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mortes em con fronto

Homem de guerra do TCP foi morto em Caxias

Dois fuz!s foram apreendidos pela polícia na comunidade do Sapinho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Após confronto, um homem identificado como “Amendoim” — apontado como chefe do TCP e homem de guerra da facção — foi baleado, e seu segurança preso. Amendoim chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. FONTE: Redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Prefeitura do Rio concede enterro gratuito de corpos de criminosos mortos em megaoperaçâo

A Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) do Rio manteve uma equipe de plantão no Instituto Médico Legal (IML) para oferecer atendimento aos familiares e oferecer o serviço de gratuidade para sepultamento a famílias de vítimas da megaoperação nos Complexos da Penha e do Alemão enterradas na cidade. Ao todo, cinco famílias encaminhadas pela Defensoria Pública do Estado receberam o serviço da gratuidade, direito assegurado a pessoas hipossuficientes ou corpos não reclamados nos hospitais ou IMLs do município. A gratuidade oferecida pela Prefeitura do Rio segue o art. 228, XII do Decreto Municipal nº 39.094/2014, e cobre integralmente os custos do sepultamento, incluindo caixão, traslado e cova. Não estão contempladas despesas relativas à realização de velórios. FONTE: Prefeitura do Rio

Voltou a ter guerra na Carobinha (CV x milícia)

Voltou a ter guerra na última noite na comunidade da Carobinha, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio Moradores ficaram apavorados com a intensa troca de tiros. Há relatos de mortos e baleados no embate. Os traficantes atravessaram um caminhão na pista para impedir a chegada da polícia. A área é dominada pela milícia e vem sofrendo ataques de traficantes do Comando Vermelho. Os ataques partiram da Vila Kennedy. FONTE: Página Campo Grande ao Vivo (Instagram)

TCP estaria se armando para retomar o Fubá e o Campinho aproveitando-se de baixas no CV

O Terceiro Comando Puro, do Complexo da Serrinha, está se mobilizando para tentar retomar o controle das favelas do Campinho e do Fubá, na Zona Norte do Rio, após o Comando Vermelho sofrer baixas nesta semana nessas regiões. As ações seriam coordenadas por um criminoso identificado como “Cocão da Serrinha”. Hoje, ao menos três criminosos foram mortos no Fubá, seis foram presos e seis fuzis foram apreendidos. FONTE: redes sociais do jornalista Bruno Assunção

Corpo de traficante morto em megaoperação foi decapitado. Polícia disse acreditar que foram os próprios comparsas que fizeram isso para incriminar agentes da lei

O corpo do traficante Ravel Yago, morto na megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, foi encontrado decapitado. Segundo a polícia, o criminoso teve a cabeça arrancada minutos depois de ser atingido por um tiro de fuzil, De acordo com a polícia, o disparo — feito de baixo para cima — atravessou o corpo de Ravel, causando graves lesões internas e levando à perda rápida de sangue. A perícia aponta que a cabeça foi cortada com um facão enquanto o sangue ainda circulava, o que indica que o ferimento fatal ocorreu instantes antes da decapitação. O secretário da Polícia Civil, Felipe Curi, já havia dito que trabalha com a hipótese de que a decapitação tenha sido praticada por comparsas do próprio traficante, como forma de tentar incriminar os agentes de segurança e inflamar a narrativa de violência policial. A suspeita é reforçada por relatos de que Ravel estaria na linha de frente da facção durante o confronto. Investigadores também destacam que, no momento da ação, o tiroteio era intenso e dificultava a identificação dos atiradores. O corpo foi encontrado em uma área dominada pelo tráfico, o que aumenta a possibilidade de que o ato tenha sido cometido pelos próprios aliados do criminoso. A Delegacia de Homicídios da Capital investiga se o crime teve motivação estratégica, como tentativa de manipular a opinião pública sobre as operações nas comunidades dominadas pelo tráfico. FONTE: Canal Pega Visão News (Whatsapp) e PCERJ

A traficante Japinha do CV não está entre os mortos em megaoperaçâo

A traficante Penélope ou Japinha nâo esta entre os mortos na negaoperacso nos complexos da Penha e Alemso conforme havia sido divulgado pela mídia. A Polícia Civil informou, nesta terça-feira (4), que o corpo inicialmente apontado como sendo dela é, na verdade, de um traficante baiano A confirmação foi feita após a circulação de uma imagem nas redes sociais mostrando um cadáver com um tiro no rosto, logo depois da megaoperação . Segundo a polícia, o homem foi identificado como Ricardo Aquino dos Santos, de 22 anos, contra quem havia dois mandados de prisão em aberto. As autoridades também negaram que haja mulheres entre os 117 suspeitos mortos. Conhecida como “Japinha do CV” ou “Penélope”, a criminosa é considerada uma “soldado do tráfico” e costuma publicar fotos armada nas redes sociais. Apesar disso, ela não estava entre os alvos da megaoperação. FONTE: PCERJ

Milicianos tomaram área do CV na Taquara e bateram de frente com a polícia. Um morreu e outro ficou ferido

INa madrugada de segunda para terça, milicianos ligados à Léo Problema e Play do Jordão tomaram a comunidade do 700, na Rua Ipadu, na Taquara. A comunidade do 700, estava com os traficantes do CV. E na tarde de ontem, os milicianos saindo da comunidade bateram de frente com agentes da DRACO. Houve tiroteio e um miliciano morreu. Policiais civis da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) realizaram uma ação, nesta terça-feira (04/11), contra milicianos que realizavam cobranças ilegais, na Taquara, Zona Sudoeste do Rio. Um criminoso foi morto e outro acabou ferido, sendo socorrido para um hospital da região.Os agentes flagraram a dupla fazendo as cobranças e realizaram abordagem. Os milicianos atacaram os policiais e houve confronto, resultando nos dois criminosos alvejados. fONTE: Milícia RJ News (Twitter) e PCERJ

Investigação que resultou em megaoperação teve uma primeira operação em dezembro com tiroteio e feridos mas sem mortes. Endereços de bandidos identificados já estavam vazios. Apuração esbarrou em deficiência tecnológica da polícia

A investigação que culminou com a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão prosseguiu exitosamente ao longo dos meses, ainda que com as naturais restrições decorrentes da pouca utilização cotidiana de telefones celulares para ligações convencionais, e da ausência de tecnologia em utilização pelos órgãos de segurança estatais para interceptação em conversas em tempo real via aplicativos, como Whats App. O deferimento de mandados de busca e apreensão contra 54 alvos todos localizados no Complexo da Penha, cujos endereços foram identificados no curso da investigação em tela, possibilitou o início de uma Operação chamada pela Polícia Civil de “Torniquete“, cuja primeira etapa justamente ocorreu no Complexo da Penha em 03 de dezembro. Pelo decurso de alguns meses entre a rápida decisão da Justiça, e a morosa expedição de mandados , diversos imóveis já se encontravam vazios, pois, sabidamente, traficantes em regra passam pouco em esconderijos, e em locais utilizados para crimes relacionados à malta. Ademais, certos indivíduos alvos, como BMW”, e Doca” ou “Urso”, não foram localizados para cumprimento de diversos mandados de prisão já existentes contra os mesmos.  Isso porque, tão logo se iniciou a operação policial, contando com centenas de agentes das policiais civil e militar, inclusive CORE e BOPE, houve intensa resistência de criminosos armados com fuzis, monitorados em tempo real por drones e helicópteros policiais. Inobstante os obstáculos, houve apreensão de aproximadamente cinco quilos de maconha, além de cumprimentos de mandados de prisão, e mais prisões em flagrante com apreensão de algumas armas de fogo. Graças aos mandados de busca e apreensão expedidos pelo juízo foi possível a entrada em dezenas de imóveis, sem qualquer ilegalidade. Inobstante o intenso e duradouro confronto armado, sinal não apenas dos armamentos pesados, mas também da cada vez maior ousadia dos traficantes na localidade, não houve notícias de fatalidade, apesar de alguns cidadãos (moradores locais) e um policial civil terem sido feridos.  Essas lesões colaterais, apesar de deverem ser evitadas ao máximo, lamentavelmente, se encontram no contexto da guerra urbana não declarada que vive o Rio de Janeiro contra traficantes das organizações criminosas, mormente o Comando Vermelho e seu projeto expansionista violento para domínio de comunidades pertencentes a outras facções criminosas hoje enfraquecidas. Antes da megaoperação,  diversos terminais tinham sido identificados, inclusive nas últimas interceptações, muitos ligados a lideranças do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Autoridade Policial e sua equipe estavam zelosamente buscando elementos para entrelaçar as relações criminosas entre traficantes do Comando Vermelho e seus respectivos papéis na malta. FONTE: TJ-RJ

Saiba o que o STF pediu ao governo do RJ sobre a megaoperação no Alemão e na Penha que deixou 121 mortos

O Supremo Tribunal de Federal determinou a necessidade imperiosa de preservação de quaisquer vestígios relacionados à materialidade de operações policiais com vítimas fatais como ocorreu nos complexos do Alemão e da Penha na semana passada que teve 121 mortos, bem como de execução de perícia efetiva e independente,  Preservação dos vestígios de crimes. Os agentes de segurança e profissionais de saúde do Estado do Rio de Janeiro devem preservar todos os vestígios de crimes possivelmente cometidos em operações policiais, de modo a evitar a remoção indevida de cadáveres sob o pretexto de suposta prestação de socorro e o descarte de peças e objetos importantes para a investigação. (…)  Produção de provas periciais em investigações de crimes contra a vida. Os órgãos de polícia técnico-científica do Estado do Rio de Janeiro devem documentar, por meio de fotografias, as provas periciais produzidas em investigações de crimes contra a vida, notadamente o laudo de local de crime e  exame de necropsia, com o objetivo de assegurar a possibilidade de revisão independente, devendo os registros fotográficos, os croquis e os esquemas de lesão ser juntados aos autos bem como armazenados em sistema eletrônico de cópia de segurança para fins de backup. A Corte reafirma a autonomia técnica, científica e funcional das perícias como condição essencial para que ainvestigação conduzida pelo Ministério Público possa ser levada a efeito, nos termos das decisões proferidas pelo Supremo Tribunal Federal nas Ações Diretas deInconstitucionalidade nº 6.621, 2.943, 3.309 e 3.318. Ontem, o ministro do STF Alexandre de Moraes se reuniu com o governador do Rio, Cláudio Castro e as autoridades da segurança pública fluminense mas eles não deram declarações sobre o encontro. FONTE: STF

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