dimensão do risco de continuar morando em uma área dominada pelo tráfico. Questionado sobre a estrutura policial existente na Vila Juaniza, o PM afirmou que a comunidade conta com a sede da 1ª Companhia da Polícia Militar e duas cabines blindadas. Ele também declarou que não costumam ocorrer confrontos armados entre traficantes e policiais militares nos postos de serviço existentes na região. versão apresentada por Eduardo Félix durante o interrogatório foi contestada no processo disciplinar. Segundo a análise feita pela Polícia Militar, o depoimento do agente apresentaria uma narrativa considerada incompatível com as imagens divulgadas pela imprensa. Para a corporação, o vídeo mostraria que a conversa entre o cabo e Wagner Barreto de Alencar, o “Cachulé”, ocorreu de maneira amistosa e descontraída. A análise destacou que o policial aparece conversando tranquilamente com o traficante, sorrindo e permanecendo ao lado de outros homens armados que, segundo a investigação, atuavam como seguranças de Cachulé. Outro ponto considerado relevante pela Polícia Militar foi o fato de Eduardo não ter comunicado oficialmente o suposto episódio de intimidação que, segundo sua versão, teria motivado o encontro. Após conversar com o traficante, o PM não teria acionado uma guarnição pelo telefone 190, não teria comparecido a uma delegacia da Polícia Civil para registrar a suposta abordagem criminosa e também não teria informado o episódio ao seu superior imediato na unidade policial. Para a corporação, a ausência de qualquer comunicação oficial enfraqueceria a versão de que o policial teria sido chamado ao local contra sua vontade e apenas para ser informado sobre uma suposta expulsão de outros PMs da comunidade. A análise disciplinar também levou em consideração o contexto de atuação das organizações criminosas no Rio de Janeiro. O documento destaca que integrantes de facções atuam abertamente em diversas regiões, inclusive durante o dia, portando armas de grosso calibre, intimidando moradores e comerciantes por meio de extorsões e participando de confrontos armados em

Festival de granadas atiradas por drones aterrorizaram noite em Cordovil e na Penha. Morador se feriu

Depois que a PM trocou tiros na tarde de ontem com criminosos em Cordovil deixando três suspeitos baleados, á situação se agravou na região com.uma sucessão de ataques de granadas de ambas às facções. Criminosos ligados à Tropa do Peixão (TCP) jogaram uma granada com um drone no Morro da Chatub, no Complexo da Penha (CV). . No dia anterior, há haviam atirado outras duas granadas no Morro da Caixa D’Água (CV), também ña Penha. Em resposta à granada lançada no Morro da Chatuba, os traficantes ligados à Tropa do Urso (CV) utilizaram um drone e lançaram uma granada na Cidade Alta (TCP), em Cordovil. : Devido à granada jogada na Chatuba, um morador foi atingido, mas foi socorrido e atendido no Hospital Getúlio Vargas. : Os criminosos ligados ao Peixão (TCP) ainda teriam lançado mais uma granada com drone na Chatuba. A guerra na região se acirrou na semana passada quando nove pessoas foram mortas no Dourado, sendo sete inocentes.

Preso hoje, braço-direito de Doca e BMW é suspeito de envolvimento em morte de figura influente do CV que teve conversa flagrada com chefão sobre liberar campanha de vereador na Gardênia Azul

Preso hoje, Kayky Alves de Oliveira, conhecido como “Jhony”, apontado como gerente do tráfico na Gardênia Azul e braço direito dos traficantes Doca da Penha (Urso) e BMW, lideranças do Comando Vermelho, é suspeito de envolvimento no homicídio de uma figura importante e influente dentro da própria facção. Ele estava com a prisão decretada pela morte de Elder Lima Landim em maio de 2025 no Recreio dos Bandeirantes Elder era um dos homens de confiança do traficante Juan Breno Malta Ramos Rodrigues (vulgo” BMW “), que comanda a Gardênia Azul, além de também ser assessor do então deputado Estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva (vulgo” TH Joias “), sendo responsável por atuar junto à Associação de Moradores da comunidade, administrando os imóveis tomados pelo bando. O nome de Elder ganhou notoriedade na imprensa após uma suposta conversa dele com o traficante Doca datada de março de 2025. Na troca de mensagens, os dois mencionariam uma suposta autorização para que o vereador Salvino Oliveira“trabalhasse” na Gardênia Azul. O político chegou a ser preso mas acabou solto. Segundo relatos, BMW quem teria ordenado a morte de Elder por suspeita de desvio de dinheiro da facção. Elton era uma espécie de síndico da favela ligado a facção. Ele citou nominalmente o vereador Salvino. Ele questiona a um dos chefes se deve obedecer uma orientação recebida para “dar suporte ajudar nos projetos” do então candidato. A prsião Jhony foi monitorado por cerca de nove meses e acabou preso em flagrante pelos crimes de associação para o tráfico e adulteração de sinal identificador de veículo, além de ter contra si dois mandados de prisão preventiva por homicídio qualificado e roubo majorado. Com ele, os agentes apreenderam um caderno com anotações do tráfico e uma motocicleta clonada. Segundo a investigação, o bandido integrava a chamada “Tropa do Urso” e participou das recentes disputas entre facções na Zona Oeste. Ele também é investigado por um roubo de veículo de luxo em Jacarepaguá e . Após a prisão, o criminoso foi encaminhado ao sistema prisional

Violência explode em Cordovil: relatos indicam que TCP tomou Tinta e Dourado após dias de confrontos e CV está a espreita para retomar. Veja relatos de terror na região

Informações que circulam nas redes sociais apontam que, após dias de tiroteios, os traficantes do Terceiro Comando Puro estariam no domínio das comunidades da Tinta e do Dourado, em Cordovil, Os rivais do Comando Vermelho estariam no Quitungo, em Brás de Pina, aguardando o momento certo para retomar as favelas. Os bandidos do Quitungo e da Penha não conseguem atravessar a estrada do Quitungo para retomar ao Dourado e Tinta, Essa tarde teve mais tiroteio. A PM informou que três suspeitos foram baleados na Tinta e Dourado. .Na ação, foram apreendidos uma pistola, um rádio transmissor e uma das motocicletas utilizadas pelos criminosos. O repórter Bruno Assunção afirmou em suas redes sociais que a escalada da violência segue levando medo aos moradores da região. Desde a última sexta-feira, ao menos nove pessoas morreram em episódios relacionados à disputa entre grupos criminosos que atuam na região. Além dos confrontos, moradores relatam uma rotina marcada por insegurança, interrupções na circulação e incerteza sobre o futuro dos bairros. Moradores afirmam que a ausência de policiamento nas áreas onde ocorrem os confrontos tem facilitado o avanço de criminosos por diversas ruas da região. Ao mesmo tempo, dizem que há reforço policial em locais que não fazem parte da disputa territorial. Na noite de terça-feira, a equipe do SBT Rio 2ª Edição percorreu ruas da região e não encontrou viaturas nas áreas onde, segundo os relatos, a tensão é mais intensa. Por questões de segurança, os links ao vivo do telejornal precisaram ser realizados em uma delegacia localizada na região da Penha. O clima de medo já começa a provocar reflexos na vida dos moradores. Pessoas que estão de mudança para a região ou pretendem vender ou alugar imóveis relatam preocupação com a dificuldade para encontrar compradores ou inquilinos em razão da falta de segurança. Segundo os relatos, a violência tem desvalorizado os imóveis e levado famílias a repensarem a permanência nos bairros. Os moradores também afirmam que os impactos já atingem diversos serviços. Motoristas de aplicativo estariam recusando corridas para determinadas ruas, enquanto profissionais das áreas da Saúde e da Educação enfrentam dificuldades para acessar algumas localidades durante os confrontos. Há ainda relatos de que moradores das comunidades do Dourado e da Tinta estariam sendo expulsos por criminosos do TCP, sob suspeitas de serem rivais, informantes da polícia ou de grupos criminosos adversários. Um relato publicado em rede social ilustra bem o terror que se instalou no local “Gente boa noite,sei que o grupo é de vendas, mas infelizmente tive que vim compartilhar com vocês,sabemos que o clima está tenso,mas achamos que nada vai “acontecer; . Estava tranquilamente conversando com uma amiga,ali na entrada da Pica Pau,me despedi e acelerei a moto, foi só sair do lugar, um drone lançou a bomba exatamente em cima da onde estávamos paradas, acelerei tão rápido que só quis fugir com as costas queimando muito, pensei que eu estivesse ferida,mas graças a Deus posso dizer que recebi um livramento e que nasci de novo.Não custa saber ou ser avisada sobre como está nossa região,pois quando menos se espera pode acontecer,então peço a todos que puderem,se resguardarem o máximo” disse. Veja esse outro relato 📍⚠️Drones vistos por moradores na região de Brás de Pina, Cordovil e Penha circular. ⚠️ Muita atenção na região.

Peixão (TCP) estaria planejando atacar base de Beira Mar (CV) no RJ, diz repórter

O repórter Bruno Assunção publicou em suas redes sociais que obteve informações que o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como “Peixão”, apontado como uma das principais lideranças do Terceiro Comando Puro (TCP), estaria planejando uma ofensiva para tentar invadir a Favela Beira-Mar, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, que é a principal base de Fernandinho Beira Mar no RJ. A comunidade Beira-Mar é considerada uma área estratégica pela localização. O território fica próximo a importantes vias de ligação da região metropolitana, à Baía de Guanabara e ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio. A região também é conhecida historicamente por ter sido um dos principais redutos do Comando Vermelho (CV). O nome da comunidade ganhou projeção nacional nas décadas de 1990 e 2000 por causa de Luiz Fernando da Costa, conhecido como Fernandinho Beira-Mar, uma das lideranças mais conhecidas do Comando Vermelho. Ele construiu sua trajetória no tráfico de drogas com forte atuação na região da Baixada Fluminense antes de ser preso em 2001. Segundo as informações obtidas, Peixão retornou ao Rio de Janeiro há cerca de um mês e, no último fim de semana, realizou uma festa em Vigário Geral para marcar os 19 anos de domínio do TCP na região. O evento foi marcado como uma demonstração de força da facção, que tenta ampliar sua área de influência. Além da possível investida contra a Beira-Mar, a liderança do TCP também estaria buscando avançar sobre outras áreas próximas ao Complexo de Israel, como as comunidades do Dourado e Tinta, em Cordovil, regiões próximas ao Quitungo e ao Complexo da Penha. Essas comunidades há dias têm sido palco de tiroteios e registrou uma chacina de sete mortos no último fim de semana. Peixão também está em guerra com traficantes do CV no Jardim América.

Polícia encontrou cabeça humana em local onde ocorreu explosão em Curicica

Equipes do Esquadrão Antibomba da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE) foram acionadas para uma ocorrência de explosão na comunidade Dois Irmãos, em Curicica, supostamente ligada à disputa entre grupos criminosos rivais. O fato ocorreu ontem de noite na sede da associação de moradores. Durante as buscas, os cães farejadores localizaram uma cabeça humana dentro de um saco plástico em uma área apontada como possível cemitério clandestino. Na varredura, também foram encontrados vestígios de explosões compatíveis com artefatos explosivos improvisados (AEIs), que podem ter sido lançados por drones. Os pontos atingidos incluem uma residência, um templo religioso e uma via pública. As investigações seguem para identificar os responsáveis e esclarecer todos os fatos A comunidade Dois Irmãos é controlada pela milícia do Capitão América e tem sido alvo de traficantes do Comando Vermelho. . Traficantes da Tropa do Tricolor (CV) já haviam anunciado a intenção de invadir as áreas dominadas pela milícia do Capitão América. Eles estão chamando os membros da milícia para pularem através das redes sociais.

Veja quem é o traficante responsável pela política expansionista da quadrilha de Peixão (TCP)

Jorge Diego Cardozo Martins, de 39 anos, conhecido no meio criminoso como Jamelão, é apontado como o braço direito de Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, sendo considerado um dos principais nomes da organização criminosa em atuação nas ruas. Jamelão é apontado como o principal financiador das sucessivas ofensivas da facção nas regiões do Tinta, Dourados, Quitungo e Guaporé, em Brás de Pina. Atualmente, Jamelão dividiria a posição de número dois na hierarquia do Complexo de Israel com Aldo Malaquias Santa Rosa, conhecido como Sardinha da Cidade Alta, irmão de Peixão. Além da atuação no tráfico de drogas, ele também é apontado como um dos chefes de uma organização especializada em roubos de cargas e veículos em toda a Baixada Fluminense. Ao lado de Sardinha, ainda seria um dos responsáveis pela ampliação do uso de tecnologias pela facção, incluindo drones e os chamados “capetinhas”, equipamentos utilizados para bloqueio de sinais de comunicação. Após a morte de Geremias, conhecido como Rei do Fumo, Jamelão teria assumido parte da coordenação da política expansionista doa quadrilha de Peixão em diversos territórios da Baixada Fluminense. Entre as áreas citadas estão as comunidades de Aymoré, Inferninho, Nova Brasília e Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, além de Parque Paulista e Massapê, em Duque de Caxias. Segundo as informações, ele também seria responsável por coordenar o envio de reforços e armamentos para comunidades sob influência de Peixão na Baixada Fluminense. Com a perda de diversos integrantes considerados estratégicos da facção na região, Jamelão também teria passado a auxiliar na logística de comunidades de Belford Roxo, entre elas Morro do Machado, Morro das Pedrinhas e Gogó da Ema. Jamelão também é apontado como um dos articuladores dos antigos confrontos entre o TCP e o Comando Vermelho (CV) nas localidades de Imbariê, Santa Lúcia e Rodrigues, em Duque de Caxias. Em 2024, ainda segundo as informações, teria comandado a expansão da facção para áreas que até então não possuíam atuação do tráfico, como os complexos do Mirante e do Mangue Seco, em Pilar, além de costurar acordos com milicianos da região do Parque Santo Antônio (PSA). Essa ofensiva tinha como objetivo estabelecer um novo reduto para abrigar Peixão, que à época era alvo de operações policiais frequentes em Parada de Lucas. Atualmente, os traficantes que ocupavam essas localidades teriam sido redistribuídos entre o Parque Paulista, em Duque de Caxias, e o Buraco do Boi, em Nova Iguaçu. Mais recentemente, Peixão, também conhecido pelo apelido de Moreno, teria assumido parte do controle do tráfico no Morro do Danon, em Nova Iguaçu, utilizando a comunidade como base para investidas do TCP contra áreas controladas pelo Comando Vermelho em Mesquita, incluindo as comunidades da Barreira e do Alto Uruguai. Em imagens divulgadas na Internet, ele aparece usando cordões de ouro com inscrições de versículos bíblicos ao lado do MC FL, identificado como um dos porta-vozes da facção, durante a festa em comemoração aos 19 anos do domínio da comunidade de Vigário Geral pelo TCP, realizada na madrugada do último sábado (11). Jamelão também foi visto ao lado de Peixão e de seus seguranças durante a festa que celebrou os 19 anos do domínio do Terceiro Comando Puro sobre a região da Parada Geral.

Veja a publicação que mostra que Fernandinho Beira-Mar estava incluído na lista do governo dos EUA

Um documento oficial do governo dos Estados Unidos ao qual a reportagem teve acesso confirma a matéria do jornal Extra que o traficante brasileiro Luis Fernando da Costa, conhecido como Fernandinho Beira-Mar, foi incluído na lista de pessoas classificadas pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) como relacionadas ao tráfico internacional de drogas. O registro faz parte da lista de Nacionais Especialmente Designados (SDN) do Departamento do Tesouro americano e identifica Beira-Mar pelo nome completo, apelido, data de nascimento e local de nascimento. No documento, Luis Fernando da Costa (a.k.a. Fernandinho Beira-Mar) aparece com data de nascimento em 4 de julho de 1967 e local de nascimento no Rio de Janeiro, Brasil. A classificação indicada é SDNTK, sigla usada pelo governo americano para identificar pessoas vinculadas ao tráfico internacional de entorpecentes. Além do brasileiro, o mesmo documento lista outros nomes apontados pelo governo dos Estados Unidos como integrantes ou relacionados a redes internacionais de narcotráfico. Entre eles está o mexicano Ismael Zambada Garcia, conhecido como “El Mayo Zambada”, apontado como um dos históricos líderes do cartel de Sinaloa. O registro também cita Eduardo Gonzalez Quirarte, do México, com diferentes nomes falsos atribuídos a ele. A lista inclui ainda Haji Ibrahim, do Paquistão; Samuel Knowles, das Bahamas; Oded Tuito, de Israel, que aparece com diversos nomes alternativos; e Mario Ernesto Villanueva Madrid, ex-governador do estado mexicano de Quintana Roo. Segundo o documento, todos esses nomes estavam classificados pelo OFAC na categoria SDNTK, relacionada ao narcotráfico internacional. A lista também registra alterações em outros nomes. Um deles é Kassim Abbas, identificado como cidadão iraquiano e com endereço posteriormente atualizado para a Alemanha. O documento informa ainda a retirada de Lieride Agudelo Galvez, da Colômbia, da lista de sanções do OFAC. A inclusão de Fernandinho Beira-Mar no cadastro americano demonstra que o governo dos Estados Unidos passou a tratá-lo oficialmente como um alvo de sanções relacionadas ao narcotráfico internacional, com possibilidade de restrições financeiras e comerciais dentro da jurisdição americana. O documento obtido pela reportagem, no entanto, é um registro histórico. A presença do nome de Beira-Mar na lista do OFAC não representa uma nova inclusão, mas confirma uma classificação feita pelo governo americano nos anos 2000. Quem é Beira-Mar Beira-Mar como um dos principais líderes da organização criminosa conhecida como Comando Vermelo), com atuação em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no Complexo de Manguinhos, Complexo do Jacarezinho, Complexo do Chapadão, Complexo do Alemão, todas na capital fluminense, no Complexo do Salgueiro, em Niterói, nos municípios de Macaé, Petrópolis, Rio das Ostras, e, ainda, no Paraguai, Bolívia, Colômbia e Venezuela. Ele possui uma extensa ficha criminal com oitenta e seis anotações, incluindo tráfico nacional e internacional de drogas, tráfico internacional de armas de fogo, lavagem de dinheiro, organização criminosa transnacional, homicídio qualificado, extorsão mediante sequestro, corrupção ativa, entre outros delitos. No ano de 1999, após se evadir do sistema penitenciário fluminense, o agravante se aliou às FARC ¿ Forças Revolucionárias da Colômbia, passando a viver nas selvas deste país, oportunidade em que expandiu a mercancia de drogas a outros países da América do Sul. Dados de inteligência indicam que em 2000, o traficante implementou planos de ameaças a membros do Ministério Público que o investigavam. No ano de 2001, foi preso na selva colombiana. Contudo, mesmo encarcerado, o agravante manteve suas atividades ilícitas, utilizando-se de pessoas próximas e familiares para representá-lo. Nesta perspectiva, consta que somente na 62ª Delegacia de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, situada em Imbariê, Duque de Caxias, existem quarenta e três procedimentos, instaurados entre os anos de 2019 e 2022, que investigam a atuação do agravante e de seus asseclas na prática dos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, associação criminosa, roubo de carga, entre outros. Informações do DEPEN revelam, ainda, histórico de indisciplina do agravante em unidades prisionais. Em 2015, foi condenado a cento e vinte anos de reclusão pelo Tribunal do Júri, em razão de ser o mandante do homicídio de quatro integrantes de facção rival no interior do presídio Bangu I, durante uma rebelião ocorrida no ano de 2002.

PM executado teve celular alvo de pedido de quebra de sigilo após flagrante com 139 kg de cocaína do CV. Objetivo era ampliar as informações sobre seu envolvimento com a facção

Sobre a morte do sargento da Polícia Militar Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, executado com mais de 20 tiros no último fim de semana, em Jacarepaguá, vale lembrar que, quando foi preso em flagrante, em outubro de 2023, transportando 139 quilos de cocaína que, segundo a investigação, seriam destinados a uma comunidade dominada pelo Comando Vermelho, a Polícia Civil representou à Justiça pela quebra do sigilo dos dados de seus telefones celulares e do conteúdo armazenado na conta iCloud. No pedido, a autoridade policial sustentou que o acesso aos aparelhos era essencial para aprofundar as investigações e identificar o maior número possível de integrantes da organização criminosa. A representação destacava que a perícia nos celulares poderia revelar contatos, conversas em aplicativos como WhatsApp, Telegram e Messenger, histórico de chamadas, fotografias, vídeos, e-mails, registros de navegação e outras informações capazes de esclarecer a estrutura e o funcionamento do grupo criminoso. Até o momento, porém, não há informação pública sobre o desfecho desse pedido. Não se sabe se a Justiça autorizou a quebra do sigilo dos aparelhos e dos dados armazenados em nuvem, nem se a análise do material levou à identificação de outros integrantes da organização criminosa ou à obtenção de novos elementos para a investigação. Segundo a Polícia Civil, embora a extração dos dados não se confunda com interceptação telefônica, a medida depende de autorização judicial por envolver o acesso a informações protegidas pelo direito à intimidade. Por esse motivo, foi solicitado o afastamento do sigilo dos aparelhos apreendidos e do conteúdo armazenado na nuvem para subsidiar o avanço das investigações. A execução do policial militar voltou a chamar atenção para esse episódio. Veículos de imprensa do Rio de Janeiro têm divulgado que Yuri Luiz Desiderati Ribeiro era apontado como homem de confiança do traficante Abelha, que até pouco tempo figurava entre as principais lideranças do Comando Vermelho. Como foi a operação A operação que prendeu Yuri na época ocorreu da seguinte forma. Agentes estavam em operação desencadeada pela Polícia Civil no Complexo de favelas da Maré e da Penha, e na Cidade de Deus; Q Em dado momento da operação, dados de inteligência deram conta de que um caminhão branco, placa BCZ7I96, com certa carga de drogas estaria em fuga do Complexo de Favelas da Penha, por conta da operação policial; Que em razão disso, a equipe iniciou buscas nas principais rodovias lindeiras ao Complexo da Penha, quando de repente, a equipe avistou o veículo, decidindo por abordá- lo, na Avenida Brasil, altura da Cidade Alta/RJ; Durante a abordagem, foram identificados o motorista e o policial militar. Ao revistarem o baú daquele caminhão, os agentes constataram se tratar de uma carga de cocaína em caixas de papelão;

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