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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Homem é suspeito de agredir com martelo na cabeça e no rosto da mulher em Itaboraí durante discussão por ciúmes

Um homem está com a prisão preventiva decretada acusado de agredir a esposa com martelada na cabeça ontem em Itaboraí. A vítima está internada sem previsão de alta médica. Vizinhos ligaram para a polícia após presenciaram uma briga envolvendo um casal de moradores. A mulher foi socorrida para a UPA de Manilha. O agressor nrelatou que teve um desentendimento com sua esposa. Ele contou que a mulher lhe deu um tapa na sua nuca e que ele revidou dando um soco no pé da orelha da companheira; A vítima disse que teve uma discussão com seu marido motivada por ciumes. Segundo ela,  o seu esposo tomado por ciumes pegou um martelo e a golpeou na nuca e rosto. Ela está com um corte na nuca, lateral esquerda do rosto inchado e os lábios machucado. Ela permanece sem previsão de alta médica. Um vizino contou que escutou pedido de socorro vindo da casa da vítima, quando avistou a mulher saindo de casa ensanguentada e gritando por socorro. Ele perguntou para a vítima se precisava de ajuda e ela o infomou que o marido dela havia acabado de tentar matá-la, golpeando sua cabeça e ainda a vítima estava desnorteada; A mulher foi socorrida por ele e vítima e levada até a UPA de Manilha. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mulher ficou gravemente ferida ao ser espancada por companheiro na frente do filho de quatro anos na Zona Oeste do Rio

A polícia procura um homem chamado Yuri Neves morador da Vila Aliança em Bangu. Ele é acusado de agredir Erica Pereira na frente do filho de apenas quatro anos. A jovem está internada em estado grave no Hospital Albert Schweitzer em Realengo Logo após o crime, o suspeito fugiu. Sua foto está estampada nas redes sociais FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Processo judicial que tramita em sigilo revela detalhes de sessão de tortura seguida de homicídio de uma mulher em Itaperuna. Vítima foi morta porque teria delatado ex-namorado integrante da quadrilha ao CV

Um processo sigiloso que tramita desde o ano passado revela detalhes de uma sessão de tortura seguida de homicídio contra uma mulher em Itaperuna, na Região Noroeste Fluminense. A vítima foi agredida com socos, chutes, coronhadas, golpes com vara de espinhos e afogamento e sofreu graves ameaças de morte por parte de criminosos com o fim de obterem a confissão de que ela teria delatado os mesmos para facção rival Comando Vermelho e levado seu ex-namorado para ser morto pelos membros da quadrilha. Em seguimento, teriam, com dolo de matar, os bandidos efeturam disparos de arma de fogo contra a vítima, causando-lhe lesões que foram a causa eficiente de sua morte. Os autores teriam ocultado o cadáver da vítima, jogando seu corpo no rio Muriaé. Narra a denúncia que a vítima estaria em um bar com seu companheiro quando um dos criminosos chegou ao local seguido de mais dois comparsas, tendo um deles perguntado à vítima “quem é você?” e ela respondeu que seria “Claudinha”. Em seguida, o criminoso mostrou que estava armado e disse à vítima “levanta e vai lá pro beco”, determinando que o companheiro dela seguisse para o mesmo local, ocasião em que todos seguiram para o bar de uma mulher, onde estavam os demais bandidos, portando armas de fogo. A vítima e seu companheiro foram, então, ordenados a se dirigirem ao “Beco do Jajá”, próximo à Cachoeira do Macaco, momento em que um dos criminosos disse para a dona do bar “fica na visão! Qualquer coisa me avisa!”, tendo ela respondido “pode deixar”. Chegando à cachoeira, os autores determinaram que o companheiro da vítima abaixasse a cabeça e começaram a desferir socos, chutes, coronhadas e varadas de espinhos contra ela, perguntando “quem te mandou aqui? Você que está entregando a gente pra outra facção do bairro Cehab? Foi você que levou o Pablo pra morrer?”. Em seguida, um dos bandidos pegou a vítima pelo cabelo, levando-a até a beira do rio, onde passou a afogá-la e agredi-la, dizendo “fala o que você sabe! Você sabe sim!”. Em razão da vítima permanecer negando os fatos, mesmo após pedirem para que seu companheiro a convencesse a falar o que eles queriam, um bandido o levou de volta ao bar, onde o ameaçou dizendo “se você abrir a boca, eu mato seu filho e vou atrás de você até onde você for!” e o liberou, ordenando que dois indivíduos que lá estavam o seguissem em outra motocicleta, enquanto ele ia embora. Após o companheiro da vítima ser liberado, Claudinha continuou sendo torturada, até que foram efetuados disparos de arma de fogo contra ela e seu corpo foi jogado no rio. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça do RJ divulgou em seu site oficial investigação de parte do funcionamento do tráfico no Complexo do Chapadão (CV)

A Justiça do RJ divulgou em seu site em dezembro detalhes de uma investigação de anos atrás sobre o funcionamento de parte do tráfico de drogsa no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, e decretou a prisão preventiva de três suspeitos, entre eles uma mulher. A apuração revelou que o bandido vulgo Índio ou 2D era  um dos líderes do Comando Vermelho, responsável pelo comando da mercancia de entorpecentes na Comunidade do Chapadão.  Ele exercia sua autoridade sobre outros criminosos, orientando-os por meio mensagens nos grupos de WhatsApp “Cpx Chp Luto” e Família BC FB”  Ele determinou que nesses grupos que seus comandados intensificassem o comércio de drogas, com escopo de repor o dinheiro perdido em razão das operações policiais ocorridas na comunidade.  O criminoso também aparecia em fotografias portando fuzis, sendo responsável, ainda, por agendar reuniões com gerentes do tráfico local.  Pará era o homem de confiança de Índio, sendo o segundo na hierarquia do Comando Vermelho atuante no Complexo do Chapadão.  Ele tinha a função de repassar diversas ordens de Índio nos grupos de Whatsapp supramencionados e, em razão da privilegiada posição na hierarquia do bando, exercia posto de liderança na estrutura da associação criminosa, conforme evidenciado nas diversas mensagens por ele enviadas 2 .  Além disso foi obtida no sistema cloud computing de Índio fotografia deste em companhia de Pará em um evento na Comunidade, onde podem ser observados diversos traficantes (seus comandados) armados.  Testa por sua vez, exercia a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. “Testa” supervisiona as “bocas de fumo” locais, sendo responsável pela logística e abastecimento destas.  Nas conversas interceptadas restou evidente seu envolvimento com o tráfico no Complexo do Chapadão, conflagrado pelo Comando Vermelho.  Além disso consta dos autos fotografias enviadas pelo denunciado “Testa” de um fuzil com a inscrição “Terror da Pavuna” no grupo de WhatsApp “Família Chapadão BC FB”, e de uma mesa com drogas à venda na comunidade com a mensagem “Brilho tá daquele jeitão”. Biel  é irmão de Igor Testa e, assim como ele, exerce a função de gerente do tráfico do Chapadão, sendo subordinado a “Índio” e “Pará”. Da mesma maneira, há diversas mensagens enviadas pelo denunciado nos grupos de WhatsApp, que indicam seu envolvimento na gestão da mercancia de entorpecentes no Complexo do Chapadão  Ademais constam dos autos fotografias de Biel empunhando armas diversas, a exemplo de um fuzil e duas pistolas com carregador alongado, estas últimas com a seguinte legenda: “Segue a paz o 20 (boca de fumo).  Douglas por sua vez, exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo.  Da Tola atuava como gerente do tráfico no complexo do Chapadão, ostentando armamento de grosso calibre e, assim como “Testa” e “Biel”, controla a venda de drogas na localidade. Tomate exercia a função de vapor do tráfico no complexo do Chapadão, sendo responsável pela venda varejo de drogas nas bocas de fumo da localidade  Além da venda de entorpecentes, Tomate participa de roubos de carga nas imediações do Complexo do Chapadão.  Manga exerce a função de soldado do tráfico no complexo do Chapadão, portando armamento de grosso calibre, sendo responsável por garantir a segurança das bocas de fumo  Tio Phil atuava na estrutura do Comando Vermelho do Complexo do Chapadão na função de “vapor do tráfico” sendo responsável pela venda de drogas nas bocas de fumo da localidade.  Mangueirinha exerce a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  Gato exerce a função de gerente do tráfico no complexo do Chapadão, monitorando a movimentação de policiais e traficantes era responsável pela logística das bocas de fumo, intermediando, inclusive, compras de arma de fogo.  O vulgo “Panikin Himalaia”, atua como “soldado do tráfico”, tendo como atribuições garantir a segurança das bocas de fumo no Complexo do Chapadão, sendo tal fato confirmado pelas diversas mensagens que “Panikin Himalaia” enviou nos grupos de WhatsApp  Lukaku do Egitoé gerente do tráfico responsável pela logística das bocas de fumo.  Barrama do Egito, Camilo, José Nicolas, Bode, Da Tribo, Lapinho, Daniel da gatonet e Xandinha exerciam a função de olheiros do tráfico no Complexo do Chapadão, sendo responsáveis por alertar seus comparsas sobre eventual movimentação de grupos rivais, bem como de agentes públicos nas imediações da Comunidade  Tom exercia a função de “soldado do tráfico”, sendo responsável por realizar a segurança das bocas de fumo nas imediações do Complexo do Chapadão.  Bombeirinho atuava na estrutura organizacional do Comando Vermelho no Complexo do Chapadão como “vapor do tráfico”, sendo assim responsável pela mercancia de drogas.  Atuavam também na função de “vapor do tráfico” Maurício Wesley sendo designado pelas lideranças do Comando Vermelho para realizar o varejo de entorpecentes  Arley exercia também a função de soldado do tráfico, responsável pela segurança armada das bocas de fumo no Complexo do Chapadão  .  Du Rodo e Nk do Cava atuavam diretamente nas vendas de material entorpecente nas “bocas de fumo” na função de “vapores do tráfico”  Hugo exercia a função de soldado do tráfico, sendo responsável pela força armada apta a oferecer segurança às bocas de fumo do Complexo do Chapadão. Arrascaeta  atuava na contenção armada das bocas de fumo, oferecendo segurança à venda de entorpecentes  Nego Drama era outro soldado do tráfico. Americano exercoa a função de vapor do tráfico no Complexo do Chapadão, embalando e distribuindo drogas nas bocas de fumo da localidade 23 .  Seu irmão Rafael também exercia a função de vapor do tráfico, sendo responsável por embalar e pela mercancia de entorpecentes  Tinha ainda um menor, M.V  A polícia realizou a infiltração virtual em grupos de WhatsApp, teriam sido identificados grupos relacionados ao Complexo do Chapadão, comunidade vinculada à facção criminosa Comando Vermelho, com fotografias dos traficantes com armas, drogas, além de conversas que evidenciavam o monitoramento constante das vias de acesso das comunidades do Complexo do Chapadão, com o objetivo de alertar e repelir incursões policiais e possíveis

Testemunha deu detalhes sobre o assassinato de jovem de 18 anos morta pelo ex-namorado em Meriti no último fim de semana. Suspeito disse que estaria no Paraguai

Segundo informações obtidas pela Justiça do Rio, o suspeito de matar a jovem Evelyn Cristina, de 18 anos, no último fim de semana, em São João de Meriti, vulgo Júnior Sara, a vítima morava com o acusado há quatro meses. O suspeito pode estar escondido no Paraguai. De acordo com uma testemunha, Júnior bateu em Evelyn e depois disso, a jovem  ficou uma semana sem ir pra casa e que após esse período não voltou a residir com ele, passando apenas os finais de semana na casa do acusado. A testemunha contou que no dia do crime, viu os dois discutindo mas não achou que seria algo grave. Falou que viu Júnior indo até a cozinha e voltando para o quarto com um objeto, mas não conseguiu identificar o que era;  Ficou assustada e em seguida ouviu gritos de Evelyn pedindo ajuda.  Evelyn começou a gritar, dizendo ” Me ajuda”. Ela foi até o quarto e viu Júnior deitado em cima de Evelyn e apertando seu pescoço, enquanto a vítima suplicava por ajuda;  Júnior mandou a declarante sair do quarto.  Após os gritos, o homem saiu do quarto enrolado em um cobertor e com o rosto sujo de sangue. A testemunha começou a questionar o que havia acontecido e ele lhe disse ” Eu fiz besteira, mas te amo, vou fugir, pega suas coisas, vai para a casa da sua mãe e não volta aqui, não fala nada para ninguém, fala que eu briguei na rua”. Em seguida, a testemunha pegou suas coisas e deixou na casa de sua tia, mas não contou nada a ninguém. Depois foi para casa de sua amiga, pois estava muito assustada e não sabia o que fazer. Por volta de 14:00h, foi para casa de sua mãe, mas não contou a verdade por medo;  Pediu para ir até a casa de Júnior, buscar sua televisão e o restante de suas roupas. Ao chegar no local , a televisão não estava mais lá;  Ela não teve coragem de entrar no quarto e pediu para que sua mãe fosse, para buscar seu uniforme do colégio. Ao entrar no quarto, a mãe da testemunha viu Evelyn sem vida, enrolada em um cobertor, cheio de sangue;  Disse não tem ideia do paradeiro de Júnior. Falou que ele tem uma irmã e primas que moram em Recife, mas não sabe precisar o local;  No sábado a noite, recebeu um mensagem temporária dele, dizendo que estava no Paraguai e sem dinheiro.  Diante dos fatos, o delegado titular da DHBF, requereu junto à Justiça a prisão de Hamilton Ranulfo, que foi deferida na noite desta segunda (10), pelo Plantão Judiciário/Tribunal de Justiça do Rio, com pedido de prisão temporária, pelo crime de Feminicídio.  FOTO: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Três chefões do CV e da milícia no RJ continuarão presos longe do Estado pelos próximos anos

Três perigosos chefões do Comando Vermelho e da milícia vão continuar em presídios federais fora do Rio de Janeiro pelos próximos anos. A Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) renovou a manutenção em penitenciárias da União dos traficantes Cláudio José de Souza Fontarigo, o “Claudinho da Mineira” e Rogério Avelino da Silva, o “Rogério 157”, por mais três anos, enquanto o miliciano Maurício Silva da Costa, o “Maurição”, ficará pelos próximos dois anos. A Justiça também explicou o retorno de três detentos de presídios federais para o Estado – Edmilson Ferreira dos Santos, o “Sassá”; Claudio Mariano Mendes dos Santos, conhecido como “Dr. Santos”, e Luiz Carlos de Souza, o “Monstrão. Segundo o TJ-RJ, as decisões obedeceram a critérios objetivos e definidos em lei. No caso de Edmilson e Claudio, houve decisão anterior da Justiça Federal que diminuiu o prazo de renovação para um ano, expirando em 2025, e que não houve manifestação contrária pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e Secretaria da Polícia. Além disso, relatório apresentado analisou a boa conduta dos detentos e a relevância do apoio familiar para uma reinserção social favorável. Já em relação a Luiz Carlos, foi considerado, na decisão, o cálculo de pena do apenado, considerando que já foi cumprida pena de 13 anos, 3 meses e 15 dias, restando 6 anos, 5 meses e 3 dias, não demonstrando, assim, ser razoável a prorrogação do prazo para manutenção em presídio federal, de caráter excepcional. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Bandido preso explicou a polícia como funcionava um esquema de furto de veículos dentro do campus de uma das maiores universidades públicas do país (UFRJ)

Bandidos presos revelaram como funciona um esquema de furtos de veículos na região da Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, onde funciona o campus da UFRJ, uma das maiores universidades públicas do país. Um deles relatou que ele e seu comparsa  recebiam a quantia de R$ 1,5 mil por veículo furtado, levando os automóveis para a Baixada Fluminense, onde eram deixados “esfriando” até serem entregues a outros membros da quadrilha.  O preso contou, ainda, que o grupo é estruturado, com divisão clara de funções, sendo que os veículos são posteriormente encaminhados para desmanche ou revenda de peças. O criminoso falou que há cerca de três meses, praticavam furtos frequentes na Cidade Universitária. Segundo ele, os alvos preferenciais são veículos populares e toda a ação criminosa, desde o arrombamento até a subtração do carro, leva menos de dois minutos. Os policiais conseguiram chegar até aos criminosos após monitorar e rastrear um dos veículos utilizados, que foi flagrado trafegando pela Cidade Universitária.  Os agentes conseguiram interceptar os criminosos após observá-los tentando  furtar veículos nos estacionamentos no local.  Com os siuspeitos, foram apreendidos diversas ferramentas utilizadas para a prática dos furtos, incluindo chaves de fenda, módulos de ignição de veículos, celulares e um grampo. usaso para destravar portas. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Polícia está demolindo resort de Peixão (TCP). VIDEOS

Resort do Tráfico” mantido pelo traficante Peixão começou a ser demolido durante operação conjunta realizada com as polícias Civil e Militar, no Complexo de Israel. A PMERJ informou que todos os equipamentos de demolição estão sendo utilizados para a destruição dos imóveis ligados ao crime, que são alvos da operação desta terça-feira (11/03). O símbolo de Israel utilizado pelo grupo criminoso foi retirado da parte mais alta do Complexo de Israel por equipes do COE, da Polícia Militar. Foram divulgadas fotos de Peixão em seu resort. Circulou ainda um video do bandido em sua área de lazer junto de uma mulher. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro e PMERJ

Polícia trocou tiros com bandidos em Curicica, prendeu liderança do tráfico e apreendeu um arsenal

A Polícia Civil prendeu uma liderança do tráfico na comunidade de Dois Irmãos, em Curicica, Jacarepaguá. Os agentes foram até o local para verificar uma denúncia anônima sobre criminosos envolvidos em roubo de veículos. Um outro suspeito foi preso e três carros roubados foram recuperados. Durante a abordagem, os agentes foram atacados pelos bandidos e houve confronto. No imóvel indicado pela denúncia, além dos presos, foram encontrados pistolas, carregadores de pistola e fuzil, munições, facões, rádios comunicadores, roupas táticas e diversos carregadores. Também foram localizadas duas granadas e, por conta disso, o Esquadrão Antibomba foi acionado. Após o ataque, mais de dez homens fugiram em direção a uma área de mata. A comunidade até bem pouco tempo era dominada pela milícia mas os traficantes assumiram o controle. FONTE: Polícia Civil do RJ

Operação policial no Complexo de Israel (TCP) mira imóveis de luxo do traficante Peixão

Uma grande operação está sendo realizada no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio. O objetivo é écumprir mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o “Peixão”, um dos líderes da facção Terceiro Comando Puro. A investigação da Delegacia de Entorpeecentes aponta que os locais foram construídos e são utilizados por Peixão para armazenamento de armas e drogas. Um dos endereços, em Parada de Lucas, abriga um imóvel de alto padrão, financiado com dinheiro ilegal, e utilizado como esconderijo e base operacional do chefão. O outro local é uma academia de musculação, também utilizada pelo bando, sendo identificada como um dos pontos de encontro da facção. Ficou comprovado também que o “resort de luxo” do traficante foi construído irregularmente, em área de preservação ambiental, com vasta supressão de vegetação nativa e alteração do curso d’água. A operação visa obter provas sobre a associação criminosa, bem como apreender armas de fogo, equipamentos eletrônicos e documentos que possam contribuir para a elucidação de crimes praticados pelo grupo. Chegando no local, os policiais encontraram barricadas com fogos colocadas no meio da rua. Por conta do tiroteio, a Avenida Brasil chegou a ser fechada nos dois sentidos na altura da Cidade Alta. No sentido Centro, os bloqueios começam na altura de Vigário Geral. No sentido Zona Oeste, nterdições no trecho da Penha. FONTE: Polícia Civil do RJ, PMERJ e Centro de Operações Rio

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