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Guerra em Anchieta teve dois baleados e um morto

Criminosos do Terceiro Comando Puro (TCP) tentaram retomar neste domingo a favela Az de Ouro, em Anchieta, tomada pelo Comando Vermelho (CV). Houve intenso tiroteio, e três integrantes do CV foram baleados —um deles, conhecido como “Sapinho”, não resistiu. Um fuzil usado na ofensiva foi exibido nas redes sociais por um membro do TCP. Policiais do 41° BPM foram atacados por disparos de arma de fogo durante patrulhamento pela comunidade Az de Ouro. Cessados os disparos, os militares detiveram um suspeito e apreenderam uma pistola e entorpecentes. A ocorrência foi encaminhada à 31ª DP. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assuncão e PMERJ Moradores relataram momentos de pânico durante o confronto.

Polícia Civil do Rio pediu a Justiça que fuzis apreendidas em área de Peixão (TCP) fossem incorporados ao arsenal da DRE

A Polícia Civil solicitou à Justiça que seja incorporado ao arsenal da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) três fuzis e quato carregadores apreendidos durante uma operação no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, em junho deste ano. No pedido, a corporação diz que armas apreendidas estavam sob posse de traficantes fortemente armados que integravam os quadros operacionais da facção TCP e cuja atuação armada representava grave risco à segurança pública e à integridade dos agentes estatais “Nestes autos consta a apreensão de três desses fuzis, armas estas que são de interesse desta Delegacia Especializada, para que sejam convertidas à força policial do Estado e passe a integrar o arsenal bélico da Polícia Judiciária, com o fito de auxiliar no combate ao crime organizado que assola o Estado. ” . Segundo a polícia, a destinação das armas de fogo apreendidas às forças de segurança pública constitui medida de elevado interesse estratégico e legal e existe uma lei que autoriza a transferência desses armamentos para uso das instituições policiais, mediante autorização judicial, após manifestação do Ministério Público e avaliação técnica. De acordo com a PCERJ, trata-se de um instrumento jurídico que permite não apenas a racionalização do uso de bens apreendidos, mas também o fortalecimento concreto da capacidade operacional do Estado na repressão a crimes de alta complexidade, em especial os praticados por organizações criminosas armadas. A polícia argumenta que em um cenário como o do Estado do Rio de Janeiro, onde o tráfico de drogas e o crime organizado exercem domínio armado sobre vastos territórios urbanos, como ocorre em áreas controladas por facções como o Terceiro Comando Puro (TCP) e o Comando Vermelho (CV), a presença de armamentos de uso restrito – tais como fuzis, metralhadoras e artefatos explosivos – nas mãos de criminosos representa uma ameaça direta à soberania estatal e à integridade das forças de segurança. A DRE, por sua natureza institucional, atua de forma direta e estratégica no enfrentamento ao narcotráfico em sua estrutura mais organizada, realizando investigações de médio e longo prazo, diligências em áreas de risco e operações de alta complexidade que exigem preparo técnico e armamento compatível com a resistência oferecida por criminosos fortemente armados. O fortalecimento dessa unidade, mediante a destinação de fuzis e outras armas apreendidas em operações legítimas, representa um ganho imediato para a eficácia policial e para a segurança dos agentes que atuam na linha de frente do combate ao crime organizado. Além da evidente economia de recursos públicos que a medida proporciona – evitando a necessidade de aquisição de armamentos novos – a conversão de armas outrora utilizadas para o cometimento de crimes em ferramentas de repressão legal carrega profundo simbolismo institucional. Trata-se de uma inversão de finalidade: o que antes servia para intimidar a população e combater o Estado, passa a integrar o patrimônio estatal e ser utilizado em prol da ordem, da justiça e da proteção social. Por fim, é preciso destacar que a medida reforça a presença estatal em regiões vulneráveis, reequilibra o poder de enfrentamento frente às facções criminosas e sinaliza à sociedade que o Estado está preparado para reagir com inteligência, legalidade e força legítima. A Polícia Civil informou ainda que Informa-se, desde já, que todo armamento incorporado aos quadros da corporação passa por uma revisão e manutenção realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos, com recebimento de número de série e brasão institucional, bem como anotação em livro e registro de controle bélico, de forma que sua utilização se dê de forma segura e controlada pelos profissionais de segurança. Para a polícia, a destinação das armas de fogo apreendidas às unidades policiais, com destaque neste caso para a Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE, constitui iniciativa essencial no fortalecimento das instituições encarregadas de proteger a ordem pública e enfrentar o crime organizado de maneira eficaz e duradoura Nesse contexto, a incorporação dessas armas, quando legalmente viável, ao acervo da 6,J/0.0>0, , e em especial de unidades especializadas como a +,+-./0.1++23+00000-00+/+78+4 , revela-se medida fundamental para a readequação do equilíbrio de forças em territórios conflagrado FONTE: TJ-RJ

Presos em Caxias narcoterroristas do CV de alta periculosidade

L L Policiais militares prenderam na última quarta-feira, em uma operação na Comunidade do Parque das Missões, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, dois criminosos, Alexsandro da Silva, de 29 anos e Felipe Moreira da Silva, de 24, membros da Organização Narcoterrorista Comando Vermelho e considerados de Alta Periculosidade pelo sistema carcerário. Na ação foram apreendidos armamentos e uma grande quantidade de entorpecentes, que estavam sendo comercializados na região.  Policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT), realizavam patrulhamento na localidade com o objetivo de coibir o tráfico de drogas e os crimes conexos à traficância, como o roubo de cargas e veículos que costumam ocorrer na região. Durante o cerco, os policiais avistaram dois criminosos, que ao perceberem a aproximação da viatura policial, empreenderam fuga. Foi iniciado cerco na área, e a guarnição conseguiu localizar ambos, que estavam em posse dos seguintes materiais que apreendidos: 01 pistola Beretta APX, cal. 9mm, numeração suprimida; 01 carregador de pistola cal. 9mm; 06 munições intactas cal. 9mm; 01 pistola Taurus G2C, cal. 9mm, numeração suprimida; 01 carregador de pistola cal. 9mm; 12 munições intactas cal. 9mm; 02 rádios transmissor; 02 cintos de guarnição; 371 trouxinhas de maconha; 242 pinos de cocaína e 367 pedras de crack. Todos os materiais arrecadados, bem como os detidos, foram conduzidos à sede da 59ª DP (Duque de Caxias), para os procedimentos de praxe, onde foi constatado um mandado de prisão, em desfavor de Alexandre da Silva, pelo crime de tráfico de drogas. Os acusados também foram autuados pelo crime de associação para o tráfico e tráfico de drogas, e permaneceram presos e todo o material ficou apreendido, sendo que após os trâmites legais, eles foram conduzidos a uma unidade prisional da SEAP/EJ, onde já estão acautelados à disposição da Justiça.  FONTE: Disque Denúncia RJ

Bandido do Dendê (TCP) preso disse que se arrisca a trabalhar no tráfico para ganhar R$ 50 por dia

Durante patrulhamento na Ilha do Governador, uma guarnição do GAT do 17BPM percebeu dois homens em uma motocicleta em atitude suspeita. Após a abordagem, os policiais desconfiaram do possível envolvimento de um dos detidos com o tráfico de drogas e o conduziram à 37ª DP. Na delegacia, após análise da autoridade policial, foi determinada a prisão em flagrante por associação para o tráfico de drogas. O acusado declarou aos policiais militares e civis de plantão que integra o tráfico de entorpecentes do Morro do Dendê, sendo membro da facção TCP (Terceiro Comando Puro). Segundo ele, exerce a função de “atividade” na “boca da Barricada” — ponto de venda localizado na Rua Cali —, atuando no turno da noite e recebendo R$ 50 por dia. O suspeito é conhecido pelo apelido de “América”. FONTE; redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Moradora há 40 anos no Complexo do Chapadão (CV) contou à polícia que parentes considerados X9 pelos traficantes foram convocados para uma reunião no alto do morro e nunca mais apareceram

Uma mulher que vive há cerca de 40 anos na comunidade do Final Feliz, em Anchieta, no Complexo do Chapadão, disse para a polícia que alguns de seus parentes, em passado recente, envolveram-se com o tráfico de drogas local após a tomada da região pela facção criminosa Comando Vermelho (CV). Segundo relato prestado, tais parentes foram posteriormente rotulados como “X-9” e, em razão disso, convocados para uma reunião na parte alta do Morro do Chapadão, não sendo mais vistos desde então, sem que suas famílias sequer tivessem o direito de velar seus corpos. Ressalte-se que a testemunha forneceu todas as informações de forma cautelosa, com a preocupação de preservar sua identidade, declarando não desejar expor detalhes que possam levar à sua identificação, razão pela qual optou pelo anonimato. Ainda assim, manifestou firme propósito de colaborar com a Polícia, visando subsidiar ações investigativas futuras. A testemunha disse ainda para os policaiis que na data de 12/08/2025 ocorreria reunião da cúpula do Comando Vermelho na comunidade do Final Feliz, precisamente, no estabelecimento conhecido como “Bar da Tia” . A testemunha frisou que, nessas ocasiões, há perceptível aumento do número de soldados armados do tráfico, fator que chama a atenção dos moradores. Destacou ainda que a reunião teria como objetivo uma prestação de contas da facção , contando com a presença de criminosos fortemente armados vindos de outras localidades. Entre os nomes citados, indicou como prováveis participantes: Pará – responsável por quase todas as bocas de fumo do Chapadão; DG “Pirata”; “Aladin” – da comunidade da Alvorada; “DN” – da comunidade do Himalaia, procurado por envolvimento no homicídio de um major do Corpo de Bombeiros; “PT”. Com base na informação recebida, o delegado determinou diligência cautelosa, com apoio da Polícia Militar. No dia 12/08/2025 foi desencadeada operação a partir das primeiras horas da manhã, empregando veículos descaracterizados, posicionamento estratégico de agentes da 31a DP e da P/2 do 41º BPM, além de viaturas blindadas em prontidão. Na Rua Severina de Oliveira , nas imediações do “Bar da Tia”, agentes visualizaram dois indivíduos em atitude suspeita. Estes, ao perceberem a presença policial, acionaram rádios transmissores, o que ocasionou o disparo de fogos de artifício em pontos da comunidade, típico sinal de alerta aos demais criminosos. Na sequência, os indivíduos tentaram empreender fuga, mas foram alcançados em um imóvel, Foram apreendidos 473 (quatrocentos e setenta e três) pinos de cocaína;188 (cento e oitenta e oito) trouxinhas de maconha;160 (cento e sessenta) pedras de crack;02 (dois) rádios transmissores;02 (dois) aparelhos celulares;02 (duas) folhas com anotações financeiras expressivas, vinculadas a movimentações por PIX em nomes de integrantes da facção. Os entorpecentes estavam embalados em invólucros plásticos com inscrições alusivas ao Comando Vermelho, tais como: “CPX DO FINAL FELIZ CV CRACK R$10 PÂNICO ORIGINAL C.V. RETORNO SEMANA MALUCA PÓ 3” . As anotações apreendidas revelaram movimentações financeiras vultosas, demonstrando a robustez econômica da organização criminosa. Consta que: Em uma das folhas, registrou-se o montante de quatrocentos e vinte e um mil, setecentos e vinte e cinco reais e setenta e oito centavos). Em outra, foram identificadas anotações vinculadas a prestações do Banco doBrasil, que, somadas, totalizaram trezentos e doze mil, oitocentos e vinte e sete reais e setenta e seis centavos). Por fim, em folha diversa, verificou-se o total de cento e cinquenta e oito mil, novecentos e cinquenta e oito reais Esses valores, quando analisados em conjunto, conforme Laudo ICCE-RJ-SPE- 042648/2025, evidenciam que a contabilidade paralela apreendida guarda relação direta com o expressivo fluxo de capitais movimentados pela facção criminosa, demonstrando não apenas a elevada capacidade financeira da organização, mas também a sofisticação empregada na gestão de seus recursos ilícitos. Nos mesmos laudos periciais elaborados às folhas indicadas, a perícia técnica da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro identificou a existência de terminais telefônicos e respectivos IMEIs diretamente vinculados à facção criminosa e relacionados às anotações financeiras movimentadas via PIX. Diante de tais evoluções investigativas, para o avanço das apurações mostra-se imprescindível a análise dos aparelhos apreendidos. Com a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante nº 031-05054/2025, verifica-se que a prisão dos nacionais, somada ao contexto e às circunstâncias delituosas em que se deu, oportunizou a abertura de relevante linha investigativa. Os materiais arrecadados com os conduzidos apresentam-se como peças fundamentais à elucidação dos fatos, porquanto revelam não apenas o liame criminoso que os envolve, mas também fornecem subsídios concretos acerca da dimensão da força financeira da organização criminosa, tendo em vista as expressivas cifras já identificadas durante a análise preliminar. Ressalte-se que não há outra forma eficaz de aprofundar as investigações, uma vez que, nessas localidades, impera a lei do silêncio e do medo. Qualquer tentativa de aproximação de testemunhas às forças de segurança do Estado é rapidamente percebida pelos criminosos, que as rotulam como “X-9” e as executam sumariamente. Dessa forma, mostra-se imprescindível a decretação de medidas judiciais específicas, seja para o afastamento do sigilo de dados telemáticos dos aparelhos apreendidos, seja para a quebra de sigilo dos terminais identificados na perícia documentoscópica, bem como para o rastreamento e análise das movimentações financeiras evidenciadas nas anotações colhidas. FONTE: TJ-RJ e PCERJ

Traficantes do CV estão colocando explosivos em barricadas

Um cone com um artefato explosivo, que pode ser detonado remotamente, foi encontrado no Morro do Barbante, na Ilha do Governador. Os traficantes do Comando Vermelho passaram a usar explosivos escondidos em barricadas, como minas terrestres, para atacar policiais. Um desses artefatos feriu três PMs no mês passado no Morro do Barrnte O Esquadrão Antibombas foi acionado e o comandante do 17º BPM classificou a tática como um “ataque covarde” e incomum. FONTE: PMERJ

Preso homem de confiança do chefe da milícia de Rio das Pedras

Policiais civis da 72ª DP (São Gonçalo) prenderam, ontem (22/10), um dos principais homens de confiança do chefe da milícia da comunidade do Rio das Pedras, na Zona Oeste do Rio. Durante a ação, os agentes apreenderam armamento, munições e duas granadas de alto poder destrutivo. A ação ocorreu a partir de um intenso trabalho de inteligência e investigação que tinha como objetivo a captura de narcotraficantes escondidos na comunidade da Zona Oeste. Durante as diligências, os agentes localizaram e prenderam um miliciano de alta periculosidade, conhecido por atuar como chefe de segurança de um dos líderes da milícia do Rio das Pedras. As investigações apontaram que o preso integrava o núcleo armado da milícia em Rio das Pedras e era homem de confiança da liderança da milícia do Campinho. O criminoso já havia sido preso em 2021 com um grande carregamento de armas em fuga para uma comunidade. Durante as diligências, os policiais localizaram um imóvel utilizado para armazenar armamentos e munições da milícia. No local, foram apreendidas armas de fogo, farta quantidade de munições e duas granadas de alto poder bélico, evidenciando o grau de estrutura e poderio militar da organização. Contra ele, os agentes cumpriram um mandado de prisão pelos crimes de organização criminosa, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e milícia privada. FONTE: PCERJ

Leia detalhes da operação de ontem no Chapadão (CV) que terminou com seis presos e um morto

L Policiais militares do 2º Comando de Policiamento de Área (CPA), lotados no 41º BPM (Colégio), com várias ealizaram uma operação no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, Zona Norte do Rio, que segundo a PM, tinha como objetivo coibir o tráfico de drogas e os crimes conexos à traficância, como o roubo de cargas e veículos, e especialmente a guerra entre facções, que vêm sendo constantemente registrados na região, impactando o regime de metas. Desde o início da manhã desta terça-feira (21), Equipes de Buscas e do Serviço Reservado (P/2), fizeram patrulhamentos, tendo como um dos objetivo estabilizar a região. A ação policial acontece um dia após a morte do pintor Eduardo Oliveira dos Santos, de 45 anos, vítima de bala perdida. Ele tinha ido visitar a irmã, que mora na comunidade, quando foi atingido nas costas. Agentes percorrem as ruas do Chapadão e monitoravam várias denúncias sobre as atividades criminosas no local. Durante a ação, os policiais conseguiram prender seis acusados, todos membros da Organização Narcoterrorista Comando Vermelho (CV), que atua no Complexo. São eles: Acusado 01: Bruno Azevedo da Silva Santana, de 29 anos. Acusado 02 –  Iraque da Silva Gomes, vulgo: Pitbull do Carrapato , de 38 anos. Com 06 anotações criminais nos artigos 121, 35, 157, 288, 33 do CP. Oriundo de São João de Meriti e considerado de Alta periculosidade pelo sistema carcerário, e em Prisão Albergue Domiciliar (PAD), desde outubro de 2022.  Acusado 03 – Gabriel Castor de Brito, Vulgo: Russinho do Carrapato, de 29 anos, com 03 anotações criminais nos artigos 121, 14, 35 do CP, oriundo da Vila Rosali, em São João de Meriti, e com dois mandados de prisão, sendo um pelo expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Motivo: Evasão, desde maio de 2025, após receber o benefício de Visita Periódica ao Lar (VPL), e não retornar a sua unidade prisional, onde cumpria pena pelos crimes de Resistência, Lei das Drogas e Associação para o Tráfico, Pena restante: 7 ano(s) 7 mês(es) 13 dia(s). em Regime Prisional: Semiaberto.   Acusado 04 – Adam dos Santos Pereira, Vulgo PQD da Vila Kennedy, de 39 anos, com 08 anotações criminais nos artigos 33, 121, 14, 329, 159, 288, 129 do CP, oriundo da Cidade de Deus e com um Mandado de Prisão, expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP), Espécie de prisão: Recaptura, Motivo: Evasão, desde agosto de 2025, pelo Indulto dos Dias dos Pais, e desde então não retornou a sua unidade prisional, onde cumpria pena pelo crime de Homicídio Simples, relativo a um processo na 3ª Vara Criminal de Capital, do ano de 2019.  Acusado 05 – Gabriel da Silva Pereira, de 23 anos, oriundo da São João de Meriti, estava em liberdade condicional desde junho deste ano, e  01 anotações criminais no artigo 16 do CP.   Acusado 06 –  Diego Mendes de Mello, Vulgo: Pato do Carrapato de SJM ou Costelinha, de 39 anos, oriundo do Chapadão, com 06 anotações criminais nos artigos 121, 157, 180, 329 do CP, em Prisão Albergue Domiciliar (PAD), desde agosto de 2022, e tendo contra ele dois mandados de prisão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de SJM, Espécie de prisão: Preventiva, Tipificação Penal : Homicídio Qualificado, todos os dois no ano de 2025. Sendo considerado de Alta Periculosidade pelo sistema penitenciário, e com passagens entre os anos de 2006 a 2010.  Um sétimo criminoso, Jefferson Eufrásio dos Reis, de 25 anos, com 03 anotações criminais nos artigos 330, 35, 311 do CP, oriundo do Complexo da Penha, e na condição de libertado desde fevereiro deste ano, foi baleado, levado ao Hospital Estadual Carlos Chagas,  mas não resistiu aos ferimentos.  Com os seis acusados, foram apreendidos os seguintes materiais e veículos: – 01 Fuzil, Marca DPMS, Tipo AR, Cal 556, nº RASPADO; 01 Fuzil, Marca COLT, Tipo M4, Cal 556, 01 Fuzil, Marca COLT, Tipo M4, Cal. 556, 01 Fuzil, Marca DPMS, Tipo AR, Cal 556,  01 Pistola, Marca Taurus 938, Cal 380, nº RASPADO;  27 Munições cal 556;  270 (270g) sacolés de pó branco (cocaína); 120 (60g) sacolés de erva seca e picada (maconha);  01 auto Peugeot, 2008, de cor branca, ano 2024, 01 auto VW, Gol, de cor prata, ano 2019, ostentando a placa QQH0A97, sendo a placa original QQV6B60, com RO de roubo na Área da 027a.Delegacia de Polícia no dia 02/10/2025 e 01 Moto Honda, CB 300 Sahara, ano 2024, de cor vermelha, ostentando a placa SRB7A19, sendo a placa original TTP7J72. Todos os materiais arrecadados, bem como os detidos, foram conduzidos à sede da 39ª DP (Pavuna), para os procedimentos de praxe, onde todos os acusados ficaram presos e todo o material ficou apreendido, sendo que após os trâmites legais, eles foram conduzidos a uma unidade prisional da SEAP/EJ, onde ficarão acautelados à disposição da Justiça.  FONTE: Disque Denúncia RJ

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