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Falso policial civil foi preso em reduto de Peixão (TCP) fazendo segurança de comerciantes

Foi preso um falso poicial civil que prestava serviços de segurança privada a comerciantes de Paradas de Lucas, Zona Norte do Rio., reduto do traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. O suspeito já estava sendo monitorado pelas equipes há três semanas, após denúncias. As investigações provaram que ele, valendo-se da falsa identidade, fingia ser agente de segurança para conquistar a confiança de comerciantes e moradores e desta forma cobrar pelo serviço de segurança particular. O homem foi preso no momento em que cobrava pela segurança prestada a um dos comerciantes, armado. O criminoso tentou enganar os agentes identificando-se como colega de profissão tendo, inclusive, apresentado uma carteira funcional falsificada do Estado do Rio de Janeiro. Com ele, foram apreendidos uma pistola, carregadores municiados e um distintivo falso, allém de uma identificação de agente de segurança e um distintivo do Poder legislativo, ambos falsos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Apesar de ter sido encontrado material roubado de concessionárias, dono de provedor de internet preso suspeito de ligações com Peixão (TCP) já está solto

Já está solto o proprietário de uma empresa de internet preso em março suspeito de ligações com o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão. Este provedor foi alvo de diversos disque denúncias, que citam ligação dele com Peixão. Na sede da empresa, em Vigário Geral, foram encontrados diversos itens subtraídos de concessionárias de serviço público, relativos a telecomunicações. Não foram apresentadas, porém, nota fiscal do material nem documentação referente à atividade prestada. Na sua decisão, a Justiça alegou que não se imputa a prática de crime com violência ou grave ameaça. Portanto, conclui-se ser suficiente e adequada a substituição da prisão preventiva por outras medidas cautelares a elas alternativas como meio para evitar a prática de novos crimes. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeior

Bandido foi morto em operação contra o CV no Terreirão

Um bandido foi morto durante operação da Policia Civil na tarde desta quinta-feira (17) na comunidade do Terreirão, no bairro Recreio dos Bandeirantes, área identificada como ponto estratégico de atuação do tráfico local. Durante patrulhamento pela Rua Zélio Valverde, os agentes avistaram dois indivíduos em atitude suspeita no interior do conhecido “Beco do Borracheiro”, local que abriga uma boca de fumo do Comando Vermelho e onde a Drssrme á havia efetuado prisão em ação anterior. Diante do cenário, a equipe decidiu pela abordagem. Com a chegada dos policiais, os suspeitos tentaram fugir. Um deles foi rapidamente capturado, portando um rádio comunicador sintonizado na frequência da facção. O segundo indivíduo correu até o final do beco e, ao subir uma escada, efetuou disparos contra os agentes, que reagiram à injusta agressão. O confronto resultou na neutralização do criminoso, que foi socorrido por bombeiros ao Hospital Lourenço Jorge, mas não resistiu aos ferimentos e evoluiu a óbito. Com ele foram apreendidos uma pistola calibre 9mm, uma carga de cocaína e maconha, além de outro rádio comunicador. A ação integra a Opeeação Contenção de enfrentamento à expansão territorial do Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio. FONTE: Polícia Civil.do RJ

Choque apreendeu três fuzis e duas granadas em confronto na Muzema (CV)

Ação do Batalhão de Choque da PMERJ, nesta madrugada, apreendeu três fuzis, duas granadas e munições, durante ocupação, na comunidade da Muzema, Itanhangá. Houve confronto. Dois suspeitos foram detidos, um deles com mandado de prisão em aberto. Ocorrência encaminhada à 16ª DP (Barra da Tijuca) FONTE: PMERJ

BOPE matou três em operação em favelas do CV em Madureira

Agentes do BOPE realizaram operação nas comunidades do Cajueiro, Congonha e Faz Quem Quer, em Madureir,a nesta quinta (17). A ação visou impedir confronto entre facções. Houve troca de tiros e três criminosos foram baleados e não resistiram. Entre os mortos estão “VT” e “Shrek”, apontados como lideranças do tráfico e ligados à morte de um policial no mês passado. Três criminosos foram presos. Foram apreendidos 3 fuzis, 3 pistolas, 1 revólver e drogas. FONTE: PMERJ

Saiba como cada miliciano preso em festão em Caxias no fim de semana foi flagrado

No último domingo, a Polícia Civil invadiu uma festa da milícia em Duque de Caxias e prendeu nove suspeitos. Veja como cada um deles foi flagradoDe acordo com os depoimentos, os agentes da lei se dirigiram ao local indicado e encontraram: As circunstâncias da prisão, com a apreensão de farto material bélico (armas e munições), bem como as informações prévias de inteligência recebidas pela DHBF e a 38ª DP, sugerem o envolvimento dos custodiados com atividade de milícia, que aterroriza comerciantes e moradores de Duque de Caxias, sendo indispensável a cautelar extrema para que seja interrompida a prática delitiva. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia aprendeu em Caxias 100 kg de cocaína avaliados em R$ 2 milhões que abasteceria favelas do CV

A Polícia Civil apreendeu 100 quilos de cocaína avaliados em cerca de R$ 2 milhões em Duque de Caxias. A droga, que veio de fora do Estado do Rio de Janeiro abasteceria comunidades dominadas pela facção criminosa Comando Vermelho. O entorpecente estava dentro de uma caminhonete estacionada em via pública. O lucro com a venda da droga seria empregado para fortalecer a estrutura da facção com a aquisição de armas de grosso calibre e munições. Além disso, parte do dinheiro seria revertido para a “caixinha” da organização criminosa, principal fonte de sustentação da guerra de expansão territorial que vem ocorrendo em diferentes pontos do estado do Rio de Janeiro, inclusive na Zona Oeste. As investigações continuam para identificar e prender os envolvidos. FONTE: Polícia Civil do RJ

Depois que a milícia se aliou ao TCP, bandidos do CV foram presos no Catiri

A PM prendeu na tarde de hoje(14/04) quatro traficantes do Comando Vermelho durante uma ação realizada na comunidade do Catiri, em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. De acordo com dados de inteligência do 14° BPM, os presos integravam o grupo conhecido como “Crias do Jardim Bangu”, com ligações com o tráfico de drogas da Vila Kennedy atuando diretamente nas disputadas territoriais com a quadrilha que atua na região da Vila Aliança (TCP) que se aliou aos milicianos do Catiri Agentes do Grupamento de Ações Táticas da unidade realizavam buscas pela localidade conhecida como Projetada B, quando efetuaram a prisão de dois criminosos. Em uma segunda ação de patrulhamento, os militares prenderam outros dois indivíduos. Entre eles, três dos pressos possuem passagens pela polícia. Com eles foram apreendidas três pistolas, um rádio transmissor e uma granada. A ocorrência foi registrada na 34ª DP (Bangu). FONTE: PMERJ

Churrasco da milícia em Nova Iguaçu em fevereiro que terminou com cerca de 40 pessoas detidas, 16 ficaram presos na época mas depois 14 foram soltos

Em 24 de fevereiro, a polícia invadiu um churrasco da milícia em um sítio no bairro de Austin, em Queimados, e levou cerca de 40 pessoas para a delegacia. Na época, 16 deles ficaram presos, entretanto, a Justiça concedeu alvará de soltura para 14 deles ficando apenas dois deles na cadeia. Sete deles acabaram liberados porque foram encontrados na área de matagal, local onde foram dispensados aparelhos celulares e armas de fogo. É um nada, face o natural corre-corre diante do aparecimento da polícia no evento festivo. Os outros cinco foram soltos porque os autos não descrevem qualquer conduta criminosa, apenas, de forma genérica, imputa fatos criminosos. Aqui a inferência hospeda-se pelo simples comparecimento ao evento. Quanto aos outros dois, um foi encontrado próximo de 01 (um) revólver calibre .38mm com 04 (quatro) munições intactas no banco do motorista do Honda Civic branco, placa KPS5H08 e anotações de cobranças típicas da milícia privada. O outro, os fatos merecem um maior aprofundamento investigativo. Mas a Justiça argumentou que a denúncia não descreve qualquer comportamento dos denunciados que demonstre domínio ou posse consciente do conteúdo da bolsa ou material encontrado no veículo, tampouco registra que os denunciados tenham sido visto portando ou manipulando as armas ali encontradas. A simples presença dos documentos de identificação, por si só, não foi suficiente para presumir a posse ou propriedade das armas de fogo, carecendo mesmo a hipótese de melhores elementos informativos. A Justiça alegou ainda que ocorria um evento festivo, com inúmeras pessoas e que teria inclusive, ocorrido cobrança de ingressos dos participantes. Existe indícios que a festa realizada reunia diversos integrantes da organização criminosa. Sem embargo, via de regra, a apuração deste delito permanente exige aprofundamento investigatório. É claro que no evento havia milicianos, mas a estrutura criminosa hospeda a necessidade da inicial penal descrever minimamente a conduta do integrante. Cobrador, gerente financeiro, chefe, de que área, qual a conduta imputada, afinal não se pode descartar que nem todos que estavam na festa não integre a organização criminosa. Quanto aos dois que ficaram preso justifica-se em razão dos indícios de que os réus integrem organização criminosa, eis que que foram apreendidos além de grande quantidade de armas de fogo, veículos que haviam sido roubados, devendo-se salientar que houve apreensão de papéis da contabilidade referentes à cobrança da conhecida “taxa de segurança. Os autos apontam que parte do grupo fazia parte da milícia de Queimados e foram apreendidos no local uma arma de fogo Taurus, calibre .38mm, (ii) uma arma de fogo Taurus, calibre 40.mm, um revólver calibre .38mm uma arma de fogo Taurus, calibre .9mm, número de série ADE291808 (fls. 201); (v) uma arma de fogo Taurus, calibre .32mm, número de série 666846, (vi) uma arma de fogo Taurus, calibre .38mm, ; (vii) uma arma de fogo Taurus, calibre .380mm, (viii) uma arma de fogo Taurus, calibre .40mm; (ix) uma arma de fogo Taurus, calibre .9mm, (x) uma arma de fogo Glock, calibre .40mm, número de série AAMV324 (fls. 212); (xi) uma arma de fogo Glock, calibre .9mm, número de série ACLN381 (fls. 213); (xii) uma arma de fogo calibre .9mm, fabricante Emtan, modelo Ramon), além de 20 (vinte) munições calibre .38mm, 38 (trinta e oito) munições calibre .38mm, 81 (oitenta e uma) munições calibre .9mm, 125 (cento e vinte e cinco) munições calibre .40mm, 3 (três) munições calibre .32mm. e 69 (sessenta e nove) munições calibre .9mm, 5 (cinco) carregadores calibre .380mm, 9 (nove) carregadores calibre .40mm, 3 (três) carregadores de calibre não identificado. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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