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homicídios

Dois mortos e seis baleados em ataque em Nova Iguaçu

Duas pessoas foram mortas e outras seis ficaram feridas a tiros após um ataque armado sobre rodas em um bar na noite deste domingo (18), na rua Miguel Couto, Ambaí, Nova Iguaçu. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) foi acionada e investiga a morte de Edson Matias de Oliveira e de outro homem, ainda não identificado. Na ação, outras pessoas ficaram feridas e foram encaminhadas a uma unidade hospitalar. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que, de acordo com o comando do 20º BPM (Mesquita), no domingo (18/05), policiais da unidade foram acionados para verificar uma ocorrência de homicídio no Ambaí, em Nova Iguaçu. No local, os militares encontraram os corpos de dois homens e isolaram a área para perícia. A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Outras seis vítimas baleadas deram entrada no Hospital Geral de Nova Iguaçu. FONTE: PMERJ, Fogo.Cruzado RJ e Polícia Civil do RJ

Traficante flagrado pela PF dizendo que autoridades pediram ao CV trégua no G20 se intitulava ‘porta-voz’ da facção nas cadeias. Da prisão, comandava o crime no Sul Fluminense e ordenou homicídios

O traficante do Comando Vermleho que teve captada pela Polícia Federal dizendo que o representante de uma autoridade teria pedido a um membro da facção trégua nas guerras e roubos no Rio durante o G20, vulgo Naldinho, tinha posição de destaque dentro do Comando Vermelho. Ele se intitulava “porta voz” das cadeias do estado do Rio de Janeiro/RJ e afirmava a todo momento que ele e mais cinco criminosos seriam os responsáveis pela região Sul Fluminense no que diz respeito à distribuição de drogas, ordens para execuções e castigos corporais, registro de novos pontos de drogas e recolhimento da “caixinha” paga para a facção criminosa. A quadrilha de Naldinho age pelo menos desde 2013 em Resende e Volta Redonda, e posteriormente em outras localidades, incluindo as dependências de estabelecimentos prisionais onde alguns dos agentes se encontravam presos, O bando recebia remessas de drogas da comunidade do Parque União, no Complexo da Maré. A associação em apreço contava com a liderança de membros atualmente inseridos no sistema carcerário estadual, situação na qual também se encontram outros integrantesinferior escalão, o que evidenciou que unidades penitenciárias funcionavam como verdadeiros escritórios a serviço da criminalidade, sendo certo que os denunciados se comunicavam precipuamente por meio de linhas telefônicas. O bando agia com violência e grave ameaça contra aqueles que se afastassem de suas diretrizes, ou que intentassem o comércio autônomo de drogas em áreas consideradas sob o seu domínio, recorrendo inclusive à prática de homicídios . Ademais, diversos diálogos telefônicos travados entre os denunciados evidenciaram o habitual emprego de armas de fogo na venda de entorpecentesNaldinho é ao lado de Tio 10 como sendo as principais lideranças do Comando Vermelho na região Sul Fluminense, restando evidenciada a expansão gradativa deste domínio territorial para a venda de entorpecentes. Mesmo preso, Naldinho comanda vários pontos de venda de entorpecentes na cidade de Resende/RJ e região, além, de ordenar assassinatos de desafetos, evidenciando tratar-se de indivíduo de alta periculosidade. Para realizar o controle da venda de entorpecentes, Naldinho realizou vários contatos telefônicos, bem como através de mensagens escritas, especialmente com Tio Dez, Marcelo, Juninho, Dentão, Juninho Matias, Nega, Tiago, Léo Russo, Márciko Soldado, Marcola, Rafael Papel, Diego, Valter Baby. Como representante do CV no Sul Fluminense, Naldinho é o responsável pela cobrança da “caixinha” paga para a facção (…) Um dos redutos do bando é a região da Grande Alegria, formada pelas localidades de Baixada da OLaria, Itapuca, Área de Lazer, Nova Alegria, Vila Aliança e Mutirão). O local e outros bairros dominados pela facção Comando Vermelho vinham sofrendo com o aumento da violência imposta pelos traficantes que estabeleceram a “Lei do Silêncio” em seus domínios, utilizando-se de armas de fogo de grosso calibre, como fuzis, pistolas e até granadas para atingirem seus objetivos. A quadrilha usava o grupo de Whatsapp ‘Um por Todos”para evitar prisões e apreensões de drogas e armas de fogo, além de ataques de traficantes rivais. Ele ordenou a morte do traficante Russinho por suspeitar que ele tivesse repassando informações para a PM. Mandou também a execução dos vulgos Baby e Chiick, orientando seus subordinados a não “assustarem” as futuras vítimas para que elas não percebam que na verdade estariam à beira de ser executadas. Naldinho repreesentava 50% do domínio da estrutura administra os carregamentos de drogas, compras e pagamentos, tudo que gira em torno do numerário do tráfico, ao passo em que ‘Tio Dez”, ficava à frente do pessoal, da segurança da área e’ do controle dos pontos de venda de droga. FONTE: TJ-RJ e STJ

Homem e mulher foram achados mortos na Glória na última sexta-feira

A Polícia Militar informa que, na última sexta-feira (16/05), policiais do 2º BPM (Botafogo) foram acionados para uma ocorrência de homicídio na Rua Benjamin Constant, no bairro da Glória, Zona Sul do Rio. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram um homem já em óbito no térreo do prédio. No 7º andar, dentro de um apartamento, uma mulher também foi encontrada sem vida. A perícia foi acionada e o local preservado. Uma faca foi apreendida no local. A ocorrência foi registrada inicialmente na 9ª DP e encaminhada posteriormente à Delegacia de Homicídios, que ficará responsável pela investigação do caso. FONTE: PMERJ

Baque do CV em área do TCP em Meriti teria deixado mortos e drogas roubadas

Várias páginas na rede social X (twitter) divulgaram sobre um suposto baque dado por traficantes da Vila Norma (CV0 na comunidade do Trio de Ouro (TCP), em São João de Meriti ontem. Segundo as postagens, dois rivais teriam sido mortos. Algumas cargas de drogas foram pauladas pelos traficantes do CV. Os invasores ainda gravaram um vídeo dentro da comunidade exbidos nas páginas, assim como das drogas subtraídas. FONTE: Página Pega Visão RJ News (Twitter)

Milicianos acusados de torturar, matar e sumir com os corpos de dois adolescentes em Queimados vão a júri popular

Os milicianos vulgos Sardinha e PTK vão a júri popular pelas mortes de dois adolescentes em Queimados, em 2020. Os corpos até hoje não foram localizados. O crime ocorreu entre os dias 1 e 2 de março de 2020. Os criminosos , efetuaram disparos de arma de fogo contra as vítimas Marlon Douglas Alves da Silva e Pedro Lucas Lemos que morreram, Consta nos autos que no dia dos fatos, os adolescentes Pedro e Marlon estavam junto de um envolvido na porta da residência de Pedro, quando um grupo de milicianos ocupando o veículo GM/Prisma na cor prata e Renautl/ Duster na cor branca, ordenou que as vítimas adentrassem na mala do veículo prisma e os conduziu até um local conhecido como Guaxa, local próximo ao um Brizolão. Neste local os adolescentes Marlon e Pedro foram torturados e mortos. O crime foi praticado por motivo torpe, em razão de os adolescentes terem sidos mortos em razão de envolvimento com entorpecentes e prática de atos infracionais por parte de Pedro. O crime foi cometido mediante emboscada, uma vez que um dos envolvidos, amigo da vítima e previamente acordados com os milicianos, atraiu as para rua local onde seriam raptados e mortos. No mesmo dia, os assassinos, ocultou os cadáveres das vítimas Marlon e Pedro, colocando os corpos em local incerto e não sabido. Sardinha era apontado como um dos líderes da milícia, estando todos os demais denunciados subordinados ao seu comando. Os envolvidos tinham participação em crimes de homicídios, ameaças, extorsões, entre outros. Os bandidos ainda ameaçaram a mãe de uma das vítimas. “Para de fazer barulho”, “Você deveria ter medo da gente”. FONTE: TJ-RJ

Traficante do CV que queria tomar área do TCP em Teresópolis teve prisão decretada junto de outros quatro pelas mortes de dois homens. Um deles teria ido de ‘bucha’

A Justiça decretou as prisões preventivas de cinco traficantes envolvidos nas mortes de dois homens no dia 10 de abril na Rodovia BR-116, Meudon, em Teresópolis. As vítimas foram Yago Lino Medeiros e André Martins Cruz. Uma testemunha disse que Fael da Quinta Lebrão (CV) seria o mandante deste homicídio, pois ele esta querendo tomar a Vila da Miséria (TCP), desde a morte de Leozinho. O declarante disse que dois traficantes trazidos por Leozinho para serem soldados do tráfico enquadram as pessoas da comunidade, param veiculos de moradores , fazem abordagem por medo de elementos do CV estarem indo para la tentar se infiltrar ou matá-los. Relatou que houve toque de recolher na comunidade a mando do traficante vulgo Taioba. A testemunha disse ter recebido um áudio sobre a morte de André, “Dedeco foi de bucha, ele não era para andar com Iago não, nós ia matar algo” André já tinha sido ameaçado antes após dicustir com um traficante. FONTE: TJ-RJ

Ex-milicianos de Seropédica tiveram as prisões preventivas decretadas suspeitos das mortes de dois homens. Uma das vítimas teve o olho arrancado à bala

Foram decretadas no início do mês as prisões preventivas de dois ex-milicianos_ vulgos Boi e Trakinas_ pelos homicídios de dois homens em Seropédica. As vítimas foram Lucas Aguiar Rozilldo Silva, conhecido como Nelsinho, e Pedro Vinicius Rodrigues Fortes, o Peppa. Ambos receberam diversos disparos de arma de fogo sendo que Nelsinho teve o olho esquerdo arrancado por um projétil, com “zona de tatuagem”, isto é, comprovando o disparo efetuado à curta distância, causando as lesões que o levaram à morte. Uma testemunha relatou, que seis indivíduos armados com fuzis, uniformizados com roupa parecida com a da polícia, de balaclava, invadiram a casa no período da madrugada e acordaram Lucas com um tapa, perguntando onde estava a arma. Narrou que cinco homens levaram LUucas para casa de Peppa, dizendo que já sabiam de tudo; Após levarem Lucas, ouviu de 5 a 6 disparos de arma de fogo. Um dos indivíduos voltou para sua casa para chamar Trakinas e disse: “HOP. Reconheceu este indivíduo, por um mosaico de fotos apresentado pela polícia, como sendo Boi. Trakinas chegou a dizer que levariam Lucas para a 48ª DP e vasculhou o quarto da testemunha levando o seu celular e de seu fiho. A testemunha permanece morando no mesmo local e encontra-se em situação de vulnerabilidade. Os denunciados são apontados como ex-integrantes de milícia que atua na região de Seropédica e adjacências FONTE: TJ-RJ

Integrantes do ‘Novo Escritório do Crime’ alvo de operação do MP hoje pagavam para obter informações de unidades policiais

Uma testemunha confirmou que o novo ‘Escritório do Crime’ comandado pelo ex-PM Thiago Soares Andrade Silva, o Batata, alvo de operação hoje do Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, cometeu uma série de homicídios por encomenda e que usava fuzis nas operações. A testemunha relatou ainda que os integrantes da quadrilha pagavam para receber informações privilegiadas de unidades policiais. “Há notadamente os indícios do funcionamento de uma organização criminosa miliciana fortemente armada, com integrante da Polícia Militar, funcionando mediante paga, com indícios de patrimônio ilícito”, disse a Justiça. Uma das vítimas do bando foi morta com cerca de 39 projéteis de fuzil e pistola 9mm, em ação delitiva típica de grupos de extermínio, cujo modus operandi revela os indícios da alta periculosidade. Batata foi acusado de planejar, encomendar e pagar a seus comparsas para executarem o crime, com vistas a garantir o domínio e a exploração criminosa em territórios da Zona Oeste do Rio de Janeiro, em especial em Bangu e Realengo. Houve indícios de que o bando planejou outras execuções. FONTE: TJ-RJ

Operação do MPRJ mira mais um ‘Escritório do Crime’ no Rio do qual faz parte PMs. Quadrilha cometeu homicídios a mando da contravenção

O Ministério Público Estadual do Rio faz operação para cumprir nove mandados de prisão contra denunciados por integrarem uma organização criminosa armada que atua nos moldes do antigo ‘Escritório do Crime’. Entre os alvos estão três policiais militares, lotados no 9º BPM (Honório Gurgel), no 39º BPM (Belford Roxo) e um preso no Batalhão Especial Prisional (BEP). Um deles é capitão da PM.  A quadrilha atuava sob ordens de lideranças da contravenção penal. As investigações revelaram um esquema de venda de armas e munições apreendidas em operações da Polícia Militar. Os nove integrantes do ‘novo Escritório do Crime’ foram denunciados à Justiça por organização criminosa armada, sequestro e comércio ilegal de armas de fogo e munições.  Parte dos homicídios atribuídos à organização teve como pano de fundo disputas entre grupos criminosos. O denunciado Thiago Soares Andrade Silva, conhecido como Ganso ou Batata, é apontado J como líder do bando. . A denúncia aponta o envolvimento do grupo com comércio ilegal de armas, sequestro e como responsável por, ao menos, dois homicídios com características de execução sumária, praticados à luz do dia e com uso de armamento pesado. Um dos crimes é o assassinato de Fábio Romualdo Mendes surpreendido dentro do carro e atingido por vários disparos, em setembro de 2021, em Vargem Pequena, Zona Oeste do Rio. Outra morte foi após emboscada em uma via pública, no bairro de Realengo, que matou Neri Peres Júnior a tiros de fuzil, em 4 de outubro de 2021. FONTE: Minisério Público do RJ

Traficantes da Barreira do Vasco (CV) são suspeitos de matarem responsáveis pelo gatonet e pela internet da comunidade. Dono da TV a cabo clandestina foi morto porque não aceitou pagar o aumento da taxa imposta pelos criminosos

Traficantes da comunidade Barreira do Vasco, em São Cristóvão, mataram no ano passado um homem responsável pela distribuição do gatonet na favela por ele não aceitar pagar um aumento na taxa exigida pelos criminosos. O chefe do tráfico, vulgo Parazinho e um dos executores tiveram as prisões preventivas decretadas este mês.  O crime foi cometido em 17 de março de 2024 em um campo de futebol que fica em frente ao estádio de São Januário. A vítima Leôncio Castor Silva estava com o irmão na calçada  quando parou um veículo Kia Cerato, modelo novo, de cor branca, placa não anotada, que fizeram disparos. Um deles era o de vulgo Sabiá e o outro era conhecido como Cartolinha ou Cartola ambos traficantes do Morro do Tuiuti, que migraram para a Barreira do Vasco. Eles são seguranças do líder do tráfico na comunidade, vulgo Parazinho. Eles haviam se mudado para a Barreira do Vasco há cerca de um ano, Leôncio trabalhava fornecendo televisão cabeada (gatonet) para moradores da comunidade Barreira do Vasco, há cerca de cinco anos. Os traficantes da região, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, respeitavam Leôncio, tendo em vista ser “cria” da referida comunidade. Em contrapartida Leôncio efetuava o pagamento da quantia de R$ 5.000,00 mensais para o tráfico de droga Antes do crime, Leôncio havia dito que Parazinho queria aumentar a quantia paga, no valor de R$20.000,00 mensais mas ele se recusou a pagar dizendo inclusive que todo o trabalho era dele, que “ele era quem subia no poste para fazer a instalação. Uma testemunha relatou que um amigo de confiança de Leôncio , que ajudava em toda a operação do gatonet, possa ter convencido o tráfico a aumentar o valor da cobrança, tendo em vista que recentemente ele virou o responsável pela cobrança do gatonet da comunidade Barreira do Vasco, substituindo Leôncio. Há relatos também de que Cartola também foi o autor do homicídio de Thiago Monteiro de Melo, que era responsável por distribuir internet para os moradores da Comunidade Barreira do Vasco;  A testemunha disse que viu Cartola na garupa de uma motoccileta  efetuando disparos contra Thiago. O declarante disse que ajudou a socorrer Thiago  ajudou a socorrer colocando ele em um carro (Uber), que passava pelo local. Thiago foi transportado para Hospital Souza Aguiar, onde veio a falecer; O  fato ocorreu em julho de  2023. Uma outra testemunha confirmou que Leôncio comandava a distribuição do gatonet na comunidade cobrando  R$ 50 por residência e que pagava R$ 7 mil mensais ao tráfico. Disse que ouviu falar  que, em dezembro de 2023, houve uma mudança no comando da favela e os novos traficantes, da mesma facção(C.V.), exigiram de Leo, R$ 20.000,00, por mês, para manter o serviço, o que fez com que Leo aumentasse o valor mensal para R$ 70,00, por residência. A declarante não sabe dizer se Leôncio, pagou ou não o novo valor aos traficantes. Ouviu, que na comunidade da Barreira, havia sido executado depois que assumiu o novo comando, o detentor do serviço de “internet” no local, e que acredita que possa ter sido pelo mesmo motivo, que Leo possa ter sido executado. FONTE: TJ-RJ

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