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MILICIA

Traficantes do CV passaram atirando em várias áreas da milícia na Zona Oeste do Rio

Relatos de muitos tiros durante a noite de ontem nas localidades do Barbante, Casinhas, Vila Nova, Campo Belo, NovonHorizonte, Letícia e Tingui, que ficam entre os bairros de Inhoaiba e Campi Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Essas áreas são controladas por milicianos e teriam sido atacadas por traficantes do Comando Vermelho que passaram atirando liderados pelo bandido vulgo RD, dado como morto recentemente.. Os paramilitares reagiram. “Muito tiro mesmo. Moro no Vila Nova e deu para escutar de casa”, escreveu um morsdor”. “Moro no Jardim Letícia. Muito perto e alto. Vários tiros”, postou outro. “Muito tiro mesmo. Estava fazendo janta e perdi até a fome” “Moro no Barbante e foi muito tiro”. *Muito tiro. Fui comprar bebida, tomei um susto e a garrafa até caiu”.. “Estava na rua. Tremendo até agora 🥴” FONTE: Página Campo Grande ao Vivo ( instagram)

Dois homens foram mortos em áreas dominadas por milicianos na Zona Oeste do Rio

Dois homens foram executados nesta quinta-feira em diferentes pontos da Zona Oeste do Rio, em áreas dominadas por milicianos. Um rapaz conhecido como Rafael foi assassinado com vários tiros de fuzil na Novo Arraial, no Gouveia, em Paciência. A vítima era bastante conhecida, pois tinha um bar ao lado do posto de gasolina no 7 de Abril. Em Guaratiba, um homem foi morto no Magarça. Segundo relatos, ele era miliciano e fazia cobranças na hora do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 27º BPM (Santa Cruz), nesta quinta-feira (13/03), policiais da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Rua Campo Formoso, em Guaratiba. No local, os militares foram informados que um homem foi atingido por tiros e socorrido por populares ao Hospital Rocha Faria. A ocorrência foi encaminhada à 43ª DP. FONTE: PMERJ, Páginas Campo Grande ao vivo (Telegram) e Milícia RJ News (Twitter)

Suposto miliciano foi assassinado em Jacarepaguá

Na noite de ontem, um homem foi morto a tiros por ocupantes de uma moto na Estrada do Pau Ferro, próximo à farmácia Pacheco e ao Supermercado Princesa, no Pechincha, em Jacarepaguá. A vítima estava em um bar quando foi atingida. Segundo o que saiu na imprensa, ele se chamava Felipe e atuava como miliciano na Gardênia Azul, comunidade que foi tomada pelo Comando Vermelho. Câmeras de segurança flagraram a ação dos assassinos. As imagens foram exibidas na TV. FONTE: Página Jacarepaguá Notícias RJ (Facebook)

Três chefões do CV e da milícia no RJ continuarão presos longe do Estado pelos próximos anos

Três perigosos chefões do Comando Vermelho e da milícia vão continuar em presídios federais fora do Rio de Janeiro pelos próximos anos. A Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) renovou a manutenção em penitenciárias da União dos traficantes Cláudio José de Souza Fontarigo, o “Claudinho da Mineira” e Rogério Avelino da Silva, o “Rogério 157”, por mais três anos, enquanto o miliciano Maurício Silva da Costa, o “Maurição”, ficará pelos próximos dois anos. A Justiça também explicou o retorno de três detentos de presídios federais para o Estado – Edmilson Ferreira dos Santos, o “Sassá”; Claudio Mariano Mendes dos Santos, conhecido como “Dr. Santos”, e Luiz Carlos de Souza, o “Monstrão. Segundo o TJ-RJ, as decisões obedeceram a critérios objetivos e definidos em lei. No caso de Edmilson e Claudio, houve decisão anterior da Justiça Federal que diminuiu o prazo de renovação para um ano, expirando em 2025, e que não houve manifestação contrária pela Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) e Secretaria da Polícia. Além disso, relatório apresentado analisou a boa conduta dos detentos e a relevância do apoio familiar para uma reinserção social favorável. Já em relação a Luiz Carlos, foi considerado, na decisão, o cálculo de pena do apenado, considerando que já foi cumprida pena de 13 anos, 3 meses e 15 dias, restando 6 anos, 5 meses e 3 dias, não demonstrando, assim, ser razoável a prorrogação do prazo para manutenção em presídio federal, de caráter excepcional. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Saiba o modus operandi de mais uma milícia que atua em Belford Roxo

Tivemos acesso a informações sobre a atuação de uma terceira milícia em Belford Roxo O grupo atua nos bairros Wona, Vale das Mangueiras, Luz, Parque Esperança e Parque dos Ferreiras. A quadrilha é liderada por um indivíduo conhecido cono Cabeça de Ouro. Os milicianos realizavam cobranças semanalmente, aos sábados, em estabelecimentos, entre 10h e 12h, Em janeiro, dois paramilitares foram presos fazendo cobranças e admtiram aos policiais que recebiam como pagamento pela prática do crime a quantia de R$ 400,00 semanais para realizarem as extorsões; Os valores cobrados variavam entre R$ 25,00 e R$ 90,00 semanais, à depender do tamanho da loja. Um estabelecimento de materiais de construção, por exemplo, tinha que pagarR$ 50. O Serviço Reservado do batalhão da área levantou que o modus operandi do grupo consiste em dois indivíduos desarmados cobrando os comerciantes, porém informando a quem não pagar que o mal maior vai acontecer. Através da inteligência, PMs obtiveram de forma anônima vídeos que mostraram a atuação dos dois milicianos extorquindo comerciantes na região dos estabelecimentos citados; estando estes vídeos retidos na inteligência provavelmente para preservação da identidade e da própria vida dos cinegrafistas. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Em outras regiões de Belford Roxo, comerciantes admitiram pagar taxas variadas a milícia

Em outra região de Belford Roxo, age a milícia do Xavantes. O proprietário de uma barbearia que ficava no bairro mas já deixou o local, disse que a milícia cobra dinheiro na localidade. Eram R$ 30 por semana. Contou que geralmente, vai um cobrador sozinho, de moto ou de carro, e nem sempre ia a mesma pessoa ; que não se recorda do dia em específico. Segundo seu relato, a milícia cobrava lá semanalmente, em dias diferentes; que a pessoa se identificava e dizia que estava ali cobrando a taxa da milicia.O dono de uma loja de rações disse que pagava segurança para a milicia, no valor de R$ 35,00 por semana. Disse que os bandidos passvaam em dias alternados; que paga a quantia em espécie; que são vários homens que passam cobrando. Contou sobre os vulgos dos milcianos que cobravam: Gordão, Orelha, Pim e Pulga. O dono de uma papelaria disse que pagava taxa para a milícia de R$ 25,00 (vinte e cinco reais) por semana. Falou que não tem dia certo para as cobranças; que paga em dinheiro em espécie; que as cobranças são realizadas por pessoas diferentes. O proprietário de um sacolão disse que continua pagando, R$ 60,00 por semana para a milícia ; que varia muito as pessoas que vão realizar as cobranças, pois tem uns que acabam presos, e vão outros; que sai um e entra outro; que eles não têm dia certo para cobrar; que quando não estava na loja, seus funcionários já ficavam sabendo que tinham que pagar; que um dos cobradores, certa vez, foi preso dentro de seu sacolão; ele tinha o vulgo de Dudu; que o acusado já tinha passado na área lá cobrando; que ao ver a foto do acusado, o reconhece como uma das pessoas que passavam fazendo cobranças “. Segundo um PM, essa milícia atua no Xavantes, Farrula, Vila Entre Rios e Heliopolis. Seria liderada por um indivíduo de vulgo Kibe. Como alguns milicianos que agiam no grupo tinham passagem na polícia e tinham medo de serem presos, a quadrilha buscou uma pessoa com ficha limpa, para realizar as cobranças. Recebiam R$ 400 por semana para realizar as cobranças FONTE: Trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

Em Belford Roxo, comerciantes têm que pagar a milícia para se protegerem da própria milícia

Em Belford Roxo, os comerciantes pagam taxas à milícia do Babi para se protegerem dos próprios criminosos que exitem a quantia. Os milicianos passam uma desinformação para os comerciantes. ELes passam uma informação para um [comerciante] falando que é uma taxa de segurança para evitar roubos no local. Outros informaram que é uma contribuição exigida pela milícia para que eles consigam atuar no bairro. E outros informam que apenas são ameaçados, que se não pagarem vai ter que fechar o comércio porque, entre aspas, quem manda na área são eles. Os valores oscilam de acordo com a rentabilidade da loja , então eles oscilam de 20 a 60 reais, podendo passar um pouco mais desse valor; a cobrança é feita semanalmente; Os paramilitares extorquem todos, até os catadores de latinhas; é cobrada pela milícia qualquer atividade comercial que gere algum lucro. Essa milícia é chefiada por Jefferson da Mata Luquete, conhecido como ‘Kim Aleijado’ ou ‘K10’; o segundo na hierarquia, salvo engano, é ‘Jef Sombra’, Rodrigo Leite; e o terceiro homem ‘Carlinhos’, O padrão de cobrança é sempre o mesmo: eles iam de moto com camisa preta, boné preto. A vítima vai até a delegacia para poder registrar denúncia logo depois o comércio tem o assaltado ou o carro é vandalizado, ou a loja é pichada. Por isos, por medo, os comerciantes não vão até a polícia. A área de cobrança é vasta, o Babi, por exemplo, que é o primeiro ponto de cobrança, até o São Bernardo, que é o último ponto de cobrança, é uma distância considerável, tanto que é feita com uma moto, que é o veículo mais rápido, até mesmo para fugir da viatura policial, na medida em que eles vêem a viatura é o veículo mais fácil de se evadir Os milicianos recebem de remuneração pagamento quinzenal, de 600 ou 700 reais, FONTE: Trecho de processo do TJ-RJ disponível no site jurídico Jusbrasil

A imprensa requentou o caso e a gente explica como foram os bastidores da guerra que fez o CV tomar a Gardênia Azul da milícia em 2023, segundo a Justiça

A imprensa do Rio de Janeiro requentou hoje a história da guerra na Gardênia Azul, em Jacarepaguá, em 2023, entre o Comando Vermelho e milicianos.Um relatório da Justiça apontou como tudo aconteceu. Segundo o documento, no final do ano de 2022, o então miliciano André Boto”, por intermédio de “Playboy da Curicica, expandiu sua influência para Gardênia Azul, comunidade situada geograficamente próxima da região de Curicica, reduto de Boto. Após o avanço de “Boto” para a região, os líderes milicianos que ali atuavam, conhecidos como Lesk e Gargalhone, foram buscar auxílio da milícia de “Zinho” para retomarem as localidades. Depois de algumas semanas de confrontos na Gardênia Azul, Zinho retirou seus “soldados”, deixando “Lesk e Gargalhone” sem apoio na guerra contra o “Bonde do Boto, porém ambos os lados sofreram perdas de material humano Com a falta de apoio de “Zinho, Lesk e Gargalhone”, para retomarem acomunidade Gardênia Azul, acabaram por procurar o Comando Vermelho. A aliança teria sido costurado por “Lesk”, já que o mesmo, antes de integrar a milícia, possuiu vínculos com o tráfico de drogas. O CV então passou a realizar uma série de ataques na Gardênia Azul aproveitando-se dos confrontos prévios entre milicianos, o que, como mencionado, enfraqueceu a orcrim paramilitar “Bonde do Boto, que, até então, detinha a influência da região. Com o avanço do CV, os milicianos integrantes do “Bonde do Boto recuaram para Curicica porém, agora, além de confrontar com os milicianos do“Bonde do Zinho”, eles teriam que fazer oposição ao CV na época. Tanto Lesk como Gargalhone já estão mortos. FONTE: Relatório do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro disponível no site jurídico Jusbrasil

Miliciano que tinha importante hierarquia no passado e perfil violento ganhou o direito de trabalhar fora da cadeia

O miliciano vulgo Chang Lee ganhou o direito de trabalhar extramuros em uma empresa no bairro Parque José Bonifácio, em São João de Meriti mas há a denúncia de que estaria circulando com paramilitares em Santa Cruz. Em processo de 2018, ele foi citado como importante figura na maior milícia do RJ quando esta era comandada por Wellington da Silva Braga, o Ecko. Seu perfil era bastante violento, sendo o mesmo conhecido por ser um dos braços armados de Tandera Na hierarquia da organização, Chang Lee era um terceiro em linha de comando de seu grupo e apresentava perfil de ação operacional e violento.Ele chegou a ser preso pela PRF com quantidade grande de armas. Chang Lee ostenta diversas anotações criminais, incluindo uma condenação definitiva. FONTE: Secretaria de Adminstraição Penitenciária, Página Milícia RJ News (Twitter) e site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Segundo na hierarquia da milícia de Juninho Varão foi preso em Cabo Frio

Agentes da DRACO e da Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) prenderam hoje o segundo homem na hierarquia da milícia comandada por Juninho Varão, que atua nos municípios de Nova Iguaçu, Queimados e Seropédica, na Baixada Fluminense: Warley Mansur. Warley foi localizado e detido no Centro da cidade de Cabo Frio, na Região dos Lagos, após 10 meses de trabalho de monitoramento e investigações. A milícia de Varão é responsável pela prática de extorsão, tráfico de armas, homicídios e controle territorial por meio de taxas ilegais. A quadrilha planejava ampliar sua atuação para outras áreas da região Metropolitana. Contra o foragido, foi cumprido um mandado de prisão preventiva. Além disso, ele foi condenado a mais de nove anos de reclusão em regime fechado por porte ilegal de armas e associação criminosa. FONTE: Polícia Civil do Rio de Janeiro

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