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operação policial

Comerciante disse que miliciano preso em Nova Iguaçu no último fim de semana ordenou que ela desocupasse a loja senão sofreria consequências e ele “passaria todo mundo”

Leia agora mais detalhes sobre a acusação contra miliciano Marcelo Feital Joaquim., preso no último fim de semana em Nova Iguaçu. Uma comerciante descreveu todos os atos que vem sendo praticados pelo representado desde junho do corrente ano, para intimidar e obrigar as vítimas a abandonarem o estabelecimento comercial onde desempenham sua atividade comercial, sob o argumento de que teria sido comprado por outra pessoa e que elas teriam que desocupar: Ela relatou que, no dia 26/06/2025, Marcelo chegou na loja se apresentando como dizendo que comprou o imovel do antigo dono e pediu que a declarante deixasse o imóvel; A comerciante disse que existia um processo judicial a respeito da posse e propriedade do imóvel. Marcelo não apresentou nenhuma documentação e disse que não queria saber de processo judicial pois era muito influente e não perderia seu tempo com isso. Ele então ameaçou a comerciante, dizendo que se a mesma não saísse por bem, sairia por mal. No dia 16/08/2025 dois homens em uma motocicleta foram até a loja e determinaram que as funcionárias ligassem para a dona. As funcionárias ligaram para a sua sócia e um dos homens falou pelo telefone que elas teriam 15 dias para desocupar a loja, caso contrário “Passariam todo mundo”.A proprietária foi na delegacia e registrou uma ocorrência sobre o fato. No dia 26 de agosto, Marcelo retornou a loja com mais três homens. Um desses três homens era o mesmo que havia ameaçado “passar todo mundo” no dia 16/08/2025, tendo sido reconhecido através das imagens do CFTV da loja Marcelo e o homem mencionado, que esteve lá anteriormente, entraram na loja e os outros dois homens ficaram do lado de fora, mas log o em seguida também entraram; Eles mandaram que a comreciante sentasse e não levantasse e falou que estava ali para desocupar as lojas, pois estava com uma ordem de despejo, mas não apresentou nenhum documento. A vítima explicou ainda que havia um processo judicial e Marcelo disse que “ele é a ordem de despejo. A comerciante perguntou se Marcelo era oficial de justiça e o mesmo diz que não, que era da milícia. A declarante pergunta para o outro homem o nome dele e o mesmo diz que era melhor não saber para o bem dela. Ela ainda perguntou se fora ele que esteve na loja no outro dia ameaçando todos, e o homem respondeu que sim. Marcelo então disse que daria até segunda feira dia 01/09/2025 para a declarante sair. Neste momento dois Policiais do Projeto Segurança presente se aproximam e Marcelo e dois de seus comparsas saíram da loja e ficaram em frente ao imóvel conversando e rindo com os policiais do segurança presente. Neste momento o quarto homem de óculos permanece na loja, mandando que a declarante continuasse sentada, evitando que a vítima falasse com os policiais. Os policiais foram chamados pelos funcionários da outra loja, mas após conversarem com os homens, foram embora sem sequer entrar na loja da declarante. A comerciante mostrou para o homem de óculos a foto da denúncia no Ministério Público; Ele saiu da loja e contou a Marcelo, que declarou que não tinha medo pois o “Marcinho seguraria para eles”; A declarnte disse acreditar que Marcinho do qual Marcelo ostenta foto nas redes sociais; seja um vereador. Que após o fato foi registrado ocorrência nesta UPJ sob o nº052-10450/2025; QUE fez a denúncia no Ministério Público de nº2025.00826946; A comerciante disse que no dia 02/09/2025 recebeu uma ligação de número restrito, onde foi ameaçada, onde o homem falou “Se não desocupar a loja, sofrerá as consequências”. No dia 05/09/2025, por volta 08h, ao chegar em seu estabelecimento, percebeu que a corrente que lacra o estabelecimento estava cortada, a porta estava uns 30cm içada. Ao entrar em sua loja, verificou que estava tudo revirado e com mercadorias faltando, quase todos os cabides estavam vazios. Ela olhou o estoque e notou que haviam furtado mercadorias do estoque; Quando olhou o caixa, percebeu também que haviam furtado R$ 500,00 em espécie; Que somando, diz ter uma estimativa de prejuízo de mais de R$ 70.000,00. Disse acreditar que o mandante seja Marcelo; Que ao ver as imagens do furto, identificou um dos homens como sendo um dos que estavam com Marcelo no dia 26/08/2025….”.

Preso miliciano que disse que explodiria Nova Iguaçu com gente dentro se dono não pagasse a taxa

A Polícia Civil prendeu no último fim de semana (7), Marcelo Feital Joaquim, miliciano responsável por extorsões e invasões de imóveis comerciais no Centro de Nova Iguaçu. O grupo liderado por ele exigia que comerciantes entregassem os estabelecimentos sob ameaças de morte. Em uma das ocasiões, Marcelo teria dito que “explodiria a loja com quem estivesse dentro” caso não fosse atendido. Marcelo Feital, que já ocupou cargos na Prefeitura de Nova Iguaçu, usava nomes de políticos para intimidar as vítimas, como explica o delegado Márcio Esteves.

Veja como deputado TH Joias negociou equipamento anti-drone para o traficante Pezão (CV). “O coroa liberou na hora quando soube que era para o irmão”

Mais conversas do inquérito da Polícia Federal reforçam a suspeita de que o deputado estadual TH Joias auxiliou lideranças do Complexo do Alemão na aquisição de equipamento próprio para derrubar drones, através da interferência em seu sinal. Em diálogos captados no dia 10/10/2023, “TH Joias disse a Índio do Lixão ” que vai adquirir um equipamento para derrubar drones, a fim de utilizá-los em seu condomínio. “Índio” perguntou o preço, e “TH Joias” disse que seu amigo consegue por R$ 300.000,00. “Índio” perguntou a “TH Joias” se o “coroa” pode deixar um desses equipamentos emprestado no Complexo do Alemão. “ TH Joias” respondeu que o “coroa” “liberou na hora” quando soube que era para o “irmão”. Não ficou claro no contexto da conversa quem seria o “coroa”. “Amigo”, contudo, é uma das palavras utilizadas por “Índio” e “TH Joias” em suas conversas quando se referem a “Pezão”, atualmente maior liderança do Comando Vermelho no Complexo do Alemão. Em outro trecho, TH Joias já havia se referido a Pezão como irmão quando diz que precisa levar o dinheiro de Carracena e pediu a índio que avisasse o irmãol Pezão. Em outra conversa, TH Joias” encaminhou a Indio” áudios de terceiro, posteriormente identificado como “Dudu”. Nos áudios, fica claro que “Dudu” é otal “amigo” responsável pela venda do equipamento antidrone. Ele diz que o custo para trazer o equipamento seria R$ 260.000,00, mas que gastaria R$ 20.000,00 de passagem. “Dudu” diz, ainda, que teria prometido 15% de seu lucro ao “doutor”. Não fica claro quem seria o “doutor” no contexto da conversa.

Traficantes de Campos (RJ) usavam recipientes de laboratório para embalar cocaína

Policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) e agentes do Ministério Público realizam, neste terça-feira (09/09), uma operação contra traficantes de drogas, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Eles foram identificados a partir da aquisição de embalagens para comercialização de entorpecentes. A investigação teve início a partir de diversas reportagens jornalísticas que destacavam o uso de recipientes laboratoriais conhecidos como “eppendorfs” para venda de cocaína. Esse material é tradicionalmente empregados em ambientes científicos, mas vêm sendo utilizados por traficantes para o fracionamento e acondicionamento de entorpecentes. A aquisição em larga escala ocorria por meio de plataforma digital de vendas. Com base nas informações reunidas pelo Ciberlab, foi possível identificar 77 usuários que, somente no ano de 2024, adquiriram entre 200 mil e 1,8 milhão de unidades cada, totalizando milhões de recipientes com possível destinação ilícita. Dentre eles, 11 usuários com endereços no estado do Rio de Janeiro, que, juntos, compraram mais de 3,3 milhões de unidades do recipiente. Diante da quantidade expressiva e da incompatibilidade com o uso laboratorial regular, a autoridade policial da DRE-CAP representou pela busca e apreensão. As evidências arrecadadas ajudarão a aprofundar a identificação dos responsáveis pelas práticas criminosas. As investigações prosseguem com o intuito de esclarecer toda a cadeia envolvida na comercialização e uso desses insumos no tráfico de drogas. Secretaria de Estado de Polícia Civil Assessoria de Comunicação SocialTelefone: (21) 2332-9930 / (21) 2332-9931 Site Oficial: www.policiacivilrj.net.brTwitter: twitter.com/pcerjFacebook: facebook.com/pcivilrjInstagram: instagram.com/policiacivil_rj/ Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira, de 8h às 19h. Plantões aos sábados, domingos e feriados, de 10h às 18h.

O histórico do traficante Pezão, um dos chefões do CV. Bandido conseguiu escapar de cerco após vazamento de operação por parte de secretário estadual que foi convidado a jantar depois como forma de agradecimento

A investigação da Polícia Federal sobre o vínculo de políticos, autoridades e PMs com traficantes do Comando Vermelho revelou o histórico do traficante Pezão, chefão da facção. Ele possui vínculo com o Comando Vermelho há quase 30 anos. Em 2008, assumiu a liderança da ORCRIM no Complexo do Alemão após a ordemde Marcino VP e Fernandinho Beira-Mar.”, para que ele matasse o traficante Antônio de Souza Ferreira, o Tota. Tota teria sido assassinado por não estar enviando a quantia obtida com a comercialização de drogas para os líderesdo Comando Vermelho, queestavam custodiados em penitenciárias estaduais e federais. Em 2005, “Pezão” foi preso pela Polícia Civil do estado do Rio de Janeiro quando chefiava a venda de drogas na favela da Grota, comunidade integrante do Complexo do Alemão, e libertado em 2008. Como se sabe, em 2010, após a intervenção das forças de pacificação no Complexo do Alemão, “Pezão” teria buscado abrigo em diversos locais controlados por sua facção, de modo que, até os dias atuais, ele continua orquestrando as ações ilícitas da ORCRIM. Para mais, a presente investigação delineou que “Pezão” foi o responsável pelo planejamento e execução das seguintes ações criminosas: a) Importação de armas de fogo e drogas, além do comércio doméstico de drogas e armas e munições;b) Aquisição de equipamentos para a derrubada de drones;c) Vazamento de operações policiais;d) Transação não autorizada de câmbio;e) Lavagem de capitais advindos de diversos ilícitos penais; informações prestadas pelo então secretário estadual no governo do RJ Alessandro Pitombeira Carracena sobre uma operação policial possibilitaram que Pezão e índio do Lixão conseguissem escapar. Por conta disso, os bandidos convidaram Carracena junto com o deputado estadual TH Joias para jantar no dia seguinte como forma de agradecimento. Havia um grave esquema de corrupção e vazamento de informações sigilosas, com vistas à blindagem da ORCRIM, sobretudo em relação às operações policiais.

CV impôs internet ilegal.a mais de mil moradores de conjunto habitacional em Maricá

Policiais civis estouraram uma central clandestina de internet e apreenderam quase R$ 1 milhão em drogas, em uma operação conjunta nesta segunda-feira (08/09), em Itaipuaçu, Maricá. Durante a ação, um adolescente foi apreendido e duas motos foram recuperadas. De acordo com os agentes, a ofensiva mirava o braço do Comando Vermelho que explora serviços clandestinos, impondo aos mais de mil moradores do Condomínio Minha Casa Minha Vida a contratação da empresa ilegal. Durante a operação foi encontrada uma central de internet, com diversos equipamentos, metros de cabos, ferramentas para que as ligações clandestinas fossem feitas e cadernos contendo os cadastros dos clientes. A investigação aponta ainda que os narcotraficantes vinham sistematicamente vandalizando equipamentos de empresas legalizadas.Além do imóvel usado como central de internet, os agentes encontraram uma casa utilizada para a preparação de drogas, onde foram apreendidas grande quantidade de drogas. Durante a ação, o adolescente foi encontrado com entorpecentes e um revólver, vários tipos de munições. Além disso, as forças de segurança recuperaram duas motos roubadas.As investigações continuam para identificar e responsabilizar todos os envolvidos na facção criminosa.

Traficantes do CV e deputado usaram delegado da PF envolvido na quadrilha para levantar dados sobre autoridade que presidia o inquérito contra eles

Os traficantes do Comando Vermelho e o deputado estadual TH Joias pediram ao delegado da Polícia Federal, Gustavo Stteel que fizesse um levantamento detalhado de dados pessoais, imagens e informações funcionais do Delegado de Polícia Federal chefe da DRE/DRPJ/SR/PF/RJ e presidente do Inquérito Policial, Samuel Jose de Escobar Massena Fayad. consistente na pesquisa deliberada e na disseminação de informações sensíveis sobre a autoridade policial responsável pela investigação. “As diligências empreendidas revelam que a organização criminosa objeto da apuração ostenta notável capacidade operacional no que tange à obtenção, manipulação e compartilhamento indevido de dados sigilosos, inclusive com relação a informações sensíveis vinculadas ao Delegado de Polícia Federal Samuel José de Escobar Massena Fayad – chefe da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE/DRPJ/SR/PF/RJ) e autoridade responsável pela condução do referido inquérit. Isso representa inequívoco atentado à autoridade do Estado e às prerrogativas do sistema de justiça criminal, com nítidopotencial intimidatório, visando constranger e coagir o agente público no exercício de suas funções”..diz a investigação. Dudu chegou a enviar uma foto de Samuel para o traficante índio do Lixão Em 27/10/2024, “Índio” pediu que “Dudu” falasse para Stteel que o responsável pelos flagrantes teria sido o “doutor Samuel”. “Dudu” respondeu que já teria repassado a informação a Stteel. Stteel expôs serviços realizados no Aeroporto do Galeão (apreensões de entorpecentes e medicamentos controlados) para promover-se e tentar conseguir cargo comissionado na ALERJ. É importante notar que Stteel prevaricou por deixar de comunicar, indevidamente, ao seu chefe superior que integrantes do Comando Vermelho buscavam informações sobre o Delegado Samuel Fayad e outros acontecimentos criminosos, para satisfazer interesses pessoais.

Preso bandido conhecido como o ‘Terror da BR-040″

Policiais civis da 12ª DP (Copacabana) prenderam, no último sábado (06/09), em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, o líder de uma quadrilha envolvida em roubos de veículos com carga. Segundo apurado, o grupo praticou diversos crimes na Rodovia Washington Luís. Em investigação conduzida pela delegacia, foi possível identificar que homem era o responsável pela obtenção das armas de fogo e veículos utilizados nas empreitadas criminosas. Ele selecionava os alvos, abordava os veículos e ainda negociava as cargas roubadas com os receptadores. A partir de dados de inteligência coletados, os policiais identificaram a área de atuação do criminoso e passaram a monitorá-lo. Ele estava com a prisão preventiva decretada desde 2018. Contra ele, foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, todos pelos crimes de roubo de carga.

Traficantes Lacoste, TH da Maré, Peixão e Léo Empada, todos do TCP, teriam comprado equipamentos antidrones de deputado estadual preso

A organização criminosa se valeu da importação e uso de detectores dedrones, cujo uso é expressamente proibido no Brasil para pessoas físicas oujurídicas de direito privado, conforme a Resolução Anatel n. 760, de 6 de fevereiro de 2023. TH Joias, Dudu, Índio do Lixão, os traficantes Pezão, Lacoste da Serrinha, TH da Maré (falecido), Peixão e Léo Empada promoveram a importação clandestina e consequente compra e venda dos equipamentos voltados para dificultar a operacionalidade dos drones utilizados pelas forças de segurança pública em regiões dominadas pelo tráfico de drogas. O interesse pelo equipamento foi tanto, que TH e Dudu viram uma oportunidade de ganhar muito dinheiro com as lideranças do tráfico, oferecendo não só para o Comando Vermelho mas também para o Terceiro Comando Puro e a ADA (Amigos dos Amigos). De acordo com Informações de Polícia Judiciária 016/25 e 027/25, foi possível identificar que Dudu adquiriu diversos equipamentos para monitoramento e derrubada de drones de fornecedor chinês de empresa sediada na cidade de Shenzhen, China. No período das transações, que vai de janeiro de 2024 a março de 2025, foram identificadas as seguintes compras internacionais: Detector de drones adquirido em 01/06/2024 por US$ 4.200,00;Bazuca antidrones adquirida em 09/06/2024 por R$ 15.124,98;Bazuca antidrones adquirida em 07/08/2024 por R$ 14.947,49;Bazuca antidrones adquirida em 09/09/2024 por R$ 19.442,88;Detector de drones adquirido em 10/09/2024 por US$ 3.000,00;Duas bazucas antidrones adquiridas em 25/09/2024 ao preço de R$ 11.169,81 cada;Duas bazucas antidrones adquiridas em 20/03/2025 ao preço de US$ 2.300,00 cada; Bloqueador de sinal do tipo “mochila” adquirido em 20/03/2025 ao preço de US$ 3.400,00 Destaca-se, aqui, que o preço informado por TH Joias e Dudu a Índio e Pezão para cada um dos equipamentos foi de R$300.000,00 (IPJ 05-2025). Além disso TH da Maré, em chat com Dudu, também relatou ter feito pagamento superior a R$ 200.000,00, evidenciando que Dudu e TH Joias obtiveram lucros expressivos com a venda de cada equipamento do tipo “bazuca”, superiores a R$ 200.000,00. Conversas entre TH Joias e Dudu mostram que o deputado estadual auxiliou lideranças do Complexo do Alemão na aquisição de equipamento próprio para derrubar drones, através da interferência em seu sinal. Em diálogos captados no dia 10/10/2023, “TH Joias ” diz a “Índio” que vai adquirir um equipamento para derrubar drones, a fim de utilizá-los em seucondomínio. “Índio” pergunta o preço, e “TH Joias” diz que seu amigo consegue por R$ 300.000,00.” Narra também que “no dia 6/1/2024, “TH Joias” pergunta se “Índio” poderia onversar com o “01” sobre “Dudu”. “01” também é um termo utilizado por eles para se referir a “Pezão”. Em seguida, “Índio” envia a “TH Joias” foto de R$ 55.000,00 em espécie e diz “Da bazuca dos drones””.

Traficantes do TCP mataram homem que vendia drogas de forma independente no Terreirão

A Justiça decretou a prisãol preventiva dos traficantes Chapoca, Lobinho e Sem Vulgo por um homicídio no Terreirão, no Recreio dos Bandeirantes, de um homem que venida drogas ide forma independente. Sem Vulgo foi preso esse fim de semana, A vítima Gilmar foi morta por traficantes do Terceiro Comando Puro, que haviam lhe convidado para a integrar, sem êxito. Os bandidos envolvidos são conhecidos como “meninos da praia”, sendo um deles conhecido como “Sem Vulgo” e outro como “Bebel”. Uma testemunha afirmou que Gilmar vendia drogas na Comunidade do Terreirão e incomodou integrantes da facção local, pelo que tentaram que ela integrasse a organização e, não tendo êxito, foi morto por quatro elementos Um morador da Comunidade do Terreirão mencionou que a vítima vendia drogas na região, mas não integrava facção, pelo que estava tendo problemas com ela e que, no dia dos fatos, gritou pelo seu nome, dizendo que os “meninos” queriam o matar, tendo conhecimento do envolvimento de Chapoca””.

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