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investigação

Dois PMs do BPVE poderão ser expulsos da corporação acusados de exigir R$ 1.000 de colega desertor para não levá-lo para a delegacia. Dinheiro foi depositado em chave pix de terceiro que era usada pelos policiais para receber valores suspeitos

Dois PMs foram para conselho de disciplina que poderá excluí-los da corporação suspeitos de exigirem R$ 1.000 de um colega de farda desertor para que não fosse conduzido à Delegacia de Po- lícia, sob a acusação de porte ilegal de arma de fogo., Na época, os envolvidos trabalhavam no Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e atuaram durante serviço realizado no dia 21 de maio de 2023. na interseção da Linha Vermelha com a Rodovia Presidente Dutra. O fato ocorreu depois que a vítima declarou à guarnição sua condição de policial militar desertor e que estava portando sua arma de fogo particular.Nesse contexto, aproximou-se um dos PMs ehvolvidos, que determinou que o declarantedesembarcasse do veículo Land Rover Evoque.Ao ser questionado sobre a apresentação de sua identidade funcional, o ofendido informou que o documento estava vencido desde o ano de 2019, ocasião em que o PM comunicou o ocorrido a outro integrante da guarnição. A partir desse momento, um cabo passou a constranger o desertor, afirmando que ele estava ―enrolado e que poderia ser conduzido à delegacia ―se assim quisesse. Na sequência, o cabo iniciou revista minuciosa no interior do veículo, expondo os pertences pessoais do alvo e de seus acompa- nhantes sobre a pista de rolamento, sem, contudo, localizar qualquer material ilícito. Ainda assim, o cabo indagou o colega desertor ―o que poderia ser feito paraajudar a guarnição‖, deixando subentendida a exigência de vantagem pecuniária. A vítimarespondeu que possuía apenas R$ 100,00 em sua conta bancária, mas foi desacreditado pelo militar, que o obrigou a exibir seu extrato por meio do aplicativo bancário. Após constatar que o valor era insuficiente, o cabo determinou que a vítima entrasse em contato com terceiros, afirmando que somente seria liberado mediante o pagamento mínimo de R$ 1.000,00 (mil reais), valor exigido para que a guarnição ―deixasse para lá‖ e não procedesse com o encaminhamento para lavratura da ocorrência. Diante da coação, a vítima tentou contato telefônico com o proprietário do veículo, , seu primo, mas, diante da demora no repasse do valor, passou a ser ameaçado de prisão pelo cabo que o pressionava a resolver a situação com maior celeridade. Sem alternativas, o desertor entrou em contato com um amigo pessoal, que prontamente atendeu ao pedido e realizou transferência bancária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais), via PIX, para a chave fornecida pelo próprio cabo — Após a comprovação da transação, a guarnição liberou o desertor e seus familiares do local da abordagem. A investigação revelou, por meio de quebra de sigilo bancário e depoimentos posteriores, que o homem que emprestou a conta para o depósitofuncionava como intermediário de movimentações bancárias com padrão reiterado de recebimento de valores suspeitos. Em diversas datas anteriores e posteriores ao fato, foram identificadas transa- ções de R$ 1.000,00 (mil reais) oriundas de pessoas físicas e jurídicas de outros estados (MG, SP, ES), seguidas de saques ou repasses de 90% do montante recebido, sendo mantidos os 10% restantes em sua conta. A análise demonstrou coincidência dessas movimentações com os dias de serviço dos policiais militares ora investigados. Na retomada de seu depoimento, o homem confirmou ter sido cooptado por um outro PM envolvido para ceder sua chave PIX em troca de 10% de comissão, realizando repasses em espécie diretamente ao militar, o que configura participação deliberada no esquema de recebimento ilícito de valores. O próprioadmitiu que faltou com a verdade em seu primeiro depoimento por se sentir intimidado, mas reconheceu formalmente a participação do PM, inclusive por meio de reconhecimento fotográfico. Rela-tou ainda que, em ocasião posterior ao episódio com o desertor, foi orientado pelo PM a restituir os valores recebidos, providência que foi realizada mediante reaportes em sua conta, com origem suspeita. FONTE: Boletim Interno da PMERJ

Casal ofereceu dinheiro e drogas para mulher matar biomédica que tinha dívida com eles

A polícia tenta obter informações que levem à localização e prisão de Marcelo de Oliveira Cabo Verde, de 57 anos e Lívia Cardoso Costa, de 28. Eles estariam envolvidos na morte da biomédica Denise Ramaciote Calasans na porta de sua casa, crime ocorrido no dia 27 de março deste ano, no bairro Jardim Novo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.  De acordo com as investigações da DHBF, a vítima devia a quantia de R$ 30 mil reais ao casal Lívia e Marcelo, amigos de Catarina Silva de Carvalho, de 24 anos (presa), que não conhecia a vítima, e recebeu a promessa de que receberia uma parte da quantia para auxiliar o casal na cobrança a vítima. O dinheiro teria sido emprestado para que Denise fizesse obras no consultório onde ela atendia os clientes. Depois de presa e em depoimento, Catarina alegou que Lívia passou a tarde em sua casa consumindo álcool e drogas, enquanto ameaçava a vítima por áudios. As investigações apontam ainda que o casal ainda teria oferecido drogas a Catarina para que ela tivesse coragem de esfaquear a vítima. No dia do crime, segundo a polícia, houve uma confusão proposital em frente à casa da vítima. Catarina esfaqueou Denise com uma faca escondida em seu sutiã, acertando seu tórax. Ela ainda afirmou em depoimento, que Lívia foi quem levou duas facas no dia do crime, sendo uma para cada uma delas. A biomédica Denise foi socorrida pelo próprio casal, a pedido do irmão dela, ao Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Diante dos fatos, a Autoridade Policial da DHBF, requereu junto à Justiça um pedido de mandado de prisão, contra o casal Lívia e Marcelo, que foi deferido pela 4ª Vara Criminal da Comarca da Capital, pelo crime de Homicídio Qualificado. Livia e Marcelo, já são considerados foragidos da Justiça.  Quem tiver informações sobre sobre a localização do casal Lívia e Marcelo, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Consórcio entre o CV e o PCC movimentou mais de R$ 250 milhões

Um consórcio das organizações criminosas Comando Vermelho e Primeiro Comando da Capital voltado para o abastecimento de armas de fogo e drogas para o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio , movimentou mais de R$ 250 milhões. O esquema é alvo de operação hoje da Policia Civil. Os dois alvos da ação foram capturados, nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. A investigação revelou uma rede de pessoas interpostas, empresas de fachada, contas bancárias de laranjas e logística interestadual para mobilização e dissimulação dos produtos e ativos ilícitos, com núcleos na capital fluminense e no Mato Grosso do Sul. A apuração contou com análise de conversas telemáticas, dados financeiros e laudos periciais. Foi constatado que Fhillip da Silva Gregório, o “Professor”, morto no início de junho, estava envolvido no esquema. Um dos alvos capturados, em Taubaté, interior de São Paulo, é uma mulher com ligações estreitas com o PCC. Com uma grande rede de contatos, ela era a interface do Professor com fornecedores de armas do Mato Grosso do Sul. A autora é também ex-esposa de um chefe da facção, preso no Rio em 2020, que atuaria diretamente na fronteira do Brasil com o Paraguai. O outro preso é o homem que atuava na mobilização dos recursos financeiros oriundos de transações ilícitas do CV. Ele coordenava pessoalmente a realização de eventos em comunidades, que eram uma maneira de mesclar ativos de origem lícita com outros advindos do tráfico, possibilitando a inserção no sistema financeiro sobre a aparência de receitas ilícitas.  A operação tem ainda o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão contra outros investigados, a fim de reunir elementos que possam auxiliar no inquérito. FONTE: PCERJ

Quadrilha de ladrões de carro aterroriza região da Grande Tijuca. Bandidos provocam acidentes para roubar os veículos das vítimas

A região da grande Tijuca, está sendo assolada pela ação de criminosos ligados ao tráfico de drogas, em especial os ligados a facção Comando Vermelho, os quais além de promover o tráfico ilícito de drogas, promovem o terror na população roubando veículos de auto valor, principalmente os SUVs, os quais, na sua grande maioria, tem valor de mercado acima dos R$ 100.000,00 e subtração de motos de diversos modelos/marcas e valores. No período de 01/01/2024 à 10/06/2024, foram totalizados pelo menos 132 roubos de carros e 58 roubos de motos, sendo 190 veículos roubados no intervalo analisado. No entanto, o roubo do veículo, nunca vem só, os roubadores querem os celulares, joias e demais bens que sejam de liquides fácil no mercado da receptação. Além disso, ainda contam com um sistema arrojado de acesso aos telefones subtraídos, os quais são invadidos e as vítimas ainda tem prejuízo com acessos às contas bancárias, de onde são realizadas transferências, empréstimos e outras despesas, que em alguns casos, ultrapassam valores de um veículo de prejuízo, com as movimentações realizadas As comunidades em que os chefes do tráfico determinam tais ações, e tem como incidência a circunscrição desta UPAJ, bem como as circunscrições da 19ª DP (Tijuca) e 20ªDP (Vila Isabel), são as seguintes: Comando Vermelho: Turano (Tijuca)Morro do Salgueiro (Tijuca)Prazeres (Sta. Tereza)Paula Ramos (Sta. Tereza)Falett e Fogueteiro (Sta. Tereza)Arará (Benfica)Jacarezinho (Jacaré)Manguinhos (Bonsucesso)Complexo do Lins (Lins)Complexo da Maré (Pq. União/Nova Holanda) (Bonsucesso)Mangueira (São Cristóvão)Morar Carioca (Benfica) De acordo com o apurado, o bandido vulgo Fubu, atua como batedor da quadrilha, ou seja, um dos responsáveis por observar e avisar a quadrilha que vem logo em seguida, da presença policial, bem como é o responsável por escolher os veículos que serão subtraídos e de atuar como batedor na entrega dos veículos já clonados aos compradores. Outros integrantes da quadrilha foram identificados, em troca de informações com a 39ªDP (Pavuna), que monitora a quadrilha de roubadores e clonadores. Diante das informações obtidas, o signatário providenciou junto ao setor de inteligência a confecção de vários mosaicos fotográficos com os pertencentes da quadrilha ora identificada, e que restou apurado a participação de mais um integrante, ora reconhecido sem sobre de dúvidas como sendo o bandido vulgo Dedé O modus operandi, da quadrilha é específico. Em um dos assaltos, como o veículo das vítima era blindado, os bandidos provocaram um acidente· com a colisão no retrovisor, foi a história de cobertura, para que a vítima parasse o veículo e saísse para ajeitar o retrovisor, momento em que, exposto, foi abordado pelos roubadores. É nítida a divisão de tarefas, Dedé causa a colisão, fazendo com que a vítima se exponha, posteriormente Wescley e Fubu praticam a abordagem, enquanto Wescley vai ao encontro da vítima, Fubu dá cobertura, Segundo a polícia, as lideranças criminosas que se encontram presas, abonam as condutas de roubo, para que possam lucrar e pagar suas despesas, contando com as lideranças que encontram-se atuando em liberdade, de cada comunidade, oferecendo proteção e apoio logístico, além é claro, mantendo a caixinha, para compra de armas, munições e drogas. FONTE: Polícia Civil do RJ

Relatório traz breve histórico do CV, sua estrutura, conselho (veja quem faz parte), regras (estatuto), caixinha, tráfico de drogas, armas, roubos e ações dos donos das favelas

Um relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro descreve como funciona a facção criminosa Comando Vermelho. O CV nada mais é do que um grupo de indivíduos que se organizam de forma paramilitar, com hierarquia e disciplina para a prática de um crime, geralmente o tráfico de drogas. Mas o comando vai muito além desse conceito sucinto de facção. Com divisão de tarefas bem definidas, estruturalmente ordenada, objetivando auferir vantagens mediante a prática de infrações penais que vão muito além do tráfico de drogas, o CV retrata uma organização criminosa muito bem delineada. Fundada por Rogério Lemgruber, no presídio Candido Mendes, na Ilha Grande e criada sob a égide do lema “Paz, Justiça e Liberdade”, a facção teve como um de suas primeiras medidas a instituição do caixa comum, alimentado pelos proventos arrecadados pelas atividades criminosas isoladas, um “dízimo”, que serviria para financiar fugas, custear advogados e amenizar as duras condições de vida dos presos, reforçando a autoridade e respeito do CV no seio da massa carcerária. A estrutura básica da organização assemelha-se a uma forma empresarial no que tange aos lideres que são verdadeiros gestores das condutas criminosas desenvolvidas por todo território do Estado do Rio de Janeiro. Neste sentido, é importante observar o conceito do “Conceito do Conselho do CV9(50(/+2·que é um corpo de membros eleitos ou designados que, conjuntamente, supervisiona as atividades da organização, zela pelo estatuto adotado e após opinião de todos toma as decisões de forma colegiada. Segundo investigação já realizada, a última formação que se tem conhecimento do Conselho seria composto (sua alta cúpula) por Marcio dos Santos Nepomuceno, Marcinho VP, Luiz Fernando da Costa, o “Fernandinho Beira Mar” e Ricardo Chaves de Castro Lima, também conhecido pelos codinomes de “Fu”, “Fu da Mineira” ou “Playboy” também estaria na cúpula da organização. Para fazer com que suas decisões sejam respeitadas, os membros do dito conselho que integram o topo da hierarquia da facção se preocupam em se fortalecer também no aspecto financeiro. Assim, deve se destacar o conceito da caixinha do CV que é a formação de um verdadeiro “caixa forte” da facção e que se perfaz pela contribuição, em dinheiro, dada pelos líderes das favelas dominadas pelo comando vermelho. Tal caixa, tem como objetivos principais: a compra de armas, munições, drogas, financiamento de guerras, custeio de honorários advocatícios, custeio de despesas de visitas de presos, principalmente em presídios federais, dentre outros. Diante de tudo, nota-se que o berço histórico do CV se deu numa penitenciária e que, na atualidade, ainda são das penitenciárias de segurança máxima, que partem as ordens relativas a como os membros da facção em liberdade devem agir. Assim, é inevitável a constatação de que nada acontece nas ruas sem a aquiescência dos líderes das respectivas comunidades, bem como dos membros do conselho da facção que, quando presos, encontrar-se-ão acautelados nas penitenciárias federais bem como Penitenciária Gabriel Ferreira de Castilho (Bangu 3). Por fim, destaca-se que, para efeito de organização, a facção criou uma norma que nada mais são do que regras básicas de atuação e convivência. Com perfil expansionista e de repercussão internacional, a Organização Criminosa que domina o tráfico em diversas Comunidades, não para de crescer. Esse perfil é característica de suas origens. Na década de 90, o CV dominava 90% das favelas do Rio de Janeiro, Em nível Brasil, o Narcotráfico tem movimentações financeiras significativas e números de violência alarmantes. Podemos afirmar que o Comando Vermelho é uma das Facções mais violentas que atuam no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro atualmente. Durante anos de atuação das Forças de Segurança no combate ao narcotráfico observou-se que as Comunidades do CV contam com um enorme aparato de fornecedores de armas, munições e drogas. Estes fornecedores possuem rotas de entrada e distribuição para os Estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Espirito Santo muito bem estruturadas. Estes fornecedores são os responsáveis em trazer armas e drogas dos Países fronteiriços e fazerem a distribuição para os grandes centros como o Rio de Janeiro onde estão localizadas as maiores Organizações Criminosas do País. Cabe ressaltar aqui que, um grande entreposto dos “importadores” das drogas e armas é o Estado do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Estes chamados “importadores” são os criminosos que possuem alta influências nos Países fronteiriços negociando com os traficantes internacionais de armas e drogas, alguns daqueles auferem tanto lucro que ampliam seus negócios adquirindo fazendas e propriedades naqueles Países e iniciam sua própria produção. São Paulo é a rota comum dos matutos para que a mercadoria chegue até o Rio de Janeiro. Chegando ao Rio de Janeiro através das vias principais, Av. Brasil; Linha Vermelha proveniente da Presidente Dutra e Washington Luis, as drogas e armas também chegam por via marítima. Essa grande importação faz com que o narcotráfico necessite de uma maior liquidez para comprar a mercadoria, suprir as perdas e para manter a caixinha da Facção, o que causou aumentos das modalidades criminosas nas quais o tráfico atua. Os líderes das favelas auferem lucros primordialmente com o tráfico de drogas e secundariamente com os delitos de roubo de cargas e roubo de carros. Os roubos de carros e de cargas são um “negócio” que traz apenas vantagens à organização criminosa, uma vez que não dispende de grandes investimentos e os lucros são garantidos, tendo em vista que, via de regra, já se forma uma relação de receptadores que sempre estão dispostos a pagar pelo produto roubado.Os fuzis utilizados pelos traficantes são comprados em sua grande maioria nos Países fronteiriços ao Brasil e são utilizados para isto o dinheiro oriundo da venda de drogas, da venda de cargas roubadas, veículos roubados semi-novos e veículos 0km (modalidade em crescimento no estado com o roubo de caminhões cegonha). O tráfico de armas é um negócio que também movimenta milhões de dólares, só perdendo para o de drogas. Calcula-se que das 17 milhões de armas que existem no país, 4 milhões estejam nas mãos do crime organizado. Tanto as drogas como as armas

Laudo de necrópsia no corpo de Juliana Marins será entregue em até sete dias

A Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), por meio do Departamento-Geral de Polícia Técnico-Científica (DGPTC), informa que a necropsia no corpo da jovem Juliana Marins foi concluída. O exame foi realizado por dois peritos legistas da Polícia Civil, altamente experientes, e observado por um perito médico da Polícia Federal e por um assistente técnico representante da família. A necropsia teve início às 8h30 e durou pouco mais de duas horas. O laudo preliminar deve ser entregue em até sete dias. O corpo será liberado para retirada pelos familiares. FONTE: PCERJ

Quadrilha especializada em furto de petróleo é alvo de operação

A policia do RJ mira uma organização criminosa especializada no furto de petróleo bruto. Os agentes cumprem, nesta quarta-feira (02/07), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra os líderes e integrantes do grupo, em Além Paraíba, no estado de Minas Gerais. Até o momento, um criminoso foi capturado. Segundo as investigações, eles atuavam de forma estruturada e persistente ao longo dos últimos anos, mesmo após terem sido alvos de diversas operações policiais.  A apuração teve início a partir da tentativa de uma subtração de petróleo bruto, na região de Rio das Flores, em agosto do ano passado. Técnicos identificaram movimentações suspeitas e localizaram um túnel escavado com aproximadamente sete metros de extensão, projetado para acessarclandestinamente a tubulação e viabilizar o furto. A rápida ação integrada entre o setor de segurança da empresa e a DDSD impediu a consumação do crime e evitou um potencial desastre ambiental, já que a perfuração ocorria nas imediações do Rio Paraíba do Sul, responsável pelo abastecimento de milhões de pessoas em três estados da federação. O inquérito revelou o alto grau de sofisticação da organização criminosa, que utilizava veículos alugados por terceiros, contas bancárias de interpostas pessoas e comunicações criptografadas, com o objetivo de dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis. A atuação coordenada entre a Polícia Civil e o MP foi determinante para o robusto conjunto probatório reunido, que evidenciou o papel de liderança exercido pelos líderes, que mantinham atuação contínua no planejamento, financiamento e execução das empreitadas ilícitas. PRegistra-se que os investigados já tinham sido alvos de outras cinco operações anteriores, o que demonstra a reincidência e o desprezo às medidas cautelares anteriormente impostas pelo Poder Judiciário. Os líderes do grupo foram alvos também da “Operação Ouro Negro”, deflagrada pela própria DDSD quando foram identificadas ligações diretas com um contraventor.Além deles, outros integrantes da organização criminosa estão na mira desta ação Eles foram identificados ao longo das investigações e atuavam de forma estruturada no suporte logístico à prática dos crimes, especialmente no pagamento de despesas e ocultação da identidade dos mandantes. FONTE: PCERJ

Polícia do RJ vai fazer amanhã necrópsia no corpo de Juliana Marins

A Polícia Civil realizará, nesta quarta-feira (02/07), a necropsia no corpo de Juliana Marins, de 26 anos. Os exames serão realizados no Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), com a presença de representante da família e de um perito da Polícia Federal. A diligência ocorre por determinação judicial com a anuência do Estado. De acordo com o Departamento-Geral de Polícia Técnico-Científica, a previsão é de que o corpo chegue ainda na noite desta segunda-feira (01/07) e seja levado para o IMLAP, onde passará por novo exame. Juliana foi retirada, já sem vida, de uma trilha no vulcão Rinjani, na Indonésia, no dia 24 de junho, três dias após sofrer um acidente. O objetivo da necropsia é esclarecer dúvidas que surgiram após a divulgação do laudo na Indonésia.

Polícia descobre que mais três bandidos de Goiás estão escondidos na Rocinha (CV)

As Forças de Segurança do Rio de Janeiro buscam obter informações que levem à localização e prisão de três criminosos foragidos da Justiça do Estado de Goiás. São eles: Yuri Alexandre Sousa Andrade, vulgo “Cerradão”, de 22 anos, Everton da Mota Leda, de 43 e Rafael Costa Lagoa, vulgo “Lagoa CV”, de 43. Todos são ligados à facção criminosa Comando Vermelho (CV), e estariam se escondendo na Comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio.  Yuri Alexandre, é um dos mandantes e um dos envolvidos em um homicídio praticado em dezembro de 2024, no brutal assassinato do jovem Lucas André Xavier de Oliveira, de 23 anos, no Setor Vera Cruz, em Goiânia. A vítima foi atraída por Yuri e outros quatro comparsas depois de perder 2 kg de maconha da facção, avaliados em mais de R$ 3 mil. Depois do crime, ele fugiu para o Rio e passou a se esconder na Favela da Rocinha.  Contra ele constam cinco mandados de prisão e possui anotações criminais por homicídio, tráfico de drogas, ocultação e vilipêndio de cadáver .  Evadido do Sistema Penitenciário, Everton Leda, chegou a ser preso maio de 2011, quando de uma operação conjunta da Polícia Federal com a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Militar dos estados de Alagoas e Pernambuco que desarticulou uma quadrilha que atuava no arrombamento de caixas eletrônicos que agia nos estados de Alagoas, Pernambuco e Goiás. Everton da Leda, era apontado pela polícia como um dos mais conhecidos ladrões de banco do país e condenado a 71 anos de prisão. Ele estava foragido desde março de 2011, quando fugiu do Presídio de Segurança Máxima de Papuda, no Distrito Federal.  Em dezembro de 2021, o Ministério Público Federal (MPF) denunciou 26 pessoas – entre elas um agente penitenciário federal, advogados de presos e várias lideranças do Comando Vermelho – pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e associação para o tráfico de drogas. desdobramento da Operação Efialtes, que desvendou esquema de rede de transmissão de ordens de líderes da organização criminosa presos na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), tanto para integrantes que estão em liberdade, quanto para outros presos internos. Dados colhidos em investigações da Polícia Federal, entre eles diversas filmagens realizadas em 2020 e 2021, mostram que presos foram beneficiados pelo esquema criminoso, entre eles Márcio Santos Nepomuceno, conhecido como Marcinho VP, famosa liderança do Comando Vermelho. Entre os beneficiados  pelo esquema estavam, Everton Mota Leda, e traficantes do Rio de Janeiro como Fabiano Atanásio da Silva, o “FB”, Carlos Eduardo Rocha Freire Barboza (vulgo “Cadu Playboy”), Charles Silva Batista (vulgo “Charles do Lixão”), Luiz Cláudio Machado (vulgo “Marreta”), entre outros.  Contra Everton Leda constam dois mandados de prisão, sendo um por Órgão Judicial: Seção de Execução Penal de Catanduvas – TRF4 e outro pela Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, com pedido de Recaptura, pelos crimes de organização Criminosa, Roubo e Tráfico de Drogas.  Rafael Lagoa, chegou a ser preso em janeiro de 2014, onde através de uma denúncia anônima, equipes do Batalhão de Choque da Polícia Militar e o Serviço de Inteligência do Comando da Capital (CPC/2/Goiás) apreenderam aproximadamente 80 kg de maconha em uma residência, na Rua Presidente Harrison, no Jardim Presidente, em Goiânia. Rafael, estava na casa e foi preso. Ele já possuía passagens por homicídio, roubo, receptação e formação de quadrilha. Segundo informações da PM, a droga era oriunda do Paraguai. Contra ele consta um mandado de prisão, da 2ª Vara de Execução Penal/Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, Espécie de prisão: Por condenação transitada em julgado, Tipificação Penal: Roubo, com condenação: 23 anos, em Regime Prisional: Fechado. Quem tiver informações sobre sobre a localização desses três foragidos da Justiça do estado de Goiás, favor denunciar pelos seguintes canais de atendimento do Disque Denúncia do Rio:  Central de atendimento/Call Center: (021) – 2253 1177 ou 0300-253-1177WhatsApp Anonimizado: (021) – 2253-1177 (técnica de processamento de dados que remove ou modifica informações que possam identificar uma pessoa)Aplicativo: Disque Denúncia RJAnonimato Garantido FONTE: Portal dos Procurados do Disque Denúncia

Investigação que culminou em operação hoje contra PMs começou depois que homem denunciou que policiais lhe exigiram R$ 6.000 para que seus bens fossem liberados

A investigação sobre os PMs alvos de operação de hoje do Ministério Público Estadual começou depois de que um homem que prestou declarações, em sede de delegacia de polícia judiciária militar, em 09/06/2021, ocasião em que informou ter sido abordado de forma truculenta por duas equipes da Polícia Militar, tendo inclusive sido algemado, àquela mesma data. Narrou que os policiais teriam lhe exigido a quantia de R$6.000,00, empregando contra a vítima diversas ameaças. O valor deveria ser transferido, via Pix, A vítima, na ocasião, informou aos policiais que não teria o aplicativo para poder fazer a transferência, o que ocasionou xingamentos e intimidações por parte dos agentes, segundo relato da vítima. Em seguida, afirmou que os policiais subtraíram alguns bens que estavam com ele (relógio, celular, chave de carro e dinheiro) e deram o prazo de meia hora para que fosse em casa e trouxesse o valor de R$ 6.000,00, a fim de que seus bens fossem liberados. O homem ao chegar em sua residência, fez contato via 190 e, após, foi ao 39º BPM. Os policiais militares, supostamente envolvidos e ouvidos em sede policial, negaram a prática do delito narrado pela vítima. Desta forma, foi tomada a medida de afastamento do sigilo bancário afim de elucidar a movimentação bancária referente ao CPF do Pix. A operação de hoje veio a tona em razão de fatos recentes em que uma outra em juízo, declarou ter sido procurada por pessoas que sabe serem envolvidas em práticas criminosas, a fim de que não falasse a verdade em seu depoimento em Juízo. Por conta disso, a Justiça determinou a suspensão cautelar da função pública dos acusados e, subsidiariamente, a suspensão da atividade-fim dos réus, proibindo-lhe de exercerem suas atividades no 39º BPM, . Compulsando-se os autos, constata-se que assiste razão parcial ao Ministério Público. A vítima, em Juízo, relatou fatos novos que demonstram a necessidade de adoção de medidas cautelares, a fim de preservar a instrução criminal e a futura aplicação da lei penal, notadamente em razão das supostas tentativas de impedi-la de falar a verdade em juízo, bem como impedir eventual reiteração de condutas criminosas. Tratam-se de fatos novos, até então desconhecidos, e que justificam a adoção de medidas cautelares para garantia da ordem pública, sem violar direitos fundamentais dos acusados ao impor-lhes medida cautelar mais gravosa que a adequada ao caso, qual seja, a prisão preventiva. Por outro giro, a suspensão parcial da função pública é mais proporcional e adequada. Antes de os policiais serem presoss, a Justiça havia determinado, até a sentença definitiva ou ordem de contra-cautela, que eles não poderiam ser escalados na atividade policial (atividade-fim), mas somente em serviços prestados exclusivamente nos ambientes internos da PMERJ, bem como não poderão exercer tais atividades no âmbito do 39º BPM. Eles tinham também que cumprir a seguinte medidas: a) Proibição de se aproximar ou procurar pela vítima e testemunhas desse processo, bem como seus familiares, por qualquer meio, ainda que indiretamente. FONTE: TJ-RJ

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