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Comando Vermelho

CV expulsou TCP de bairro e conquistou todo complexo de favelas de Resende (RJ)

Há cerca de duas semanas, traficantes do Comando Vermelho (CV) da Fazenda da Barra 3, Fazenda da Barra 1, Morada da Barra com apoio de bandidos da Baixada da Olaria invadiram e dominaram a Fazenda da Barra 2 (TCP), em Resende. Vale lembrar que há alguns meses, os Ttaficantes do CV fizeram uma tentativa de invasão porém não conseguiram se manter, Dessa vez o bairro foi dominado, Por enquanto nenhum indício que traficantes do TCP tenham tentado retomar o controle da área. Com a controle da Barra 2, o Complexo da Barra é oficialmente dominado completamente pelo CV, Com as comunidades Jardim do Sol, Rocinha (Localidade no Jardim do Sol), Fazenda da Barra 1, 2 e 3, Morada da Barra e Jardim Martinelli, Todos dominados pelo CV. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Guerra CV x TCP essa madrugada em Meriti

Relatos que que rolou guerra esta madrugsda no Trio de Ouro, em São João de Meriti. Foram traficantes do Comando Vermelho (CV) baqueando a região dominada pelo TCP. Os invasores foram traficantes da Tropa do Justo (CV) e Vila Norma (CV) que usaram a Baiana (CV) como base pra Invadir. FONTE: Submundo Criminal ( Telegram)

“Músicas de Poze são propagandas do CV”, disse chefe da polícia do RJ

O secretário de Estado de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que as músicas de Marlon Brandon Coelho Couto, o MC Poze do Rodo, são “instrumentos de propaganda para a facção Comando Vermelho”. O cantor foi preso em casa, nesta quinta-feira (29), no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste. Ele é investigado por envolvimento com a organização criminosa, tráfico de drogas e associação ao tráfico. Em coletiva de imprensa na Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte, o secretário declarou que as músicas do MC são usadas para divulgação da narcocultura da facção. “Esse suposto MC transformou a música num instrumento de divulgação da narcocultura do Comando Vermelho. As letras são instrumentos de propaganda dessa organização criminosa, enaltecendo o uso de drogas, tráfico e fomentando as disputas rivais”, explicou Curi, que também reportou que as músicas são péssimos exemplos para jovens da comunidade. Após prisão pela DRE, Poze do Rodo foi transferido para a Polinter e de lá para um presídio de Bangu FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denuncia

Presa mulher conhecida como a ‘Dama do Tráfico’ (CV) que participou de reuniões no Ministério da Justiça alegando ser ativista dos direitos humanos

Após cinco meses foragida, Luciane Barbosa Farias — intitulada como Dama do Tráfico — foi presa nesta quarta-feira (28), em Manaus. Condenada a 10 anos de prisão por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa, ela finalmente reencontrou o sistema prisional que tanto dizia defender. Mas Luciane não era conhecida apenas por seus crimes. Ela também se apresentava como presidente do Instituto Liberdade do Amazonas (ILA), uma ONG que, segundo ela, atuava na defesa dos direitos dos presos. Curiosamente, essa mesma ONG foi apontada por investigações como um instrumento de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho — financiada com recursos do tráfico e usada para obter influência política. Durante sua atuação como “ativista”, Luciane participou de reuniões com secretários do Ministério da Justiça, visitou o Conselho Nacional de Justiça e até uma repartição da ONU — sempre se apresentando como defensora dos direitos humanos. Tudo isso enquanto era investigada por seu envolvimento com o crime organizado. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Traficante Doca (CV) comandava roubos a joalherias no Rio que contavam com a participação de bandidos do Amazonas e do Pará

O traficante Doca ou Urso, chefão do Comando Vermelho, chegou a comandar há alguns roubos a joalheiras na cidade do Rio de Janeiro. Os crimes tinham a participação de criminosos do Pará e do Amazonas que estavam escondidos na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha. Um dos roubos foi em Ipanema. Doca era o responsável por orquestrar os roubos, organizando o grupo, inclusive incluindo membros da facção, que conhecessem a cidade do Rio de Janeiro, servindo como guia para os criminosos de outros tados. Parte dos lucros dos roubos eram detinados a Doca. As armas eram fornecidas pelo traficante Pedro Bala, parceiro de Doca. Um dos bandidos envolvidos nos roubos era o de vulgo Geová, que também era integrante do tráfico no Morro da Mangueira e oriundo do Pará.A mãe de Geová chegou a falar diretamente com Doca para que não punisse seu filho por um desentendimento ocorrido entre ele e um bandido. Doca teria dito que no período que Geová trabalhou para ele, não deixou nada a desejar. Geová tinha muito dinheiro, cordões de ouro, casa, carro. Todos esses bens auferidos com produto dos roubos perpetrados por ele e seu bando. Os envolvidos são alvo de um processo criminal que tramita ainda em forma de inquérito desde 2021 no TJ-RJ FONTE: TJ-RJ

CV invadiu morro do TCP na Tijuca, matou um rival, exibiu vídeo com corpo do morto e ainda debochou. “Foi um prazer ir aí e matar vocês”

Durante a madrugada de hoje, traficantes do Comando Vermelho dos morros do Borel e Andaraí deram um baque no morro da Chácara( do Céu TCP), na Tijuca. Na ação, mataram um traficante do TCP e conseguiram pegar uma arma do rival. Os bandidos ainda foram para ss redes sociais debochar. “Equuipe matancia operações especiais foi um prazer ir aí e matar vocês tcp…. Ainda exibiram um vídeo com o corpo do rival morto FONTE: Bau do Rio OFC (Telegram)

Poze foi absolvido no ano passado em processo por associação ao tráfico suspeito de fazer show em aniversário de traficante número 2 do Jacarezinho (CV), exaltar bandidos e cantar música ameaçando a milícia

MC Poze do Rodo foi absolvido no ano passado de um processo por associação ao tráfico de drogas. A ação envolvia traficantes da Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, domnada pelo Comando Vermelho. A sentença dizia que o funkeiro tinha a função de mestre de cerimônias dos bailes funks financiados pelo tráfico e realizados nas comunidades dominadas pela dita facção criminosa, tendo este declarado em sede policial que “defende a bandeira do Comando Vermelho” e só cantava em bailes realizados em comunidades por ela dominadas. Na função de MC, Poze participou da comemoração ao aniversário do traficante vulgo Fred, segundo na hierarquia do crime do Jacarezinho e cantou “funks proibidões”, cuja letra dizia “Milícia se brotar, a bala vai comer”, “Eu tô cheio de ódio, eu tô boladão”. Poze foi acusado de fazer apologia de fato criminoso e de autor de crime, na medida em que, enquanto cantava músicas que faziam larga alusão a crimes, centenas de disparos de armas de fogo eram desferidos para o alto pelos participantes, em local densamente habitado, oportunidade em que Poze os acompanhava, fazendo gestos simulando disparos de armas de fogo com ambas as mãos, rindo e dançando, não tendo se intimidado e nem se constrangido em nenhum momento em razão das rajadas disparadas pelo público. Além disso, o funkeiro saudou os elementos de vulgo “Diguinho, Caracu e Fred”. No dia dos fatos, foi realizado o baile funk denominado Pistão e Poze foi contratado o que somente realiza eventos em comunidades dominadas pelo “Comando Vermelho”, por já ter exercido a função de “vapor” na Comunidade do Rodo, em Santa Cruz, até os traficantes serem expulsos daquela localidade pela milícia. Poze falou na época que, no passado, integrava a facção criminosa mas negou as acusações. Asseverou que, no dia do suposto vídeo, iria fazer dois shows, um em São Gonçalo e outro na Comunidade do Jacarezinho. Alegou que, como cantor de rap, trap e funk, as letras de suas músicas abordam temas como amor, cotidiano dos moradores de comunidades, filhos, entre outras temáticas contemporâneas. Explicou que o nome “MC Poze do Rodo” é seu nome artístico, e não seu vulgo como qualificou a denúncia. Disse que foi surpreendido quando chegou a informação, por meio de seu antigo produtor musical, que teria que ir à delegacia em razão do acontecimento de um show na comunidade do Jacarezinho, negando conhecer os outros réus. Disse também que desconhecia que o show contratado se destinava a comemoração do acusado Fred., esclarecendo que, em seus shows, não participa diretamente da contratação nem mesmo sobre os pagamentos, sendo estas informações e encargos responsabilidade de sua equipe.Ainda, disse que não tem como “controlar quem frequenta o show”, não se recordando nem das presenças de crianças nem mesmo de disparos de armas de fogo efetuados. Quanto as saudações/menções à traficantes, referidas em trecho da denúncia, Poze asseverou que constantemente faz “saudações”, mas que não é “direcionado” para ninguém especificamente. Disse, ainda que as fotos anexadas ao inquérito, do acusado portanto armas de fogo, foram tiradas durante a produção de vídeo clipes musicais realizados no lugar onde morava, quando menor, não se tratando de armas de fogo. Por outro lado, afirma que, em que pese ter narrado em seu termo de declaração o contrário, sempre morou em comunidade, tinha o convívio com pessoas ligadas ao tráfico, mas que nunca participou do movimento criminoso do tráfico de drogas. Por fim, disse que destacou que suas músicas possuem letras que “dizem de tudo, menos sobre facções criminosas”. Falam sobre o dia a dia de uma pessoa de comunidade. E desconhece completamente as letras de músicas descritas na denúncia. Para absolver Poze, a Justiça alegou que não havia elementos suficientes e necessários a formação de convicção exauriente. Segundo os autos, ao fim da instrução, nem mesmo se pode concluir sobre a autenticidade do vídeo que deu azo ao início da ação penal. Os dois policiais civis ouvidos em juízo confirmaram que o vídeo em que aparece Poze em um show não foi periciado. Não há nem mesmo como se afirmar que o show foi realizado no dia dos fatos narrados na denúncia. O que se tem como incontroverso é que o acusado Marlon é um artista de canta músicas a retratar o dia a dia das comunidades mais vulneráveis.Como ressaltou o acusado em sede judicial, suas músicas narram situações de pessoas, que fazem parte destes ambientes, à margem da sociedade. As narrativas cantadas pelo acusado em hipótese alguma podem ser enquadradas ao tipo penal de apologia ao crime, uma vez que são somente retratos adquiridos pelo acusado diante todo o vivenciado em sua trajetória. Como dito anteriormente, há, de início, dúvidas acerca da autenticidade do vídeo em que, supostamente, apareceria o acusado em um show na comunidade. Além do único vídeo juntado, não houve qualquer apreensão de armamento ou material relacionado a prática de crimes. Os dois policiais ouvidos não estavam no local no suposto show, tendo apenas se confrontado com o vídeo veiculado pela internet. Dizer que as palavras destacadas em denúncia “Milícia se brotar, a bala vai comer” e “Eu tõ cheio de odio, eu tô boladão”, incitam a prática de delitos fogem a lógica razoável de nossa realidade cotidiana e se aproximam de impressões preconceituosas que vez ou outra insistem em afrontar a prática democrática da liberdade de expressão. FONTE: TJ-RJ

MC POZE É PRESO SUSPEITO DE LIGAÇÃO COM O CV

Foi preso hoje o famoso funkeiro MC Poze do Rodo , que é investigado por apologia ao crime e por envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho (CV). Poze realiza shows exclusivamente em áreas dominadas pelo CV, com a presença ostensiva de traficantes armados com armas de grosso calibre, como fuzis, garantindo a “segurança” do artista e do evento. O repertório das músicas entoadas por ele faz clara apologia ao tráfico de drogas, ao uso ilegal de armas de fogo e incita confrontos armados entre facções rivais, o que frequentemente resulta em vítimas inocentes. Esses eventos são estrategicamente utilizados pela facção para aumentar seus lucros com a venda de entorpecentes, revertendo os recursos para a aquisição de mais drogas, armas de fogo e outros equipamentos necessários à prática de crimes. Há evidências de que os shows realizados pelo artista são financiados pelo CV, contribuindo para o fortalecimento financeiro da facção por meio do aumento do consumo de drogas nas comunidades onde os eventos são realizados. Um desses eventos foi realizado no dia 19 de maio deste ano, na comunidade da Cidade de Deus, com a presença de diversos traficantes armados. O show, no qual o cantor entoou diversas músicas enaltecendo a facção criminosa, ocorreu poucas horas antes da morte do policial civil José Antônio Lourenço, integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), em uma operação policial na comunidade. A Polícia Civil reforça que as letras extrapolam os limites constitucionais da liberdade de expressão e artística, configurando crimes graves de apologia ao crime e associação para o tráfico de drogas. FONTE:: Policia Civil do RJ

PM foi flagrado em vídeo em encontro com chefe do CV na Ilha

Um policial militar foi flagrado em um vídeo conversando com o chefe do tráfico do Morro do Barbante, na Ilha do Governador, vulgo Cachulé, do Comando Vermelho. As imagens mostraram o PM segurando uma sacola verde sem dar para ver o que tinha dentro A conversa ocorreu sob os olhares de dois seguranças de Cachulé. Após a conversa, o chefão do tráfico deixou o.local portando um fuzil. A Assessoria de Imprensa da Polícia Militar informa que a corporação não compactua com quaisquer desvios de conduta ou crimes cometidos por policiais, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos. FONTE: As informações são do.jornalista Bruno Assunção e PMERJ

MP recebeu denúncia que o traficante Doca (CV) estava planejando matar policiais mas arquivou o caso. SAIBA O MOTIVO

o O Ministério Público Estadual do Rio chegou a receber em 2023 uma denúncia que traficantes do Comando Vermelho, liderados por Doca ou Urso, estariam planejando matar policiais, estando inclusive com o recrutamento de menores para tanto. Segundo o comunicado, um bandido do Caramujo, em Niterói, estaria no Complexo da Penha recebendo telefonemas de presos, entre eles o vulgo Bananinha, que estariam na cadeia por homicidio e planejando outros crimes de dentro da prisão. A denúncia acabou arquivada sob alegação de que noticia veio desacompanhada de qualquer outro elemento a corrobora-la. Empreendidos esforços da equipe de promotores, não houve êxito na plena identificação do noticiante, tendo sido constatado, no mais, que o enderego indicado pelo remetente estaria situado no Morro do Estado, em Niterói. Apurou-se que um dos envolvidos é egresso do sistema penal e que Bananinha e o outro preso estão acautelados no Alfredo Trajan. “A comunicação manuscrita esta desacompanhada de qualquer outro elemento a corrobora-la, entretanto, por cautela, foi determinado que fosse encaminhada copia dos autos a SEAP para ciencia, ante a noticia de que pianos criminosos que podem envolver integrantes do sistema prisional”, disse o MP. O MP argumentou ainda verificou a inexistência de indlcios minimos que justifiquem a deflagraqao formal de uma investigaqao penal. Afinal, não foram indicados quaisquer outros elementos que pudessem viabilizar a definigao de linhas investigativas. Mesmo assim, por cautela, foi determinada a expedigao de oficios a SEAP e a 3a PJIP de Bangu e Campo Grande2, com a copia integral do presente feito, para fins de ciência e adocao de medidas cabiveis, no ambito de suas atribuições, ante a informações de que Banainha e um comparsa estariam realizando ligações telefônicas mesmo estando acautelados. FONTE: MPRJ

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