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Corpo de traficante morto em megaoperação foi decapitado. Polícia disse acreditar que foram os próprios comparsas que fizeram isso para incriminar agentes da lei

O corpo do traficante Ravel Yago, morto na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, foi encontrado decapitado. Segundo a polícia, o criminoso teve a cabeça arrancada minutos depois de ser atingido por um tiro de fuzil, De acordo com a polícia, o disparo — feito de baixo para cima — atravessou o corpo de Ravel, causando graves lesões internas e levando à perda rápida de sangue. A perícia aponta que a cabeça foi cortada com um facão enquanto o sangue ainda circulava, o que indica que o ferimento fatal ocorreu instantes antes da decapitação. O secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, já havia dito que trabalha com a hipótese de que a decapitação tenha sido praticada por comparsas do próprio traficante, como forma de tentar incriminar os agentes de segurança e inflamar a narrativa de violência policial. A suspeita é reforçada por relatos de que Ravel estaria na linha de frente da facção durante o confronto. Investigadores também destacam que, no momento da ação, o tiroteio era intenso e dificultava a identificação dos atiradores. O corpo foi encontrado em uma área dominada pelo tráfico, o que aumenta a possibilidade de que o ato tenha sido cometido pelos próprios aliados do criminoso. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga se o crime teve motivação estratégica, como tentativa de manipular a opinião pública sobre as operações nas comunidades dominadas pelo tráfico. FONTE: Canal Pega Visão News (Whatsapp) e PCERJ

A traficante Japinha do CV não está entre os mortos em megaoperaçâo

A traficante Penélope ou Japinha nâo esta entre os mortos na negaoperacso nos complexos da Penha e Alemso conforme havia sido divulgado pela mídia. A Polícia Civil informou, nesta terça-feira (4), que o corpo inicialmente apontado como sendo dela é, na verdade, de um traficante baiano A confirmação foi feita após a circulação de uma imagem nas redes sociais mostrando um cadáver com um tiro no rosto, logo depois da megaoperação . Segundo a polícia, o homem foi identificado como Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, contra quem havia dois mandados de prisão em aberto. As autoridades também negaram que haja mulheres entre os 117 suspeitos mortos. Conhecida como “Japinha do CV” ou “Penélope”, a criminosa é considerada uma “soldado do tráfico” e costuma publicar fotos armada nas redes sociais. Apesar disso, ela não estava entre os alvos da megaoperação. FONTE: PCERJ

Milicianos tomaram área do CV na Taquara e bateram de frente com a polícia. Um morreu e outro ficou ferido

INa madrugada de segunda para terça, milicianos ligados à Léo Problema e Play do Jordão tomaram a comunidade do 700, na Rua Ipadu, na Taquara. A comunidade do 700, estava com os traficantes do CV. E na tarde de ontem, os milicianos saindo da comunidade bateram de frente com agentes da DRACO. Houve tiroteio e um miliciano morreu. Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação, nesta terça-feira (04/11), contra milicianos que realizavam cobranças ilegais, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio. Um criminoso foi morto e outro acabou ferido, sendo socorrido para um hospital da região.Os agentes flagraram a dupla fazendo as cobranças e realizaram abordagem. Os milicianos atacaram os policiais e houve confronto, resultando nos dois criminosos alvejados. fONTE: Milícia RJ News (Twitter) e PCERJ

Investigação que resultou em megaoperação teve uma primeira operação em dezembro com tiroteio e feridos mas sem mortes. Endereços de bandidos identificados já estavam vazios. Apuração esbarrou em deficiência tecnológica da polícia

A investigação que culminou com a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão prosseguiu exitosamente ao longo dos meses, ainda que com as naturais restrições decorrentes da pouca utilização cotidiana de telefones celulares para ligações convencionais, e da ausência de tecnologia em utilização pelos órgãos de segurança estatais para interceptação em conversas em tempo real via aplicativos, como Whats App. O deferimento de mandados de busca e apreensão contra 54 alvos todos localizados no Complexo da Penha, cujos endereços foram identificados no curso da investigação em tela, possibilitou o início de uma Operação chamada pela Polícia Civil de “Torniquete“, cuja primeira etapa justamente ocorreu no Complexo da Penha em 03 de dezembro. Pelo decurso de alguns meses entre a rápida decisão da Justiça, e a morosa expedição de mandados , diversos imóveis já se encontravam vazios, pois, sabidamente, traficantes em regra passam pouco em esconderijos, e em locais utilizados para crimes relacionados à malta. Ademais, certos indivíduos alvos, como BMW”, e Doca” ou “Urso”, não foram localizados para cumprimento de diversos mandados de prisão já existentes contra os mesmos.  Isso porque, tão logo se iniciou a operação policial, contando com centenas de agentes das policiais civil e militar, inclusive CORE e BOPE, houve intensa resistência de criminosos armados com fuzis, monitorados em tempo real por drones e helicópteros policiais. Inobstante os obstáculos, houve apreensão de aproximadamente cinco quilos de maconha, além de cumprimentos de mandados de prisão, e mais prisões em flagrante com apreensão de algumas armas de fogo. Graças aos mandados de busca e apreensão expedidos pelo juízo foi possível a entrada em dezenas de imóveis, sem qualquer ilegalidade. Inobstante o intenso e duradouro confronto armado, sinal não apenas dos armamentos pesados, mas também da cada vez maior ousadia dos traficantes na localidade, não houve notícias de fatalidade, apesar de alguns cidadãos (moradores locais) e um policial civil terem sido feridos.  Essas lesões colaterais, apesar de deverem ser evitadas ao máximo, lamentavelmente, se encontram no contexto da guerra urbana não declarada que vive o Rio de Janeiro contra traficantes das organizações criminosas, mormente o Comando Vermelho e seu projeto expansionista violento para domínio de comunidades pertencentes a outras facções criminosas hoje enfraquecidas. Antes da megaoperação,  diversos terminais tinham sido identificados, inclusive nas últimas interceptações, muitos ligados a lideranças do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Autoridade Policial e sua equipe estavam zelosamente buscando elementos para entrelaçar as relações criminosas entre traficantes do Comando Vermelho e seus respectivos papéis na malta. FONTE: TJ-RJ

Saiba o que o STF pediu ao governo do RJ sobre a megaoperação no Alemão e na Penha que deixou 121 mortos

O Supremo Tribunal de Federal determinou a necessidade imperiosa de preservação de quaisquer vestígios relacionados à materialidade de operações policiais com vítimas fatais como ocorreu nos complexos do Alemão e da Penha na semana passada que teve 121 mortos, bem como de execução de perícia efetiva e independente,  Preservação dos vestígios de crimes. Os agentes de segurança e profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro devem preservar todos os vestígios de crimes possivelmente cometidos em operações policiais, de modo a evitar a remoção indevida de cadáveres sob o pretexto de suposta prestação de socorro e o descarte de peças e objetos importantes para a investigação. (…)  Produção de provas periciais em investigações de crimes contra a vida. Os órgãos de polícia técnico-científica do Estado do Rio de Janeiro devem documentar, por meio de fotografias, as provas periciais produzidas em investigações de crimes contra a vida, notadamente o laudo de local de crime e  exame de necropsia, com o objetivo de assegurar a possibilidade de revisão independente, devendo os registros fotográficos, os croquis e os esquemas de lesão ser juntados aos autos bem como armazenados em sistema eletrônico de cópia de segurança para fins de backup. A Corte reafirma a autonomia técnica, científica e funcional das perícias como condição essencial para que ainvestigação conduzida pelo Ministério Público possa ser levada a efeito, nos termos das decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas Ações Diretas deInconstitucionalidade nº 6.621, 2.943, 3.309 e 3.318. Ontem, o ministro do STF Alexandre de Moraes se reuniu com o governador do Rio, Cláudio Castro e as autoridades da segurança pública fluminense mas eles não deram declarações sobre o encontro. FONTE: STF

Veja crimes cometidos por alguns dos chefes do tráfico de outros estados mortos na megaoperação no Alemão e na Penha

Uma das lideranças do tráfico no Amazonas que foi morta na operação nos complexos do Alemão e da Penha, vulgo Gringo ou Suiça, foi denunciado no seu estado por integrar grupo de criminosos que preparavam para atacar outra quadrilha de bandidos de criminosos, por causa do controle de pontos de vendas de drogas. Também morto no Alemão, Rafa Sorriso participava de  associação criminosa armada que praticava extorsões a  comerciantes e condutores de mototáxis da Comarca de Abaetetuba, no Pará, forçando-os a pagar, sob ameaça de morte e destruição de bens, determinada quantia mensal para que permitam o funcionamento regular dos comércios, sendo estabelecida uma espécie de “caixinha” , com os valores utilizados para subsidiar compras de armas e demais insumos destinados ao crime pela Facção Criminosa intitulada de Comando Vermelho – CV. Liderança na Bahia morta na megaoperação, Danilo Ferreira do Amor Divino, o Mazola,  foi acusado do homicídio de Jackson Quintino de Oliveira e da tentativa de assassinato contra dois homens.  Emerson Pereira Solidade, vulgo Píter,  era líder de uma facção denominada Primeiro Comando de Eunápolis (PCE) na Bahia. O bando se expandiu para a cidade mineira de  Almenara com a finalidade de expandir as atividades de tráfico na região do Vale do Jequitinhonha. Utilizavam residências abandonadas às margens do Rio Jequitinhonha para esconder armas de fogo e substâncias ilícitas. A hierarquia dentro da organização ficou evidenciada, com “Piter” e “Biel” atuando como líderes, ordenando ações criminosas, incluindo o envio de armas e drogas para intensificar as atividades da facção. Bandidos foram enviados para MG sob ordens dos líderes da facção, participando ativamente no transporte e venda de drogas ilícitas, além de atuar em ataques armados contra facções rivais para a tomada de território.  Morto na operação, Adan Pablo Alves de Oliveira, o Madruga, foi acusado de ordenar um homicídio em 27 de fevereiro de 2022 na cidade de Trindade, em Goiás. A vítima foi um rapaz de 19 anos. O crime foi praticado por motivo fútil e mediante emboscada A Polícia Civil confirmou a identificação de Cleiton Souza da Silva, um dos principais articuladores do tráfico de drogas no Norte do país, entre os criminosos neutralizados durante a Operação Contenção, realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio. Natural do Amazonas, Cleiton era ligado ao Comando Vermelho e considerado um dos responsáveis por fortalecer a presença nacional da facção. Investigações apontam que ele integrava, originalmente, a facção Família do Norte (FDN) mas migrou para o Comando Vermelho, contribuindo para a reconfiguração das rotas do tráfico de drogas no país. A aliança passou a controlar importantes áreas de fronteira, como as regiões entre o Brasil, o Peru e a Colômbia, por onde grandes carregamentos de entorpecentes ingressam no território nacional. Além de Cleiton, outros oito criminosos do Amazonas já foram identificados entre os opositores mortos. A identificação foi feita pela equipe de peritos da Polícia Civil. As circunstâncias das mortes são investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Em relação à atuação da facção criminosa, as investigações continuam com o objetivo de identificar demais integrantes Comando Vermelho e suas conexões interestaduais e internacionais. FONTE: Informações obtidas no site jurídico Jusbrasil

Comunidade disputada pelo CV e TCP em Belford Roxo voltou a ter guerra

Houve nova guerra na última noite entre traficantes na comunidade do Gogó da Ema, no bairro Bom Pastor, em Belford Roxo. O local que voltou a ser dominado pelo Terceiro Comando Puro foi novamente atacado por bandidos do Comando Vermelho. Há relatos de que um traficante foi morto. O tiroteio foi intenso e pode ser ouvido em bairros viziinhos. “Não se tem um momento de paz.”, disse um morador. “Bala comeu firme,cuidado morador ao voltar pra casa…” “Eu estava chegando do trabalho, só loucura” FONTE: Belford Roxo um grito de socorro (Facebook)

Oito mortos na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão foram réus por homicídio pela Justiça do RJ. Um deles foi condenado a 20 anos de prisão

Mortos na operação no Alemão e na Penha foram réus por homicídio. Foi o caso de Jonas de Azevedo Vieira, que foi acusado de um assassinato em Cabo Frio em 2016, mas foi impronunciado e a ação acabou arquivada em 2019. Marcos Adriano Azevedo de Almeida também foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2016. A vítima foi Valdei de Jesus. Ele foi condenado a 20 anos de prisão. Victor Hugo Rangel de Oliveira respondia a processo por homicídio cometido em 2024 em Arraial do Cabo. Foi um ataque contra PMs. Inclusive estava com prisão preventiva decretada. Maxwell Araújo Zacarias foi mais um que respondeu processo por homicídio cometido em Cabo Frio em 2020. Ele foi acusado junto a comparsas de tentar matar a vítima L.C.C desferindo-lhe disparos de arma de fogo, crime não se consumou por circunstâncias alheias às vontades dos denunciados, eis que a vítima Jocinei conseguiu fugir, apesar de ferida, e teve atendimento médico eficaz. O crime foi praticado por motivo torpe, haja vista a existência rixa entre as facções ligadas ao tráfico de drogas, vez que os acusados mudaram de facção, ou seja, saíram do Terceiro Comando Puro e migraram para a facção Comando Vermelho. Francisco Nataniel Alves Gonçalves foi condenado a oito anos de prisão por um homicídio cometido em 2022 em Nova Iguaçu na frente dos familiares da vítima. Leonardo Fernandes da Rocha virou réu por homicídio em 2014 em São João de Meriti mas foi absolvido da acusação. Anderson da SIlva Severo foi réu por homicídio cometido em Cabo Frio em 2010 mas também foi absolvido. Wagner Nunes Santana era réu pelo crime de feminicídio tentado cometido em 2023 em Nova iguaçu. FONTE: TJ-RJ

Polícia divulga lista parcial com nomes dos mortos na operação na Penha e no Alemão

A Polícia Civil divulgou uma lista parcial com os nomes dos mortos na operação realizada na última terça-feira nos complexos do Alemão e da Penha, Ao todo, 117 criminosos foram mortos na operação. Todos os corpos já foram periciados, em esquema especial que reuniu a Polícia Civil e o Ministério Público, e 89 foram liberados para retirada pelos familiares. As diligências seguem para identificar os restantes. LISTA PARCIAL: Aleilson da Cunha Luz JuniorAlessandro Alves de SouzaCauãn Fernandes do Carmo SoaresFabiano Martins AmancioJuan Marciel Pinho de SouzaMarllon de Melo FelisbertoCarlos Henrique Castro Soares da SilvaBrendon César da Silva SouzaYuri dos Santos BarretoMichael Douglas Rodrigues FernandesAlisom Lemos RochaRichard Souza dos SantosMaicon Thomaz Vilela da SilvaJonas de Azeredo VieiraLucas da Silva LimaMichel Mendes PeçanhaClaudinei Santos FernandesFernando Henrique dos SantosAndré Luiz Ferreira Mendes JuniorMarcos Adriano Azevedo de AlmeidaCleiton da SilvaDouglas Conceição de SouzaMaicon Pyterson da SilvaAlexsandro Bessa dos SantosDanilo Ferreira do Amor DivinoWaldemar Ribeiro SaraivaWendel Francisco dos SantosCleideson Silva da CunhaMarcio da Silva de JesusLuan Carlos Marcolino de AlcântaraNelson Soares dos Reis CamposVictor Hugo Rangel de OliveiraMaxwel Araújo ZacariasHercules Salles de LimaWillian Botelho de Freitas BorgesRonaldo Julião da SilvaYan dos Santos FernandesCélio Guimarães JúniorMarcos Vinicius da Silva LimaAlessandro Alves SilvaKauã Teixeira dos SantosJeanderson Bismarque Soares de AlmeidaDiego dos Santos MunizYago Ravel Rodrigues RosárioEdione dos Santos DiasRodolfo Pantoja da SilvaHito José Pereira BastosFelipe da SilvaEdson de Magalhães PintoCarlos Eduardo Santos FelícioFabio Francisco Santana SalesFrancisco Myller Moreira da CunhaLuiz Eduardo da Silva MattosLuiz Claudio da Silva SantosFrancisco Nataniel Alves GonçalvesLuciano Ramos SilvaVanderley Silva BorgesNailson Miranda da SilvaLuiz Carlos de Jesus AndradeVitor Ednilson Martins MaiaLeonardo Fernandes da RochaJônatas Ferreira SantosAnderson da Silva SeveroLucas Guedes MarquesWesley Martins e SilvaEmerson Pereira SolidadeYure Carlos Mothé Sobral PalomoTiago Neves ReisMarcos Antonio Silva JuniorDiogo Garcez Santos SilvaFrancisco Teixeira ParenteRafael de Moraes SilvaGabriel Lemos VasconcelosWellinson de Sena dos SantosCleys Bandeira da SilvaJosigledson de Freitas SilvaJonatha Daniel Barros da SilvaJosé Paulo Nascimento FernandesCleiton Cesar Dias MelloCleiton Souza da SilvaRicardo Aquino dos SantosAdailton Bruno Schmitz da SilvaWellington Brito dos SantosEvandro da Silva MachadoRonald Oliveira RicardoEder Alves de SouzaGustavo Souza de OliveiraRafael Correa da CostaFabian Alves MartinsArlen João de AlmeidaBruno Correa da CostaKauã de Souza Rodrigues da SilvaJean Alex Santos CamposFabricio dos Santos da SilvaWagner Nunes SantanaLuan Carlos Dias PastanaKleber Izaias dos SantosWallace Barata PimentelAdan Pablo Alves de Oliveira FONTE: Polícia Civil do RJ

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