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processo judicial

Disputa entre o CV e o TCP teve atentado e morte em Paracambi

A Justiça decretou no último dia 24 as prisões preventivas de quatro traficantes acusados de praticar um atentado contra três homens na cidade dr Paracambi, na Região Metropolitana do Rio. Na ação, um dos alvos chamado Carlos Alberto acabou morrendo. As vítimas sobreviventes disseram que o ataque tem relação com uma guerra entre as facções criminosas Comando Vermelho e Terceiro Comando Puro pela comunidsde do São José. Segundo a Justiça, a decretação das prisões tem como objetivo impedir a intensificação dos confrontos que frequentemente vêm aterrorizando a região. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Irmãos tiveram a prisão preventiva decretada acusados de espancar um homem até a morte na Zona Sul do Rio. Eles agrediram uma outra vítima depois e chegaram a ser detidos, mas foram liberados sob alegação de que não havia flagrante

Dois irmão de sobrenome Da Matta tiveram as prisões preventivas decretadas essa semana suspeitos de espancarem até a morte um homem na Praia Vermelha, na Urca, na Zona Sul do Rio, em novembro. Segundo os autos, no dia 17 de novembro de 2024, por volta das 18 horas, na Praça General Tibúrcio, no bairro da Praia Vermelha, no município do Rio de Janeiro/RJ, eles agrediram fisicamente Glauber Santana da Cruz, com intuito de matá-lo, utilizando recurso que tornou impossível a defesa do ofendido, causando as lesões corporais que foram a causa eficiente da morte de Glauber em 07/12/2024. Os irmãos passaram a tarde ingerindo bebidas alcoólicas na praça quando, no inicio da noite, depois de muita conversa, mas sem motivo aparente, foram na direção de Glauber e, repentinamente, começaram a desferi chutes, socos e pontapés na vítima. Como a ação dos denunciados foi inesperada, a vítima não conseguiu se defender e, depois de alguns instantes recebendo golpes pelo corpo, caiu ao solo. Em seguida, os agressores, alternadamente, aproveitando que Glauber estava no solo, passaram a chutar e pisar em todo o corpo da vítima, por fim, desacordando-o, todavia, os denunciados não cessaram a agressão e, entre chutes e pisadelas fortes, ainda alternadamente, pularam sobre a cabeça da vítima acertando-o com os pés com todo o peso do corpo objetivando ceifar a vida de Glauber, posteriormente, encerrando as agressões, pois, diante da gravidade das lesões, acreditaram que a vítima havia morrido. Glauber ainda foi socorrido ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde ficou internado do dia 17/11/2024 a 07/12/2024, todavia, não resistiu aos ferimentos e morreu em virtude de traumatismo do tórax complicado com pneumonia, provocado por ação contundente em decorrência das agressões físicas realizadas pelos irmãos.”Uma testemunha disse que Glauber tentou separar uma briga que acontecia na frente da barraca, entre dois irmãos e acabou sendo agredido por ambos. Disse que a vítima foi agredido pór socos, tapas, pontapés e por golpes de “capacete”; Uma outra testemunha viu um dos irmãos agredir Glauber com um capacete. Disse que os agressores chegaram a ser abordados pela Polícia do Exército, mas foram liberados. Contou que uma guarnição da PMERJ também esteve no local mas foi embora. Falou ainda que, em razão do consumo de álcool, os irmãos teriam sido perturbados pelo Glauber durante o dia mas não soube dizer qual o tipo de perturbação.Um outro homem disse também ter sido agredido pelos irmãos, que chegaram a dizer. “Já deixamos um f… e não falei que iria te pegar”. Ele levou vários golpes como voadoras, socos, chutes e pontapés mas conseguiu se desvencilhar e solicitar ajuda dos militares do Exército. Mesmo assim, os irmãos partiram para cima dele e os agrediram com um capacete na cabeça. Inclusive o ameaçaram de morte, dizendo que iam na sua casa, na Baixada Fluminense, Os militares tentaram contê-los, inclusive usando spray de pimenta, mas um dos irmãos agrediu um deles com um tapa na mão. Os irmão disseram que ele e Glauber eram safados e falaram que iam matá-lo e beber seu sangue. Os irmãos, desta vez, foram detidos pelos integrantes do Exército e chegou novamente uma viatura da PMERJ. Os PMs lhe disseram não se tratar de flagrante e falaram para a vítima procurar a Polícia Civil, o que foi feito, o homem agredido foi até a 10ª DP (Botafogo) Foi submetiido foi submetido a diversos exames periciais que constataram que ele sofreu lesões em sua arcada dentária. Falou que não está trabalhando com receio de novas agressões, já que foi ameaçado pelos irmãos; Para a Justiça, os acusados escaparam da prisão em flagrante, aparentemente, por erro de comunicação entre os Policiais do Exército que atenderam à ocorrência num primeiro momento e os Policiais Militares que assumiram a ocorrência na sequência, que compreenderam tratar-se apenas de uma lesão corporal leve, em face da outra vítima. Segundo testemunhas, os acusados retornaram ao local dias após os fatos, “aparentemente tranquilos” e disseram “que o intento de matar almejava evitar futuras represálias, por isso retornaram para terminar o serviço” e que “o caso não acabaria assim”, demonstrando a evidente intenção de continuar a empreitada criminosa em desfavor de outras pessoas ou, no mínimo, causar temor nas pessoas. ]FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Quatro traficantes do Batan (ADA) estão com prisões decretadas suspeitos de colocar dois rivais do TCP no porta-malas de um carro e atear fogo

Estão com as prisões preventivas decretadas os traficantes de vulgos Russinho, DG, Macha e Chapolin, todos vinculados à facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA) da Favela do Batan, em Realengo. São acusados de colocar dois supostos traficantes rivais dentro de um carro e atear fogo. Eles atraíram Leandro Lopes do Nascimento, vulgo Corujinha, para o local conhecido como Beco do Batata sob o pretexto de que haviam capturado um homem vulgo Pará e que precisavam conversar com ele. Em seguida, os bandidos amarraram Corujinha e Pará e levaram para o alto da comunidade . Após serem brutalmente agredidas, as vítimas foram colocadas amarradas em um porta-malas de um carro. O veículo foi conduzido até a Rua Américo Gomes de Ornellas, onde atearam fogo com as vítimas dentro ainda vivas e elas vieram a óbito. As vítimas, segundo os autos, seriam associadas à facção criminosa Terceiro Comando Puro, do Conjunto Fumacê, que fica no mesmo bairro, e da Vila Aliança, em Bangu. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

NOVA IGUAÇU: Após a morte de homem, pai e irmão dele iniciaram uma vingança contra aqueles que achavam que estavam envolvidos. São suspeitos de pelo menos dois homicídios

Após o assassinato de Gabriel Santos Gomes Caldeira, seu pai e seu irmão deram início a uma vingança contra aqueles que eles acreditavam que estavam envolvidos no crime. No último dia 2 de fevereiro, na Lagoinha, em Nova Iguaçu, pa e filho mataram Paulo César Gomes da Slva e balearam R.J.V.S. As vítimas conversavam com uma mulher em frente da casa do padrasto de Paulo quando um carro Ecosport branco se apxoimou e um ocupante apontou a arma para os três e disse: “não se mexam, não se mexam”. Paulo e R. disseram: “Somos moradores” e o ocupante do carro respondeu. “Morador é o c…” Após isso, disparos foram efetuados. Paulo jogou a moça no chão e ela não foi atingida. Ele não teve a mesma sorte e acabou falecendo no local. R também foi alvejado mas conseguiu escapar com vida. Em seguida, um dos ocupantes do carro saiu. Ele é o pai de Gabriel, que foi morto no dia 2 de dezembro do ano passado. Ele começou a discurtir com uma outra mulher acusando sseu pai de ser X9 e que seu filho morreu por causa dele. A moça que acompanha as vítimas disse que um dos ocupantes do carro estava no dia do enterro de Paulo, ficando observando de longe e que carros estavam passando na frente da casa de pessoas próximas das vítimas e as intimidando. Uma outra testemunha disse que antes da morte de Paulo, um outro homicídio foi praticado pelos mesmo autores, o qual vitimou Abimael Tavares de Melo Júnior. Pai e filho estão com as prisões temporárias decretadas, FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica suspeitos de matar um homem em 2023 acusado por eles de traficar drogas sem autorização

A Justiça decretou as prisões preventivas de quatro milicianos de Seropédica, vulgos Chica, Marcelinho Macabu, Zazá e um chamado Lucas por um homicídio cometido em maio de 2023. Segundo a denúncia, no dia 07 de maio de 2023, por volta de 20h20min, no estabelecimento denominado “Quiosque da Carlinha”, situado na Rua Rita Batista, nº 10, Campo Lindo, Seropédica/RJ, os suspeitos, teriam matado a vítima Marcos Paulo da Silva Pereira mediante disparos de fuzis calibres 7,62mm e 5,56mm, que causaram múltiplos ferimentos em seu corpo. Uma testemunha reconheceu a participação do falecido milciiano Tubarão no epísódio., afirmando que foram criados juntos desde criança, e que ele seria o chefe da milícia de Seropédica. Tubarão foi morto em confronto com a polícia em 06 de fevereiro de 2024. Além de o identificar, Bruno o apontou como sendo o indivíduo que derrubou Marcos e realizou o primeiro disparo com arma de fogo contra a vítima, tendo o identificado por meio de gravação de vídeo da câmera de segurança do local, em razão do porte físico, pela violência, forma de agir e pela roupa que ele usava. A testemunha também reconheceu Chica e Thiago “Bomba”, falecido na guerra contra o Bonde do Miliciano Zinho no km 32. Outras testemunhas diseram que Marcos morreu pois estaria traficando drogas no Quiosque onde foi morto, sem a autorização da milícia. Do mesmo modo, uma outra testemunha, que estava presente com a vítima no local dos fatos, declarou que Marcelinho Macabú sentou à mesa do Quiosque e,momentos depois, um homem de cor negra, vulgo “Zazá”, apareceu e ordenou que o bar fosse fechado, assim como que todas as pessoas deveriam ir embora. Dando continuidade e complementando o relato da testemunha, uma outra pessoa presente na hora dos fatos , também presente no local, confirmou a identidade de Macabú, e afirmou que milicianos encapuzados chegaram em um carro pequeno, de cor clara, e que jogaram Marcos Paulo ao chão, desferindo muitos tiros em cima da vítima, e logo depois se evadiram do local. Zazá estaria de camisa preta no vídeo, tendo sido a pessoa quem tomou o celular da mão de alguém do bar, após o crime, e mandou todo o comércio fechar e todos irem embora. A mãe de Marcos também identifcou Tubarão como o executor de seu filho ao visualizar as imagens de câmera de segurança vinculadas ao procedimento. A identificação, segunda ela, se deu pelas roupas, pelo modo de andar, bem como pela bandana com fiapos brancos nas pontas. Além disso, também reconheceu Chica que teria aparecido trajando uma blusa de cor roxa clara e portando uma pistola, tendo sido registrado pelas filmagens. Acrescentou que identificou Licas como cobrador da milícia de Tauã. Por fim, momentos após o encontro, relatou também afirmou que Marcos teria retornado para mesa onde estava. Após isso, Tubarão, juntamente com outros milicianos, executaram a vítima com muitos tiros na frente de todos. Ainda sobre seu depoimento, disse que acreditou que a vítima foi executada pois no local não poderia haver concorrência na venda de drogas. Ao final, a autoridade policial destacou a peça “relatório de imagens”, protocolo 049265-1861/2023, onde as cenas gravadas pelas câmeras de segurança do estabelecimento foram minuciosamente detalhadas, indicando a atuação de cada um dos indivíduos que participaram da empreitada criminosa. Em tal documento se pode constatar, “quadro a quadro”, a sequência de fatos que culminou com a execução sumária de Marcos Paulo, bem como a violência da ação, mesmo em um comércio repleto de pessoas. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça mandou soltar estudante baleado por PM que estava sob custódia por ter sido confundido com um ladrão. SAIBA OS MOTIVOS

A Justiça soltou o estudante Igor Melo de Carvalho e também o mototaxista Thiago Marques que foram apontados como os autores do roubo a mulher de um PM, que os perseguiu e acabou baleando Igor, que perdeu um rim e está internado em estado grave no Hospital Getúlio Vargas. Consta dos autos que a vítima teria imputado a dupla a suposta prática do crime de roubo e, após noticiar o fato ao seu marido, ambos teriam localizado os dois. Ambos alegam que o carona teria tentado efetuar disparos, oportunidade em que o marido da vítima teria disparado contra Igor.A mulher do PM teria reconhecido os autores pela cor de camisa que utilizavam, mas não foram apreendidos com a dupla nem a suposta arma do crime nem o telefone celular subtraído. Posteriormente, foram divulgados pela mídia e juntadas aos autos inúmeras informações que enfraquecem os indícios de autoria. Conforme consta dos documentos, Igor teria saído do trabalho e solicitado corrida através do aplicativo Uber, sendo certo que Thiago era o condutor que atendeu à solicitação. Portanto, todas as informações indicam que tanto o PM Carlos Alberto quanto sua mulher Josilene teriam confundido a dupla com os supostos autores do crime de roubo, de forma que os indícios de autoria restam totalmente esvaziados, impondo a imediata soltura dos custodiados. Por fim, a Justiça destaca que ambos são primários e há documentação juntada do custodiado Igor juntada aos autos, a indicar o exercício de atividade laborativa lícita e residência fixa. Tendo em vista os requerimentos das defesas, encaminhem-se cópias para a Promotoria de Investigação Penal e Corregedoria da Polícia Militar. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Homem é suspeito de matar mulher que ameaçou ir na boca de fumo do Mandela (CV) contar que estava sendo molestada por ele. Com medo de os traficantes descobrirem o crime, o acusado contou tudo na delegacia

Um homem que levou uma colombiana para a sua casa, na Favela do Mandela, em Manguinhos, é acusado de matá-la ao tentar impedir que ela fosse até a boca de fumo contar que ele estava supostamente a molestando. Com medo de os traficantes descobrirem o crime, ele foi até a delegacia e contou tudo. A Justiça decretou sua prisão temporária. Tudo começou no dia 16 de fevereiro quando o acusado conheceu Carolina , que lhe disse que era colombiana, estava passando por dificuldades e se encontrava em situação de rua. Ele falou que morava sozinho na Mandela e perguntou se ela gostaria de ficar em sua residência, o que foi aceito. Tudo estava indo bem e ambos estavam trabalhando, até que dias depois, o homem, o foi para um churrasco na casa de seu amigo e deixou a moça em casa. Quando retornou para sua residência e ao sair do banho, percebeu que sua carteira, dinheiro e celular, que estavam em seus bolsos, haviam sumido;.Ele questionou Carolina se ela havia pego seus pertences. Ela disse que não e ele falou que que procuraria nas coisas da mulher. Carolina começou a gritar dizendo que, se o declarante continuasse, iria até a boca de fumo, que fica próximo a residência e diria que ele estava molestando-a; Carolina começou a puxá-lo e gritar;, falou que ia até a boca e tentou sair dando um soco no rosto no homem, que revidou e deu um murro no rosto da moça, que caiu no chão e bateu a cabeça. Ela perdeu a consciência. O homem entrou em desespero e começou a fazer massagem cardíaca em Carolina, porém a mesma não dava sinais de consciência. Ligou para seus filhos e relatou o ocorrido. O filho e o genro dele, que moram no Jacarezinho orientaram o declarante para vir até esta a delegacia, pois estavam com medo dos traficantes do local descobrirem; O homem foi até a DP e relatou todo o fato. Afirmou nunca ter tido nenhum tipo de relação sexual com Carolina. PMs foram até o local e souberam que havia o corpo de uma mulher, aparentando ter cerca de 30 anos, que foi deixado por populares na UPA de Manguinhos, Informações médico-hospitalares apontaram para as seguintes lesões externas apresentadas pela vítima: Lesões em face, como escaras, esquimoses e hematomas periorbitais, sugestivos de agressão física, edema labial de origem traumática e sinais de estrangulamento. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Leia detalhes da sentença que condenou dois traficantes do CV a 160 anos de prisão pela morte de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e deixou seis pessoas feridas em Três Rios em 2020. Alvo era uma das vítimas sobreviventes que pertencia ao TCP. Crime foi planejado. Cidade foi tomada por bandidos

Os condenados a 160 anos pelas mortes de duas pessoas, entre elas uma criança de quatro anos, e que deixaram seis pessoas feridas em Três Rios em 2020, são Leonardo Félix de Freitas, o Léo Jack e Ualifer Medeiros de Araújo, vulgo Cagado, integrantes do Comando Vermelho. O motivo torpe, reconhecido pelos Jurados, tem por fundamento a disputa pelo tráfico de drogas na região, pertencendo os criminosos à Organização Criminosa Comando Vermelho. Um dos baleados pertencia ao Terceiro Comando Puro e era o alvo da ação. Os denunciados e o alvo já vinham tendo problemas anteriores em razão de pertencerem a organizações criminosas diversas e por disputarem a mercancia de drogas na mesma região. Na data dos fatos, as vítimas, seus familiares e amigos se encontravam comemorando o aniversário do alvo quando Leonardo e Ualifer chegaram de moto e passaram a disparar em direção a todos os presentes. Na Cidade de Três Rios, o tráfico de drogas já não mais permite ações isoladas. As comunidades locais estão corrompidas e as facções, arregimentadas por pessoas que nada têm a perder, avançam abruptamente, criando rotinas violentas com regimentos e regras que lhes são próprias. Caso contrariadas, a morte é certa, pelo que se convencionou chamar de ¿Tribunal do Tráfico¿. Léo Jack era um dos chefe do tráfico da cidade, contando com o auxílio de ¿Cagado. Contra Léo Jack consta anotação na Ficha de Antecedentes Criminais condenação transitada em julgado por tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, na data de 20/04/2015, por acórdão condenatório. A pena foi cumprida apenas em 16/12/2020. A menina morta, Maria Alice de Freitas Neves, foi atingida por 18 disparos. O delito foi cometido durante o repouso noturno, por volta das 22h30, na Travessa Senhor dos Passos, nº 389, Casa 02, Ladeira das Palmeiras, Cidade de Três Rios, neste Estado. No caso, trata-se de área destinada à residência. Houve planejamento de todo o delito, representado pelo armamento empregado no crime, pelas roupas que visavam não permitir a identificação de cada qual, pela cobertura de outros membros faccionados e ainda não identificados e, principalmente, pela fuga com uma motocicleta. Inclusive, os autos apontam que um dos indivíduos passou anteriormente no local dos fatos, entre às 19h e 20h de 30 de junho de 2020, para averiguar as condições do local. A paz pública foi colocada em xeque com a conduta dos homicidas. Os moradores locais foram extremamente abalados com a ocorrência dos assassinatos. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Milicianos de Rio das Pedras são suspeitos de matarem homem por acreditar que ele repassava informações da quadrilha para o CV por ser cunhado de traficante

Os milicianos Gerlan, qtualmente preso, e Tipa, ambos de Rio das Pedras, tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos de cometer um homicídio contra um homem que acreditavam ser informante do Comando Vermelho só porque ele era cunhado de um traficante. A vítima Emerson foi executada com diversos disparos de armas de fogo em plena luz do dia só porque os autores acreditavam que o rapaz repassava informações da milícia para o Comando Vermelho já que era cunhado do traficante Cenoura, da Cidade de Deus. Testemunhas disseram que os acusados são os assassinos porque quando cometeram o crime não estavam de rostos cobertos. Gerlan e Tipa são conhecidos na área como os executores da milícia. . O primeiro pilotava a moto usada no crime e Tipa, que estava na garupal desceu do veículo e efetuou os disparos que mataram Emerson. Logo depois, os autores fugiram FONTE: Página oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ)

Traficantes Flamengo e Corinthians do TCP dividem bocas de fumo em favela de Caxias. O segundo comanda um esquema de roubo de veículos em que é exigido resgate das vítimas

Investigação revela como os traficantes Corinthians e Flamengo dividem o comando do tráfico na comunidade do Pantanal, em Duque de Caxias, reduto da facção criminosa Terceiro Comando Puro. No local, Corinthians controla três bocas de fumo: Zero, Geruza e Marquesa. Flamengo manda nas bocas do Barro Novo, B13, Favelinha, Jacapaz ou Terra Prometida. Na parte onde Corinthians comanda,, os roubos de (veículo, telefones e cargas) são liberados e quem comanda os roubos é o vulgo “Léo Morango. Corinthians ordena roubos de veículos nesta região, usufruindo de percentuais utilizados para abastecer a logística do tráfico de drogas na compra e distribuição de drogas e de armamento, bem como para proveito pessoal, Um dos destinos dos veículos subtraídos, conforme se vê no depoimento de uma vítima, quando não é o desmanche, é a própria devolução às vítimas e/ou seguradoras, mediante pagamento de valor extorsionário, denominado pelos criminosos como “resgate” Em um dos roubos, a vítima foi até a boca de fumo tentar reaver seu veículo e, por incrível que pareça, o bandido orientou o lesado a na delegacia fazer o registro de ocorrência e acionar o seguro, sendo certo que, após esse trâmite, o traficante faria contato com a vítima para negociar o pagamento do resgate Diamante é o segundo na hierarquia na parte da comunidade onde manda o vulgo Corintihans, Ele tem uma irmã “que vem a ser tesoureira, gerente do pó de R$ 5, R$40 e do crack. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

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