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tráfico de drogas

RELATÓRIO DA POLÍCIA CIVIL IDENTIFICOU 34 TRAFICANTES QUE ATUAM NO COMPLEXO DA PENHA (CV). VEJA OS VULGOS E A FUNÇÃO DE CADA UM

Relatório da Polícia Civil identificou 34 traficantes que atuam no Complexo da Penha, principalmente na Vila Cruzeiro. Veja quem são e a função de cada um. Lembrando que o Complexo da Penha, considerado o quartel general da facção criminosa Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso -. Exerce a função de chefe do tráfico de drogas do Complexo da Penha, dando ordens aos seus subordinados para o cumprimento de metas relativos ao comércio ilegal de drogas. Segundo informações a mando de Doca, meliantes cortam os fios da rede de telefonia, internet e TV por assinatura para que os moradores sejam obrigados a usarem o serviço ilegal fornecido no interior da comunidade. Pedro Paulo Guede – Pedro Bala – gerente geral em várias regiões do Complexo. É considerado o número 02 do Complexo da Penha. Pedro Bala também é apontado como um dos que coordena o tráfico de drogas em várias localidades do Rio de Janeiro, entre elasno Morro do Banco no Itanhangá e é apontado como um dos responsáveis pela morte do lutador Diego Braga, de 44 anos, que morreu após tentar recuperar uma moto no morro Fhillip da SIlva Gregório, o Professor – apontado como o responsável pela compra de armas para a facção do Comando Vermelho, enviando também para o Complexo da Penha. É oriundo e responsável pelo tráfico de drogas na comunidade da Nova Brasília no Complexo do Alemão. Carlos da Costa Neves, o Gardenal – segurança do tráfico . É apontado como um dos mais violentos da organização., e também o executor ( matador ) do grupo. Gadernal é acusado como um dos responsáveis por matar o jovem Marcos do Nascimento Tavares de 19 anos. Danado – apontado como segurança do tràfico de drogas. Apontado também como chefe do tráfico de drogas da favela São Simão em Queimados. Mais Alto ou Grande – gerente-geral, responsável pelo valor apurado da comercialização de cocaína. Ainda segundo relatos, “Grande”, além de agir na favela, comanda o tráfico de drogas no município de Macaé, no interior fluminense. Boquinha – gerente-geral da droga conhecida como loló e atua também como gerente da localidade conhecida como ” Sacopã”, próximo a Rua A na Vila Cruzeiro. Boris ou Lord – como Gerente Geral da maconha de R$ 10,00 ( dez reais ), também é gerente na localidade do Parque Proletário. Ricardo Severo, vulgo Faustão – apontado como Gerente Geral da droga conhecida como ” crack ” e também gerente da maconha comercializada na localidade da Rua Doze na Vila Cruzeiro. Faustão também é o responsável pelo tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro em São Gonçalo. Bruno Silva Souza, o Tiriça – gerente do tráfico no Bairro Treze, na Vila Cruzeiro Também é responsável por confeccionar artefatos explosivos para serem utilizados pela organização criminosa. A Tiriça, foi dado a incumbência de chefiar o tráfico de drogas na Praça Seca a mando de Doca. Pinduca – realiza a parte administrativa ( entre elas: o elo com o presidente da Associação de Moradores ), controla o movimento das drogas e a respectiva contabilidade. Samuca – Gerente Geral da venda da maconha comercializada aos valores R$ 5,00 ( cinco reais e R$ 10,00 ( dez reais ). Nem Bolinho – segurança e contenção nas bocas de fumo na Rua Oito, na Vila Cruzeiro Du Rodo – Segurança e contenção das bocas de fumo da Rua Doze, na Vila Cruzeiro. Mota ou Matuto – segurança de Faustão e também responsável pelo abastecimento das bocas de fumo em especial da Rua Doze na comunidade da Vila Cruzeiro. Peladinho – gerente e segurança na Rua Doze. Romarinho – segurança e contenção de Pedro Bala Ygor – vapor na Rua Doze Jhonatan – vapor na Rua Doze Boca de Ovo Gerente da cocaína comercializada ao valor de R$ 10,00 ( Dez reais ) na liocalidade conhecida como Rua Nove na Vila Cruzeiro. Paulista ou Arrascaeta – tem função de destaque na hierarquia da quadrilha fazendo parte do Conselho, ou seja, grupo de lideranças do Comando Vermelho, e desde que chegou ao Rio de Janeiro se homiza-se na comunidade da Vila Cruzeiro. TH do Rasta, Taz ou Merreca – se esconde no Complexo da Penha e comanda o tráfico de drogas de Saracuruna, levando drogas da Penha para seu local de tráfico. Também é um dos braços armados da Vila Cruzeiro. Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, o Bochecha Rosa – Se esconde na Penha e é responsável pelo tráfico de drogas no Corte 8, Mangueirinha, Sapo e Santuário, que integram o Complexo da Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Também é responsável, juntamente com Doca, com fornecimento de armas e homens na guerra pela tomada da da Praça Seca ( Chacrinha e Bateau Mouche ). William Sousa Guedes – Corolla – se escondia na Penha antes de ser preso. Já foi responsável pelo tráfico de drogas na favela do Manguinhos. Nos últimos meses, puxou as guerras para invasões no Morro dos Macacos em Vila Isabel e na localidade de Santa Maria na Taquara. Berola – apontado como Gerente do tráfico de drogas da comunidade da Chatuba. Rajada – contenção na Vila Cruzeiro. Negrito – gerente da Rua Dez, na Vila Cruzeiro. ” é um criminoso conhecido de altíssima periculosidade e que já foi preso em 2014 por promover ataque à 45ª Delegacia de Polícia e a Unidade de Polícia Gato Mole – contenção na Vila Cruzeiro Di Gato – vapor na Rua Doze Berg ou Mezenga – Gerente do pó de R$20,00 na comunidade da Vila Cruzeiro. Dudu Nobre – contenção na localidade conhecida como Sacopã na Vila Cruzeiro. LZ – contenção na Chatuba. Gilmar – gerente do beco da Rainha, na Vila Cruzeiro. Angolano – segurança das bocas de fumos da Vila Cruzeiro Segundo depoimento de PMs, o Complexo da Penha está muito bem equipado com armas de grossos calibres e que no local possuem vários grupos de marginais que monitoram e controlam as vias de acesso através de ”

Rabicó do Salgueiro (CV) seria um dos homens fortes de Fernandinho Beira-Mar no Rio junto com o filho do bandido, aponta relatório. VEJA DETALHES

 Relatório da Justiça do Mato Grosso do Sul aponta que o narrcotraficante Fernandinho Beira-Mar continuaria sendo uma das lideranças criminosas que exerceria influência em várias localidades do estado do Rio de Janeiro e outros pontos do território nacional, atuando como fornecedor de armas e drogas     Segundo investigações da PF, Beira-Mar teria como principal área de atuação três comunidades em Duque de Caxias, sendo estas a Favela Beira-Mar, o Parque das Missões e o Parque Boa Vista, que compõem o denominado Complexo Beira-Mar”. A localidade seria ponto estratégico para o Comando Vermelho, entrocamento com as principais vias da cidade do Rio de Janeiro como as rodovias Washington Luiz e Linha Vermelha, possível área de escoamento de drogas advindas pela Baia de Guanabara, às margens da comunidade, e suposta base de planejamento para invasões em outras comunidades, tais como Cordovil, Parada de Lucas, Cidade Alta, Quitungo e Guaporé.  O relatório aponta que em 13 de maio de 2022 Lindomar Gregório de Lucena, vulgo Balbuíno, então líder do Parque Missões, foi morto durante uma operação da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, sendo este suposto filho de consideração de Fernandinho e seu subordinado de confiança na localidade.  Em maio do mesmo ano, Luiz Paulo Santos Oliveira, o LP , apontado pela Polícia Civil deste Estado como responsável financeiro por todas as favelas supostamente controladas por Beira-Mar foi solto,   Dados de inteligência do Departamento Penitenciário Federal (Depen) indicam que Beira-Mar permaneceria transmitindo ordens relacionadas ao suposto gerenciamento do tráfico de drogas no Complexo Beira-Mar”, por intermédio de advogados, e supostamente contando com o apoio de Luiz Carlos Bandeira Rodrigues, vulgo Zeus ou da Roça, Yan Guilherme Lira da Costa, o Gordo, filho do narcotraficante e Antônio Ilário Ferreira, o Rabicó, dono das bocas de fumo do Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, Beira-Mar teria empreendido recursos financeiros adicionais para seus advogados lograrem êxito em sua progressão de regime, e consequente saída de presídio federal. O traficante apresentaria poder aquisitivo proveniente de sua suposta posição frente ao tráfico de drogas em Duque de Caxias, e que seus recursos financeiros poderiam refletir a manutenção do seu poder junto a seus subordinados faccionados.  Outros dados de inteligência da Polícia Militar de JAN 2023 indicam que traficantes ligados a Beira-Mar integrantes da facção CV do Complexo da Penha planejariam retomar a comunidade Lambicada e invadir as comunidades da Sapinhatuba 1 e 2, atualmente redutos da facção Terceiro Comando Puro (TCP) no município de Angra dos Reis.  A suposta retomada de territórios foi empreendida pelos traficantes RD, Juninho Nazaré, ambos ligados a antigos lideranças do CV na comunidade Lambicada, além de Vidigal e Feio, filho do preso Marcos José Monteiro Carneiro, vulgos Coroa ou Periquito, custodiado no Presídio Gabriel Ferreira Castilho (SEAPGC), e apontado como maior articulador preso de Beira-Mar”. Outros presos com vínculo com Beira-Mar  são Charles do Lixão, Naldinho PCC e Marcelo, seu filho E no Instituto Vicente Piragibe, está Sandro Mendonça do Nascimento, vulgos Promotor ou Jorge Tadeu.  Dados de investigações da Polícia Civil informam o óbito de Ney Machado, vulgo Pitoco, suposto braço-direito de Beira-Mar. Ele foi condenado criminalmente em 2011, quando foi apontado como um dos maiores traficantes de drogas do Rio Grande do Sul, supostamente autor de tráfico de drogas internacional com Beira-Mar  na Colômbia.  Outros dados de inteligência do Depen que datam de FEV 2023 informam que “Beira-Mar” custearia as despesas do apenado Luan Barcelos da Silva, vulgo Gui,, custodiado no Sistema Prisional do Rio Grande do Sul, apontado como integrante da organização criminosa Os Manos. 9.1. “ Beira-Mar buscaria aproximações com lideranças criminosas gaúchas, e que por meio dessas teria por fim a facilitação de comunicação com seus comparsas extramuros, e, para tanto, teria custeado serviços advocatícios para o apenado Luan, supostamente prestados pela advogada SHARON LOPES SILVA, OAB 21.820/MS. 10.  Beira-Mar não demonstraria interesse em abdicar de sua suposta posição na estrutura hierárquica do CV tampouco que houvesse solicitado cumprir pena em espaço destinado a presos sem facção criminosa.  Ele é tido como detentor de prestígio, mesmo estando preso, junto aos seus comparsas do CV desempenhando suposta posição hierárquica junto a cúpula decisória desta facção, assim como supostamente desempenhando liderança criminosa em seus redutos de atuaçã FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Relatório expõe trocas de comando no Morro do Dendê (TCP) ao longo dos anos e revela que comunidade poderá ter um novo ‘dono’ em breve

O Morro do Dendê é um dos complexos de favelas mais perigosos do Rio de Janeiro, tratando-se de região dominada pelo tráfico de drogas. A comunidade foi por anos dominada pela facção Comando Vermelho. Brigas internas resultaram no rompimento destes vínculos, época em que o traficante Noquinha, nacional narcotraficante, passou a chefiá-la sob a bandeira da facção ADA (Amigos dos Amigos). Em outra reviravolta, no ano de 2003, o traficante Fernandinho Guarabu junto com o vulgo Gil então membros da facção ADA, tomaram o poder de Noquinha “e viraram a “bandeira” da comunidade para o Terceiro Comando Puro. Sob o comando de Guaratub, o Dendê representa um dos quarteis generais da facção criminosa no Estado do Rio de Janeiro. E assim permanece, mesmo após a morte do seu líder, fato ocorrido em junho de 2019. Com a morte de Guarabu, Chapola passou a comandar a comunidade. Preso desde 2023, ele encontra-se custodiado na Penitenciária Industrial Esmeraldo Bandeira, mas há indícios de que, mesmo preso, Chapola ainda comanda de forma indireta seus subordinados e dita as empreitadas de sua facção criminosa. As investigações apontaram para Neves, como sendo a atual liderança (em liberdade) do tráfico de drogas no Complexo do Dendê, sendo considerado o segundo homem na hierarquia, obedecendo diretamente as ordens de Chapola. Chapola e Neves são conhecidos marginais e traficantes que impõem seus domínios por meio de combate armado arregimentando pessoas, formando uma gangue de marginais, inclusive indivíduos com aparência de adolescentes e crianças, que são arregimentados para trabalhares como “soldados”, portando armas de fogo e comercializando drogas; No Morro do Dendê, os traficantes se utilizam de barricadas, objetos que colocam nas vias públicas para impedir o trânsito de viaturas. São colocados trilhos, pedras, latas e galões de lixo; O traficante Didi assumiu papel de gerente-geral do tráfico de drogas no Complexo do Dendê. Atualmente ele responde principalmente pela compra de armamentos e triagem dos assuntos que ocorrem na [ comunidade e que merecem a atenção de Neves. Mesmo foragido há 20 anos, o traficante Didi vive uma vida de luxo e ostentações no interior da comunidade do Morro do Dendê, Em vídeo gravado no interior do Dendê, foi possível ver Didi realizando diversos disparos de fuzil a esmo e comemorando ao lado de diversos outros traficantes armados.Além disso, no vídeo é possível escutar um DJ/Locutor falar ao microfone: “O Pai tá no miolo”, fazendo clara referência à influência que Didi ostenta entre os moradores da comunidade, Há outros traficantes de importância no morro Um deles é Marreco. Ele ocupa a função de gerente-geral da Comunidade Guarabú. Ele é o responsável pela extorsão de motoristas de aplicativo em toda Ilha do Governador O outro é FB, que está preso. Ele chegou a ser indicado por Gil como o próximo chefe do Morro do Dendê. No entanto, como estava custodiado, Chapola e Neves assumiram o comando. Informaões de inteligência apontam que, com o iminente alvará de soltura, FB seria indicado pela cúpula do TCP como novo “dono” do Complexo do Dendê, visto que Chapola também se encontra custodiado e Neves não é bem visto pela facção criminosa. Neguinho da BW é o gerente-geral do tráfico de drogas na comunidade Boogie-Woogie. Ele é o responsável por determinar a extorsão de moradores da localidade. Ele também explora serviços de sinais de TV acabo, venda de botijões de gás, e seus homens praticam roubos de veículos, cargas. fonte: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Investigação identificou 48 traficantes que atuam no Complexo do Salgueiro e no Jardim Catarina, bases do CV em São Gonçalo

Uma investigação apontou o envolvimento de 48 criminosos com o tráfico de drogas no Complexo do Salgueiro e no Jardim Catarina, em São Gonçalo, área dominada pelo Comando Vermelho. Rabicó – e chefe do tráfico de drogas do Salgueiro Verdão/Hulk/Palmeira/Palmeiras/Palmeirão – uma das principais lideranças do Salgueiro. Jhon Jhon – um dos líderes da quadrilha Acanhado ou Renatinho do Salgueiro – soldado Sheik – tem vários mandados e é foragido da justiça Funil – gerente do Salgueiro Biscolé- também um dos líderes da região. Edgar da Balança – responsável pela endolação das drogas alí comercializadas; Batata ou Gordinho – possui mandados de prisão Papucaia – possui mandados de prisão Faustão da Penha – , marginal oriundo do complexo de favelas da Penha-RJ, Leleke ou Formigão – um dos líderes e, evadido do sistema prisional; DG da Balança n- um dos marginais responsáveis pela endola das drogas; 50 ou PET – tem mandados de prisão Roberta Xerecão – Conhecida como a “Dama do tráfico” uma das lideranças na associação criminosa, responsável pelo tráfico de drogas em diversas comunidades do Complexo do Salgueiro; Di Vaca- segurança de Rabicó GB – Frente do Jardim Catarina MG – soldado do tráfico e evadido do sistema prisonal 2K ou Tremou Caíque – Tiquinho – gerente dp Catarina e também exerce a função de “Matuto” do tráfico e apontado como substituto de Hudson Paraíba; DT – soldado do tráfico Saulinho – soldado Jonathan – soldado Nathan – traficante e ladrão de cargas Bruno Miguel – soldado Alex -soldado Russo ou Paraíba – soldado Junior – soldado e ladrão de cargas Renato – ladrão de cargas e veículos Porca Russa – soldado Bruno Boi- atua no tráfico e roubos Janaína – foragida da Justiça Coquinha – soldado Renato – soldado Vitor Hugo – soldado Negão – soldado Arake do Salgueiro – soldado Adriano -soldado; Bodinho – soldado Wiyllyams – soldado PP – soldado Felipe – soldado Máscara -soldado Grisalho – tem mandados de prisão. Piranha ou Vinicinho – tem mandados de prisão Bob do Sal – tem mandados de prisão JK ou Cocão – tem mandados de prisão Segundo investigações, as ruas José Francisco Correa, Alcina Barbosa e Travessa Flor de Lins encontram-se completamente obstruídas por barricadas.Traficantes armados que dominam a região desde março de 2020 usam caminhões de aterro despejam entulhos de obras, resto de esgoto, galhos de árvores, lixo domésticos, móveis e até mesmo animais mortos, deixando no local um cheiro insuportável, tais materiais ocupam toda a largura das referidas ruas impedindo a locomoção. Os meliantes também provocam queimadas e também foram colocaram barricadas fixas deconcreto. Um dos moradores do local é deficiente físico e não consegue sair de casa. FONTE: Relatório da Policia Civil disponível no site Jusbrasil

Investigação revela como era a hierarquia do tráfico na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão (CV), conhecida nacionalmente por duas chacinas na década de 1990

Investigação revelou como era a hierarquia do tráfico na Favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão, comunidade conhecida nacioalmente por duas chacinas ocorridas na década de 1990. LÍDERES – São responsáveis pelas decisões importantes na favela e a eles de forma indireta o gerente-geral se reporta. Márcio dos Santos Nepomuceno – Marcinho VP lidera o grupo de traficantes de todo o Complexo do Alemão, apesar de preso em presídio federal. Luciano Martiniano da Silva – Pezão- é alvo de vários mandados de prisão, está foragido e, apesar de afastado fisicamente da comunidade citado, exerce ao lado do primeiro a liderança do grupo criminoso investigado. GERENTE-GERAL DA NOVA BRASÍLIA – coordena e supervisiona as atividades ilícitas vinculadas a venda de drogas na comunidade. Eduardo Fernandes de Oliveira – 2D ou Duda. Por ordem dos líderes comanda o território da comunidade Nova Brasília. Também foi indiciado como mandante da tentativa de homicídio contra policiais militares. Há também os gerentes por localidade: Cesinha (Sem Saída), Pardal (Rua Dois), Orelha (Sorveteria), Flamengo (Predinhos), além de Tio Delson ou DS, Garnizé, Binho, Rex, Cara de Mulher, Vitinho ou Malvado, BR, Camelo, King, Os gerentes são responsáveis pelo recolhe do dinheiro oriundo da venda de drogas; que esse dinheiro é recolhido, conferido, contado e entregue para uma pessoa que é chamada de contador, que deposita a grana em contas bancárias com ajuda de motoboys. CONTENÇÃO – São as pessoas que circulam na comunidade com armas de fogo, inclusive de grosso calibre (fuzis) e como tal enfrentam as forças policiais para proteger o território da favela e impedir a movimentação dos agentes. Pebinha, Bigode, Marllon Gasparzinho, Bragado, Bracinho, Sem Cabelo, Anizio, Galinho, Iguinho, José Lucas, Pim Pim, Darlan, Coisada, Da Morte, Perna Podre, Emerson, Alan, Feijão, Tio Chico, Biel, Bode Velho, VAPOR – São as pessoas que circulam na comunidade oferecendo e vendendo drogas (maconha, cocaína, crack e lança-perfume) Chininha, Leon, Lucas, Rodrigo, Ricardo, Fábio, Bará, Caolhinho, Chicletinho, Negueba, Yan, Iago, VISÃO – pessoas que permanecem dia e noite na função de vigilância com obrigação de comunicar os demais comparsas da movimentação da Polícia Jonathan, Paraíba ou Parazinho, José Luiz, Lucas Segundo PMs, além do comércio ilícito de maconha, cocaína e crack os traficantes atuam na venda de cigarros ilegais, controlam atividades de transporte (mototaxistas e kombis), exploram atividades de desvio de sinal de TV e internet, dentre outras. Cada comunidade do Complexo do Alemão existe um grupo de traficantes e na Nova Brasília não é diferente, mas todos esses homens a serviço do crime são lidersdos à distância por Pezão, que escolhe os líderes de cada grupo Os bandidos circulam fortemente armados, inclusive com fuzis e granadas; que a área principal de 2D são lugares dentro da comunidade Nova Brasília a seguir enumerados: (a) Predinhos, que é conjunto habitacional localizado na Estrada do Itararé, bairro de Ramos; (b) Praça do Conhecimento, (c) Capão; (d) Sorveteria; (e) Alvorada; (f) Chuveirinho e (g) Largo do Samba; (h) Rua Sem Saída É comum ocorrerem disparos de armas de fogo contra os policiais militares e assim os traficantes procedem por ordem de Pezão que não aceita perder armas e drogas;Relatos de policiais dão conta que os traficantes ficavam à espreita durante a madrugada e covardemente disparam suas armas contra os agentes da 2ª. UPP. Contudo, ultimamente esses tiroteios passaram a ocorrer pela manhã, exatamente no momento de deslocamento das equipes para troca de turno. Essa “guerra silenciosa” teve várias consequências e já foram contabilizadas mortes e ferimentos em agentes bem como em moradores. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jusbrasil

Povo de Israel passou a distribuir drogas em grande escala nos presídios e pode ter contato com grandes fornecedores. Vejas as unidades que essa facção se encontra no RJ e assassinatos cometidos pelo grupo e as lideranças do bando. Como funcionava o esquema de extorsão

MARIO HUGO MONKEN Até o ano de 2022, a Subsecretaria de Inteligência vinha acompanhando ocorrências indicando que a facção criminosa Povo de Israel praticava o tráfico de drogas intramuros em pequenas quantidades. Porém, as recentes apreensões demonstraram que a cúpula do grupo estaria se dedicando ao tráfico em grandes proporções, tendo por finalidade adistribuição e venda de entorpecentes para consumo no cárcere entre os próprios internos. O quantitativo de drogas apreendidas poderia demonstrar que eles podem estar estreitando relacionamento com grandes fornecedores dedrogas, assim se relacionando com o tráfico de drogas. Em 16 de setembro de 2023, no Presídio Nelson Hungria foram apreendidos por policias penais, dentro de um caminhão que iria entregarrefeições para os internos, os seguintes ilícitos: Em 20 de setembro de 2023, no Presídio Romeiro Neto (SEAPRN), em uma operação conjunta entre policias penais e a polícia civil, prenderam em flagrante, dois Inspetores de Polícia Penal que estariam em posse de aproximadamente posse de 200 (duzentos) tabletes de maconha escondidos no teto de um banheiro, pesando aproximadamente 3,5 (três quilos e meio) de erva seca O Povo de Israel vem conseguindo cada vez mais se estruturar, aumentando o quantitativo de integrantes e oprimindo outros internos que se oponham a seus mandos e com grande poder aquisitivo. Verifica-se um expressivo efetivo de internos que a cúpula desse grupo criminoso teria arregimentado durante os últimos anos, mantendo um controle das práticas de crimes e lucros obtidos intramuros por seus membros, motivo pelo qual outras Organizações Criminosas(Orcrim) teriam tentado se aliar ao PVI. Com base no efetivo carcerário de 19 de agosto de 2023, o soma do efetivo das unidades prisionais (UP) citadas, 18.030 (dezoito mil e trinta),corresponde a 42,09% do efetivo total, que era 42.828 (quarenta e dois mil oitocentos e vinte e oito). O efetivo de internos com perfil neutro, que estaria sob influência desse grupo criminoso, teria ultrapassado o percentual de presos faccionados, da orcrim apontada como a maior na capital fluminense. O grupo criminoso denominado “PVI” teria surgido através de um efetivo carcerário de presos sem facção (neutros) que almejavam um isolamento de seus integrantes em uma unidade prisional de alocação exclusiva, tal como ocorre com as organizações criminosas (Orcrim) Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), e sua primeira tentativa nesse sentido teria se dado com o pleito de transferência detodos os presos denominados neutros para o Presídio Hélio Gomes (SEAPHG), em 2004. À época dos fatos, o pleito não foi atendido pela Seap e o PVI deflagrou uma rebelião no Presídio Ary Franco (SEAPAF), que resultou na morte de 08 (oito) presos. Com o passar dos anos foram implementadas novas logísticas operacionais no Sistema Prisional Fluminense que consideraram o ingressosignificativo de presos denominados sem facção (neutros), o que resultou na atual realocação de 13 (treze) unidades prisionais (UP) para esteefetivo carcerário (neutros). Assim sendo, passaram a custodiar presos neutros as seguintes unidades prisionais: Presídio Diomedes Vinhosa Muniz (SEAPVM). Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (SEAPPO); Presídio Nelson Hungria (SEAPNH); Cadeia Pública Inspetor José Antônio da Costa Barros (SEAPJB); Cadeia Pública Joaquim Ferreira (SEAPJFS); Instituto Penal Plácido Sá Carvalho (SEAPPC); Instituto Penal Benjamin de Morais Filho (SEAPBM); Presídio Evaristo de Morais (SEAPEM); Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM); Cadeia Pública Cotrin Neto (SEAPCN); Cadeia Pública Inspetor Luis Fernandes Bandeira Duarte(SEAPBD); Presídio Tiago Teles de Castro Domingues (SEAPTD); Cadeia Pública Juíza de Direito Patrícia Lourival Acioli (SEAPJP); Instituto Penal Edgard Costa (SEAPEC); Presídio Hélio Gomes (SEAPHG); Presídio Romeiro Neto (SEAPRN) O grupo criminoso PVI teria encontrado a oportunidade de arregimentar para o seu grupo, além dos presos sem facção, outrospresos expulsos de facções (principalmente do CV), valendo-se daquelas unidades prisionais designadas para a custódia de presos sem facção,denominados neutros. A estrutura hierárquica no âmbito do PVI, tem a presença de presos apontados como lideranças do grupo criminoso, que no PVI são identificados como “primeira voz”, suposto detentor de poder de mando, e demais presos identificados como “comissões”, porta-vozes das lideranças nos desígnios do grupo criminoso no âmbito de cada unidade prisional Alvinho é um dos chefões do grupo. Ele ingressou no Sistema Penitenciário Fluminense em 19 JUL 1999, e em 05 DEZ 2007 obteve decisão favorável ao gozo de benefício de Visita Periódica Familiar (VPF), ocasião em que não regressou ao estabelecimento penitenciário que estaria recolhido, passando a ser considerado evadido. Foi recapturado, em 13 de novembro de 2009, e permanece preso até a presente data. . Enquanto custodiado no Sistema Prisional Fluminense apresentou comportamento indisciplinar, tendo em seu desfavor 13 (treze) partes disciplinares. Possui 09 (nove) anotações criminais pela suposta prática dos crimes de homicídio, roubo simples e majorado e estupro Alvinho teria amplo prestígio junto aos asseclas faccionados deste grupo criminoso e poder de mando junto a todo efetivo carcerário dasunidades prisionais destinadas ao PVI, deliberando sobre o ingresso ou expulsão de membros, rebeliões, tentativas de fugas, interrupções dodenominado “disque extorsão” e aplicação de punições a integrantes, que teria resultado em lesões corporais, morte, resistência ou uso da força contra policiais penais. Sobre a expulsão do grupo do criminoso conhecido como Chadeia pontado como segundo na hierarquia do PVI em 2021. Na oportunidade, Alvinho teria tomado conhecimento de suposta tentativa de sequestro de sua família por “Chadeia”, em 2020, e teria identificadovínculos deste com a facção milícia de Macaquinho, Em relação ao ingresso de novos membros, tanto os presos sem facção criminosa como também presos ex-integrantes de facções criminosasexpulsos de suas facções, tal como identificou-se com o apenado Lorde, outrora integrante do Comando Vermelho (CV), atuante no Morro da Fé. Lord teria sido apontado como mandante do ataque ao ônibus linha 350 em novembro de 2005, que lhe teria resultado em supostas ameaças pelo CV, fazendo com que este migrasse para o PVI. Supostamente Alvinho teria autorizado que presos do PVI alocados no Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM) empreendessem em fuga em 2018. O fato envolveu a utilização de armas de fogo por presos daquela UP, que embora frustrada, resultou que policiais penais permanecessem reféns de presos. À época foi deflagrada uma operação que

Advogado morto em Seropédica defendeu narcomilicianos presos que foram dados por uma testemunha que relatou à polícia todos os detalhes sobre a união entre paramilitares e TCP na cidade. SAIBA TODA A HISTÓRIA

Uma testemunha explanou para policiais civis como se deu a união entre a milícia e traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Seropédica. Ela acabou conduzindo policiais até o local onde a milícia e o tráfico agiam, o que resultou em três presos, todos eles defendidos pelo advogado Luiz Gustavo da Silva Paixão, assassinado hoje na cidade.  Essa testemunha revelou que o líder da milícia na cidade, vulgo Bigode, recentemente preso, se associou ao traficante Bicheiro, também preso há pouco tempo, oriundo da comunidade do Complexo da Maré,  Com essa união, foi implantada na cidade a venda de drogas fornecidas pelo TCP. Bicheiro passou a fornecer a Bigode” as drogas e armas para fortalecer a milícia”; Parte do lucro obtido com a venda das drogas no município de Seropédica é repartido ao TCP. Após a prisão de Bigode, o miliciano Vitinho assumiu a liderança do grupo. Esse preso, por já ter atuado no Comando Vermelho, passou a ser perseguido pela milícia. E em 5 de agosto, teve a casa invadida por seis paramilitares armados, entre eles Vitinho O bandido afirmou que ele ainda era envolvido com o CV mas o depoente disse que não. Vitinho lhe deu um tapa, a esposa gritou e foi agredida, tendo  tendo caido no chão com a filha nos braços. Vitinho tomou o telefone celular do declarante e passou a mexer no aparelho a fim de encontrar alguma prova do envolvimento do declarante com o tráfico do CV.  Por fim, Vitinho disse que por não ter encontrado nenhuma prova não iria matar o declarante, mas ordenou que o declarante saísse de Seropédica e nunca mais voltasse, avisando que se encontrasse o declarante na rua iria mata-lo e picotar o corpo;  Antes de ir, Vitinho pegou a moto do declarante e roubou o veículo; Além da moto, o bandido roubou o telefone do declarante e exigiu que fosse fornecido as senhas. Após o roubo o declarante chegou em sua conta bancária que foi subitraído a quantia de R$ 999,00;  Ele viu sua motoccicleta sendo usada pela milícia na extorsão de comerciantes, na altura do km 49 de Seropédica;  Junto de Vitinho estava Marcelinho Macabu que encontrava-se armado de fuzil tendo invadido a casa de declarante ju Junto dos dois, estava Careca e outros três milicianos não identificados. O declarante disse que Vitinho começou sua carreira no crime vendendo drogas nas “casinhas” do km 54 da Rodovia Rio X São Paulo. Ocasião em que o declarante era viciado e comprava drogas com ele. Vitinho assumiu a milícia de Bigode desde a prisão deste.  E  a milícia de Bigode fechou parceria com o TCP, Terceiro Comando Puro, da Comunicande da Maré sendo Bicheiro, um dos líderes do tráfico de lá,, responsável por fornecer drogas e armas para a milícia Vulgo J, J é o homem de confiança de “Bicheiro” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes;  Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos “esticas” (traficantes que vendem drogas em casa). Na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “Bicheiro”, tendo como frente da boca o “J”, fica responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas;  O braço direito de J é Guigui, que atua junto com ele  no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;  Guigui junto de seus irmãos Ligueirinho e Cheio de Dente fazem a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; Q O declarante informa que nas quintas, sextas e sábados, semanalmente são feitas as cobranças da milícia ao comércio local na localidade do km 49. Além da extorção ao comércio local, nestes dias são feitos o “recolhe” das bocas de fumo de domínio do traficante de vulgo “J”;  Ele chegou a se oferecer informações  a mostrar os locais de atuação da milícia;  Em companhia de um policial civil, embarcou um uma viatura descaracterizada e juntos com outros policiais civis partiram em direção ao local onde milicianos estariam em atuação. Ao chegar ao km 49 da rodovia 465, Rio x São Paulo, o declarante teve a atenção voltada para dois milicianos que caminhavam junto ao comércio começando a efetuar a cobrança. O policial que encontrava-se com o declarante passou a informação para os outros policiais que encontravam-se em outras viaturas ostensivas. Os policiais civis abordaram os dois milicianos que estavam na cobrança; Após a prisão dos milicianos que estavam realizando a cobrança, o declarante em companhia dos policiais foram em direção ao bairro do Peixoto, a fim de flagrar “J” fazendo o recolhe do tráfico. Na esquina da Rua Isidro Borges com Av. Min Fernando Costa, os policiais civis visualizaram o “J” em uma motocicleta.  “J” ao avistar as viaturas da Polícia, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais. Ele confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;  De dentro da viatura o declarante escutou o momento em que “J” disse: Perdi, meu chefe e ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso disse que “é do recolhe;  Após as prisões, ele foi encaminhado a delegacia e identificou os presos como integrantes da milícia de Bigode, um deles de vulgo Merdero, que exerciam a função de cobrança. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil Reconheceu também J, responsável pelo fornecimento de drogas e distribuição das armas para os seguranças das bocas de fumo sob seu domínio. .  

Relatório da Polícia Civil aponta como era formada a quadrilha do traficante Corolla de Manguinhos (CV), preso recentemente

  Investigação revela como era formada a quadrilha do traficante Corolla ou Chacota, que chegou a comandar o Complexo de Manguinhos, na Zona Norte do Rio. Corolla foi preso recentemente.  Ele é um dos suspeitos de envolvimento na morte do Soldado da Polícia Militar do Rio de Janeiro Daniel Henrique Mariotti, de 30 anos, em janeiro de 2019.  Em desfavor de dele haviam  40 anotações criminais, dentre elas os delitos de roubo majorado, homicídio e associação para o tráfico de drogas.  Ainda contra o bandido foram encontrados 48 registros de ocorrência, dos quais versam como autor.  Constam ainda 09 mandados de prisão pendentes em desfavor do criminoso. Abaixo dele estava Big Big ou Magrinho. Ele tornou-se o “frente” do tráfico de drogas na Comunidade do Mandela, Complexo de Manguinhos, após a morte do irmão, o traficante Diogo de Souza Feitoza, o DG, ocorrida em 2013.  Possui 15 anotações criminais pelos delitos de tráfico de drogas, quadrilha ou bando. Foram encontrados 22 registros de ocorrência contra ele.  Não possui mandado de prisão pendente, ingressou no sistema penitenciário em 2012, posto em liberdade em 2016.  Desde então, atua diretamente no tráfico de drogas na comunidade de Manguinhos, sendo braço direito de Corolla. C Big Big não costuma ficar no Mandela. Ele dá as ordens e receber o dinheiro da venda das drogas de dentro da Comunidade Nova Holanda”… A investigação citou também o traficante Fabinho São João que, segundo relatos, teria deixado o crime. Ele possui 51 anotações criminais por homicídio, homicídio qualificado, organização criminosa e tráfico de drogas.  Foi preso em 2019, mas está em liberdade condicional desde 19/11/2021. Segundo relatório, ele era um dos braços de Corolla. Tem ainda o bandido vulgo Quinze, apontado como gerente do tráfico na CCPL.  Possui seis anotações criminais por tráfico, roubo qualificado e associação; consta como autor em 14 registros de ocorrência. Possui dois Mandados de Prisão pendentes.  Segundo o relatório, todos os indivíduos elencados acima são criminosos contumazes, com área de atuação e poder de mando no Complexo de Manguinhos. Os investigados eram integrantes do tráfico ilícito de drogas da Comunidade de Manguinhos, sendo certo que tal prática típica contra o patrimônio, neste caso, roubo de carga, são perpetrados a fim de financiar a atividade criminosa.  Com esse propósito os membros da organização criminosa roubam os produtos para fins de subsequente comercialização ilícita, realizada pelos próprios ou para abastecimento de receptadores de cargas roubadas. Impende frisar, ainda, que o transbordo de cargas roubadas na localidade em questão, não ocorre sem a anuência dos traficantes locais, sendo certo que as mercadorias subtraídas servem como custeio, ainda que parcial, das despesas necessárias ao incremento das atividades de mercancia ilícita de drogas, praticadas pelos integrantes da facção criminosa que atuam nessa localidade.  FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Veja mais detalhes sobre como funciona a estrutura criminosa do TCP no Complexo da Maré (cronologia de lideranças, vulgos, outros negócios, ordens para a entrada, tipos de armas usadas, salário, entre outras informações)

A Vila dos Pinheiros assim como as comunidades da Baixa do Sapateiro, Timbau, Fogo Cruzado, Vila do João, Salsa e Merengue e Conjunto Esperança, todas no Complexo da Maré e dominadas pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), têm os mesmos donos “, modificando apenas os gerentes. Elas eram todas comandadas pelo traficante Facão, fundador do TCP. Quando este foi preso, passou a ser o líder Menor P ou Astronauta. Com os dois presos, foi nomeado para comandar as comunidades, o traficante TH. Em maio de 2020, o traficante Mangolé foi colocado em liberdade e passou a dividir com o TH o comando. Ele chegou a ir para o Complexo da Alma, em São Gonçalo quando foi solto. Facão posteriormente foi solto mas dizem que ele largou o crime. TH e Mangolé nestão na qualidade de maiores líderes em liberdade do TCP, na Região do Complexo da Maré, recebendo ordens de Menor P. Facão e Menor P que planejavam, escolhiam e ordenavam as pessoas que iriam executar as tarefas, os atos criminosos. Na região, estima-se que deve ter em torno de 50 ou mais pessoas que exercem a função de radinho e de olheiro. O turno começa ás 6h e vai até as 18. O radinho não pode passar seu equipamento para ninguém e o salário seria de R$ 800 por quinzena. Alguns dos radinhos ficam em cima de uma laje de um prédio de cinco andares onde dá pra ver todo o movimento de quem entra e quem sai, incluindo ainda a Avenida Brasil. Juntamente com os radinhos ficam elementos armados com pistolas cuja função é de olheiro, que também tem plantão de 12 horas. Tanto os olheiros como os radinhos têm por obrigação olhar todos os carros que entram na comunidade. Os motoristas têm que piscar os faróis, baixar o vidro, luz do salão acesa, para serem identificados; Tem a primeira contenção dentro da favela, cujo objetivo é identificar os carros que entram na comunidade, se passar por essa barreira e não for identificado, tem uma segunda, que vai pará-lo; Se a pessoa não parar a ordem é de tentar identificá-la, pois já aconteceram muitas mortes de inocentes. Acontece dos líderes passarem um radinho para informar. “Esse carro é do patrão ou de um amigo”; Quando os donos da favela ou os líderes passam pela comunidade estão com muitos seguranças fortemente armados com fuzis. Na Vila do João, o chefe é Pescador, na Baixa do Sapateiro, o chefe é Trezentos. No Timbau, é o Terceirinho, na Vila dos Pinheiros é o Cria. Há outros vulgos de destaque como Choco, Pescocinho, Espoque, Carrapato, Faustão, Monza, Camuflado, 10 Centavos ou 3K, RN ou Gordão, Tapioca, Geléia, Thiago, Tipo Todas as áreas dominadas pelo TCP são guarnecidas por um exército de homens armados com alto poderio bélico, compostos de fuzis HK47, AR15, G3, M16, FAL, metralhadoras, granadas, pistolas de todos os calibres, revólveres , armas ponto 30 e ponto 50. Os seguranças andam fortemente armados 24 horas por dia. Além do Tráfico de drogas, o TCP da Maré atua em roubos de carga e veículos, possui coparticipação no gatonet, venda de botijões de gás, moto-táxi e transporte alternativos de Vans e Kombis, e também costumam realizar bailes funks, e pagodes para aumentar o consumo e a venda de drogas. No curso das investigações, alguns membros da quadrilha foram mortos, outros presos, e os líderes, apesar de acautelados, deram continuidade no comando da Facção. Os demais envolvidos, seguindo as orientações de suas lideranças, orquestram diariamente a agenda de serviços, movimentando toda a organização criminosa, desde os pontos de venda, até a contabilidade, demonstrando agir como uma empresa estruturada. Foi verificado também, que mesmo passado alguns anos, os chefes e os integrantes do tráfico são quase os mesmos, tendo apenas aumentado o número de participantes. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

Saiba mais sobre o tráfico na Mangueira (CV): quais bocas, pontos mais rentáveis, preços das drogas, vulgos dos chefes e de soldados que ainda podem fazer parte da quadrilha

Pouco tem se falado do Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, reduto do Comando Vermelho. Não tem havido registro de tiroteios intensos nem de operações policiais no local. O último fato em destaque na pauta policial da favela foram imagens que mostraram um policial militar correndo sozinho pela comunidade sendo alvo de tiros. Ele foi baleado e resgatado. Um processo na Justiça recente revela que os chefes do tráfico no local são os criminosos conhecidos por Xandinho e LO. Os dois foram citados em uma ação contra um comparsa preso que recebia ordens dos dois via rádio para passar informações sobre a movimentação policial no local. A região territorial que compreende a comunidade da Mangueira é formada por cerca de dez pontos de venda de entorpecentes, vulgo “boca de fumo”, as quais estão distribuídas nas seguintes localidades: Três Tombos. Buraco Quente Loteamento 512. Rua da Prata, Rua São Sebastião, Curva do Elvis, Chalé, Rua da Cerâmica/Candelária. Mangueira 1 e 2 e o Prédio do IBGE. Uma investigação mais antiga revelou que os pontos conhecidos como “Buraco Quente. Olaria e IBGE” eram os que vendiam maior quantidade de drogas, em especial. Maconha, Cocaína, lança-perfume, cheirinho da loló e crack. Os preços variavam de R$ 2,00 a R$ 50,00. Fotografias de redes sociais apontavam que os traficantes se exibiam com armas de fogo de grosso calibre e/ou modificadas com equipamentos que aumentam o poder bélico das mesmas. Baiano era o braço-direito de Xandinho mas haviam outras figuras importantes no morro como Dede (que era gerente da parte alta) além de soldados conhecidos como Jackson (que portava fuzis AK-47 e AR-15), RD, LZ, Jefferson, Satanzinho, Mão de Pedra, Roni e Rei. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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