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homicidio

Homem foi condenado a 33 anos pelo assassinato de trapezista argentina em Búzios

Carlos José de França foi condenado a 33 anos de reclusão pelo assassinato da trapezista argentina Florencia Aranguren, ocorrido em 2023, em Búzios. A Justiça determinou ainda o pagamento de indenização R$ 50 mil aos familiares da vítima. Florencia Aranguren foi brutalmente assassinada por Carlos França com 18 facadas no início de dezembro de 2023, enquanto caminhava por uma trilha em direção à praia de José Gonçalves, em Búzios. O corpo foi localizado por guardas municipais. O réu foi identificado graças ao cão da vítima, que permaneceu calmo diante de curiosos, mas que, ao ver o agora condenado se aproximar da cena do crime, avançou contra ele. A artista circense havia chegado a Búzios apenas três dias antes do assassinato. FONTE: Ministério Público do Rio de Janeiro

Morador morreu baleado em guerra de facções em Cabo Frio

Um morador morreu atingido por bala perdida durante confronto entre facções rivais (CV x TCP) na Rua das Flores no bairro Maria Joaquina, em Cabo Frio. O tiroteio ocorreu em um horário de grande movimentação, com crianças saindo das escolas nas proximidades, o que causou pânico entre moradores. Por conta da insegurança, motoristas da Cooperbúzios foram orientados a evitar o acesso ao bairro. Como medida de segurança, os veículos estão retornando pela Rua 22. Equipes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros estão no local, realizando buscas e atendendo à ocorrência. Até o momento, não há informações sobre prisões ou o número total de envolvidos no tiroteio. FONTE: Página RO em foco (Facebook)

Polícia pediu a prisão de nove traficantes da Serrinha (TCP) por homicídio. Justiça negou

A polícia pediu a prisão de nove traficanres do Complexo da Serrinha, em Madureira, peo homicídio de Gustavo Manuel Manso Candeia mas a Justiça rejeitou. Foram indiciados os bandidos vulgos Lacoste, Coelhão, Bonitão, Boneco da Serrinha, Cocáo, Atentado, Da Fazer, LO e HG. O MPRJ opinou contrariamente ao decreto prisional dos investigados por ausência de indícios mínimos de autoria. Segundo os autos, a polícia tem que apresentar provas que apontem o nexo causal entre as condutas dos investigados e o resultado fático. Gustavo quando adolescente havia sido atingido por bala perdida em 2003 na comunidade da Fazendinha, no Complexo do Alemão. Posteriormente, foi réu em processo de 2014 que envolvia traficantes do Comando Vermelho. Em outro processo por homicídio, a Justiça já havia negado a prisão em fevereiro de alguns deles. Na ocasião, o MP entendeu que ainda havia novas diligências, FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

PM foi morto em assalto em Anchieta

O cabo da Policia Militar Fábio dos Santos foi morto a tiros durante uma tentativa de assalto e uma pessoa ficou ferida nesta quarta-feira (09), na Av. Nazaré, Anchieta, Rio de Janeiro. A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que na tarde desta quarta-feira (09/04), policiais militares do 41° BPM (Irajá) foram acionados para uma ocorrência de homicídio, na Rua Nazaré, em Anchieta, Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o Comando da unidade, no local os agentes constataram que a vítima era um policial militar que estava de folga. Informações preliminares apontam que a vítima estava em sua motocicleta particular, quando foi abordado por uma dupla de criminosos em uma segunda moto. Os bandidos fugiram levando os pertences do agente deixando para trás a moto em que eles estavam e a motocicleta do militar. A ocorrência ficou a cargo da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). FONTE: Fogo Cruzado RJ e PMERJ

Ex-militar da Marinha que saiu às pressas de Campo Grande foi morto em Mangaratiba

Um rapaz chamado Kauan, conhecido como Soneca, ex-morador das Casinhas, no Tinguí, em Campo Grande, área dominada por milicianos, foi executado com vários tiros no Trevo da Praia do Saco, em Mangatatiba, próximo ao campo de futebol. Ele estava no seu segundo dia de trabalho na Prefeitura de Mangaratiba. Segundo informações, Kauan havia saído de Campo Grande às pressas e seria ex militar da Marinha. FONTE Página Campo Grande Ao Vivo (Facebook)

Mulher teve prisão preventiva decretada acusada de atrair homem para ser morto por traficantes em Caxias. Chefão do TCP foi denunciado mas Justiça rejeitou

Uma mulher teve a prisão preventiva decretada essa semana suspeita de atrair um homem para ser morto por traficantes no Gramacho, em Duque de Caxias, no ano passado. O traficante Corinthians, um dos líderes do Terceiro Comando Puro na cidade, foi denunciado pelo crime mas a Justiça rejeitou. A denúncia diz que Corinthians concorreu eficazmente para a prática do crime acima descrito, na medida em que a conduta dos traficantes somente poderia ser realizada com a sua autorização e determinação, já que ocupa posição hierárquica de liderança da facção criminosa que atua na localidade onde o fato ocorreu. Entretanto, a Justiça argumentou que a denúncia não diz como e de que forma o denunciado praticou as conduta a ele imputada, muito menos a individualização de suas condutas e nem se tem nos autos do inquérito tais apontamentos. O crime aconteceu no dia 16 de setembro de 2024, em horário não precisado, em local denominado “Favelinha”, situado no interior da Comunidade do Barro Vermelho, Gramacho, Duque de Caxias/RJ, foram efetuados, por indivíduos ainda não identificados, com ânimo de matar, diversos golpes contra a vítima André Luís Silva de Melo, Declarações de testemunhas ouvidas apontam que a mulher acusada, se valeu do fato de manter um relacionamento amoroso com a vítima para atraí-la até o local onde ela foi executada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Testemunhas disseram que PM que atirou e matou feirante na Penha tinha sinais de embriaguez e que mulher dele chamou vítima de ‘cracudo’. LEIA DETALHES DO CRIME

O policial militar suspeito de atirar e mataar um feirante no último domingo na Penha estava embriagado, segundo os autos do processo que responde pelo crime. Ele teve a prisão preventiva decretada. Consta do auto de prisão em flagrante que, no dia 06/04/2025, por volta das 05h45min, na Praça Panamericana, policiais foram acionados para verificar disparos de arma de fogo na Penha. Aproximando-se do local, os policiais ouviram novos disparos e, ao chegarem na, encontraram um homem baleado no chão, identificado posteriormente como Pedro Henrique Morato Dantas. Populares indicaram um veículo Fox prata, como sendo o do autor dos disparos. O carro foi abordado e o condutor, que saiu com uma arma em punho, se identificou como 3º Sargento PM Fernando Ribeiro Baraúna, Ele alegou ter reagido a facadas desferidas pela vítima. Segundo testemunhos policiais, o policial apresentava sinais de embriaguez, assim como sua esposa, que o acompanhava.Testemunhas afirmaram que o PM entrou na feira em contramão, efetuando disparos, e que sua esposa teria apontado a vítima como suspeito de roubo, o que o levou a abordá-lo. O jovem, assustado, teria fugido e foi então atingido pelos disparos. Relatos também indicam que outros tiros foram disparados antes de chegar até a vítima, inclusive atingindo uma Kombi estacionada. Uma colega de trabalho de Pedro presenciou o momento do crime. Disse que que não houve qualquer discussão, ameaça ou agressão por parte da vítima. Falou que o autor apenas disse para “não correr”, sem qualquer advertência prévia, o que levou a declarante a acreditar que se tratava de um assalto. Contou que ouviu cinco ou seis disparos, em sequência, e que a vítima não teve qualquer chance de defesa. Ela afirmou que o autor apontou a arma na direção da vítima dentro da própria barraca de feira que estava sendo montada. Falou que o PM chegou a entrar na barraca para mirar a arma. Pedro, ao perceber a abordagem, se assustou e correu atravessando a rua, sendo alvejado enquanto fugia. A vítima caiu a cerca de 50 metros de distância do ponto inicial da abordagem. Disse qcreditar que tanto ela quanto a vítima imaginaram se tratar de um assalto, o que justificaria a reação de fuga; Afirmou categoricamente que a vítima não estava armada e jamais andava armada. Disse que o autor tentou fugir, mas foi impedido por feirantes, que fizeram sinal para a viatura da PMERJ interceptá-lo. Contou ainda que em nenhum momento o autor prestou socorro à vítima ou procurou identificá-la. Falou ainda que a mulher do PM disse que a vítima era quem havia a roubado, o que, segundo a declarante, pareceu incentivar a ação do autor. Contou também o autor e sua companheira agiram com frieza e deboche, referindo-se à vítima como “cracudo” e alegando que ele teria cometido um roubo. Prima de Pedro falou que a abordagem do PM ocorreu sem qualquer justificativa, com o autor dizendo apenas para a vítima “não correr. Disse que Pedro foi atingido pelas costas e caiu a cerca de 50 metros do local onde começou a correr. Ao ver a esposa do PM chamando Pedro de cracudo passou a discutir com a mulher, chamando-a de “piranha” e “assassina. Chegou a partir para cima dela. Falou que o PM tinha sinais de embriaguez e a mulher dele também.. Contou ainda que foi ameaçada pelo policial que teria dito grando o seu rosto e iria pegá-la. Falou que teme pela sua vida. Uma outra feirante disse que visualizou o autor disparando pelas costas da vítima, de forma rápida e sem qualquer cuidado. Teria visto o PM agredindo sua colega após esta protestar contra a morte de seu primo. A mulher do PM negou todas as acusações. FONTE: Tribunal de Justiça do RJ

Motoboy foi morto no Valqueire

Um motoboy chamado José Paulo, foi morto na Av Jambeiro no Valqueire. Inicialmente,.imaginou-se que teria ocorrido um acidente. No entanto, José levou um tiro na cabeça antes de se chocar nas grades de uma padaria. As imagens foram postadas nas redes sociais. Em entrevista para uma emissora de TV, uma familiar disse não acreditar em assalto porque a moto não foi levada nem objetos pessoais só os documentos. Os parentes ficaram sem notícias dele desde quinta-feira até acharem o corpo no IML no sábado. FONTE: Página Realengo TV (Facebook)

Depois de quase seis anos do crime, Justiça aceitou denúncia de homicídio contra traficante irmão do dono das bocas de fumo da Cidade de Deus (CV)

Depois de quase seis anos, a Justiça aceitou denúncia contra o traficante Deco ou Velho, irmão de Sam, dono das bocas de fumo da Cidade de Deus, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, por homicídio cometido em 2019. O bandido está preso. A vítima foi Yan de Souza Correa. Ele e um amigo chamado Pitoco teriam ido até a “Boca do Treze”, local onde adquiriram “maconha” e, em seguida, teriam ido para a Praça de Lazer, local onde usaram a substância entorpecente. [ Em determinado momento, por volta das 24 horas, os traficantes conhecidos como “X..” e “Cabelinho”, seguindo as ordens do denunciado, abordaram a vítima e a levaram para local ainda não identificado dentro da comunidade da Cidade de Deus. A vítima teria sido executada por determinação do denunciado, uma vez que agiu de forma a desagradar a autoridade do tráfico na localidade. Em seguida, os criminosos a mando do denunciado, teriam ocultado o cadáver. Em sede policial a informante relatou que seu filho foi até a Cidade de Deus, em localidade conhecida como “Boca do 13” e esteve na presença de traficantes onde obteve a informação, pelo próprio traficante de vulgo “Cabelinho”, de que teria levado o seu filho para a localidade denominada “Karatê”, “para desenrolar uma situação”, sendo certo que após esse fato nunca mais se soube falar da vítima. Por sua vez, o irmão da vítima prestou declarações corroborando as informações obtidas por sua genitora no sentido de que a vítima teria sido morta e arrastada por dois traficantes, dentre eles o vulgo “Cabelinho”, tendo eles jogado o corpo da vítima em área conhecida como “Brejo”, para ocultar o cadáver, tudo a mando de “Velho”. A partir de tais informações, o setor de inteligência da polícia dá conta de que “Velho” é mais um vulgo do recorrido conhecido traficante tambémidentificado como “Deco”, chefe da localidade “Karatê”, na Cidade de Deus, local para onde a vítima teria sido levada para ser executada. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

Traficantes do Juramento (CV) são suspeitos de matar homem por asfixia

A Justiça decretou mês passado a prisão preventiva de três traficantes do Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, por um homicídio cometido por meio de asfixia. Entre os envolvidos está o bandido conhecido como Renatinho do Jacaré. Ele seria um dos chefes do tráfico na comunidade. Foi preso em dezembro de 2022. Outro envolvido, tem o vulgo de Mucefim. Os autos disponíveis para consulta não dizem o nome da vítima, nem a data que o fato ocorreu nem o motivo do crime. Segundo oa autos, há indícios de autoria pelo Termo de declaração extrajudicial da mãe da vítima (apontando a autoria a um dos envolvidos bem como pelo relatório do inquérito policial que partindo do depoimento extrajudicial da mãe da vítima, localizou informações contidas em outras investigações da localidade possibilitando identificar a atuação de liderança em conjunto, entre os denunciados, para a prática de diversos crimes. Os denunciados planejaram e deram ordem para a prática de crime contra a vida na modalidade qualificada através de motivo torpe, por asfixia, em situação que a vítima não pode se defender. As imagens permitiram observar a agressividade da série de ações lesivas praticadas contra a vítima, demonstrando a ausência de empatia e o pouco apreço, dos denunciados, pela vida humana. Vale destacar ainda que os denunciados para além de serem mandantes dos fatos aqui processados, possuem vastas anotações criminosas e exercem papel de liderança da ORCRIM Tráfico de drogas denominada Comando Vermelho. FONTE: Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro

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