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operação policial

Polícia já tinha informações de que traficante do CV mandava armas e drogas da Muzema para o Alemão em táxis. Um veículo foi abordado mas só foi encontrado dinheiro

Sobre o que saiu na imprensa carioca de que o traficante Zeus mandava levar armas e drogas da Muzema para o Complexo do Alemão usando um táxi, policiais civis receberam informações do setor de inteligência no sentido de que um veículo Taxi Spi , com parte da placa 1C08, faria o transporte de drogas, armas de fogo e dinheiro da Comunidade da Muzema com destino à comunidade do Complexo do Alemão, ambas dominadas pela facção criminosa Comanda Vermelho. Munidos de tais informações, os agentes se deslocaram até o bairro de Itanhangá, logrando, após algumas horas de monitoramento, visualizar um táxiRealizada a abordagem, os Policiais Civis verificaram que o veículo tinha passageiros. Em busca ao veículo, os agentes não encontraram nenhum material ilícito. Ao indagarem os ocupantes do veículo sobre eventual material ilícito, um dos ocupantes informou que levava consigo uma quantia em espécie, que seria entregue na comunidade do Complexo do Alemão, oportunidade em que entregou aos agentes 10 pacotes com notas de dinheiro. Diante dos fatos, os agentes encaminharam os envolvidos à Delegacia de Polícia. FONTE: TJ-RJ

Integrante do novo ‘Escritório do Crime preso com drogas em 2021 estava com pistola emprestada por PM também membro do grupo, de quem era amigo íntimo. Ele também era investigado por homicídios. Mesmo policial foi flagrado em conversa confessando assassinato

Um dos suspeitos de ser integrante do Novo Escritório do Crime, Diony Lancastre Fernandes do Nascimento havia sido preso em 2021 portando 3300g de maconha, arma de fogo, carregadores e munições, um telefone celular, cartões de crédito e uma carteira. Ele foi flagrado em local conhecido pela prática do tráfico de drogas e dominado por facção criminosa Amigos dos Amigos (ADA). Segundo informações de inteligência, Diony estaria envolvido em alguns homicídios. Chamou atenção, porém, que a arma que estava com Diony pertencia ao PM Bruno Estilo, outro integrante do Novo Escritório do Crime. Os dois na época eram amigos íntimos. Doiny afirmou em depoimento que Bruno Estilo,, Thiago Soares, o.Batara e Anderson Papa tinham alta hierarquia na quadrilha e contou sobre vários homicídios cometidos por encomenda pelo grupo. Bruno Estilo foi contratado mediante acerto financeiro por Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, líder do Novo Escritório do Crime, para matar a vítima Neri Peris Júnior. O homicídio ocorreu no dia 4/11/2021, e a motivação decorreu da disputa por territórios da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, explorados pela organização criminosa integrada por Batata e que o grupo do lesado ameaçava tomá-los. Conforme apurado nas investigações, identificou-se mensagens via WhatsApp de Estilo, nas quais ele, claramente ,confessa ser um dos executores do delito, cometido junto com seu comparsa Rodrigo, vulgo “Rodriguinho”. Integrantes do novo ‘Escritório do Crime’ respondem a processo por sequestro e cárcere privado de 2022. A ação é sigilosa. FONTE: TJ-RJ

Milícia perdeu três fuzis apreendidos em menos de 24 horas no Rio

Policiais militares prenderam, na manhã desta sexta-feira (16/5), três milicianos no Palmares, em Santa Cruz. Durante patrulhamento os policiais avistaram um veículo com três ocupantes em atitude suspeita e realizaram abordagem. Durante a revista, os agentes encontraram dois fuzis, dez carregadores de fuzil, munições e um rádio comunicador. Ontem, agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) apreenderam armamentos, materiais táticos e recuperaram dois veículos roubados durante operação contra milicianos em Nova Iguaçu. No local, fuzil, munições, simulacros e um bloqueador de sinal foram encontrados.. FONTE: PMERJ e PCERJ

Polícia matou suspeito da morte de agente da Core

Um suspeito da morte do agente da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil João Pedro Marquini com mandado de prisão pelo crime foi morto em operação policial em Santa Cruz. O criminoso atacou os agentes e houve confronto, resultando na morte do homem. O bandido foi localizado em sua residência. Ao notar a presença dos agentes, o homem atacou os policiais, que agiram em legítima defesa. O investigado foi socorrido para uma unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos. A arma utilizada pelo criminoso no confronto foi apreendida. O agente da Core e sua esposa, a juiza criminal Tula Melo, retornavam da casa da mãe dele, em Campo Grande, quando foram abordados por criminosos armados em uma tentativa de assalto. O policial foi alvejado e veio a óbito ainda no local. FONTE: Polícia Civil do RJ

Prefeitura e Polícia Federal afastam boato de suposta atuação de milícia em área nobre de Niterói

⠀Uma ação do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança da Prefeitura de Niterói, em conjunto com a Polícia Federal, resultou na autuação e no encerramento das atividades de uma empresa de segurança privada que atuava de forma irregular na Rua Presidente Backer, em Icaraí.⠀A empresa prestava serviço para dois edifícios da região, mas não possuía autorização legal da Polícia Federal para exercer essa atividade. Embora não se tratasse de milícia, a atuação foi prontamente encerrada, conforme determina a legislação.⠀A administração municipal informou em nota que Niterói é uma das poucas cidades da Região Metropolitana do Rio de Janeiro que conseguiu se proteger da presença de milícias. E seguirá firme nesse caminho, com atuação integrada e vigilante das instituições de segurança pública.⠀Segundo a Prefeitura, ombater práticas ilegais, como serviços de segurança clandestinos, e conter a disseminação de fake news são medidas fundamentais para preservar a ordem, a legalidade e a tranquilidade da população. FONTE: Prefeitura de Niterói

Líder do novo ‘Escritório do Crime’ é suspeito de ser braço-direito de integrante da cúpula da quadrilha de Rogério Andrade

O ex-PM Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, apontado como o líder do novo´Escritório do Crime´ alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual, foi apontado em investigações como sendo braço-direito de Flávio Mocidade, que integra a quadrilha do contraventor Rogério Andrade. Batata teria dado a ordem para o assassinato de Fábio Romualdo Alves. O crime seria fruto da disputa pelo domínio na exploração de máquinas “caça-níqueis” em regiões controladas por Rogério Andrade, tendo ocorrido uma desavença dentro da própria organização criminosa – ao que se denomina, vulgarmente, como “racha. O grupo que pertencia Flávio e Batata (supostos controladores da área que abrange o bairro de Bangu) pretendia tomar para si os postos ocupados por Márcio Araújo, vulgo “Araújo”, que, por sua vez, é apontado como a liderança que domina os bairros de Vargem Grande e Recreio, e para quem a vítima trabalhava. O bando planejou o homicídio através de rodas de conversas que ocorriam na Praça na Caixa D’agua, local de encontro para reuniões, base de saída para as atividades criminosas e entrega de armamentos, o declarante obteve informações sobre a empreitada que culminou no homicídio. Uma semana antes do crime, uma testemunha ouviu uma conversa entre integrantes do grupo sobre a tentativa de matar Fábio a mando de Batata.Segundo o declarante, que os responsáveis pela execução do crime foram Papa, Muniz, Vitinho e Bruno. Quando Bruno retornou o ouviu comentando que ele, Papa, Muniz e Vitinho tinham ‘pego o cara’.Todas as mortes que ocorrem a mando de Batata são realizadas por estes quatro indivíduos. Além disso antes, do crime, Bruno estava sem dinheiro e, depois, apareceu com muita grana. Papa é o mais cruel e geralmente executa. Falou acreditar que ele tenha sido responsável pelos disparos que mataram Fábio. Bruno geralmente dirigia os veículos utilizados, pois, como policial militar, em caso de algum contratempo, pode dar carteirada. O grupo teria duas pistolas Glock, calibre 9 mm, com kit rajada. As armas não ficam uma pessoa específica, mas circulam entre todos os integrantes do grupo. Possivelmente essas armas foram utilizadas na morte de Fábio”. Os acusados Batata, Rodriguinho e Bruno, atualmente, encontram-se recolhidos em estabelecimento penal por fatos alheios aos aqui tratados, enquanto Papa (foragido), segundo consulta junto ao banco nacional de mandados de prisão, possui em seu desfavor diversos mandados de prisão em aberto. FONTE: TJ-RJ

Líder do CV no Ceará foi preso no Rio. Se escondia na Rocinha e tinha vida de luxo

A policia prendeu no Rio um homem apontado como líder da facção criminosa Comando Vermelho no Ceará, vulgo Pacote. Ele ostentava uma vida de luxo. Foi encontrado, nesta quinta-feira (15/05), no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste da capital fluminense. O bandido chegou à cidade em 2023, buscando refúgio na Comunidade da Rocinha, quando conseguiu liberdade condicional. Do local, ele comandava o tráfico de drogas no estado nordestino. Além disso, ele planejava e liderava uma guerra entre facções na cidade de Novo Oriente, que resultou em pelo menos 15 homicídios. O traficante também era responsável pelo envio de entorpecentes para Crateús e cidades próximas, onde também ordenava assassinatos. Os policiais civis conseguiram capturar o narcotraficante enquanto ele se dirigia para uma consulta médica.  Ele tem extensa ficha criminal, ele possui passagens por tráfico de drogas, homicídio, roubos, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo e participação em organização criminosa. FONTE,: Polícia Civil do RJ

Integrantes do ‘Novo Escritório do Crime’ alvo de operação do MP hoje pagavam para obter informações de unidades policiais

Uma testemunha confirmou que o novo ‘Escritório do Crime’ comandado pelo ex-PM Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, cometeu uma série de homicídios por encomenda e que usava fuzis nas operações. A testemunha relatou ainda que os integrantes da quadrilha pagavam para receber informações privilegiadas de unidades policiais. “Há notadamente os indícios do funcionamento de uma organização criminosa miliciana fortemente armada, com integrante da Polícia Militar, funcionando mediante paga, com indícios de patrimônio ilícito”, disse a Justiça. Uma das vítimas do bando foi morta com cerca de 39 projéteis de fuzil e pistola 9mm, em ação delitiva típica de grupos de extermínio, cujo modus operandi revela os indícios da alta periculosidade. Batata foi acusado de planejar, encomendar e pagar a seus comparsas para executarem o crime, com vistas a garantir o domínio e a exploração criminosa em territórios da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial em Bangu e Realengo. Houve indícios de que o bando planejou outras execuções. FONTE: TJ-RJ

Operação do MPRJ mira mais um ‘Escritório do Crime’ no Rio do qual faz parte PMs. Quadrilha cometeu homicídios a mando da contravenção

O Ministério Público Estadual do Rio faz operação para cumprir nove mandados de prisão contra denunciados por integrarem uma organização criminosa armada que atua nos moldes do antigo ‘Escritório do Crime’. Entre os alvos estão três policiais militares, lotados no 9º BPM (Honório Gurgel), no 39º BPM (Belford Roxo) e um preso no Batalhão Especial Prisional (BEP). Um deles é capitão da PM.  A quadrilha atuava sob ordens de lideranças da contravenção penal. As investigações revelaram um esquema de venda de armas e munições apreendidas em operações da Polícia Militar. Os nove integrantes do ‘novo Escritório do Crime’ foram denunciados à Justiça por organização criminosa armada, sequestro e comércio ilegal de armas de fogo e munições.  Parte dos homicídios atribuídos à organização teve como pano de fundo disputas entre grupos criminosos. O denunciado Thiago Soares Andrade Silva, conhecido como Ganso ou Batata, é apontado J como líder do bando. . A denúncia aponta o envolvimento do grupo com comércio ilegal de armas, sequestro e como responsável por, ao menos, dois homicídios com características de execução sumária, praticados à luz do dia e com uso de armamento pesado. Um dos crimes é o assassinato de Fábio Romualdo Mendes surpreendido dentro do carro e atingido por vários disparos, em setembro de 2021, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Outra morte foi após emboscada em uma via pública, no bairro de Realengo, que matou Neri Peres Júnior a tiros de fuzil, em 4 de outubro de 2021. FONTE: Minisério Público do RJ

Quadrilha nacional de traficantes de drogas sintéticas pagava taxas a bandidos de facções do Rio. PF fez operação

A Polícia Federal fez hoje uma operação para desarticular uma organização criminosa especializada na produção e distribuição de drogas sintéticas que atua em âmbito nacional e possui capacidade estimada para fabricar mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy por ciclo de produção. A quadrilha operava sob a proteção de facções criminosas locais, mediante o pagamento de um “tributo territorial”, que na prática funciona como um sistema informal de alvará de funcionamento ilícito. Em contrapartida, parte da droga produzida era destinada ao tráfico local. A ação ocorreu nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Espírito Santo e no Distrito Federal. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio e o sequestro de bens, imóveis, contas bancárias, criptoativos e veículos de luxo, com valor estimado em R$ 50 milhões. O bando contava com laboratórios clandestinos instalados em comunidades do Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense e no interior do Paraná, além da utilização de empresas de fachada para a aquisição de insumos químicos e movimentação de recursos ilícitos. As substâncias químicas empregadas na produção dos entorpecentes eram adquiridas com notas fiscais emitidas por empresas de “fachada” desvinculadas de suas atividades reais, como perfumarias e barbearias. Segundo laudo pericial da Polícia Federal, uma única empresa de fachada vinculada ao líder do grupo adquiriu cerca de 4,6 toneladas de DMSO, insumo essencial à síntese de MDA, o que permitiria a produção de mais de 4,2 milhões de comprimidos de ecstasy. O suposto líder da organização criminosa foi preso na data de ontem, 13/5, em um apartamento de luxo no Recreio dos Bandeirantes, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos de luxo, dinheiro em espécie, drogas sintéticas e documentos relevantes para a investigação contra o grupo criminoso. Outros dois integrantes da organização também foram presos na última terça-feira, sendo um deles no Recreio dos Bandeirantes e o outro no bairro de Cordovil, Zona Norte do Rio de Janeiro. Ao longo das apurações, foram realizadas apreensões e prisões significativas, entre as quais se destacam: a prisão de um investigado com 67.000 comprimidos de ecstasy, apreendidos em novembro/2023; prisão em flagrante de outro investigado, também em novembro/2023, no interior de um laboratório clandestino em Duque de Caxias/RJ com farta quantidade de insumos, drogas e equipamentos; e prisão em flagrante de uma integrante da organização em agosto/2023, na Rodoviária Novo Rio, durante o transporte de drogas com destino ao Espírito Santo. BALANÇO DA OPERAÇÃO Operação Cartel – Balanço Final Nove prisões: Além disso, mais três homens que se encontravam sob custódia no sistema prisional também foram alvos de mandados de prisão preventiva, os quais foram cumpridos na data de hoje. Apreensões: FONTE: Polícia Federal

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