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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

PM apreendeu veículos roubados, pistolas e granadas em ações em Bangu e Realengo

Agentes do 14º BPM recuperaram um veículo roubado, em Bangu. Ao avistarem a viatura da PM um grupo de homens, que estavam no carro, abriram as portas e fugiram. Houve breve confronto. Na ação, foram apreendidas no interior do veiculo três pistolas, três granadas e munições. Perto dali, gentes da unidade realizaram patrulhamento em busca de criminosos no Jardim Novo, em Realengo na manhã desta quinta-feira (13/03). Durante o patrulhamento, dois veículos de luxo foram encontrados em posse de criminosos que estavam saindo da comunidade nos veículos roubados e fugiram a pé. Os veículos foram recuperados e levados pra 33º DP. FONTE: PMERJ

Testemunhas disseram que bebê de 11 meses torturado por casal chorava muito. Padrasto gritava com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Uma delas ouviu barulho de queda com posterior choro

 Uma testemunha relatou à Justiça como eram as agressões feitas por um casal acusado de torturar e tentar matar um bebê de apenas 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio.  Ela disse que o padrasto gritava muito com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. No dia 13 de fevereiro, a testemunha ouviu a criança horar muito, sem parar, por muito tempo, cerca de 20 minutos. De forma repentina, parou o choro e imaginou que ele “tivesse engolido o fôlego”;  A declarante disse acreditar que o bebê tenha ficado um bom tempo sem ser socorrido, desde o momento em que parou o choro;  No dia seguinte a testemunha soube que o menino fora socorrido pela vizinha. A declarante chegou a gravar uma das discussões entre o casal. Ela ouviu a suspeita dizer durante uma briga.  “Se eu abrir minha boca, você já sabe, você é drogado”. Ao ouvir essa postura, a testemunha afirmou que a mãe do garoto ela era conivente com toda essa situação pois já havia sido alertada sobre os choros constantes do filho.   Outra testemunha declarou que era comum o bebê chorar diariamente, em específico no final do dia/início da noite, período em que o padrasto estava em casa. O homem gritava com o menino. “Cala a boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Ela chegou a questionar a mãe da criança porque ela chorava demais e a acusada respondeu que o filho era manhoso; Mesmo após esse contato com a mãe do bebê, a criança permaneceu chorando muito pelos dias subsequentes;  Por duas vezes a declarante ouviu barulho de queda com posterior choro forte do menino. O padrasto permanecia gritando muito com a criança após o barulho de queda;  No dia 13 de fevereiro, a filha da testemunha lhe ligou e disse que o garoto estava sendo socorrido para o hospital;  A mãe da criança lhe disse que o filho estava chorando pois havia caído da cama;  Uma terceira testemunha disse que no dia 13/02, ouviu gritarias na casa do casal e ouviu a mãe do bebê dizer. “Ele tá branco, pálido, ele tá mole. O companheiro respondeu. “Ele tá bem, não precisa levar no médico não”. A testemunha insistiu para levarem o menino ao médico e achou estranha a postura do casal pois, no estado em que a criança se encontrava, qualquer minuto a mais poderia ser fatal. Nesse momento, o menino estava desfalecido, sem apresentar qualquer reação. Ele estava branco e seu pulmão estava roncando muito. No caminho ao hospital, o padrasto estava calmo, indiferente enquanto que a mãe estava um pouco nervosa, mas não demonstrava sinais de desespero.  O menino foi levado para o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande. Eles entraram direto pela porta dos fundos da emergência; Vários médicos pararam o que estavam fazendo para atenderem o bebê, tamanha a gravidade de seu quadro de saúde. O padrasto chegou a dizer. “Essa criança cai sempre” A mãe do garoto chegou a dizer para a sobra. “A Bia escutou um tapa, mas não fala para ele não”. A testemunha chegou a ouvir outras duas discussões entre o casal. Em uma delas, a mãe ameaçou. “Eu vou contar a verdade sobre meu filho.  Segundo a Justiça, a gravidade concreta do delito é elevada, posto que os denunciados praticaram crime contra a criança na primeira infância, de apenas onze meses de vida, enteado do primeiro denunciado e filho da segunda denunciada.  A vítima está, até a presente data, segundo informações do inquérito policial, internada no Hospital, no CTI, o que revela a quantidade de lesões graves que foram praticadas contra ela.  A liberdade dos denunciados importará em eventual retorno da vítima, para a guarda deles, quando da eventual alta hospitalar, o que põe em risco a sua segurança.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Casal viveu momentos de terror ao ser extorquido por bandidos em Rio Bonito

Um casal passou por momentos de terror ao ser extorquido por criminosos em Rio Bonito em junho do ano passado.  Os bandidos exigiram o valor de R$ 430,00 de uma cesta básica, acrescido de juros e despesas com gasolina.   Um dos criminosos exigiu o pagamento da quantia inicialmente através de mensagens pelo aplicativo WhatsApp ameaçando a mulher, se não pagasse, colocaria fogo em sua casa e levaria sua turma à casa das vítimas para dar uma surra.    Em 5 de junho, os autores  foram até a residência das vítimas e em tom intimidativo afirmaram que não sairiam até receberem a quantia acrescida de juros.  Ainda na mesma data, por volta das 23h00, um dos criminosos, de entrou na residência das vítimas localizada na BR-101, km 257, contra a vontade das mesmas e proferiu a seguinte ameaça:  “Cadê o meu dinheiro? Tá pensando o que, que eu sou otário? Eu boto fogo na p… toda, não tem p… de filho, não tem o c… a quatro. Tá achando que você e o safado do seu marido vão me passar a perna Intimidados, as vítimas entregaram a quantia de R$ 500,00. O primeiro denunciado exigiu o acréscimo de mais R$ 100,00 para cobrir as despesas com a gasolina, totalizando R$ 600,00. Após receber a quantia, saiu da residência das vítimas e deixou o local no veículo Toyota Hilux SW4, cor preta     Posteriormente, em data e horário não definidos, mas sendo certo que no mês de junho de 2024, nesta cidade, o outro envolvido, ao saber que a mulher compareceria à 119ª DP para prestar declarações, pretendeu favorecer interesse próprio consistente em furtar-se à responsabilização criminal, e mediante grave ameaça realizada por contato telefônico com a vítima Alexandre, afirmou que a vítima não iria chegar em casa depois de sair da delegacia.   Um dos autores foi flagrado em sua residência com artefato explosivo apto a ser acionado e deflagrar com eficácia, e 03 (três) munições de arma de fogo intactas. Várias vítimas das extorsões praticadas  compareceram em sede policial para noticiar ameaças graves por parte dos mesmos e apropriação indevida de bens como forma de cobrança de valores monetários. FONTE: Denúncia do Ministério Público Estadual do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Operação policial em áreas do TCP na Maré teve mortos e baleados

Iniciada de madrugada, a operação policial no Complexo da Maré continuou no decorrer da manhã. Segundo um balanço extra-oficial divulgado pela página Maré Não Vive do Facebook, a ação resultou em três mortos, dois baleados e um cavalo atingido por tiros. Um morador foi atingido de raspão na cabeça. Fotos de criminosos que teriam morrido na ação foram divulgadas nas redes sociais. A página denunciou que casas, carros e bens de moradores foram violados e destruídos. A operação ocorre nas comunidades do Timbau, Conjunto Esperança, Salsa e Merngue, Fogo Cruzado, Vila do Pinheiro, Baixa do Sapateiro e Vila do João, todas elas dominadas pelo Terceiro Comando Puro. Em nota oficial, a Polícia Militar realiza uma operação no Complexo de Comunidades da Maré, na zona norte do Rio de Janeiro, com base em dados de inteligência.   A ação envolve equipes do Comando de Operações Especiais (COE) e do 22º BPM (Maré), que estão instalando redutores de velocidade, por meio de blocos de concreto, na Vila do João, para dificultar a fuga de criminosos com cargas roubadas para o interior da comunidade. A medida reforça a estratégia de combate ao roubo de cargas na região.   De acordo com o comando do 22º BPM, desde a instalação dos primeiros redutores na Comunidade Nova Holanda, em setembro de 2024, os índices de roubo de carga na localidade tiveram uma redução de 100%. As barreiras estão sendo posicionadas de forma a garantir o direito de ir e vir da população.   Durante a operação, policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) foram atacados por criminosos nas proximidades da Vila do Pinheiro. No confronto, um indivíduo foi ferido e socorrido para uma unidade de saúde na Ilha do Governador. Com ele, foram apreendidos um fuzil, um rádio comunicador, munições e drogas. O suspeito ferido é conhecido como “Trator” e estava envolvido na morte dos policiais militares Sargento Rafael Wolfgramm Dias e do Sargento Jorge Henrique Galdino Cruz do BOPE, ocorrida em junho de  2024. Ainda no decorrer da ação, as equipes recuperaram dois caminhões e um furgão roubados na Vila do João, além de apreenderem grande quantidade de entorpecentes.   Posteriormente, os policiais foram informados de que um homem com ferimentos provocados por arma de fogo na perna deu entrada no Hospital  de Bonsucesso. Equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) intensificam o policiamento nas principais vias da região.   O Batalhão de Ações com Cães, BAC, apreenderam 100 kg de maconha, nesta quinta-feira (13/03), durante ação na comunidade Vila do João. FONTE: Página Maré Não Vive (Facebook) e PMERJ 1 cavalo balead

Fogos e tiros em favelas do CV para festejar aniversário de um dos principais puxadores de bondes da facção

Madrugada de fogos e tiros nas áreas de Comando Vermelho na Praça Seca, Zona Oeste do Rio, e no Complexo da Penha (CV), para comemorar o aniversário do traficante Tiriça. Tiriça, é conhecido como um dos principais puxadores de bondes do Comando Vermelho. Atualmente lidera a criminalidade no Morro da Barão na Praça Seca. Foi um dos responsáveis por expulsar os milicianos do bairro. Ele é envolvido em um crime de Homicídio. Em fevereiro de 2020, um homem morreu vítima de tiros, o corpo dele foi colocado no porta-malas de um carro, que foi incendiado. De acordo com as investigações, os suspeitos, entre eles “Tiriça” cometeram o crime por acreditarem que a vítima era informante de um grupo rival. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia e Baú do Rio OFC (Telegram)

Preso Chocolate, um dos maiores traficantes do TCP na Maré

A Polícia Civil prendeu um criminoso apontado como um dos três principais da hierarquia da facção criminosa Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré. Luiz Carlos de Lomba, o “Chocolate. Ele era o“químico” da facção, encarregado pela avaliação, aprovação ou reprovação da qualidade/pureza da cocaína comercializada pelo grupo na região. No momento da prisão, Chocolte passava por uma consulta de avaliação de um procedimento estético. Ele havia feito uma harmonização facial com o objetivo de mudar sua aparência para enganar a polícia. O bandido não atuava mais presencialmente na Maré e trabalhava” em esquema de home office para a facção. Contra Chocolate, havia um mandado de prisão, expedido pela Justiça em 2024, pelos crimes de associação criminosa e roubo. Ele é investigado em, pelo menos, 35 procedimentos criminais. Chocolate forma o tripé do TCP na Maré, ao lado de outros dois comparsas de vulgo “TH e “Mangolé” FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro .

Tiros e ameaças a passageiros durante assalto a ônibus na Avenida Brasil

Um ônibus da linha 134B, da Viação Evanil, foi assaltado na Avenida Brasil, na altura de Irajá, na manhã desta quinta (13). Ao menos 47 passageiros estavam dentro do ônibus no momento da abordagem. Durante o assalto, houve tiros dentro do veículo e ameaças aos passageiros. Criminosos dispararam tiros e agrediram um passageiro, A PM que tem o BPVE como unidade que patrulha a Avenida Brasil não foi acionada para a ocorrência. Segundo a Polícia Civil, a ocorrência está em andamento na 20ªDP (Vila Isabel). FONTE: Instituto Fogo Cruzado, Polícia Civil do RJ e PMERJ

Trabalhador morreu baleado durante operação policial no Chapadão (CV)

Durante operação policial no Complexo do Chapadão (CV), um trabalhador foi baleado e não resistiu aos ferimentos. Ele foi identificado como Marcelo Santos Martins, de 52 anos. Ele trabalhava como camelô e foi baleado enquanto levava o almoço para sua mulher, que também é camelô. Foto do corpo do rapaz circula nas redes sociais. Há manifestação no local por causa da morte do trabalhador. Vários ônibus foram usados como barricadas. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comandante do 41º BPM (Irajá), agentes da unidade realizaram patrulhamento de rotina no interior do Complexo do Chapadão, na manhã desta quinta-feira (13/03). D urante o patrulhamento, um veículo blindado foi atacado por disparos de arma de fogo e não houve revide. Na sequência dos fatos, soube-se que um morador da região foi ferido, gerando uma manifestação de populares . O policiamento foi intensificado no local com equipes do RECOM . Vale destacar que a referida região recebe uma ocupação permanente da unidade desde o mês de agosto de 2024. Os policiais militares que participaram da ação estavam utilizando Câmeras Operacionais Portáteis (COPs). Informamos ainda que não houve acionamento via 190. FONTE: Instituto Fogo Cruzado, PMERJ, Baú do Rio OFC e Pega Visão News RJ (Telegram)

Polícia pediu a prisão preventiva de Motoboy, Doca, Marcinho VP e outros chefões do CV por duplo homicídio mas Justiça negou

A polícia representou pela prisão preventiva dos traficantes Motoboy, Abelha, Marcinho VP, Doca, Pedro Bala e LC por suposto envolvimento nos homicídios de Élisson de Almeida Santiago e João Pedro de Souza Tavares dos Santos. No entanto, a Justiça indeferiu o pedido. O Ministério Público Estadual opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados alegando ausência de indícios mínimos de autoria. “Apesar de ser notória a participação de alguns dos investigados em organização criminosa que detém o domínio de parte considerável do território do Estado do Rio de Janeiro, não é juridicamente possível a imputação de conduta criminosa valendo-se de presunção, ainda que razoável, de que tais lideranças possuem ciência ou mesmo o controle dos fatos aqui apurados”, dizem os autos. A publilcação no site do TJ-RJ não informa quando os fatos ocorreram nem o local do crime. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia prendeu mais de 600 em operação contra envolvidos em roubos e latrocínios

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu 603 pessoas em uma operação que tem o objetivo de cumprir mandados de prisão contra foragidos da Justiça por crimes de roubo, em todas as suas modalidades; de latrocínio; e de receptação. A ação ocorre em todo o estado e conta com a participação de mais de 700 policiais civis As investigações revelam que a maioria dos roubos praticados são fomentados por narcotraficantes.Uma das facções que exploram o tráfico de drogas no RJ é responsável por cerca de 80% de roubos de veículos e 90% dos roubos de cargas na capital e na Região Metropolitana. Para aumentar o lucro, as quadrilhas também emprestam armas e auxiliam em outros delitos, como roubo de cargas, de veículos, a transeuntes, a residências, a instituições financeiras e a estabelecimentos comerciais. Os recursos oriundos das atividades ilegais fomentam as disputas territoriais, bem como financiam a “caixinha” dos grupos criminosos. Durante a ação desta quinta-feira, a Sepol visa a atacar desde os líderes das quadrilhas, passando pelos colaboradores, executores e receptadores. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

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