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investigação

Quadrilha do miliciano Juninho Varão foi denunciada mas Justiça recusou alegando que foi arrolada uma única testemunha que desapareceu e talvez tenha morrido

O Ministério Público Estadual denunciou o miliciano Juninho Varão e membros de sua quadrilha como Xande, Arley, Lipin dos Predinhos, Jhon Jhon, Meia Lua e um outro chamado Jefferson pela sua atuação na comunidade da Lagoinha, em Nova Iguaçu bem como na cidade de Seropédica. Segundo a denúncia, o grupo pratica diversos crimes como a extorsão sistemática de comerciantes e moradores, os quais eram coagidos a realizar pagamentos periódicos sob ameaças de represálias. Além disso, o bando se apropriava de imóveis e bens móveis, expulsando moradores de suas propriedades para garantir lucros ilícitos. Outras atividades incluíam o controle de serviços clandestinos, como transporte irregular, fornecimento de gás e comercialização de cigarros ilegais.Para manter sua supremacia e eliminar qualquer oposição, a organização recorria a homicídios e intimidações, consolidando seu domínio territorial em áreas específicas, como os bairros de Cabuçu, Palhada, Valverde e Grão Pará, situados nos municípios de Nova Iguaçu e Seropédica. A Justiça, no entanto, rejeitou a acusação. Argumentou que o MP deflagrou ação penal arrolando única testemunha, que o inquérito policial informa ter desaparecido, e assim a despeito da mesma se comprometer a comparecer na delegacia e seguir com novos esclarecimentos, não mais retornou. E ao que tudo indica a testemunha faleceu. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Chefe do tráfico do Dendê (TCP) mandou envolvidos na morte de motorista de aplicativo no Rio Comprido irem roubar um carro no dia do crime. Após o latrocínio, suspeitos foram pedir abrigo para o lider do São Carlos (TCP)

Segundo informações da Justiça, o chefe do tráfico do Morro do Dendê, na Ilha do Governador, vulgo Neves, mandou os envolvidos na morte de um motorista de aplicativo no Rio Comprido no dia 6 de fevereiro irem roubar um carro. Os traficantes forneceram as motos e eles (três, os dois que foram presos e um foragido), além de um revólver e uma pistola. Os criminosos então partiram para a Lapa. Chegaram no local por volta das 18h, rodaram pelo centro da cidade a procura de um carro de alto valor, mas não encontraram. Continuaram rodando pelo Centro até acharem, por volta das 00h15min do dia 06/04/2025, o carro Duster, cor branca da vítima parado na Rua Santa Alexandrina, próximo ao número 565. Eles resolveram roubar o veículo. Um dos bandidos desembarcou da moto com a pistola e bateu na janela do carro com a arma e mandou a vítima descer; O motorista desceu e decidiu reagir, dizendo. “Vocês estão me roubando com arma de brinquedo”. A vítima entrou em luta corporal com um dos assaltantes. Os dois se atracaram e o bandido decidiu fugir sem o carro, correndo de volta para a moto. O motorista correu correu atrás do dele. O suspeito tirou o capacete para poder dirigir o automóvel subtraído, porém o capacete preto e laranja que ele utilizava acabou ficando dentro do veículo da vítima. Foi então que o compara disparou uma vez com a pistola, acertando a vítima, que veio a óbito. O outro bandfido ficou de longe, em sua moto, apenas olbservando. Após o disparo, os criminosos fugiram fogem para o Morro do São Carlos. Os três subiram o São Carlos e falaram com o chefe “Léo Empada”; que diisse que os três podiam ficar no morro até a poeira baixar; Por voltra das 2h do mesmo dia, os três voltaram para a Ilha do Governador. Um dos presos relatou que costumavam roubar juntos no Centro e na zona sul do Rio de Janeiro. Eles começaram a praticar roubos em janeiro de 2024. já praticaram vários roubos; As armas e as motos utilizadas nos crimes são sempre fornecidas por traficantes do Dendê; Eles focavam nos roubos de carros que depois eram vendidos no Dendê. Ele contou que durante a luta corporal contra a vítima deixou seu telefone celular IPHONE 15 cair; O outro bandido preso disse que recebeu uma chamada de telefone do comparsa praticar roubos pelo área do Estácio no Rio de Janeiro. Ele encontrou com o parceiro do crime na entrada do Morro do São Carlos. Eles foram até a Rua Santa Alexandrina, altura do número 565, para roubar um Creta,mas não acharam e deiciriram roubar o veículo do motorista de aplcativo mesmo. Disse que ficou de longe e viu quando o comparsa entrou em luta corporal com a vítima e a perseguição da mesma contra seu parceiro.. Falou que o outro cúmplice fez o disparo. Após o ocorrido, os três fugiram para o São Carlos. Ele ficou junto ao ponto dos mototaxista na entrada da comunidade e os outros dois subiram o morro para falar com o chefe “Léo Empada. Horas depois, voltaram para a Ilha. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Polícia caça traficante mais temido e perigoso da Região dos Lagos

A Polícia Civil e a Polícia Militar intensificaram as buscas por Sued Yuri Lemos Borges, conhecido como B da Glock, considerado atualmente o traficante mais temido e perigoso da Região dos Lagos. Ele é apontado como o chefe do tráfico de drogas na Favela do Lixo, localizada no bairro Manoel Corrêa, em Cabo Frio. Foragido da Justiça, B da Glock comanda o território e é acusado de diversos crimes, incluindo formação de quadrilha, tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídios e receptação. Segundo investigações, o traficante é conhecido pela violência extrema, utilizando métodos de tortura e requintes de crueldade contra suas vítimas. FONTE; Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Jornalista apontado como chefe da quadrilha de furtos de cabos subterrâneos alvo da polícia do RJ esta semana também integrava organização que movimentava grandes quantidades de drogas, inclusive para o Rio

O jornalista apontado como chefe da quadrilha que atuva no furto de cabos subterrâneos que foi alvo de uma operação da Polícia Civil do Rio nesta semana integrava também em uma organização criminosa que movimentava grandes quantidades de droga, aferindo alto enriquecimento ilícito. Sua atuação, apesar de mais intensa no Paraná, estende-se para outros Estados da Federação – notadamente para o Rio de Janeiro, e Minas Gerais em que há notícias e indicativos de transportes e remessa de grandes quantidades de drogas. O bando é aparentemente dotada de um avançado sistema operacional de atuação, em que as cargas de drogas são realizadas em compartimentos ocultos de caminhões refrigerados carregados com cargas lícitas, o que dificulta muito a persecução dos ilícitos. Ainda, possui estratégico sistema de lavagem de dinheiro, de modo que os rendimentos do tráfico são mascarados com negócios aparentemente lícitos, bem como, há indícios do uso de diversas pessoas e empresas como “laranjas”, para que a movimentação financeira da ORCRIM não chame atenção das autoridades . Há relevantes indícios de que a organização cooptou Policiais Civis e Militares, inclusive que atuavam na Comarca de Toledo/PR. Também há informações de que a ORCRIM não tem pudor em utilizar-se de crimes violentos, o que foi reforçado pela tentativa de assassinato sofrida por um membro em um contexto claro de “queima de arquivo” ou “acerto de contas”, evidenciando o envolvimento da ORCRIM com a prática de atividades delitivas, O jornalista em questão era o elo com o tráfico de drogas do Morro do Fallet e a quadrilha de furtava cabos. .Ele atuava como contador da facção Comando Vermelho, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem de dinheiro através de empresas reais. FONTE: Superior Tribunal de Justilça

Bandidos do CV suspeitos de participar de ataque à delegacia foram denunciados

O Ministério Público Estadual denunciou Deivid Rodrigues Barreto, conhecido como 2D, e Giliarde Sobescijanski Martins, o Gordinho ou Teleco, por associação para o tráfico de drogas, com o agravante do uso de armas de guerra. Eles foram presos temporariamente no dia 26 de fevereiro, durante as investigações sobre o atentado à 60ª DP (Campos Elíseos), ocorrido em 15 de fevereiro de 2025. Na ocasião, cerca de 15 criminosos armados com fuzis invadiram a unidade para tentar resgatar o traficante Rodolfo Manhães Viana, o Rato, preso horas antes por tráfico e associação ao tráfico. Durante a operação que resultou na prisão, foram apreendidos celulares que, após análise pela Subsecretaria de Inteligência (Ssinte) da Polícia Civil, comprovaram o vínculo direto e funcional de ambos com a facção Comando Vermelho. As investigações apontaram que o grupo atuava sob forte intimidação armada, com uso de pistolas, fuzis e granadas. Deivid exercia a função de vigia e informante sobre ações policiais na região, enquanto Giliarde participou de um confronto armado que resultou na morte de quatro traficantes da mesma comunidade. FONTE: Ministério Público Estadual do RJ

Líder comunitária de Vargem Grande foi morta porque desafiou o tráfico (TCP)

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) concluiu que traficantes do Terceiro Comando Puro mataram a líder comunitária Frauzenete Soares da Silva, em fevereiro deste ano, em Vargem Grande. Três homens foram indiciados pelo crime, sendo que um deles foi preso por outro delito e confessou o envolvimento na morte da mulher. O homicídio ocorreu porque a vítima não concordava com as extorsões e violências realizadas pelos traficantes na região. Segundo as investigações , o objetivo dos autores era acabar com as interferências causadas por Frauzenete e ficar com os terrenos dela. O crime foi praticado na comunidade de Palmares, em Vargem Pequena. A vítima estava saindo de um salão de festas quando foi surpreendida pelos homicidas, e um deles disparou contra ela. O filho de Frauzenete também era alvo dos criminosos. Os três acusados, entre eles os traficantes GB e Negão, ocupavam funções significantes para a facção criminosas sendo responsáveis pela cobrança ilegal e violenta de moradores e comerciantes. FONTE: PCERJ

Leia agora relatos de testemunhas sobre crime bárbaro cometido por traficantes da Serrinha (TCP) contra rapaz que foi esquartejado por possuir contatos com bandidos do CV. Cinco tiveram as preventivas decretadas. Namorada da vítima e jovem de quem o rapaz ajudou a tirar do tráfico são apontados como possíveis envolvidos

Confira agora detalhes de um crime bárbaro cometido por traficantes do Complexo da Serrinha, em Madureira,  A vítima foi Matheus Andrade de Oliveira, assassinado em outubro de 2024, e que teve o corpo decapitado pelos bandidos, que filmaram o crime e divulgaram nas redes sociais, fato que desagradou a cúpula da quadrilha. Cinco tiveram a prisão preventiva decretada, entre eles os líderes do tráfico na Serrinha, vulgos Lacosta e Coelhão.  O pai de Matheus disse que ele residia na casa no Morro do Fubá, em Cascadura, área dominada pela facção de drogas Terceiro Comando Puro (TCP. O filho tinha o hábito sair em grupos de “Bate Bola” e possuía em seu telefone celular contatos de integrantes da facção Comando Vermelho, pois Matheus tinha conhecidos de infância que enveredaram no caminho do tráfico de entorpecentes, e por este motivo, ele ainda mantinha o contato destes homens na agenda de seu telefone; Segundo o seu relato, Matheus havia aberto uma pizzaria chamada Brothers Pizzaria e Lanchonete, próximo à comunidade Jorge Turco, que atualmente é dominada pela facção Comando Vermelho. O pai alertou o filho sobre o perigo de abrir um empreendimento em área dominada pelo tráfico de drogas, entretanto, Matheus não o escutou e seguiu em frente;  No dia 26/10/2024, o pai recebeu um alerta de um homem sobre um vídeo de um corpo espostejado que seria de Matheus, que teria sido executado pelos traficantes do Terceiro Comando Puro que dominam a área da comunidade do Fubá em Cascadura. A partir daí, o pai e o amigo partiram para a comunidade do Fubá e logo que chegaram, se depararam com quatro traficantes, três deles portando fuzil e o outro uma pistola. O pai dconversou com dois deles que portavam fuzil e  Nesta conversa, o pai perguntou pelo seu filho, se ele havia sido levado e morto dentro da comunidade. Os  traficantes negaram que alguém havia sido morto naquela localidade e impediram que o pai subisse o morro para falar com o dono;  A namorada de Matheus disse para o pai dele que ela havia sido feita de refém pelos traficantes do TCP desde às 19h do dia 25/10 até às 01h do dia 26. A moça reside na comunidade do Fubá e foi sequestrada no caminho de volta para casa e mantida em cárcere. Os traficantes a mantiveram presa em um quarto dentro de uma casa localizada na comunidade do Fubá, e utilizaram o telefone celular dela para se comunicar com Matheus como se fosse a própria namorada dele;  Os traficantes tentaram combinar um encontro com Matheus se fazendo passar pela jovem. Ela relatou que escutou quando alguém passou um rádio para um dos traficantes, ordenando que a mesma fosse liberada;  Ela disse desconfiar que este foi o momento em que Matheus foi pego pelos traficantes. O rapaz estava em seu carro, um fiat Argo 1.0, cor preta, placa FZZ1J38, ano 2017/2018, Renavam 01132822707 quando foi sequestrado;  Ela contou ainda que há aproximadamente um ano, o barbeiro que cortava o cabelo do Matheus pediu ajuda a ele pois o filho dele havia entrado para a facção Comando Vermelho. O barbeiro pediu a Matheus algum contato dentro da facção, pois ele precisava interceder para que seu filho (que desconhece o nome) deixasse o CV;  Matheus passou o contato de alguém dentro do CV, e o barbeiro se dirigiu até este contato, e conseguiu que o filho deixasse o tráfico de drogas.. Pouco tempo atrás, este menino voltou para a comunidade do Fubá e se uniu à facção Terceiro Comando Puro daquela localidade; Matheus comentou algumas vezes que este menino “estava olhando torto” para ele. Além disso, Matheus continha contatos de traficantes do CV na agenda de seu celular, o que já é suficiente para que ele seja considerado X9 pelas “leis do tráfico de drogas”, podendo ter sido a motivação para o crime;  O amigo do pai da vítima disse que, na noite do dia 25/10 para o dia 26/10,  começou a perceber que o status do Whatsapp de pessoas conhecidas começou a mudar para emojis chorando.  Descobriu o que estava acontecendo quando conversou com o compadre de Matheus que lhe disse que o mesmo havia sido “pego” pelos traficantes do TCP que dominam o morro do Fubá.. Ele foi com o pai de Matheus perguntar aos traficantes sobre o paradeiro do rapaz. Logo avistaram cerca de cinco ou seis traficantes, dois deles armados de fuzil; Os traficantes desviaram o olhar e disseram que não sabiam de nada.. A testemunha disse que ouviu dizer através de boatos que a ordem para a execução foi dado pelo dono conhecido pelo vulgo de “Lacoste e seu braço direito, vulgo Coelhão. Disse acreditar que os traficantes do TCP consideraram Matheus como “X9”, pois ele tinha conhecidos da facção rival, Comando Vermelho, havia contatos de traficantes do CV na agenda do celular. Ao que parece havia uma conversa no celular dizendo o que segue “se os rivais invadirem aqui, acaba essa bagunça”; Ap ser indagado sobre a identificação dos algozes de Matheus, o declarante alegou saber serem os traficantes do TCP, provavelmente do Complexo da Serrinha ou da comunidade do Fubá, porém, desconhece nomes e/ou vulgos; O compadre de Matheus disse que sempre foi mais expansivo, gostava de sair durante o carnaval na turma dos “Bate Bola” de Cascadura, tinha muitos conhecidos, alguns deles traficantes pertencentes à facção Comando Vermelho, que eram moradores da região de Cascadura e após enveredaram para o mundo do crime, se unindo ao CV mas Matheus mantinha estes vínculos, inclusive na agenda do telefone celular;  Contou que no dia 25 de outubro de 2024, ele foi abordado por um entregador de Ifood, que conhece apenas de vista;. Este homeme sabia da ligação de amizade entre o declarante e Matheus, relatou o seguinte: “Pô cara, pegaram o Matheus na porta de casa, bateram nele e levaram ele no carro”; Estes homens eram os traficantes do TCP do Morro do Fubá. O declarante seguiu em seu carro e logo mais adiante, foi abordado por outro homem de cor de pele

Três homens estão desaparecidos em Saquarema

O tecnico de enfermagem Fábio Corrêa, morador do bairro de Jaconé, em Saquarema, está desaparecido último domingo (20), Ele saiu de casa em direção ao bairro de Vilatur e o seu carro foi encontrado queimado no dia seguinte em Arraial do Cabo. A suspeita da familia é que o.ex-companheiro da mulher com quem Fabio mantinha relacionanento esreja envolvido . Há relatos de que ele tenha se passado por ela para marcar um encontro com Fábio. . Outros dois homens desapareceram no dia 30 de março no bairro de Vilatur, em Saquarema, e o carro em que estavam foi encontrado queimado no bairro de Bicúiba. São eles Gabriel Gonçalves de Souza e Ronan que sumiram após saírem de Rio Bonito para trabalharem como pedreiros em Saquarema. FONTE: Pagina Saquarema da Informaçdo (Facebook)

Entenda a atuação de uma quadrilha que subtraía cabos de telecomunicações e tinha elo com o CV

Investigações, que levaram à denúncia de 22 ipessoas, revelaram um sofisticado esquema criminoso, baseado na subtração de cabos de telecomunicações e energia elétrica, com posterior recolhimento do material por empresas de reciclagem ligadas aos próprios líderes da organização e lavagem dos lucros ilícitos por meio de transações bancárias fracionadas, aquisição de veículos de luxo, emissão de notas fiscais falsas e simulação de contratos com empresas reais. A quadrilha atuava realizando fraude documental e disfarce operacional, ação furtiva com vigilância armada. Os furtos ocorriam durante a madrugada, com batedores armados em motocicletas, ligados ao tráfico de drogas, garantindo a evasão e a proteção da operação. Os criminosos amarravam os cabos aos caminhões, puxando-os com força, causando danos estruturais severos às estações subterrâneas. Os cabos subtraídos eram transportados para galpões e ferros-velhos em Queimados, Baixada Fluminense; no Morro do Fallet, Centro do Rio; e no Complexo do Salgueiro, São Gonçalo — todos de propriedade dos líderes da organização, situados em territórios dominados por facções criminosas. O grupo dividia o percentual do faturamento com os traficantes locais, garantindo a proteção do território. Nos depósitos, os cabos eram decapados, fracionados e queimados para eliminar vestígios de origem, e revendidos a ferros-velhos e metalúrgicas no Rio de Janeiro e, principalmente, em São Paulo, com apoio de intermediadores. Parte dos pagamentos era feita com veículos de luxo, e outra era lavada por meio de empresas ligadas ao núcleo de comando, nos ramos de alimentos e comunicação, com emissão de notas fiscais falsas, anúncios e propaganda de clientes fictícios. Segundo apurado, o líder do grupo era também o elo com o tráfico do Fallet. Atuava como contador da facção, controlando repasses, fluxo financeiro e lavagem via empresas reais. O homem foi preso pela Polícia Civil do Paraná por ser o elo entre fornecedores de drogas daquele estado e traficantes de drogas do Rio. Os galpões usados pelo bando ficaram em áreas dominadas pelo Comando Vermelho e os envolvidos dividiam os lucros com os integrantes da facção, que também faziam a segurança armada do grupo. A mulher dele assumiu a liderança após sua captura, comandando pagamentos, lavagem, contratos simulados e gerenciamento de empresas. Outros integrantes do núcleo central do grupo incluíam organizadores de equipes e contato com batedores armados, um grande receptador e responsáveis pela movimentação do material ilícito. Hoje a Polícia Civil faz uma megaoperacão voltada à desarticulação da organização criminosa. Sete pessoas foram presas O objetivoé o cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão, incluindo residências dos alvos, sete ferros-velhos e metalúrgicas nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. Há ainda mandados de prisão preventiva expedidos contra integrantes da organização criminosa, inclusive da cúpula, e o pedido judicial de bloqueio de até R$ 200 milhões em contas bancárias e ativos financeiros, além do sequestro e indisponibilidade de bens e imóveis como casas e veículos de luxo, lanchas , cavalos de raça., entre outros. FONTE: PCERJ

Achados corpos de jovens que estavam desaparecidos em Belford Roxo

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga a morte de duas pessoas, ainda não identificadas. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. As vítimas são dois jovens que estavam desaparecidos há alguns dias. Os corpos foram achados no bairro Sargento Roncale, em Belford Roxo. Um deles se chamava Yuri. FONTE: Polícia Civil do RJ e Caos no RJ (Whatsapp)

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