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operação policial

Familiares de Peixão (TCP) foram detidos a caminho da Bolívia

A Polícia Rodoviária Federal abordou familiares de Pexão, um dos traficantes mais procurados do Rio de Janeiro tentando seguir para a Bolívia. A abordagem ocorreu na BR-262, em Campo Grande (MS), após informações repassadas pela Polícia Civil do RJ. A ação só foi possível graças ao trabalho de inteligência da Subsecretaria de Inteligência da Polícia Civil (SSINTE) e do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE). Segundo informações, dois veículos saíram do Rio de Janeiro com destino a Corumbá, na fronteira com a Bolívia. Neles estavam a esposa, três filhos e um sobrinho de Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como “Peixão”, apontado como líder do Complexo de Israel. O traficante não estava nos carros. Durante a fiscalização, os agentes encontraram joias com referências ao foragido. O sobrinho afirmou ser o proprietário dos bens. Todos os ocupantes foram detidos sob suspeita de crimes relacionados à lavagem de dinheiro e organização criminosa. O caso foi encaminhado à Polícia Federal..

Polícia acha fábrica clandestina de manutenção de armas da milícia em Rio das Pedras

Em uma ação cirúrgica de inteligência, policiais civis da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) desmantelaram, nesta segunda-feira (08/12), uma fábrica clandestina utilizada pela milícia para a manutenção das armas de fogo. A oficina foi localizada em um cômodo oculto, protegido por uma porta blindada, em um endereço em Rio das Pedras, na Zona Sudoeste do Rio. De acordo com as investigações, o ponto logístico encontrado era utilizado para fortalecer a estrutura bélica do grupo criminoso que atua na localidade. No espaço, os policiais encontraram munições e carregadores de fuzil, além de maquinários e ferramentas empregados no preparo e na conservação de armamentos utilizados pelos criminosos. Todo o material apreendido foi encaminhado à especializada e passará por análise para aprofundamento das investigações. A ofensiva eliminou um dos principais pontos de suporte operacional do grupo paramilitar que atua na região, além de reduzir a capacidade de armamento da organização criminosa e enfraquecer sua estrutura operacional.

PF prende dois PMs suspeitos de vazamento de operações para chefões do tráfico

Na manhã desta segunda-feira, 8/12, a Polícia Federal deflagrou a Operação Tredo com o objetivo de desarticular um núcleo de agentes de segurança pública integrantes de uma das maiores facções criminosas do estado do Rio de Janeiro, responsável pelo vazamento de informações sobre operações policiais nas comunidades fluminenses. A ação contou com o apoio do BOPE e da Corregedoria da PMERJ. Na deflagração de hoje, policiais federais do Grupo de Investigações Sensíveis (GISE) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) cumprem 11 mandados de prisão temporária e seis mandados de busca e apreensão. As ordens judiciais foram expedidas pela 3ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Rio de Janeiro. Até o momento, dois sargentos da PMERJ foram presos. Um dos 11 alvos já havia sido preso na Operação Contenção, deflagrada no último mês. Foram apreendidos três veículos e aparelhos celulares dos investigados.  As investigações foram iniciadas a partir do compartilhamento de informações relacionadas à atuação de um militar da Marinha do Brasil no fornecimento de drones e no treinamento de integrantes da facção criminosa para utilização desse equipamento. A troca de informações foi autorizada judicialmente no âmbito da Operação Buzz Bomb, deflagrada pela PF em setembro de 2024. Com as informações obtidas, foi realizada nova investigação que culminou na identificação de Policiais Militares que repassavam informações a lideranças da organização criminosa em questão, acerca de operações policiais planejadas para comunidades sob domínio do grupo, com o objetivo de frustrar a atuação dos órgãos de segurança nessas áreas. Tal conduta permitia que os criminosos se organizassem previamente contra ações legítimas das forças policiais.  Entre os investigados está o sargento do Batalhão de Operações Especiais (BOPE) responsável pela escalação das equipes que participam das operações. O cumprimento dos mandados visa o aprofundamento das investigações, buscando identificar outros integrantes da facção criminosa que estejam infiltrados na estrutura estatal. Os investigados deverão responder pelos crimes de integrar organização criminosa armada, corrupção passiva e ativa, homicídio, tráfico de drogas, porte ilegal de arma e violação de sigilo funcional. Essa ação integra a Missão Redentor 2, um esforço permanente da Polícia Federal para desarticular organizações criminosas que atuam no Rio de Janeiro, em estrita conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 635. _O termo que dá nome à operação, “tredo”, significa traidor, aquele que rompe a confiança de outrem agindo com falsidade e deslealdade._

Preso homem de guerra da milícia na Zona Oeste do Rio

Policiais civis da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Capital (DRFA-CAP) prenderam um miliciano integrante de um grupo criminoso atuante em comunidades da Zona Oeste do Rio. Ele foi capturado, nesta segunda-feira (08/12), em Magalhães Bastos, na mesma região. As investigações apontaram que ele atuava como “homem de guerra”, responsável pela execução de ações armadas do grupo criminoso liderado por um miliciano que atuava com violência nas comunidades do Campinho, Bateau Mouche e Fubá, e buscava ampliar seu território por meio de ações violentas. De acordo com os agentes, o bandido possui um extenso histórico criminal, com anotações por roubos de veículos, latrocínio, homicídio e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. O mandado de prisão foi decorrente de uma ação criminosa, em 2017, quando o bandido teve papel central na invasão da comunidade da Chacrinha, em Jacarepaguá. Na ocasião ele atuou como um dos principais responsáveis pelo ataque armado. O objetivo, na época, era expulsar um grupo criminoso rival, que dominava a localidade. Na ação desta segunda, após intensas diligências e monitoramento, os policiais encontraram o criminoso escondido em um endereço no bairro de Magalhães Bastos, na Zona Oeste. Contra ele, foi cumprido um mandado de prisão condenatória pelo crime de organização criminosa.

PM preso durante guerra de facções em Niterói continuará na cadeia. Veja detalhes da prisâo

Veja agora detalhes da prisâo do PM Edinei Silva de Andrade ocorrida ontem em Niterói. Foi decretada a sua prisão preventiva.  Narra a ocorrência policial que no dia 06/12/2025, por volta das 03h10min, policiais foram acionados  para dar apoio a ordem de policiamento em razão da guerra de facções na comunidade da Palmeira, no Fonseca ssfFoi feito.um cerco  em busca dos nacionais que estavam na guerra entre o Terceiro Comando  e CV(comando vermelho) Os PMs visualizaram o condutor do veículo Creta branco  passando pelo blindado em sentido ao topo da comunidade (aquela que estava sendo invadida) e que notaram que este veículo estava com várias perfurações aparentemente de tiros no capô e lateral.   Foi feita a abordagem desembarcando do veículo blindado, tendo sido obedecida a ordem de parada, e que na revista do interior do veículo foram encontradas uma pistola calibre 9mm, municiada com carregador alongado embaixo do banco do motorista, sendo que a pistola estava com a numeração suprimida.  Ainda, dentro do veículo foi encontrado um segundo carregador de pistola (9mm), e que este carregador sobressalente também estava municiado, em continuidade foi encontrado um fuzil calibre 7.62mm no banco traseiro do veículo, com numeração suprimida e que o fuzil não estav municiado, além de conter dois carregadores de fuzil, ao lado do fuzil, estes municiados com 33 projéteis calibre 7.62mm.  No porta trecos foi encontrada a quantia de R$2.800,00 (dois mil e oitocentos reais) em espécie. Afirma que apenas no decorrer da ocorrência, o conduzido se apresentou como policial militar, informando que pertencia ao 15º BPM -Caxias , graduação primeiro sargento..  Verificou-se que o custodiado possui anotações pelos crimes de associação para o tráfico de drogas, na forma dos artigos 35 da Lei 11.343/06 e por ameaça no âmbito da violência doméstica, na forma do artigo 147 do CP na forma da lei 11.340/06. 

PM suspeito de envolvimento com o tráfico foi preso em Niterói

A Polícia Militar informa que, segundo o comando do 12º BPM (Niterói), policiais militares foram checar informações sobre tráfico de drogas na Comunidade da Palmeira, no Fonseca, em Niterói, na madrugada deste sábado (06/12).   Um policial militar, lotado no 15º BPM (Duque de Caxias) foi preso quando tentava deixar a comunidade dentro de um veículo. Com ele foi apreendido um fuzil de numeração suprimida, uma pistola, carregadores de fuzil, munições e celular. O veículo também foi apreendido. Ele foi encaminhado à 78ªDP, onde foi autuado por porte ilegal de arma. Em seguida será conduzido à Unidade Prisional.  O comando da corporação reitera que não compactua com possíveis desvios de conduta ou cometimento de crimes praticados por seus entes, punindo com rigor os envolvidos quando constatados os fatos. 

Destruída ontem pela polícia, Boca do Brilho no Chapadão (CV) tinha propaganda nas redes sociais. “O cliente pode assistir o corte ao vivo”

Destruída ontem pela polícia durante a Operação Barricada Zero, a Boca do Brilho no Complexo do Chapadão, em Costa Barros, já tinha sido anunciada nas redes sociais. Em uma página no Twitter, escreveram; “Shank, Crumble, Ice, Pac, Dry, Lança, Black, loló e balinha e muito mais. o cliente pode pesar na hora e assistir o corte sendo feito ao vivo!!! “ O local tinha telhado e placas que exibiam um “cardápio” com tipos de entorpecentes e preços. Uma retroescavadeira foi usada para derrubar a estrutura, que funcionava de forma ostensiva, com sinalização visível da rua.

MP diz que tese de legítima defesa para ação de PMs que resultou na morte de jovem no Catete não procede e denunciou policiais à Justiça

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) denunciou à Justiça o 1º sargento PM Daniel Sousa da Silva e o 1º tenente PM Felippe Carlos de Souza Martins pelo homicídio qualificado de Herus Guimarães Mendes da Conceição, de 23 anos. O crime ocorreu durante operação policial realizada em 07 de junho de 2025, no Morro Santo Amaro, no bairro do Catete, Zona Sul do Rio.  Segundo a denúncia do GAESP/MPRJ, o 1º sargento Daniel efetuou os disparos que causaram a morte da vítima. As imagens das câmeras operacionais portáteis demonstram que Herus não esboçou qualquer atitude agressiva e tentou se afastar para se proteger, estando de costas no momento em que foi atingido. Já o 1º tenente Felippe, comandante da equipe ALFA do BOPE, foi denunciado por omissão penalmente relevante, pois decidiu manter a operação mesmo após receber informações de que havia uma festa junina em andamento, com grande número de moradores, incluindo crianças, na Rua Luiz Onofre Alves. O GAESP/MPRJ afirma que o tenente descumpriu seu dever de cuidado e expôs a população a risco grave.  Os dois policiais responderão por homicídio qualificado por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.  A denúncia também destaca que o Inquérito Policial concluiu, pela existência de legítima defesa putativa por parte do 1º sargento Daniel, porém essa interpretação não encontra respaldo em nenhuma prova técnica produzida. Segundo o GAESP/MPRJ, as análises de imagens, os laudos periciais e os próprios depoimentos colhidos demonstram que não houve qualquer gesto da vítima que indicasse agressão ou ameaça. O MPRJ ressalta que o IP desconsiderou elementos objetivos da investigação e que a tese de legítima defesa putativa não se sustenta diante do conjunto probatório reunido. Pedido de suspensão da função pública O GAESP/MPRJ requereu ao Juízo a aplicação de medidas cautelares, incluindo a suspensão integral do exercício da função policial militar dos dois denunciados. O Ministério Público também solicitou restrição de contato com testemunhas, comparecimento periódico em juízo, proibição de acesso a unidades militares e limitação de deslocamento. Segundo os promotores, a continuidade dos denunciados no serviço ativo pode comprometer a regularidade da instrução criminal. A denúncia aponta, inclusive, tentativa de manipulação de imagens de câmera por um dos policiais, o que reforça a necessidade das medidas cautelares.

TCP voltou a atacar áreas do CV em Niterói

Traficantes do Terceiro Comando Puro voltaram a atacar os rivais do Comando Vermelho em Niterói na última noite. Os bandidos fizeram mais uma tentativa no Morro do Estado, no Centro da cidade. Segundo relatos, eles teriam conseguido entrar na comunidade trocando tiros com a contenção do CV que, optou por fugir e deixaram pra trás cargas e até pistolas. Os bondes do CV teriam recuado para o Morro do Palácio, vizinho ao Morro do Estado, Arroz e Chácara. Foi registrado também confronto no Fonsequistão, na Zona Norte de Niterói, Neste caso, a polícia agiu e prendeu um suspeito e apreendeu um fuzil. A polícia tem informações de que o traficante Alex Moreira, vulgo Dril, é o responsável pelos confrontos. Ele estaria investindo pesado para recuperar territórios para o TCP na cidade. Dril já comandou a comunidade do Sabão, em Niterói, e o Morro da Dita, em São Gonçalo, na época da ADA.

Homem preso suspeito de matar mulher e jogar corpo no Rio Acari contou como cometeu o crime. Vítima chegou a dizer para amiga que achava que ele era doente e psicopata

Preso acusado de matar a cuidadora de idosos Flávia Dornellees e jogar o corpo no Rio Acari, Adriano Fernandes Castro confessou como cometeu o crime. Ele disse que3 o fato ocorreu dentro de um hotel em que estava hospedado com a vítima, após uma discussão: Fávia não gostou de ser questionada por Adriano e deu um tapa no rosto dele; Flávia estava um pouco alterada por conta do álcool consumido anteriormente; Adriano se defendeu do tapa de Flávia e ela tentou dar outro;Nesse momento, Adriano revidou as agressões com outro tapa. Flávia se sentiu ofendida e afirmou que “homem nenhum nunca me bateu. Vou falar para o meu tio, que é envolvido no tráfico, para matar você. Você vai sair do hotel e você pode ter certeza que você vai ser um homem morto. Eu vou fazer questão que meu tio e minha família encham você de bala.”;] Então, Adriano deu uma gravata (mata-leão) em Flávia que não se debateu muito; Após soltar Flávia percebeu que ela estava morta; Ele então colocou o corpo de Flávia no banco do carona de seu carro e saiu do motel;Ele foi direto para o Rio Acari onde deixou o corpo de Flávia Uma amiga de Flávia disse que ela mantinha um relacionamento extraconjugal chá um ano om Adriano Ferrnandes Castro, preso suspeito do crime.Segundo ela, Flávia conseguia pequenos intervalos nesse período aos finais de semana para se encontrar com Adriano. Além dos finais de semana, ela conseguia ficar com o amante durante pequenos espaços de tempo durante a semana; ]De acordo com a testemunha, quando a vítima não conseguia se encontrar com Adriano, este ficava possesso e ameaçava cortar o dinheiro que lhe dava semanalmente; Nestes momentos de raiva, Adriano seguia Flávia em diversos lugares, inclusive em sua residência; Flávia chegou a dizer para a amiga que acreditava que Adriano fosse doente e psicopata; A amiga de Flávia disse que ela se desentedeu com Adriano quando esta comprou um Voyage que hoje está em nome de Adriano. A vítima confessou que comprou o carro no cartão do amante, além de uma viagem para o marido e a filha para o Ceará. A confusão entre Flávia e Adriano começou depois que a vítima descobriu que o Voyage estava no nome do amante. Flávia exigiu que Adriano fizesse uma intenção de venda do veículo para o seu nome, mas que a testemunha não sabe se o home mchegou a fazerA última briga do casal ocorreu há duas semanas quando Adriano teria dado um tapa no telefone e o quebrou e Flávia e esta exigiu que o amante lhe comprasse um novo só que Adriano teria ficado com inveja e que isso teria sido mais motivos de discussões entre os dois nessa última semana; A testemunha disse suspeitar que sua amiga estaria correndo risco e nem sequer comentou acerca de um encontro com Adriano durante uma noite quando oi a última vez que a declarante falou com Flávia.”. O marido de Flávia disse que achava que Adriano era apenas amigo de Flávia e não desconfiava que os dois tinham um caso.

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