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PM matou dois em Ricardo de Albuquerque

Dois homens foram mortos próximo da estação de trem de Ricardo se Albuquerque neste sabado. . A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga as mortes de dois homens, ainda não identificados. De acordo com informações preliminares, dois homens atiraram contra policiais militares. Os agentes alvejaram os criminosos, que vieram a óbito. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, segundo o comando do 3º BPM (Méier), policiais militares em patrulhamento pela Rua Cachambi, foram alertados de que dois indivíduos em uma motocicleta, cujas características foram repassadas, estariam praticando roubos no local.  Diante das informações os suspeitos foram avistados e houve perseguição até a praça de Ricardo de Albuquerque, onde foram alcançados. No momento da abordagem eles dispararam contra os agentes e houve reação. Eles ficaram feridos e não resistiram aos ferimentos. Uma pistola foi apreendida. Ocorrência registrada na 31ªDP. 

TERESÓPOLIS: PMs adentraram clandestinamente na casa de suspeito de tráfico e ao encontrarem drogas, foram para a delegacia e atribuíram falsamente a ele a acusação de oferecer propina para não ir preso

Depois de dois anos, a Auditoria da Justiça Mlitar abriu processo contra quatro PMs suspeitos de invadirem a casa de um homem suspeito de tráfico de drogas em Teresópolis e depois te terem encontrado entorpecentes no local, atribuíram falsamente ao homem a acusação de ter oferecido propina para não ser preso. O fato ocorreu em 6 de março de 2023. Os PMs adentraram landestinamente, na casa da vítima B.M.S e lá permaneceram no local durante um tempo de acordo com imagems das câmeras corporais. Um outro policial ficou do lado de fora fazendo a segurança do perímetro. Os PMs foram até lá após receberem informações de que B.M.S estaria traficando no interior de sua casa,. Eles foram ao endereço sem realizar contato prévio com os moradores, Posteriormente, os PMs envolvidos mputaram a B.M.S -o crime de corrupção ativa, de que o sabiam inocente. Na ocasião, os agentes da lei após adentrarem o imóvel da vítima, realizaram revista domiciliar e localizaram diversas sacolas com drogas na laje da casa. Ato contínuo, os denunciados procederam à 110º DP para lavratura do auto de prisão em flagrante em razão da prática do crime de tráfico de drogas, mas declararam falsamente ter a vítima oferecido vantagem indevida para não ser conduzido à autoridade policial. Em razão das declarações prestadas pelos PMs, a autoridade policial instaurou o IP nº 110-01560/2023, que, posteriormente, originou a ação penal nº 0801935-48.2023.8.19.0001, tendo sido imputado a B.M.S, em ambos os feitos, o crime de corrupção ativa. Os PMs foram denunciados e respondem a processo por violação de domicílio e um outro processo por corrupção passiva. .

Processo judicial traz mais detalhes sobre como PMs furtaram fuzil abandonado por traficantes durante megaoperação na Penha e no Alemão (CV). Envolvidos queriam até posar para foto com a arma e a desmontaram para esconder em uma mochila

Processo na Justiça traz mais detalhes sobre como PMs envolvidos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão em 28 de outubro que terminou com 121 mortos furtaram um fuzil avaliado em cerca de R$ 30 mil deixado por traficantes durante um confronto. Na ocasião, os agentes de dentro do terreno da residência entraram em confronto armado com criminosos que ao se evadirem deixaram caído ao chão o fuzil citado. As imagens captadas por câmera corporal mostram que o PM Xaropinho denunciado S. arrecada o fuzil em questão, que se encontrava caído em plena via pública, sendo que, não é possível visualizar o que ocorre em seguida porque outro PM, Martins, obstrui sua câmera corporal visando garantir que a arrecadação do armamento não fosse devidamente registrada A câmera corporal portada pelo PM Coutinho, capta diálogo seu com o denunciado Marcelo em que aquele pergunta “eu vou tirar e colocar na minha mochila de novo, está separado, pode botar nesse daí?” Marcelo, então, questiona, “vou colocar lá atrás no banco, valeu? porque eu vou levar de novo, porque eu vou tirar e levar minha mochila de novo, tá separado”. Em seguida, Marcelo perguntou a Coutinho. “você colocou na sua mochila?”, ao que este responde: “está dividido, eu desmontei”. Depois, os PMs Marcelo e Renato determinam que Coutinho vá “tirar uma foto com ele lá” (se referindo ao fuzil e ao denunciado Xaropinho); ao que Coutinho responde que “tem muita gente aqui” e Xaropinho, então, afirma: “pô, tem que ir para um lugar deserto, colocar na caçamba”, complementando ainda: “lá pra cima tem umas ruas desertas dessas aí”. Logo após, os PMs ingressam em viatura não identificada quando, “pode ser ouvido som semelhante com manuseio de armamento, manuseio de ferrolho, alavanca de manejo ou até mesmo montagem de algumas peças”, o que torna evidente que os PMs , assim como tinham plena ciência do fuzil arrecadado e atuou, como todos os demais, na consumação do delito, eis que, o referido armamento jamais foi apresentado em sede policial.

Durante megaoperação na Penha (CV), PMs invadiram casa de moradora, obrigaram ela a ficar em um cômodo da residência mediante ameaça de arma para vasculhar o local e roubar um celular

Processo na Justiça detalha como PMs intimidaram uma moradora e furtaram um celular durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha em 28 de outubro que deixaou 121 mortos. Naquela data, os PMs Renato, Martins, S.Souza e Coutinho entraram em casa alheia, contra a vontade tácita de quem de direito, mediante arrombamento, conforme devidamente registrado por uma das câmeras corporais.] Para tanto, policial militar ainda não identificado, mas certo que pertencente ao efetivo do BPChq e atuava na fração composta pelos denunciados, fez uso de um alicate para cortar ferro, rompendo o cadeado que mantinha a porta do domicílio trancada; após o que, ato contínuo, os agentes entraram e permaneceram alguns minutos em seu interior. Os PMs constrangeram a dona de casa que teve reduzida a capacidade de resistência, com emprego de arma tendo sendo impedida de exercer seu direito de ir e vir dentro da própria residência e a tolerar que se faça o que a lei não manda, qual seja, que sua casa fosse vasculhada pelos denunciados. Os PMs Xaropinho e Martins subtraíram um parelho de telefonia celular retratado nas imagens captadas pela câmera corporal. O aparelho era de propriedade da moradora, . Na ocasião, após violarem o domicílio da vítima, os denunciados cercearam sua liberdade de ir e vir determinando que permanecesse em um cômodo específico e não saísse; quando, então, Martins subtraiu o celular que se encontrava conectado a um carregador sobre o braço de um sofá localizado na sala de estar da residência, conforme registraram as imagens captadas pela câmera corporal.

PM foi morto ao reagir a assalto em Caxias

O 3º sargento PM Bruno Dantas de Sousa, lotado no programa Segurança Presente (SSGP), foi baleado ao reagir a uma tentativa de assalto na Parada Morabi, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O militar foi socorrido por populares e encaminhado ao Hospital Adão Pereira Nunes, mas, segundo as primeiras informações, não resistiu aos ferimentos. O caso ocorre em meio ao aumento da criminalidade no município. Desde os primeiros dias de 2026, Duque de Caxias registra uma escalada na onda de assaltos, com sucessivos arrastões e roubos que vêm deixando a população amedrontada e reforçando a sensação de insegurança na região.

Cachulé era figura de destaque no tráfico na Ilha desde os anos 2000

Morto pela polícia de hoje, o traficante Wagner Barreto de Alencar, o Cachulé, era figura de destaque na comunidade do Barbante, na Ilha do Governador, desde os anos 2000, logo após a milícia ser expulsa do local. Ele era segurança na quadrilha em 2004/2005 e com a morte de Andre Negão, Cachule teria progredido na organização, que passou a ser comandada naquela época por uma mulher conhecida como Rose Peituda. No princípio, Cachulé chegou a ser itinerante na hierarquia, hora ocupando a função de gerente hora como soldado. Naquela época, Cachulé chegou a ficar um tempo afastado do tráfico devido a uma enfermidade mas logo retomou seu posto. Com a prisão de Peituda, o bandido passou a exercer o comando do Barbante junto do companheiro de Rose, vuilgo Vascaíno. Cachulé foi preso em 2009 e o comando da quadrilha passou a ser de Drácula. Em novembro de 2022, Cachulé determinou a invasão da comunidade do Dendê, também na Ilha. Na ocasião, ordenou que seus comparsas matassem moradores locais Na ocasião, um homem que transitava a pé pela comunidade foi executado com cinco tiros.

Cachulé chefão do CV na Ilha foi morto pela PM

Na tarde desta sexta-feira (16/1), a Secretaria de Estado de Polícia Militar neutralizou o criminoso Wagner Barreto de Alencar, de 45 anos, conhecido como “Cachulé”, apontado como o chefe do crime organizado na Comunidade do Barbante, também conhecida como Vila Joaniza, localizada na Ilha do Governador, Zona Norte da Cidade do Rio. Em uma ação conduzida pelo 17º BPM (Ilha do Governador), em conjunto com o Grupamento Aeromóvel (GAM) da Corporação, as equipes interceptaram o veículo onde estava o criminoso, no interior da Comunidade do Barbante.Houve resistência armada e confronto. Wagner Barreto foi atingido e socorrido ao Hospital Municipal Evandro Freire, porém não resistiu aos ferimentos. Dois fuzis foram apreendidos durante a ação.“Cachulé” era responsável por realizar ataques armados contra o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) da Polícia Militar na região e era foragido do sistema penitenciário desde 2016. As equipes isolaram a área e a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital foi acionada.

Perseguição termina com dois mortos e três feridos em Niterói

Uma perseguição policial em Niterói terminou com dois suspeitos mortos e três feridos na madrugadax de sexta-feira (16). O grupo estava em um carro interceptado por equipes do 12º BPM durante uma ação nas comunidades da Chácara e do Estado. Houve troca de tiros e fuga, e o veículo acabou batendo em um poste na Avenida Marquês de Paraná, no Centro. Dois suspeitos morreram no local; outros três foram levados ao Hospital Estadual Azevedo Lima. Após o confronto, a PM apreendeu quatro fuzis, oito carregadores, duas pistolas e drogas. O policiamento segue reforçado na região.

MARICÁ: Homem flagrado em situação suspeita fugiu, foi perseguido por PMs, entrou em luta corporal com um deles, tentou tomar arma do policial, levou dois tiros e acabou preso

Um homemflagrado em situação suspeita em Itaipuaçu, Maricá, foi perseguido por PMs, tentou tomar arma de um policial e acabou levando dois tiros, um.na perna e outro na nádega na última quarta-feira   Durante a abordagem, ao ser solicitado que desembarcasse do veículo,tentou evadir-se do local, empreendendo fuga a pé, sendo imediatamente perseguido pelos policiais militares. Após breve perseguição, iniciou-se luta corporal entre o autor e os policiais, ocasião em que o suspeito conseguiu, momentaneamente, se desvencilhar, tentando novamente evadir-se, sendo necessária a utilização de spray de pimenta para sua contenção. No decorrer da ação, quando um dos PMs se aproximou com a arma de fogo em punho, o autor agarrou firmemente o armamento do policial, tentando subtraí-lo de sua posse, passando a travar intensa luta corporal enquanto mantinha a arma segurada. O policial conseguiu direcionar o armamento para local seguro, evitando que fosse apontado contra si ou contra terceiros, apesar da persistente tentativa do autor de tomar-lhe a arma. Diante da iminente ameaça à vida do policial, o outro agente, ao se aproximar para cessar a agressão, efetuou três disparos de arma de fogo, dos quais dois atingiram o autor, sendo um na perna direita e outro na nádega esquerda.  Mesmo após ser alvejado, o autor continuou resistindo à prisão, tentando morder os policiais durante o procedimento de algemação. Em razão da intensa luta corporal, dois policiais militares restaram lesionados. O autor foi socorrido ep encaminhado ao Hospital Che Guevara. Durante a abordagem, o autor confessou estar em posse de entorpecentes e informou que, durante a fuga, dispensou um pino contendo pó branco, o qual foi arrecadado no local pela guarnição. Não foram apreendidos outros elementos indicativos de mercancia, fracionamento, valores em espécie ou instrumentos típicos do tráfico, circunstância que, no caso concreto, indica posse destinada ao consumo pessoal. Posteriormente, na unidade policial, foi constatado que havia em desfavor do autor mandado de prisão em aberto expedido pelo Estado do Espírito Santo, fato que, segundo o próprio conduzido, teria motivado a tentativa de fuga. Em razão desses fatos, o custodiado foi preso e levado à Delegacia de Polícia, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. 

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