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Author name: Mario Hugo Monken

Sou redator com 25 anos de experiência em investigação policial, formado em Jornalismo. Ao longo da carreira, desenvolvi um olhar apurado para apurar e contar histórias complexas, com foco em detalhes e precisão. Minha paixão pela investigação e pela escrita me permite desvendar narrativas profundas, oferecendo ao leitor informações relevantes e impactantes sobre o universo da segurança pública.

Mario Hugo Monken

Conflito entre TCP e CV se espalha por cidades de Minas Gerais

Cidades mineiras têm enfrentado disputas entre as facções cariocas Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro. Uma delas é Santa Rita Jacutinga, onde traficantes do TCP são responsáveis por realizar o comércio de substâncias entorpecentes. A periculosidade da organização ficou ainda mais evidenciada, diante do fato dos membros terem se envolvidos em conflitos com pessoas ligadas à facção do Comando Vermelho (CV), seja através de ameaça, referente a proibição da atuação dos agentes rivais no município, no tocante a venda de entorpecentesChegou a ocorrer um atentado contra um membro do CV e os integrantes  aventaram possível retaliação. A disputa ocorre também em Além Paraíba, onde um suspeito preso disse que fora obrigado a fugir do Bairro Goiabal em virtude de ameaças proferidas por integrantes de facção rival, a saber, o Comando Vermelho (CV), asseverando, ainda, que recebia a quantia de R$ 1.000,00 (mil reais) por semana, pelos seus serviços na prática do delito de tráfico de drogas. Houve sangrenta disputa na cidade entre os dois grupos. “ ssa briga de facção que atua no nosso município, mais acirrada no bairro Goiabal, que é entre o TCP, Terceiro Comando Puro, e o Comando Vermelho, o CV, que vem causando inúmeros homicídios aqui na cidade, ora o bairro está tomado pelo Comando Vermelho, ora está tomando pelo TCP, e esse briga vem ocasionando diversos homicídios e o tráfico intenso de drogas”, diz uma investigação.  Em Manhuaçu, a polícia recebeu vídeos de membros do CV armados com pistolas e uma arma longa transitava pelas ruas do bairro Santana com a clara intenção de cometer crime de homicídio contra algum membro da organização criminosa denominada BS (referência ao Bairro Santana) que possuem vínculo com o TCP. Anos atrás, lideres do CV em Ubá gravaram vídeos testando submetralhadoras provocando a facção rival TCP – Terceiro Comando Puro, Consta que os membros desta organização carregam uma flâmula vermelha, com ou sem mastro, como símbolo da facção em suas publicações nas redes sociais, que representa a facção do Comando Vermelho, do estado do Rio de Janeiro, rival à facção do Terceiro Comando, além de exibirem relógios de ouro, dinheiro, arma de fogo e anéis com as siglas” CV “(Comando Vermelho) e” 33 “(Tráfico), Em Ubá, o Terceiro Comando Puro apadrinhou traficantes dos bairros Vila Casal e Solar, ao mínimo nos anos de 2020 a 2024. Os bandidos publicam em redes sociais vídeos e fotos exibindo armas de fogo e drogas, com o intuito de intimidar tanto os moradores quanto à facção rival – “Comando Vermelho” – “CV”. levantamentos preliminares  apontaram a expansão da facção criminosa “Comando Vermelho (CV)” para pequenas cidades do Sul de Minas, incluindo Bocaina de Minas. Em São Vicente de Minas, bandidos do TCP junto com o PCC fizeram ameaças a membros do Comando Vermelho FONTE: TJ-MG FONTE: TJ-MG

Entenda a motivação do ataque da milícia a área do CV em Nova Iguaçu esse fim de semana

Segundo informações que circulam nas redes sociais, o ataque dado por milicianos de Juninho Varão ao Conjunto da Marinha, em Marapicu, em Nova Iguaçu, área do Comando Vermelho, neste fim de semana, ocorreu por conta disso: Há alguns dias, os traficantes do Comando Vermelho foram no Morro do Danon, área do TCP, Mas para chegar ao local, os invasores tiveram que usar uma mata que fica em uma localidade que é dominada pelos paramilitares. Os milicianos já tinham proibido o CV de usar a mata mas os traficantes não ouviram e circularam pelo local para atacar o Danon, Com isso, na madrugada de ontem, os milicianos atacaram o Conjunto da Marinha e os traficantes recuaram para o Dom Bosco. Lembrando que ontem três traficantes caíram no ‘tribunal’ do TCP na comunidade dos Três Campos, na mesma cidade, e tiveram os corpos carbonizados. Relatos que eles tramavam pular para o CV da Vila Norma, em São João de Meriti, FONTE: Publicação na página Band Net News (Twitter)

Milicianos entraram atirando na Vila Kennedy (CV) e balearam mototaxista

| Milicianos da Favela da Carobinha, em Campo Grande, entraram na Vila Kennedy (CV) em duas motos e passaram atirando Inúmeras vezes contra moradores que estavam reunidos em uma praça, Durante os tiros, um mototaxista foi baleado no peito Ainda não se sabe o estado de saúde do rapaz. A Assessoria de Imprensa da PMERJ informa que, neste domingo (26/10), equipes do 14ºBPM foram verificar a entrada de um homem com ferimentos provocados por disparo de arma de fogo no Hospital Municipal Albert Schweitzer. De acordo com informações preliminares, criminosos em uma motocicleta passaram pela Praça da Vila Kennedy e efetuaram disparos.Segundo o 14ºBPM, não havia operação policial na região.Ocorrência em andamento. O registro foi feito na 34ª DP (Bangu). Diligências estão em andamento para apurar o caso. FONTE: Submundo Criminal (Whatsapp) e PMERJ

Traficantes do TCP atacaram áreas do CV em Anchieta

Guerra em Anchieta. Traficantes do Terceiro Comando Puro atacaram a comunidades do Az de Ouro, Jaqueira e do.Tatâo, controladas pelo Comando Vermelho Há informações ainda não confirmadas oficialmente de mortos em ambas as facções. “Acabou a paz em.Anchieta e Nilopolis. P… é o TCP no Az de Ouro. C..Vermelho ficou de b..”, diz uma mensagem postada nas redes sociais. Os criminosos cforam comandados pelo traficante Nenem. Moradores estão relatando que os invasores mandaram cortar a luz da região, e estão gritando que TCP voltou!! FONTE: Pega Visão News (Whatsapp)

Traficantes do TCP posaram para foto em carro abandonado pelo CV em baque na Pedreira

Durante baque na favela do Bairro 13 ou B13 (TCP), em Barros Filho, criminosos do Complexo do Chapadão (CV) deixaram pra trás um carro. Os bandidos do TCP. posaram ao lado do veículo de luxo usado. O carro foi avaliado em mais de R$ 100 mil, FONTE; Bau do Rio OFC (Twitter) e redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Peixão (TCP) usa telefones de familiares para tentar despistar a polícia

Investigação está em andamento para apurar o crime de associação para o tráfico de integrantes do Terceiro Comando Puro que atuam no Complexo de Israel, que abrange as comunidades de Viga@rio Geral, Parada de Nome, Cidade Alta, Cinco Bocas e Pica-Pau, em Cordovil, Rio de Janeiro. O foco da investigação recai sobre Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, líder do crime local. O caso investigado visa desarticular suposta rede de apoio a8s atividades do T. C.P. na região que incluem tráfico de drogas, roubos de carga, de veículos e outras ações criminosas para financiar suas operações. Ha indícios de atuação de indivíduos próximos de Peixão, como familiares e parentes, com a finalidade de facilitar tais atividades. O afastamento do sigilo telefoInico e telemátco dos alvos tem sido essencial para o progresso da apuração. Durante a investigação, foi possível estabelecer os números de telefones utilizados por Peixão e por seu núcleo familiar, sendo certo que o chefe do tráfico se vale da utilização de cadastros em nomes de terceiros para cadastrar as referidas linhas telefoInicas, a fim de atarpalhar as investigações. , o que pode configurar crime. Peixão seria autor de mais de 100 crimes, sendo investigado ou tendo sido denunciado por 61 homiicídis, ale5m de extorsões, roubos de veúculos, roubos de cargas, etc. Há relatos de que uma mulher gerencia duas empresas para Peixão, uma delas de cosméticos. Entre os telefones analisados estão de filhos do traficante,.

Polícia Civil do Rio pediu a Justiça que fuzis apreendidas em área de Peixão (TCP) fossem incorporados ao arsenal da DRE

A Polícia Civil solicitou à Justiça que seja incorporado ao arsenal da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) três fuzis e quato carregadores apreendidos durante uma operação no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio, em junho deste ano. No pedido, a corporação diz que armas apreendidas estavam sob posse de traficantes fortemente armados que integravam os quadros operacionais da facção TCP e cuja atuação armada representava grave risco à segurança pública e à integridade dos agentes estatais “Nestes autos consta a apreensão de três desses fuzis, armas estas que são de interesse desta Delegacia Especializada, para que sejam convertidas à força policial do Estado e passe a integrar o arsenal bélico da Polícia Judiciária, com o fito de auxiliar no combate ao crime organizado que assola o Estado. ” . Segundo a polícia, a destinação das armas de fogo apreendidas às forças de segurança pública constitui medida de elevado interesse estratégico e legal e existe uma lei que autoriza a transferência desses armamentos para uso das instituições policiais, mediante autorização judicial, após manifestação do Ministério Público e avaliação técnica. De acordo com a PCERJ, trata-se de um instrumento jurídico que permite não apenas a racionalização do uso de bens apreendidos, mas também o fortalecimento concreto da capacidade operacional do Estado na repressão a crimes de alta complexidade, em especial os praticados por organizações criminosas armadas. A polícia argumenta que em um cenário como o do Estado do Rio de Janeiro, onde o tráfico de drogas e o crime organizado exercem domínio armado sobre vastos territórios urbanos, como ocorre em áreas controladas por facções como o Terceiro Comando Puro (TCP) e o Comando Vermelho (CV), a presença de armamentos de uso restrito – tais como fuzis, metralhadoras e artefatos explosivos – nas mãos de criminosos representa uma ameaça direta à soberania estatal e à integridade das forças de segurança. A DRE, por sua natureza institucional, atua de forma direta e estratégica no enfrentamento ao narcotráfico em sua estrutura mais organizada, realizando investigações de médio e longo prazo, diligências em áreas de risco e operações de alta complexidade que exigem preparo técnico e armamento compatível com a resistência oferecida por criminosos fortemente armados. O fortalecimento dessa unidade, mediante a destinação de fuzis e outras armas apreendidas em operações legítimas, representa um ganho imediato para a eficácia policial e para a segurança dos agentes que atuam na linha de frente do combate ao crime organizado. Além da evidente economia de recursos públicos que a medida proporciona – evitando a necessidade de aquisição de armamentos novos – a conversão de armas outrora utilizadas para o cometimento de crimes em ferramentas de repressão legal carrega profundo simbolismo institucional. Trata-se de uma inversão de finalidade: o que antes servia para intimidar a população e combater o Estado, passa a integrar o patrimônio estatal e ser utilizado em prol da ordem, da justiça e da proteção social. Por fim, é preciso destacar que a medida reforça a presença estatal em regiões vulneráveis, reequilibra o poder de enfrentamento frente às facções criminosas e sinaliza à sociedade que o Estado está preparado para reagir com inteligência, legalidade e força legítima. A Polícia Civil informou ainda que Informa-se, desde já, que todo armamento incorporado aos quadros da corporação passa por uma revisão e manutenção realizada pela Coordenadoria de Fiscalização de Armas e Explosivos, com recebimento de número de série e brasão institucional, bem como anotação em livro e registro de controle bélico, de forma que sua utilização se dê de forma segura e controlada pelos profissionais de segurança. Para a polícia, a destinação das armas de fogo apreendidas às unidades policiais, com destaque neste caso para a Delegacia de Repressão a Entorpecentes-DRE, constitui iniciativa essencial no fortalecimento das instituições encarregadas de proteger a ordem pública e enfrentar o crime organizado de maneira eficaz e duradoura Nesse contexto, a incorporação dessas armas, quando legalmente viável, ao acervo da 6,J/0.0>0, , e em especial de unidades especializadas como a +,+-./0.1++23+00000-00+/+78+4 , revela-se medida fundamental para a readequação do equilíbrio de forças em territórios conflagrado FONTE: TJ-RJ

No Espírito Santo, TCP está em guerra com filial do CV. VEJA RELATOS

A polícia do Espírito Santo tem informações que a disputa territorial entre as facções criminosas Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro que começou no Rio de Janeiro se estendeu para o território capixaba. No Estado, o CV é representado pela facção Primeiro Comando de Vitória (PCV) enquanto que o TCP usa a sigla da própria facção. O PCV, consolidado como a maior organização criminosa do Espírito Santo, expandiu-se a partir do Bairro da Penha e Bonfim, em Vitória, alcançando várias regiões do Estado. Em contraste, o TCP, que já possuía presença na Grande Nova Almeida, iniciou uma expansão para Jacaraípe, na cidade de Serra, desafiando o controle territorial do PCV e desencadeando uma série de ataques violentos. Esse cenário demonstra o impacto do confronto por pontos estratégicos para o tráfico de drogas. Diferentemente do PCV, que possui uma estrutura organizada com estatuto e contribuição financeira para a “caixinha” da facção, o TCP apresenta características menos estruturadas, sem uma cúpula definida ou regras estabelecidas no Espírito Santo. Essa desorganização, somada à tentativa de ampliar seu domínio, intensificou os conflitos com o PCV, que enxerga a presença do TCP em Jacaraípe como uma ameaça direta ao seu controle na região. A disputa tem envolvido bairros como Laranjeiras, de onde partem criminosos do PCV para realizar ataques contra integrantes do TCP, elevando a violência local. Esses conflitos agravam a sensação de insegurança em Jacaraípe, prejudicando moradores e comerciantes da região, que ficam vulneráveis à atuação dos grupos criminosos. O domínio territorial é crucial para as facções, pois envolve o controle do tráfico de drogas e a imposição de sua autoridade sobre a comunidade. A expansão do TCP para áreas dominadas pelo PCV intensifica a rivalidade, tornando a região um palco constante de violência, com consequências negativas para a ordem pública e para a tranquilidade dos cidadãos. A disputa entre o TCP e o PCV ocorre na cidade de Aracruz que já ocasionou diversos homicídios na cidade. Há ataques por ambos os lados. A polícia até apreendeu uma cartaassinada por uma liderança do TCP, na qual era relatado que o grupo estava em guerra com o PCV no Estado e tinha como plano a realização de ataques coordenados contra facções rivais. A carta era assinada por criminosos presos e o conflito se estendia também para dentro das penitenciáriaS. Os destinatários do documento eram bandidos evadidos do sistema prsional Em Aracruz, bandidos do bairro Segatto (TCP) estavam em guerra com traficantes dos bairros Nova Conquista e Fátima, áreas controladas pelo PCV.A guerra entre o TCP e o PCV ocorre também em Cachoeiro do Itapemirim. No ano pasado, bandidos do TCP promoveram atentados na cidade e fizeram mais de 50 disparos. O objetivo era vingar a morte de um membro da facção que teria sido ordenada pelo PCV Em Cariacica, a PM local avistou pichações da facção TCP (Terceiro Comando Puro), sobrepondo pichações do PCV (Primeiro Comando de Vitória), sendo claramente uma cidade disputado pelo tráfico. Em Vila Velha, o TCP tem aliança com o Primeiro Comando da Capital (PCC), voltada à prática de crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo e crimes conexos, no contexto da disputa pelo domínio do tráfico de drogas com o Primeiro Comando de Vitória (PCV). No Espírito Santo, e o gesto “três” feito com os desdos é a saudação do TCP e a saudação ao Primeiro Comando de Vitória – PCV, é feito sinal de mãos “tudo 12”. FONTE: TJ-ES

TCP entra em Goiás e firma aliança com o PCC

A facção criminosa Terceiro Comando Puro incorporou o grupo ADE de Goiás que virou TCP-GO. O TCP-GO estaria com uma forte aliança com o PCC e a facção Baiana Bonde do Maluco (BDM) que divulgou comunicado anunciando retorno do pacto com a organização paulista. Nos últimos meses, diversas mudanças vêm ocorrendo no cenário do crime organizado: a facção ADE passou a integrar o TCP, a Família AR dr MG também se uniu ao TCP, o PCC e o TCP retomaram sua aliança, e agora o BDM voltou a se aliar ao PCC. FONTE: Submundo Criminal (Telegram)

Motorista de aplicativo foi baleado na cabeça durante fuga de bandidos em Belford Roxo

Um motorista de aplicativo de 28 anos, Yago Madureira Vicente, foi baleado na cabeça durante uma fuga de criminosos em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e está em estado gravíssimo. O fato ocorreu na última quinta-feira (23). lEe foi atingido enquanto levava um passageiro e tentava escapar de criminosos que fugiam da polícia, resultando em uma batida em um poste. , Yago foi atingido nas proximidades do Beco da Cedae, no bairro da Graça, e recebeu atendimento inicial no município. Ele foi transferido para o Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes (Saracuruna), em Duque de Caxias, onde permanece sob cuidados intensivos com edema cerebral. Dois suspeitos foram presos com drogas e motos. FONTE: Canal Minuto Notícia (Whatsapp)

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