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homicidio

Traficantes Doca e Gardenal do CV tiveram as prisões temporárias decretadas por morte de turista que entrou por engano em comunidade do Rio

Tiveram as prisões temporárias decretadas pela morte de Diely Silva, a turista de Jundiaí (SP) que foi baleada após o motorista de aplicativo ter entrado por engano na comunidade do Fontela, em Vargem Pequena, Edgar Alves de Andrade, o Doca, Carlos da Costa Neves, o Gardenal, Antonio Styff Robert Santana Teixeira, vulgo Paraíba e José da Paixão Agostinho Filho, o Meio Quilo. Segundo a polícia,, Paraíba e Meio Quilo, estavam juntos do autor, um adolescente de 16 anos, em um ponto de venda de drogas, quando o carro das vítimas se aproximou. De acordo com a apuração policial, a dupla contribuiu “igualmente para impedir a passagem e alvejar o veículo” onde estava a turista. O menor que atirou na mulher já foi detido. As investigações apontaram que o crime foi motivado pelo suposto descumprimento de normas impostas pela facção Comando Vermelho. Doca e Gardenal foram os responsáveis por estabelecer a norma para tráfego na comunidade. A ordem teria sido fundamentada para impedir invasões de facções rivais na comunidade. Um deles reúne 262 anotações criminais, além de 26 mandados de prisão As diligências seguem para localizar e prender os identificados. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Primeiro preso pela morte de Fernando Iggnácio já havia dito que comparsas haviam fugido para o Paraguai. RELEMBRE DETALHES DO CRIME

O primeiro dos envolvidos no assassinato do contraventor Fernando Iggnácio que foi preso, Rodrigo da Silva das Neves relatou em 2021 que os comparsas foragidos haviam fugido para o Paraguai. Quase quatro anos depois, o último dos suspeitos que estava solto, o ex-PM Pedro Emanuel D´Onofre Andrade Silva Cordeiro acabou preso no país vizinho. Desde o o falecimento de Castor de Andrade (ano 1997), houve uma cisão na sua família decorrente da disputa entre os seus filhos e o seu sobrinho Rogério de Andrade pelo controle dos negócios ilícitos deixados, tendo ocorrido diversos homicídios ao longo de mais de 20 anos. Fernando Iggnácio e Rogério Andrade, respectivamente, genro e sobrinho do falecido contraventor Castor de Andrade, disputavam controle de pontos de exploração do jogo do bicho, videopõquer e máquinas caça -níquel, fato que teria dado ensejo à contratação de Rodrigo Silva das Neves, Ygor Rodrigues Santos da Cruz, vulgo Farofa, Pedro Emanuel e seu irmão Otto para a execução do crime de homicídio de que foi vítima Fernando Iggnacio. Farofa já está morto. Segundo a investigação, o PM Araújo, responsável pela segurança pessoal de Rogério Andrade. foi o responsável por contratar, a mando do contraventor,, os demais criminosos para executarem o crime. Rodrigo e Ygor já haviam trabalhado como seguranças da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, cujo patrono é Rogério de Andrade, que está preso apontado como o mandante . Registre-se que o fato da contratação dos executores por Araújo encontra respaldo em declarações prestadas por uma testemunha em sede policial. Neste diapasão, tem-se que o modus operandi, a natureza do crime, as circunstâncias em que se deram, a motivação, a quantidade e natureza do armamento apreendido (fuzis calibre 7,62 mm). O crime foi cometido através de emboscada, haja vista que os executores se colocaram em tocaia, de maneira camuflada com a extensa vegetação que ladeava o muro do heliporto, e escolhido de modo preciso o local e o momento em que ela estaria desprotegida. Além disto, foram utilizadas armas de alta energia cinética (fuzis calibre 7,62 mm), o que, indubitavelmente, demonstra a periculosidade em concreto da conduta imputada aos réus. No que tange aos executores, verifica-se dos autos a estrita vigilância mantida sobre a rotina da vítima, inclusive com a ida de dois dos acusados ao heliporto por ela utilizado a fim de estudar o local e certificar-se da localização do veículo da vítima, local em que seria alvejada, o que remete a um grupo integrado por indivíduos extremamente organizados, com alto poder ofensivo, cuja letalidade de suas ações pode ser verificada no resultado morte de Iggnácio. FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Justiça decretou a prisão preventiva de Naval, chefe da maior milícia do RJ, por um homicídio cometido em 2021

A Justiça decretou a prisão preventiva do atual chefe da maior milícia do Rio de Janeiro, vulgo Naval, pelo o crime de homicídio qualificado contra Rafael Alves Corrêa, conhecido como “Caixote”, no dia 4 de dezembro de 2021, nas imediações do condomínio Bella Vida 2, na Estrada do Campinho, nº 955, em Campo Grande.  A denúncia narra que o crime teria sido praticado em razão de desavenças entre a vítima e o comando da milícia local, no contexto de disputas pelo controle das atividades ilícitas promovidas pela organização criminosa.  Destaca-se a brutalidade do ato, com o emprego de fuzis de uso restrito, resultando em mais de cem disparos que, além de ceifar a vida da vítima, colocou em risco outros indivíduos no local, uma vez que o crime foi praticado em via pública, na entrada de um condomínio residencial, além do fato de que havia uma mulher no interior do veículo, com a vítima.  . A autoria, por sua vez, resta indiciada pelo resultado do Relatório de Identificação Biométrica, realizado pela Divisão de Evidências Digitais e Tecnologia (DEDIT), da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI), do Ministério Público, a partir das imagens que flagraram a ação delitiva, cujo resultado foi positivo para  Naval”.  Frise-se que, por meio dos serviços de inteligência da Polícia Civil, foi possível chegar ao nome do acusado, considerando todo o contexto fático do momento, envolvendo a disputa pelo controle da comunidade do Barbante, conforme se extrai dos autos, servindo o exame antropométrico realizado, para corroborar os elementos indiciários.  Embora os fatos sejam datados de dezembro de 2021, indícios colhidos pelo setor de inteligência da Delegacia de Homicídios apontam que o acusado integra a milícia comandada por Luiz Anônimo da Silva Braga, conhecido como “Zinho”, que atua principalmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro.  O relatório contido no QR CODE  demonstram, por meio de postagens em redes sociais, em grupos criados para divulgar esse tipo de conteúdo, que é de amplo conhecimento dos moradores da região, que Naval”, faz parte do grupo criminoso supramencionado.  A título de exemplo, destaca uma postagem que atribui ao acusado a autoria de um homicídio cometido em agosto de 2023, no bairro Cosmos – RJ, evidenciando, assim, a existência de reiteração criminosa, bem como a periculosidade do denunciado.  Naval possui mandado de prisão pendente de cumprimento, expedido em 14/09/2023, pela 1ª Vara Criminal da Capital, nos autos do processo n. 0091028-41.2023.8.19.0001, nos quais ele responde por fatos similares aos apurados nestes autos, isto é, atuação no grupo miliciano comandado por Zinho, com a participação em extermínio de rivais, em um contexto de disputa por controle da organização criminosa.  O fato de o acusado ser foragido da justiça, por crime cujo modus operandi é idêntico ao apurado nestes autos, somado aos indícios colhidos pela inteligência da DHC, demonstra a contemporaneidade do abalo à ordem pública, visto que resta clara a reiteração delitiva do acusado, desde o cometimento do crime apurado nestes autos, bem como evidencia sua intenção de não se submeter à aplicação da lei penal.  FONTE: Site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes do CV aterrorizam moradores de comunidades da Praça Seca. Eles ameaçaram cortar a cabeça de uma moradora, mataram duas mulheres e milicianos e queimaram os corpos, expulsam as pessoas de casa e têm ate local de desova para os cadáveres das vítimas. VEJA QUEM SÃO OS PERSONAGENS

Os traficantes Doca, Abelha e Pedro Bala, do Complexo da Penha, comandam também as comunidades da Praça Seca, como o Bateau Moche e o Morro da Barão. E colocaram ali os frentes. Na Barão, quem fica é o traficante Tiriça e na Bateau Mouche, os responsáveis são DVD e Sussuê. Doca, Pedro Bala e Abelha fizeram um acordo com o falecido Paulo Muleta e arrendaram suas áreas na Praça Seca pagando um valor mensal para explorar as comunidades que já eram de seu domínio Os bandidos locais aterrorizam os moradores, incluindo a vizinha Favela da Chacrinha. Em 13 de julho do ano passado, uma mulher teve sua casa invadida pelos criminosos vulgos João da Serra e Weltinho. O primeiro disse. “Eu só não vou arrancar sua cabeça aqui agora porque você tem duas crianças aqui dentro agora e não conte a ninguém que eu vim aqui” A moradora foi obrigada a desbloquear seu telefone e o traficante começou a olhar as mensaens no WhatsApp. João da Serra voltou a dizer. “Eu vou estourar sua cabeça agora”. Após as ameaças, os dois foram embora. A moradora se mudou do local por conta das ameaças. Foi pichado no muro de sua casa. “CV, Bonde do Urso, a casa é nossa”. A facção criminosa Comando Vermelho tem expulsado e tomado as casas dos moradores das diversas comunidadades da região. A moradora deixou uma motocicleta no local e os traficantes roubaram e ainda mandaram vídeo. “Aí otário, tua motocicleta táa qui, a gente está roubando para c.. e matando, essa bronca vai cair para cima de você A moradora, muito assustada, desligou a ligação e bloqueou o usuário e denuncio junto ao aplicativo. Ela teme por sua vida e deu família. As comunidades da Chacrinha, Quiririm, Bateau Mouche, Barão, Divino, Jordão e Calango, são dominadas pelo Comando Vermelho e eram esses os traficantes que mais apavoravam os moradores. O vulgo GTA, que morreu. Hersin, PTK, Magnus, Gabryel, Kauã, Cabelinho, Weltinho, Lucas, Ana Vitória, Fábio Biruta, Ti Pepy ou Bala, Maridão, Isaias, ED, João da Serra, Susse, Tiriça, Thiaguinho, Marquito e Ygor. Relatos de que duas mulheres chamadas de Monalisa e Maiara foram mortas por João da Serra, Weltinho e Marquito. Elas foram queimadas depois na localidade de Serenidade. Maiara era esposa de um antigo miliciano e Monalisa era usuária de drogas e teve desavença com os traficantes. Os bandidos do CV também mataram um miliciano vulgo Limão, que também foi queimado. ELes mataram também outro miliciano, vulgo Di Dedo Na localidade da Serenidade ou Jaqueira, perto de uma caixa d`agua, existem diversos corpos queimados de moradores que não colaboraram com o tráfico de drogas. No local, existem barricadas fixas e concretadas impedindo o avanço da polícia, bem como existem contenções armadas, com indivíduos portando fuzis e granadas. FONTE: Relatóriuo da Polícia Civil do Rio de Janeiro disponível no site Jusbrasil

Advogado morto em Seropédica defendeu narcomilicianos presos que foram dados por uma testemunha que relatou à polícia todos os detalhes sobre a união entre paramilitares e TCP na cidade. SAIBA TODA A HISTÓRIA

Uma testemunha explanou para policiais civis como se deu a união entre a milícia e traficantes do Terceiro Comando Puro (TCP) em Seropédica. Ela acabou conduzindo policiais até o local onde a milícia e o tráfico agiam, o que resultou em três presos, todos eles defendidos pelo advogado Luiz Gustavo da Silva Paixão, assassinado hoje na cidade.  Essa testemunha revelou que o líder da milícia na cidade, vulgo Bigode, recentemente preso, se associou ao traficante Bicheiro, também preso há pouco tempo, oriundo da comunidade do Complexo da Maré,  Com essa união, foi implantada na cidade a venda de drogas fornecidas pelo TCP. Bicheiro passou a fornecer a Bigode” as drogas e armas para fortalecer a milícia”; Parte do lucro obtido com a venda das drogas no município de Seropédica é repartido ao TCP. Após a prisão de Bigode, o miliciano Vitinho assumiu a liderança do grupo. Esse preso, por já ter atuado no Comando Vermelho, passou a ser perseguido pela milícia. E em 5 de agosto, teve a casa invadida por seis paramilitares armados, entre eles Vitinho O bandido afirmou que ele ainda era envolvido com o CV mas o depoente disse que não. Vitinho lhe deu um tapa, a esposa gritou e foi agredida, tendo  tendo caido no chão com a filha nos braços. Vitinho tomou o telefone celular do declarante e passou a mexer no aparelho a fim de encontrar alguma prova do envolvimento do declarante com o tráfico do CV.  Por fim, Vitinho disse que por não ter encontrado nenhuma prova não iria matar o declarante, mas ordenou que o declarante saísse de Seropédica e nunca mais voltasse, avisando que se encontrasse o declarante na rua iria mata-lo e picotar o corpo;  Antes de ir, Vitinho pegou a moto do declarante e roubou o veículo; Além da moto, o bandido roubou o telefone do declarante e exigiu que fosse fornecido as senhas. Após o roubo o declarante chegou em sua conta bancária que foi subitraído a quantia de R$ 999,00;  Ele viu sua motoccicleta sendo usada pela milícia na extorsão de comerciantes, na altura do km 49 de Seropédica;  Junto de Vitinho estava Marcelinho Macabu que encontrava-se armado de fuzil tendo invadido a casa de declarante ju Junto dos dois, estava Careca e outros três milicianos não identificados. O declarante disse que Vitinho começou sua carreira no crime vendendo drogas nas “casinhas” do km 54 da Rodovia Rio X São Paulo. Ocasião em que o declarante era viciado e comprava drogas com ele. Vitinho assumiu a milícia de Bigode desde a prisão deste.  E  a milícia de Bigode fechou parceria com o TCP, Terceiro Comando Puro, da Comunicande da Maré sendo Bicheiro, um dos líderes do tráfico de lá,, responsável por fornecer drogas e armas para a milícia Vulgo J, J é o homem de confiança de “Bicheiro” no município de Seropédica, sendo responsável por fornecer armas e drogas e recolher o dinheiro das vendas das drogas das bocas do Areal, localizada na Rua Regina Soares esquina com Rua 46, Bairro Boa Esperança, Seropédica e a boca do Peixoto localizada na Rua Vovô Romano esquina com Rua Josino Fernandes Nunes;  Além de recolher o dinheiro da venda de drogas dos “esticas” (traficantes que vendem drogas em casa). Na localidade do Areal, km 49, tem uma boca de fumo comandado por “Bicheiro”, tendo como frente da boca o “J”, fica responsável por levar armar e abastecer a boca de drogas;  O braço direito de J é Guigui, que atua junto com ele  no abastecimento e recolhe o dinheiro das bocas;  Guigui junto de seus irmãos Ligueirinho e Cheio de Dente fazem a segurança da boca de fumo das bocas de “J”; Q O declarante informa que nas quintas, sextas e sábados, semanalmente são feitas as cobranças da milícia ao comércio local na localidade do km 49. Além da extorção ao comércio local, nestes dias são feitos o “recolhe” das bocas de fumo de domínio do traficante de vulgo “J”;  Ele chegou a se oferecer informações  a mostrar os locais de atuação da milícia;  Em companhia de um policial civil, embarcou um uma viatura descaracterizada e juntos com outros policiais civis partiram em direção ao local onde milicianos estariam em atuação. Ao chegar ao km 49 da rodovia 465, Rio x São Paulo, o declarante teve a atenção voltada para dois milicianos que caminhavam junto ao comércio começando a efetuar a cobrança. O policial que encontrava-se com o declarante passou a informação para os outros policiais que encontravam-se em outras viaturas ostensivas. Os policiais civis abordaram os dois milicianos que estavam na cobrança; Após a prisão dos milicianos que estavam realizando a cobrança, o declarante em companhia dos policiais foram em direção ao bairro do Peixoto, a fim de flagrar “J” fazendo o recolhe do tráfico. Na esquina da Rua Isidro Borges com Av. Min Fernando Costa, os policiais civis visualizaram o “J” em uma motocicleta.  “J” ao avistar as viaturas da Polícia, tentou se evadir, sendo alcançado pelos policiais. Ele confessou que estava fazendo o recolhe do tráfico;  De dentro da viatura o declarante escutou o momento em que “J” disse: Perdi, meu chefe e ao ser indagado sobre o dinheiro que estava em seu bolso disse que “é do recolhe;  Após as prisões, ele foi encaminhado a delegacia e identificou os presos como integrantes da milícia de Bigode, um deles de vulgo Merdero, que exerciam a função de cobrança. FONTE: Relatório da Polícia Civil do RJ disponível no site jusbrasil Reconheceu também J, responsável pelo fornecimento de drogas e distribuição das armas para os seguranças das bocas de fumo sob seu domínio. .  

A CRONOLOGIA DE UM CRIME BÁRBARO: Leia detalhes como jovem matou a mãe a facadas, ateou fogo e depois escondeu o corpo na Zona Oeste do Rio

Leia agora passo a passo como Moisés Reis matou a mãe Luzia Helena a facadas e ateou fogo no corpo na semana passada em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio,. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça. Ele contou que, no dia 30 de agosto, por volta das 20:30, o depoente iniciou mais uma discussão com sua mãe, tendo “perdido a cabeça” e, em seguida, atacado sua mãe pelas costas com uma faca, enquanto esta estava sentada na mesa do corredor da casa, tomando café. Moisés pegou a faca no armário da cozinha e golpeou a vítima na região do pescoço, porém, errou o golpe, tendo a faca caído ao chão; Em seguida,, imobilizou a vítima com um “mata-leão”, jogando-a no chão, tendo esta caído desacordada, em razão da asfixia empregada; Logo depois, conseguiu pegar a faca, novamente, momento em que esfaqueou sua mãe no pescoço, do lado direito; Que sua mãe gritava: “por favor não faça isso”; Após a facada realizada contra sua mãe, começou a jorrar muito sangue, tendo sua mãe perdido os sentidos e falecido; Que quando sua mãe já estava morta, o depoente colocou um pano sobre o corpo desta e, aproximadamente, 10 minutos após o homicídio, levou o cadáver da vítima para o quintal da casa; Algum tempo depois, por volta da 01h da madrugada de sábado, colocou algumas folhas secas, que estavam no terreno, em cima do corpo de sua mãe, jogou álcool e colocou fogo, tendo queimado parte do corpo da vítima, em especial, o rosto, parte do pescoço e as pernas; Na madrugada de sábado (31), após matar sua mãe, o depoente ligou para sua namorada, contando o que havia acontecido; A moça apareceu, no próprio sábado, dia 31/08/2024, na casa de Moisés, por volta das 02h, quando viu a mãe deste morta e queimada, já no quintal, tendo, inclusive, encostado na faca que o autor usou para matar Luzia. Ambos combinaram de jogar o corpo de Luzia em um terreno baldio, na rua que fica atrás de sua casa; O assassino passou o sábado na rua, junto com a namorada, na praça e depois, já na manhã de domingo, voltaram para a casa do depoente, passando o resto do dia dentro na residência, enquanto o cadáver permanecia no quintal; Moisés pediu o carrinho de mão emprestado para uma vizinha, que mora em outra rua;., Já na madrugada de segunda-feira, por volta de 01h:30min, colocou folhas secas no cainho, junto com o cadáver de sua mãe, enrolado em um lençol, coberto por mais folhas e, junto com a namorada, foram até o terreno baldio, que fica perto da residência, tendo o declarante jogado o cadáver de Luzia neste terreno e, após, escondendo-o com uma telha, além de mato e folhas; O assassino disse que o motivo de discussões com a mãe era a desaprovação dela com seu namoro com uma garota de 17 anos. FONTE: Site oficial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

A CRONOLOGIA DE UM CRIME BÁRBARO: Veja o passo a passo que acabou levando ao assassinato da jovem Camille Vitória, que desapareceu após ser convocada para uma suposta entrevista de emprego

Veja agora detalhes do assassinato de Camille Vitória Pereira Rodrigues, de 21 anos, que ficou desaparecida após ser atraída para uma entrevista de emprego. Depoimentos apontam que ela foi morta por um homem que usava terno por ter dado uma volta em uma mulher por conta de uma joia cara. Segundo relatos, um ex-policial militar acionou o vigia de um clujbe para arrumar uma mulher para fazer um serviço. Ele precisava de uma mulher jovem e malandra para tirar fotos e vídeos da esposa de um homem que estaria sendo traído. O ex-policial alegou que o homem tinha muito dinheiro e era proprietário de cinco postos de gasolina. O serviço era registrar a traição da mulher;. O ex-PM teria dito que o homem traído tinha 70 anos e a mulher 24 anos. O homem estava irritado alegando que ela estava gastando o dinheiro dele com o namoradinho. O vigia pensou em Vitória por se encaixar no perfil que o ex-PM queria e por saber que a jovem toparia esse tipo de serviço. Camille eceberia 500 reais pelo serviço. O vigia perguntou quanto receberia pela indicação e o ex-PM disse que daria uma ajuda financeira, mas não disse quanto; O vigia falou com Camille Vitória e ela topou o serviço. Ele intermediou o encontro. Eles marcaram no dia 26 de junho via Facebook para irem encontrar com o ex-PM na Central do Brasil; No dia 01 de julho, o vigia se encontrou com a moça em frente ao mercado Super Market de Anchieta, em frente ao MC Donalds, por volta de 8h, e foram juntos de ônibus da linha 124 (Nilópolis X Passeio) até a Central do Brasil. Camille fez um lanche primeiro e depois encontrou com o ex-PM. Ficaram converseando por por cerca de 15 minutos bem perto do acesso. Vitória e o ex-PM trocaram telefones. O ex-PM disse que o serviço seria no bairro Nova Campinas, em Duque de Caxias. O ex-policial buscaria a jovem na Central e levaria até a comunidade e depois voltaria com ela. O serviço foi adiado para o dia 05/07/2024. O vigia cruzou com a jovem na rua quando ela pegou o moto uber em direção a estação de trem de Anchieta. Por volta de meia-noite do mesmo dia, o ex-PM ligou para o vigia e edisse. “Deu ruim!!! Fui buscar a menina e ela não estava lá!! Desliga o telefone e quebra o chip”. O ex-PM utilizando o telefone da esposa para se comunicar com o vigia alegando que o dele estava quebrado; No sábado, dia 06/07/24, foi a uma loja perto do clube e formatou o seu aparelho celular e trocou o chip. Após o desaparecimento, não teve mais contrato com o ex-PM. O vigia falou que estava almoçando na casa da sua irmã quando soube que a família da jovem esteve no clube o procurando e o acusando de ter feito algo com ela. Ele ficou com medo e por orientação da própria irmã e da sua filha decidiu não voltar ao clube. As pessoas ligaram para a sua filha perguntando e acusando o declarante do desaparecimento de Camille. Disse que ficou com med de represálias por parte da família de Vitória. Sabe que o irmão de Vitória respondeu processos criminais, utiliza inclusive tornozeleira. .Durante esse tempo, ficou peregrinando nas casas dos seus parentes com medo. No domingo, ;dia 07/07/24, o declarante esteve na delegacia da Cidade Nova registrando uma calúnia, pois a família de Vitória esteve na casa da sua irmã. Ele reconheceu a foto do ex-PM.. Que perguntado se, em algum momento durante os dias de tratativa do serviço, o homem que estava sendo traído realizou algum contato direto com o declarante por telefone ou rede social , informa que não. Falou que teve por sua vida porque esse ex-PM é conhecido por ser muito violento; O ex-PM disse que conhecida o vigia há 40 anos quando residiam no bairro de Nilópolis. Disse que tinha conhecimento de que o vigia agencia diversas moças novas em programas de cunho sexual e sabia também que gravava video de moças novas, mas não sabe para qual finalidade. Falou que o desaparecimento de que o desaparecimento de Camille Vitória envolve diversas pessoas, inclusive o vigia e um outro amigo. Disse que encontrou com esse outro amigo que lhe apresentou uma demanda; Que Fernando lhe narrou que precisava de uma moça nova para realizar um determinado serviço e que o vigia já sabia quem seria. Que segundo esse amigo, ele estaria sendo chantageado por uma mulher e precisava de alguém para dar um flagrante nesta mulher com um homem;; E que a tal moça contratada deveria tirar fotos e filmar esta mulher em companhia de outra pessoa; O ex-PM disse que poderia ajudá-lo e, em troca, receberia mil reais. O ex-PM fez contato com seu amigo vigia fim de conseguir a tal moça para realizar o serviço. O vigia conseguiu uma menina para realizar o serviço contratado pelo amigo do ex-PM mas não era a menina que o homem procurava. O amigo do ex-PM recusou a menina dizendo que não era a garota e que o vigia e o ex-deveriam achar uma moça específica que o homem estava procurando; O ex-PM deveria fazer uma avaliação da nova moça e repassar ao amigo; Que em uma outra oportunidade, o ex-PM se encontrou novamente com o homem e presenciou quando o telefone dele tocou e ao atender o amigo mencionou “Nina com sendo a pessoa com quem estaria conversando; Que na ligação, o homem relatou a “Nina” que a primeira moça não era a tal menina que ele estava procurando; Ele indagou a “Nina” se o serviço seria em Caxias ou Guapimirim. O ex-PM não ouviu o que “Nina” teria respondido. Ele presenciou o amigo afirmando a “Nina” que outra moça, com perfil, seria contratada; Que no dia 02 de julho, por volta de 9:00h, o ex-PM se encontrou com Camille Vitória e o vigia e com João a fim de avaliar se esta teria

Relatório da Defensoria Pública com base em imagens das câmeras corporais dos PMs aponta abusos cometidos pelos agentes como agressões, ameaças e até homicídio

Policiais chegaram no local quando os custodiados já estão algemados. As câmeras acopladas nos uniformes dos policiais revelaram uma tortura psicológica por parte dos agentes de polícia, visto que um dos custodiados estava baleado na região escapular esquerda e o seu devido socorro não foi feito de forma imediata. Os policiais ainda ameaçaram o custodiado de morte, com o objetivo de obter uma confissão de que ele estaria armado, indicando o suposto local onde teria descartado a arma. A informação consta em um relatório da Defensoria Pública do Rio de Janeiro que, de abril a dezembro de 2023, expediu 215 ofícios à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro solicitando imagens capturadas por câmeras operacionais portáteis. A corporação só recebeu apenas 26% das informações. — Há dois problemas centrais apontados no relatório: o elevado número de ofícios não respondidos, sendo que há um prazo de 15 dias úteis previsto na Resolução 2421/2022, da Secretaria de Estado da PM, e o alto percentual de respostas informando que as imagens não foram gravadas, foram perdidas ou apagadas após 60 dias, contrariando determinação legal de que sejam arquivadas e conservadas por um período mínimo de doze meses em caso de letalidade ou registro de ocorrência na delegacia — explica o defensor público e coordenador do Nudedh, André Castro. Veja mais relatos de abusos dos ofícios que foram respondidos 1-Um carro andando nacontramão de uma rua em velocidade normal. Um dos policiais do caso, ao perceber a conduta inadequada do motorista, pede para o carro parar. Entretanto, o veículo segue e o policial atira contra o automotor Esses tiros, consequentemente, causam a morte de um dos passageiros, que havia acabado de comemorar o seu aniversário. O policial militar envolvido já foi denunciado pelo Ministério Público, acusado de homicídio qualificado. 2- As imagens expõem o momento em que dois policiais militares observam um homem caminhando na calçada e param a viatura para abordá-lo. O homem não oferece resistência, se rendendo imediatamente e sendo encostado na parede pelos policiais. Os policiais começam a revista e um deles desfere tapas no pescoço e no peito do custodiado sem aparente motivo. Apesar de não encontrarem nada na revista, os policiais o algemam e ameaçam leválo para a delegacia. Chegando na viatura, ambos os policiais retiram suas COPs e as descartam dentro do carro, dando continuidade à abordagem sem as câmeras. A abordagem dura mais 1 hora e 30 minutos até os policiais retornarem com o custodiado para a viatura e o encaminharem para a delegacia, configurando também o mau uso das câmeras corporais pelos policiais militares envolvidos. 3-Suspeitos de furtos a rapazes na Central do Brasil correram para dentro de um ônibus. Depois de revistarem as pessoas que estavam no veículo, os policiais identificam os custodiados envolvidos e o ônibus segue para a Delegacia da região. Nesse momento, dois policiais, de dentro do ônibus, com todos os envolvidos já contidos, usam spray de pimenta. Embora seja armamento menos letal, a forma como foi usado se revela desproporcional, desnecessária e injustificável. As pessoas ali presentes começam a sentir mal-estar, enjoo, tosses intensas e, mesmo assim, os PMs não permitem que os envolvidos protejam as suas faces com um pedaço de pano ou com própria blusa. Além disso, os policiais proferem frases odiosas e sarcásticas durante todo o percurso até a delegacia, revelando comportamento incompatível com os padrões de conduta da corporação. 4-Imagens mostraram uma pessoa em situação de rua andando com seus cachorros na parte externa do Parque Quinta da Boa Vista, local público. O custodiado, ao que tudo indica, apenas estava passeando, não se revelando nenhum motivo que podesse ensejar fundada suspeita. Os PMs chegam no local expulsando ocustodiado que, mesmo sem apresentar resistência, é levado para a viatura com fortes tapas e empurrões na região das costas. Ao chegarem na viatura, um dos policiais arremessa o custodiado de forma violenta contra o veículo. Logo após, os policiais algemam o custodiado e o levam para a Delegacia. No Registro de Ocorrência, consta que o assistido cometeu Resistência, Desacato, Desobediência e Lesão Corporal, porém nenhuma dessas condutas encontra respaldo nas mídias examinadas. Há também bons exemplos: Imagens mostraram que, durante toda a abordagem, o policial militar envolvido apresenta conduta exemplar, buscando tranquilizar tanto o custodiado, quanto a sua família, com falas calmas e respeitosas, sem demonstrar nenhuma violência. A condução do PM, por consequência, faz com que o custodiado coopere com a Polícia Militar, sem apresentar qualquer tipo de resistência, o que outrora fizera FONTE: Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro

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