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Terceiro Comando Puro

Três homens foram baleados em bar durante guerra de facções em Cabo Frio

Três homens foram baleados com vários tiros na noite deste domingo (28) dentro de um bar localizado na Avenida B, no bairro Reserva do Peró, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. O ataque ocorreu em um domingo marcado pela violência na cidade e causou pânico entre moradores e frequentadores do local. De acordo com relatos, criminosos em uma motocicleta chegaram ao bar e efetuaram diversos disparos contra as vítimas, que foram atingidas em sequência. Após o ataque, os suspeitos fugiram do local. As três vítimas foram socorridas por populares e levadas às pressas para o Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos. Segundo informações iniciais, o estado de saúde dos baleados ainda não foi oficialmente divulgado. As primeiras linhas de apuração apontam que o ataque pode estar relacionado a disputa entre facções criminosas, com indícios de confronto envolvendo Terceiro Comando e Comando Vermelho. Ainda conforme apurado pela reportagem, a chegada dos feridos provocou tumulto e correria dentro da unidade hospitalar, diante da gravidade dos ferimentos e da quantidade de vítimas baleadas. Diante da situação, a direção do hospital acionou a Polícia Militar do 25º BPM para garantir a segurança e registrar a ocorrência. O caso será registrado na 126ª Delegacia de Polícia de Cabo Frio, que ficará responsável pelas investigações

Em Vargem Grande, morador tem que pagar R$ 50 de água e R$ 50 de luz para a milícia. No Caju, tráfico (TCP) cobra R$ 150 do gás. Em Rio das Pedras, há restrição de circulação por causa de briga entre paramilitares. A população de comunidades do Rio continua sendo explorada pelo crime organizado

Denúncias que foram publicadas em rede social revelam mais exemplos de exploração por parte de milicianos e traficantes a comerciantes e moradores de comunidades do Rio de Janeiro. Um morador da comunidade da Taboinha em Vargem Grande, na Zona Sudoeste carioca, afirmou que os residentes têm que pagar para a milícia R$ 50 de luz, R$ 50 de água e R$ 20 para a associação de moradores. Quem não pagar, os criminosos cortam a luz e é preciso dar R$ 500 para religar, segundo a denúnncia, isso se não baterem neles, contou a testemunha. O morador afirmou que os traficantes do Terceiro Comando Puro também agem na comunidade em conluio com os paramilitares. “Somos obrigados a aceitar bandidos do TCP vendendo drogas no nosso portão”, lamenta. Outro exemplo de exploração ocorre no Complexo do Caju, na Zona Portuária, onde o preço do gás subiu para R$ 150. A ordem partiu de um traficante vulgo 98 a mando do chefão da área, vlgo Bob. Os criminosos expulsaram e tomaram uma distribuidora que fornecia carvão e água mneral em galão para os comerciantes. Desde então, a comunidade está sem os produtos para a compra, prejudicando a todos. Voltando para a Zona Sudoeste, uma suposta briga entre milicianos estaria impedindo o ir e vir dentro da própria comunidade de Rio das Pedras. A rivalidade ocorre entre os cirminosos das localidades de Areal e Areinha. Há relatos de que o morador de uma área não pode atravessar para a outra.

Homens foram achados mortos em Bangu. Houve confronto entre traficantes na região

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga as mortes de Mateus dos Santos Oliveira e de outro homem ainda não identificado assassinado em Bangu. Nas últimas horas teria havido um confronto na região entre traficantes da Vila Aliança (TCP) e da Vila Kennedy (CV) .Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime.

Guerra sangrenta entre CV e TCP em Resende com sequência de mortes

Visando provar sua lealdade à facção criminosa Comando Vermelho em Resende o traficante vulgo Noi entregou seus antigos comparsas de Terceiro Comando Puro, o que resultou nas mortes esse ano de Genecy da SIlva Ferreria, Leonardo Freitas de Oliveira, vulgo Vovô, Luiz Gustavo Martins Rodrigues, Pedro Alex Almeida Barbosa e Carlos Daniel Pereira de Oliveira, vulgo Chuchu. Todos os mortos eram os únicos traficantes que mantinham a resistência no bairro Fazenda da Barra 2 contra a invasão do CV, cujos líderes dessa empreitada criminosa são os traficantes vulgo T10, Messi e Banha. Tudo começou após o assasssinato de João Vitor Alves de Oliveira, vulgo Quimba, que era dependente químico, integrante do TCP mas havia suspeita de que estava tentando ingressar no CV. Ele havia sido jurado de morte e por conta disso teve que passar um tempo em São Paulo. A família, por exemplo, teve que gastar certa vez R$ 500 por conta do envolvimento de João com o tráfico. Noi também era suspeito da morte de Quimba e após esse crime, pulou para o CV colaborando então para essa sequência de mortes na cidade. No caso do assassinato de Quimba, a autorização veio do criminoso conhecido como Rodolfinho e teve participação de seu gerente, vulgo GL, por planejar e executar as ordens de Rodolfinho.

Traficante do CV do Campinho foi flagrado em vídeo fazendo disparos de fuzil em direção a morro do TCP em Madureira (ASSISTA). Boatos de possível guerra agitam a região

Um video que circula nas redes sociais mostra traficantes do Morro do Campinho ((CV) efetuando disparos de fuzil em direçâo montão da comunidade do São José (TCP) em Madureira coreendo o risco de acertar varias casas. Corre o boato que o Complexo da Serrinha estaria recebendo bandidos de fora principalmente milicianos de Rio das Pedras que poderiam estar planejando um ataque para retomar o Fuba e o Campinho. O chefdo da Serrinha vulgo Lacoste teria incorporado as suas áreas o Morro da Prinavera, em Cavalcanti depois de desavenças com os traficantes de lá.

Traficantes do CV em Meriti mataram usuário de drogas que furtava casas de moradores para sustentar seu vício e havia ido para o TCP

Os traficantes Suel e Novinho do Comando Vermelho.estso com as prisões preventivas decretadas desde o dia 19 pelo homicidio de um homem que furtava casas dos moradores para sustentar seu vicio em drogas e era ligado ao Terceiro Comando Puro. O crime ocorreu em fevereiro no Morro da Baiana, em São João de Meriti Um vizinho  da vítima Eduardo, disse, em sede policial  que na área onde mora sofre influência da facção Comando Vermelho, que Eduardo era usuário de drogas e furtava objetos da casa de moradores para sustentar seu vício e que, antes de ser morto, entrou para a facção Terceiro Comando Puro e era de conhecimento de todos da região, inclusive dos traficantes da “Baiana”,chegaram a ameaça-lo de morte. Disse, ainda, que no dia 18 de fevereiro de 2025, por volta de 14h30min, o declarante estava em casa, ao lado da casa de Eduardo, quando escutou diversos disparos de arma de fogo e, seguindo até o portão, avistou uma motocicleta com dois homens, e um deles com arma um punho, saindo da casa de Eduardo, sendo que o homem que pilotava a motocicleta era o nacional conhecido como “Suiel  traficante da facção Comando vermelho que aterrorizava a região e que o homem que estava com arma em punho é conhecido como “Novinho como sendo o homem que saiu da casa de Eduardo com uma arma em punho. 

BARRA MANSA: Morador de área do TCP foi morto por frequentar comunidade dominada pelo CV

Kauã Fonseca Costa, de 20 anos, foi morto em agosto por traficantes do Comando Vermelho em Barra Mansa por morar em comunidade dominada pelo Terceiro Comando Puro e frequentar a área dominada por facção rival, o que levou os bandidos a acreditar que ele estaria passando informações para os inimigos. Kauã também foi executado porque estaria mantendo relacionamento amoroso com uma prima de uma pessoa próxima dos traficantes. Uma testemunha narrou que estava com Kauã em uma festa no bairro do Boa Vista III quando uma mulher avisou que um dos traficantes queria se encontrar com a vítima em uma boca de fumo. Temendo por suas vidas, a testemunha deixou a festa para buscar sua motocicleta, visando se retirar do local com seu amigo Kauã, mas que ao retornar, visualizou o momento em que um dos criminosos puxou a vítima, retirando-a do local do evento, sendo que a testemunha, ao tentar se aproximar do seu amigo e impedir a execução do crime, foi contido por um outro bandido que o segurou pelo braço, para impedi-lo de ir em auxílio, facilitando, assim, o atentado contra a vida de Kauã. Um dos traficantes teria desferido diversos disparos de arma de fogo em direção de Kauã, causando-lhe lesões corporais que foram a causa eficiente de sua morte. Era de conhecimento da testemunha que os criminosos queriam matar Kauã, o qual, por estar em um possível relacionamento amoroso com a prima de um terceiro próximo dos acusados, estaria frequentando o bairro Boa Vista III, e que por frequentar tal bairro, os acusados acreditavam que a vítima poderia estar passando informações para a facção rival. Também narra que quando soube que a vítima foi convidada a ir numa festa no bairro, disse-lhe para não ir, pois “…Os caras estão na maldade com ele”. Outros elementos informativos também, especialmente os prints de conversa de id. 171, apontam que o crime teria sido cometido em razão de a vítima residir em área controlada pela facção criminosa “Terceiro Comando Puro – TCP”, isto é, no bairro Nove de Abril, enquanto o local dos fatos, bairro Boa Vista III, seria região de atuação da malta criminosa rival “Comando Vermelho”, da qual os acusados seriam integrantes. De acordo com a Polícia Militar, Kauã foi baleado na coxa e no peito. Ele não tinha passagens criminais Apenas um traficante está com a prisão preventiva decretada acusado do crime.

Dono de lava-jato foi morto em Nova Iguaçu só porque cercou seu estabelecimento, o que desagradou traficantes do TCP que decidiram executá-lo

Morador do Cabuçu, em Nova Iguaçu, área dominada por milicianos, e proprietário de um lava jato em reduto do Terceiro Comando Puro na cidade, Thiago Moisés Ribeiro foi assassinado em janeiro só porque resolveu cercar o seu estabelecimento para evitar algum acidente quando manobrasse os veículos dos clientes. O fato desagradou os traficantes da comunidade Três Campos, que decidiram executá-lo. Dias após após a instalação dessa cerca, um dos bandidos havia quebrado o cercado e a caixa d`água de amianto que Thiago armazenava água para lavar os veículos; Thiago foi surpreendido em seu local de trabalho pelo súbito ingresso coordenado dos executores, tendo um dos bandidos vulgo Catchau efetuado disparos imediatos e a curta distância contra ele enquanto outros dois, um deles Neném (já falecido),, atuaram na vigilância externa, garantindo a aproximação silenciosa e impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação da vítima. Imagens mostraram que dois suspeitos foram em direção ao Thiagi empunhando uma arma de fogo. Logo em seguida foi possível ouvir vários estampidos de arma de fogo. Após executarem Thiago, os criminosos deixaram o local. Catchau e um outro participante do crime chamado Fabiano estão com prisões preventivas decretadas. Em meio aos disparos, um jovem de 22 anos, que jogava bola com amigos em uma quadra de futebol da região, também foi baleado. Um entregador que passava pela rua abandonou sua moto e correu abaixado entre os carros estacionados.

Confundido com um rival, morador do Chapadâo (CV) foi sequestrado por traficantes da Pedreira (TCP) e queimado vivo

Um morador do Complexo do Chapadão (CV) foi sequestrado na divisa com a Pedreira (TCP) e foi levado para o chamado “tribunal do tráfico”. Acabou sendo queimado vivo. Segundo informações do jornalista Bruno Assunção, ele foi confundido com um integrante do CV. A vítima chegou a ser amarrada na localidade do Bairro 13 a mando do chefe do TCP, identificado como Cego. A vítima era um homem, trabalhador, mas está sob o domínio dos traficantes só por morar no Complexo do Chapadao. O GAT do batalhão de Irajá fou ao local. Durante a incursão para resgatar a vítima, houve confronto. Bruno Assunção confirmou um criminoso do TCP neutralizado e a apreensão de um fuzil.

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