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Soldado do Exército preso confessou que iria vender munições da corporação a traficantes da Serrinha (TCP). Valor seria de R$ 1.200

Leia agora como se deu a prisão do soldado do Exército Josiel Luiz Batalha, suspeito de furtar munições da corporação para vendê-las a traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira. Os autos indicam que, em continuidade das investigações da prisão em flagrante do Allison Gabriel por posse de munição de uso restrito de propriedade das Forças Armadas e Exército Brasileiro, com a finalidade de vendê-las para a Comunidade da Serrinha, conseguiu identificar o custodiado Josiel como coautor. Allison fora preso em 22 de maio de 2025, por volta das 22h40min, na Rua Ouseley com a Av. Brasil-Coelho Neto-RJ, Foram encontradas com ele na ocasião 60 munições calibre 7,62×51. Informa que, inicialmente, o abordado alegou atuar como motorista de aplicativo e desconhecer o conteúdo transportado. Contudo, já na unidade policial, verificou-se que o indiciado mantinha as referidas munições em depósito e havia ajustado sua venda, com auxílio de interposta pessoa ainda não identificada, pelo valor de R$ 1.200,00, tendo sido combinada a entrega na comunidade da Serrinha. A polícia descobriudiversas mensagens entre ele e outros indivíduos negociando a venda e entrega das munições Diante das informações, a Polícia Civil convidou o conduzido Josiel para comparecer à Delegacia e o entrevistou, momento em que ele confessou ter subtraído munições do Exército Brasileiro, em concurso com Alisson, com a intenção de vender para o tráfico da Comunidade da Serrinha. O militar disse que, após a prisão de Alisson, ficou reticente de manter as munições em sua casa, razão pela qual pediu para sua irmã, a conduzida Raquel, levar o material para casa e guardar. Munidos das informações fornecidas por Josiel, policiais civis foram para o endereço marcado pelo conduzido com custodiada Raquel, qual seja, Avenida das Américas, 13.300, Recreio dos Bandeirantes e, no local, os agentes avistaram a irmã de Josiel segurando uma bolsa contendo 107 (cento e sete) munições, sendo 18 (dezoito) munições de calibre 7,62mm, 19 (dezenove) munições de calibre 9mm, 02 (duas) munições de calibre 12 e 68 (sessenta e oito) munições de calibre 5,56mm, todas intactas. Questionada, a mulher confessou estar guardando as munições para Josiel. Tanto Allisson como Josiel são integrantes das Forças Armadas e, valendo-se de tal condição, desviaram quantidade significativa de munições – a maioria de fuzil – com a intenção de vender ao tráfico de drogas. A presa, por sua vez, participou da empreitada ao guardar o armamento bélico em sua casa, com a nítida intenção de evitar a apreensão do material após a prisão de Alisson. FONTE; TJ-RJ

Leia todos os detalhes de um sequestro cometido por guardas municipais de Belford Roxo. Vítima passou quase dois dias em cativeiro

Guardas municipais de Belford Roxo foram denunciados por sequestro. O fato ocorreu entre as 23h30min do dia 06 de dezembro de 2024 e a madrugada do dia 07 de dezembro de 2024, na Boate Pink Flamingo, situada na Rua Raul Pompéia, nº 102, no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Os guardas usaram, publicamente, de distintivo de função pública que não exerciam (de policiais civis) e, com isso, privaram de liberdade as vítimas H.C.S, C.G, J.H e V, mediante cárcere privado, mantendo-as detidas, contra suas vontades, para suposta “averiguação”, visto que teriam reconhecido as vítimas como supostos integrantes de um grupo que aplicava “Boa noite Cinderela”. Os suspeitos, subtraíram, mediante graves ameaças, para si ou para outrem, 01 (um) tênis da marca Jordan, 01 (um) Iphone 16 Pro Max e 01 (uma) carteira com cartões, todos de propriedade de uma das vítimas. No mesmo dia, os guardas, nas imediações da Delegacia de Copacabana (13ª DP) constrangeram, mediante graves ameaças de lhe causar mal grave a vítima H, com o intuito de obterem para si ou para outrem indevida vantagem econômica no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais), sob a alegação de que C teria prometido este valor para que todos fossem liberados e que a vítima Hyago teria que providenciá-lo. .Após isso, entre as 16h do dia 07 de dezembro de 2024 e até por volta das 14h50min do dia 09 de dezembro de 2024, os criminosos sequestraram H.C.S , e o mantiveram assim, em cárcere, por mais de 24 (vinte e quatro) horas, para obterem, para si, vantagem como como condição do resgate. H na companhia de amigos foi até a Boate Pink Flamingo. Ocorre que, após cerca de 40 (quarenta) minutos, as vítimas foram abordadas pelos denunciados, que se identificaram como policiais civis e levaram H para um outro andar da boate, onde indagaram se ele estaria em companhia de C, afirmando, logo em seguida, que já sabiam quem eles eram e que tinham filmagens armazenadas. Em seguida, os suspeitos privaram a liberdade as vítimas mantendo-as em cárcere na boate, afirmando que estavam detidas para averiguação, e impedindo-as que fossem embora do local. Pouco depois, os guardas liberaram uma das vítimas , em seguida, conduziram os demais para a Delegacia de Copacabana (12ª DP). Salienta-se que, segundo a vítima H, já na Delegacia, a vítima C, que acabou detida por conta de um mandado de prisão expedido em seu nome, lhe afirmou que havia feito um acordo com os suspeitos, que se identificavam como policiais civis, para que todos fossem liberados mediante o pagamento da quantia de R$ 100.000,00 (cem mil reais). C, inclusive, tentou fugir da Delegacia, mas acabou contido por policiais. Já por volta das 16hs do dia 07 de dezembro, H após ser autuado pela prática de porte de drogas para o uso próprio, visto que tinha em seu poder 02 (dois) pinos de cocaína e uma pequena quantidade de lança perfume, acabou liberado pela Autoridade Policial, ocasião em que, ao sair da Delegacia, se deparou com os denunciados sentados em um bar bebendo. Com efeito, ao avistarem a vítima saindo da Unidade Policial, os guardas JEFFERSON e IGOR chamaram por H, que foi ao encontro da dupla. Neste momento, os bandidos afirmaram para a vítima que C os havia prometido R$ 100.000,00 (cem mil reais), para que todos fossem liberados e que a vítima, então, deveria providenciar o valor, tendo H respondido que entraria em contato com a esposa de C para que ela efetuasse o pagamento da quantia. No entanto, insatisfeitos e ansiando pelo pagamento da vantagem, os guardas passaram a constranger a vítima, exigindo de H o pagamento da quantia prometida por C, sendo certo que, após algum tempo, a quantia diminuiu para R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), tendo a vítima, efetivamente, efetuado transferências nos valores de R$ 1.950,00 (mil novecentos e cinquenta reais), R$ 1.000,00 (mil reais) e R$ 500,00 (quinhentos reais) para chaves aleatórias de PIX informados pela dupla. Ato contínuo, ao perceberem que a vítima não tinha mais dinheiro, os guardas denunciados subtraíram os pertences da H e decidiram levá-la para outro local, a fim de mantê-lo em cativeiro, momento em que fizeram contato com um comparsa e com ele acordaram o valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para que fornecesse o local em que a vítima seria mantida em cativeiro. Então, os guardas colocaram a vítima no porta-malas de um carro e a conduziram até o cativeiro providenciado pelo comparsa , na casa deste, onde H foi mantido em cárcere, com os pés e as mãos algemados, além de tocas cobrindo seu rosto, até por volta das 11h do dia 08 de dezembro de 2024, quando, diante da chegada da mãe do terceiro suspeito, a vítima foi obrigada a se portar como se amigo dos denunciados fosse e, em seguida, foi retirado da casa e novamente colocado no porta-malas de um veículo e algemado. Após, os criminosos saíram com o carro, pararam em um local parecido com uma oficina, onde se apossaram de uma pistola e, seguiram mantendo a vítima privada de sua liberdade, no interior do porta-malas do veículo utilizado, onde permaneceu até as 11h do dia 09 de dezembro de 2024. Salienta-se que, durante todo o tempo, os suspeitos, utilizando os aparelhos celulares da vítima H, faziam contato com familiares desta, exigindo o pagamento de valores à título de resgate, seja por meio de mensagens e ligações pelo WhatsApp, seja por meio de envio de vídeos com a vítima algemada e com o rosto coberto, como estes abaixo: Já por volta das 11h do dia 09 de dezembro de 2024, a vítima foi colocada no interior do veículo, junto com os criminosos, ocasião em que o trio reiniciou as negociações com os familiares de H, exigindo pagamento de quantias para que o lesado fosse libertado. Destaque-se que após os contatos dos bandidos com os familiares da vítima, estes compareceram até a DAS (Delegacia Antissequestro), que iniciou diligências a fim de obter

Preso soldado do Exército suspeito de furtar munições que poderiam ir para o tráfico

A Policia Civil prendeu um soldado do Exército Brasileiro e sua irmã por armazenar munição furtada. A dupla foi abordada na Avenida das Américas, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio. Estava sendo apurado o fornecimento de munições desviadas do Exército para criminosos da Comunidade da Serrinha, na Zona Norte da cidade. Durante a ação, os agentes interceptaram a mulher enquanto ela carregava uma bolsa contendo 107 munições de calibres variados. De acordo com as investigações, o militar havia subtraído as munições do Exército junto com um comparsa, preso em uma ação anterior da Polícia Civil. Depois desta primeira prisão, o soldado ficou reticente em manter as munições furtadas consigo e repassou para a irmã guardar. Os dois foram autuados em flagrante por posse de munição de uso restrito. FONTE: Polícia Civil do RJ

Apreendido menor que matou a tiros os pais e o irmão em Itaperuna. Ele jogou os corpos na cisterna

A policia aprreendeu um adolescente de 14 anos por assassinar os pais e o irmão enquanto dormiam . De acordo com os agentes, o crime ocorreu no último sábado (21/06), em Itaperuna, quando o menor, ao ser contrariado sobre ir a um encontro em outro estado, pegou a arma do pai e atirou contra as vítimas. Após as mortes, ele ainda jogou os corpos dentro da cisterna da casa para ocultar os cadáveres. Na tarde de terça (24/06), a avó do adolescente foi com ele até a delegacia para registrar o desaparecimento das vítimas, após não conseguir contatá-los. Na manhã desta quarta, após perícia na casa, os agentes identificaram manchas de sangue no colchão do casal, vestes com sangue e pontos queimados. Durante as diligências, os policiais sentiram forte odor e encontraram os corpos na cisterna da casa. O menor foi conduzido à delegacia, onde confessou o crime. Ele vai responder por fato análogo aos crimes de triplo homicídio e ocultação de cadáver. FONTE: Polícia Civil do RJ

Justiça manda de novo prender três envolvidos em sequestro milionário e morte de advogada em Petrópolis

A Justiça decretou as prisões preventivas de três dos réus acusados pelo assassinato da advogada Anic de Almeida Peixoto Herdy: Henrique Vieira Fadiga, Maria Luíza Vieira Fadiga e Rebecca Azevedo dos Santos de Carvalho. O pedido do MPRJ, apresentado em aditamento à denúncia, foi motivado pelo surgimento de novas provas, incluindo a localização do corpo da vítima, o laudo de necropsia, perícias em veículos utilizados no crime e o conteúdo extraído de aparelhos celulares apreendidos. Esses elementos reforçam os indícios da participação dos réus no feminicídio, na ocultação do cadáver e no crime de extorsão. Embora os três acusados tenham sido soltos anteriormente — por serem primários e possuírem bons antecedentes —, a Promotoria reforçou o pedido de prisão com base nas novas provas, que evidenciam os riscos à ordem pública e à instrução criminal, além da possibilidade de fuga, considerando a gravidade dos crimes e as penas elevadas que poderão ser impostas. O juízo acolheu integralmente os fundamentos do MPRJ e decretou novamente a prisão preventiva. O crime ocorreu em 29 de fevereiro de 2024. A vítima, de 54 anos, foi atraída para um motel, assassinada e teve o corpo ocultado na residência do acusado Lourival Correa Netto Fadiga, pai de Henrique e Maria Luíza, e amante de Rebecca. Segundo as investigações, os réus arquitetaram um plano que resultou na morte de Anic e na extorsão do viúvo da vítima, de quem obtiveram R$ 4,6 milhões. O caso segue em tramitação, com fase de instrução processual, na 1ª Vara Criminal de Petrópolis. Os réus já contavam com o recebimento da quantia milionária que pretendiam extorquir. Meses antes do homicídio, todos tiraram ou planejaram tirar a carteira de habilitação para poderem conduzir veículos que seriam adquiridos com os recursos ilícitos obtidos com a extorsão que fariam. Parte do dinheiro foi usada na aquisição de cerca de 950 aparelhos celulares, numa negociação feita por Maria Luiza e Rebecca, junto a um fornecedor paraguaio, com dinheiro ilícito obtido na extorsão. Lourival confessou que matou Anic, tendo voluntariamente participado da macabra reconstituição do laudo, mostrando em detalhes a forma como atraiu a vítima para um motel, executou-a no quarto, colocou o corpo no bagageiro do automóvel e o levou para ser enterrado na garagem de sua residência em Teresópolis, cujo buraco já estava aberto. Uma reconstituição que serve de inspiração para um filme de terror! Tudo muito bem planejado e organizado, numa empreitada que não foi apenas de quem matou. Todas essas circunstâncias, principalmente a prévia aquisição de carteiras de habilitação para os veículos que seriam adquiridos com o produto da extorsão e as inúmeras ligações telefônicas entre os réus no dia do crime, mostram os fortes indícios de autorias dos réus Henrique, Maria Luiza e Rebecca. FONTE: MPRJ e TJ-RJ

Justiça mandou soltar genro do chefão da milícia que estava em moto da onde saiu tiro que atingiu menino de sete anos na Taquara. Suspeito confirmou que disparo que alvejou criança foi feito por soldado de grupo paramilitar por conta de aproximação de carro

A Justiça maA Justiça mandou soltar PQD, genro do miliciano Nem da Malvina, chefão do grupo paramilitar que age na Taquara, que estava em uma moto da onde saiu o tiro que atingiu um menino de sete anos que voltava da igreja no domingo de Páscoa. PQD em depoimento disse que na ocasião estava saindo da Invasão indo em direção à Malvinas. Ele pilotava a moto e na garupa estava seu colega da Malvinas, também soldado da milícia, de nome Erick Segundo ele, quando sairam da Invasão um veículo, um SUV Tucson de cor preta, passou a perseguir a motocicleta, e então, em determinado momento ele e Erik se assustaram, acreditaram que poderia ser um ataque de inimigos contra eles; Então, Erik fez um disparo com a arma de fogo em direção a essa SUV. Somente mais tarde, PQD tomou conhecimento de que o tiro disparado acertou uma criança que caminhava pela rua. PQD disse que Erik é morador de Nova Iguaçu e sua família é de lá, mas esta formando da milícia da Malvinas. Salientou que o disparo de arma de fogo que foi feito por Erik, em direção à SUV, e não era destinado para a criança, que foi atingida por acidente;. FONTE: TJ-RJ

Suposto PM estaria junto com Pulgão quando ele foi preso

Policiais responsáveis pela prisão do ex-policial civil Rafael Pulgão afirmaram que, após terem dado ordem de parada ao condutor do veículo no qual o criminoso se encontrava, tal ordem não foi obedecida, ensejando perseguição policial em via pública, havendo, inclusive, relato dos policiais de que outro indivíduo, que seria PM, e estaria com Pulgão no veículo referido, teria se utilizado de uma arma de fogo para tentar disparar contra a guarnição policial, em que pese não haver, nos autos, auto de apreensão de tal arma de fogo. Os autos não informaram o que aconteceu com esse suposto policial. Uma mulher que estaria no veículo em que Pulgão foi capturado, e que teria se declarado namorada dele , afirmou que o ex-policial e o suposto PM teriam conversado sobre a abordagem policial, mas que “Rafael disse que não pararia e que aceleraria” Ela disse ainda que o PM colocou uma arma de fogo para fora e disse que apontaria para o veículo que estava mandado que parasse”. Segundo os auto, Pulgão estaria, supostamente, associado a outros indivíduos para o fim de “tomar o controle da Comunidade do Catiri”, pois teria, supostamente, “passado a integrar a facção narcoterrorista do ‘Comando Vermelho Pulgão teve a prisão preventiva decretada mas, em razão de sua situação de saúde do custodiado, foi determinado o seu encaminhamento para atendimento médico, em até 24 horas de seu ingresso na unidade prisional, em que permanecerá acautelado, sem prejuízo da disponibilização da medicação necessária, a critério do médico responsável Segundo relatos, Pulgão estava na conexão direta com o Doca da Penha e alguns milicianos de Campo Grande que eram ligados ao pessoal do Catiri, essa ligação era para assumir os transportes alternativos mas o miliciano Montanha não quis passar os transportes de Bangu. O outro plano também era matar o PL ou Jorjão, um dos responsáveis pela milícia de Santa Cruz e Paciência. FONTE: TJRJ e Milícia RJ News (Twitter)

Sequestro com pedido de resgate milionário na Pavuna. Vítima ia fazer parceria de tráfico de drogas com a quadrilha. Três foram presos

Três integrantes de uma quadrilha envolvida com extorsão e tráfico de drogas foram.presos ontem Na ação, os agentes libertaram uma vítima mantida em cárcere privado, no bairro da Pavuna, na Zona Norte do Rio. Conforme a família da vítima, o homem estava desaparecido desde da última sexta-feira (20/06).As investigações apontaram que o grupo criminoso extorquia a vítima solicitando R$ 1,2 milhão para sua libertação. O imóvel onde o homem estava sendo mantido refém é estruturado com cela e algemas, além de ser vigiado por dois homens. Segundo os agentes, a vítima veio de outro estado para iniciar uma parceria no tráfico de drogas com a quadrilha delituosa.   Os agentes da DAS prontamente deram início às diligências, realizaram análises de imagens das câmeras de segurança e resgataram a vítima. Na ação, os policiais capturaram três integrantes da quadrilha criminosa, dentre eles o operador financeiro responsável por gerenciar as transferências bancárias do grupo. Com os presos, foi encontrada farta quantidade de drogas.m quarto integrante da quadrilha, que seria o possível líder, foi identificado e os agentes realizam diligências para localizá-lo. A autoridade policial representou pela prisão temporária, que foi deferida nesta segunda-feira (23/06) pela Justiça.As investigações continuam para apurar a motivação do crime e a relação com o comércio de entorpecentes. FONTE,: Polícia Civil do RJ

PULGÃO FOI PRESO

A polícia prendeu na manhã de hoje o ex-policial civil Rafael Pulgão. Ele era integrante da milícia na Zona Oeste do Rio mas depois que foi solto se aliou ao Comando Vermelho. Pulgão está envolvido nas recentes guerras da facção com grupos paramilitares na Zona Oeste do Rio. Ele é suspeito da morte de vários inocentes na região. O criminoso foi preso na região da Tijuquinha, no Itanhangá; O criminoso, expulso da Polícia Civil em 2021 por liderar uma milícia, foi condenado a mais de 15 anos de prisão e estava em liberdade condicional desde outubro do ano passado. Após ser solto, segundo investigações, ele se aliou a traficantes do Comando Vermelho e passou a comandar ataques a rivais, buscando assumir o controle da Vila Kennedy e comunidades vizinhas. As investigações apontam que ele liderava ações violentas contra milicianos, especialmente da região do Catiri, com o objetivo de dominar o território e explorar economicamente o transporte alternativo local. Além disso, ele é investigado por ameaçar agentes públicos e autoridades que atuam no combate à criminalidade da Zona Oeste. Na época em que estava na ativa na polícia, Pulgão chegou a ser apontado como chefe de uma milícia que agia em Realengo, Padre Miguel e Bangu. Ele foi preso em 2018 junto com comparsas na Barra da Tijuca. O grupo estava em dois carros roubados onde foram encontrados cinco fuzis, três pistolas, uma metralhadora antiaérea e munição de diferentes calibres. Pulgão erainimigo de Ecko, chefe da maior milícia do estado e alvo de duas operações – a que invadiu festa suspostamente organizada por paramilitares e a que descobriu central de monitoramento de favela. No grupo de Ecko, havia a promessa de recompensa de R$ 500 mil para quem matasse Pulgão. Em 2021, a polícia demitiu Pulgão, por exercício irregular de suas atribuições na corporação. Pulgão foi posto em liberdade em outubro do ano passado. Milicianos do GAT do Naval comemoraram a prisão de Pulgão.”Se f… Pulgão seu c….” FONTE: Polícia Civil do RJ

MP conseguiu manter Zinho longe do Rio

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro obteve decisão judicial que mantém o miliciano Luís Antônio da Silva Braga, conhecido como Zinho, custodiado em presídio federal de segurança máxima, localizado em Brasília (DF). A pedido do MPRJ, a decisão foi proferida em 18 de junho, pelo Juízo da 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Rio de Janeiro. De acordo com o GAECO/MPRJ, Zinho segue respondendo a diversas acusações, entre elas homicídio, constituição de milícia, extorsão, porte ilegal de arma de fogo, ocultação de cadáver e organização criminosa. O miliciano possui 23 anotações criminais e exerce papel central na organização criminosa atuante na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com histórico de violência, repressão armada e dominação territorial. Acusado de chefiar a principal milícia da Zona Oeste do Rio de Janeiro, Zinho está preso desde 24 de dezembro de 2023. A pedido do MPRJ, em fevereiro de 2024, o miliciano foi transferido para o sistema penitenciário federal, com base em sua periculosidade e no risco que sua presença representava ao sistema carcerário estadual. A manutenção de sua prisão em unidade de segurança máxima permanece vigente, por solicitação do MPRJ. Segundo informações da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e da Subsecretaria de Inteligência do Sistema Penitenciário (SSISPEN), a presença de Zinho no sistema prisional fluminense poderia desestabilizar a ordem interna das unidades e facilitar a articulação de atividades criminosas externas. FONTE: MPRJ

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