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investigação

Polícia apura morte de grávida de oito meses que caiu do quinto andar de um prédio em Meriti após brigar com companheiro que tinha histórico de agressões

A Polícia Civil investiga a morte de Lucélia Zangerolame Silva de Souza, de 37 anos que caiu do 5º andar de um prédio no bairro Venda Velha, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na madrugada de ontem (15) A vítima estava grávida de 8 meses. Testemunhas disseram que ouviram brigas entre ela e o companheiro momentos antes da queda. Segundo relatos, o suspeito tinha histórico de agressividade. O casal estava junto há aproximadamente 1 ano. Lucélia deixa outros dois filhos, uma de 11 e outro de 15 anos. Agentes do 21º BPM foram acionados e encontraram a vítima já sem vida. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). A perícia foi requisitada para o local e agentes realizam diligências para esclarecer todos os fatos. Sobre o suspeito, a polícia ainda não esclareceu se ele ficou preso ou foi liberado. FONTE: Padre Miguel News (Facebook)

Saiba como uma quadrilha invadia contas bancárias e roubava altas quantias em dinheiro

Investigações da Polícia Civil do RJ apontaram que os criminosos utilizavam técnicas sofisticadas de apropriação e controle remoto dos computadores pessoais das vítimas para invadir suas contas bancárias e subtrair altas quantias de dinheiro. Segundo os agentes, em apenas um dos casos apurados, uma das vítimas teve um prejuízo superior a R$ 480 mil. Hoje, os agentes realizam a “Operação Corsários Virtuais” contra integrantes da organizacão criminosa. Na ação desta quarta-feira (16/07), os agentes cumprem mandados de busca e apreensão contra os envolvidos nessa quadrilha e efetuam a constrição dos veículos no nome dos alvos. As diligências ocorrem em Goiás, com o apoio da Polícia Civil daquele estado. Os policiais concluíram que os beneficiários finais do valor subtraído eram um casal de empresários de Goiás. As movimentações foram identificadas de novembro de 2024 a março de 2025, e foram registradas transações financeiras milionárias em diversos estados brasileiros. A quadrilha realizava um esquema de lavagem de dinheiro com o objetivo de dificultar o rastreamento dos recursos e disfarçar a origem ilícita dos valores. A quantia desviada era transferida para contas bancárias de “laranjas” e repassadas para construtoras e transportadoras em nome dos próprios criminosos. A movimentação de entrada nas contas foi de R$ 1,8 milhão, sendo que R$ 800 mil foram encaminhados para contas gerenciadas pelos próprios criminosos.A quadrilha ainda utilizava o montante subtraído para adquirir veículos de alto valor, também registrados em nome de terceiros. Todas as ações buscavam garantir aparência de legalidade ao patrimônio obtido de forma criminosa .Por determinação judicial, houve bloqueio nas contas bancárias no valor de R$ 480 mil e a decisão do monitoramento por tornozeleira eletrônica dos investigados. A operação visa não apenas o combate às atividades delituosas, mas também ao enfraquecimento dos crimes cibernéticos, que têm se tornado cada vez mais sofisticados e prejudiciais. As investigações continuam para identificar outros envolvidos nas ações delituosas.

Em conversas monitoradas, frente do Juramento (CV) bateu continência para Doca e ameaçou cortar pagamentos de subordinados que chegam atrasados na boca. Inquérito traz ainda diálogos falando sobre uso de cracudos como informantes, câmeras de monitoramento e ameaças a rivais e ladrões de velhinhos

Apontado como um frentes do Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, o traficante Marquinhos Zero batia continência para Doca, confirmando que ele era o verdadeiro dono da comunidade. Em uma conversa monitorada, ele chegou a dizer: “É um por todos e todos pelo Urso”. Zero cobrava disciplina de seus subordinados dizendo que iriam ficar sem pagamento quem chegasse atrasado “Vamos cumprir seus horários. Quem chegar atrasado achando que é malandro vai ficar sem pg os amigos podem anotar quem são esses amigos e passa para mim que vai ficar sem pg”. Zero possui 2 anotações criminais por crimes de Homicı́dio e Associação criminosa. Em uma outra conversa monitorada, Zero comunicou a todos que haveria operação na favela. “Vamos ficar atentos”. O outro frente do Juramento, Mucefin, apareceu utilizando fardamento tı́pico dos utilizados pelas forças de segurança do Estado. Portando um Fuzil, e acompanhado de dois seguranças fortemente armados. Mucefin teve uma conversa monitorada dizendo que haviam saído três blindados do 16º BPM em direção a Rua Uranos, que babou os alemão e que morram todos. Um outro traficante da quadrilha mandou uma mensagem de áudio falando para caçar os banddios Lacoste e Coelhão , lı́deres do Morro da Serrinha, domı́nado pela facção rival TCP, vizinho ao Morro do Juramento. Disse que os alemão foram lá no Morro do Urubu e tiraram a vida de um amigo. Os bandidos usavam os usuários de crack como informantes para ajudar na localização de viaturas policiais “Ai tropa do CV, pega a visão. A barca continua lá ainda, tá ligado? Passou mais um cracudinho aqui, pedi para ir lá pegar a visão. O cracudo me confirmou que está parado l[a ainda. Lá no colégio Pixinguim, tem uma barca parada com os controlados dentro lá. Tem uma rapaziada do alto aí, passa a visão Um outro bandido enviou foto da mesa na qual ofere drogas à venda, em um dos pontos e venda de drogas da comunidade. Na imagem fez referEncia ao traficante Doca ou Urso. Foi monitorada também uma conversa em que um traficante disse que ia matar os ladrões de velhinho que ficam roubando. Em mais uma conversa captada, os bandidos confirmam que fazem monitoramento por câmeras “Fala que está arrancando uns fios. Será que é da monitoração nossa que os caras estão arrancando? Só os amigos do Big Brotlher vê se vai desativar umas câmeras nossas aí. Eles estão mexendo no nosso bagulho. FONTE: PCERJ

Um traficante desconhecido da mídia virou figura central na Penha (CV) ao lado de Doca e Gardenal. Saiba quem é

Um traficante desconhecido da mídia virou figura central do crime no Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio. Trata-se de Grandão. Ele criou e administra os principais grupos de Whatapp ligados à facção Comando Vermelho- CV e com forte atuação no Complexo da Penha seriam: i – “Visão mirante ao jura”; ii “Ph os cria” e iii – “tropa do Edgar”, Grandão é considerado uma espécie de síndico da Penha, responsável por pagar arrego a policiais e botar os soldados na rua. Além disso, monta as escalas deplantão e gere os bailes funk na comunidade A alusão acima à “tropa do Edgar” se refere a Doca, , principal liderança do Comando Vermelho no Complexo da Penha. Há indivíduos que o protegem. O monitoramento destes se faz relevante para que se possa chegar ao alvo, Doca, com certa margem de segurança. Em um dos grupos há imagem de um urso portando uma fuzil, com a frase “Vida longa ao Rei” emreferência ao traficante Edgar Alves de Andrade, o Doca ou Urso, um dos maiores líderes da facção Comando Vermelho.; Além de ser o chefe do Complexo da Penha, Doca também é o chefe do tráfico de diversas outras comunidades, tais como Vila Kosmos, Juramento, Quitungo, Guaporé, Ipase, etc. E também é o responsável pelas recentes guerras expansionistas do Comando Vermelho por toda Jacarepaguá , Vargens, Itanhangá e Rio das Pedras.Ele também é responsável pelas recentes guerras expansionistas do Comando Vermelho, ordenando e inanciado confrontos armados que resultaram na invasão de diversas regiões de Jacarepaguá , como Rio das Pedras, Muzema, Morro do Banco, César Maia, Gardênia Azul e Itanhangá. Doca conta como apoio de outras lideranças do Complexo da Penha, subordinados a ele, para coordenar as atividades criminosas, não só na Penha, mas também nas demais comunidades por ele chefiadas. Doca conta com a assessoria de Gardenal, sendo seu homem de coniança e lı́der de suas tropas. Gardenal é responsável por definir as estratégias de “guerra” contra facções rivais, e pelas táticas de enfrentamento às forças de segurança do Estado. Também é responsável por coordenar as guerras expansionistas da Facção Doca e Gardenal, são responsáveis por diversos homicı́dios ocorridos durante essa guerra expansionista do Comando Vermelho. Dentre esses homicı́dios um teve repercussão nacional, no qual três médicos foram assassinados na orla da praia da Barra daTujuca, confundidos com milicianos de Jacarepaguá . Os homicı́dios ocorreram em momentoem que o Comando Vermelho disputava com milicianos o controle da comunidade GardêniaAzul. Outros homicı́dios recentes também ganharam notoriedade, como a morteda turista Diely Silva, de 34 anos, morta a tiros em dezembro do ano passado. O crime ocorreu após o carro de aplicativo em que a vı́tima estava entrar por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena, na Zona Oeste do Rio. Doca e Gardenal também foram denunciados pelos homicı́dios. Ninguém pode falar com Doca sem antes passar por Gardenal e Grandão. Importante destacar que criminosos, notadamente lideranças do tráfico adquirem linhas telefônicas em nomes de terceiros e trocam frequentemente de telefone para de dificultarem serem identi icados, Os três emitem ordens de caráter geral, ordens sobre a comercialização de drogas para os subordinados, determinam as escalas de plantões sejam em pontos de comercialização de drogas (bocas), pontos de visão (monitoramento), ou pontos de contenção(segurança armada). Também chamam atenção de seus subordinados, falam sobre veı́culosroubados, monitoramento de viaturas policiais, contabilidade das vendas de drogas e atésobre a execução (morte) de rivais. Outras informações colhidas no inquérito O filho de Doca seria chefe das equipes de roubo da Penha, Paulista seria hoje o segundo da hierarquia do tráfico no Complexo do Alemão, ficando abaixo apenas de Pezão. e, segundo informações de inteligência, seria o responsável por autorizar roubos e furtos, inclusive com uso de explosivos. Companheira de Pezão, Rose estaria sendo monitorada monitoramento pela proximidade com um dos principais traficantes atualmente no Rio de JaneiroOutro monitorado é Pedro Bala, considerado um dos principais chefes do CV, assim como Gardenal. O traficante Taca Bala da Penha também foi monitorado e se descobriu dialogos relacionados a “cobranças” ao comercio local . Isso evidencia que o Comando Vermelho, principal facção fluminense de tráfico de drogas, há anos já percebeu que a extorsão de comerciantes (cobranças de taxas de segurança”) é bastante lucrativo, tal como o roubo de veículos e cargas, além, como notório, da venda de cocaína e outras drogas. Também foi monitorada uma mulher chamada Andrezza, que é esposa do traficante BMW, que comanda a comunidade da Gardênia Azul, em Jacarepaguá BMW é criminoso de principal conexão entre os líderes do tráfico no Complexo da Penha, com os traficantes que estão violentamente expandindo os domínios do CV na região da grande Jacarepaguá. A investigação menciona ainda os traficantes WL do Complexo do Chapadáo e Mbappé da CIdade de Deus,. FONTE: PCERJ .

MPRJ denunciou 20 traficantes que agem no Morro do Juramento (CV) e esmiuça sua hierarquia

O Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro denunciou à Jusiça 20 integrantes do Comando Vermelho que agem no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte do Rio. Entre eles estão os traficantes Doca e Gardenal, lideranças da facção. A investigação ocorreu entre março de 2023 a maio deste ano. A denúncia diz que Gardenal é uma espécie de “general”, o homem de confiança de Doca ou Urso, e que exerce função de liderança não só no Complexo da Penha, mas também em comunidades como Gardência Azul, César Maia, Marcão, Juramento, Quitungo, Guaporé, Alemão, CPX do 18, Vila Kosmos, integrando grupos de Whatsapp criados para gerenciamento de todas as comunidades. No Juramento, os bandidos usam os grupos de Whatsapp FML Juramento Cpx Ph luto e Cp 12. Esses grupos são utilizados para a comunicação e execução das atividades da associação criminosa, tais como comercialização de drogas, monitoramento de viaturas policiais, segurança contra facções rivais, entre outras atividades criminosas. Abaixo de Doca e Gardenal, estão os bandidos vulgos Zero e Mucefim que exercem a liderança do tráfico in loco, e se subordinam somente aos chefes. Depois de Mucefim e Zero, estão os gerentes vulgos Cinquenta, Perna e Arábia Em seguida, como soldados do tráfico, estão Cebolão, Thiago, Marcos André, Jaime, Nevoeiro, Cristiano, Denner, Matheus, Eduardo, Wendel e Gordin Eles realizavam também as funções de exposição e venda das substâncias entorpecentes e de olheiros, ostentando, por vezes, nas fotos forte armamento. FONTE: MPRJ

Investigação mostra que traficante Peixão (TCP) tem representantes em outras cinco cidades do Grande Rio e até em bairro da Zona Oeste onde manda a milícia

A investigação sobre o tráfico no Complexo de Israel mostra o tamanho territorial da influência de Peixão. O bandido tem representantes de sua quadrilha em Nova Iguaçu, Mesquita, Magé, Duque de Caxias, São Gonçalo, e até mesmo em outras partes do Rio como Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, e Morro do Dendê, na Ilha do Governador. O bando se divide por setores e se comunica por meio de grupo de Whatsapp. Todos esses criminosos protegem as bocas de fumo, realizam armados, ou não, a venda do material entorpecente, monitoram as atividades policiais naquela, compartilhando todas as informações com os demais denunciados e outros integrantes ainda não identificados, mantendo os mesmos propósitos para a prática reiterada do tráfico de drogas, sendo certo que nenhum desses denunciados possui uma função definida na malta, e atuam de acordo com a necessidade e conforme determinações da liderança. Em Vigário Geral, fica por exemplo o usuário Jamelão IG que solicita e repassa informes sobre as atividades na comunidade e enviando áudios que não foram baixados pelo proprietário do celular. Outro usuário, Marcos Vinicius, atuava observando a movimentação policial, e repassando informações aos demais integrantes da quadrilhaDouglas Veríssimo era dos principais responsáveis por repassar informações sobre movimentações policiais no grupo. CJ publicou em seu Instagram foto armado com um fuzil e fazendo referência à facção criminosa Complexo de Israel. Ele também comenta sobre a operação policial, alertando seus comparsas. Wallace Denílson usava o nome de usuário “Gravata. Ele enviou vídeos de armamentos, além de questionar a proximidade de um morador da comunidade com os policiais em operação. Na região do Pica Pau ficavam os bandidos Riquinho e Mata Jr, que foi preso preso em flagrante no dia 11 de março de 2025 e aparece em sua foto de perfil da rede social Instagram portando um fuzil, além de Pensador e Dunga ou Manaus que aparece em mensagens demonstrando que ele também compõe a proteção da boca de fumo. Ele não se importa em publicar fotografias em que aparece ostentando armamentos em seu perfil aberto da rede social Instagram. Tem ainda o bandido , vulgo “MK”, que destaca-se a menção utilizada nas imagens “Os Meninos do Peixe”, o que reporta a sua subordinação, bem como os demais, ao líder do tráfico de drogas da região “Peixão Em Parada de Lucas, fica Maguila da Alta, apontado como um does chefes do tráfico do Complexo de Israel. Ele é um dos maiores comunicadores do grupo. Ele comenta sobre estratégias para frear a incursão dos blindados e incentiva protesto de moradores para atrapalhar a operação, além de determinar ataque à população civil. Tem ainda o Sombrão, que é chefe do tráfico no Parque Paulista, em Duque de Caxias e Dinho ou Velhinho de Israel, que é administrador do grupo de WhatsApp e é um dos gerentes do tráfico de drogas do Complexo de Israel, responsável por executar os homicídios determinados por Peixão. Com o nome de usuário “Dinho”, ele envia diversas mensagens sobre movimentações das viaturas Ainda em Parada de Lucas, tem o L3 que alerta seus colegas sobre o posicionamento dos drones da polícia civil durante a operação policial.Há outros também como D´Lucas, Choco Louco, Gordinho, Frank, que incentiva seus comparsas a efetuarem disparos de fuzil contra o blindado em operação. e mais alguns que informam sobre a localização de viaturas. Kinho ele publicou fotos em rede social portando colete balístico e fuzil. Wendel Lucas reagie com figurinhas sugerindo a execução de policiais civi e informa aos demais integrantes sobre a movimentação dos agentes.Na Cidade Alta, ficam Farinha, Goiabinha, Ryan, Do Chaves (pediu a localização do blindado da polícia), Jotão (ostenta fotos armados em rede social), Douglas (ele posta fotos fazendo o sinal do TCP ao lado de uma mesa com carga de material entorpecente). ]Tem ainda o Bebel, Ele foi reconhecido no RO n° 038 10752/2024 pela vítima como o homem que tentou matá-la após ver uma foto de policial em seu celular. Ele participa ativamente do grupo, alertando seus comparsas sobre o posicionamento das guarnições. Vinicius compartilha fotografias em alusão ao Complexo de Israel e ao líder Peixão, demonstrando sua subordinação ao chefe do tráfico local.Kaua exerce a função de soldado do tráfico. Tem fotos em que ostenta fuzis e as mensagens sobre rendição do “serviço” e operações policiais.Menor T ostenta fotos de fuzil em suas redes sociais, assim como Chapoca. Há ainda os traficantes que ficam nas comunidades do Aymoré e do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu, como Gordinho do Gás, que é homem de confiança de Peixão. Tem ainda o Iraque que apareceu em conversa durante a operação do dia 10/10/2024, ao discutindo com os demais integrantes sobre a maneira de impedir que os blindados denominados Paladinos da polícia ingressassem na favela. Ainda em Nova Iguaçu, há membros na comunidade do Inferninho, como Sheik que aparece em sua própria foto de perfil do WhatsApp ao lado de um fuzil e no Jardim Pernambuco, como Léo Danon, que foram encontradas no grupo fotos suas portando fuzil ao lado de outros criminosos. Ele envia no grupo fotos e vídeos da rua por onde passava o comboio policial. Tem também os bandidos que ficam na Cinco Bocas, em Brás de Pina, como Kauan, ele avisa ao grupo sobre o trajeto dos blindados da polícia.Peixão tem gente até em Magé, como o bandido vulgo Nem. Até traficantes do Morro do Dendê, na Ilha do Governador participam da quadrilha, como Gago. e um bandido do Morro do Feijão, em São Gonçalo, vulgo Chen, que convera roubos de carga, atividade que é amplamente praticada pela malta que domina o Complexo de Israel, notadamente pela proximidade com a Av. Brasil e Linha Vermelha. Peixão ainda tem influência no Santo Elias, em Mesquita, cujo representante é o bandido vulgo Pigmeu. Até mesmo em Sepetiba, na Zona Oeste do Rio, área dominada por milicianos, há um membro da quadrilha, vulgo Galo. FONTE: MPRJ

Grupo de WhatsApp com 164 integrantes era a verdadeira central de gestão do tráfico do Complexo de Israel (TCP). Veja mensagens mandando tacar fogo em ônibus, monitorando e mandando atirar na polícia

A Polícia Civil flagrou no celular de um traficante do bando de Peixão, vulgo Pensador, a existência de uma robusta associação para o tráfico de drogas no Complexo de Israel, com evidente dominação territorial, mas identificar boa parte de seus integrantes e confirmar o modus operandi identificado nas operações realizadas pelas forças policiais. Foram identificados diversos grupos ligados a atividade criminosa, e em especial ao tráfico de drogas. Os agentes encontraram por exemplo o grupo de WhatsApp denominado BTB DE ISRAEL (“BTB” é sigla de “Bonde dos Taca Bala”), que representa uma verdadeira central de gestão da facção criminosa que domina o tráfico de drogas no Complexo de Israel. Neste grupo devidamente organizado foram encontradas ordens de caráter geral, ordens sobre a comercialização de drogas e determinação de escalas de plantões em pontos de comercialização de drogas (bocas), pontos de visão (monitoramento), e pontos de contenção (segurança armada), além de ordens para ataques às forças policiais, e organização da população civil contra a polícia. No mesmo grupo, os subordinados enviam mensagens referentes ao monitoramento da comunidade, movimentação de viaturas policiais e sobrecomercialização de drogas. Os integrantes do grupo monitoram toda a atuação das forças de segurança pública próxima ao Complexo de Israel, e em localidades ligadas à liderança “Peixão”. Não só a movimentação de agentes do Estado é assunto do grupo. Os integrantes também discutem as táticas de defesa dos territórios que dominam, que são comumente realizadas com barricadas formadas por paus, pedras, crateras, veículos e pneus incendiados, além de outros objetos. Até mesmo ordem para que os policiais sejam atingidos por disparos de fuzis calibre 7,62mm. Chama a atenção também as estratégias utilizadas pelos traficantes para obstruir as operações policiais em curso. Observa-se ordens para que apopulação civil das comunidades organize protestos contra a polícia, além de ordens para incendiar ônibus. Destaca-se que todas as mensagens mencionadas foram enviadas no referido grupo durante a já mencionada operação policial da DRFC do dia 10 deoutubro de 2024, responsável por apreender o aparelho celular de Pensador, de onde foram extraídas as conversas. O grupo possui 164 membros, mas nem todos foram identificados. A autoridade policial, através do cruzamento de dados como titularidade dos tterminais, utilização dos números de telefone como chaves PIX, anotações criminais e fotografias, conseguiu identificar e qualificar 71 integrantes da malta, a seguir separados pelos territórios em que atuam. FONTE: Polícia Civil do RJ

Milícia de Queimados e Nova Iguaçu usava veículos de luxo para fazer cobranças e rondas

— Agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) realizaram, nesta segunda-feira (14/07), uma operação contra a milícia que atua em bairros de Nova Iguaçu e Queimados, na Baixada Fluminense. Durante as diligências, os policiais localizaram a base da organização criminosa, composta por três imóveis, na região de Cabuçu, em Nova Iguaçu. No local, foram apreendidos cinco veículos de luxo roubados, que eram usados pelo grupo para realizar cobranças e rondas. Também foram encontrados coletes balísticos, diversos materiais bélicos e documentos de contabilidade, que reforçam as suspeitas sobre a atuação do grupo na prática de extorsões contra moradores e comerciantes da região. As investigações prosseguem para localizar e prender os envolvidos, além de desarticular a estrutura financeira da organização. FONTE: PCERJ

Em salve divulgado ano passado, PCC disse que autoridades que plantaram suposto racha na facção mas decretou saída de um de seus cabeças considerado traidor

A Globo prometeu uma matéria hoje no Fantástico falando sobre um suposto racha ocorrido na facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) que foi noticiado no ano passado. Em um salve divulgado no primeiro semestre de 2024, a facção, no entanto disse que as autoridades que tentaram plantar uma discórdia dentro da organização. Mas acabou anunciando a exclusão de um de seus principais cabeças, vulgo TIriça “SALVE GERAL 15/02/2024. Primeiramente nosso abraço leal e sincero com respeito e consideração. A Sintonia Final deixa todos cientes que ao longo dos anos nossos inimigos (Governos estaduais e Federais) vem tentando plantar a discórdia dentro da nossa organização no intuito de se auto destruirmos e assim nos enfraquecermos . Frizamos que a luta de todos dentro do Comando está acima de interesses pessoais e de poder de qualquer integrante seja ele qual for . Fazendo um breve resumo do problema os nossos inimigos se articularam na intenção de criarem um racha dentro da nossa organização, fato esse que foi abraçado por alguns integrantes (Porém não imaginavam que não iríamos segui-los, já que o direito de defesa é de todos). Para que todos entendam ,o Depen se articulou por meios de escutas em agentes penitenciários gravando o Marcola ilegalmente e usou isso contra o Tiriça em seu júri já na intenção de jogar um contra o outro .Gravação está que foi analisada pela sintonia e que fica claro que não existe nenhuma delação por parte do irmão (Marcola), e sim um papo reto de criminoso com a polícia . A promotoria pegou esse áudio e criou um senario falando o que bem entendiam , todos sabemos que promotores vão sempre criar um senário favorável a eles . Deixamos está gravação disponível a todos ressaltamos que está tanto em redes sociais quanto em manuscrito para que todos possam ter acesso tirando suas próprias conclusões. Encima do exposto na data de hoje estamos excluindo e decretando o Tiriça , Abel e Andinho . Motivo da exclusão Calúnia e Traição. OBS: Todos aqueles que se levantarem no intuito de criar racha e discórdia dentro da nossa organização serão excluídos e decretados . A sintonia deixa claro a todos que estamos a disposição para esclarecer qualquer dúvida . Pedimos a todos que fiquem atentos , afinal nossos inimigos continuaram se articulando e criando mecanismos para tentar enfraquecer o Comando . A união e a lealdade de todos ao Comando é um COMPROMISSO de cada um de nós. Fica aqui nossos agradecimentos a todos pela atenção. Um grande e leal abraço. Ass: S.F” FONTE: TJ-SP

Polícia investiga morte de militar da Aeronáutica, assassinado na Avenida Brasil

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga a morte de Anderson de Castro Dias. Militar da Aeronáutica, ele foi morto em uma suposta tentativa de assalto na tarde de ontem, na Avenida Brasil, na altura de Coelho Neto. Diligências estão em andamento para apurar a autoria do crime e esclarecer os fatos. A Força Aérea Brasileira (FAB) tomou conhecimento de ocorrência envolvendo um militar de seu efetivo, nesta sexta-feira (11/07), no Rio de Janeiro (RJ). A Instituição expressa suas condolências e informa que está prestando todo o apoio à família do militar nesse momento de pesar. A FAB acompanha o caso, contribuindo com as autoridades policiais para a elucidação dos fatos. FONTE: PCERJ e FAB

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