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investigação

Investigação revela os líderes e destaca a importância estratégica da Favela da Kelson´s para o Comando Vermelho

Investigação traça detalhes do funcionamento do tráfico de drogas na Favela Kelson´s, na Penha. O líder é Dalton ou DT. Outros que estavam na linha de comando eram os traficantes Maçã, que acabou morto ano passado, e Sucesso;; A comunidade Kelson´s mesmo afastada fisicamente do Complexo da Penha, funciona como ponto estratégico por esta localizada as margens da Av. Brasil e Baía de Guanabara, as principais vias de entrada e drogas, armas e cargas roubadas. A Kelson´s funciona também como ponto de descarte de corpos oriundos do Complexo da Penha, assim como da própria Kelson´s , que são lançados a Baía da Guanabara em tonéis. Em depoimento à polícia, um moradora da Kelson´s desde 1995, que não aguentava tanta violência que pretendia deixar a comunidade e voltar a sua cidade natal. Dalton possui 14 anotações criminais, dentre eles os delitos de roubo majorado, roubo de cargas, tráfico de drogas e homicídio. Versacomo autor em 19 registros de ocorrência pelos mesmos delitos, possui 03 mandados de prisão pendentes, ingressou no sistema penitenciário em 15/06/2010, tendo a liberdade em 07/10/2015; Sucesso possui 18 anotações criminais, dentre eles os delitos de roubo majorado, tortura, associação para o tráfico. Versa como autorem 20 registros de ocorrência e 02 mandados de prisão em aberto. Ingressou no sistema penitenciário em 12/07/2016, sendo libertado no regime semiaberto em 16/10/2019. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site jurídicio jusbrasil

Veja mais detalhes sobre como funciona a estrutura criminosa do TCP no Complexo da Maré (cronologia de lideranças, vulgos, outros negócios, ordens para a entrada, tipos de armas usadas, salário, entre outras informações)

A Vila dos Pinheiros assim como as comunidades da Baixa do Sapateiro, Timbau, Fogo Cruzado, Vila do João, Salsa e Merengue e Conjunto Esperança, todas no Complexo da Maré e dominadas pela facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP), têm os mesmos donos “, modificando apenas os gerentes. Elas eram todas comandadas pelo traficante Facão, fundador do TCP. Quando este foi preso, passou a ser o líder Menor P ou Astronauta. Com os dois presos, foi nomeado para comandar as comunidades, o traficante TH. Em maio de 2020, o traficante Mangolé foi colocado em liberdade e passou a dividir com o TH o comando. Ele chegou a ir para o Complexo da Alma, em São Gonçalo quando foi solto. Facão posteriormente foi solto mas dizem que ele largou o crime. TH e Mangolé nestão na qualidade de maiores líderes em liberdade do TCP, na Região do Complexo da Maré, recebendo ordens de Menor P. Facão e Menor P que planejavam, escolhiam e ordenavam as pessoas que iriam executar as tarefas, os atos criminosos. Na região, estima-se que deve ter em torno de 50 ou mais pessoas que exercem a função de radinho e de olheiro. O turno começa ás 6h e vai até as 18. O radinho não pode passar seu equipamento para ninguém e o salário seria de R$ 800 por quinzena. Alguns dos radinhos ficam em cima de uma laje de um prédio de cinco andares onde dá pra ver todo o movimento de quem entra e quem sai, incluindo ainda a Avenida Brasil. Juntamente com os radinhos ficam elementos armados com pistolas cuja função é de olheiro, que também tem plantão de 12 horas. Tanto os olheiros como os radinhos têm por obrigação olhar todos os carros que entram na comunidade. Os motoristas têm que piscar os faróis, baixar o vidro, luz do salão acesa, para serem identificados; Tem a primeira contenção dentro da favela, cujo objetivo é identificar os carros que entram na comunidade, se passar por essa barreira e não for identificado, tem uma segunda, que vai pará-lo; Se a pessoa não parar a ordem é de tentar identificá-la, pois já aconteceram muitas mortes de inocentes. Acontece dos líderes passarem um radinho para informar. “Esse carro é do patrão ou de um amigo”; Quando os donos da favela ou os líderes passam pela comunidade estão com muitos seguranças fortemente armados com fuzis. Na Vila do João, o chefe é Pescador, na Baixa do Sapateiro, o chefe é Trezentos. No Timbau, é o Terceirinho, na Vila dos Pinheiros é o Cria. Há outros vulgos de destaque como Choco, Pescocinho, Espoque, Carrapato, Faustão, Monza, Camuflado, 10 Centavos ou 3K, RN ou Gordão, Tapioca, Geléia, Thiago, Tipo Todas as áreas dominadas pelo TCP são guarnecidas por um exército de homens armados com alto poderio bélico, compostos de fuzis HK47, AR15, G3, M16, FAL, metralhadoras, granadas, pistolas de todos os calibres, revólveres , armas ponto 30 e ponto 50. Os seguranças andam fortemente armados 24 horas por dia. Além do Tráfico de drogas, o TCP da Maré atua em roubos de carga e veículos, possui coparticipação no gatonet, venda de botijões de gás, moto-táxi e transporte alternativos de Vans e Kombis, e também costumam realizar bailes funks, e pagodes para aumentar o consumo e a venda de drogas. No curso das investigações, alguns membros da quadrilha foram mortos, outros presos, e os líderes, apesar de acautelados, deram continuidade no comando da Facção. Os demais envolvidos, seguindo as orientações de suas lideranças, orquestram diariamente a agenda de serviços, movimentando toda a organização criminosa, desde os pontos de venda, até a contabilidade, demonstrando agir como uma empresa estruturada. Foi verificado também, que mesmo passado alguns anos, os chefes e os integrantes do tráfico são quase os mesmos, tendo apenas aumentado o número de participantes. FONTE: Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

Investigação sobre milícia de Zinho revela cobranças de taxas de obras da Prefeitura e novos personagens, como Cansado, que tinha telefone usado pelo chefão

A nova investigação sobre a milícia de Luís Antônio da Silva Braga, o Zinho, revelam novos personagens e cobranças de taxas até de obras da Prefeitura. O trabalho possibilitou-se, ainda, um detalhamento quanto ao modo de arrecadação das malsinadas “taxas de segurança”, sobretudo em face de empresários do ramo da construção civil atuantes na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ratificando-se a ideia de que elas representam inquestionável fonte do poderio econômico ostentado pela milícia, com arrecadação de valores altíssimos, havendo uma verdadeiro “empresa” para cobranças, controles de pagamento, dissimulação das cifras criminosas e, até, “embargo de obras” em caso de inadimplemento. A organização da “empresa criminosa” é revelada através das diversas planilhas de controles de pagamento das “taxas” com nomes de devedores, datas e valores sendo estarrecedor o fato de que nem mesmo as “Obras da Prefeitura” escapavam das cobranças. Um destes novos personagens era Cansado ou Fechamento. Ele age como uma espécie de “porta voz” ou “longa manus” do capo máximo da horda,”, sendo pessoa de sua extrema confiança. Zinho blindava-se ao máximo para que seu atual paradeiro não seja descoberto. “Ele evita se valer de meios de comunicação rastreáveis – como é o caso das conversas através do aplicativo “WhatsApp” – para passar ordens e obter informações de seus comparsas, valendo-se, na maioria das vezes, do denunciado Andrei como um “homem de recados”. Quando o faz pessoalmente, “Zinho” utiliza-se do terminal telefônico utilizado por Cansado, tudo demonstrando proximidade física entre eles, além de inegável relação de fidúcia. Careca faz parte do núcleo operacional, sendo um dos responsáveis pela “comercialização de armas de fogo de grosso calibre e de altos valores no mercado paralelo do submundo do crime, como fuzis que chegam a ser negociados por R$ 42.000,00. Pardal era responsável por extorsões realizadas contra condomínios já habitados (“taxas de portaria”), lojas do comércio em geral e empreiteiras, inclusive as contratadas para realizar obras para a Prefeitura da Cidade, tudo em variados bairros das áreas dominadas pelo grupo criminoso, como Campo Grande, Santa Cruz, Nova Sepetiba, Ilha de Guaratiba, entre outros. Os valores arrecadados eram supostamente revertidos para a ORCRIM, havendo nos autos tabelas de prestação de contas, diálogos decorrentes das quebras de sigilo que demonstram as transferências e depósitos realizados, fotos e outras comprovações. Bolinho tinha a função de realizar as cobranças extorsivas e, por vezes, recolher as quantias decorrentes,. Outros diálogos apontam para interferência em obras que os responsáveis não estariam pagando as taxas impostas pela ORCRIM. Consta dos autos fotos das armas supostamente utilizadas pelo acusado, bem como maços de dinheiro decorrentes das cobranças. Noque era um dos destinatários finais dos valores arrecadados pela quadrilha. Canela exercia função de segurança/soldado, atuando na contenção armada do bando. Ele é acusado do homicídio de vítima policial militar, com consequente ocultação de seu cadáver. Papel tinha sido preso na fase ostensiva da Operação Dinastia, em flagrante com “uma grande quantidade de munição de fuzil de calibre 762, além de duas granadas, um colete, peças de fuzil desmontado, dois carregadores de fuzil e uma luneta, além de fardamento do BOPE/PMERJ, um colete com placas balísticas, um distintivo da Polícia Militar, paths da CORE, uma toca ninja e um cinto tático”, além de estar a bordo de veículo receptado. Segundo a acusação, ele se valia de outros milicianos para efetuar as cobranças, entretanto continuava sendo por elas responsável, na medida em que chega a afirmar que “teria diminuído o valor das cobranças RT realizaria extorsões em favor da ORCRIM. Jonatha integraria o bando de forma ostensiva na função de soldado/segurança. Hudson tinha suas contas bancárias frequentemente utilizadas por ele e por outros membros da associação criminosa como o denunciado Bolinho para passagem de valores recebidos a título de pagamento das infames “taxas de segurança”, cobradas de comerciantes, moradores e, sobretudo, de empreiteiros que ousam empreender nas áreas dominadas pelo “Bonde do Zinho”, além de organizar planilhas de cobrança e sacar valores, buscando a pulverização dos valores. China tinha suas contas bancárias frequentemente utilizadas para passagem de valores recebidos a título de pagamento das infames “taxas de segurança”, cobradas de comerciantes, moradores e, sobretudo, de empreiteiros. Fabíola e Gabrielli, companheiras de integrantes do bando teriam cedido suas contas bancárias, por incontáveis vezes, para a utilização por seus companheiros, e outros comparsas para que nelas fossem depositados valores supostamente ilícitos auferidos com a prática de atividades criminosas. O núcleo extorsionário da quadrilha age através do constante emprego de armas de fogo de uso permitido e de uso restrito, as quais são utilizadas, diuturnamente, pelos milicianos para a existência e funcionamento da associação criminosa, havendo entre eles intensas negociações para compras de armas de fogo, munições e acessórios, de valores altos no mercado paralelo do submundo do crime organizado e, ainda, utilização de armamentos oriundos das Forças de Segurança Pública. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Conheça toda a quadrilha do traficante Paulinho Madureira ou Neymar, preso recentemente, que comandava várias favelas em Niterói e São Gonçalo

Processo na Justiça que resultou em condenações esmiúça a quadrilha do traficante Paulinho Madureira ou Neymar, preso recentemente, que comandava várias favelas em Niterói e São Gonçalo. Além do tráfico de drogas, o bando tinha atividades correlatas como a prática de roubos de carga e roubos de veículos, receptação, homicídios, assim como uma constante execução de atividades de convencimento e aliciamento de agentes públicos da polícia para que não façam o devido combate à atividade criminosa. Os valores arrecadados com o tráfico de drogas, são em sua maioria destinados à compra de insumos, armamento, pagamento de mão de obra, mesadas à traficantes presos, pagamentos de servidores públicos da polícia e agentes penitenciários, familiares e possível lavagem de dinheiro. O grupo atuava no Morro da Torre, Beira Rio, Morro do Cabrito, Água Mineral, Girassol, Lodial e Lagoa/Boaçu, em São Gonçalo e Buraco do Boi, localizada em Niterói, área limítrofe com São Gonçalo, todas redutos do Comando Vermelho. A malta está voltada para prática do tráfico de drogas, roubos de cargas e veículos, receptação, corrupção de agentes A quadrilha fazia uso constante de extrema violência e de armamentos de grosso calibre, como fuzis e pistolas, gerando uma rotina de terror aos moradores, comerciantes e empresários das comunidades capturadas. Paulinho, que chegou a ficar preso durante anos, concentrava em suas mãos o poder de comando para consecução das atividades da ORCRIM, na medida em que detinha a capacidade de executar e determinar os atos necessários à materialização dos crimes. Ele é irmão de Luiz Queimado, membro da alta cúpula do Comando Vermelho e dominava diversas comunidades em São Gonçalo, antes de seu óbito 7 . Como forma de manter o controle sobre as atividades da malta, Neymar delegou as funções de comando para Di Maria. Ele ficou preso com seu chefe e adquiriu sua confiança. Ele apelidou seu comando de ‘Gestão Fabulosa e como forma de diferenciar o material entorpecente vendido nas comunidades dominadas criou uma etiqueta (“carimbo”) aposta nas drogas, que caracteriza e indica a delimitação territorial da sociedade delinquencial. Dollar era o frente da Buraco do Boi sendo o responsável pela organização e comando das “bocas de fumo”, viabilizando o pleno funcionamento do tráfico de drogas. Ele tinha ainda a função de orquestrar os roubos de carga nas imediações da favela. Biri, mesmo cumprindo penam tinha a incumbência de agenciar novos integrantes para atuação no Buraco do Boi e ainda era o responsável pela intermediação da compra de armamento para malta, através de contatos com Di Maria. Bolha era o gerente de “pó” (cocaína) e de maconha na comunidade do Boi. Ele tratava sobre aquisição e preparo de drogas diretamente com Di Maria. No Novo México, Pantera era o “frente” sendo responsável pela tomada de decisões, venda de drogas, contabilidade e prestação de contas do produto do crime, Bosquinho era o responsável pelo transporte de drogas das comunidades. Ele seria a pessoa responsável por buscar os “carimbos”, ou seja, as etiquetas que são anexadas às embalagens das drogas. Tais etiquetas são fabricadas no interior da Comunidade da Nova Holanda no Rio de Janeiro. Por exercer a atividade de Uber, a utilização de “Bosquinho no transporte de drogas, torna a ação mais segura para o tráfico, uma vez que, em eventual abordagem policial, se passaria por um trabalhador comum. No Lodial, o frente era FP, que por ser muito jovem, era supervisionado por Zulu. Preso, o bandido vulgo Novato recebia”mesada” na cadeia, sendo considerado membro “faixa preta”, isto é, fiel aos líderes da organização criminosa. Ele ainda reforçava sua condição de integrante da quadrilha ao se auto intitular “bandido matador de polícia” e ao afirmar para “Neymar que seria solto em breve e que ia colocar o tráfico para funcionar bem, como estava funcionando na Lodial. A comunidade Girassol tinha como principal elemento o vulgo Salgueiro. Na Água Mineral, o frente era Bocão, que era encarregado de entregar propina aos policiais corruptos. Na Lagoa/Boaçu, o braço-direito de Di Maria era Dedeco, que ficava responsável pela guarda do entorpecente, tendo ainda a função de auxiliar na distribuição das drogas entre os diversos pontos de revenda sob o controle da malta e realizar anotações sobre a venda do entorpecente em caderno de contabilidade. Therry, era vapor” e “olheiro”, na localidade conhecida por “Flamengo”, na Rua Roberto Duarte, Boaçu. Na Beira Rio e Morro da Torres, a principal figura era Cabeludo. No Morro do Cabrito, Yuri Gordão era o gerente e articulador de roubos de cargas e de veículos na região de São Gonçalo, Tinha como prática articular e autorizar os “menores” a praticar roubos, determinando que não sejam realizados em área sob controle da facção criminosa CV. Ele deixou veículos roubados no interior da Comunidade do México, contrariando ordens do chefe “Di Maria”. Tal fato teria desagradado o bandido”, que deu ordens para que o veículo fosse recolhido por outros membros da malta. Gordão, no entanto, retrucou afirmando que tinha autorização de Paulinho para praticar os roubos, tendo dito que não roubaria nas comunidades sob comando de “Di Maria. ]Lorran Canalha eraencarregado de enterrar as cargas de drogas em galões para armazenamento e posterior revenda do material entorpecente. Ainda atuava como “vapor”, dando “plantão na boca de fumo” quando exerce a atividade de venda do entorpecente. Também executava roubos de veículos em benefício da malta, com a utilização de armas da ORCRIM, por ordem e autorização de “Di Maria. Filho é enteado de Di Maria e pessoa de extrema confiança dele”, que o trata como se fosse filho. Tinha a incumbência auxiliar seu padrasto na gestão da atividade espúria da súcia, além de auxiliá-lo nos deslocamentos de motocicleta pelas comunidades dominadas, sendo esta função sensível e relevante, na medida em que há mandados de prisão pendentes de cumprimento para Di Maria”. Ele ainda auxiliava seu padrasto nos deslocamentos para encontrar os fornecedores (matutos) de drogas que possibilitam o abastecimento dos “estoques”. Total ou Playboy , preso em Bangu, era homem de confiança de Marcinho VP e do falecido Elias Maluco e exercia a

Relação com o tráfico, milícia e jogo do bicho, propinas a policiais, extorsões e ameaças a comerciantes, vazamento de operações, grupo de extermínio que cometeu vários homicídios, plano para matar delegado da PF e agente aposentado, veja os crimes que o contrabandista Adilsinho, um dos homens mais procurados do Rio, é suspeito

Um dos homens mais procurados do Rio, Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho comanda uma quadrilha que pratica extorsões, roubos, lavagem de dinheiro, corrupção e crimes tributários, além de relações com integrantes do jogo do bicho, da milícia e do tráfico de drogas. As investigações revelam ainda “relação de proximidade com o Poder Público, haja vista a participação de vários agentes de segurança em seu quadro, além do pagamento de propina para integrantes da Polícia Civil e da Polícia Militar” Ele seria investigado por montar um novo ‘escritório do crime’ no Rio responsável por diversos homicídios, entre eles o do miliciano Marquinho Catiri, de policiais e de pessoas ligadas ao jogo do bicho. Processo na Justiça Federal revela que, além de propinas pagas a policiais, teria determinado a emissão de notas fiscais falsas (em quantidade inferior à efetivamente vendida); teria ordenado a gerentes a deixar de descontar e recolher o tributo incidente e cobrado sobre a fabricação e comercialização de cigarros; teria ordenado o recolhimento, transporte, repasse e depósitos dos valores ilicitamente auferidos; teria determinado ao escalão de segurança extorquir, ameaçar e constranger comerciantes a vender a mercadoria da malta; teria ordenado a aquisição, recebimento, transporte, manutenção em depósito, exposição à venda e venda de cigarros cujo tributo foi sonegado; teria determinado a gerentes e pessoas especializadas e interpostas a promover a ocultação e dissimulação de valores provenientes de toda atividade criminosa; teria ordenado a gerentes e pessoas especializadas e interpostas a realizar a remessa de valores ao exterior em desacordo com os preceitos legais; teria comandado, chefiado/liderado, coordenado, montado e organizado toda a estrutura malta e as atividades através dela desenvolvidas; teria dividido o lucro entre os demais líderes; teria determinado o pagamento a todos os membros da malta. A polícia chegou a organizar uma grande operação para capturar 40 integrantes de sua quadrilha mas apenas quatro mandados foram cumpridos, todos do último escalão do bando. Concluiu-se que o número de denunciados que não foram localizados foi um grande indicativo de que eles foram avisados previamente sobre a data da operação e do cumprimento das medidas decretadas pelo Juízo (…); houve o chamado vazamento da operação. Um integrante da organização teria realizado pesquisas e visitas ao ‘site’ do COT (Comando de Operações Táticas da Polícia Federal),com sede em Brasília, que participou da operação. Ressaltou o MP que, “até aquele momento, a eventual atuação do COT era informaçãoreservada a poucas pessoas da Polícia Federal” e, naquele dia 15/06/2021, foi justamente a data em que os mandados de prisão e de busca e apreensão da Operação ‘Fumus’ foram digitados, de modo que não se tratou de mera coincidência. Segundo o MP, no dia seguinte, em 16/06/2021, esse mesmo membro teria conversado com Adilsinho via ‘WhatsApp’. A relação entre os dois não seria meramente eventual, já que, em 14/05/2021, ele teria estado na milionária festa realizada por‘Adilsinho’ no Hotel Copacabana Palace, Em continuidade, no próprio dia da operação (24/06/2021) e nos dias seguintes, esse suspeito teria demonstrado “especial interesse em acompanhar o resultado” ao acessar notícias sobre a operação. A Polícia Federal instaurou inquérito no dia 12/01/2023, para apurar suposto delito de ameaças contra um Delegado de Polícia Federal e um Agente de Polícia Federal aposentado que teriam sido proferidas por Adilsinho. Segundo a denúncia da época, o criminoso teria tentado contratar um grupo de policiais para executar o serviço, os quais teriam se negado a fazê-lo em razão dos alvos escolhidos. O caso foi arquivado. FONTE: Relatório da Justiça Federal disponível no site Jusbrasil

Investigação revela conteúdo de diálogos mantidos por envolvidos na morte de Marquinho Catiri após o crime. Teve até rap com os nomes dos integrantes da quadrilha e falaram do ‘patrão’. PM morto em Caxias e ex-policial civil abatido em Nova Iguaçu estariam também entre as vítimas do grupo

–Investigações revelam diálogos mantidos por envolvidos no assassinato do miliciano Marquinho Catiri em novembro do ano passado logo após o crime. Em um dos áudios, um homem não identificado, para o corréu José Ricardo Gomes Simões, um dos presos pelo fato, cantando Rap, em que fala o apelido de vários homens da organização criminosa, possivelmente em alusão ao homicídio, tendo em vista além da letra, odia e a hora em que foi enviado, em que cita a atuação de Simões “A notícia eu te dar agora como é que foi. Sem Alma está de luneta, da pra te buscar em casa. Curinga tá de AK”. José Ricardo e George Garcia, outro preso, conversavam sobre o PM Rafael do Nascimento Dutra, o Sem Alma, mais um envolvido e que está foragido em que se observou que o policial era um dos membros da organização mais próximos do “patrão”, no caso o contrabandista de cigarros vulgo Adilsinho. Sem Alma e Simões intermediariam a comunicação do “patrão” com George, bem como o passariam instruções para ele quando este se evadiu para São Paulo. Em uma das conversas de Simões com George este último encaminhou ao comparsa o print de um trecho da conversa com Sem Alma, onde se observa que o nome do contato seria “Don´t Soul”, uma tentativa de tradução de Sem Alma para o inglês. Há relatos na investigação que Sem Alma, junto a outro policial conhecido como Lemos e um ex-PM estariam envolvidos em diversos homicídios, dentre eles o do ex-policial civil “Tiago Barbosa” em Nova Iguaçu/RJ (IP nº 861- 00533/2022), possivelmente no homicídio do policial militar Ezequias Penido da Rosa na cidade de Duque de Caxias/RJ (IP nº 861- 00110/2022) e também na morte do policial civil João Joel de Araújo no bairro de Ilha de Guaratiba, Rio de Janeiro/RJ (IP nº 901-00398/2022) A denúncia anônima também cita que Sem Alma e Lemos teriam envolvimento com contrabando de cigarros e que os homicídiospraticados pelo grupo seriam a mando de Adilsinho. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Saiba mais sobre o tráfico na Mangueira (CV): quais bocas, pontos mais rentáveis, preços das drogas, vulgos dos chefes e de soldados que ainda podem fazer parte da quadrilha

Pouco tem se falado do Morro da Mangueira, na Zona Norte do Rio, reduto do Comando Vermelho. Não tem havido registro de tiroteios intensos nem de operações policiais no local. O último fato em destaque na pauta policial da favela foram imagens que mostraram um policial militar correndo sozinho pela comunidade sendo alvo de tiros. Ele foi baleado e resgatado. Um processo na Justiça recente revela que os chefes do tráfico no local são os criminosos conhecidos por Xandinho e LO. Os dois foram citados em uma ação contra um comparsa preso que recebia ordens dos dois via rádio para passar informações sobre a movimentação policial no local. A região territorial que compreende a comunidade da Mangueira é formada por cerca de dez pontos de venda de entorpecentes, vulgo “boca de fumo”, as quais estão distribuídas nas seguintes localidades: Três Tombos. Buraco Quente Loteamento 512. Rua da Prata, Rua São Sebastião, Curva do Elvis, Chalé, Rua da Cerâmica/Candelária. Mangueira 1 e 2 e o Prédio do IBGE. Uma investigação mais antiga revelou que os pontos conhecidos como “Buraco Quente. Olaria e IBGE” eram os que vendiam maior quantidade de drogas, em especial. Maconha, Cocaína, lança-perfume, cheirinho da loló e crack. Os preços variavam de R$ 2,00 a R$ 50,00. Fotografias de redes sociais apontavam que os traficantes se exibiam com armas de fogo de grosso calibre e/ou modificadas com equipamentos que aumentam o poder bélico das mesmas. Baiano era o braço-direito de Xandinho mas haviam outras figuras importantes no morro como Dede (que era gerente da parte alta) além de soldados conhecidos como Jackson (que portava fuzis AK-47 e AR-15), RD, LZ, Jefferson, Satanzinho, Mão de Pedra, Roni e Rei. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Investigação destrincha o tráfico no Morro do Turano (CV) com todos seus vulgos e funções

Relatório da Justiça destrincha o tráfico no Morro do Turano, no Rio Comprido. A comunidade dominada pela facção criminosa Comando Vermelho tem por líder o narcotraficante Wallace Pereira Barbosa, vulgo “Safadinho”, preso pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro em 08 de março de 2022, após informações obtidas por agentes da Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD) de que ele deixaria um hospital na Tijuca, próximo a comunidade, local em que foi atendido sob documentação falsa, na tentativa de evitar sua captura, haja vista a existência de um mandado de prisão preventiva pendente contra ele. Policiais militares ouvidos informaram que o Morro do Turano atualmente está divido em áreas, sendo elas: “Chacrinha/Raia”, “Matinha Macua”, “Rodo/Bicão (818)”, “Paula Ramos” e “117”. Além disso, restou apurado que uma prática comum dos narcotraficantes é a formação de “bondes” para o cometimento de roubos, havendo todo um aparato do tráfico de drogas, que, além de fornecer armas de fogo e um lugar para a guarda dos veículos roubados, também possui suas próprias oficinas para a clonagem dos veículos e auxílio na comercialização dos veículos frutos dessa prática. Restou apurado, ainda, que o grupo criminoso, apesar de ter uma estrutura organizacional, seus integrantes exercem diversas funções, ora sendo “vapor” (vendedor da substância entorpecente), ora sendo radinho/olheiro (pessoas que ficam observando a aproximação de policiais e avisam aos demais traficantes) e, algumas vezes fazendo a segurança/contenção (proteção armada do local). Além disso, numa hierarquia superior e mais rígida, há os líderes do morro, sendo que abaixo na linha de cadeia hierárquica estão os gerentes gerais, territorial ou de venda de uma droga específica. Além de Safadinho, atuam no local Barbosinha e Zé Manai, que também são apontados como líderes. Sapudo é o “chefe” do tráfico da localidade conhecida como “Julio Otoni”. Tio Comel, também preso, é o “chefe” da quadrilha voltada para o cometimento de roubo de veículos e clonagem, os quais ocorrem sob as ordens do líder do tráfico no local. Cocão”, é “gerente” da área conhecida como “Paula Ramos” e “líder” da quadrilha de roubos de veículos. Bodinho é o “gerente geral” da área do Chacrinha/Raia. Gordinho da Bagda”, é o “gerente” da área do Rodo/Bicão (818). Gazela ou Adidas”, é o “gerente” da “boca de fumo” sendo o responsável pela área da Chacrinha/ Raia. Toti e Douglas são os responsáveis pela segurança armada da área da “Matinha”. Boleba, Menorzinho e Tino ” exercem a função de “vapores” do tráfico de entorpecentes na área do Chacrinha/Raia. Dembele, Sandi ou Bonitão, RLC da Raia, Cabelinho, Fumaça são os responsáveis pela contenção armada da área do Chacrinha/Raia. Periquito cuida da segurança armada da área do Rodo/Bicão (818). RD ou RUD é o responsável pela segurança armada da área do Chacrinha e do Macua. Tripa é o responsável pela contenção armada e segurança do integrante “Bodinho”. China ou Tigrezinho ” possui a função de contenção da área do Chacrinha/Raia. PQD “, é o responsável pela contenção armada. Badeco é o responsável pela contenção armada da área conhecida como “Paula Ramos”. Os bandidos para praticarem o tráfico de drogas, utilizam-se de armas de fogo de uso proibido e restrito, tais como fuzis, pistolas,. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

CONHEÇA A ESTRUTURA DO TRÁFICO NOS REDUTOS DO CV NO COMPLEXO DA MARÉ. DOS VULGOS, A BAILES FUNKS, EXIBIÇÃO DE ARMAS, HISTÓRIA DOS LÍDERES E ALIANÇAS COM BANDIDOS DE OUTROS ESTADOS

Relatório policial explica como funciona o tráfico de drogas nas comunidades do Parque União e da Nova Holanda, redutos da facção criminosa Comando Vermelho no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. No Parque União, o líder é Jorge Luiz Moura Barbosa, o Alvarenga, Enteado de José Evaristo Resende, o Zé Gordo, conhecido sequestrador e assaltante de banco nos anos 90, um dos grandeslíderes do CV, Alvarenga herdou o império daquele que o criou desde jovem. Ele costuma promover bailes funks na comunidade sendo certo que que com essas festas o criminoso consegue incrementar a venda de material entorpecente. Alvarenga controla o Parque União há mais de uma década, O criminoso, nascido no conjunto de favelas, nunca foi preso.É considerado foragido desde 2006, quando passou a responder o primeiro processo criminal por tráfico de drogas. Contando com pelo menos 23 anotações no banco de dados do portal da segurança, “Alvarenga” possui em seu desfavor pelomenos outros nove mandados de prisão preventiva. Os demais integrantes da quadrilha se reportam e seguem suas orientações referentes à compra e venda de drogas, incluindo valores, forma de venda e de acondicionamento, local, arregimentação de mão-de-obra e definição de funções na empresa criminosa, conquista de território então explorado pela quadrilha rival, aquisição de armamento e munições, definição de punições para os desafetos ouqualquer pessoa que descumpra suas ordens ou possa, de qualquer forma, ser um obstáculo para a realização do tráfico de drogas e demais delitos a ele conexos. Determina, ainda, as regras de trânsito de veículos e posturas no Parque União. Alvarenga é associado a figura de um tubarão. Imagens do tubarão constam, inclusive, em diversos fuzis, quase que como uma “marca registrada”. Seu gerente geral era Mário Bigode, morto em confronto com a polícia em 2022. Ele, eventualmente, substituía o líder e repassava as orientações a serem cumpridas aos chamados “gerentes de firmas”. Ele era associado ao personagem Super Mário. O relatório ainda aponta como soldados Naldo, Léo GTA, Gordinho, Bicuí e Buda. Na Nova Holanda, o líder era Rodrigo da Silva Caetano, o Motoboy que, segundo relatos, teria deixado a comunidade pressionado por supostas dívidas com a facção. Ele herdou o comando de Amabílio. Motoboy tem pelo menos 13 mandados de prisão e. 64 anotações criminais, a maioria por crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, homicídio e latrocínio. Quem estaria a frente hoje da Nova Holanda é Luiz Carlos Gonçalves de Souza, vulgo LC, mas Motoboy era cultuado.. Seus subordinados o chamavam de “pai” e “patrão”. Seu aniversário rendia inúmeras postagens nas redes sociais. Outras figuras importantes do tráfico na Nova Holanda são JD (gerente geral) Barriga (atuante no roubo de carga), Jovem (gerente), Ninho (gerente), Milinho (roubo de carga), Geléia (roubo de carga). Segundo o relatório, a região, hostil às forças de segurança, é totalmente conflagrada, mormente pelos constantes conflitos armados com a facção rival, sobretudo na divisa com a comunidade da Baixa do Sapateiro, dominada pela facção rival Terceiro Comando Puro (TCP).Fazem parte da rotina da comunidade os tiroteios envolvendo traficantes e policiais e traficantes das facções rivais. O ingresso nestas regiões pelas forças de segurança só é possível com aparatos especiais, tais como blindados e aeronaves, tamanho o arsenal dos marginais da lei. Em perfis de redes sociais dos criminosos, há exibições de armas de grosso calibre, capazes de derrubar aeronaves e romper blindagens de veículos especiais, com nome de cantoras populares, uma referência ao barulho que fazem (no sentido de que “cantariam” muito):São comuns as festas do tráfico, algumas delas até muito famosas, a exemplo dos bailes funks nas duas comunidades do CV .” com a participação de artistas populares. Essas festas servem para promover e patrocinar as atividades de tráfico de drogas. Veja a letra de um proibidão dos traficantes da Nova Holanda. A postagem é de uma “música” (famoso “proibidão”)com os seguintes dizeres: “Na relíquia do MB, agora Motoboy, o mano LC, mas o nosso estatuto aqui nada mudou, estamos aí para matar ou morrer, defendendo o favelão, com toda disposição, fazendo a segurança dos moradores e honrando a nossa facção; (… Traficantes foram flagrados em reportagem televisiva circulando armados pela Nova Holanda, entre eles o próprio Motoboy, Parque União e Nova Holanda são comunidades com acessos estratégicos do ponto de vista do recebimento de grandes quantidades de drogas, armas e munições, bem como do acolhimento de quadrilhas de roubadores de cargas e carros. Além de estarem localizadas estrategicamente, os líderes de tais comunidades contam com poder bélico que dificulta demasiadamente a atuação policial no território. Diante das inúmeras rotas e da difícil fiscalização pela segurança pública nos territórios de entrada e saída de armas e drogas no estado do Rio de Janeiro, a rota marítima vem sendo investigada já que beiram as comunidades, haja vista a localidade ser um importante entreposto para o tráfico no Rio. No Parque União, foi feita em 2019, uma das maiores apreensões de drogas e armas da história do Rio, fizeram a maior apreensão de armas e drogas da história do Estado do Rio. No total, foram apreendidas 31 armas, das quais 23 eram fuzis e 75 granadas, além de vasta munição para diversos calibres e 8,5 toneladas de drogas. Havia também a associação com criminosos de outros estados, como Silvinho, integrante do CV em Manaus e fornecedor de skunk colombiano para os traficantes cariocas. Silvinho espalhou seus homens pela Penha (Mano Kaio, Jogador) e Nova Holanda (Ednelson, Rafinha e Playboy). Em março deste ano, foi preso o líder máximo do CV em Sergipe, vulgo Ramster, que estava escondido no Parque Rubens Vaz, parte integrante do complexo de comunidades que compõem o Parque União e Nova Holanda. FONTE: Relatório da Polícia Civil disponível no site Jusbrasil

Infiltrados em grupos de WhatsApp, policiais descobriram toda a hierarquia das favelas do Lixão e Vila Ideal. em Caxias. Confira detalhes da investigação

Policiais se infiltraram em grupos de WhatsApp para desvendar o esquema criminoso de uma quadrilha que comandava há anos as favelas do Lixão e da Vila Ideal, em Duque de Caxias e pagava propinas a PMs. Contaram também com a colaboração de um ex-integrante do bando que teve uma desavença com Charlinho do Lixão, elemento que foi morto em confronto com a polícia militar. No curso da presente investigação, esse criminoso se retirou do bando e resolveu colaborar sob a garantia do anonimato, e forneceu informações extraídas do aparelho celular que utilizava quando ainda integrava a quadrilha que que possibilitou a identificação de vários grupos de WhatsApp utilizados pelos seus integrantes para gerirem seus negócios escusos, e das linhas telefônicas utilizadas pelos integrantes de cada grupo. O bando é liderado dentro do presídio pelo traficante Charles do Lixão,  Charles da Vila Ideal, Charles Brown ou Coroa e tinha como braço-direito seu filho, Charlinho, já falecido. Foi possível verificar que todos os integrantes da organização criminosa dentre os que tem maior posição hierárquica na estrutura de poder até os mais subalternos, prestam referências a Charles, Muitos clamam pela sua ¿liberdade¿, e ainda dão como certo a realização de churrasco em comemoração, chegando um deles a dizer que os demais superiores, ou seja, os gerentes não deixarão o fato passar em branco Muitos criminosos inclusive muitos se referiam à o bando como ¿Tropa do Coroa e do eterno menor 22¿, uma alusão a como forma de homenagem póstuma ao meliante. Foi verificado que o grupo tinha como como atividade primordial o tráfico de drogas, mas restou evidenciado que outras atividades criminosas são perpetradas pelo bando, tudo para obtenção de vantagem econômica. Há registro de práticas de roubos qualificados pelo emprego da arma e concurso de pessoas; roubos de cargas, de tráfico de armas e munições, dentre outros. Os membros da quadrilha A investigação descobriu que o criminoso Gordão, Abençoado o Salmo, era é o responsável por fazer a ponte entre o tráfico de drogas e policiais corrompidos do 15º BPM, procedendo ao pagamento de ¿arregos¿ para evitar prisões ou apreensões nas Comunidades do Lixão e da Vila Ideal, ou para conseguir a liberação para realização de bailes funks, eventos que impulsionam as vendas de drogas. Anos atrás, ele já havia sido apontado por uma testemunha como sendo o integrante responsável pelos pagamentos dos ¿arregos¿ aos policiais militares do 15º BPM Na hierarquia do crime, Bocão era o gerente geral do Lixão e assumiu a condição de frente com a morte do Charlinho. Ele promovia semanalmente espécie de reunião normalmente realizada aos domingos com todos os gerentes de carga, para conferência das contabilidade, verificando se as cargas vendidas na semana são compatíveis com os valores apresentados. “Atenção tropa do Coroa e do eterno menor 22 Amanhã será nossa eleição se iniciará as 7 horas em ponto 6 horas tem q ta todos os g e corredo já reunidos pra troca as anotação pra quando chega 7 horas todos os fecho estarem organizados… lembrando que nossa fiel e valorosa facção é conhecida mundialmente pela nossa organização então vamos ser organizado pra noos chega ao sucesso e ser o mais breve possível nas quadra do coroa oooliberdade. Bocão ficava encarregado de promover bailes funks e forrós de modo a incrementar as vendas de drogas nas bocas de fumo, e pagar os demais gerentes para que eles possam remunerar os demais ¿funcionários¿ da baixa hierarquia da quadrilha. Bocão era auxiliado por Chapoca, Russinho e Bimbo. Na Vila Ideal, o gerente era Tcheno. Já a que é apontado como irmão de consideração de Charlinho. Tcheno tinha como braço-direito o traficante Mickey. Bimbo tinha a responsabilidade do gerenciamento de todo o tráfico de ¿crack¿,. Zangado ou Russinho era o gerente da cocaína. Chapoca cuidava da gestão da segurança de todo o Lixão.   Havia também os gerentes de carga que atuavam em esquema de plantão de 24 horas, e prestavam conta ao final, em sintonia com os respectivos ¿corredores¿, ¿vapores¿ e ¿atividades¿ do turno atuam em sintonia com os gerentes de entorpecentes, controlando os abastecimentos das bocas de fumo. Um deles era o Cirrose juntamente com seu irmão Carlinhos. Eles administravam a logística de abastecimento e a contabilidade geral do tráfico da Vila Ideal. Outro gerente de carga era HG, que foi preso em flagrante pela Delegacia Anti-Sequestro, quando tentou extorquir uma vítima. Betão também era gerente de cargas e agia como uma espécie de agente de ¿contrai-nteligência¿ a serviço do tráfico de drogas do Lixão e da Vila Ideal, como foi constatado pelo agente virtual infiltrado já que há vários prints feitos por ele que servem de alerta par à presença de policiais militares. Macarrão é outro que ocupa o cargo de gerente da carga, participando diretamente na endolação de material entorpecente e  na guarda de cargas, Também eram gerentes de cargas Negão Dieguinho, Tatu e Boliço. Negão ficou encarregado da função de liderança no tráfico da Comunidade da Coréia, que funciona como uma espécie de ¿filial¿ da quadrilha do Lixão e da Vila Ideal. Os corredores tinham a função de receber e guardar determinada quantidade de carga de entorpecentes, cabendo-lhes abastecer os ¿vapores¿, quando o estoque das bocas de fumo está baixo, e auxiliam na endolação. Os corredores eram Marcell, MT, Chaninha, Picolé, Mendigo e Begueira. Havia ainda os vapores mas só um fopi citado, o de vulgo Saci. Os atividades eram os responsáveis pela segurança dos funcionamentos das bocas de fumo e dos seus comparsas, e exercem suas funções em pontos estratégicos para garantir a segurança cotidiana dos pontos de vendas, e para defender os territórios dominados de investidas policiais ou de facções rivais, Estavam entre os atividades Doguinha ou Dodo da 62, Cavanhaque, Big Big,  Canivete e JG. Tinham também os fogueteiros e radinhos. O traficante Cepacol era o responsável. .O bandido de vulgos Zona Sul, Mais de 20 e Cadeirante, repassava o informações sobre o deslocamento de comboios policiais ou sobre fatos coletados nos outros grupos do WhatsApp da orcrim, realizando trabalho

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