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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Cabo poderá ser expulso da PM suspeito de participar de furto de uma máquina de cigarros na Cidade da Polícia

Um cabo da PMERj está sendo submetido a comselho de disciplina que pode levar a expulsão dos quadros da corporação suspeito de participar do furto de uma máquina embaladora de cigarros que estava sob custódia na Cidade da Polícia Civil (CIDPOL). O fato teria ocorrido entre os dias 16 e 17 de fevereiro de 2023 e está sob investigação nos autos do Inquérito Policial n.o 404-00239/2024. O caso teve grande repercussão na imprensa na época. As apurações apontam que o cabo aparece em uma fotografia uniformizado com a farda da PMERJ, ao lado de vários policiais civis dentre eles um inspetor também envolvido na ação. Todos estão uniformizados e armados, sugerindo que o sindicado participou de uma operação em alguma área. É importante destacar que, no suposto dia do furto da máquina embaladora de cigarros naCIDPOL, o automóvel BMW, de placa RKMIE80, pertencente ao PM, trafegou pela Avenida Visconde de Albuquerque, no Bairro do Leblon/RJ, por volta das 21h09min (16Fev2023). Além disso, no mesmo dia, às 20h51min, a viatura ostensiva da DRFC, de placa RKK4G37, também passou por aquela via, o que leva a crer que o PM, após estacionar seu veículo nas proximidades do 23o BPM, embarcou na viatura da DRFC e, ao que tudo indica, o inspetor de polícia o aguardava. Logo após, a viatura da DRFC toma destino em direção ao bairro da Ilha do Governador/RJpela Estrada do Galeão, entre os horários de 22h37min e 23h00min, e de lá segue para a Cidade da Polícia com passagem pela Avenida dos Democráticos, registrado às 00h19min, Importante ressaltar que o veículo do PM somente tem registro de saída das proximidades do 23o BPM às 11h52min do dia 17 de fevereiro de 2023, levando as informações produzidas a crer Que o desvio do material ocorrido no galpão da DRFC, dentro das dependências da CIDPOL, ocorreu na madrugada do dia 16 para 17 de fevereiro de 2023 (quinta-feira para sexta-feira). Segundo consta no depoimento de um outroinvestigado pelo suposto furto da máquina embaladora de cigarros —, os dois policiais são muito amigos. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

PMs foram expulsos da corporação acusados de pertencer à milícia de Meriti

Dois PMs foram excluídos da corporação suspeitos de participarem de uma milícia conhecida como ‘Comunidade Amiga’ que atuava nas comunidades conhecidas como “Malvina”, “Venda Velha”, “Parque José Bonifácio” e “Pau Branco”, todas situadas no município de São João de Meriti/RJ. Baixada Fluminense, no início desta década. Um dos envolvidos era responsável pela manutenção e conserto das armas de fogo utilizadas pela organização criminosa, bem como, sendo fornecedor de armas e munições. Ele está preso desde setembro de 2021. O outro PM era encarregado pela cobrança das taxas impostas aos moradores e comerciantes da localidade, inclusive, utilizando-se de violência para tanto. Ambos foram condenados em 2023 a penas de cinco anos de cadeia. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Veja o que disse o idoso preso acusado de matar e esquartejar barbeiro em Belford Roxo por causa de uma desavença sobre um imóvel

O idoso conhecido como Russo que foi preso acusado de matar e esquartejar o barbeiro Danilo da SIlva Santana em Belford Roxo por conta de uma discussão em razão de um imóvel disse em depoimento que havia uma a desavença com a vítima por conta da venda do imóvel e explicou o seguinte: Segundo ele,. há dois anos, Danilo o procurou e demonstrou interesse em comprar o imóvel; Ele aceitou a proposta e realizou a venda da casa no valor de R$20.000, sendo R$12.000,00 de entrada e o restante diluído em dezesseis parcelas de R$500,00; Danilo pagou a Russo o valor da entrada e da primeira parcela das prestações. Depois disso, segundo o acusado, não teria honardo o contrato e não pagou mais as parcelas da casa; Russo teria cobrado de Danilo diversas vezes e tiveram vários desentendimentos por esse motivo. Disse o declarante tinha receio de cobrar Danilo, pois a família dele era ligada ao tráfico de drogas da região. Danilo mesmo devendo dinheiro ao declarante fazia exigências em relação ao imóvel, como pintura e luz. Uma semana antes de ser morto, Danilo ,cansado de ser cobrado pelo declarante, pediu seu dinheiro de volta. Russo propôs devolver a quantia ,descontando os meses que Danilo residiu no imóvel, mas que Danilo não aceitou a proposta e ameçou o declarante, dizendo “Isso dá sangue, tenho quem mate você por cem reais, eu quero o dinheiro todo”. Russo disse que não contou pra ninguém que estaria sendo ameaçado, nem para suas filhas ou genros No dia do crime, Danilo foi até a igreja onde Russo trabalha e continuou insistindo para que o declarante lhe devolvesse o valor da venda do imóvel. O idoso disse que não teria o valor e reforçou a proposta. Russo falou que Danilo começou a agredí-lo com um azulejo. O idoso falou que começou a gritar diversas vezes pedindo socorro, ficou com diversos cortes na cabeça e no rosto, perdendo muito sangue. O idoso contou que revidou as agressões e em certo momento conseguiu acertar a cabeça de Danilo, que caiu ao solo. Conseguiu sair do local, mas que estava desorientado; No dia do seguinte , o declarante recebeu ligação de seu vizinho, que não se recorda o nome , apenas que tem uma oficina próximo a igreja, e disse ao declarante para não ir até a igreja, porque haviam invadido o local e estavam quebrando tudo. Disse que não sabe dizer quem invadiu a igreja, mas que ouviu de vizinhos que familiares de Danilo haviam feito um protesto na localidade, nessa oportunidade ficou sabendo da morte de Danilo;. Um caador de reciclados disse que no dia 17 de março havia um corpo em uma caçamba de lixo no bairro São Vicente. No local, só havia a cabeça e o antebraço. A filha de Russo reconheceu seu pai nas imagens em que um homem aparece perto da caçamba onde foi encontrado parte do corpo da vítima. O restante do corpo de Danilo foi achado enterrado dentro do imóvel de propriedade de Russo. Testemunhas disseram que Russo, apesar da idade, é um homem agressivo, principalmente quando o assunto é dinheiro, porque inquilinos dele quando atrasam com o aluguel recebem a visita dele ” na companhia de mais dois elementos ameaçando-os Uma delas que não chegou a pagar aluguel e resolveru sair do imóvel devido ao problema de falta d’água, contou como foi ameaçada. Disse que Russo fez uma chamada de vídeo para o Whatsapp dela e na chamada, “Russo” lhe mostrou uma arma de fogo quando disse: que ele não era de brincadeira e quando ele precisava seu genero e dois amiguiinhos meus do Roseiral fazem o trabalho para mim e eu pago. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Preso líder da milícia em Rio das Pedras. VIDEO

A,Polícia Civil capturou um homem apontado como atual líder da milícia que atua nas comunidades de Rio das Pedras e Sertão/Sertãozinho, em Jacarepaguá, Franklin Sampaio, vulgo Frank. O bandido era responsável por arrecadar dinheiro e distribuí-lo para os comparsas presos. Ele foi um dos criminosos que conseguiu fugir em 2023 de uma operação realizada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público que mirava a milícia na região. Com ele, os policiais apreenderam uma pistola. O criminoso é filho de um antigo líder da milícia. Seu pai foi chefe da organização criminosa que atuava em Rio das Pedras durante a década de 1980. FONTE: Polícia Civil do Rio

Denúncia federal confirma que Peixão (TCP) mandava retirar remessas postais de armas de guerra importadas principalmente do Paraguai

A denúncia federal contra o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, informa que as investigações se iniciaram com a notícia transmitida pela Receita Federal do Brasil, de remessa postal internacional, contendo produto controlado pela Anatel – Bloqueadores de Sinais de Radiocomunicações (BSR), do tipo dispositivo antidrone, sendo o destinatário Everson Vieira Francesquet. Em 15 de julho de 2024, Everson foi preso em flagrante ao retirar a encomenda. Na mesma oportunidade, foi apreendido com ele o seu aparelho celular, cujas informações obtidas com a quebra de sigilo de dados, de acordo com o MPF, apontaram para a hipótese de que o acusado, possivelmente, forneceria aparato tecnológico à facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP). Na denúncia, o MPF descreve inúmeras conversas entre Everson e Peixão que indicam a retirada de remessas postais no nome do primeiro, sob ordens do traficante. O órgão denunciante acostou outros diálogos  entre Everson e vendedores residentes no Paraguai, nas quais o denunciado, aparentemente, negociava e planejava a compra e importação de armamento, como revólveres, pistolas e fuzis, tudo, em tese, custeado por Peixão. A denúncia mostra que Everson pelo menos de junho de 2024 até o presente momento, integra a organização criminosa conhecida como Terceiro Comando Puro (TCP), comercializando e negociando equipamentos proibidos, sob ordens do chefe de Peixão, que escolhia e financiava os produtos contrabandeados, com o intuito de equipar o grupo para o cometimento de crimes. FONTE: Justiça Federal do Rio de Janeiro

Peixão (TCP) responde a ação sigilosa na Justiça Federal por organização criminosa, contrabando e crimes contra a administração em geral

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, responde ação penal sigilosa na Justiça Federal do Rio de Janeiro por promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa, contrabando (art. 334-A) e crimes praticados por particular contra a administração em geral. É parte também neste processo Everson Vieira Francesquet, que foi preso pela PF (Polícia Federal) suspeito de ir buscar um fuzil antidrone em uma agência dos Correios em Nova Iguaçu. Ontem, o programa Fantástico da TV Globo mostrou que Peixão importaria armas de guerra e mandava trazer pelos Correios. Segundo a reportagem, era Everson que cuidava da compra e o envio do material. FONTE: Justiça Federal do RJ e Polícia Federal

Ex-PM preso em operação para combater o CV já fez parte da milícia. Ele agora treina traficantes e lava dinheiro dos bandidos

O ex-PM preso hoje durante operação da Polícia Civil contra o Comando Vermelho na Zona Oeste do Rio fez parte anos atrás da milícia que agia na Muzema e Rio das Pedras Segundo processo na Justilça, Ronny Pessanha de Oliveira, conhecido como Caveira, que foi integrante do BOPE, era responsável pelo recolhimento de taxas ilegais de comerciantes e empresários locais, de valores oriundos da exploração imobiliária clandestina, por meio da realização de ameaças, inclusive com emprego de armas de fogo. Na época do processo, do início da década, a Justiça determinou a suspensão das suas atividades como PM, como também seu porte de arma e demais prerrogativas do cargo. No ano passado, ele chegou a ser detido nas proximidades da Muzema. Na ocasião, estava com uma arma mas pagou fiança de R$ 8 mil e acabou solto. Segundo a Polícia Civil, Caveira é apontado como peça-chave na logística e no treinamento armado de criminosos, com atuação direta em aliança com lideranças do Complexo da Penha. Ele também é investigado por lavagem de dinheiro, realizada em conjunto por meio de uma empresa de vigilância patrimonial, utilizada como fachada para movimentações financeiras ilícitas. Além do envolvimento no tráfico, o homem é acusado de controlar de forma violenta diversos empreendimentos imobiliários nas comunidades citadas, com uso de armamento pesado para expulsar moradores e tomar posse de imóveis que integravam a estrutura criminosa. Ronny chegou a ser condenado a cinco anos e sete meses de prisão. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e Polícia Civil do RJ

Polícia lança ofensiva contra avanço do CV na Zona Oeste do Rio. Principal alvo, um ex-PM, foi preso

A Polícia Civil iniciou hoje uma operação para conter o avanço territorial da facção criminosa Comando Vermelho na Zona Oeste da capital fluminense. Os agentes tem como meta desarticular a estrutura financeira, logística e operacional da organização criminosa, além de prender traficantes que atuam na região. O principal alvo, um ex-policial militar, já foi capturado na Muzema. Estão sendo feitas incursões em comunidades como Muzema, Tijuquinha, Morro do Banco e Sítio do Pai João, entre outras localidades. A Polícia Civil busca atingir diretamente os principais responsáveis pelo comando das atividades criminosas na região, interrompendo o fluxo de dinheiro, drogas e armas que sustentam a facção. FONTE: Secretaria de Estado de Polícia Civil 

Traficante do TCP está com prisão preventiva decretada acusado de matar inocente em Irajá quando na verdade queria executar homem que já havia atuado no CV

Está com prisão preventiva decretada desde o mês passado o traficante conhecido como Da Honda, da comunidade da Malvina, em Irajá, dominada pelo Terceiro Comando Puro. Ele é acusado de matar em novembro do ano passado um rapaz chamado Marlon Sobreira Mourão Araújo conhecido como Abu quando na verdade perseguia outro que já havia feito parte do Comando Vermelho. O alvo de Da Honda contou que ossui antecedentes criminais, já tendo sido preso pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, por duas vezes; Disse que já fez parte do tráfico de drogas da Comunidade do Juramento mas que atualmente não tem envolvimento com nenhuma organização criminosa, nem pratica nenhuma atividade ilícita. Falou que trabalhava como entregador em uma peixaria, em Irajá. Segundo ele, no dia 3 de novembro, por volta das 04h/05h, estava voltando de um evento em Madureira, na companhia de seu amigo Marlon. Ele estava pilotando sua motocicleta e Marlon estava na garupa quando, trafegando pela Av. Monsenhor Félix, próximo da Malvina, um homem que estava na calçada, em frente à loja “Tradição Madeiras” efetuou vários disparos de fogo na direção do declarante e de Marlon; Os primeiros disparos atingiram Marlon, que veio a cair na rua. Após ver Marlon caído no chão, o alvo acelerou a sua moto e entrou na Rua João Machado, mas o homem continuou efetuando disparos de arma de fogo nas suas costas; Ele foi atingido por um tiro no ombro direito;. Em seguida foi até a casa da tia de Marlon e contou o que tinha acabado de acontecer. Após isso, foi socorrido por um motoqueiro até o Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde foi atendido e liberado no mesmo dia. No hospital, fizeram um curativo e o declarante ficou em observação por um tempo, pois estava sangrando muito. Soube depois de um tempo, não sabe precisar que corpo de Marlon apareceu em um valão na Av. Pastor Martin Luther King Jr. Ele visualizou o autor dos disparos e o reconheceu como sendo o traficante Honda, tendo fornecido duas fotos dele e sua rede social. Disse que conhecia Da Honda antes dele ter envolvimento com o crime, pois são criados no mesmo bairro e jogaram futebol juntos. Falou que faz parte do tráfico de drogas da Comunidade da Malvina e pertence ao TCP. A Malvinha tem como líder o traficante Lacoste da Serrinha e o bandido vulgo Fortão é o frente da comunidade, que recebe ordens de Lacoste. O alvo confirmou que já atuou no CV e atualmente só frequenta e faz entregas em Comunidades da mesma facção (CV); Falou que atualmente os entregadores não podem entregar/frequentar Comunidades de organizações criminosas distintas, ou seja, tem de escolher o território dominado por uma facção só, para não correr o risco de ser chamado de “X9” e morrer no tribunal do tráfico; Q Reiterou que o crime foi motivado pelo fato do declarante já ter pertencido à facção rival, Comando Vermelho e ter sido reconhecido pelo autor.Falou ainda que Marlon nunca teve envolvimento com nenhuma atividade ilícita e sempre trabalhou; FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem foi morto a facadas na Zona Norte do Rio. Companheira é suspeita

Um homem identificado como João Vitor foi morto com uma facada no peito na comunidade da Proença Rosa , na Zona Norte do Rio , neste domingo. Segundo relatos, a autora do crime foi a companheira da vítima após um surto. Os motivos ainda são desconhecidos. Familitares ainda levaram João Vítor para uma UPA mas ele não resistiu aos ferimentos. A suspeita fugiu do local em um carro de aplicativo conforme testemunhas relataram. Sua foto está estmpadea na rede social. FONTE: Canal Guadalupe News (Instagram)

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