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processo judicial

Peixão (TCP) responde a ação sigilosa na Justiça Federal por organização criminosa, contrabando e crimes contra a administração em geral

O traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, responde ação penal sigilosa na Justiça Federal do Rio de Janeiro por promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa, contrabando (art. 334-A) e crimes praticados por particular contra a administração em geral. É parte também neste processo Everson Vieira Francesquet, que foi preso pela PF (Polícia Federal) suspeito de ir buscar um fuzil antidrone em uma agência dos Correios em Nova Iguaçu. Ontem, o programa Fantástico da TV Globo mostrou que Peixão importaria armas de guerra e mandava trazer pelos Correios. Segundo a reportagem, era Everson que cuidava da compra e o envio do material. FONTE: Justiça Federal do RJ e Polícia Federal

Traficante do TCP está com prisão preventiva decretada acusado de matar inocente em Irajá quando na verdade queria executar homem que já havia atuado no CV

Está com prisão preventiva decretada desde o mês passado o traficante conhecido como Da Honda, da comunidade da Malvina, em Irajá, dominada pelo Terceiro Comando Puro. Ele é acusado de matar em novembro do ano passado um rapaz chamado Marlon Sobreira Mourão Araújo conhecido como Abu quando na verdade perseguia outro que já havia feito parte do Comando Vermelho. O alvo de Da Honda contou que ossui antecedentes criminais, já tendo sido preso pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, por duas vezes; Disse que já fez parte do tráfico de drogas da Comunidade do Juramento mas que atualmente não tem envolvimento com nenhuma organização criminosa, nem pratica nenhuma atividade ilícita. Falou que trabalhava como entregador em uma peixaria, em Irajá. Segundo ele, no dia 3 de novembro, por volta das 04h/05h, estava voltando de um evento em Madureira, na companhia de seu amigo Marlon. Ele estava pilotando sua motocicleta e Marlon estava na garupa quando, trafegando pela Av. Monsenhor Félix, próximo da Malvina, um homem que estava na calçada, em frente à loja “Tradição Madeiras” efetuou vários disparos de fogo na direção do declarante e de Marlon; Os primeiros disparos atingiram Marlon, que veio a cair na rua. Após ver Marlon caído no chão, o alvo acelerou a sua moto e entrou na Rua João Machado, mas o homem continuou efetuando disparos de arma de fogo nas suas costas; Ele foi atingido por um tiro no ombro direito;. Em seguida foi até a casa da tia de Marlon e contou o que tinha acabado de acontecer. Após isso, foi socorrido por um motoqueiro até o Hospital Estadual Getúlio Vargas, onde foi atendido e liberado no mesmo dia. No hospital, fizeram um curativo e o declarante ficou em observação por um tempo, pois estava sangrando muito. Soube depois de um tempo, não sabe precisar que corpo de Marlon apareceu em um valão na Av. Pastor Martin Luther King Jr. Ele visualizou o autor dos disparos e o reconheceu como sendo o traficante Honda, tendo fornecido duas fotos dele e sua rede social. Disse que conhecia Da Honda antes dele ter envolvimento com o crime, pois são criados no mesmo bairro e jogaram futebol juntos. Falou que faz parte do tráfico de drogas da Comunidade da Malvina e pertence ao TCP. A Malvinha tem como líder o traficante Lacoste da Serrinha e o bandido vulgo Fortão é o frente da comunidade, que recebe ordens de Lacoste. O alvo confirmou que já atuou no CV e atualmente só frequenta e faz entregas em Comunidades da mesma facção (CV); Falou que atualmente os entregadores não podem entregar/frequentar Comunidades de organizações criminosas distintas, ou seja, tem de escolher o território dominado por uma facção só, para não correr o risco de ser chamado de “X9” e morrer no tribunal do tráfico; Q Reiterou que o crime foi motivado pelo fato do declarante já ter pertencido à facção rival, Comando Vermelho e ter sido reconhecido pelo autor.Falou ainda que Marlon nunca teve envolvimento com nenhuma atividade ilícita e sempre trabalhou; FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficante morto ontem em Belford Roxo era figura antiga na quadrilha. Bando agia como uma narcomilícia já na década passada e contava com ajuda de PM

Morto ontem durante confronto com PMs em Belford Roxo, o traficante Douglas Bonfim Ferreira, o Mete Filho, era figura antiga do crime na comunidade do Parque Floresta. Ele já atuava no local desde a década passada. No início ele tinha os apelidos de Douglinhas ou Netflix. Uma investigação de anos atrás sobre a quadrilha que atuava na comunidade revela que ela agia nos moldes de uma narcomilícia. Além da venda de drogas explorada pela facção criminosa Comando Vermelho, Os bandidos desenvolveram, clandestinamente, atividade de telecomunicação, consistente em explorar serviços de TV a cabo popularmente conhecida como “Gato Net”, além de distribuírem sinal de “internei” por meio de equipamento de transmissão de dados, sem a autorização da Agência Nacional de Telecomunicações – Anafei . Eles também constrangiam, mediante grave ameaça, comerciantes da região, com o inequívoco intuito de obter, para si, vantagem econômica indevida, consistente em pagamentos semanais como forma de autorização para que tais comerciantes pudessem exercer suas respectivas atividades na localidade Um PM seria um dos responsáveis pela distribuição de sinais de “internet” e de TV a cabo irregulares, bem como pela distribuição de gás, além de viabilizar o transporte de pessoas e de entorpecentes em seu veículo e se valer de sua condição de policial para proteger traficantes Por inúmeras vezes, o policial ficava em escadas mexendo nos fios de TV a cabo clandestina. Em uma passagem, um bandido foi até o estabelecimento de um comerciante e exigiu que este pagasse a quantia de R$ 3000,00 (três mil reais) mensais para que seu depósito ficasse instalado no interior da comunidade (…) que, com a expulsão da vítima e de outros fornecedores de gás, o traficante”passou a assumir tal atividade (venda de gás), utilizando os mesmos indivíduos que, anteriormente, dominavam a venda irregular de sinal a cabo de TV. FONTE: Trechos de processo do STJ disponíveis o site jurídicio Jusbrasil

Chefe do tráfico do Morro do Urubu (CV) suspeito de homicídios foi solto. Houve queima de fogos. VIDEO

A reportagem confirmou com o Disque Denúncia agora de noite de que o chefe do tráfico no Morro do Urubu, em Pilares, Geovani Lameira Antônio, o Netão, deixou a cadeia nesta sexta-feira (21) . Desde o final da tarde, vários grupos nos.aplicativos de conversa no WhatsApp e Telegram já noticiavam.a soltura do criminoso. Houve queima de fogos no.morro para festejar a liberdade do criminoso. Netão é um dos principais acusados de envolvimento na morte de Beatriz Schunk Mendes, de 18 anos, assassinada em fevereiro de 2020, no Morro do Urubu. Ele é suspeito também do homicídio de Danilo Fidélis de Santana que, no dia 02 de fevereiro de 2020, foi vítima de disparos de arma de fogo, sendo seu corpo colocado no porta-malas do automóvel Fiat Linea, placa AUI409 e ateado fogo no veículo. Daniel foi morto porque foi considerado pelos traficantes informante de organização criminosa rival e passar informações sobre o tráfico do Morro do Urubu pelo Comando Vermelho.  Netão havia sido.preso em 2023 durante um confronto com PMs no Morro do Fubá, em Cascadura.. FONTE: Disque Denúncia, TJ-RJ e Pega Visão RJ News (Telegram).

Acusado de estupro, ex-vereador Gabriel Monteiro será solto

A Seap informa que recebeu da Justiça, no início da noite desta sexta-feira (21/03), o alvará de soltura de Gabriel Luiz Monteiro de Oliveira, e está realizando os procedimentos de praxe para que o citado deixe a prisão. O ex-vereador e ex-PM estava preso desde novembro de 2022l suspeito de estupro. Ele terá que usar tornozeleira eletrônica e está proibido de deixar Rio, fazer o comparecimento periódico em juízo e não pode manter contato com avítima. FONTE: SEAP

CABO FRIO: Homem teve prisão preventiva decretada suspeito de matar a facadas suposto estuprador de sua sobrinha

Em Cabo Frio, um homem matou outro a facadas por desconfiar que ele tinha abusado sexulamente de sua sobrinha. A filha da vítima Natanael de Freitas Marinho encontrou com a esposa do assassino que disse que se não fosse o seu marido, ela mesmo mataria o pai dela. A filha de Natanael disse que ao chegar no local encontrou uma faca com sangue próximo ao portão, do lado de dentro do quintal da residência de seu pai; que, teria apanhado a faca e guardado a mesma em casa, com medo de que alguém pudesse pegá-la; que, ao chegar na 126ª DP. Os PMs que foram acionados para a ocorrência levaram a faca para a delegacia. A mulher do suposto assassino relatou que o marido teria agredido Natanael Marinho da Silva após ter conhecimento de um suposto abuso sexual perpetrado por este em desfavor da sobrinha do casal. O estupro, segundo relata, teria ocorrido há aproximadamente um ano antes do crime, quando a menina estava com dez anos de idade, mas só tiveram ciência recentemente, mais precisamente há uma semana antes dos fatos, ocasião em que a menor lhes contou sobre o suposto abuso sexual. A declarante que embora tenha levado a garota para a Delegacia, não foi realizado, na ocasião, os exames necessários para constatação do abuso sexual, bem como admite ter conversado com a filha de Natanael sobre o marido ser o autor dos fatos, no entanto, alegou não ter conhecimento sobre seu paradeiro. O autor do crime está com prisão preventiva decretada. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Mãe de homem morto em São Gonçalo perguntou ao suposto assassino o motivo dele ter cometido o crime e ouviu a resposta. “Eu fiz isso porque ele me estuprou”

A mãe de um homem que foi assassinado em São Gonçalo em novembro chegou perto do suposto assasino do seu filho e perguntou o motivo dele ter cometido o crime com tanta maldade e crueldade e ele disse, de forma fria. “Eu fiz isso porque ele me estuprou”. O corpo de Fabiano da Silva Alves foi encontrado no início de dezembro em estado avançado de putrefação na Rua José Rufino da Costa, 1500, Portão do Rosa, São Gonçalo, próximo ao campo do Fluminensinho, sendo que ele estava desaparecido desde o dia 28 de novembro de 2024. Consta dos autos que policiais militares foram acionados para comparecerem ao local dos fatos ante a notícia de existência e um cadáver. Para além de confirmar o encontro do corpo, os agentes da lei se depararam como o suposto auto do crime agredido e amarrado por populares, pairando sobre ele a culpa da morte de Fabiano. Fabiano e seu assassino já teriam entrado em luta corporal há seis meses, logo após a separação da declarante, motivado por um relacionamento que a vítima teria tido com a ex-namorada do suspeito. Havia boatos de que Fabiano teria estuprado seu assassino dois meses antes do crime mas Fabiano negava. A mãe e algumas pessoas da comunidade começaram a procurar por Fabiano pelos possíveis locais próximo ao manguezal. Os moradores a ajudaram nas buscas e conseguiram encontrar o corpo por volta de 17h dentro do mangue já em avançado estado de putrefação. O local do encontro do corpo era em uma trilha mais a frente a casa de Fabiano. A mãe da vítima entrou em contato com a polícia militar pedindo apoio; Ela retornou até os traficantes para perguntar sobre a retirada do corpo da comunidade e neste momento encontrou o assassino amarrado em uma árvore no campinho do Fluminensinho; Ele estava machucado. As pessoas da comunidade falaram ele estava relacionado a morte de Fabano, que ele seria o possível autor. Os dois chegaram a ser amigos.O suposto assassino foi levado para o Hospital Alberto Torres. Ouvido preliminarmente autorizou à Autoridade Policial que tivesse acesso a seu celular, sendo possível verificar uma confissão e registro fotográficos da cena do crime. Ele está com prisão decretada. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Justiça decretou a prisão de traficante do CV acusado de matar dois homens que tentavam impedir expansão da facção em Japeri

A Justiça decretou a prisão preventiva de um traficante do Comando Vermelho acusado de matar duas pesoas em Japeri porque elas estavam dificultando a expansão da facção na cidade de Japeri, na Baixada Fluminense. As vítimas foram Bruno dos Santos Teixeira e Bruno Carlos Barbosa Rezende. Outras duas pessoas, R.S.P.L e I.S tamb[em foram alvos de tiros mas sobreviveram. O bandido junto com comparsas executaram as vítimas porque desejavam instalar uma boca de fumo no bairro Chacrinha, local dos fatos, o que era repreendido pela vítima Bruno Carlos. Além disso, as vítimas, que estavam conversando na calçada, foram pegas de surpresa peloS criminosos, que, de inopino, efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra elas, o que foi a causa da morte delas. FONTE: Site oficial do TJ-RJ

Condenados envolvidos na morte de congolês que foi espancado em quiosque na Barra

A Justiça do Rio de Janeiro condenou Fábio Pirineus da Silva a 19 anos e seis meses de prisão de prisão e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca a 23 anos e sete meses de cadeia. Eles são acusados de espancarem até a morte o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 24 anos. O crime aconteceu no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, no dia 24 de janeiro de 2022. No dia dos fatos, Moise discutiu com um homem conhecido como Baixinho no quiosque. Em seguida, um outro homem, vulgo Tota, derrubou a vítima e a imobilizou. Com Moise já caído, Fábio, vulgo Bello passou a agredí-lo com um bastão de madeira. Depois, ele passou o bastão para Aleson, que continuou batendo no congolês. Moise foi amarrado pelos agressores e foi deixado caído e indefeso. As cenas demonstraram que os três réus espancaram Moïse com um taco de beisebol por 39 vezes, além de socos, chutes e tapas, até levá-lo à morte. A sessão de violência durou cerca de 13 minutos. O vídeo ainda revelou o momento em que dois dos matadores posaram para uma foto ao lado de Moïse já imobilizado no chão e aparentemente desacordado. Na ocasião, um dos assasinos ainda fez um gesto com as mãos conhecido popularmente como hang loose (uma saudação positiva normalmente utilizada por surfistas). “Moïse foi “agredido como se fosse um animal peçonhento”,descreveu na denúncia ajuizada pelo MPRJ. FONTE: Site oficial do TJ-RJ e Ministério Público Estadual do Rio

Polícia pediu a prisão preventiva de Motoboy, Doca, Marcinho VP e outros chefões do CV por duplo homicídio mas Justiça negou

A polícia representou pela prisão preventiva dos traficantes Motoboy, Abelha, Marcinho VP, Doca, Pedro Bala e LC por suposto envolvimento nos homicídios de Élisson de Almeida Santiago e João Pedro de Souza Tavares dos Santos. No entanto, a Justiça indeferiu o pedido. O Ministério Público Estadual opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados alegando ausência de indícios mínimos de autoria. “Apesar de ser notória a participação de alguns dos investigados em organização criminosa que detém o domínio de parte considerável do território do Estado do Rio de Janeiro, não é juridicamente possível a imputação de conduta criminosa valendo-se de presunção, ainda que razoável, de que tais lideranças possuem ciência ou mesmo o controle dos fatos aqui apurados”, dizem os autos. A publilcação no site do TJ-RJ não informa quando os fatos ocorreram nem o local do crime. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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