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Condenados envolvidos na morte de congolês que foi espancado em quiosque na Barra

A Justiça do Rio de Janeiro condenou Fábio Pirineus da Silva a 19 anos e seis meses de prisão de prisão e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca a 23 anos e sete meses de cadeia. Eles são acusados de espancarem até a morte o congolês Moïse Mugenyi Kabagambe, de 24 anos. O crime aconteceu no quiosque Tropicália, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade, no dia 24 de janeiro de 2022. No dia dos fatos, Moise discutiu com um homem conhecido como Baixinho no quiosque. Em seguida, um outro homem, vulgo Tota, derrubou a vítima e a imobilizou. Com Moise já caído, Fábio, vulgo Bello passou a agredí-lo com um bastão de madeira. Depois, ele passou o bastão para Aleson, que continuou batendo no congolês. Moise foi amarrado pelos agressores e foi deixado caído e indefeso. As cenas demonstraram que os três réus espancaram Moïse com um taco de beisebol por 39 vezes, além de socos, chutes e tapas, até levá-lo à morte. A sessão de violência durou cerca de 13 minutos. O vídeo ainda revelou o momento em que dois dos matadores posaram para uma foto ao lado de Moïse já imobilizado no chão e aparentemente desacordado. Na ocasião, um dos assasinos ainda fez um gesto com as mãos conhecido popularmente como hang loose (uma saudação positiva normalmente utilizada por surfistas). “Moïse foi “agredido como se fosse um animal peçonhento”,descreveu na denúncia ajuizada pelo MPRJ. FONTE: Site oficial do TJ-RJ e Ministério Público Estadual do Rio

Leia detalhes da prisão do assaltante mais procurado do Rio. Bandido dedurou comparsas

Leia agora como foi a prisão do assaltante mais procurado do Rio, Maurício Bandeira Lage, o Azulão. Policiais civis se dirigiram até a Comunidade do São Carlos para cumprir mandado de prisão expedido em desfavor do criminoso. Segundo os depoimentos, Azulão foi encontrado na Rua São Roberto, nº 224, não oferecendo resistência à prisão. De acordo com os policiais, após buscas no local, foram localizados quatro aparelhos celulares, que Mauricio confirmou que eram produto de roubo e, nas proximidades de sua residência, foi localizada uma moto Lander vermelha de propriedade do custodiado. Os policiais narraram que durante o trajeto até a delegacia, Azulão informou saber onde estavam outros comparsas, além de outros produtos de roubo, citando principalmente o nacional de vulgo Bebel ou VT, que, além de guardar outros celulares roubados, mantinha em sua posse uma moto azul também utilizada em crimes. A equipe, então, se deslocou até a Rua Frei Caneca, nº 461, onde, após franqueada a entrada no imóvel, foram localizados mais quatro integrantes da quadrilha, entre eles uma mulher. Após revista no local, foram localizados cerca de 20 aparelhos celulares, cordões, um tablet, uma máquina de cartão, uma bag (tipo de entregas para moto) preta e uma munição calibre 7,62mm. Contaram os policiais que um dos presos assumiu que roubava e que todos os celulares que estivessem com esse status poderiam lhe imputados.No imóvel foi arrecadado também uma chave pertencente a uma motocicleta azul, que possui status de roubada, que seria utilizada para a prática de roubos.Hoje, a polícia anunciou a prisão de mais um membro do bando. Ele é investigado por administrar os valores conseguidos por meio das contas dos aparelhos desbloqueados. De acordo com os agentes, ele foi localizado próximo à entrada do Complexo do São Carlos enquanto fazia uma “chupeta” entre dois carros. Ao abordar um grupo de homens, os policiais identificaram que um dos carros tinha a placa clonada. Em uma revista dentro dos veículos, os agentes encontraram quatro máquinas de cartão, além de dois celulares. A investigação aponta que o criminoso usava as máquinas para realizar pagamentos com os celulares que eram roubados das vítimas dos assaltos. Os policiais constataram que os equipamentos tinham registros de movimentações superiores a R$ 13 mil. O criminoso foi autuado em flagrante por receptação e adulteração de sinal identificador do veículo. A Polícia Civil segue investigando a quadrilha de assaltantes, para localizar outros possíveis envolvidos. Australinos vítimas Duas das vítimas da quadrilha foram turistas australianos que tiveram os celulares roubados na Rua Taylor, em Santa Teresa. Os estrangeiros caminhavam pelo local dos fatos, ocasião em que foram surpreendidas com Azulão e comparsa que desembarcaram de motocicletas e em seguida as abordando com uso de arma de fogo, exigindo a entrega dos bens que possuíam, bem como o fornecimento de senhas dos aparelhos telefônicos subtraídos. As vítimas, diante da ameaça às suas vidas, entregaram os pertences e realizaram o determinado, ocasião esta que os bandidos fugiram. Azulão foi reconhecido por uma das vítimas por meio de mosaico de fotos, sendo certo que foi o responsável por realizar a abordagem com intensa ameaça e ficou próximo da vítima. FONTE: Site oficiial do TJ-RJ e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Dez traficantes foram presos em Vargem Grande com armas, granada, munições e drogas

Dez criminosos foram presos por policiais militares do 31° BPM em Vargem Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Durante a ação, um rifle, duas pistolas, uma granada, munições, 14 rádios transmissores, entorpecentes e uma roupa camuflada foram apreendidos. De acordo com o comando da unidade, os agentes realizavam um patrulhamento com o objetivo de reprimir a movimentação de criminosos pela área de mata do bairro de Vargem Grande, quando se depararam com um grupo de homens armados. De imediato, os policiais conseguiram cercar os suspeitos e dar voz de prisão aos acusados. Não houve confronto. Com base em dados de inteligência do 31° BPM (Recreio dos Bandeirantes), os presos tem ligação com os recentes confrontos e tentativas de disputas territoriais ocorridas em diferentes pontos da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial nos bairros de Jacarepaguá e Vargem Grande. FONTE: PMERJ

Milicianos invadiam terrenos em Maricá, agrediam e expulsavam as vítimas

Milicianos invadiram e se apropriaram de terrenos na cidade de Maricá. Quatro foram presos ontem, entre eles o líder do grupo. Os suspeitos utilizavam de violência para expulsar os donos de suas próprias casas. Pelo menos duas vítimas foram identificadas. Elas foram mantidas reféns, onde foram brutalmente agredidas e ameaçadas com armas de fogo e tiveram os seus pertences subtraídos. Após tomarem posse do terreno e liberar as vítimas, os criminosos revendiam as terras para terceiros que muitas vezes desconheciam a origem ilícita do trâmite. Eles vão responder pelos crimes de estelionato, extorsão, falsificação de documentos e organização criminosa. Os policiais apreenderam réplicas de pistolas e armas de fogo, além de máquinas de cartões, telefones celulares, acessórios táticos e documentos falsificados. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

Ônibus foi sequestrado na Avenida Brasil

Um ônibus foi sequestrado na Avenida Brasil na manhã desta sexta-feira (14). Policiais militares da Unidade de Polícia Pacificadora da Providência e do 4° BPM (São Cristóvão), foram acionados para uma ocorrência de roubo a coletivo, que estaria ocorrendo no bairro de Benfica, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o comando das unidades, os agentes constataram que um criminoso teria rendido passageiros de um  ônibus da linha 378. De imediato, os policiais conseguiram localizar o veículo vítima da ação criminosa e acompanharam o trajeto feito pelo coletivo aguardando o desembarque do criminoso. O veículo foi interceptado nas proximidades da Avenida General Justos, onde o assaltante foi preso pelos policiais. Com ele, os agentes apreenderam uma réplica de arma de fogo e recuperaram os pertences dos passageiros. A ocorrência foi encaminhada para a 17ª DP (São Cristóvão). FONTE: PMERJ

Veja como agia quadrilha da Vila Aliança (TCP) que roubava vans na Avenida Brasil. Gerente do grupo foi preso essa semana

O traficante vulgo Foguinho, preso na última quarta-feira (12), era o gerente de roubos na Vila Aliança, em Bangu. Ele fornecia as armas e os carros para as ações criminosas. Segundo invetsigações, ele chegava a pagar R$ 1.000 para os executores a cada van roubada. Era ele mesmo que realiza o pagamento. O destino final dos veículos roubados era desmanches na Vila Aliança e em outro município. Um dos membros da quadrilha disse a policiais civis que chegava a roubar duas vans por semana. Todos os veículos eram entregues na Vila Aliança. O bando trabalhava em esquema de escala. Que a área de atuação do grupo é na Av. Brasil, nas alturas de Itaguaí, Campo Grande, Bangu e Realengo. Acima de Foguinho, o responsável por todo os roubos de carro, van e cargas da Vila Aliança é o elemento de vulgo TH, TH circula na comunidade de fuzil sendo escoltado por seguranças armados com fuzis; Que TH é o terceiro da hierarquia da Comunidade da Vila Aliança; O segundo elemento forte da Comunidade é o irmão do chefão Peixe, conhecido pelo vulgo Galo. O traficante Peixe é o cabeça da comunidade de Vila Aliança, estando no topo da cadeia hierárquica, coordenando as ações dos demais integrantes do grupo criminoso, de modo a manter o domínio territorial. Outros dois bandidos ficavam incumbidos de abordar as vítimas, subtrair seus pertences, ou seja, ficavam na linha de frente, na execução dos roubos planejados pelos outros integrantes do grupo criminoso. O grupo comercializava os veículos inteiros ou os desmontava para revenda das peças. Cada motor e caixa de câmbio era comercializado por valores entre R$ 30 mil e R$ 50 mil. Em 2024, a ação do grupo causou prejuízo estimado em mais de R$ 5 milhões ao setor de transporte turístico. Foguinho participou diretamente de ao menos 15 desses roubos. O Setor de Inteligência da DRFA monitorava o suspeito havia três meses. Ele estava foragido desde abril do ano passado. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil e Polícia Civil do Rio de Janeiro

Ex-PM suspeita de ser matadora de aluguel foi presa em Cabo Frio ao tentar assassinar um lutador

Uma ex-PM que é fiscal de posturas em Arraial do Cabo foi presa hoje suspeita de tentar matar um lutador em Cabo Frio. Relatos apontam que ela atuaria como matadora de aluguel. Câmeras filmaram o momento em que a ex-policial parou ao lado da vítima e tentou efetuar os disparos com uma pistola. . A arma falhou e o lutador reagiu vindo a imobilizar a autora até a polícia chegar. A vítima disse que um PM seria o mandante do crime por causa de ciúmes. A arma foi apreendida. FONTE: Página Região dos Lagos em Ação (Facebook)

Testemunhas disseram que bebê de 11 meses torturado por casal chorava muito. Padrasto gritava com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Uma delas ouviu barulho de queda com posterior choro

 Uma testemunha relatou à Justiça como eram as agressões feitas por um casal acusado de torturar e tentar matar um bebê de apenas 11 meses. A criança está internada em estado grave em um hospital da Zona Sul do Rio.  Ela disse que o padrasto gritava muito com a criança. “Cala boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. No dia 13 de fevereiro, a testemunha ouviu a criança horar muito, sem parar, por muito tempo, cerca de 20 minutos. De forma repentina, parou o choro e imaginou que ele “tivesse engolido o fôlego”;  A declarante disse acreditar que o bebê tenha ficado um bom tempo sem ser socorrido, desde o momento em que parou o choro;  No dia seguinte a testemunha soube que o menino fora socorrido pela vizinha. A declarante chegou a gravar uma das discussões entre o casal. Ela ouviu a suspeita dizer durante uma briga.  “Se eu abrir minha boca, você já sabe, você é drogado”. Ao ouvir essa postura, a testemunha afirmou que a mãe do garoto ela era conivente com toda essa situação pois já havia sido alertada sobre os choros constantes do filho.   Outra testemunha declarou que era comum o bebê chorar diariamente, em específico no final do dia/início da noite, período em que o padrasto estava em casa. O homem gritava com o menino. “Cala a boca, fica quieto, já mandei ficar calado”. Ela chegou a questionar a mãe da criança porque ela chorava demais e a acusada respondeu que o filho era manhoso; Mesmo após esse contato com a mãe do bebê, a criança permaneceu chorando muito pelos dias subsequentes;  Por duas vezes a declarante ouviu barulho de queda com posterior choro forte do menino. O padrasto permanecia gritando muito com a criança após o barulho de queda;  No dia 13 de fevereiro, a filha da testemunha lhe ligou e disse que o garoto estava sendo socorrido para o hospital;  A mãe da criança lhe disse que o filho estava chorando pois havia caído da cama;  Uma terceira testemunha disse que no dia 13/02, ouviu gritarias na casa do casal e ouviu a mãe do bebê dizer. “Ele tá branco, pálido, ele tá mole. O companheiro respondeu. “Ele tá bem, não precisa levar no médico não”. A testemunha insistiu para levarem o menino ao médico e achou estranha a postura do casal pois, no estado em que a criança se encontrava, qualquer minuto a mais poderia ser fatal. Nesse momento, o menino estava desfalecido, sem apresentar qualquer reação. Ele estava branco e seu pulmão estava roncando muito. No caminho ao hospital, o padrasto estava calmo, indiferente enquanto que a mãe estava um pouco nervosa, mas não demonstrava sinais de desespero.  O menino foi levado para o Hospital Rocha Faria, em Campo Grande. Eles entraram direto pela porta dos fundos da emergência; Vários médicos pararam o que estavam fazendo para atenderem o bebê, tamanha a gravidade de seu quadro de saúde. O padrasto chegou a dizer. “Essa criança cai sempre” A mãe do garoto chegou a dizer para a sobra. “A Bia escutou um tapa, mas não fala para ele não”. A testemunha chegou a ouvir outras duas discussões entre o casal. Em uma delas, a mãe ameaçou. “Eu vou contar a verdade sobre meu filho.  Segundo a Justiça, a gravidade concreta do delito é elevada, posto que os denunciados praticaram crime contra a criança na primeira infância, de apenas onze meses de vida, enteado do primeiro denunciado e filho da segunda denunciada.  A vítima está, até a presente data, segundo informações do inquérito policial, internada no Hospital, no CTI, o que revela a quantidade de lesões graves que foram praticadas contra ela.  A liberdade dos denunciados importará em eventual retorno da vítima, para a guarda deles, quando da eventual alta hospitalar, o que põe em risco a sua segurança.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Preso Chocolate, um dos maiores traficantes do TCP na Maré

A Polícia Civil prendeu um criminoso apontado como um dos três principais da hierarquia da facção criminosa Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré. Luiz Carlos de Lomba, o “Chocolate. Ele era o“químico” da facção, encarregado pela avaliação, aprovação ou reprovação da qualidade/pureza da cocaína comercializada pelo grupo na região. No momento da prisão, Chocolte passava por uma consulta de avaliação de um procedimento estético. Ele havia feito uma harmonização facial com o objetivo de mudar sua aparência para enganar a polícia. O bandido não atuava mais presencialmente na Maré e trabalhava” em esquema de home office para a facção. Contra Chocolate, havia um mandado de prisão, expedido pela Justiça em 2024, pelos crimes de associação criminosa e roubo. Ele é investigado em, pelo menos, 35 procedimentos criminais. Chocolate forma o tripé do TCP na Maré, ao lado de outros dois comparsas de vulgo “TH e “Mangolé” FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro .

Polícia prendeu mais de 600 em operação contra envolvidos em roubos e latrocínios

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu 603 pessoas em uma operação que tem o objetivo de cumprir mandados de prisão contra foragidos da Justiça por crimes de roubo, em todas as suas modalidades; de latrocínio; e de receptação. A ação ocorre em todo o estado e conta com a participação de mais de 700 policiais civis As investigações revelam que a maioria dos roubos praticados são fomentados por narcotraficantes.Uma das facções que exploram o tráfico de drogas no RJ é responsável por cerca de 80% de roubos de veículos e 90% dos roubos de cargas na capital e na Região Metropolitana. Para aumentar o lucro, as quadrilhas também emprestam armas e auxiliam em outros delitos, como roubo de cargas, de veículos, a transeuntes, a residências, a instituições financeiras e a estabelecimentos comerciais. Os recursos oriundos das atividades ilegais fomentam as disputas territoriais, bem como financiam a “caixinha” dos grupos criminosos. Durante a ação desta quinta-feira, a Sepol visa a atacar desde os líderes das quadrilhas, passando pelos colaboradores, executores e receptadores. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

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