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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Investigação de anos atrás revelou o outro lado do tráfico na Favela da Rocinha (CV), a mais lucrativa do Rio

Traficantes da Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, tinham um grupo no aplicativo Whatsapp, denominado “Bonde do Rogério 157 CV” , com 142 integrantes que foi criado para informar aos criminosos sobre as ações das polícias do Rio de Janeiro, bem como para tratar de assuntos pertinentes à organização criminosa atuante na Rocinha e em áreas sob sua influência,. A informação faz parte de uma investigação de anos atrás que destrinchou o outro lado do tráfico na comunidade, um dos mais lucrativos da cidade do Rio de Janeiro. O inquérito revelou, por exemplo, que um bandido vulgo Pingo que começou como vapor na na região da Vila Verde e cumprindo determinações de “Inseto” e de “Jabá”, foi promovido a gerente da boca de fumo. O traficante Baianino ou Balaiada fazia alertas sobre a movimentação das forças policiais e determinações para que um “menor” vá pegar um “negócio” no Valão (localidade de uma das bocas de fumo no interior da Rocinha). Ele determinou represálias a uma comerciante que abriu uma lanchonete no interior da comunidade e tem atendido diversos policiais militares – “diz que tem que chamar essa mulher e mostrar para ela que ela não pode fazer amizade com polícia não. Dodinha era um dos seguranças da atividade de traficância, em verdade, uma representação do braço armado da criminalidade, com atuação predominante na parte alta da comunidade em localidade conhecida como “Portão Vermelho”. Não obstante, há informações da inteligência, que ele atua também como um dos seguranças do líder da organização na Rocinha, o traficante Nome, o “Johny Bravo”. Caiquinho ocupava destaque dentro da hierarquia do tráfico de drogas na Rocinha. Ele foi conduzido a delegacia pelo qual confessou espontaneamente participar do tráfico de drogas na Rocinha, de forma a atuar na região conhecida como “Valão”, sempre armado de uma pistola Glock e um Fuzil G3. Inseto postava fotos em suas redes sociais portando fuzil, que somente é fornecido a alguém de confiança da organização criminosa. Anderson foi flagrado pedindo para uma criança pegar duas pistolas na Via Ápia em troca de” um dinheiro “. Os investigados estabeleceram uma rede criminosa, com divisão de tarefas e comunicação entre os membros, com o intuito de promover a circulação ilícita de substâncias entorpecentes,. Tais atividades ilícitas foram executadas de maneira deliberada e planejada, com a clara intenção de obter lucro por meio da venda de substâncias proibidas, expondo, dessa forma, a grave ameaça à ordem pública e à segurança da comunidade FONTE: TJ-RJ

MC Poze do Rodo chegou a ser preso por tráfico de drogas no Mato Grosso anos atrás. RELEMBRE DETALHES DA PRISÃO

Em 28 de setembro de 2019, o funkeiro MC Poze do Rodo foi preso na cidade de Sorisso, no Mato Grosso. Na ocasião, ele estava com mais três homens quando foram apreendidos 39 (trinta e nove) papelotes de substância análoga à cocaína, 16 (dezesseis) papelotes de substância análoga à maconha, 02 (duas) porções de substância análoga à pasta base de cocaína e 01 (um) frasco de substância análoga à lança-perfume. Na época, os agentes da Policia Militar infiltraram-se no evento “Resenha Prime 2aEdição”, para fins de vigilância, visto que, durante o período de divulgação do evento, receberam denúncias informando que àquele estava sendo realizado pela facção criminosa conhecida como “Comando Vermelho”, com organizadores vindos de Cuiabá/MT, juntamente do próprio Poze. Os PMs iniciaram a vigilância por volta das 23h, entretanto, adentraram à festa às 02h3Omin, momentos antes do show de Poze. Consta ainda que, os agentes policiais infiltrados, ouviram no decorrer do show, Poze fazer apologia ao crime, expressando palavras e frases especificamente ao Comando Vermelho, como em sua música “Tropa do General”, verbalizando por diversas vezes “para fal” (fuzil). Erni:ás, presenciaram e ouviram quando o indigitado “Mc Poze verbalizou à multidão: “vou te dar o papo reto não deixe pra depois quem é do Comando Vermelho levanta a mão e faz sinal de dois”. No local dos fatos havia cerca de 300 pessoas, entre maiores e menores de idade, sendo que todos consumiam bebidas alcoólicas, bem como, nas mesas espalhadas pela boate e no palco, os agentes visualizaram substâncias entorpecentes e frascos de lança-perfume, que eram fornecidos pela organização do “Mc Poze”, com intuito lucrativo. Insta consignar que, a organização do show, parceiros do “Mc Poze, eram os outros três envolvidos, sendo que, cada um possuía sua determinada função na distribuição de drogas no evento. Os agentes ainda, lograram êxito em verificar que a organização fornecia anti respingo de solda para que as pessoas misturassem em suas bebidas. E mais, auferiram os valores pelos quais as drogas eram comercializadas pela organização de Poze “, sendo elas: R$ 100 reais para o equivalente à 01 mg (um miligrama) de substância análoga à cocaína, valor variável entre R$ 30,00 e 50,00 (trinta e cinquenta reais) para substância análoga à maconha, R$ 10,00 (dez reais) para indeterminada quantidade de lança-perfume. Os agentes infiltrados da Polícia Militar, visualizaram no local, inúmeras pessoas utilizando entorpecentes e, quando ao subir no palco por volta das 03h, Poze entregou a um dos comparsas um objeto não identificado, sendo que, de imediato, deslocou-se em direção ao vulgo “Cearazinho” e repassou o que havia recebido. Empós, por volta das 04h, chegaram ao local as guarnições da Policia Militar, Força Tática, Policia Civil e Conselho Tutelar, encerrando a festa e iniciando a prisão dos envolvidos e apressão dos menores. Alguns dos envolvidos tehtaram evadir-se do local, jogando substâncias entorpecentes pelo chão e blocos com o ingressos que estavam vendendo do evento. Um dos presos falou que Poze e um cúmplice fugido para o Hotel Ana Dália, informando o número do quarto no qual estavam. Repassadas estas informações à guarnição da Força Tática, essa deslocou-se até o local e procederam à prisão de Poze, apreendendo em seu quarto, 01 (um) frasco de lança-perfume. FONTE: Ministério Públilco do Mato Grosso

CV já estaria presente em cinco cidades do interior de SP

Investigações apontam que o Comando Vermelho.já estaria presente em pelo menos cinco cidades do interior paulista, São elas Araras, Limeira, Leme, Americana e São João da Boa Vista. Na semana passada, a Polícia Federal prendeu uma mulher suspeita de ser administradora, orientadora geral e tesoureira do Comando Vermelho (CV) em São João da Boa Vista. A mulher inclusive participava de um grupo de estudos para concurso público da PF. Junto com um comparsa também preso, ela articulava missões de planejamento e execução de agentes da seguranca publica no Estado do Pará, FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

FIM DA TRÉGUA: CV e PCC com guerra declarada em cidade da Bahia

Guerra em Dias D’ Ávila , na Bahia. Após o Primeiro Comando da Capital (PCC) matar 3 “inocentes” e balear outros moradores que estavam em um bar no bairro Concórdia (CV), o traficante de vulgo “Sid Mad Max”, chefe do CV na região gravou áudios ameaçando o líder do PCC do bairro de Varginha (PCC), vulgo Tatay. Em áudio, Sid fez ameaças a “Tatay” dizendo que vingar a morte dos inocentes no Bairro Concórdia, ele afirmou que vai Invadir Varginha e matar quem estiver presente na rua, Ele disse que assim como o PCC fez, que as mortes dos moradores da Concórdia não vão passar batidas, o mesmo ordenou um ltoque de recolher na região. Sid falou ainda que um tal de Juca estaria sendo.pago.pelo PCC para dar informações erradas dizendo que foi ele quem matou os moradores. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

CV expulsou TCP de bairro e conquistou todo complexo de favelas de Resende (RJ)

Há cerca de duas semanas, traficantes do Comando Vermelho (CV) da Fazenda da Barra 3, Fazenda da Barra 1, Morada da Barra com apoio de bandidos da Baixada da Olaria invadiram e dominaram a Fazenda da Barra 2 (TCP), em Resende. Vale lembrar que há alguns meses, os Ttaficantes do CV fizeram uma tentativa de invasão porém não conseguiram se manter, Dessa vez o bairro foi dominado, Por enquanto nenhum indício que traficantes do TCP tenham tentado retomar o controle da área. Com a controle da Barra 2, o Complexo da Barra é oficialmente dominado completamente pelo CV, Com as comunidades Jardim do Sol, Rocinha (Localidade no Jardim do Sol), Fazenda da Barra 1, 2 e 3, Morada da Barra e Jardim Martinelli, Todos dominados pelo CV. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Guerra CV x TCP essa madrugada em Meriti

Relatos que que rolou guerra esta madrugsda no Trio de Ouro, em São João de Meriti. Foram traficantes do Comando Vermelho (CV) baqueando a região dominada pelo TCP. Os invasores foram traficantes da Tropa do Justo (CV) e Vila Norma (CV) que usaram a Baiana (CV) como base pra Invadir. FONTE: Submundo Criminal ( Telegram)

“Músicas de Poze são propagandas do CV”, disse chefe da polícia do RJ

O secretário de Estado de Polícia Civil, Felipe Curi, afirmou que as músicas de Marlon Brandon Coelho Couto, o MC Poze do Rodo, são “instrumentos de propaganda para a facção Comando Vermelho”. O cantor foi preso em casa, nesta quinta-feira (29), no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste. Ele é investigado por envolvimento com a organização criminosa, tráfico de drogas e associação ao tráfico. Em coletiva de imprensa na Cidade da Polícia, no Jacaré, Zona Norte, o secretário declarou que as músicas do MC são usadas para divulgação da narcocultura da facção. “Esse suposto MC transformou a música num instrumento de divulgação da narcocultura do Comando Vermelho. As letras são instrumentos de propaganda dessa organização criminosa, enaltecendo o uso de drogas, tráfico e fomentando as disputas rivais”, explicou Curi, que também reportou que as músicas são péssimos exemplos para jovens da comunidade. Após prisão pela DRE, Poze do Rodo foi transferido para a Polinter e de lá para um presídio de Bangu FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denuncia

Presa mulher conhecida como a ‘Dama do Tráfico’ (CV) que participou de reuniões no Ministério da Justiça alegando ser ativista dos direitos humanos

Após cinco meses foragida, Luciane Barbosa Farias — intitulada como Dama do Tráfico — foi presa nesta quarta-feira (28), em Manaus. Condenada a 10 anos de prisão por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa, ela finalmente reencontrou o sistema prisional que tanto dizia defender. Mas Luciane não era conhecida apenas por seus crimes. Ela também se apresentava como presidente do Instituto Liberdade do Amazonas (ILA), uma ONG que, segundo ela, atuava na defesa dos direitos dos presos. Curiosamente, essa mesma ONG foi apontada por investigações como um instrumento de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho — financiada com recursos do tráfico e usada para obter influência política. Durante sua atuação como “ativista”, Luciane participou de reuniões com secretários do Ministério da Justiça, visitou o Conselho Nacional de Justiça e até uma repartição da ONU — sempre se apresentando como defensora dos direitos humanos. Tudo isso enquanto era investigada por seu envolvimento com o crime organizado. FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

SAQUAREMA: Traficante é suspeito de tramar morte de técnico de enfermagem que se relacionou com sua ex

A polícia procura Luciano Cabral de Amorim, de 26 anos, Maria Eduarda Dutra Teixeira, de 24 e de Alan Vitor Dias Dutra, de 22 anos. Eles são os principais suspeitos de envolvimento na morte do técnico de enfermagem Fábio Corrêa Oliveira, de 27 anos, em.Saquarema. .  Segundo as investigações, Fábio mantinha um relacionamento com uma mulher que, assim como ele, trabalhava no Hospital Novo Municipal Nossa Senhora de Nazareth, em Bacaxá. O ex-companheiro dela, o traficante Luciano Cabral, conhecido pelo vulgo de “Lulu”, que já respondeu pelo crime de homicídio, não aceitava o fim do relacionamento e teria sido responsável por marcar o encontro com o técnico de enfermagem, por mensagens pelo Whatsapp. No entanto, informações apontam que o celular dela teria sido “hackeado” pelo ex, que teria marcado o encontro se passando por ela. Os dois estavam separados há cinco meses. O técnico saiu de casa, em Jaconé, dirigindo um Jeep Renegade, e não deu mais notícias desde então. No dia seguinte do seu desaparecimento, o carro de Fábio foi encontrado carbonizado em Arraial do Cabo, município vizinho. O corpo da vítima, que estava desaparecido desde 20 de abril (domingo de Páscoa), foi encontrado enterrado em uma área de mata no bairro Vilatur, em Saquarema, na Região dos Lagos, nove dias depois de seu desaparecimento e, foi localizado com a ajuda de um cão farejador do Corpo de Bombeiros. A vítima foi reconhecida no local pelas tatuagens que tinha no corpo.  Diante dos fatos, a Autoridade Policial da 124ª DP (Saquarema), recorreu à Justiça e pediu um Mandado de Prisão, para os envolvidos na morte de Fábio Corrêa, o que foi deferido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Saquarema, com pedido de Prisão Preventiva, pelo crime de Homicídio Qualificado.   Quem tiver informações sobre sobre a localização dos três envolvidos no crime, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Disque Denúncia

Traficante Doca (CV) comandava roubos a joalherias no Rio que contavam com a participação de bandidos do Amazonas e do Pará

O traficante Doca ou Urso, chefão do Comando Vermelho, chegou a comandar há alguns roubos a joalheiras na cidade do Rio de Janeiro. Os crimes tinham a participação de criminosos do Pará e do Amazonas que estavam escondidos na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha. Um dos roubos foi em Ipanema. Doca era o responsável por orquestrar os roubos, organizando o grupo, inclusive incluindo membros da facção, que conhecessem a cidade do Rio de Janeiro, servindo como guia para os criminosos de outros tados. Parte dos lucros dos roubos eram detinados a Doca. As armas eram fornecidas pelo traficante Pedro Bala, parceiro de Doca. Um dos bandidos envolvidos nos roubos era o de vulgo Geová, que também era integrante do tráfico no Morro da Mangueira e oriundo do Pará.A mãe de Geová chegou a falar diretamente com Doca para que não punisse seu filho por um desentendimento ocorrido entre ele e um bandido. Doca teria dito que no período que Geová trabalhou para ele, não deixou nada a desejar. Geová tinha muito dinheiro, cordões de ouro, casa, carro. Todos esses bens auferidos com produto dos roubos perpetrados por ele e seu bando. Os envolvidos são alvo de um processo criminal que tramita ainda em forma de inquérito desde 2021 no TJ-RJ FONTE: TJ-RJ

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