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Terceiro Comando Puro

Advogado morto em Seropédica defendeu narcomilicianos presos que foram dados por uma testemunha que relatou à polícia todos os detalhes sobre a união entre paramilitares e TCP na cidade. SAIBA TODA A HISTÓRIA

Uma testemunha explanou para policiais civis como se deu a união entre a milícia e traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Seropédica. Ela acabou conduzindo policiais até o local onde a milícia e o tráfico agiam, o que resultou em três presos, todos eles defendidos pelo advogado Luiz Gustavo da Silva Paixão, assassinado hoje na cidade.  Essa testemunha revelou que o líder da milícia na cidade, vulgo Bigode, recentemente preso, se associou ao traficante Bicheiro, também preso há pouco tempo, oriundo da comunidade do Complexo da Maré,  Com essa união, foi implantada na cidade a venda de drogas fornecidas pelo TCP. Bicheiro passou a fornecer a Bigode” as drogas e armas para fortalecer a milícia”; Parte do lucro obtido com a venda das drogas no município de Seropédica é repartido ao TCP. Após a prisão de Bigode, o miliciano Vitinho assumiu a liderança do grupo. Esse preso, por já ter atuado no Comando Vermelho, passou a ser perseguido pela milícia. E em 5 de agosto, teve a casa invadida por seis paramilitares armados, entre eles Vitinho O bandido afirmou que ele ainda era envolvido com o CV mas o depoente disse que não. Vitinho lhe deu um tapa, a esposa gritou e foi agredida, tendo  tendo caido no chão com a filha nos braços. Vitinho tomou o telefone celular do declarante e passou a mexer no aparelho a fim de encontrar alguma prova do envolvimento do declarante com o tráfico do CV.  Por fim, Vitinho disse que por não ter encontrado nenhuma prova não iria matar o declarante, mas ordenou que o declarante saísse de Seropédica e nunca mais voltasse, avisando que se encontrasse o declarante na rua iria mata-lo e picotar o corpo;  Antes de ir, Vitinho pegou a moto do declarante e roubou o veículo; Além da moto, o bandido roubou o telefone do declarante e exigiu que fosse fornecido as senhas. Após o roubo o declarante chegou em sua conta bancária que foi subitraído a quantia de R$ 999,00;  Ele viu sua motoccicleta sendo usada pela milícia na extorsão de comerciantes, na altura do km 49 de Seropédica;  Junto de Vitinho estava Marcelinho Macabu que encontrava-se armado de fuzil tendo invadido a casa de declarante ju Junto dos dois, estava Careca e outros três milicianos não identificados. O declarante disse que Vitinho começou sua carreira no crime vendendo drogas nas “casinhas” do km 54 da Rodovia Rio X São Paulo. Ocasião em que o declarante era viciado e comprava drogas com ele. Vitinho assumiu a milícia de Bigode desde a prisão deste.  E  a milícia de Bigode fechou parceria com o TCP, Terceiro Comando Puro, da Comunicande da Maré sendo Bicheiro, um dos líderes do tráfico de lá,, responsável por fornecer drogas e armas para a milícia Vulgo J, J é o homem de confiança de “Bicheiro” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes;  Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos “esticas” (traficantes que vendem drogas em casa). Na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “Bicheiro”, tendo como frente da boca o “J”, fica responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas;  O braço direito de J é Guigui, que atua junto com ele  no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;  Guigui junto de seus irmãos Ligueirinho e Cheio de Dente fazem a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; Q O declarante informa que nas quintas, sextas e sábados, semanalmente são feitas as cobranças da milícia ao comércio local na localidade do km 49. Além da extorção ao comércio local, nestes dias são feitos o “recolhe” das bocas de fumo de domínio do traficante de vulgo “J”;  Ele chegou a se oferecer informações  a mostrar os locais de atuação da milícia;  Em companhia de um policial civil, embarcou um uma viatura descaracterizada e juntos com outros policiais civis partiram em direção ao local onde milicianos estariam em atuação. Ao chegar ao km 49 da rodovia 465, Rio x São Paulo, o declarante teve a atenção voltada para dois milicianos que caminhavam junto ao comércio começando a efetuar a cobrança. O policial que encontrava-se com o declarante passou a informação para os outros policiais que encontravam-se em outras viaturas ostensivas. Os policiais civis abordaram os dois milicianos que estavam na cobrança; Após a prisão dos milicianos que estavam realizando a cobrança, o declarante em companhia dos policiais foram em direção ao bairro do Peixoto, a fim de flagrar “J” fazendo o recolhe do tráfico. Na esquina da Rua Isidro Borges com Av. Min Fernando Costa, os policiais civis visualizaram o “J” em uma motocicleta.  “J” ao avistar as viaturas da Polícia, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais. Ele confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;  De dentro da viatura o declarante escutou o momento em que “J” disse: Perdi, meu chefe e ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso disse que “é do recolhe;  Após as prisões, ele foi encaminhado a delegacia e identificou os presos como integrantes da milícia de Bigode, um deles de vulgo Merdero, que exerciam a função de cobrança. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil Reconheceu também J, responsável pelo fornecimento de drogas e distribuição das armas para os seguranças das bocas de fumo sob seu domínio. .  

Justiça aponta envolvidos em guerra constante entre Chapadão (CV) e Pedreira (TCP)

Investigações apontam os envolvidos na sangrenta guerra entre os complexos da Pedreira (TCP) e do Chapadão (CV), em Costa Barros. Segundo a polícia, o traficante Carlos José da Silva Fernandes, o Arafat, apesar de preso desde 2016, continua como chefe de várias comunidades de Costa Barros como B13, Chaves e Terra Nostra, pertencente a facção criminosa Terceiro Comando Puro. O traficante Anderson Hilário Vicente, o Dinho, é seu braço direito e responsável por executar as suas ordens.” Os frentes no vizinho Complexo do Chapadão (CV) são Pará da Xica, 2D e Feijão, todos vinculados ao Comando Vermelho. Feijão é apadrinhado de Nando Bacalhau e seu o homem de confiança deste, responsável pelo Chapadão; Além destes, tem ainda o gerente do Gogó da Ema, vulgo HG. Nando Bacalhau, atualmente preso, continua sendo o dono das bocas de fumo do Chapadão Segundo uma testemunha, os ataques entre as facções rivais ocorrem constantemente Tais invasões ao Chapadão contam com a participação de diversos traficantes provenientes do Complexo da Pedreira; Por conta da proximidade a maioria deles vêm da Comunidade Terra Nostra e B13; O bandido vulgo Sego, que é gerente e frente do B13 e quem possui o maior controle das invasões; O frente das comunidades da Pedreira e da Quitanda é o traficante Raro, também preso. . A testemunha revelou que os “frentes” das comunidades não permitem que crimes patrimoniais aconteçam no seu interior, bem como no entorno, acrescenta que os crimes de homicídios nas comunidades do Chapadão e demais só acontece por ordem dos “frentes”, ressaltando inclusive que por chamada de vídeo o vulgo “Nando Bacalhau” já determinou a sentença de morte de vários indivíduos; fONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja o quem é quem na quadrilha de traficantes que fornecia drogas para o TCP da Maré que foi alvo de operação da PF e do MPRJ ontem

Veja agora as funções de cada um dos integrantes da organização criminosa de traficantes alvo de operação da Polícia Federal e do Ministério Público Estadual ontem. Robson Martins – Era o líder da organização criminosa e fornecedor de drogas para o Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré, mais precisamente na Vila do Pinheiro. Após ser condenado em 2019 a 14 (quatorze) anos de reclusão por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro 11 , se refugiou no município deLima Duarte/MG, onde comprou a fazenda Rochedo, que servia de entreposto para o transporte das drogas para o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro/RJ. Marcelo do Nascimento, Fábio Pires e Fábio Mezbarba ´-eram operadores financeiros da organização criminosa. Eram testas de ferro de Robson e, por consequência, agiam como seu representante nas sociedades empresárias , e por meio delas realizava movimentações financeiras de dinheiro do tráfico a mando do chefe. Mezabarba ainda era responsável por alugar veículos usados para o transporte das drogas. Marcão era o destinatário das remessas das drogas da organização criminosa no Complexo da Maré, para posterior distribuição local e a outras comunidades da facção criminosa Terceiro Comando Puro(TCP). Tinha ligação direta com Robson e com os transportadores das drogas. Fábio Rosa – era piloto de helicóptero da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em percursos mais longos. Foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 durante o transporte de 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína no helicóptero modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada PR-BAR, quando foi obrigado a fazer um pouso forçado em meio a um canavial no município de Paraguaçu Paulista/SP. Felipe Chadi – – Era o responsável pelo apoio logístico da organização criminosa na região de Paraguaçu Paulista/SP e adjacências. Era acionado sempre que havia alguma intercorrência no transporte da cocaína, tanto que foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 após resgatar o piloto de helicóptero Fábio Rosa, o qual foi obrigado a fazer um pouso forçado em um canavial de Paraguaçu Paulista/SP carregado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Robert Felipe – Era o mecânico do helicóptero da organização criminosa, que possuía um modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada para PR-BAR e modificado para o transporte de drogas. O denunciado fazia a manutenção do modificado helicóptero e foi chamado 4 vezes pelo piloto Fábio Rosa no dia em que fez o pouso forçado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Jaqueson de Aguiar – Era o motorista da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em veículos automotores até o comprador. Foi preso em flagrante em 29 de julho de 2021 transportando 51kg (cinquenta e um quilos) de cocaína, escondidos na carroceria da VW/SAVEIRO, cor vermelha, placa KYR-5H29. (…) Christopher Michael – Tinha a função de “batedor” da organizaçãocriminosa durante o transporte da droga em veículos automotores. Auxiliava os motoristas indo à frente emoutro veículo para verificar a presença de alguma viatura da Polícia Rodoviária Federal ou da Polícia Militar. As investigações começaram a partir da prisão em flagrante de integrantes da quadrilha em 2021 . Durante as investigações foi possível identificar uma tede de tráfico de drogas interestadual e lavagem de dinheiro advinda do lucro ilícito, através da ocultação edissimulação de R$ 7.422.991,00 (sete milhões quatrocentos e vinte e dois mil novecentos e noventa e um reais) referentes às movimentações financeiras e R$1.825.436,92 (um milhão oitocentos e vinte e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos) referentes às aquisições de imóveis, quantias oriundas do crime de tráfico de drogas. Empresas de frutas, picador de madeiras, fibra, construções e distribuidora foram abertas para lavar o dinheiro do crime. O bando adquiriu uma fazenda pelo valor de R$ 1.035.436,92 (um milhão trinta e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos), quantia essa proveniente do tráfico de drogas e, seguida; ocultando-o e colocando em nome da empresa de picador de madeiras, Uma outra fazenda foi adquirida pelo valor de R$ 790.000,00 com dinheiro do tráfico de drogas, FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação revela como é a divisão de poder no Complexo de São Carlos (TCP) – QUEM DOMINA O QUE

Investigação revela como está dividido o poder no Complexo de Favelas de São Carlos, na região central do Rio. que é formado pelos morros do São Carlos, Mineira, Zinco e Querosene. Segundo relatório obtido pela reportagem, há um chefe do tráfico em cada uma dessas localidades, todos subordinados hierarquicamente ao traficante “Coelho”, que atualmente cumpre pena mas continua ditando ordens de dentro do presídio. Vários perfis de rede social inclusive ostentam emojis (figurinhas) de coelho (se referindo ao vulgo do dono do Complexo do São Carlos) e da medalha com o número 3 (se referindo à expressão: “É tudo 3!” (tá tudo tranquilo), dita somente pelos integrantes da facção do TCP.       Estão abaixo dele no primeiro escalão hierárquico os traficantes Rafael Carlos da Silva Ferreira, vulgo “Parazão” , oriundo de Belo Horizonte/MG, Leonardo Miranda da Silva, vulgo “Empada” e Marcílio Cherú de Oliveira, vulgo “Cheru ou Menor Cheru”.  Sob ordens diretas do traficante “Coelho”, essas lideranças são responsáveis pela gestão do tráfico de drogas no Complexo do São Carlos, tendo as regiões e os morros divididos geograficamente sob determinado comando. Já na localidade do São Carlos, o “frente” é Cheru, o qual tem três mandados pendentes de prisão.  O Querosene é dividido entre Cheru e Empada, sendo que os dois controlam o local.  Dentre as comunidades do Complexo do São Carlos, há o Zinco, cujo frente é procurado pela Justiça, sendo ele Empada ou Danado., Ele se encontra evadido e tem 12 mandados pendentes de prisão.         A localidade conhecida como Mineira, tem como “frente” o nacional de vulgo “Parazão” ou “Paraíba”, que arrendou o local de Coelho.  Oriundo de Minas Gerais, Parazão controlava o tráfico de drogas na comunidade conhecida como Cabana do Pai Thomas, na região oeste de Belo Horizonte. Ele é um dos mais procurados do Estado de Minas Gerais e possui 4 mandados de prisão pendentes. Atualmente, PARAZÃO não sai do morro da Mineira e por informações de campo, foi constatado que ele é o responsável por trazer armamentos para região  e para todo o TCP. É considerado forte no morro e tem a total confiança de COELHO, como se vê inclusive em postagens de redes sociais.    A região situada no entorno da comunidade já no asfalto (Catumbi, Estácio, Cidade Nova, etc) também sofre atuação desta organização criminosa não apenas com a venda de entorpecentes pelos chamados “esticas”, mas sobretudo pelos roubos (celulares, veículos e cargas), extorsões a comerciantes obrigados ao pagamento de taxas, “sequestros” com as vítimas sendo levadas para dentro da comunidade com objetivo de fazer transferências de pix, monopólio sobre prestação de serviços (água, gás, internet, etc), invasões e esbulho de imóveis particulares na região, “clonagem” de veículos, além do branqueamento de capital por meio de atividades lícitas desenvolvidas em nome de laranjas.  Ressalta-se que traficantes do Complexo do São Carlos são os autores da maioria dos roubos de cargas e veículos na circunscrição da 6ªDP e região. Foi iniciada investigação específica no início deste ano apurando a invasão de traficantes sobre dois edifícios situados também na Rua Laura de Araújo, a mesma do estacionamento que os traficantes tomaram após exigir R$ 5.000 mensais do dono e como ele não concordou em pagar, foi ameaçado e sumiu.  Com a perda da posse do imóvel pelas invasões e provavelmente não sendo mera coincidência, o proprietário recebeu ligação de um homem que demonstrou interesse em comprar os dois edifícios inteiros, e que, vem a ser primo do traficante Marcílio Cherú de Oliveira, vulgo “Cheru ou Menor Cheru”.  E vale dizer que, o primo do traficante “Cheru” consta no quadro societário de uma loja de motocicleta que funciona na frente dos dois edifícios invadidos, estando fora da comunidade, no asfalto, na Rua Laura de Araujo, a mesma onde está situado o estacionamento, que vai até o Metrô Praça Onze e próximo ao CICC:5 5  Em frente aos dois prédios invadidos funciona o estabelecimento comercial de propriedade do primo de Cheru.  FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil

Relatório do caso Marielle cita estudo que denuncia que PMs faziam operações em favelas para abrir caminho para a ocupação do TCP e da milícia. Moradores denunciaram que eram abordados por policiais para saber qual facção eles apoiavam e quem declarasse CV eram entregues para ser mortos

No relatório sobre a investigação sobre o caso Marielle Franco, a Justiça cita um trecho do estudo “Expansão das Milícia” feito pelo GENI/UFF que cita existência de denúncias de que policiais estariam realizando operações a fim de abrir caminho para a ocupação de territórios pelas milícias e pelo Terceiro Comando Puro (TCP). Relatam as denúncias que, em alguns territórios, o TCP teria se aliado a milícias para conquistar territórios para a venda dedrogas com a ajuda da polícia. Segundo alguns relatos encontrados, num território em disputa entre o Comando Vermelho e o Terceiro Comando Puro, agentes policiais estariam abordando os moradores que transitavam na localidade para os interrogar sobre qual facção eles apoiavam e entregando aos criminosos do TCP, para serem executados, aqueles que declarassem apoio ao CV. Houve um relato de relato de parceria entre milícia e Polícia Militar para a ocupação de um condomínio do Programa Minha Casa, MinhaVida que ilustraria perfeitamente esse tipo de favorecimento político-coercitivo e sua indissociabilidade com os processos de formação das bases econômicas para a reprodução das milícias Em uma unidade na zona oeste da cidade, a milícia passou a dominar o conjunto do MCMV por conta de um cabo da PM que se tornou síndicoe tornou a milícia local um ente permanente da administração condominial. Segundo relatos, o policial expulsou diversos moradores, se apropriou dos apartamentos e os vendeu com “contratos de gaveta” providenciados pelos milicianos. Em uma outra unidade, após um um confronto com os membros do Comando Vermelho, os traficantes retomaram o território. No mês seguinte, algumas denúncias alertavam que os milicianos estavam recebendo suporte do BPM local, no intuito deexpulsar o Comando Vermelho da região. Segundo relatos, os policiais chegaram inclusive a transportar os milicianos para pontos estratégicos dentro dos veículos blindados do batalhão. Após nova expulsão dos traficantes, moradores denunciaram que os milicianos passaram a contar com o apoio direto dos policiais militares para realizar suas cobranças e que estes também mantiveram uma viatura da PM na portaria do condomínio em tempo Integral FONTE: Relatório da Polícia Federal no caso Marielle disponível no site do STF

Veja o quem é quem da quadrilha do traficante Flamengo (TCP) que explora condomínios residenciais e comunidades em Caxias praticando extorsões e expulsando moradores

Denúncia publicada na rede social aponta a suposta hierarquia da quadrilha do traficante vulgo Flamengo ligado ao Terceiro Comando Puro (TCP) que explora condomínios no bairro de Nossa Senhora do Carmo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O 02 do bando é o bandido conhecido como Bala. Ele é o responsável pelas extorsões nos condomínios e pelo tráfico no Barro Vermelho enquanto Flamengo fica escondido em Parada de Lucas. Tem as síndicas dos condomínios. ]Uma delas se chama Sílvia, responsável pelo Pádua. Ela seria encarregada de pagar supostas propinas a policiais. Carla seria síndica do Rotonda onde expulsou diversos moradores e invadiu apartamentos. Índio foi outro síndico colocado pelo Flamengo no Bolzano. Também é suspeito de ter expulsado moradores e invadido apartamentos. É suspeito também de um homicídio. Mykaela seria síndica do Volterra. A quadrilha tem as sub síndicas: Micaelly (Pádua), Amanda no Parma que fica responsável por checar se há apartamentos vazios ou alugados para poder cobrar taxas ou invadir. O grupo tem seus braços armados que cuidam da segurança dos condomínios e dos síndicos como Vaguinho, Weslei, Mais de Mil e Henrique. Rato também seria braço armado e faria instalação de câmeras nos condomínios. Letícia, sua mulher, seria Tesoureira do Parma. Outra integrante do grupo é Andreza Sapatão, que ficaria na portaria do Rotonda e seria encarregada de acompanhar a movimentação da polícia. Tem ainda os traficantes que agem nos prédios como Cadu e as secretárias Ísis (Bolzano) e Jéssica (Parma). Na rua, o bando de Flamengo contaria com o auxílio de um PM conhecido como Bomba que seria sócio da Internet da Jaqueira que teria monópolio na região (nenhuma outra empresa pode entrar). Pirulito também cuida da internet e seria encarregado de atravessar o dinheiro para Parada de Lucas e entregar para o Flamengo. Os braços armados na rua seriam Lala, que seria responsável pelas extorsões na Jaqueira, Vila Rosário e Pantanal. Junto com ele age o vulgo Lento. Mochilinha faria pequenos serviços para o Flamengo como colocar barricadas na Jaqueira. Marcão e Matheus, pai e filho, eram responsáveis pela extorsão. No entanto, teriam roubado a quadrilha. Flamengo mandou matar os dois mas eles conseguiram fugir. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja mais detalhes sobre como funciona a estrutura criminosa do TCP no Complexo da Maré (cronologia de lideranças, vulgos, outros negócios, ordens para a entrada, tipos de armas usadas, salário, entre outras informações)

A Vila dos Pinheiros assim como as comunidades da Baixa do Sapateiro, Timbau, Fogo Cruzado, Vila do João, Salsa e Merengue e Conjunto Esperança, todas no Complexo da Maré e dominadas pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), têm os mesmos donos “, modificando apenas os gerentes. Elas eram todas comandadas pelo traficante Facão, fundador do TCP. Quando este foi preso, passou a ser o líder Menor P ou Astronauta. Com os dois presos, foi nomeado para comandar as comunidades, o traficante TH. Em maio de 2020, o traficante Mangolé foi colocado em liberdade e passou a dividir com o TH o comando. Ele chegou a ir para o Complexo da Alma, em São Gonçalo quando foi solto. Facão posteriormente foi solto mas dizem que ele largou o crime. TH e Mangolé nestão na qualidade de maiores líderes em liberdade do TCP, na Região do Complexo da Maré, recebendo ordens de Menor P. Facão e Menor P que planejavam, escolhiam e ordenavam as pessoas que iriam executar as tarefas, os atos criminosos. Na região, estima-se que deve ter em torno de 50 ou mais pessoas que exercem a função de radinho e de olheiro. O turno começa ás 6h e vai até as 18. O radinho não pode passar seu equipamento para ninguém e o salário seria de R$ 800 por quinzena. Alguns dos radinhos ficam em cima de uma laje de um prédio de cinco andares onde dá pra ver todo o movimento de quem entra e quem sai, incluindo ainda a Avenida Brasil. Juntamente com os radinhos ficam elementos armados com pistolas cuja função é de olheiro, que também tem plantão de 12 horas. Tanto os olheiros como os radinhos têm por obrigação olhar todos os carros que entram na comunidade. Os motoristas têm que piscar os faróis, baixar o vidro, luz do salão acesa, para serem identificados; Tem a primeira contenção dentro da favela, cujo objetivo é identificar os carros que entram na comunidade, se passar por essa barreira e não for identificado, tem uma segunda, que vai pará-lo; Se a pessoa não parar a ordem é de tentar identificá-la, pois já aconteceram muitas mortes de inocentes. Acontece dos líderes passarem um radinho para informar. “Esse carro é do patrão ou de um amigo”; Quando os donos da favela ou os líderes passam pela comunidade estão com muitos seguranças fortemente armados com fuzis. Na Vila do João, o chefe é Pescador, na Baixa do Sapateiro, o chefe é Trezentos. No Timbau, é o Terceirinho, na Vila dos Pinheiros é o Cria. Há outros vulgos de destaque como Choco, Pescocinho, Espoque, Carrapato, Faustão, Monza, Camuflado, 10 Centavos ou 3K, RN ou Gordão, Tapioca, Geléia, Thiago, Tipo Todas as áreas dominadas pelo TCP são guarnecidas por um exército de homens armados com alto poderio bélico, compostos de fuzis HK47, AR15, G3, M16, FAL, metralhadoras, granadas, pistolas de todos os calibres, revólveres , armas ponto 30 e ponto 50. Os seguranças andam fortemente armados 24 horas por dia. Além do Tráfico de drogas, o TCP da Maré atua em roubos de carga e veículos, possui coparticipação no gatonet, venda de botijões de gás, moto-táxi e transporte alternativos de Vans e Kombis, e também costumam realizar bailes funks, e pagodes para aumentar o consumo e a venda de drogas. No curso das investigações, alguns membros da quadrilha foram mortos, outros presos, e os líderes, apesar de acautelados, deram continuidade no comando da Facção. Os demais envolvidos, seguindo as orientações de suas lideranças, orquestram diariamente a agenda de serviços, movimentando toda a organização criminosa, desde os pontos de venda, até a contabilidade, demonstrando agir como uma empresa estruturada. Foi verificado também, que mesmo passado alguns anos, os chefes e os integrantes do tráfico são quase os mesmos, tendo apenas aumentado o número de participantes. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

Favela onde ocorreram as mortes de sete jovens em Nova Iguaçu teve 42 traficantes identificados durante investigação. Confira o quem é quem

MARIO HUGO MONKEN Investigação feita há alguns anos revelou quem eram todos os integrantes do tráfico na comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, local onde sete pessoas teriam sido assassinadas há duas semanas, conforme denúncias recebidas pelo Fórum Grita Baixada. Ao todo, são 42 bandidos, muitos já presos ou que abandonaram o crime. Alguns têm ligações com comunidades de Angra, Magé e da Zona Oeste do Rio. Há menção a propinas pagas a policiais, negociações sobre venda de armas e o pagamento de uma pensão a traficantes presos. Veja a relação. Confira: Peixão – é apontado como o verdadeiro controlador do tráfico na comunidade do Buraco do Boi, ocupando posição hierárquica superior aos chamados “frentes”, que são por ele nomeados apenas para gerir o tráfico local. Seu nome – e sua autoridade hierárquica – são explicitados em vários dos diálogos dos demais membros do grupo, que também costumam ostentar símbolos alusivos ao peixe em suas redes sociais. De acordo com as investigações, o tráfico do Buraco do Boi é historicamente controlado por Parada de Lucas – que é a principal base de Peixão -, havendo várias menções e registros de deslocamentos de membros do grupo criminoso entre as duas comunidades Bigode – era o “gerente geral” da comunidade do Buraco do Boi, tendo exercido a função de “frente” do tráfico até ser preso, em 01/07/2019. Mesmo depois de preso, segue recebendo participação nos lucros do tráfico. Foi citado como líder por outros membros do grupo. 3K – foi apontado como um dos “frentes” do tráfico local, tendo assumido esse posto após a prisão de Bigode. Ostentava fotos portando fuzis em perfis de redes sociais. Tratava explicitamente de atividades relacionadas à distribuição de cargas de drogas e pagamentos, monitoramento da atividade policial e compra de armas. Era mencionado e tratado como líder por outros membros do grupo. É suspeito de ter ordenado o homicídio do motorista de aplicativo Jonahan Camilo Correa da Silva, sem a autorização do traficante Peixão, o que fez com que fosse destituído do posto de “Frente” no Buraco do Boi e retornasse para Parada de Lucas. Michele -também é apontada como “Frente” do tráfico, tendo assumido a função após a destituição de 3K. Em vários diálogos, trata explicitamente de atividades relacionadas ao comando do tráfico de drogas, ao emprego de armas de fogo e ao monitoramento da atividade policial. Foi presa em 19/12/2019, em razão de mandados de prisão pendentes e na posse de um celular roubado (RO 040-07083/2019); Aliciane – esposa de Bigode. Em um deseus diálogos interceptados, diálogos em trata de assuntos do interesse de seu marido, então preso, demonstrando terenvolvimento em suas atividades. Além disso, afirma explicitamente que, após a prisão de Bigode, ficou encarregada de receber a participação nos lucros do tráfico a que ele fazia jus; Astronauta – era apontado como “ex-frente” do tráfico na comunidade, em razão de afirmações feitas por ele mesmo em diálogos interceptados, nos quais se vangloria de sua atuação na atividade, mas diz preferir uma vida normal. Conversou com Peixão para deixar o tráfico e entregou a ele seu fuzil e suas cargas . Afirmou manter boas relações com membros do tráfico e diz que Bigode não permitiria que sua casa na comunidade fosse invadida; Manteve diversos diálogos sobre os acontecimentos envolvendo os membros do grupo. Segundo as investigações, sua saída do tráfico se deu em janeiro de 2019; Romarinho -também é apontado como “Frente” do tráfico, tendo assumido a função após a prisão de Michele. Possui histórico de prisões anteriores. Antes de assumir como Frente, trabalhava na segurança de Michele. Mantém diálogos Rabetão – foi apontada como uma espécie de assistente pessoal da acusada Michele. Em vários diálogos interceptados, aparece como intermediária das comunicações entre Michele e outros bandidos. Manteve diálogos sobre o monitoramento de guarnições policiais Mexicano – foi apontado como gerente das bocas de fumo. Em vários diálogos, trata explicitamente de atividades relacionadas à venda de entorpecentes, bem como sobre distribuição de cargas e prestação de contas Juliana – Namorada de Mexicano, exercia a função de “vapor” em uma das bocas de fumo. Ostenta a imagem de um peixe segurando um fuzil em seu perfil do Facebook (em clara alusão ao traficante Peixão ). Mantém diálogos explícitos sobre cargas de entorpecentes e sobre a rotina dos plantões nas bocas de fumo Nescau – irmão de Mexicano. Deixou de ser gerente para ser vapor. Manteve diálogo com DL e Seringuinha, no qual comenta sobre o fato de Seringuinha ter sido solto no “dia do PG” e afirma “três forte”, fazendo alusão ao Terceiro  Comando Puro. DL – Gerente do tráfico. Em uma escuta, tratou diretamente de uma carga de drogas com Michele Wendel ou WD – um dos gerentes do tráfico e segurança do frente da comunidade. Manteve diálogos em que menciona o nome do acusado 3K tenta conseguir um ônibus com o objetivo de transportar moradores do Buraco do Boi para um baile funk em Parada de Lucas, que diz se tratar de “festa do patrão” RD – “gerente dos radinhos”, além de “prestar favores pessoais” ao acusado 3K. Mantém diálogo em que trata explicitamente do “recrutamento de Deltas” (radinhos) e do carregamento de baterias (fl. Mantém diálogos em que atua como batedor em situações de deslocamento do acusado 3K e também trata da compra de um cordão a pedido  dele , afirmando ao joalheiro que seria bom manter contato com 3K, pois assim também poderia a fazer jóias para “o cara lá em Lucas” (em aparente alusão ao traficante Peixão). Mantém diálogo em que comenta detalhes sobre a substituição de 3K por Michele e indaga à sua interlocutora se “foram buscar os fuzil e a mochila” na casa dela (fl. 200). Bê – Mantee diálogo com o acusado RD, no qual falam sobre questões relativas à logística dos radinhos. Foi o responsável por socorrer o acusado GB, após ele ter sido baleado em uma troca de tiros. Mantém diálogos sobre o monitoramento de viaturas e sobre uma moto roubada que

Investigação revela os vulgos de todos os traficantes do Complexo da Serrinha (TCP)

Investigação revela que traficantes da facção criminosa conhecida por “Terceiro Comando Puro – TCP”, ocupam o Complexo da Serrinha, o qual se espalha ao longo de um grande maciço que alcança os bairros de Vaz Lobo, Madureira, Engenheiro Leal, Cavalcanti e Vicente de Carvalho e que abrange as comunidades ou localidades conhecidas como Morro da Serrinha, Morro da Fazenda, Grota, Raia, Morro São José da Pedra, Morro da Patolinha, Morro do Dendezinho, Morro da Primavera e Favelinha. Os bandidos extorquem mensalmente comerciantes no entorno das comunidades e chegaram a exigir R$ 5.000 mensais de uma empresa de ônibus para que ela pudesse continuar operando no local sem sofrer represálias. Os criminosos também foram acusados de torturar um homem que ofereceu dinheiro para manter relações sexuais com uma menina.Os membros da quadrilha também se exibem armados nas redes sociais. O principal líder do grupo é Wallace de Brito Trindade, que  está em liberdade desde 2007. O investigado é conhecido pelas alcunhas de Lacoste, em referência a marca de artigos de vestuário e acessórios que possui um jacaré como símbolo; Salomão, em alusão ao Rei de Israel, que se notabilizou por sua sabedoria, pela quantidade de esposas e pelo reinado duradouro; Flamengo, por ser torcedor fanático do Clube de Regatas do Flamengo; e Mano, termo comumente utilizado por criminosos em geral para designar o principal líder do grupo. Não raro, verifica-se que armas apreendidas no Complexo da Serrinha e/ou ostentadas em redes sociais pelos traficantes locais possuem a inscrição “Tropa do Salomão” e/ou a imagens de jacarés em alusão ao símbolo da marca “Lacoste”, sendo certo que essas referências reverenciam o chefão. Em 2012, Lacoste já ocupava a condição de “frente” do tráfico de drogas existente no Morro São Jose da Pedra, comunidade integrante do chamado Complexo da Serrinha. Após uma série de homicídios de líderes do tráfico local, tais como os vulgos Dinho, Lerdo, Skol expandiu a sua liderança do Morro São Jose da Pedra para o Morro da Serrinha e para o Morro da Fazenda. Em seguida, com o homicídio do presidente da associação de moradores Nilson de Oliveira Augusto, vulgo Chuchu, expandiu a atividade de tráfico de drogas do seu grupo para a localidade conhecida como Dendezinho. Depois, aliou-se aos traficantes que dominavam o tráfico de drogas  no Morro da Primavera. Dessa forma, Lacoste e seus subordinados passaram a controlar o tráfico de drogas e outras atividades criminosas correlatas em todo o maciço que abriga o Complexo da Serrinha, alcançando os bairros de Vaz Lobo, Madureira, Engenheiro Leal, Cavalcanti, excetuando o Morro do Juramento, localizado no bairro de Vicente de Carvalho, que permanece sob o domínio da facção criminosa Comando Vermelho. O investigado, pelo tempo de protagonismo que possui no tráfico de drogas e por ter um histórico de alianças com agentes públicos corruptos, adota extremo cuidado para não revelar dados que possibilitem a sua localização. Por isso, Walace não utiliza linha telefônica convencional para se comunicar com seus comparsas. Contudo, foram reunidos elementos de informação que evidenciam que o investigado permanece liderando a estrutura criminosa que explora o tráfico de drogas existente na região, tais como oitivas de alguns indivíduos presos durante o período de investigação, publicações em redes sociais e conversas interceptadas de outros integrantes da estrutura criminosa. Nesse sentido, vale mencionar o depoimento de um preso no dia  no dia 27/10/2020 por policiais militares. Ouvido na sede da 27a DP, unidade onde o auto de prisão em flagrante foi lavrado, o individuo afirmou ser nascido e criado no Morro São Jose da Pedra, na localidade conhecida como Patolinha, e admitiu que estava atuando na estrutura investigada exercendo a função de “visão” (olheiro). Entre outros indivíduos, reconheceu por fotografia Walace como sendo o indivíduo conhecido pelas alcunhas Lacoste e Salomão e o apontou como sendo o “dono de todo o Complexo da Serrinha”. Outro indivíduo preso por policiais militares no dia 09/04/2021 e foi ouvido na sede da 29a DP, disse que “não tem qualquer contato com os líderes do tráfico de drogas local, sabendo dizer apenas aquilo que todos já sabem, que o chefe é o elemento conhecido como Lacoste ou Mano.   Foram interceptados diálogos que evidenciam que Walace continua liderando a estrutura criminosa investigada. Nas converses, o investigado e mencionado pela alcunha Mano, mas a investigação demonstra que esse termo se refere a Walace . (…) Um dos principais homens de confiança do Lacoste, é o indivíduo conhecido com Leite Ninho, que integra a alta hierarquia da estrutura criminosa que explora o tráfico de drogas no Complexo da Serrinha. Nas mídias sociais, foram encontradas fotografias que reforçam o vínculo dele com o tráfico local. Ele aparece em fotografia com uma pistola na cintura abraçando uma mulher. Outro destaque se refere a um vídeo feito pela mesma moça na forma de selfie em que Leite Ninho aparece sentado com um rádio comunicador comumente utilizado por todos os criminosos que exploram a atividade de tráfico de drogas no Estado do Rio de Janeiro; Por ser homem de confiança de Lacoste e ocupar a alta hierarquia da estrutura criminosa, Leite Ninho adota muita cautela para se comunicar, evitando a linha convencional. No entanto, diversos diálogos interceptados de outros integrantes do grupo criminoso demonstram o vínculo dele com a exploração do tráfico de drogas do Complexo da Serrinha. Vulgo Boneco é um possível sucessor de Lacoste na liderança da organização. Ele sempre foi conhecido no Complexo da Serrinha como um homem de guerra, mas atualmente há rumores de que possui uma doença degenerativa que o impossibilita de participar das recentes disputes enfrentadas por seu grupo. A identificação e o protagonismo de Boneco na exploração do tráfico de drogas existente no Complexo da Serrinha também e ratificado no IP 029-00090/2020, em que a vítima P.C o reconheceu como autor e o apontou como gerente- geral do tráfico de drogas da Serrinha. Apurou-se que o investigado mantém uma conta no Twitter com o nome “Boneco da Serrinha”, onde posta fotografias fazendo o sinal de três, em alusão a facção criminosa que integra, e com coletes e armas, A interceptação de ligações com ruídos de rádios comunicadores ao fundo

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