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Investigação revela hierarquia e funcionamento do tráfico no Parque União (CV), na Maré, que é chamado de ‘gestão inteligente’ pelo fato de o chefão nunca ter sido preso

Investigação revela a hierarquia e como funciona o tráfico na Favela Parque União, no Complexo da Maré, dominada pelo Comando Vermelho. O chefão, como todo mundo sabe, é Alvarenga, denominou sua gestão a frente da favela como ‘Gestão Inteligente’, em razão de nunca ter sido capturado pelas forças do Estado durante toda sua jornada criminosa que já perdura por mais de uma década. Seus principais homens de confiança são os vulgos Naldo, Zé Louco e Carlão dedicados integralmente à manutenção e o bom andamento do tráfico de entorpecentes no Parque União. Ele contava também com Ninho para atuar no roubo de cargas. O roubo de cargas é uma atividade que é explorada pelos traficantes do Parque União uma vez que a posição geográfica da comunidade favorece esse tipo de crime por ser localizada às margens da Avenida Brasil e Próximo à Av. Washington Luís e da Via Dutra, sendo um local que pode ser considerado de fácil acesso para quem vem dessas famosas vias pelas quais circulam diariamente milhões de reais em mercadorias em veículos de carga. Ninho é um dos maiores ladões de carga da atualidade e encontrava-se homiziado no Parque União, uma vez que sabe estar cercado de homens fortemente armados e que nessa comunidade pode circular livremente pois destina parte do que subtrai para que “Alvarenga” dê o aval de sua permanência na comunidade,. GB e Tubinha, que foram presos, atuavam como seguranças armados das bocas de fumo e como uma contenção armada para deter o acesso das forças do Estado bem como o acesso de facções rivais na comunidade. Tubinha disse quea ordem dada pelo” chefe do tráfico “é para evitar atirar na polícia, mas caso seja preciso defender as cargas da boca de fumo ou alguém que tenha status de chefe, os atividades devem ser o primeiro contato e possuem liberdade para atirar o quanto for necessário para conter a entrada das forças policiais e dos inimigos. Tubinha disse que exercia a atividade em regime de plantão sendo 12h de trabalho e 12h de descanso, recebendo por isso a quantia de R$ 400,00 (quatrocentos reais) por semana. A arma normalmente deve ser usada para revidar ataques de facções rivais. Disse que o gerente da comunidade era Mário Bigode, que foi morto e após seu falecimentonão foi colocado outro” frente. Falou que não presta contas por não trabalhar com dinheiro, mas o fuzil que estava no dia da prisão é da atividade, ou seja, quando a pessoa assume o plantão, deixa o fuzil para o próximo que vai assumir o plantão. Contou ainda que no Parque União só há três bocas de fumo, sendo na Rua Ary Leão, Darcy Vargas e Roberto Silveira mas não soube dizer quanto cada uma fatura. Falou ainda que sempre sai da favela em operações. Alvarenga lucra demasiadamente com a venda de entorpecentes além de outras práticas criminosas que são viabilizadas por exercer o comando e domínio territorial naquela parte do conjunto de favelas da Maré. Para a manutenção do seu domínio, Alvarenga conta com um arsenal de armas de grosso calibre a fim de impedir o ingresso de forças do Estado e eventuais ataques de outras facções, frisando a iminência de conflito em razão de outra parte do conjunto de favelas da maré ser dominado pela facção TCP. Entre as atividades que geram receita para Alvarenga e mantém seu domínio está o depósito de drogas que chegam através da Av. Brasil e depois são distribuídas a outras comunidades da mesma facção, a receptação de cargas roubadas, o abrigo de outros traficantes foragidos de outros Estados e até do próprio Rio de Janeiro. Alvarenga necessita de homens de confiança que são escalonados de maneira hierárquica a fim de que possam gerir cada um o seu campo de atuação determinado pelo líder O tráfico local obstrui vias públicas com barricadas e impõe resistência fortemente armada com trincheiras e seteiras distribuídas em pontos estratégicos da comunidade para impedir o acesso às forças policiais do Estado e em razão disso, há a imperiosa necessidade de atuação especializada em progressão e confronto armado FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site Jusbrasil

Povo de Israel passou a distribuir drogas em grande escala nos presídios e pode ter contato com grandes fornecedores. Vejas as unidades que essa facção se encontra no RJ e assassinatos cometidos pelo grupo e as lideranças do bando. Como funcionava o esquema de extorsão

MARIO HUGO MONKEN Até o ano de 2022, a Subsecretaria de Inteligência vinha acompanhando ocorrências indicando que a facção criminosa Povo de Israel praticava o tráfico de drogas intramuros em pequenas quantidades. Porém, as recentes apreensões demonstraram que a cúpula do grupo estaria se dedicando ao tráfico em grandes proporções, tendo por finalidade adistribuição e venda de entorpecentes para consumo no cárcere entre os próprios internos. O quantitativo de drogas apreendidas poderia demonstrar que eles podem estar estreitando relacionamento com grandes fornecedores dedrogas, assim se relacionando com o tráfico de drogas. Em 16 de setembro de 2023, no Presídio Nelson Hungria foram apreendidos por policias penais, dentro de um caminhão que iria entregarrefeições para os internos, os seguintes ilícitos: Em 20 de setembro de 2023, no Presídio Romeiro Neto (SEAPRN), em uma operação conjunta entre policias penais e a polícia civil, prenderam em flagrante, dois Inspetores de Polícia Penal que estariam em posse de aproximadamente posse de 200 (duzentos) tabletes de maconha escondidos no teto de um banheiro, pesando aproximadamente 3,5 (três quilos e meio) de erva seca O Povo de Israel vem conseguindo cada vez mais se estruturar, aumentando o quantitativo de integrantes e oprimindo outros internos que se oponham a seus mandos e com grande poder aquisitivo. Verifica-se um expressivo efetivo de internos que a cúpula desse grupo criminoso teria arregimentado durante os últimos anos, mantendo um controle das práticas de crimes e lucros obtidos intramuros por seus membros, motivo pelo qual outras Organizações Criminosas(Orcrim) teriam tentado se aliar ao PVI. Com base no efetivo carcerário de 19 de agosto de 2023, o soma do efetivo das unidades prisionais (UP) citadas, 18.030 (dezoito mil e trinta),corresponde a 42,09% do efetivo total, que era 42.828 (quarenta e dois mil oitocentos e vinte e oito). O efetivo de internos com perfil neutro, que estaria sob influência desse grupo criminoso, teria ultrapassado o percentual de presos faccionados, da orcrim apontada como a maior na capital fluminense. O grupo criminoso denominado “PVI” teria surgido através de um efetivo carcerário de presos sem facção (neutros) que almejavam um isolamento de seus integrantes em uma unidade prisional de alocação exclusiva, tal como ocorre com as organizações criminosas (Orcrim) Comando Vermelho (CV) e Terceiro Comando Puro (TCP), e sua primeira tentativa nesse sentido teria se dado com o pleito de transferência detodos os presos denominados neutros para o Presídio Hélio Gomes (SEAPHG), em 2004. À época dos fatos, o pleito não foi atendido pela Seap e o PVI deflagrou uma rebelião no Presídio Ary Franco (SEAPAF), que resultou na morte de 08 (oito) presos. Com o passar dos anos foram implementadas novas logísticas operacionais no Sistema Prisional Fluminense que consideraram o ingressosignificativo de presos denominados sem facção (neutros), o que resultou na atual realocação de 13 (treze) unidades prisionais (UP) para esteefetivo carcerário (neutros). Assim sendo, passaram a custodiar presos neutros as seguintes unidades prisionais: Presídio Diomedes Vinhosa Muniz (SEAPVM). Presídio Pedrolino Werling de Oliveira (SEAPPO); Presídio Nelson Hungria (SEAPNH); Cadeia Pública Inspetor José Antônio da Costa Barros (SEAPJB); Cadeia Pública Joaquim Ferreira (SEAPJFS); Instituto Penal Plácido Sá Carvalho (SEAPPC); Instituto Penal Benjamin de Morais Filho (SEAPBM); Presídio Evaristo de Morais (SEAPEM); Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM); Cadeia Pública Cotrin Neto (SEAPCN); Cadeia Pública Inspetor Luis Fernandes Bandeira Duarte(SEAPBD); Presídio Tiago Teles de Castro Domingues (SEAPTD); Cadeia Pública Juíza de Direito Patrícia Lourival Acioli (SEAPJP); Instituto Penal Edgard Costa (SEAPEC); Presídio Hélio Gomes (SEAPHG); Presídio Romeiro Neto (SEAPRN) O grupo criminoso PVI teria encontrado a oportunidade de arregimentar para o seu grupo, além dos presos sem facção, outrospresos expulsos de facções (principalmente do CV), valendo-se daquelas unidades prisionais designadas para a custódia de presos sem facção,denominados neutros. A estrutura hierárquica no âmbito do PVI, tem a presença de presos apontados como lideranças do grupo criminoso, que no PVI são identificados como “primeira voz”, suposto detentor de poder de mando, e demais presos identificados como “comissões”, porta-vozes das lideranças nos desígnios do grupo criminoso no âmbito de cada unidade prisional Alvinho é um dos chefões do grupo. Ele ingressou no Sistema Penitenciário Fluminense em 19 JUL 1999, e em 05 DEZ 2007 obteve decisão favorável ao gozo de benefício de Visita Periódica Familiar (VPF), ocasião em que não regressou ao estabelecimento penitenciário que estaria recolhido, passando a ser considerado evadido. Foi recapturado, em 13 de novembro de 2009, e permanece preso até a presente data. . Enquanto custodiado no Sistema Prisional Fluminense apresentou comportamento indisciplinar, tendo em seu desfavor 13 (treze) partes disciplinares. Possui 09 (nove) anotações criminais pela suposta prática dos crimes de homicídio, roubo simples e majorado e estupro Alvinho teria amplo prestígio junto aos asseclas faccionados deste grupo criminoso e poder de mando junto a todo efetivo carcerário dasunidades prisionais destinadas ao PVI, deliberando sobre o ingresso ou expulsão de membros, rebeliões, tentativas de fugas, interrupções dodenominado “disque extorsão” e aplicação de punições a integrantes, que teria resultado em lesões corporais, morte, resistência ou uso da força contra policiais penais. Sobre a expulsão do grupo do criminoso conhecido como Chadeia pontado como segundo na hierarquia do PVI em 2021. Na oportunidade, Alvinho teria tomado conhecimento de suposta tentativa de sequestro de sua família por “Chadeia”, em 2020, e teria identificadovínculos deste com a facção milícia de Macaquinho, Em relação ao ingresso de novos membros, tanto os presos sem facção criminosa como também presos ex-integrantes de facções criminosasexpulsos de suas facções, tal como identificou-se com o apenado Lorde, outrora integrante do Comando Vermelho (CV), atuante no Morro da Fé. Lord teria sido apontado como mandante do ataque ao ônibus linha 350 em novembro de 2005, que lhe teria resultado em supostas ameaças pelo CV, fazendo com que este migrasse para o PVI. Supostamente Alvinho teria autorizado que presos do PVI alocados no Presídio Milton Dias Moreira (SEAPMM) empreendessem em fuga em 2018. O fato envolveu a utilização de armas de fogo por presos daquela UP, que embora frustrada, resultou que policiais penais permanecessem reféns de presos. À época foi deflagrada uma operação que

Advogado morto em Seropédica defendeu narcomilicianos presos que foram dados por uma testemunha que relatou à polícia todos os detalhes sobre a união entre paramilitares e TCP na cidade. SAIBA TODA A HISTÓRIA

Uma testemunha explanou para policiais civis como se deu a união entre a milícia e traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Seropédica. Ela acabou conduzindo policiais até o local onde a milícia e o tráfico agiam, o que resultou em três presos, todos eles defendidos pelo advogado Luiz Gustavo da Silva Paixão, assassinado hoje na cidade.  Essa testemunha revelou que o líder da milícia na cidade, vulgo Bigode, recentemente preso, se associou ao traficante Bicheiro, também preso há pouco tempo, oriundo da comunidade do Complexo da Maré,  Com essa união, foi implantada na cidade a venda de drogas fornecidas pelo TCP. Bicheiro passou a fornecer a Bigode” as drogas e armas para fortalecer a milícia”; Parte do lucro obtido com a venda das drogas no município de Seropédica é repartido ao TCP. Após a prisão de Bigode, o miliciano Vitinho assumiu a liderança do grupo. Esse preso, por já ter atuado no Comando Vermelho, passou a ser perseguido pela milícia. E em 5 de agosto, teve a casa invadida por seis paramilitares armados, entre eles Vitinho O bandido afirmou que ele ainda era envolvido com o CV mas o depoente disse que não. Vitinho lhe deu um tapa, a esposa gritou e foi agredida, tendo  tendo caido no chão com a filha nos braços. Vitinho tomou o telefone celular do declarante e passou a mexer no aparelho a fim de encontrar alguma prova do envolvimento do declarante com o tráfico do CV.  Por fim, Vitinho disse que por não ter encontrado nenhuma prova não iria matar o declarante, mas ordenou que o declarante saísse de Seropédica e nunca mais voltasse, avisando que se encontrasse o declarante na rua iria mata-lo e picotar o corpo;  Antes de ir, Vitinho pegou a moto do declarante e roubou o veículo; Além da moto, o bandido roubou o telefone do declarante e exigiu que fosse fornecido as senhas. Após o roubo o declarante chegou em sua conta bancária que foi subitraído a quantia de R$ 999,00;  Ele viu sua motoccicleta sendo usada pela milícia na extorsão de comerciantes, na altura do km 49 de Seropédica;  Junto de Vitinho estava Marcelinho Macabu que encontrava-se armado de fuzil tendo invadido a casa de declarante ju Junto dos dois, estava Careca e outros três milicianos não identificados. O declarante disse que Vitinho começou sua carreira no crime vendendo drogas nas “casinhas” do km 54 da Rodovia Rio X São Paulo. Ocasião em que o declarante era viciado e comprava drogas com ele. Vitinho assumiu a milícia de Bigode desde a prisão deste.  E  a milícia de Bigode fechou parceria com o TCP, Terceiro Comando Puro, da Comunicande da Maré sendo Bicheiro, um dos líderes do tráfico de lá,, responsável por fornecer drogas e armas para a milícia Vulgo J, J é o homem de confiança de “Bicheiro” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes;  Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos “esticas” (traficantes que vendem drogas em casa). Na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “Bicheiro”, tendo como frente da boca o “J”, fica responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas;  O braço direito de J é Guigui, que atua junto com ele  no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;  Guigui junto de seus irmãos Ligueirinho e Cheio de Dente fazem a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; Q O declarante informa que nas quintas, sextas e sábados, semanalmente são feitas as cobranças da milícia ao comércio local na localidade do km 49. Além da extorção ao comércio local, nestes dias são feitos o “recolhe” das bocas de fumo de domínio do traficante de vulgo “J”;  Ele chegou a se oferecer informações  a mostrar os locais de atuação da milícia;  Em companhia de um policial civil, embarcou um uma viatura descaracterizada e juntos com outros policiais civis partiram em direção ao local onde milicianos estariam em atuação. Ao chegar ao km 49 da rodovia 465, Rio x São Paulo, o declarante teve a atenção voltada para dois milicianos que caminhavam junto ao comércio começando a efetuar a cobrança. O policial que encontrava-se com o declarante passou a informação para os outros policiais que encontravam-se em outras viaturas ostensivas. Os policiais civis abordaram os dois milicianos que estavam na cobrança; Após a prisão dos milicianos que estavam realizando a cobrança, o declarante em companhia dos policiais foram em direção ao bairro do Peixoto, a fim de flagrar “J” fazendo o recolhe do tráfico. Na esquina da Rua Isidro Borges com Av. Min Fernando Costa, os policiais civis visualizaram o “J” em uma motocicleta.  “J” ao avistar as viaturas da Polícia, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais. Ele confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;  De dentro da viatura o declarante escutou o momento em que “J” disse: Perdi, meu chefe e ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso disse que “é do recolhe;  Após as prisões, ele foi encaminhado a delegacia e identificou os presos como integrantes da milícia de Bigode, um deles de vulgo Merdero, que exerciam a função de cobrança. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil Reconheceu também J, responsável pelo fornecimento de drogas e distribuição das armas para os seguranças das bocas de fumo sob seu domínio. .  

Investigação sobre assassinato de advogado no Centro do Rio revela existência de grupo de extermínio formado por PMs responsável por vários homicídios com mesmo modus operandi

A investigação sobre o assassinato do advogado Rodrigo Crespo no Centro do Rio, em fevereiro deste ano, aponta para a participação de vários policiais militares da ativa em um grupo de execução/extermínio, que se aproveita do poder estatal para criar um poder paralelo e ainda se infiltrar no Poder Estatal, indo dos mais baixos aos mais altos postos de poder. Um PM está diretamente envolvido neste assassinato e está preso. Este grupo não apenas executa pessoas, mas também obstrui investigações e destrói evidências, comprometendo também a reputação da instituição da Polícia Militar, a qual é repleta, na sua grande maioria, de bons e honestos policiais. Esta situação revela uma tragédia dentro das polícias do Estado do Rio de Janeiro, onde alguns poucos maus policiais se unem a outros criminosos para executar pessoas a mando de várias pessoas e de organizações criminosas, criando assim sua própria estrutura criminosa responsável por uma série de homicídios encomendados, sem o menor receio de que as forças estatais elucidem o caso. Esta aliança entre membros da polícia e criminosos é uma afronta ao Estado Democrático de Direito e uma grave ameaça à segurança pública. O assassinato de Crespo, por sua função profissional e por seu interesse de empreender na exploração legal de jogos online (como destacado pelo MPRJ e pela autoridade policial), estabelece um precedente alarmante que evidencia a infinita audácia da organização criminosa, que mescla atividades aparentemente legais com ilegais (como jogos de azar e comércio de cigarros), com a intenção de eliminar, de maneira direta ou indireta, seus concorrentes.  Essa quadrilha, baseada em Duque de Caxias, estaria envolvida em diversos homicídios com modus operandi extremamente similar em diversos crimes: “o modo como se deu a execução, com o intenso monitoramento da vítima antes do crime; a utilização de veículo “clonado” para a empreitada; o uso de luvas e balaclava pelo executor direto; a crueldade e a precisão com que se deu a morte, sendo todos os disparos (ao que consta) certeiros e em regiões vitais de Crespo, e, não menos importante, a fuga posterior para esta cidade da baixada fluminense, conforme destacado pela autoridade policial representante”.  FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do.Rio de Janeiro

Leia com detalhes como age a quadrilha de ladrões de veículos e cargas baseada nas favelas Nova Holanda e Parque União, na Maré, todas do CV

Investigações comprovam que o Parque União e Nova Holanda, no interior do Complexo da Maré, dominadas pela facção “CV – Comando Vermelho”, funcionam como um grande centro de recebimento de veículos roubados/furtados.  O Complexo da Maré é o local de onde os bandidos saem para cometer os crimes, bem como o local para onde os veículos subtraídos são levados e, eventualmente, recuperados.  As lideranças destas comunidades, além de exercer as atividades tipicamente ligadas ao tráfico de drogas, também passaram a explorar outras formas de lucro, mormente o roubo de veículos e cargas, como forma de seu financiamento e sustento.  Os chefões que atuam na região determinam aos sujeitos que se encontram em posições mais baixas da hierarquia que estes vão para a rua e roubem determinado número de veículos ou cargas.  Após os roubos, os indivíduos retornam para a comunidade, local onde, com calma, podem usufruir dos bens roubados, seja lucrando diretamente com a venda da carga ou o desmanche de veículos, seja com a cobrança de “resgate” das seguradoras, etc. Os anos de 2022 e 2023 apresentaram números exorbitantes de roubos de cargas, roubos de veículos e roubos a transeuntes relacionados com a facção criminosa que exerce o comando territorial da comunidade do Complexo da Maré.  As investigações demonstraram que os roubos, quando não acontecem na área, acontecem em áreas próximas com o objetivo de que as cargas, carros e demais produtos roubados sejam levados para o interior do Complexo OS PRINCIPAIS AUTORES SÃO A) Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga – Apontado como criminoso de altissima periculosidade, considerado como o dono do Parque União. Possui 40 anotações criminais e 8 mandados de prisão, sendo o autor ou suspeitos de diversos crimes, entre eles: homicídios, associação criminosa, roubos, tráfico de drogas e associação para o tráfico.  B) Rodrigo da SIlva Caetano, o Motoboy – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré. Possui 94 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos, além de possuir 12 mandados de prisão pendentes.  C) Luiz Carlos Gonçalves de Souza, o LC – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos donos da Nova Holanda, do Complexo da Maré, juntamente com Motoboy. Possui 57 anotações criminais, entre homicídio, tráfico de drogas, organização criminosa e roubos de cargas.  D) Felipe Ferreira dos Santos, o Jackcargas – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsáveis dos roubos de cargas e veículos. Possui 31 anotações criminais, entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  E) João Pereira de Araújo Júnior , vulgos Russo ou Russão – Criminoso de altíssima periculosidade, apontado atualmente como um dos responsaveis pelos roubos de cargas e veículos, juntamente com JackCargas. Possui 24 anotações criminais, entre vários homicídios, roubos de cargas e veículos, homicídio, associação criminosa e organização criminosa. Possui 2 mandados de prisão pendentes.   F) Alex dos Snatos Souza Borges, o Pit – Criminoso apontado como um dos roubadores da comunidade e do bonde do JackCargas. Possui 2 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 2 mandados de prisão pendentes.  G) Eduardo Fernandes de Oliveira, o 2D – Criminoso apontado como um dos roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 35 anotações criminais sendo de roubo e receptação, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  H) Rodrigo Correia Martins Resende, o Loirinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 26 anotações criminais sendo entre homicídios, tráfico de drogas, associação criminosa, receptação, posse ou porte de arma de fogo, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 12 mandado de prisão pendente.  I) Luiz Felipe Medeiros Lage, o Filipinho – Criminoso apontado como um dos maiores roubadores da Comunidade da Nova Holanda e do bonde do JackCargas. Possui 23 anotações criminais sendo entre homicídios, associação criminosa, receptação, roubo de veículo e roubos de cargas, além de possuir 1 mandado de prisão pendente.  Um ladrão de carga relatou que usava  um “Jammer” (grande inibidor de sinal GPS). Disse que, em janeiro, foi chamado por roubadores de cargas e veículos  da Comunidade do Parque União e  Nova Holanda, para roubar uma carga de óleo. Segundo ele, tudo o que acontece na comunidade da Nova Holanda e Parque União passa pelo aval desses dois elementos (Alvarenga e Motoboy); Que todo o armamento utilizado no tráfico de drogas e roubos são fornecidos por esses dois donos;  Que no interior dessas comunidades existem revólveres, pistolas, fuzis e granadas;  Disse que os elementos que compõem o principal grupo de roubadores dessas comunidades é liderado por Jackcargas, tendo como integrantes Dentinho, Horeste, Bel, Cocada, Loirinho, Rato, Russo e 2D. Que todos esses roubadores são ladrões antigos na comunidade, com várias passagens; Que eles faziam parte do bonde do LeoGTA, que se encontra preso atualmente; Que Loirinho é o responsável pela clonagem de todo os veículos das comunidades; Que Russo possui uma pizzaria na comunidade;   Que esse grupo de roubadores, quando vão para a rua roubar cargas e veículos,  sempre utilizam carros blindados, fuzis, pistolas, roupas táticas, coletes e toucas ninjas; Que são utilizados vários veículos para os roubos, dentre eles  SW4, sendo dois blindadas e uma normal, Jeep Compass cinza, Toyota corola, um Toyota Corola Tcross, fiat argo para bater pista, HB20 branco;  Disse que um dos SW4 preto foi utilizado no  roubo de dois veículos que estavam em um caminhão cegonha, próximo da comunidade em Bonsucesso; Que o declarante afirma que toda a carga e  veículos roubados são colocados dentro do galpão desativado de uma empresa de ônibus, onde são desmanchados. Nas comunidades também são aceitos carros roubados em outras localidades e por outros roubadores de fora da comunidades, onde são pagos em dinheiro, geralmente em até 10% do valor do carro ou por troca de drogas; Que os roubos de cargas que foram

Veja o quem é quem na quadrilha de traficantes que fornecia drogas para o TCP da Maré que foi alvo de operação da PF e do MPRJ ontem

Veja agora as funções de cada um dos integrantes da organização criminosa de traficantes alvo de operação da Polícia Federal e do Ministério Público Estadual ontem. Robson Martins – Era o líder da organização criminosa e fornecedor de drogas para o Terceiro Comando Puro no Complexo da Maré, mais precisamente na Vila do Pinheiro. Após ser condenado em 2019 a 14 (quatorze) anos de reclusão por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro 11 , se refugiou no município deLima Duarte/MG, onde comprou a fazenda Rochedo, que servia de entreposto para o transporte das drogas para o Complexo da Maré, no Rio de Janeiro/RJ. Marcelo do Nascimento, Fábio Pires e Fábio Mezbarba ´-eram operadores financeiros da organização criminosa. Eram testas de ferro de Robson e, por consequência, agiam como seu representante nas sociedades empresárias , e por meio delas realizava movimentações financeiras de dinheiro do tráfico a mando do chefe. Mezabarba ainda era responsável por alugar veículos usados para o transporte das drogas. Marcão era o destinatário das remessas das drogas da organização criminosa no Complexo da Maré, para posterior distribuição local e a outras comunidades da facção criminosa Terceiro Comando Puro(TCP). Tinha ligação direta com Robson e com os transportadores das drogas. Fábio Rosa – era piloto de helicóptero da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em percursos mais longos. Foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 durante o transporte de 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína no helicóptero modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada PR-BAR, quando foi obrigado a fazer um pouso forçado em meio a um canavial no município de Paraguaçu Paulista/SP. Felipe Chadi – – Era o responsável pelo apoio logístico da organização criminosa na região de Paraguaçu Paulista/SP e adjacências. Era acionado sempre que havia alguma intercorrência no transporte da cocaína, tanto que foi preso em flagrante em 20 de maio de 2021 após resgatar o piloto de helicóptero Fábio Rosa, o qual foi obrigado a fazer um pouso forçado em um canavial de Paraguaçu Paulista/SP carregado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Robert Felipe – Era o mecânico do helicóptero da organização criminosa, que possuía um modelo Robinson 44, cor preta, matrícula adulterada para PR-BAR e modificado para o transporte de drogas. O denunciado fazia a manutenção do modificado helicóptero e foi chamado 4 vezes pelo piloto Fábio Rosa no dia em que fez o pouso forçado com 164kg (cento e sessenta e quatro quilos) de cocaína. Jaqueson de Aguiar – Era o motorista da organização criminosa, responsável por transportar as drogas em veículos automotores até o comprador. Foi preso em flagrante em 29 de julho de 2021 transportando 51kg (cinquenta e um quilos) de cocaína, escondidos na carroceria da VW/SAVEIRO, cor vermelha, placa KYR-5H29. (…) Christopher Michael – Tinha a função de “batedor” da organizaçãocriminosa durante o transporte da droga em veículos automotores. Auxiliava os motoristas indo à frente emoutro veículo para verificar a presença de alguma viatura da Polícia Rodoviária Federal ou da Polícia Militar. As investigações começaram a partir da prisão em flagrante de integrantes da quadrilha em 2021 . Durante as investigações foi possível identificar uma tede de tráfico de drogas interestadual e lavagem de dinheiro advinda do lucro ilícito, através da ocultação edissimulação de R$ 7.422.991,00 (sete milhões quatrocentos e vinte e dois mil novecentos e noventa e um reais) referentes às movimentações financeiras e R$1.825.436,92 (um milhão oitocentos e vinte e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos) referentes às aquisições de imóveis, quantias oriundas do crime de tráfico de drogas. Empresas de frutas, picador de madeiras, fibra, construções e distribuidora foram abertas para lavar o dinheiro do crime. O bando adquiriu uma fazenda pelo valor de R$ 1.035.436,92 (um milhão trinta e cinco mil quatrocentos e trinta e seis reais e noventa e dois centavos), quantia essa proveniente do tráfico de drogas e, seguida; ocultando-o e colocando em nome da empresa de picador de madeiras, Uma outra fazenda foi adquirida pelo valor de R$ 790.000,00 com dinheiro do tráfico de drogas, FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Veja os traficantes que fazem parte da Tropa do Salomão, que domina o Complexo da Serrinha (TCP)

Veja quem são os criminosos que cercam Lacoste, o chefão do tráfico no Complexo da Serrinha, em Madureira, cuja quadrilha é conhecida como Tropa do Salomão. . Contra Lacoste, há nove mandados de prisão expedidos. No Portal da Segurança de “Lacoste,” constam 82 anotações criminais, pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. Desde 2012, ele é líder das comunidades No ROWEB constam 88 procedimentos em seu desfavor O traficante Coelhão é hoje quem lidera um bando de criminosos do Complexo da Serrinha que participa efetivamente das guerras entre as organizações criminosas rivais, em especial o Comando Vermelho dos morros do Cajueiro e Congonha, Ele hoje estaria a frente das comunidades da Fazenda, Campinho, Fubá e Fungá. Um elemento que reforça a liderança de “Coelhão” é o desenho de um coelho nas postagens de criminosos da comunidade no Twitter. Em tais postagens, incluídas no informe da hierarquia local, é possível ver criminosos armados e na foto figuras com um jacaré e um coelho, fazendo alusão aos traficantes Coelhão e Lacoste. Coelhão” em sua página do Twitter (@Fzdserrinhasjmv.) costuma fazer postagens armado. No Portal de Segurança, há 22 anotações criminais em desfavor de “COELHÃO” pelos crimes de roubo circunstanciado, tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. Há contra Coelhão 01 mandado de prisão expedido. No ROWEB constam 23 inquéritos em desfavor de “Coelhão”. Ele foi preso em 2015 porém encontra-se em liberdade desde 2021. Abaixo de Lacoste e de Coelhão, está Boneco, que exerce a função de gerente geral. No Portal de Segurança, há 45 anotações criminais em desfavor de “Boneco” pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio.. Boneco “foi preso em 2015 e encontra-se evadido do sistema penitenciário desde 2017. O quarto da lista é Bonitão. No Portal constam 27 anotações pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e homicídio. No ROWEB constam 33 inquéritos em desfavor de “Bonitão, Ele foi preso em 2014 e encontra-se evadido do sistema penitenciário desde 2017. Tem também Cocão, na maioria das vezes esta envolvido nas guerras envolvendo as comunidades rivais. Na DRE, contra “Cocão”, há 5 procedimentos nesta especializada que investigam homicídios Outra figura é Atentado, sempre presente nas invasões. LO é mais um elemento da quadrilha. Ele era da Congonha e pulou para o TCP. É apontado como um dos maiores roubadores da região. No Portal de segurança de “LO” constam 15 anotações criminais pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, roubo circunstanciado, organização criminosa e homicídio. No ROWEB constam 23 procedimentos em seu desfavor. Tem ainda o Da Fazer, apontado como soldado do tráfico. Relatos indicam que quando invadem os morros do Cajueiro e da Congonha, os traficantes da Serrinha, costumam fazer pichações a fim de marcar território. Há grafias com os nomes dos invasores como Cocão, Vitorinha, Kong, LO, Da Fazer e Lacosta. Na Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), há diversos inquéritos nesta especializada com fatos semelhantes, em que criminosos da Serrinha invadem comunidades rivais, matam seus rivais, muitas vezes roubam suas armas e, em seguida, retornam para a Serrinha. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Seis PMs poderão ser expulsos da corporação suspeitos de serem laranjas de Zinho

Seis policiais militares estão sendo submetidos a Conselho de Disciplina da corporação suspeitos de serem laranjas do chefe da maior milícia do Estado do Rio de Janeiro, Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho. Foram identificados expressivos depósitos de recursos dos agentes suspeitos na conta de empresas de um homem investigado como sendo o braço financeiro de Zinho. Segundo as investigações, foram feitos depósitos pelos PMs suspeitos nos valores de R$ 414.618, 493.987, 296,881, 491.350, 349.000, 997.888 946.609 e vários outros entre 2019 e 2021. Outros cinco PMs também são investigados por efetuarem depósitos suspeitos, que iam para contas de postos de gasolina. Os policiais faziam parte do Núcleo de Depositantes, do quais se incluíam também outros 15 civis. FONTE: Boletim interno da PMERJ disponível no site Tenho Quase Tudo da PMERJ

A CRONOLOGIA DE UM CRIME BÁRBARO: Veja o passo a passo que acabou levando ao assassinato da jovem Camille Vitória, que desapareceu após ser convocada para uma suposta entrevista de emprego

Veja agora detalhes do assassinato de Camille Vitória Pereira Rodrigues, de 21 anos, que ficou desaparecida após ser atraída para uma entrevista de emprego. Depoimentos apontam que ela foi morta por um homem que usava terno por ter dado uma volta em uma mulher por conta de uma joia cara. Segundo relatos, um ex-policial militar acionou o vigia de um clujbe para arrumar uma mulher para fazer um serviço. Ele precisava de uma mulher jovem e malandra para tirar fotos e vídeos da esposa de um homem que estaria sendo traído. O ex-policial alegou que o homem tinha muito dinheiro e era proprietário de cinco postos de gasolina. O serviço era registrar a traição da mulher;. O ex-PM teria dito que o homem traído tinha 70 anos e a mulher 24 anos. O homem estava irritado alegando que ela estava gastando o dinheiro dele com o namoradinho. O vigia pensou em Vitória por se encaixar no perfil que o ex-PM queria e por saber que a jovem toparia esse tipo de serviço. Camille eceberia 500 reais pelo serviço. O vigia perguntou quanto receberia pela indicação e o ex-PM disse que daria uma ajuda financeira, mas não disse quanto; O vigia falou com Camille Vitória e ela topou o serviço. Ele intermediou o encontro. Eles marcaram no dia 26 de junho via Facebook para irem encontrar com o ex-PM na Central do Brasil; No dia 01 de julho, o vigia se encontrou com a moça em frente ao mercado Super Market de Anchieta, em frente ao MC Donalds, por volta de 8h, e foram juntos de ônibus da linha 124 (Nilópolis X Passeio) até a Central do Brasil. Camille fez um lanche primeiro e depois encontrou com o ex-PM. Ficaram converseando por por cerca de 15 minutos bem perto do acesso. Vitória e o ex-PM trocaram telefones. O ex-PM disse que o serviço seria no bairro Nova Campinas, em Duque de Caxias. O ex-policial buscaria a jovem na Central e levaria até a comunidade e depois voltaria com ela. O serviço foi adiado para o dia 05/07/2024. O vigia cruzou com a jovem na rua quando ela pegou o moto uber em direção a estação de trem de Anchieta. Por volta de meia-noite do mesmo dia, o ex-PM ligou para o vigia e edisse. “Deu ruim!!! Fui buscar a menina e ela não estava lá!! Desliga o telefone e quebra o chip”. O ex-PM utilizando o telefone da esposa para se comunicar com o vigia alegando que o dele estava quebrado; No sábado, dia 06/07/24, foi a uma loja perto do clube e formatou o seu aparelho celular e trocou o chip. Após o desaparecimento, não teve mais contrato com o ex-PM. O vigia falou que estava almoçando na casa da sua irmã quando soube que a família da jovem esteve no clube o procurando e o acusando de ter feito algo com ela. Ele ficou com medo e por orientação da própria irmã e da sua filha decidiu não voltar ao clube. As pessoas ligaram para a sua filha perguntando e acusando o declarante do desaparecimento de Camille. Disse que ficou com med de represálias por parte da família de Vitória. Sabe que o irmão de Vitória respondeu processos criminais, utiliza inclusive tornozeleira. .Durante esse tempo, ficou peregrinando nas casas dos seus parentes com medo. No domingo, ;dia 07/07/24, o declarante esteve na delegacia da Cidade Nova registrando uma calúnia, pois a família de Vitória esteve na casa da sua irmã. Ele reconheceu a foto do ex-PM.. Que perguntado se, em algum momento durante os dias de tratativa do serviço, o homem que estava sendo traído realizou algum contato direto com o declarante por telefone ou rede social , informa que não. Falou que teve por sua vida porque esse ex-PM é conhecido por ser muito violento; O ex-PM disse que conhecida o vigia há 40 anos quando residiam no bairro de Nilópolis. Disse que tinha conhecimento de que o vigia agencia diversas moças novas em programas de cunho sexual e sabia também que gravava video de moças novas, mas não sabe para qual finalidade. Falou que o desaparecimento de que o desaparecimento de Camille Vitória envolve diversas pessoas, inclusive o vigia e um outro amigo. Disse que encontrou com esse outro amigo que lhe apresentou uma demanda; Que Fernando lhe narrou que precisava de uma moça nova para realizar um determinado serviço e que o vigia já sabia quem seria. Que segundo esse amigo, ele estaria sendo chantageado por uma mulher e precisava de alguém para dar um flagrante nesta mulher com um homem;; E que a tal moça contratada deveria tirar fotos e filmar esta mulher em companhia de outra pessoa; O ex-PM disse que poderia ajudá-lo e, em troca, receberia mil reais. O ex-PM fez contato com seu amigo vigia fim de conseguir a tal moça para realizar o serviço. O vigia conseguiu uma menina para realizar o serviço contratado pelo amigo do ex-PM mas não era a menina que o homem procurava. O amigo do ex-PM recusou a menina dizendo que não era a garota e que o vigia e o ex-deveriam achar uma moça específica que o homem estava procurando; O ex-PM deveria fazer uma avaliação da nova moça e repassar ao amigo; Que em uma outra oportunidade, o ex-PM se encontrou novamente com o homem e presenciou quando o telefone dele tocou e ao atender o amigo mencionou “Nina com sendo a pessoa com quem estaria conversando; Que na ligação, o homem relatou a “Nina” que a primeira moça não era a tal menina que ele estava procurando; Ele indagou a “Nina” se o serviço seria em Caxias ou Guapimirim. O ex-PM não ouviu o que “Nina” teria respondido. Ele presenciou o amigo afirmando a “Nina” que outra moça, com perfil, seria contratada; Que no dia 02 de julho, por volta de 9:00h, o ex-PM se encontrou com Camille Vitória e o vigia e com João a fim de avaliar se esta teria

Investigação revela hierarquia do tráfico em favela de Belford Roxo que é comandada por filho de lendário Orlando Jogador

Investigação revela a atuação da facção criminosa Comando Vermelho na comunidade da Caixa D´Água, em Belford Roxo. Segundo os dados de inteligência, as lideranças que estão no topo da hierarquia do CV na localidade seriam pertencentes ao bandido conhecido como “Doca” ou “Urso”, sendo certo que ele fica no Complexo do Alemão e que abaixo de dele, na hierarquia quem também exerce liderança é o indivíduo conhecido como “Soró”. Outra liderança forte do CV é fruto do comando dos herdeiros do lendário traficante Orlando Jogador representando, atualmente por seu filho vulgo Popeye. Ele é o líder do CV na Caixa D´Agua é quem autoriza e comanda todas as atividades e empreitadas criminosas feitas pelos seus subalternos do crime. Na sequência da hierarquia do grupo de Popeye está o vulgo Dudu preso recentemente em abril de 2023. Em busca nas redes sociais foi possível identificar diversos perfis ligados ao tráfico da Caixa DÁgua e à facção CV. Vale salientar que todos os criminosos relacionados possuem em seus perfis postagens que os vinculam ao tráfico de drogas local, seja compartilhando fotografias portando armas de fogo, seja de substâncias que divulgam como material entorpecente, além também de publicações onde enaltecem traficantes locais. É sabido que esses perfis servem como forma de demonstração de poder, bem como demonstram grande afronta ao Estado, mais especificamente à Segurança Pública. Após longa pesquisa, foram selecionadas fotografias nitidas de rosto de cada nacional que possuía postagem onde demonstrassem seu envolvimento com o tráfico local, sendo tal demonstração através de fotografias portando arma de fogo, rádios transmissores e/ou grande quantidade de material assemelhado a drogas. Tal material foi enviado ao Instituto de Identificação Félix Pacheco, para que fosse realizado o Exame de Análise Morfológica Facial, Foram identificados outros bandidos como Arroz, Douglas, Marlon, Rafael, André Marcos e Matheus FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jusbrasil

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